Desbarranca
A alma capenga
Balança
Em sutil resfolego
Desanda
Com a valsa
Desvairada
Apressa o passo
Segue a dança
Descoordenada
Desarranjada
Balança
Barroca
Com a esperança desacreditada
Em fé, em fuga, em fogo...
Em falso, o passo
Recheado de descaso
De acaso...
O
Tem
Po
Pas
As
Desor
Dena
Da
Mente
.
Abrupto.
Se cans
a,
Novamente.
Em carne viva o sonho sangra
Não quero mais, não quero mais lutar
Não quero mais, não quero mais chorar
Não quero mais gritar e em vão esperar
Ser taxada de louca sem causa alguma para comprar
Sem braço direito para me apoiar
De cansaço, em dores mil, a alma padece
Não queria ser eu a escrever e a estar
Não queria ser aquela a partilhar tantas, e tão doídas
Mas me cortam,
Maculam,
Lancinam...
Se fazem (e)
Dominam... com seu peso em meu olhar.
(...) eu sofro.
... como alguém que se esqueceu de como era o azul, algum dia.
Em carne viva o sonho sangra
Não quero mais, não quero mais lutar
Não quero mais, não quero mais chorar
Não quero mais gritar e em vão esperar
Ser taxada de louca sem causa alguma para comprar
Sem braço para me apoiar
De cansaço, em dores, a alma padece
Não queria ser eu a escrever e a estar
Não queria ser aquela a partilhar tantas, e tão doídas
Mas me cortam,
Maculam,
Lancinam...
Se fazem (e)
Dominam... com seu peso em meu olhar.
(...) eu sofro.
... como alguém que se esqueceu de como foi o azul, algum dia.
Em turbilhão, as emoções se agitam.
Que eu saia da frente: elas querem passar!
Exclusa - como intrusa em meu ciclo - no cenário em que eu própria criei.
Estranho, hesito, desanimo... ilumino e recomeço:
De novo, avante, desde o princício;
Tudo de novo, novamente.
O maior problema é que o tempo não para, para eu possa recomeçar.
Fe-no-me-nal.
(É bem isso o que a música faz comigo.)
Imagem capturada por fotografia: tintas coloridas, formadas através da vibração de sons.
Falei, falei, falei, falei... Parei - falei mais um pouquinho; cansei; falei, falei e falei...
Até que eu decidi... (será?) E pensei, chorei, choquei, gritei, considerei, relutei, tentei...
Falei, falei, falei e falei...
Mas ninguém quis ouvir. Cansei.
happy 2012!!!!
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...a lista está incompleta e eu tenho estado um tanto ausente, eu sei.
Mas não chorem. Este blog não acaba com 20121.
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XXX!
(...e a importância que as pessoas lhes dão.)
Foi semana passada; eu estava na lanchonete e ao ver a moça do caixa com os olhos marejados, perguntei:
“Tá tudo bem...?”
“Tá, fia... É que a – juroqueouvimasnãoconsigolembraronome – vai sair e férias, e eu vou ficar louca. Vou ficar doidinha da silva, porque ela me ajuda muito, sabe? Mas tudo bem...”
Eu, com meu sorriso mais sem graça do Universo, sorri. (Porque era só o que havia para ser feito)
“Mas você agüenta. Vai dar tudo certo.”
E fui embora um pouco depois da ditaquesaiudeférias se despedir, também em lágrimas.
“Qualquer coisa me liga, viu?!”
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Voltei pensando no quão bonito foi ver o comprometimento daquelas duas.
E quietinho, esse sentimento de admiração me acompanhou.
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No dia seguinte - ainda no mesmo final de semana – a conversa recaiu sobre o caso do gerente que fraudava os processos corporativos.
“E ele nem precisava fazer isso, sabe? Ele deve ganhar mó bem no cargo que ele ocupa!”
Mas dinheiro não é tudo mesmo, não é?
E de súbito, minha mente se voltou à menina do caixa, e à sua ajudante.
“Não, não... Não é questão de precisar. É questão de caráter.”
- - -
Tenho pensado muito nisso ultimamente:
As coisas são, invariavelmente, do jeito que você as enxerga. E você é, do jeito que quer ser.
(que este blog é meu e eu também digo o que eu quiser.)
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Eu chorei quando recebi a notícia que o Steve Jobs havia falecido.
“Como assim?!”
(E só não estou chorando neste exato momento, porque redijo este post em local público.)
Não tenho palavras até agora para dizer o que essa pessoa representa no Mundo, como exemplo de Inovação, de Superação, de Criatividade... E mais que óbvio: de Inspiração.
Estou triste. Muito triste de verdade.
“Mas ele saiu da Apple para morrer, Van. É óbvio!”
Mas eu ainda tinha a esperança de ver ele recuperado, de verdade.
E independente de estar ou não em meu ciclo de convívio, reconheço o valor de uma pessoa que contribuiu de maneira impagável para toda a Sociedade.
Quem conhece um pouquinho da história dele, pode dizer o mesmo.
Nem é preciso dizer que andei sumida – ou melhor, que “não andei por aqui.”
Gosto muito de uma frase que diz: “Parar é regredir.” E em sumo o que quero dizer é:
Não importa POR ONDE, o que importa é que ANDEI por algum lugar.
Nessas andanças, pensei em muitas coisas, tirei muitas observações e poucas conclusões.
E mesmo assim, meio sem saber por qual o caminho, continuei. Acho que viver é meio ISSO MESMO, afinal.
Hoje não sei sobre o que escrever - só sinto mesmo essa vontade pulsante, dentro de mim; às vezes vem como fome, outras vômito. Mas vem intensa, by the way.
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Estamos em Setembro.
E eu quase tive um treco ao ver que faltam praticamente 2 meses para o final do ano e eu ainda não fiz nada – quase nada, não serei injusta; do que eu gostaria de fazer.
Comecei a revisar a minha lista, para analisar onde é que eu estava falhando. E TENSA (tenho essa mesma sensação ao verificar meus extratos bancários) vi que na verdade, o que eu poderia fazer, já estava fazendo. Faltava (ué, por que escrevo no passado se ainda falta?!) uma oportunidade. Uma chance de fazer as coisas melhorarem.
(pausa para o suspiro)
Comumente, penso que existem dois tipos de problemas:
O que a gente (enquanto indivíduo único - falei prolixo mas falei bonito, HUH?) resolve, e o que a gente não resolve (porque não depende exclusivamente de nossas ações).
E se por um lado é frustrante .pi ver que não importa o que você faça, simplesmente não vai resolver (o ser humano tende a ser meio insolente e prepotente; com essa vontade intrínseca de ser Deus, de FAZER e de ACONTECER), por outro traz aquela sensação amena, que levanta os ombros ao dizer “Paciência. Eu tentei.”
O tentar faz a gente se sentir menos inútil, e a acreditar que um dia - quer seja pela insistência, pelo merecimento ou ambos - vai chegar lá. A Fé é o intangível que faz o Futuro virar tangível.
Mas a Fé não é de todo independente. Ela precisa de força – física, braçal mesmo; e da Mente tranqüila, para poder habitar.
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Em bullet points, vou resumir os últimos acontecimentos:
· Este ano termino o curso de Espanhol. Mi maestra me hay dicho que yo he progredido mucho. Me alegro. J
· Além disso, estou estudando design gráfico em uma instituição para a qual só tenho elogios. Não vou mencionar o nome, porque não estou tão legal assim para fazer propaganda de graça.
· E sim, ensaiei uma tragicomédia até decidi se estudaria Inglês em algum curso regular este ano ou não. Aí, quando resolvi fazer os testes de nivelamento nas instituições em que estudaria, vi que na verdade, eu já falo bem o suficiente para um nível avançado. Soooo, planejo fazer em algum curso voltado para proficiência máxima - TOEFL ou IELTS - but i’m not sure wich one of them, yet.
· Fiz clareamento dental. Honestamente, como meus dentes já estavam entre os tons mais claros da escala de cores, praticamente não senti diferença; só no bolso. :/
· Comprei roupas. LOOooooots of them. Sem dúvida estou em minha fase mais perua! Mas ainda não posso dizer se isso é bom ou ruim. O que dá para falar, é que percebi através do espelho, uma forma de me expressar e refletir a mudança que vejo em mim.
· Eu emagreci. GRAMAS, mas emagreci. E toda vez que me peso fico olhando ao redor para ver se o Serginho Malandro não pula de algum lugar e diz:
“Rá! Pegadinhadomalandro!” (parece piada. ¬¬)
Tenho comido MUITO melhor, e vejo a melhora no percentual de divisão entre massa magra X massa gorda. Ainda sim, a balança não acompanha a “melhora visual” por assim dizer.
· A Dr. Heloísa continua me mandando ir dormir. “Você precisa descansar, menina!” e o Xalalael continua me mandando ir para academia. Coisas da vida.
· Continuo com as sessões de RPG. To visivelmente menos torta (ô, dó!), mas segundo a Lisi, ainda preciso continuar as sessões.
· Tenho desenhado muito. Muitas coisas, mas especialmente o College. As personagens estão bem definidas, o traço bem diferente do posicionamento inicial, e estou ficando satisfeita com o resultado. (“estou ficando” porque ainda não ficou pronto)
· Xalalael e eu estamos bem. Há um Mundo de coisas as quais eu poderia escrever sobre este assunto, mas não quero. Sabcumé, né? A Internet hoje em dia já tira TANTO da nossa privacidade, que eu to bem afim de manter a minha.
