Profissional de criação e fundador do Update or Die.
Não sei absolutamente nada sobre o produto… mas são TANTAS referências no vídeo que… parabéns…
(via Christiane Ng)
Produced by: Limón estudios
Direction by: Ernest Desumbila
Executive producers: Alejandro López, Albert Montero
Edit & postproduction: Limón estudios
Sound desing: HUE Creative Studios
Line producer: Alejandro López
Postproduction coordinator: Albert Montero
DOP: Felipe Contreras Soto
Art director: Iván Triviño
Stylist: Jess Monterde
Make up: Rubén Mármol
Choreography: Les filles föllen
Production manager: Jorge Llama
Production coordinator: Luna Lladós
Não tanto pela ideia em sí, mas esse CG do chimpanzé tá assustadoramente bom, feito pela MILL+ junto com a BBDO NY.
Quem não tem muita intimidade com o ofício de um escriba, geralmente imagina uma cena Chico Xavier.
Caneta em punho ou computador à frente, o escritor dá um suspiro fundo, como um grande pianista antes de sua primeira nota. Começa então a escrever freneticamente, uma verdadeira impressora humana transferindo o texto que tem na cabeça para o papel.
Antigamente, ao chegar ao ponto final, o papel seria arrancado com força da máquina de escrever. FRRRLAAAAAAPT!
E o autor, segurando seu recém-nascido, abriria um sorriso orgulhoso de pai. Nasceu.
No mundo de verdade, isso não existe.
Se tiver essa coisa do parto, por exemplo, teria um fórceps em algum momento da cena.
Textos bons não são despejados como leite condensado. São arrancados, como dentes moles.
A cena da sessão da tarde, do escritor tomando chá na casa do lago e escrevendo junto a janela por onde entra um raio de sol, na vida real seria substituída por sangue nas paredes. Auto-flagelo.
Sofrimento. Angústia. Trabalho braçal. Glamour zero.
Claro, vai ficar gostosinho pra frente, mas antes de chegar ao charmoso escritor será preciso passar por personas bem menos sutís.
Começa como arquiteto, engenheiro civil, mestre-de-obras… depois, cortes amplos de açougueiro, lenhador… depois cortes menores, cirurgião …vira então pintor, escultor, decorador… aí sim vem o escritor… mas calma, não acaba aqui… ainda tem o maquiador, polidor, retro-leitor, retro-crítico…
Até finalmente chegar à vítima de sequestro: quando alguém ou algum prazo pega a sua obra e sai correndo. Ainda bem, senão não acabaria NUNCA.
01. J.K. Rowling – Outline de Harry Potter e a Ordem da Fênix
02. Joseph Heller – Outline de Ardil 22 (Catch-22).
03. Henry Miller – Outline de Trópico de Capricórnio
04. Sylvia Plath – Outline de The Bell Jar
05. Norman Mailer – Outline de Fantasma de Harlot
Para ver as imagens ampliadas e outros exemplos, clique aqui.
(images “typewriter” e “flail weapon” by Shutterstock)
Tá com dificuldade para entrar no ritmo? quem sabe Steve Smith dá uma força. Smith foi o baterista do Journey, mas apesar disso [ironia], é considerado por algumas publicações especializadas um dos 25 melhores bateristas da história.
Considerando que muitos leitores do UoD trabalham em Comunicação, Marketing, Agências e Clientes, acho que vale o post.
Deu na Forbes online e aqui vai uma livre tradução.
Digo livre porque não sou tradutor nem tenho autorização de ninguém para divulgar este texto, cujo original encontra-se aqui.
Apenas o faço porque o assunto é de extrema importância.
Põe em risco constantemente a sobrevivência das agências.
É um texto “americano” demais para nós. Mas não deixa de ser importante se fizermos as devidas adaptações.
Alguém leve isso a sério…pelo bem de nossos negócios.
Os sinais estavam todos aí. Esse é um assunto recorrente desde o início deste século.
Desde a invenção do Tivo, ou do BitTorrent.
Quando as primeiras tecnologias capazes de “pular” comerciais surgiram, os boatos de que a propaganda ia acabar surgiram junto.
Você cansou de ler sobre o assunto.
Mas você não acreditou.
Agora prepare-se porque o fim está mais próximo do que nunca.
Acaba de sair o relatório Nielsen com o resultado da temporada 2012-2013, na gringa.
A coisa está feia.
Tão feia que o Buzzfeed publicou hoje [mais] um artigo prenunciando o fim das redes de televisão subsidiadas por propaganda.
Você pode continuar com a cabeça enterrada na areia e dizer que por aqui essa mudança ainda leva anos.
Por lá também.
Mas há novas estatísticas, que provam que a tendência parece ser irreversível.
Segundo o texto, as produtoras e os seriados vão continuar saudáveis.
