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Yasmin Medeiros

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  • February 08, 03:41 PM

    Mouse Path

    Parece arte moderna, mas não é. Esses rabiscos representam o caminho que meu mouse percorreu durante pouco mais de 6 horas. Já os círculos mostram os momentos de inatividade. Curioso, não?

    Clique aqui para baixar o software (.jar) e criar o seu.

  • November 13, 01:31 AM

    Números do Last.fm

    Essa eu pincei do Trabalho Sujo: um site que diz a numeração das músicas que você ouviu no Last.fm. A minha é essa, ó:

    1000: The Bravery – Honest Mistake
    2000: Sparklehorse – Box of stars
    3000: The Smiths – Is It Really So Strange?
    4000: Built to Spill – Sidewalk
    5000: The Shins – Australia
    6000: Broken Social Scene – Anthems for a Seventeen Year-Old Girl
    7000: The American Analog Set – The Kindness of Strangers
    8000: Broken Social Scene – Swimmers
    9000: Nouvelle Vague – This Is Not a Love Song
    10000: The Flaming Lips – Do You Realize??
    11000: The Longcut – A Tried and Tested Method
    12000: Broken Social Scene – Backyards
    13000: Broken Social Scene – stars & sons (live)
    14000: of Montreal – Jacques Lamure
    15000: Hell on Wheels – Heard You On The Radio
    16000: New Buffalo – No Party
    17000: Zero 7 – When It Falls
    18000: Spoon – You Got Yr. Cherry Bomb
    19000: The Knife – Behind The Bushes
    20000: Feist – Intuition
    21000: Modest Mouse – Convienent Parking
    22000: The Radio Dept. – Tell You About My Job
    23000: Broken Social Scene – Fire Eye’d Boy
    24000: Feist – Intuition
    25000: Feist – Tout Doucement
    26000: Cansei de Ser Sexy – Alcohol
    27000: Mogwai – I Chose Horses
    28000: Softlightes – The Ballad Of Theo & June
    29000: Broken Social Scene – Major Label Debut (fast)
    30000: Broken Social Scene – Swimmers
    31000: Sparklehorse – Cruel Sun
    32000: Feist – Let It Die
    33000: Death Cab for Cutie – Company Calls
    34000: Jason Collett – Papercut Hearts
    35000: Pavement – Ann Don’t Cry
    36000: The Jesus and Mary Chain – Just Like Honey
    37000: Correcto – Walking To Town
    38000: Someone Still Loves You Boris Yeltsin – Anne Elephant
    39000: Rogue Wave – Fantasies
    40000: Beulah – Popular Mechanics for Lovers
    41000: Modest Mouse – Breakthrough
    42000: Albert Hammond, Jr. – GfC
    43000: Cake – Friend Is a Four Letter Word
    44000: This Is Ivy League – Celebration
    45000: Kent – Dom som försvann
    46000: Metric – Raw Sugar
    47000: Klaxons – Golden Skans
    48000: Jason Collett – These Are the Days
    49000: Built to Spill – Wherever You Go
    50000: Hell on Wheels – Heard You On The Radio
    51000: Radiohead – Bodysnatchers
    52000: Editors – Fall
    53000: Fatboy Slim – Praise You
    54000: The Apples in Stereo – Radiation
    55000: Low Vs Diamond – Song We Sang Away
    56000: Kings of Convenience – I’d Rather Dance With You
    57000: The Flaming Lips – Do You Realize??
    58000: Shwayze – Roamin’
    59000: Holly Tree – Bad Hair Day
    60000: Bombay Bicycle Club – Emergency Contraception Blues
    61000: The Apples in Stereo – Look Away
    62000: She & Him – This Is Not a Test
    63000: The Fauns – Come around again
    64000: The Cardigans – Lovefool
    65000: DJ Million Dollar Snake Babies – I Got Fancy Footwork
    66000: Cat Power – You May Know Him

  • November 07, 12:00 AM

    Summer’s gone

    01

    Se os clichês das comédias românticas costumam te irritar, (500) Days Of Summer provavelmente será a antítese desse sentimento. Não se trata de uma história de amor, tampouco daquelas onde o casal protagonista se separa e, após uma reviravolta, consegue ficar junto. E você torce por eles, mesmo sendo alertado nos minutos iniciais que você não verá um final feliz entre Summer (Zooey Deschanel, do She & Him) e Tom (Joseph Gordon-Levitt).