E para não terminar este post que nem as matérias do Fantástico (que simplesmente acabam DO NADA), copiarei uma frase a qual me fez particular sentido, dentre este caminhão de informações que despejei neste post:
“O tentar faz a gente se sentir menos inútil, e a acreditar que um dia - quer seja pela insistência, pelo merecimento ou ambos - vai chegar lá. A Fé é o intangível que faz o Futuro virar tangível.”
Keep Walking, Johnnie Walker.
See you soon.
Mas não sou só eu; não descobri o Brasil.
No momento - somente para ilustrar essa introdução aparentemente descabida; explico:
Então, este é um post-hiato; FIM.
Quero começar a correr MESMO. E to me esforçando.
Já tem quase um mês que estamos correndo todos os fins de semana.
Reconheço todo o apoio do Sr. Xalalael, mas já o avisei que quando quiser pode mudar o coaching e ser um pouco mais tolerante quando eu disser que estou quase desmaiando.
“Para de ser dramática, Van!”
“Essa dorzinha no ombro é normal?”
Não, minha filha. É INFARTO DO CORAÇÃO.
Mas to tentando. RESPIRA FUNDO.
(Só mais uma voltinha!)
Esse ano eu fiz um quarto de século de vida. E aproveitei para tomar vergonha na cara e comemorar direito:
Em uns 3 lugares diferentes, com direito a todos abraços e beijinhos que me quiseram dar. Não me arrependo.
Desde os meus... Humm... (pensa,pensa,pensa... X anos!) que não comemorava meus aniversários.
Acho que acabei me acostumando com essa história de “os dias serem todos iguais e as datas meramente ilustrativas”.
(não deixe que isso aconteça a vocês, crianças!)
Que sejam ilustrativas as datas, então:
Comemorarei em todas.
RESUMO DO 1º SEMESTRE – 2011.
Sob muitos apectos, 2011 têm sido um ano inovador em minha vida.
Não que eu tenha implantado um terceiro peito ou voado em milhares de balões sem saber usar o GPS e tals... Mas eu MUDEI por dentro. #activiafeelings
E essa é coisa muito legal de se constatar, porque – ao meu ver – mudei para mellhor.
Graças ao Item 5. (Ter Saúde e cuidar bem dela), me permiti a fazer algo que eu nunca havia feito na vida:
Me colocar em prioridade. (♪ violinos ao fundo ♫)
Nessa correria absurda - vulgo VIDA; é absolutamente normal a gente se confundir ao montar a nossa Listinha pessoal de prioridades.
Por isso é importante essa pausa; que mesmo que não reflita em tempo físico e ação – de PARAR, de fato (até mesmo porque a Vida não para vc decidir o que quer dela...); consiste em abrir espaço na mente/corpo/espírito e sentimento para refletir sobre o que é importante para cada um de nós, como indivíduo. E dentro disso, o que deve ser prioridade.
Estou feliz.
Não porque eu tenha tudo o que eu quero, mas porque estou disposta conseguir.
E a entender, que neste mundo, não importa o quanto eu quisesse, NEM tudo, depende de mim.
Ao longo deste semestre, muitas coisas boas e ruins aconteceram; tanto quanto ocorreram nos outros semestres em que vivi, até chegar aqui. Que fique claro:
Não tenho menos problemas hoje, do que eu costumava ter até começar este blog.
O que acontece é que agora tenho meus olhos dispostos para entender, ouvidos dispostos para ouvir, boca disposta para falar e, MUITAS VEZES, para calar.
E a disposição faz uma ENORME diferença na vida de qualquer pessoa.
Ontem, durante a volta para casa, a conversa fluiu tal que soltei um:
“Nossa, eu quero muito isso. É meu sonho!”*
Grande evolução para quem não costumava sonhar.
Explico:
Eu sempre tive vontades. MUITAS. MILHARES, na verdade.
Mas nunca as categorizava como sonhos e nem bem aproveitava as minhas conquistas, porque eu não as categorizava como conquistas, eram para mim tão somente o resultado de muito esforço e – geralmente – sacrifícios. Tanto quanto 1+1=2.
Hoje agradeço. Aprendi. Aprendi a relevar que as pessoas não são e não devem ser iguais. Entendi que nem todo diferente é necessariamente bom, mas ainda sim, que cabe a mim, entender e mudar o que eu puder. Que não é tudo, em ambos os casos.
Hoje estou disposta a sonhar. E a mudar meus sonhos, se for preciso.
O dragão do Bastian (História sem Fim – Livro & Flime), costumava dizer que “sonhos não são eternos, porque duram o tempo de os realizarmos.” Sem dúvida, hoje aceito melhor ontem essa transitoriedade das coisas.
Em resumo, posso dizer que esta lista toda, é um “catado de vontades”, de “pequenos grandes sonhos”, que podem ou são se concretizar. Mas como “sonhar grande ou pequeno dá o mesmo trabalho”, o importante é sonhar.
Sonhando, querendo, fazendo ou não fazendo... Cada um deve saber gerenciar as suas contas; A gente escolhe como vai fazer o nosso caminho. Mas saiba que ele vai passar.
Um semestre, um blog, um sonho... Tudo passa.
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*Post longo. Em outro,(não tão longo, espero) conto qual é o referido sonho.
Já comentei com vocês em outra ocasião, que tenho freqüentado a aulas de espanhol...
Pois bem.
Com um tal intensivão de férias que inventaram por aí, minha vida social – bem, que vida social?!??? – se extinguiu.
A parte boa é que, apesar de ser cansativo – cansativo; cansativo; cansativo; cansativo.pi³ – é divertido. É absolutamente melhor estudar em uma classe 100% feminina:
Alllltas risadas glamurosas! Muitos comentários ótimos! Porpurina, bichinhos fofinhos, terapia em conjunto e... Enfim; o velho e bom GIRL POWER. (Não é que tenha exatamente tuuuudo isso, mas poderia.)
Girly or Not, a projeção é terminar o curso todo ainda este ano. Portanto, o item , está super encaminhado.
Para o Inglês – ah, falta tão, tão pouco...! - tenho uma pequena reformulação de planos. (que planejo comentar em outra ocasião)
Mas em sumo, o status é:
MOVING ON!
Nem bem fiz 25 anos, e já oficializei o uso de cremes anti-embarangamento.
Não que eu já não quisesse usá los antes. Acontece que sou NERD o suficiente para pesquisar - em algum lugar o qual não me recordo o nome – que o envelhecimento celular se dá no corpo humano a partir de 24 anos. Como entre as fontes haviam variações sutis entre 23-25 anos, posterguei até onde pude, a manipulação de tais cremes.
Mas o tempo chega, e... Hj foi o Shopping Day:
Creme anti-aging para dormir; creme anti-aging para o dia; e creme anti-aging - já com base - para o make. Tanto, que estou me sentido 20 anos mais velha 200% mais interada sobre rugas do que me encontrava há 30 minutos.
A expectativa é chegar aos 60 com a cútis mais viçosa - macia, glamurosa, shiny, e etcs - do que ela se encontra hoje.
Veremos...!
Recebi por e-mail o texto abaixo e recomendo a leitura, em especial para os nascidos entre 1980-1990.
É de bom grado compartilhar:
- - -Se dá conta de que é cada vez mais difícil vê-los e organizar horários por diferentes questões: trabalho, estudo, namorado(a) etc.. E cada vez desfruta mais dessa cervejinha que serve como desculpa para conversar um pouco.
As multidões já não são tão divertidas - e às vezes até lhe incomodam.
E você estranha o bem-bom da escola, dos grupos, de socializar com as mesmas pessoas de forma constante.
Mas começa a se dar conta de que enquanto alguns eram verdadeiros amigos, outros não eram tão especiais depois de tudo.
Você começa a perceber que algumas pessoas são egoístas e que, talvez, esses amigos que você acreditava serem próximos não são exatamente as melhores pessoas que conheceu e que o pessoal com quem perdeu contato são os amigos mais importantes para você.
Ri com mais vontade, mas chora com menos lágrimas e mais dor.
Partem seu coração e você se pergunta como essa pessoa que amou tanto pôde lhe fazer tanto mal. Ou, talvez, à noite você se lembre e se pergunte por que não pode conhecer alguém o suficiente interessante para querer conhecê-lo melhor.
Parece que todos que você conhece já estão namorando há anos e alguns começam a se casar. Talvez você também, realmente, ame alguém, mas, simplesmente, não tem certeza se está preparado (a) para se comprometer pelo resto da vida. Os rolês e encontros de uma noite começam a parecer baratos e ficar bêbado(a) e agir como um(a) idiota começa a parecer, realmente, estúpido.
Sair três vezes por final de semana lhe deixa esgotado(a) e significa muito dinheiro para seu pequeno salário. Olha para o seu trabalho e, talvez, não esteja nem perto do que pensava que estaria fazendo. Ou, talvez, esteja procurando algum trabalho e pensa que tem que começar de baixo e isso lhe dá um pouco de medo. Dia a dia, você trata de começar a se entender, sobre o que quer e o que não quer.
Suas opiniões se tornam mais fortes. Vê o que os outros estão fazendo e se encontra julgando um pouco mais do que o normal, porque, de repente, você tem certos laços em sua vida e adiciona coisas a sua lista do que é aceitável e do que não é. Às vezes, você se sente genial e invencível, outras... Apenas com medo e confuso (a).
De repente, você trata de se obstinar ao passado, mas se dá conta de que o passado se distancia mais e que não há outra opção a não ser continuar avançando. Você se preocupa com o futuro, empréstimos, dinheiro... E com construir uma vida para você.
