VANESSA |airesgomes|
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Vivo num mundo que não é o lá, nem o cá, muito menos, o aqui, e nem desconsideraria o complexo intermediário, porque já entrei em tangentes de círculos infinitos, só pra quebrar tudo que era inquebrável e perder tudo que era meu, ou ter. Vivi a morte várias vezes para ter certeza que há sempre um caminho de volta, que se quebra de novo em novos círculos e molda novos caminhos. E o que resta
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“…o interpretante final está sempre em progresso, num processo evolutivo infinito, pois cada um de nós, intérpretes particulares, apenas capazes de produzir interpretantes dinâmicos singulares, falíveis e provisórios, não estamos nunca em condições de dizer que um interpretante já tenha esgotado todas as possibilidades interpretativas de um signo, constituindo-se no seu interpretante final. É em razão disso que estamos sempre no meio do caminho da interpretação de todo e qualquer signo…” Santaella
O processo de memória em rede acaba por se valer das experiências em esferas de conhecimentos e experimentação de composições e possibilidades, mas o presente se desse reconhecimento, onde os caminhos da esfera são mutáveis dependendo do contexto do interpretante… O presente da rede se vale das possibilidades e do reconhecimento de seu próprio corpo informativo e sua objetivação de movimento de vias… Essa objetivação vem da lógica de um futuro nunca alcançavel em sua posição… mas de um presente em composição com o objetivado…
Nesse sentido, qualquer informação é infinita, ao contrário, da insistência da morte para o corpo, e, ainda, não há criado nódulos de existência finitas na rede informativa de concentração de informação tradutoras… vias de cruzamento como o ser…
Tagged: futuro, passado, presente, signo
Todo signo não interpretado, ainda, poderia ser perceptível, se víssemos a correlação com a cibernética com a repetição… Poderíamos ter que toda repetição é raiz simbólica e fechada de algo q pode ser e deve correlacionar e se reinterpretar… Toda repetição guarda em si um nódulo de interseção entre possibilidades de saídas de interpretação, sendo ancoras de tradução e economia de memória com base coletiva.
Tagged: Percepção
Numa sociedade estabilizada por segmentos e delineadas por limites exatos e precisos, um estado de exceção podia parecer um estado anormal e não continuo, mais um acontecimento do que uma análise de falha de sistema. Contudo, no processo de um sociedade em rede os estados de exceção se transformam numa constante, visto que a necessidade de fluir, como capacidade de mobilidade informacional, e a capacidade de mutação, como meio para o fluxo, é a regra de existência. Sociedade regida por leis de proteção generalizadas, hoje em dia, tem que conviver com pequenos núcleos de crenças e costumes, não figurados na generalização da razão, mas das reuniões de racionalização das emoções que uma estrutura social dispõe, muito mais diluído em pequenas razões sociais, que os grandes conglomerados que foram há tempos atrás. Com esses pequenos estados de exceção em grupos colaborativos ou em rede, podem se destacar pequenos soberanos que dificultem mais sistemas gerais, que hoje podem ser vistos como os sistemas culturais, detentores de toda capacidade de visibilidade e verdade que podemos aceitar, e as religiões que trabalham a universalidade a partir dos limites entre medo e desejo, lacunas criadas pelo decorrer da história humana e capaz de atingir todo ser humano…
Tagged: delineamento, estado, exceção, soberania
Quando revemos o corpo numa estrutura de domínio da comunicação, que é a rede, ir atrás de uma informação fica mais próxima ao estímulo de jogos profissionais, através da visão da história do avanço da técnica, revendo a comunicação através do jogo ou negociação, porém, com um limite muito tênue para a relação emocional, já que a relação pessoal de prazer humano só atingirá pessoas que tem estrutura para sentir o real, estabelecendo sincronicidade com a comunicação através da arte. Podendo construir uma imagem da arte como a forma de paixão humana que pode ser criada noções de jogo ao mesclar o viés profissional da informação. É necessário uma analise maior entre a relação do público e privado, racional e emocional, profissional e amoroso, entender o que levaria uma pessoa a ter prazer pela informação sem pelo jogo de conhecimento e prazer do acesso, mas pelo sentir complementaridade de movimento através das multilinguagens.