    (500) Days Of Summer fala como o amor pode ser um grande constrangimento; é a personificação do “que seja eterno enquanto dure”. Mostra que afinidades – sejam elas quais forem – não são decisivas numa relação. E mostra como a vida não é, simplesmente, preto no branco. É colorida e cheia de opções (o filme usa a metáfora das estações). Chega a ser impossível não se identificar com um dos personagens, com as piadas e particularidades que todo casal tem.

    Ao contrário do que somos levados a acreditar, grandes amores nem sempre duram…pra sempre. Mesmo que tenha tentado convencer, o filme não é otimista. Os tons neutros da fotografia denunciam e mostram uma L.A. bege, diferente do que estamos acostumados a ver, e como potencial cenário para decepções amorosas profundas, posto encabeçado há alguns anos no cinema por Nova Iorque.

    A trilha sonora, as referências literárias (Dorian Gray) e cinematográficas (A Primeira Noite de um Homem) tornam (500) Days Of Summer um filme possível. É real. E isso assusta.

    02

  • November 03, 12:26 AM

    Strangers in the wind

    Era seu aniversário de 28 anos. Meg não queria uma festa, só queria colocar a cabeça pra fora da janela e fumar um cigarro. Marlboro Red, porque Light é coisa de mulherzinha. Arrumou a estante de cds três vezes naquele dia. Não encontrou a capa do Doolittle e lamentou a perda do Psychocandy. Pensou no passado. Desistiu de pensar no passado. Roeu uma unha. A de sempre, do dedo mindinho da mão esquerda. Recebeu telefonemas, ensaiou a mesma resposta pra todos, não atendeu duas tias e um primo. Deletou contatos da agenda do celular, consolou a melhor amiga, leu críticas de cinema. Ouviu o telefone tocar. Pelo ringtone amargo, soube logo quem era: Pedro, seu antigo amor. Enquanto O Raio que O Parta dos Superguidis ecoava do celular, Meg hesitou atender. Não resistiu. Às 22h30 daquele dia, o diálogo mais desconfortável entre ex-namorados foi iniciado:

    - Te liguei pra te desejar parabéns e tudo de bom. Não esqueci o dia, tá vendo?

    - É, 25 de dezembro não é uma data difícil de ser esquecida. Como você tá?

    - Bem, e você? O que fez hoje?

    Fazia tempo que Pedro não demonstrava interesse pela vida de Meg. Empolgada, ela descreveu todo o seu dia. A resposta veio curta e fria do outro lado da linha:

    - Eu imaginei. Você continua tão previsível.

    Meg suspirou, olhou o relógio e só teve forças pra soltar um “você tem razão”. Arrumou as almofadas do sofá e fugiu do apartamento. Nessa mesma noite, Ricardo saiu de casa prometendo nunca mais se apaixonar. Eles dançaram ao som dessa música:

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  • October 21, 10:23 AM

    Tipos para evitar – avião

    Um avião está longe de ser o lugar mais confortável do planeta; poltrona apertada, banheiro minúsculo, ambiente ligeiramente claustrofóbico – não há pra onde fugir. E, claro, tudo isso pode piorar se você for escolhido para ficar ao lado de uma pessoa inconveniente. Dependendo da duração do seu voo, o jeito é respirar fundo e tentar abstrair a presença do seu companheiro de viagem – uma tarefa um tanto quanto difícil, já que vocês irão dividir o mesmo espaço por algumas (e talvez longas) horas.

    Listo, então, os piores tipos de passageiros que você pode encontrar a 18 mil pés de altura:

    O bexiga frouxa:

    A menos que você esteja na janela, vai se incomodar um bocado toda vez que o (a) cidadão (ã) levantar pra ir ao banheiro. Dormir nem pensar. Você vai estar em constante movimento.

    O galanteador:

    É o terror das mulheres a bordo. “Vai ficar onde em São Paulo? Me dá seu telefone, vamos nos encontrar” e outras abordagens canalhas. Você só quer ler um livro, ouvir uma música e um completo estranho fica puxando conversa. Se fosse numa festa você daria a desculpa clássica do banheiro e nunca mais voltava, certo? Mas e no avião? Abrir a saída de emergência, se trancar no banheiro a viagem inteira? Não dá. Ou você apela pra grosseria ou faz a boa moça e escuta o mala a viagem inteira. E, claro, não podemos descartar a hipótese do cidadão ser interessante. Nesse caso, vai fundo. Eu nunca tive sorte.

    O teimoso:

    Essa pessoa vai reclinar sua poltrona na hora da decolagem, vai colocar bagagem de mão na frente da saída de emergência, vai tirar o cinto de segurança na hora do pouso e vai ligar o telefone celular pra jogar. “Mas tá em modo de voo”, ele vai responder quando a aeromoça vier, pela vigésima vez, adverti-lo.