E enquanto ganhar a carreira seria grandioso, você não queria estar competindo nela. O que, talvez, você não se dê conta, é que todos que estamos lendo esse textos nos identificamos com ele. Todos nós que temos 'vinte e tantos' e gostaríamos de voltar aos 15-16 algumas vezes. Parece ser um lugar instável, um caminho de passagem, uma bagunça na cabeça... Mas TODOS dizem que é a melhor época de nossas vidas e não temos que deixar de aproveitá-la por causa dos nossos medos... Dizem que esses tempos são o “cimento do nosso futuro”; parece que foi ontem que tínhamos 16. E tão logo, amanhã teremos 30!
Como assim, tão rápido?!?!
FAÇAMOS VALER NOSSO TEMPO.
Bem, como faz um bom teeeem(assopra o pó)po que não apareço por aqui e está tarde – assalariada que sou, acordarei cedo amanhã - vou fazer um resumão rapidex (#gíriabackto13yearsold) do que em sumo, aconteceu durante este período:
1. Fiquei rica. (Rá! Pegadinha do malaaando! GLU GLU! Salci fufu!)
2. Tive prova no espanhol. (Na verdade já tem um semestre que estou fazendo aulas, mas este acontecimento merece um post mais aprofundado. #ficaadívida )
3. Comprei uma cortina nova para o Box do Banheiro. (pessoa não tem o que falar e fica escrevendo essas coisas...)
4. Fiz aniversário. (Esse ocorrido super merece um post digno. Mas depois, né.)
5. Cortei o cabelo. (pessoa não tem o que falar e fica escrevendo essas coisas...)²
6. Fiz sessões de acupuntura, psicologia e RPG.
7. Escrevi mais no outro blog.
8. Treinei minha paciência. (A LOT.)
9. Comecei a correr.
E só.
(pausa para o suspiro.)
Me senti meibabaca agora, tentando achar algum feito potencialmente interessante para endossar essa mini-lista e percebendo que na verdade não fiz nada tão legal que merecesse um NOBEL ou um PULITZER.
Mas paciência. O Justin Bieber também não fez e tá super duper mega ultra blaster maxi rico (fazendo o maior sucesso, com milhares de covers lésbicas e tals – comentário desnecessário, Vanessa); então ainda tenho esperança. (Né?)
BOA NOITE, CLASSE TRABALHADORA.
Esse quadrinho me deixou com lágrimas nos olhos e um sentimento de “eu já sabia.”
De toda forma, sempre vale compartilhar:
Bloom like an artist.
Rgds!
Lhes conto:
Estava eu, toda concentradinha desenhando no ônibus - porque ÓBVIAMENTE, os Itens 6 e 10 dos Importantes ainda não funcionaram - quando de repente, escuto:
“Legal!”
Olhei pro lado. Uma moça me sorriu. Retribuí.
“Posso ver?” Ela continuou.
“Claro.” Entreguei a folha que estava solta no caderno.
“Você que fez esses todos?”
“Foi. Eu... desenho.” A última parte saiu mais tímida; não estou acostumada a ter platéia no Coletivo.
“Olha esse aqui...!” Cara de surpresa. “E esse? NoooOssa, esse está bem legalzinho!”
HAHAHAHAHA
“BEM LEGALZINHO” não é lá um elogio lá muito comum, mas é um elogio mesmo assim.
“Obrigada.” Sorri, fiquei tímida e voltei para terminar a minha historinha.
Mas acontece que a minha fã #1 estava ávida em sua análise visual e prestava grande atenção a cada menor movimento de meu grafite. Então, como continuei sem graça, sugeri:
“Você não quer ver o que eu tenho pronto aqui?” (...e parar de me observar enquanto eu faço o rascunho?)
Ótimo. A sugestão funcionou, e ela ficou o finalzinho da viagem apreciando meus desenhos.
Achei legal.
Não é que eu tenha vergonha de desenhar, ou que saibam que eu desenho, ou que me vejam desenhar... Não, não é nada disso.
Mas a EXPECTATIVA em cada traço (vocês TINHAM que ver a cara dela...! HAHAHAHA), foi MUITA PRESSÃO.
Eu faço o que eu faço porque eu gosto; e claro que também gosto que gostem do que eu faço. De qualquer forma, aquela cara de admiração foi tamanha, (e eu fiquei tão arco-íris de vergonha) que fechei o caderno e só voltei a desenhar no anonimato tumultuado do Metrô.
Todo artista tem dessas contradições, né?
- - -
ADENDUM:
Receber admiração de alguém sobre algo que você fez/faz, não deixa de ser um prêmio de reconhecimento, não é?
Timidamente ou não... Fiquei feliz com a atenção.
“Era uma vez, uma mocinha loira que transitava todos os dias por volta das 8h da manhã pelas escadarias do Parque Cidade. Em geral, o cenário era sempre o mesmo:
Ônibus, carros, operários, executivos e malditos motoboys.
Malditos sim. Pois achavam as mesmas escadarias mencionadas no início deste texto, eram deles e de mais ninguém. Por essa razão, faziam de estacionamento, a via de acesso das tais escadarias – que deveriam ser destinadas A PEDESTRES – e obrigavam a nossa intrépida mocinha e todos os demais transeuntes de CidadeVille, a desviar de retrovisores, escapamentos, capacetes (e caretas); se quisessem seguir seu caminho.
Após várias repetições dessa mesma cena (porque prolixidade é boa e a gente gosta), a mocinha teve um infarto do coração – causado por stress – e morreu.”
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Fim.
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(Triste, né?)
nnn
Assimilações lógicas À PARTE, você já entendeu que a mocinha loira aí do texto, sou eu.
Como – felizmente - não morri, posso falar: é por isso que eu ODEIO esses motoboys.
Mas enfim... Depois de passar quase um semestre abismada com o POTENCIAL DA FOLGA ALHEIA, resolvi o problema:
Mudei o trajeto.
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Como às vezes a gente dá importância para coisas pequenas, não é mesmo?
É como dizem digo:
“Se não pode resolver um problema, ignore-o.”
(Por que será que não pensei nisso antes?)
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PS – Ana, não me odeie. Eu não odeio TODOS os motoboys – só os folgados.
E nela, havia um especial sobre a Raiva.
A parte que considerei mais interessante, dizia que “por ser considerado um sentimento feio, as pessoas tendem a reprimi-lo, ainda que inconscientemente”; acarretando (logicamente) uma série de manifestações tais como ansiedade, hostilidade, arritmia cardíaca; sintomas comumente confundidos com Stress.
Seguindo o ‘guia prático’ da revista - que ensinava em 10 dicas como amenizar a sua Raiva - tratei de resolver (ou pelo menos, começar) a minha.(fazer o que, todo mundo tem, né?)
E nessa vibe - incentivando a harmonia das emoções; resolvi fazer uma versão simplificada do 1000 Awesome Things + Bons Fluidos.
A ideia é montar uma lista contando em 10 itens, o que (ou quem) me desperta determinada emoção e/ou sentimento. Em resumo, fazer listas dentro da lista e analisar os resultados: mais do mesmo.
Mas tá valendo, porque o propósito é nobre; Identificar a CAUSA e CONSEQUÊNCIA. E autoconhecimento dá trabalho mesmo, fazer o que?
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E você? Quer dividir a sua lista? J
Vá aí embaixo e deixe um comentário dizendo o que te...
... dá Raiva:
1. Gente folgada. (que finge que não te viu esperando anos na fila, e simplesmente entra na sua frente)
2. Gente emburrada. (que fica bufando e estalando a língua do seu lado)
3. Médico idiota. (que não aparece na consulta, ou não te atende, ou te atende com uma má vontade, típica de um doente terminal em um Domingo chuvoso)
4. Cabeleireiro inexperiente/sem talento. (grandes explicações não se fazem necessárias)
5. Gente acomodada que só reclama da vida. (vide parêntesis acima)
6. Gente egoísta, que resolve o seu próprio problema e não tá nem aí para os outros. (vide parêntesis acima do acima)
7. Falar de um assunto importante com alguém que não dá a menor importância para o assunto. (e alguém não tem Raiva disso?)
8. Mudez seletiva. (Gente que tem algum problema com você e não fala nada se você não falar.)
9. Gente que coloca o aparelho de Som do lado de FORA do carro. (há nesse comportamento, uma relação proporcional entre mal gosto musical e volume )
10. Gente que SÓ tem sinceridade para falar coisa ruim e é incapaz de fazer um elogio. (Você cortou o cabelo? Ai, mas tava TÃO mais bonito ANTES...)
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XXX!
eu estava com saudade.
É que de tempos em tempos é necessária uma pausa, para por a cabeça e tarefas em ordem.
Pois bem: Pausa feita, retomaremos ao cotidiano.
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Na última sexta feira, encontrei uma amiga muito querida. Dessas que passe-o-tempo-que-passar, nunca deixa de ser amiga. A Mel é minha amiguinha desde... (hmm, pensa,pensa, pensa...) sempre; por que eu lembro da gente muito cotoca, brincando juntas.
Eu roubei a Skipper dela,(e permaneci com ela por mais de 10 anos) e a gente continuou amiga. Ela ficou chatona quando ganhou a botinha (mais feia do que o cão) da Carla Perez, e a gente continuou amiga. (Nem o Google tem a foto dessa bota horrenda, para eu provar que era feia MESMO) A gente se achou several years later graças a Internet, e continuou amiga. Então, para mim, tá mais que oficializada a nossa amizade.