Pensar que a história é feita de marcas e registros que remoem o futuro, soa sensato, mas distante. Quando essa história foi colocada em xeque e reinterpretada como uma estrutura morta que ultrapassa seu tempo e se propaga como a continuação de um mundo morto com a perpetuação da linguagem, que parece nos perpetuar nos vícios e regras do passado, buscando sempre a história pra entendermos valores contemporâneos, nos transfere uma visão de formigas operarias de variações de sistemas, como se só escolhesse-mos que fantasias queremos assumir todos os dias que acordamos para o palco da vida… Pensar que aquela estatua que já foi coberta de prata, retratava uma cidade rica, de um passado oponente, é pensar que ela já morreu e o que permanece é sua ruína. Ruína essa que não volta pra terra e não realimenta seus filhos famintos por novas vidas, uma ruína que tem seu lugar na história, no digital quem sabe, mas no mundo real já deveria ter sido transformada, sofrer com a transformação e o renascimento do tempo… Talvez essa persistência de demonstrar o sacrifício de se chegar a algo é o que cria as cicatrizes da recuperação, assim como querer demonstrar que o caminho que escolhemos nos levou, ao menos uma vez, a sermos donos do mundo… Mas qual a alegria de um passado que usamos toda a estrutura totalitarista de concentração, objetivo e manipulação para alcançar em um tiro a alegria? E quando recebemos as glorias da nossa vitoria, percebemos que não evoluímos em nada, e que mantemos os mesmos vícios dos nossos carrascos quando em sua vez, no máximo, alcançamos uma evolução visual à sociedade.
Aceitar que um espaço que já ocupou tantas glorias, hoje vive sua função mais doce, criar pequenas histórias sobre a passagem e a diversidade, é pensar que nossos filhos terão direito a recriar, e talvez inventar, mas só se voltarmos a ensiná-los a observar e lembrar que o tempo transforma tudo desde o mais doce ao mais amargo, mas todos os sabores fazem parte da vida, e todos devem ser aproveitados em seu momento, eles abrem novas possibilidades e mundos que teríamos medo de chegar, se a vida não desse tempo ao tempo para chegar… Aquela estátua no meio da praça não precisa te lembrar de um dia auge que todos irão pagar… Ela simplesmente pode lembrar do dia em que você sentou com seu pai, ou se escondeu fazendo besteira, ou do dia que sozinha estava alegre com seu filho, mas toda a paisagem pode e deve mudar, assim como mudamos…
Tagged: Memória
Entre as negociações flexíveis e rígidas deve se rever o processo pelo viés da movimentação, não mais pelo acumulo de fortalezas ou riquezas. Pois, qualquer parte que esteja totalmente flexível ajuda no aumento de seu próprio interior, fortalecendo a personalidade, porém, criando imobilidade, pois fica mais difícil e mais vulnerável a mudanças em rede. Já uma negociação rígida, coloca novas formas de ligação a uma estrutura diferente que criará complexos de ligações mais criativas e variadas, contudo, há um maior risco na diluição, sendo mais necessária a preservação de objetivos, já que há uma grande diversidade de caminhos abertos, que facilitam numa crise em rede a movimentação de um lugar para outro e sua volta, se há objetivo central. Sendo, a análise mais consistente de qualquer negociação são as movimentações em rede que podem danificar o cerne de um sistema, e pensar que estruturas seriam capazes de se acoplar ao sistema atual que provoque maleabilidade para a fuga de crises.