    O que ronca:

    Esse tipo de passageiro pode ter seus vinte e poucos anos, ser um senhor, uma senhora. Não tem como saber. Você se acomoda na poltrona, pega seu exemplar da Revista Tam e começa a folhear. Silêncio absoluto. Não mais: o tio do lado esquerdo começou a roncar loucamente e só te resta colocar o MP3 player no último volume ou tomar meio Dormonid e cair em sono profundo.

    O deslumbrado:

    Com certeza encheu o saco da moça do check-in pedindo assento na janela. Você não consegue ler, não consegue dormir e nem assistir um filme porque o carinha vai observando toda a paisagem – mesmo ela sendo igual durante 90% do trajeto.

    O engenheiro:

    Acompanhou as reportagens especiais do Fantástico sobre acidentes aéreos e acha que sabe tudo sobre a mecânica de um avião. Durante o voo, discorre sobre o reverso e o que pode acontecer se o equipamento não funcionar corretamente durante o pouso. Para os medrosos, sugiro iPod no volume máximo e meio Rivotril.

    O espaçoso:

    Uma poltrona não é suficiente. Essa pessoa precisa encostar em você. O tempo t-o-d-o.

    O empresário que não tem dinheiro pra comprar um fone de ouvido:

    Ele sempre entra no avião falando no celular (um Blackberry). Sempre confunde o número da poltrona no cartão de embarque (afinal, ele tem coisas mais importantes pra se preocupar), tira o laptop de última geração da maleta e abre um documento Excel cheio de números e coisas que você não entende. Até aí tudo bem – o problema começa quando ele coloca um DVD da Roupa Nova pra rolar e não tem um fone pra te privar da tortura. O Rivotril também funciona nesses casos.

    Viajar comigo é sempre divertido.

  • October 20, 03:48 PM

    O futuro pertence ao ponto aton

    Alguém vai discordar?

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    A amiguinha aí de cima fez o King Size do Rio de Janeiro parecer são.

  • October 16, 03:45 PM

    Let Love Rule

    Justice, Lenny Kravitz de raiz e o clipe com uma das sacadas mais legais de todos os tempos.

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  • September 25, 01:14 AM

    Sports Center, Paris

    Esse prédio que mais parece uma boate é, na verdade, um centro recreativo para crianças. Criado pela KOZ Architects, o Sports Center fica em Saint-Cloud, região metropolitana de Paris. Crianças, pais e professores, atraídos pelas cores e formas, fazem fila para conhecer o espaço que parece ter saído de um sonho um tanto quanto maluco e bem colorido.

  • September 22, 12:07 PM

    Aquela estranha inquietação

    Nada satisfaz. Faltam palavras, sobram vontades – sobram planos. Um dia x, outro y. Quarterlife crisis, alguns podem dizer. O tempo não desenrola, atrapalha. Organizo minha desorganização e tudo começa a fazer sentido. Me sinto bem. É confuso, mas depois de muito tempo sinto que posso ser e fazer o que eu quiser. 200km/h. Finalmente.

  • September 17, 12:55 PM

    Morri

    Eu era uma estudante do Colégio Marista Nossa Senhora de Nazaré quando, numa tarde nublada (exatamente como a de hoje), ouvi Spit On A Stranger – música que abre o Terror Twilight, último disco do grupo.

    O tempo passou e a música ganhou outros significados – uns bons, outros ruins. Mesmo assim, Spit On A Stranger nunca vai deixar de ser minha preferida do Pavement, simplesmente porque ela tem uma das melodias mais bonitas que eu já ouvi e um clipe matador para os órfãos da banda.

    E hoje veio a confirmação: eu poderei ver ao vivo a banda que, infelizmente, eu conheci quando já não existia mais. E você disse que um dia eles voltariam, lembra?

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Profile

Yasmin Medeiros

Webwriter at Libra Design
Public Relations and Communications | Belém Area, Brazil, BR

Experience

  • Jul 2009 - Dec 2009

    Webwriter / Libra Design

  • Jul 2008 - Dec 2008

    Reporter / O Liberal

  • Dec 2007 - May 2008

    Reporter / Diário do Pará

  • Apr 2007 - Oct 2007

    Producer / Unama FM

  • May 2006 - Dec 2006

    Reporter / Universidade do Estado do Pará

Education

  • 2005 - 2009

    Universidade da Amazônia

    Journalism

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