A(s) conversa(s) desta Sexta/Sábado foram particularmente boas e me renderiam muitos posts, mas vamos com calma.
“Você é a pessoa mais gentil que eu conheço”
Ela me contou que esse foi o elogio mais legal que recebeu. Fiquei pensando nisso.
É sim um elogio MUITO legal de receber. Afinal, gentileza é coisa rara no mercado.
Fiquei pensando se EU era uma pessoa gentil. Po... (pensa, pensa, pensa...) marromenos. Verdade seja dita: Sou educada. Muito educada.
Mas gentil, sim, sou. Mas não MUITO. Só gentil. E-du-ca-da-men-te gentil.
Eu não acho que eu seja a pessoa mais gentil que eu conheço - a Mel, é!
E fiquei pensando no que eu deveria fazer para me tornar uma pessoa MUITO gentil; porque esse é um elogio tão legal, que eu também queria para mim. (copiona sim, e daí?)
Não vou contar a minha conclusão. Vale para cada leitor, um exercício:
O que VOCÊ faria?
(Por esse elogio e por todos os outros que gostaria de receber.)
Este blog está em recesso.
http://depositodocalvin.blogspot.com/
http://www.willtirando.com.br/
http://www2.uol.com.br/angeli/
http://www2.uol.com.br/allansieber/estagiario.htm
Olhe a foto abaixo:
Qual foi a primeira coisa que lhe veio à mente?
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(A matéria desta foto, saiu hoje no site do Terra. (Quinta-Feira, 26 de Maio de 2011.)
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Talvez EU é que seja a ERRADA da história, mas simplesmente NÃO CONSIGO ENTENDER como alguém com uma foto dessas em mãos, pode falar de QUALQUER outra coisa que não seja ANOREXIA.
Eu chequei. Sério. Li e reli a matéria. Não tem NADA (na-di-ca de na-da) sobre o tema, neste artigo. Mas com tão pouca carne e tantos ossos à mostra, certeza que EU NÃO ELEGERIA esta foto/modelo para representar minha marca/matéria.
#prontofalei
“RANDOM ACTS OF KINDNESS”. Já ouviu falar?
Ao pé da letra, são “atitudes randômicas de gentileza”. Na prática, é a prova que a gentileza virou moeda de troca no Mundo dos Negócios.
O comportamento moderno de consumo, sugere que a Maria que compartilha o seu humor no twitter, é a mesma Maria que acompanha os perfis de suas Marcas de preferência e que pode partilhar (ou não) de seus valores, de seus ideais.
No Mundo Marketing, sabemos a importância que uma Maria tem. Sabemos também como humanos que somos, que (normalmente) não custa nada (além de boa vontade) dar uma palavrinha amigável para qualquer seja o humor da Maria em questão. E como Marias que somos, sabemos a DIFRENÇA QUE FAZ, receber a mensagem adequada para qualquer seja o nosso humor na ocasião. Elas (R.A.K) vem agregar valor à marca, ao relacionamento; Mesmo que “aparentemente” as gentilezas em questão, nada tenham a ver com o produto ou serviço ofertado.
Essa tal de R.A.K., mamãe já havia me ensinado: “Dê um ‘bom-dia’ para o seu amiguinho.” Tá certo, mamãe!
E para o amiguinho de seu amiguinho, porque não? (Afinal de contas, o negócio é fortalecer a amizade!)
O que minha querida mãe simploriamente chamava de “política da boa vizinhança”, atinge hoje vizinhanças cada vez maiores por conta do modelo de comunicação integrada, bastante utilizada pela geração 2.0.
“Dar um ‘bom-dia’ para o amiguinho”, é fazer um bom negócio sim.
Mas é fazer bonito também.
É fazer do Mundo em toda sua vizinhança, um ambiente politicamente correto e mais agradável. Então, porque não?
Na minha lista de “razões porque eu amo o Google”, que fique hoje aqui OFICIALMENTE registrado:
O que é?
É um “tour artístico virtual”.
Hein?!
Por meio do Google Art Project é possível - com de ferramentas que seguem o mesmo princípio do Google Street View - a circulação livre nos principais Museus do Mundo, com direito a Zoom nas respectivas obras e informações de catálogo.
Simplesmente Fan-tás-ti-co.
PS- A imagem abaixo é um print do G.A.P. no Museu Van Gogh, em Amsterdã. Nesta foto, à direita, pode se ver o famoso quadro “the bedroom”.
( Eu poderia passar hoooooooras navegando nisso!)
Há um ano, grande parte da população mundial nem mesmo tinha ouvido falar de Julian Assange. Mas ele já estava na labuta.
No último ano, explodiram contra ele acusações sobre estupro, que teriam sido cometidos sobre duas de suas parceiras no Wikileaks.
Wikioquê?
Wikileaks. (www.wikileaks.com)
Esse site de nome diferente, foi o responsável por divulgar inúmeros documentos confidenciais.
Graças ao Wikileaks, foram mostradas inúmeras imagens de abuso de poder, e informações sobre famosa a Guerra do Iraque. Graças ao Wikileaks, Julian ficou famoso.
E graças ao Wikileaks, passou de mocinho a bandido no mesmo segundo em que envolveu o Estados Unidos na história.
A história oficial, ainda não é essa. A mídia em geral, permanece com a versão de estupro.
Para entender, é o seguinte:
Julian é Australiano e viveu/trabalhou um tempo na Suécia, onde fazer sexo sem camisinha é considerado crime.
As duas acusantes trabalharam com ele no Wikileaks, na Suécia;
Uma alega que pediu para que ele usasse preservativo, e ele, ignorando seu desejo, concluiu o ato. A outra, disse que o ato foi realizado enquanto ela dormia.
(Nunca imaginei que não ter sono leve pudesse ser TÃO perigoso. ME-DO.)
Julian já foi preso. E já foi solto. Umas 15 mil vezes. No momento, ele está preso no Reino Unido sob prisão domiciliar, e o processo caminha para que ele seja extraditado à Suécia, já que as acusações precedem de lá.
Seus advogados argumentam que houveram erros técnicos no julgamento feito na Suécia, portanto, provavelmente seu julgamento não seria justo. E que de lá, haveria uma grande possibilidade dele ser enviado pelo Governo Sueco às autoridades Americanas, e em solo Americano – AÍ SIM!- poderia até ser executado pelas informações divulgadas no Wikileaks.
PEGOU?!
Sobre as dificuldades do Julian/Wikileaks
O Wikileaks como foi definido pela revista Time: “poderia se tornar uma fonte tão importante quanto a jornalística, para o ato de informação livre.”
“... could become as important a journalistic tool
as the Freedom of Information Act.”
— Time Magazine
Mas a gente sabe, porque aprendeu desde cedo com nossos pais que:“Quem fala o que quer, ouve o que não quer.” Ou MORRE – Neste caso.
A repercussão do Wikileaks é mundial, mas pouca gente sabe realmente sobre o que se trata.
Dos que sabem e acompanham, muita gente tem comprado a causa de Assange. Inclusive participantes famosos, que apóiam a causa inclusive com altas quantias de dinheiro para suportar projeto/processo.
Ele mesmo já declarou inúmeras vezes que as acusações de estupros são infundadas, e que vêm sendo perseguido pela Alta Cúpula Americana, por conta das informações divulgadas no Wikileaks.
Conforme a exposição do tema aumenta, mais se fecha o cerco contra Assange, e contra todos que acreditam num mundo de pensamento e PALAVRA LIVRE.
A alta repercussão e polêmica sobre este assunto, também repercute nas atividades atuais do Wikileaks. Muitas empresas que eram aliadas ao site, cancelaram suas parcerias com a organização. Já se veiculam na mídia, possíveis mudanças no modelo de gestão que vêm sendo praticado hoje pelo grupo, que “deliberadamente” optaria por excluir Assange de seu cargo de gestão, por discordar de sua (Assange) postura autoritária na Gestão da Organização.
“Coincidência” Curiosa
Uma das acusantes de Julian, Anna Ardin, já trabalhou como agente da CIA.
O Homem do Ano (de 2010).
Não fui eu quem disse, isso foi atestado pela redação do jornal Francês, Le Monde.
A revista Americana Time, abriu a o cargo à votação de seus leitores. E adivinhem quem foi o escolhido? Julian Assange, novamente.
Mas por alguma razão que eu não posso nem especular qual, a revista mudou aos 45 do segundo tempo, o título para Mark Zuckerberg, criador do Facebook.
The U.S e o Mundo
Que ele cutucou a onça, isso ninguém duvida. Que ele recebeu ameaças de morte, isso já era de se esperar. Assange sabe o tamanho da encrenca que está envolvido, e por isso resolveu se entregar.
Enquanto procura por novo exílio político, já que perdeu sua cidadania Sueca, Mitch McConnell, Sarah Palin e muitos outros representantes políticos querem abertamente, a execução de Julian. Ele teme por sua segurança e já declarou que gostaria de asilo político do Brasil.
Nada novo. Aliás, SUPER ESPERADO.
Para Assange, a repercussão do Wikileaks pode ser ou não positiva:
Depende da reação da opinião pública.
Nesta Quinta –Feira, 24/11/2011, saiu a confirmação de Extradição de Julian para a Suécia.
O Apoio à Assange sai da Internet:
Se você é contra censura e manipulação, MOSTRE A SUA OPINIÃO.
Use da Internet, que é janela para o mundo para AGIR CONTRA A REPRESSÃO.