Tagged: crises, flexibilidade, fugas, movimetação, rigidez, sistema
A reciprocidade é a idéia mais atingida numa mudança de estrutura de sociedade, pois se torna a idéia mais relativa assim como os valores individuais. Foi perceptível o fracasso e o choque causado, diante da inevitável globalização, pela a tentativa de manutenção e nivelamento dos valores e difusão do capitalismo sobre a venda massificada, que injeta em seu cerne seu processo de destruição, pois a repetição e nivelamento mecânico acabam mantendo o valor competitivo, gerando precipícios de insatisfação e um mercado estático. A diversificação mantida como forma de manutenção de poder e realidade única, induz a grandes prejuízos de defesa e manutenção, com tudo, o estímulo à diversificação e criação de novas fronteiras por aqueles que não conseguirem se estabilizar num sistema central, abre novas realidades e novas formas de lidar com valores, além de manter o sistema econômico estabilizado não no valor monetário, mas nas trocas de informação e necessidade de mesclas e novos sistemas singulares e individuais, criando uma pluralidade de sistemas de valores e regras que podem ser estabilizados, apenas, com sistemas gerais de estruturação de valores. A idéia do macro e público começa a tomar forma na estrutura cultural que prescreve como o indivíduo estará apto a receber ou reconhecer uma realidade. Na atual conjuntura mundial, as estruturas de cultura baseadas na religião e no desejo são as que estão mais fortificadas por ficar tanto tempo a margem e podendo criar uma estrutura singular e cheia de caminhos pra uma diversidade grande de respostas para um maior número de pessoas. A tendência ao glocal para a sobrevivência do mercado e da economia só será benéfica se a estrutura filosófica da nossa sociedade atual mudar em relação ao medo e sua pré-defesa, já que com a mudança de estrutura, apenas, a informação pode nos agregar os valores de reciprocidade, senão ficaremos numa superfície de análise do valor recebido pelo outro como maior do que o nosso, quando os valores dele são diferentes aos nossos, atuando como a inveja do que não é, pois olhando de fora acreditamos que aquilo é ótimo, pois seria ótimo para nós… Essa insatisfação com o que estamos decidindo provoca um medo do outro realizar um desejo que é nosso, antes de nós mesmos, e atacamos antes o que, na maioria, seria desnecessário, pois as informações e estruturas do outro levariam a caminhos não imaginados por nós. Sendo, qualquer tipo de relação com outro, acaba sendo uma relação, dita como internacional, pois difere em muitos valores e linguagens, e como tudo está conectado a valores de estrutura de significação, uma negociação com o outro não deveria mais pesar sobre o que conseguimos pra nós em cima do outro, mas quais ligações podem fazer com o outro a questões que queremos andar.
Tagged: cultura, glocal, ligações, linguagens, movimentação, reciprocidade, regras, sistemas, sobrevivência, valores
Toda e qualquer falha de sistema, apresenta trauma para todo o sistema em si, tanto internamente pela reorganização e mudança de fluxo, como pela possibilidade de rompimentos objetivos da membrana, que possibilita a abertura de todo o sistema para possíveis mesclas e mutações, que podem ou não ser favorável para a falha conduzida, uma vez que, ainda, não foi trabalhada numa nova realidade, e cria-se a possibilidade de atores a mais na representação, que forçam o recalcular das metas entre saída e permanência. Sendo, é necessário estabelecer, exatamente, qual o perfil de travessia de sistema que procuramos, ou sabotamos, ou somos expelidos, pois qualquer forma de retrocesso cria sistemas de proteção posterior capaz de provocar retrocessos maiores que os avanços, mesmo com a não adição de atores, sua mutação de movimento já é capaz de mudar toda forma final, produzindo no caminho objetivado maior resistência na manutenção da esfera de poder. A busca da variação de planos, aparenta ser a forma mais capaz de mesclar estratégias para produção de pontos de travessia e mobilidade em sistemas sem despertar seu sistema de sobrevivência, e seu alerta de falhas, criando mutações, a partir da criação de rede, sem choques de resistência e com maior mobilidade.
O que leva a questionar que todo organismo autosabotador percebe com clareza e vontade a necessidade de mutar, de transgredir que é originário da informação traduzido em experiência, quando as informações não podem ser mais vivencias seu próprio sistema está em alerta, produzindo reações incendiárias e de emergência, que leva a mais choques, porém, o medo, sentimento instável de confiança ou reconhecimento de desgaste ou imprevisto, impede a saída para o novo sistema e o desconforto entre ir e ficar, gerando mais resistência e alerta no sistema que sofreu de sua instabilidade. É necessário aguardar seu restabelecimento arquitetando novas saídas em planos alternativos abertos ou remodelados por causa das reconstruções necessárias dos pontos em processos.
Tagged: choque, crise, defesa, falhas, mutação, sistema
Mesmo tendo detectado as estruturas de poder e fraquezas, ainda não pude perceber a reconstrução da solidão numa semiosfera. Chama muito a atenção a constância das relações semânticas e informacionais, produzindo um caráter elétrico e estressante, que pode ser ligado ao tipo de energia utilizada para produzir esse espaço técnico dos signos. Poderia entender a solidão, num processo do tempo, onde as seqüências de correlações e estruturação de novos signos ou links requer um tempo entre explosão, junção ou adaptação, o que entenderia uma solidão mais natural q a freqüente no sistema atual, como solidão encaixotada, protegida, enjaulada… Esses precipícios de mudanças podem causar choques profundos nos processos de transição e exagerados incompreendidos em situações opostas.