Produtoras vão sobreviver, porque você e eu queremos mais e mais séries.
Mas você vai assistir através de assinatura, ou simplesmente baixando em seu mídia center.
TV aberta ou à cabo, estão no mesmo saco de lixo.
[Quem mandou colocarem propaganda na TV à cabo? Morram agora seus malditos gananciosos.]
Buzzfeed faz uma ótima metáfora: assim como as novas gerações sequer questionam o casamento gay, vão simplesmente ignorar os anúncios interruptivos.
A temporada de séries de TV de 2012 foi devastadora.
A audiência de todas, eu disse TODAS, as emissoras americanas caiu na faixa dos 18-49 anos.
Aqueles que compram de cereal matinal à impressoras 3D.
Se caiu em todas as emissoras, a dedução é simples: foram para outro lugar.
A Fox, que é o nosso SBT se ele fosse presidido pelo João Dória Jr., se esborrachou no asfalto numa queda de audiência de 22%.
Simon Cowell e o XFactor não ajudaram a manter a emissora na liderança.
O que evitou o desastre absoluto foram duas séries duvidosas…The Following de Kevin Bacon e Mindy Project.
A primeira uma espécie de Dexter pobre de espírito, a segunda uma mash-up do humor off-SNL. Enfim…
Na NBC, então, só The Voice se salvou, o que em nosso clonado cenário, ameaça com uma maratona de Carlinhos Brown.
Finalmente, a ABC ficou em último lugar, após criar e cancelar 666 Park Avenue, Red Widow, Last Resort, How to Live With Your Parents, Family Tools, Malibu Country e Zero Hour.
E tem a Netflix correndo por fora.
Não bastasse o House of Cards, vem aí Arrested Development.
Por aqui, os dados não estão tão claros.
Quem sabe nos comments a gente “nacionaliza” a discussão.
“Esta é a porta principal da Convence Comunicação. Por aqui entram todos os dias diversos tipos de clientes, com seus problemas e aspirações, buscando soluções no vasto mundo da publicidade.”
O vídeo abaixo mostra como funcionava a estrutura de uma agência de publicidade do Piauí em 1987. Interessante como grande parte da organização dos departamentos dentro da agência se mantém intacta até hoje, mesmo com tudo que mudou nesses 25 anos do lado de fora dela.
Nos comentários do YouTube consegui pescar alguns nomes do pessoal que aparece no vídeo: Roger Arruda (cinegrafista), Marcela Aragão (edição), Candido (atendimento) e Roraima (editor).
Bom, os cortes de cabelo e as camisetas mudaram (parece que estão usando xadrez agora).
Dica do Cassiano Saldanha.
Update or Die é um movimento que conta com mais de 400 Early Adopters no Brasil e no mundo, formando o maior coletivo não-jornalístico do Brasil. As colaborações desses "updaters" se acumulam no site updateordie.com, além de eventos presenciais (palestras e workshops) e produção de coletivos corporativos.
We update people, brands and Companies.
We are a group of people obsessed by several fields of information.
We facilitate informal and personal learning.
We create learning enviroments.
We do it on line and on life.
We love what we do.
Campanhas e projetos para diversos anunciantes como J&J, (Band-Aid, Sempre Livre, Alcance Reach, KY), Mastercard, Kibom, Microsoft (MSN, Hotmail, Office, Windows XP), Nestlé (Leites), Sony Electronics, HBO, Sony Entertainment Television, Chevrolet entre outros.
10 direct reports.
c86:
Jam remains one of the darkest comedy series ever broadcast on British television. Chris Morris insisted that each episode was shown without an advert break to sustain the mood, and each week the programme was remixed and repeated during a late-night slot as Jaaaaam. The DVD release also contains numerous extras, including special versions of each episode, often distorted to the point of being unwatchable
c86:
A handful of treats from The Museum of Forgotten Art Supplies
I particularly like the ellipse maker, which looks like some sort of design studio torture device
c86:
World War Two Radio Chatter - Lancaster Crew
This radio chatter clip is from a Lancaster Bomber which is flying a mission over Germany during World War Two. The bomber is attacked by a German fighter later on in the clip. The crew seems to panic as the fighter engages them, and the captain at one point shouts “Okay, don’t shout all at once!” Eventually one of the gunners manages to bring down the German fighter
c86:
Half Man Half Biscuit - Back in the D.H.S.S., 1985
This is a classic album from the UK indie music scene of the mid-1980s.
I received the original vinyl as a Christmas present, c. 1986/87, but the 1988 CD has additional tracks from The Trumpton Riots E.P.The song lyrics are some of the most inventive, surreal and darkly satirical of any band I know of, and often the music is equally deranged. One of my favourite tracks, I Hate Nerys Hughes, also features on NME’s C86 compilation
( NB: Nerys Hughes was especially lovely in The Liver Birds )