Use da sua cabeça, que é território livre, como FERRAMENTA DE EXPRESSÃO.
Não se trata de uma só pessoa, se trata de nós.
Do NOSSO mundo.
Outras Referências sobre este assunto:
http://www.ted.com/talks/julian_assange_why_the_world_needs_wikileaks.html
http://paradigmamatrix.blogspot.com/2010/12/nota-de-imprensa-apoio-julian-assange.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Julian_Assange
http://www.cookiemouse.com/2010/12/assange-accuser-anna-ardin-cia.html
http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=93&did=132690
Recebi o texto abaixo por e-mail e achei interessante o suficiente para decidir compartilhar.
Não sei se sé verdade, mas vale umas boas risadas!
(Segue>)
SAIU EM UMA REVISTA DE FINANÇAS:
Uma moça escreveu um e-mail para uma revista financeira pedindo dicas sobre "como arrumar um marido rico". Contudo, mais inacreditável que o "pedido" da moça, foi a disposição de um rapaz que, muito inspirado, respondeu a mensagem de forma muito bem fundamentada.
Mensagem/email da MOÇA:
"Sou uma garota linda (maravilhosamente linda) de 25 anos.
Sou bem articulada e tenho classe. Estou querendo me casar com alguém que ganhe no mínimo meio milhão de dólares por ano.
Tem algum homem que ganhe 500 mil ou mais neste site?
Ou alguma mulher casada com alguém que ganhe isso e que possa me dar algumas dicas?
Já namorei homens que ganham por volta de 200 a 250 mil, mas não consigo passar disso. E 250 mil por ano não vão me fazer morar em
Central Park West.
Conheço uma mulher (da minha aula de ioga) que casou com um banqueiro e vive em Tribeca! E ela não é tão bonita quanto eu, nem é
inteligente.
Então, o que ela fez que eu não fiz? Qual a estratégia correta? Como eu chego ao nível dela?" (Rafaela S.)
Mensagem/resposta do (inspiradíssimo) RAPAZ:
"Li sua consulta com grande interesse, pensei cuidadosamente no seu caso e fiz uma análise da situação. Primeiramente, eu ganho mais de 500 mil por ano. Portanto, não estou tomando o seu tempo à toa...
Isto posto, considero os fatos da seguinte forma: Visto da perspectiva de um homem como eu (que tenho os requisitos que você procura), o que você oferece é simplesmente um péssimo negócio.
Eis o porquê: deixando as firulas de lado, o que você sugere é uma negociação simples, proposta clara, sem entrelinhas:
Você entra com sua beleza física e eu entro com o dinheiro.
Mas tem um problema.
Com toda certeza, com o tempo a sua beleza vai diminuir e um dia acabar, ao contrário do meu dinheiro que, com o tempo, continuará aumentando. Assim, em termos econômicos, você é um ativo sofrendo depreciação e eu sou um ativo rendendo dividendos.
E você não somente sofre depreciação, mas sofre uma depreciação progressiva, ou seja, sempre aumenta!
Explicando, você tem 25 anos hoje e deve continuar linda pelos próximos 5 ou 10 anos, mas sempre um pouco menos a cada ano.
E no futuro, quando você se comparar com uma foto de hoje, verá que virou um caco. Isto é, hoje você está em 'alta', na época ideal de ser vendida, mas não de ser comprada.
Usando o linguajar de Wall Street, quem a tiver hoje deve mantê-la como 'trading position'(posição para comercializar) e não como 'buy and hold' (compre e retenha), que é para o quê você se oferece...
Portanto, ainda em termos comerciais, casar (que é um 'buy and hold') com você não é um bom negócio a médio/longo prazo! Mas alugá-la, sim! Assim, em termos sociais, um negócio razoável a se cogitar é namorar. Cogitar...
Mas, já cogitando, e para certificar-me do quão 'articulada, com classe e maravilhosamente linda' seja você, eu, na condição de provável futuro locatário dessa 'máquina', quero tão somente o que é de praxe: fazer um 'test drive'antes de fechar o negócio... podemos marcar?"
#NelsonRodrigues #EuRi
O site, que é “Just what it says!” mantém uma galeria de rostos e “pockets contents” escaneados.
Vale para quem é curioso e quer sair da mesmice!
Algumas fotos são assutadoras, outras meio aflitivas, algumas apresentam um resultado totalmente curioso enquanto outras ficam simplesmente lindas!
A graça é deixar a criatividade livre para ver o que acontece.
Se você se animou e quer escanear seu rosto (e/ou afins), leia PRIMEIRO as instruções de segurança.Eu já fiz o teste. Está lá na galeria, em algum lugar. Para facilitar, o meu resultado você vê abaixo, ou no meu Flickr.
DUB FX
Esse é o nome do cara.
Se tem uma coisa que me dá nos nervos é trabalho bom não ser reconhecido.
Por isso resolvi postar aqui, uma breve resenha sobre algum artista bom, sempre que aparecer algum do tipo que valha a pena ser citado. Especialmente se o cara não for famoso. (Or not soo much)
Vale qualquer categoria de arte. O Importante é o cara ser bom*.
- - -
A história:
Acoplei um amplificador ao meu computador. Agora passo tardes felizes no YouTube.
Foi só colocar essa música (LOVE SOMEONE – DUB FX) e olhar pro lado, para ver a senhora minha Mãe rebolando ao sabor do ritmo.
“Por isso eu não gosto deste tipo de música: A gente não consegue ficar parado!”
Nem critiquei. Eu também estava remexendo do lado de cá.
Para saber mais:
http://en.wikipedia.org/wiki/Dub_FX
...ou no YouTube mesmo.
PS: * Forma de linguagem figurativa independente do sexo do artista citado.
Como a maioria dos estudantes de classe baixa, cursei meu ensino fundamental e médio em uma escola pública.
Tive inúmeros professores dos quais nem me lembro. Alguns deles, de maneira vergonhosa, infelizmente:
“Até as vacas são melhores do que vocês, porque vocês não servem nem para comer Capim, seus burros!”
Ouvimos isso de uma professora de matemática da 5ª Série.
Não preciso dizer que a partir daí, passei a desconsiderar qualquer argumento desta pessoa. Eu assistia às aulas em completa apatia. Tive irmãos mais velhos bons o suficiente em matemática, para me auxiliar no estudo em casa.
Em contrapartida, na mesma 5ª Série, tivemos a professora Lucrécia.
Ela foi a minha primeira comprovação (consciente, antes disso eu era muito criança para analisar) de que o professor pode sim, ser mágico, amigo, treinador e mestre.
Uma vez, organizamos uma feira sobre história e a convidamos para ser orientadora do nosso projeto. Por quê? Por que ela era o máximo.
Nem nada a ver com história ela tinha, porque lecionava inglês.
Acredito que o educador tenha papel fundamental na formação do indivíduo, porque ele é Canal direto para o que o estudante receberá como conhecimento. É chave de inspiração, de exemplo, de motivação.
Lembro da dificuldade que alguns professores (os mais engajados) tinham para nos trazer algum material relevante. Muitos deles pagavam por nossas cópias reprográficas.
Lembro que muitos também diziam que não fazia diferença se aprendêssemos ou não, porque eles receberiam seus salários “do mesmo jeito.” E deste discurso em particular, lembro de ter ouvido em todos os anos.
Lembro de colegas de sala levando armas para a escola, usando drogas no fundo da sala, xingando o professor, professor xingando aluno, professor cantando aluna, e tudo isso no ensino médio!
Apesar de tudo isso, acredito no futuro deste país. E acredito que ele possa ser melhorado através da educação.
Da educação consciente, que não é adestramento.
Da educação que educa através da sensibilidade, do respeito coletivo.
Há pouco tempo atrás, assisti ao filme “Escritores da Liberdade” e achei fantástico.
Ele trata sobre a dificuldade que é ensinar alguma coisa relevante para jovens já tão desmotivados e sem perspectiva de futuro. De como a educadora sofreu, e conseguiu a duras penas superar as barreiras de julgamento e separação de seus alunos para se deixar tocar por suas histórias, entender seus contextos e, a partir daí tentar entrar em seus Mundos. É uma história de dedicação REAL.
- - -
Addendum:
Este post traz uma percepção um tanto quanto generalista (apesar de pessoal) do nosso sistema de ensino, e surgiu por conta de uma notícia que saiu hoje no IG:
http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/ensino+medio+afasta+aluno+da+escola/n1238085086879.html
“O ensino médio, como está, é algo inútil na vida da maioria dos jovens”,
afirma Elizabeth Balbachevsky.
Em sumo, a matéria trata sobre como o modelo de ensino é percebido por grande parte dos estudantes, como inútil.
Não é lá grande novidade, mas vale a pena olhar. Eu digo isso desde que comecei a estudar. Mais uma vez, mais do mesmo*.
PS: *Ainda em menção à minha saudosa 5ª Série, lembro de outra professora que fez a diferença para melhor. “Quase sem querer” do Álbum “Mais do Mesmo”, do Legião Urbana, foi uma das músicas escolhidas para nos ensinar Português.
Meninas, este post é para vocês!
(Os meninos podem minimizar a janela enquanto eu conto a novidade, OK?!)
Conheci nessa semana uma loja na Rua Frei Caneca, que além de vender artigos fofíssimos / Brasileiríssimos de decoração, vende algo que eu achei muito curioso:Sandálias de Látex.
Deixa eu explicar:
Elas são politicamente corretas, feitas com o latex extraído das árvores do Piauí e produzidas artesanalmente.