Tagged: fluxos, poder, proteção, Solidão
Acreditar que nossos filhos estarão livres se o encarcerarmos em casa, em rede ou ensinando-os a ignorar informação alheia, é pensar num mundo protecionista, medroso, e fechado em si, que provocaria mais intensas ilusões de fantasias do ser que não está em debate com os outros… Portanto, se a rede oferece medo, não adiante enche-la de avisos de medo e sistemas de alerta para crianças, que os adultos continuam a insistir que são incapazes. O dever de todo pai que quer proteger o filho, é encher de informação inteligente e criativa, que será usada pelos seus filhos e pelos seus amigos, trazer o mundo de informação dos pais para um universo que dê mais contato ao filho, e mais orgulho… Tenho certeza que não há concorrência suficiente com o orgulho do filho pelo pai.
Tagged: filhos, proteção, rede
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A revista que divulga o melhor que se faz no mundo para um mundo melhor
The Open Government Partnership is a global effort to make governments better. We all want more transparent, effective and accountable governments — with institutions that empower citizens and are…
Collaborative governance is a process and a form of governance in which participants (parties, agencies, stakeholders) representing different interests are collectively empowered to make a policy…
Na contra mão do home office, o coworking oferece além de estrutura completa de escritório e apoio operacional, a possibilidade de integração entre profissionais de diversas áreas tornando o…
“A Lei não se propaga por si mesma. Por ser propagada pelas pessoas,
tanto a Lei como as pessoas são dignas de respeito.” (Nitiren Daishonin)
Carinho nem sempre é sinônimo de gasto, mas é de carinho!!!
“Um dia descobri que está na mistura a magia de saborear a vida, nem sempre o gosto faz parte do nosso paladar, mas agrada alguém! E aí q descobri como era doce cuidar de alguém, porque uma mistura requer tempo e atenção pra saber que sabores e sensações têm que ser evidentes, e, no fim, as vezes nem é para seu paladar, mas pra que alguém sentir o que é o gosto da vida quando a gente tá junto, pra ajudar a misturar.”
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- Apr 2011 - PresentCKO / ESC culturel
- Nov 2009 - PresentDesigner and Strategist Online / Vanessa Aires GomesThinking about relations, groups and spacesthrough what I can see is an intensive research into the possibilities of language and their interactions, and simulation capabilities of meanings, directions and information that allow the incorporation of cultural organizations or brands to a social network
- Nov 2010 - Jul 2011Bartender / WTF Eventos
- Nov 2010 - Jul 2011Bartender / Help! Bar
- Sept 2007 - Jun 2011Researcher of Cyberculture / Independant ResearchResearcher in negotiation with differents culture, languages, art and expression's history as a moviment and ways in cyberculture, power and flows as a study what is important to moviment in the net structure.
- Dec 2009 - Feb 2010Promoter / New Jazz Bar
- Feb 2008 - Nov 2009waitress / Ó do Borogodó
- Mar 2006 - Oct 2009designer and animation / Vanessa Aires GomesProjetos de identidade visual, elaboração de ilustrações para textos, internet, animações e videografismo. Estudos da ilustração para expressão em diversos meios.
- Jan 2006 - Mar 2006trainee / Ricardo Botelho MarketingProdução gráfica de newsletter e elaboração de hotsites, para empresas da área de arquitetura e design.
- Oct 2005 - Nov 2005trainee / AcionTratamento de imagem e ajuste de layout.
- Aug 2005 - Oct 2005trainee / ADD - Associação Desportiva para DeficientesEstagiária Voluntária na área de comunicação. Elaboração de clipping, organização visual de material da ADD e apoio na elaboração das newsletters, informativos e convites.
- May 2005 - Jun 2005trainee / Trattoria FilmesPesquisa de imagens de referencia para elaboração das gravações.
Pesquisas de festivais para colocação de curta.
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2007 - 2010Universidade de São PauloSocial Interfaces, Cyberculture, CommunicationActivities: Atopos
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2009 - 2009Universidade de São PauloInternational Negotiacion
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2002 - 2006Universidade Presbiteriana MackenzieAdvertising and Publicity
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2005 - 2005Academia Internacional de CinemaVideoClip
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2004 - 2004Impacta Tecnologia3D Studio Max
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