O que eu achei mais curioso, foi que, por serem ‘moldadas à mão’, não possuem tamanho nem produção seriada; O acabamento, coloração e arte final ficam por conta do artesão.
Não basta VOCÊ querer o sapato - Ele tem que QUERER VOCÊ.
Quase um remake da Cinderela; Com um pouco menos de brilho e mais mobilidade!
Adorei.
PS- A loja chama PAIOL, e o site ainda está em construção.
Se você está por São Paulo, vale a pena dar uma caminhada até lá para conhecer o local.
Rua Frei Caneca, 911 - São Paulo - SP, 01307-003
(ponha o endereço no Street View do Maps para ver a loja)
Vira e mexe, quando tudo parece uma porcaria, vem a vida nos dar aquele chacoalhão, para nos fazer pensar, não é mesmo?
Particularmente, o meu de hoje foi esta história:
Há cerca de um ano, desde que foi diagnosticada com um tumor incurável no braço esquerdo, Donna Shaw, de 17 anos, não atende à grande parte dos estereótipos de uma adolescente ‘ tradicional’.
Segundo os médicos, a única possibilidade de tratamento é apenas paliativa. E por essa razão, ela resolveu parar com o tratamento e morrer com dignidade – segundo suas próprias palavras – seguindo até quando o seu corpo agüentar.
Decidida a não prolongar seu sofrimento e depreciação após ver a situação de alguns colegas que passaram por situações parecidas, ela resolveu aproveitar da melhor forma o pouco tempo que lhe resta.
Em seus planos, está ver o nascimento de sua sobrinha (previsto para Abril de 2011), assistir ao show da banda Westlife e ver um campeonato de Skate. Ela planeja passar seus últimos dias junto de sua família e amigos, fazendo as coisas das quais mais gosta.
Não que ‘decidir morrer’ tenha sido algo fácil ou divertido para Donna. Mas sua mãe conta que com essa decisão, ela conseguiu mais tranqüilidade. Ela tem sido desde então, um ícone de força para seus familiares e amigos: "Não tenho medo de morrer. Tenho medo de deixar minha família".
Desde que soube do diagnóstico, Donna começou os preparativos para seu funeral, e já deixou escolhido cada mínimo detalhe: Desde a roupa, à trilha sonora.
“My motto since I have had cancer has been, ‘It’s all right to cry but it’s even better to smile.” – Donna Shaw.
“Meu lema desde que soube que eu tinha câncer, foi “Está tudo bem chorar, mas é muito melhor sorrir.” – Donna Shaw.
Fontes:
Hoje, como top of mind, posso dizer que esse é de longe meu cantor favorito.
O Matisyahu é, o que pode ser chamado de supra sumo do inesperado:
De estudante revoltado à Hippie, Cantor de Beat Box, Reggae, artista carismático e Judeu Ortodoxo fervoroso...
Sua história de vida reflete bem estas características; O próprio nome artístico, só foi encontrado após uma profunda mudança espiritual:
“Matisyahu”, em aramaico, significa “Dom de Deus”.
POR QUE EU SOU FÃ?
Se alguém consegue juntar o que quer, o que gosta, o que pensa com o que faz, fazendo o Bem
para si e para os outros, brilhantemente bem, esse alguém só pode esperar minha admiração...
...para saber mais de sua música (altamente recomendado!).
Site Oficial:
Ainda lembro que, quando criança, eu era bem chatinha para comer vegetais e frutas.
Convencer meeeesmo, minha mãe só conseguiu quando disse que Alface deixava a pele bonita.
A mesma coisa valeu para a Cenoura, que eu só passei a consumir sob a promessa que ‘deixava o cabelo bonito’. Parece mesmo, que a vaidade é algo intrínseco ao ser humano...
Pensando nisso, é que a Geo-Girl lança no final de Fevereiro, o mais novo #trocadilhoinfame anti -aging para crianças.
É isso mesmo – PASMEM! – ANTI-AGING PARA CRIANÇAS!
Segundo a empresa, a linha de produtos visa suprir as necessidades das crianças (hein?!) que graças ao nosso brilhante mundo de consumo exacerbado têm sido cada vez mais consumistas vaidosas, e usam os cosméticos de suas mães. O apelo da linha diz que esses produtos não são especialmente desenvolvidos para a pele infantil, por isso a necessidade de uma linha cosmética específica.
Os produtos Geo-Girl, com lançamento previsto para final de 2011, têm um apelo “sócio ecologicamente correto”, para esse novo nicho consumidor mais preocupado com o planeta; Contarão com uma linha de maquiagem e cremes cosméticos - no qual se inclui o polêmico anti-aging.
Para as crianças mais abastadas e com progeria #ironiamodeon, os itens chegarão no Brasil através da rede Wall Mart, que aposta nesse novo – e aparentemente muito rentável; nicho de mercado.
Nos resta saber se esta é realmente uma iniciativa para um consumo sustentável e menos agressivo o público consumidor mais jovem, ou apenas um lançamento com sem nenhum senso estético ético.
BTW, por hoje finalizo o post com um documentário muito bom, do Intituto Alana, sobre consumo infantil.
Para assistir, clique AQUI.
O post de hoje vem assim também, quentinho. Não exatamente com o mesmo clima tumultuado e nauseado do centro velho de São Paulo, mas vem quentinho. E quietinho.
Vem com cheiro de vela e agradecimento. Porque ele é na verdade, o pagamento de uma promessa. Explico:
Era um Sábado quente, – a prolixidade, neste caso, se deve ao fato de passar lhes a ideia do CALOR que fazia naquela ocasião – era um daqueles que sufocam qualquer transeunte na cidade, por fazer subir toda a sorte de cheiros e humores da cidade... De uma só vez.
Pois bem:
Em meio ao mar de carros, havia um farol. Fechado, obviamente. E entre esse emaranhado vermelho, haviam os vendedores de farol. Estes sempre atentos, como já era de se esperar.
Foi nesta altura, que um velhinho simpático nos abordou neste mesmo farol, oferecendo doces.
Tendo ele recebido sorrisos e uma negativa como resposta, tirou um papel do bolso e com ar de mistério nos disse: “Vou dar um presente para vocês.”
A conversa foi rápida – uma virada de farol – e expressiva.
Entregou nos o papel e justificou - com aquela calma, típica dos representantes da terceira idade – que escrevia poemas, e que buscava maneiras de como lançá los:
“Mas editora não... Eles judiam muito de nós, que não temos muito hábito de escrever...”
Lendo seus escritos, fica mais claro entender o que ele quis dizer; Existem alguns erros verbais e gramaticais, perfeitamente justificáveis para quem - notadamente - escreve mais com o coração do que com a razão...
“Vou escrever a história do senhor no meu Blog.”
E bora eu explicar o que era um blog para o senhorzinho... Mas tá aqui: PROMESSA CUMPRIDA!
No final do texto há o contato dele, para quem o quiser conhecer e ajudar.
O referido farol, está localizado em uma travessa da José Paulino. E eis aqui “o presente”, compartilhado:
(Se não conseguir ampliar, veja no meu Flickr.)
“Parece besta... Mas se um velhinho vendedor de balas, mesmo com toda essa realidade miserável, tem um sonho que ainda busca realizar e me diz que nada é impossível... Eu só posso acreditar.”
Então ele parou, olhou a catedral do outro lado da rua e terminou, como se estivesse falando sozinho:
“É FODA... Né?”
Suspirei. (É.)
E até parei de reclamar do clima.
Quem conhece um pouquinho da história do Fernando, sabe que ele na verdade, era várias “Pessoas” em uma só. (Desculpem me a infâmia do trocadalho, mas não pude resistir!)
"Esta Pessoinha" - me desculpem novamente...! - escrevia sob três heteronômios diferentes dos quais se caracterizavam os autores de acordo com os temas:
Álvaro de Campos
Homem letrado e bem sucedido, falava sobre a vida moderna e futurista das metrópoles.
Ricardo Reis
Era um poeta bucólico, do qual pouco se sabia sobre sua vida e morte.
Tinha um olhar estóico acerca do Ser Humano.
Alberto Caeiro
Com linguajar tipicamente simples e carregado de sentimentalismo, este personagem retratava sua vida e entendimento através da vida no campo.
E foi através destes, que Pessoa deixou seu legado e foi consagrado como um dos maiores Poetas do Século. E é através do Museu Fernando Pessoa, que agora você pode conferir on line, todo o acervo (com direito a anotações e rascunhos), e um pouco mais do Universo desta "Pssoa". (ai, não me contive!)
#ficaadica
Desde as antigas catedrais e obras sacras em geral, às mais impressionantes colaborações no meio digital. Nessa vibe, fica(m) a(s) dica(s) de hoje:
Já a Threadless foi uma web empresa criada por dois designers falidos com o intuito de democratizar suas idéias e divulgá-las para o mundo. Deu tão certo, que hoje graças a Threadless, seus fundadores não são mais falidos e ainda ajudam na renda mensal de muitos outros designers, que lhes enviam estampas e ganham visibilidade através do site.
E mais uma vez, minhas histéricas sinapses neurais me remetem a conexões que para mim, fazem todo sentido:
“Find what you love. And go get it.”
Foi o que disse Steve Jobs, em sua palestra aos universitários de Stanford;
A prova CABAL que fazer algo simplesmente por amor tem seu (inestimável) valor para a sociedade e PODE SIM dar dinheiro.
Ainda sobre o SWU, mas só de passagem para explicar uma situação.
O cenário; Recém chegada em casa. Pós Show e abraços de recepção, minha mãe me pergunta sobre qual show eu mais gostei:
- Por quê?
- Por que ela é uma fofa. Talentosa, simpática, humilde... Tem uma música experimentalista particularmente boa.
- Como assim?
- Ah, ela experimenta...! Tinha uma música, por exemplo, que ela tocou no piano e batendo com um pedaço de madeira numa cadeira...
Não que seja bom por isso, mas é divertido...! Imagine uma criança de 8 anos, criando músicas... E tocando, perplexa, para um público imenso. Foi espontâneo! Ela parecia realmente feliz de estar se apresentando lá, saudou e agradeceu em português, ficou com os olhos marejados e eu achei isso bem bonito.
A cunho explicativo, devo comentar que nos shows da programação do dia 10 minhas maiores expectativas figuravam entre Regina Spektor e Joss Stone; Daí o título do post.
Apesar de serem mulheres, famosas, reconhecidas, (Calma, essa não é a base comparativa de Marina X Dilma!!!) cantoras e lindas - ou seja, “Bananas with bananas” - eu não poderia colocá-las no mesmo patamar: Assisti aos dois shows.
Definitivamente, seria blasfêmia dizer que a Joss Stone não tem talento e que ela – junto com aquele backing vocal maaaaaraaaavilhooooso – não vale o show. O ponto é que em presença de palco, em CARISMA, - que dada devida importância a palavra, segue aqui grafada em negrito e caixa alta; a Joss passou longe. Chegou (e ficou) meio “Diva”; Fez muitas pausas e tomou água várias vezes durante o show (segundo ela, para descansar a garganta)... É difícil explicar...
O fato é que o show empolgou E FOI ÓTIMO, mas não me comoveu um quinto sequer em comparação ao da Regina. Portanto, essa experiência me fez pensar que MAIS até DO QUE você faz, é COMO você faz, que FAZ TODA A DIFERENÇA.
Todo mundo (literalmente) acompanhou nos últimos dias a história dos mineradores Chilenos, certo? Então não farei grandes explanações quanto ao ocorrido.
O meu comentário é referente, mas não exatamente sobre. Explico:
Estava eu ontem, no elevador com meu namorado gripado e um vizinho desconhecido, quando, no térreo, adentra o vizinho Chileno:
Vizinho Desconhecido diz: – Nossa, que loucura essa coisa com os mineradores no Chile, huh?
Vizinho Chileno diz: – É. Fuoi un lindo trabalho de rescate. Que bon que deu tudo certo.
Vizinho Desconhecido diz: – É que envolveu política... Você viu quantos milhões eles gastaram nesse resgate?
Vizinho Chileno diz: – Sí... Mas a vida non ten precio. Né?
E nessa hora - eu que entrei muda e saí calada - saí do elevador.
O que eu queria dizer para o vizinho Chileno e para quem mais quisesse ouvir é que concordo:
A vida não tem preço.
E que concordo:
(In)Felizmente(?!!) acredito que os mineradores só saíram com vida, devido a repercussão política e midiática do fato. ( Tristemente, esse é o mundo em que vivemos.)
Pelo menos daqui pra frente eles receberão apoio, ficarão famosos e nunca mais precisarão minerar novamente. (I hope so.)
Primeiramente, vamos esclarecer o que seriam “rolês bacanas”.
Para ficar mais fácil e democrático, imaginemos um cenário no qual uma família tradicional constituída de Pais e filhos possa participar; Assim fica mais fácil enquadrar a atividade:
O que?
Pinacoteca do Estado / Estação Pinacoteca (São bem próximas, mas não são a mesma coisa.)
Por que?
(Pinacoteca do Estado) O acervo fixo é lindo e vira e mexe tem coisa nova por lá. Dá pra tomar um cafezinho (na cafeteria que GERALMENTE está lotada), sentar e se entregar a seus devaneios em algum dos corredores ou se esbaldar em alguma exposição sazonal que estiver por lá.
Ah, também tem um parque óóóótimo para curtir à tarde!
Aí embaixo, eu (em primeiro plano) e a Ro na exposição da Tarsila do Amaral.
(Estação Pinacoteca) Porque é super perto do Metrô e da Pinacoteca, o local é bem organizado e também tem um acervo fixo lindo e muitas exposições legais.
A última que eu fui, foi do Andy Warhol (e foi de graça).
Quando?
De terça a domingo, das 10h às 17h30, com permanência até as 18h.
e Quanto?
Ingresso combinado (Pinacoteca + Estação Pinacoteca):
R$4,00 e R$2,00 (criança, estudante e idoso).
Grátis aos sábados.
http://www.pinacoteca.org.br/pinacoteca/
O que?
MASP. (Outro museu)
Por que?
Porque o acervo fixo também é ótimo! Chega a dar raiva da incompetência da arte moderna, se comparada ao nível de fidedignidade das pinturas antigas.
Ótimo para refletir. Bom ir sozinho ou em duplas, mas muita gente atrapalha; Fala se muito e observa se pouco.
O museu é super bem localizado – no centro de São Paulo; Dá pra sair de lá,curtir o movimento, fazer uma caminhadinha e tomar um sorvete na Soroko. (bem bom e barato também!)
Quando?
Terças, quartas, sextas, sábados, domingos e feriados, das 11h às 18h (bilheteria aberta até às 17h)
Quintas-feiras, das 11h às 20h (bilheteria aberta até às 19h)
Outros horários:
Loja: das 11h às 17h30 (segundas-feiras fechada); quintas-feiras até às 19h
Restaurante UNI: das 11h às 16h30 (segundas-feiras fechado)
e Quanto?
R$15,00 (valor inteiro) e R$ 7 (estudantes com identificação da instituição)
Entrada gratuita ao público somente às terças-feiras.
http://masp.art.br/masp2010/index.php
O que?
Feirinha de Artesanato do Parque Triannon
É a feira que fica em frente ao parque Triannon. Rola todos os domingos das 10h às 18h.
Feirinha dos Mortos
É a feira de antiguidades que acontece todo domingo das 10h às 17h no vão do MASP.
O nome não é esse, mas chamo assim desde a minha tenra infância, quando vi a primeira vez:
“Eles pegam essas coisas das pessoas que morrem, Mamãe?”
(E com isso, vocês já podem deduzir a resposta da minha excelentíssima Madre...)
Por que?
Porque a gente bater canela e caroçar à vontaaaade! E sempre tem alguma coisa interessante.
Tem brazilian handcraft à vontade pra turista nenhum botar defeito, e uma barraca de uma família baiana que vende um acarajé daqui ó! (essa sou eu – imagine - puxando a pontinha da minha orelha.)
Quando?
Domingo, já disse!
e Quanto?
A feira é de graça. O preço vai depender do que você escolher consumir por lá.
Aproveite o quarteirão e estique as canelas até o parque Triannon. (Você pode se sentar por lá para degustar seu Acarajé...) Não é muito grande, mas é bem tranquilo apesar de situado em plena Av. Paulista.
Se você não aproveitou o último feriado (e ano) para dar uma fugidinha a Marte, certamente ouviu falar do SWU por esses dias. Mas se ouviu e não entendeu muito bem o que é, a tia Van explica o SWU pra você:
Segundo Eduardo Fischer, o organizador do evento "é o Starts With You (no Brasil, "Começa com você"), que tem o festival de música como apenas uma das partes de um grande movimento para mudar o mundo."
O tal do Starts With You, foi a moeda que figurou na divulgação de todo o evento, e pode ser entendida também como SUSTENTABILIDADE; Essa como você bem sabe, é uma palavrinha bem em voga nos dias de hoje. O que você talvez não saiba (como grande parte do público do Festival SWU) é o que ela significa:
“ É uma característica ou condição de um processo ou de um sistema que permite a sua permanência, em certo nível, por um determinado prazo. Em anos recentes, o conceito tornou-se um princípio, segundo o qual o uso dos recursos naturais para a satisfação de necessidades presentes não pode comprometer a satisfação das necessidades das gerações futuras, o que requereu a vinculação da sustentabilidade no longo prazo, um "longo prazo" de termo indefinido, em princípio.”
Já disse no Post anterior que sou totalmente a favor da mudança para o comportamento Green.
O que me irrita (profundamente!) é a alienação do conceito com a atitude, e a banalização generalizada do termo. #prontofalei
Fui apenas a um dia do evento (10.10.10) e tive a oportunidade de participar do Fórum de Sustentabilidade, o qual gostei muito.
Como todo evento de grande porte há diversas melhorias a serem feitas, mas particularmente destaco três pontos do Festival, que se fossem melhor trabalhados, em minha opinião fariam o evento se concluir com louvor:
1º Transporte:
O evento seu deu no Hotel Fazenda Maeda, em Itu. Que - diga-se de passagem - era longe paaaacas do Centro de Itu – e do resto do mundo. (Com o ônibus do evento até a rodoviária de Itu, foram 30 minutos.)
A organização disponibilizou transporte gratuito na volta do Festival até o centro de Itu (o que eu achei ótimo!) porém não se preocupou com serviços de transportes extras para as cidades vizinhas. Enquanto o último ônibus do local do show saía por volta de 1:00am (apenas um estimado, considerando que a última banda terminaria por volta da 12:00am) até o centro de Itu, o último ônibus de Itu para muitas cidades vizinhas encerrou suas atividades às 23:00.
Em conseqüência, ao chegar na rodoviária encontrei algumas pessoas dividindo táxis e outras considerando a possibilidade de dormir por lá mesmo... (Já que todos os hotéis estavam lotados.)
2º Alimentação:
Já meio que fui disposta a passar fome, porque comida de festival sempre deixa a desejar.
Mas além da fila descomunal (como já seria de se esperar), os altos preços e o cardápio oferecidos foram contra a proposta sustentável. (Em sua maior parte, espetinhos de Carne, Hamburguer, Pizzas, e Refrigerantes. ) AS WE KNOW, no ranking de sustentabilidade os alimentos industrializados não estão exatamente no topo da lista...
3º Informação:
Essa, definitivamente faltou do princípio ao fim: Desde as rodoviárias próximas (indiretamente envolvidas por um evento deste porte) até sinalização e conceito do evento.
O Fórum de Sustentabilidade foi ótimo. A pena é que contra os 164 mil pessoas estimadas, somente 3 mil tiveram a oportunidade de participar. A transmissão foi veiculada na internet mas não através de telões para os demais participantes do festival. A tal sementinha da sustentabilidade poderia DE FATO ter sido plantada em mais participantes, e se assim fosse, creio que não teríamos visto tanto lixo jogado no chão, uma vergonha sob qualquer aspectos AINDA MAIS num festival no qual o HINO sugere que o MUNDO MELHOR COMEÇA CONOSCO.
Sem mais delongas, deixo aqui o saldo OFICIAL do evento, disponibilizado no site do SWU e, abaixo, alguns blogs que comentaram o evento:
Em 3 dias de evento o SWU Music & Arts Festival teve:
Público: 164 mil pessoas
· 74 atrações musicais, 700 músicos nos palcos e mais de 50 horas de música
· 04 palcos (2 palcos principais – Ar e Água; Tenda Heineken Greenspace e Palco Oi Novo Som)
· 3.000 pessoas no Fórum Global de Sustentabilidade (nos 3 dias), que apresentou 29 palestras de convidados nacionais e internacionais
Mostra de Artes com instalações inéditas e interativas de Eduardo Srur (também curador do espaço), Urban Trash Art, Bijari, Oficina Jamac, Flávia Vivacqua, Cooperaacs
· Exposição “Brasil em Chamas” em homenagem a Frans Krajcberg (curadoria de Sergio Caribe) com 7 esculturas e 8 fotos do artista
· Espaço de arena: 233 mil metros quadrados, onde foram construídos 70 mil metros quadrados de área coberta, entre áreas de alimentação, palcos, tendas e camarotes.
· 1.000 banheiros químicos
· 2.000 latas de lixo para coleta seletiva
· 350 funcionários responsáveis pela limpeza (120 trabalhando durante o evento e 230 na madrugada)
· 30 funcionários trabalhando na usina de reciclagem
instalada no local do evento (separação e prensagem do lixo gerado)
· 30 toneladas de lixo recolhidas, separadas e destinadas a usina de reciclagem (12 toneladas só de latinhas)
· 9.000 funcionários envolvidos na produção e organização (diretos e indiretos), incluindo1.600 seguranças (*) e 280 policiais por dia (militares, civis e rodoviários)
(*) 640 na triagem, arena e áreas de circulação; 260 em segurança patrimonial e 600 seguranças das bandas
Ocorrências:
o Nenhum acidente registrado nas estradas do entorno
o Nenhuma ocorrência grave
o Nenhum registro de briga
o 94 B.O.s emitidos (a maior parte por furto de celular e perda de documentos)
o 88 pessoas detidas (4 cambistas, 1 por desacato e as demais por consumo de drogas, todas já liberadas)
· 597 atendimentos médicos, ou média de 199 por dia (a maior parte por casos de hipotermia, baixa glicemia e desidratação)
· 500 mil refeições servidas e 700 mil latas vendidas (das quais 100% recicladas)
· Estacionamentos:
o 1.437 ônibus (1.117 caravanas e 320 da organização)
o 1.368 vans
o 42.970 carros
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http://www.isabellices.com/o-que-foi-o-swu/
http://movethatjukebox.com/afinal-o-que-e-swu/
http://www.itu.com.br/entretenimento/noticia/confira-tudo-o-que-rolou-no-festival-swu-20101014
http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/ideias/o-pais-dos-vips/
Se você assim como eu, também acha BEM incômodo quando o YOUTUBE te sugere vídeos ("por que você assistiu a" ...) e não é chegado a esse relacionamento íntimo com as ferramentas de rastreamento de acesso a internet, saiba que (felizmente!) já foi desenvolvida (por enquanto especificamente para usuários do Firefox) uma ferramenta que “confunde” a cabeça dos rastreadores e acessos. Funciona mais ou menos assim:
Você faz o acesso no site que desejar e após o acesso, o “Track Me Not” (nome um tanto quanto direto, para a proposta do serviço) embaralha as informações de acesso de seu IP.
Ele mistura informações verídicas com fictícias, mesclando datas e acessos e confundindo assim o rastreador a identificar o seu comportamento de usuário na rede.
Coisa MUITO ÚTIL hoje em dia, em que a privacidade tem ficado cada vez mais em segundo plano...
Para baixar clique AQUI.
Talvez Verde não seja sua cor favorita, mas tá na moda meu bem!
A prova disso, são as milhares de ações ao redor do mundo que enfatizam o conceito “Mundo-verde-sustentável”. Desde peças publicitárias atentando a importância de um estilo de vida mais saudável e sustentável a eventos privados, organizados para incutir na sociedade esse “novo” conceito.
Entre esses inúmeros eventos produzidos com uma proposta mais “Green”, para quem (não vive na terra e) não sabe, acontecerá nos próximos dias 09,10 e 11, o SWU (Starts With yoU), que é um festival musical mega badalado que vêm sendo comparado (à boca pequena) com Woodstock (em versão Tupiniquim). O festival tem um forte apelo sustentável, porém, duvido que se não fosse “sustentabilidade” o chamariz do evento, houvesse rejeição por parte do público pagante. (As bandas participantes do evento justificam bem a aceitação.)
Particularmente, acho ótima essa mudança Green no contexto coletivo, mas não consigo me abster de algumas observações um tanto quanto irônicas, inseridas nesse contexto. Por exemplo:
Fumar não é Green. Silicone não é Green. Trocar de aparelho celular uma vez por semana não é Green. Cervejada com os amigos não é Green. Comer carne em todas as refeições não é Green. Comer alimentos processados não é Green. Andar de carro não é Green. Consumismo em demasia, não é Green.
Ainda que o conceito venda, ainda que agrade a maioria (pagante).
Não que eu esteja aqui para atacar a primeira pedra - pelo contrário, até simpatizo com a coitada da Madalena; Mas estou para lembrar que consumimos mesmo, e cabe a cada um saber onde lhe aperta o calo (ou onde lhe vaza a torneira, como queira) para tentar compensar da melhor maneira possível.
ANOTE O LEMBRETE A LÁPIS, NA SUA AGENDA RECICLADA.
As Eleições 2010 estão aí e no próximo Domingo, vamos escolher os representantes de nosso para país para os Cargos de Presidente da República, Governador Estadual, Senador (serão dois escolhidos para este cargo) e Deputados Federais.
Curiosamente, em lugar do estimado patriotismo-esperado-padrão, o sentimento que me invade por esses dias, é outro:
Vergonha alheia. (Já ouviu falar?)
Segundo uma definição perdida na internet, o termo significa o “constrangimento que se sente quando se assiste ao despudor de terceiros. É quando se vê alguém fazer, com candura, mal a si próprio.”
Entretanto, se a definição não tiver sido suficientemente clara e restar alguma dúvida, veja esse vídeo. Ele é auto explicativo.
Não negada, eu não andei por aí com a capa mágica do Harry Potter...
É que dei uma desanimadinha básica, por isso sumi. #pequeisenhormasjamearrependi.Conheça gente nova.
(É bom para expandir a mente e os sentimentos.)
Estude. Estudar é legal.
(Só é chato; obviamente, se for estudar algo chato.) Procure por temas que te interessem, e vale tudo: desde conversa com amigos, a cursos tradicionais, on line...
Anseie por fazer alguma coisa que ainda está por vir.
Como ir ao parque no FDS, assistir aquele filme lado B que você deixou baixando...
Invente sua comida.
(Já pensou que antes de alguém ter a brilhante idéia de misturar Hortelã com Abacaxi, tomar isso era um tanto quanto peculiar?) Não se prenda aos Menus convencionais. (Isso vale para a Vida.)
Tenha um Hobbie.
E reserve a ele o mesmo compromentimento que você tem com seu trabalho, família, amigos... (Se não tiver muito comprometimento com os descritos anteriormente, revise suas atitudes.)
Tenha responsabilidade bom o que você come.
Ninguém quer se sentir um morfético acabado aos 22 anos. (Nem aos 44.) Juízo.
Pratique esportes. Ou qualquer atividade física. Esportes são legais porque você cria metas de auto superação. Mas o ponto, é que é bom sentir que seu corpo serve para alguma coisa, afinal...
Seja útil.
A menos que você esteja por aqui a passeio (olhada para cima e assovio irônico), ser útil é um bom motivo para sentir satisfação em viver. Aí vale a versatilidade/criatividade: Em casa, no trabalho, com amigos, produzindo algo relevante, ajudando pessoas ou coisas a serem melhores... Your choice.
E o mais importante (para as dicas funcionarem):
Não se prenda à teoria. (Porque viver, é prática. )
PS- Alguma outra sugestão? Elas são sempre bem vindas!