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tweet do demónio. http://t.co/o8GrXzUJ3 days ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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@dedalusjmmr thanks. Já fiz isso, vamos ver se fica resolvido. :)3 days ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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@NadinneS opah ADORO DE PAIXÃO. http://t.co/qFhtagFa3 days ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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Today is your lucky day, click the link now! http://t.co/51Dpzvrt
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gosto de ter amigos/followers fófis... e que, de caminho, são inteligentes. Thanks @pvalentim!3 days ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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estão a receber mensagens esquisitas minhas? pois... sorry. Como é que me vejo livre do tweet-vírus?3 days ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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It really works! I am living proof! http://t.co/51Dpzvrt
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4 days ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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@vmonteiro FFF-ing awesome! http://t.co/qT0Rq6Fb9 days ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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11 days ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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@NadinneS aaaaaaaahhhhhh não sei se te empresto as tintas p'ra te pintares. Só se trouxeres minis de caminho. :D2 weeks ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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2 weeks ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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não sei bem o que pensar sobre os cabelos dos jogadores do porto.2 weeks ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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Vamos lá leões! SPOOORTING!2 weeks ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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@NadinneS it is time...3 weeks ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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@NadinneS também derreti o meu caldeirão LOL
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@NadinneS ah pois é. LOL n me lembrava. Então eu vou ver se me despacho cedito para não ficares a anhar.
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@NadinneS eu não vou a barra de chão é com a gaja de comtenporanea não curti muito dela. Eu ligo e vais ter a lá a casa.
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Tenho as unhas neste estado. Porquê? Estive a mudar a fronha ao blog: http://t.co/p24twD9g http://t.co/eUHkyqbJ4 weeks ago from web | Reply, Retweet, Favorite
Posts
Limpei o teu cheiro de mim, apaguei-te das paredes desta casa. Escondi tudo o que tinha vindo das tuas mãos para as minhas. E fiquei serena, mais calma... até adormecer. Como é que te arranco dos meus sonhos?
Esquece a luz do sol que te aqueceu. Esquece a voz que te acalentou o sonho. Não te lembres de relembrar os momentos desenhados a sorrisos e brilhos no olhar. Esquece e recomeça. Aquilo que esqueces não te pode magoar.
- Então, não estás a olhar!
- Não preciso, vejo o rio nos teus olhos.
Ela riu, boca escancarada, dentes brilhantes a reflectir o sol: achou aquilo tão foleiro que não conteve o riso. Mas gostou.
- Vês? O meu charme é irresistível.
Olhou para ele com um sorriso de gozo comprimido nos lábios. Ele continuou:
- Gosto de gargalhadas fáceis. E a tua é deliciosa.
Não a ouvi mas senti-lhe o cheiro. Uma lufada de ar fresco com um travo doce que interrompeu o meu pensamento. Não sei se mais alguém a sentiu, desde que perdi a visão o meu olfacto apurou-se.
Com alguma falta de inocência toquei-lhe nos pés com a bengala, foi uma provocação maliciosa porque sabia perfeitamente onde estava o corpo dela - mas às vezes gosto de tirar partido da minha condição. Pedi desculpa apressadamente e ouvi-a responder "não faz mal" numa voz quente e segura, quase cerimoniosa. Senti-lhe um sorriso nas palavras e isso obrigou-me a sorrir também.
Estou cansada de puxar, de tentar, de sentir. Estou cansada e às vezes tenho vontade de desistir. Por isso suspiro. Suspiro baixinho para ninguém perceber. Suspiro por dentro para tentar esquecer. Suspiro porque para mim importa, porque não consigo fazer uma pausa para pensar. Suspiro porque não quero pensar, porque não posso fugir. Suspiro porque não consigo parar de respirar
Da última vez foi diferente, mas há ciclos que se repetem, dos quais não consegues fugir por muito que tentes. Armadilhas que o teu cérebro cria para defender qualquer outra parte do teu corpo. Da última vez, quando tive dúvidas, ignorei-as. Deixei que se apagassem com a chuva quente e o vento de outros lugares. Quando dei por mim já eram certezas e não havia nada a fazer. Desta vez ouço as dúvidas com a força de um trovão,não as consigo ignorar. Mas não sei como as desenhar nas palavras nem remexer nas luzes de aviso da percepção. Não sei o que fazer com elas. Mas tenho medo que se transformem em certezas. Daquelas frias, que mordem os dedos e as lágrimas.
Às vezes é preciso acreditar pela simples necessidade de continuar. Às vezes é preciso pôr as questões de lado e seguir, sem desviar o olhar. A estrada pode ser íngreme e tortuosa, podemos chegar com os joelhos esfolados e a testa suada, mas chegamos. Às vezes é preciso acreditar nisso... só nisso.
Sentimo-nos escorregar no escuro até um refúgio que não existe. O conforto é a pele dormente, o descanso é a mente vazia. Como é que nos apercebemos de que deixámos de usar o instinto e passámos a usar a razão? A razão aconchegante que nos deixa tão áridos e secos.Ouvimos tantas vezes as mesmas frases… se nada mudou porque não é o mesmo? Descemos ao fundo, procuramos incessantes até ter o coração agitado e as mãos doridas. E depois percebemos. Sentimos a gota gélida da compreensão na nuca. Sentimos as mãos mais vazias do que nunca. Se nada mudou, a mudança aconteceu em nós.
- Não és uma boneca que cai na água e fica estragada. Não é assim que funciona.
- Mas sinto que se partiu algo aqui dentro.
- Não sejas parva, estás só cansada.
- Dói-me a cabeça, mas não é uma dor que passe com um comprimido.
- Toma um na mesma.
- Estou estragada.
- Pára de dizer isso, não estás nada estragada. Onde é que foste buscar isso?
- Não sei, sinto-me estragada.
- Toma. Isto vai fazer-te sentir melhor.
- Não quero. Não me sabe bem, não me serve para nada.
- Ajuda. Confia em mim. E agora dorme. Amanhã vai ser um dia melhor.
Percebo agora porque é que tanta gente sente a necessidade de acreditar num deus acima de tudo.
É tão fácil perder a fé nos Homens.
Como é que se encontra o caminho quando já nos perdemos nos atalhos? Como é que se conduzem os pés cansados até ao destino se ninguém sabe se ele existe?
Os passos dados no escuro nem sempre nos levam até à luz, mas ficar imóvel na escuridão não nos tirará de lá. Foram tantas as vezes que deixámos de ser nós a conduzir, tantas as vezes que perdemos o pé e ficámos sem fôlego. São tantos os medos que nos perseguem e que olhamos através do espelho sem fugir e sem os enfrentar. Tantas razões que nos sufocam e amarram. Como é que se esquece que escondidos no escuro podem estar outros perigos?
Sem armas, sem lutas, sem rumo.
O nosso mundo e o outro já foram vertidos em caixinhas literárias para que, sem nunca existirem, nunca deixarem de existir. Mas o mundo pede-nos para ser escrito todos os dias, para ser vivido, partilhado. E nós escrevemos tudo o que somos, em cada passo que damos... na pressa de deixar marcados os caminhos que trilhamos.
Hoje vi a beleza que nos esconde despir-se para mim e num acto nada sensual revelar os tenebrosos contornos da sua pele. As pessoas são más, feias no seu âmago por muito sublimes que se desenhem. E hoje vi com clareza o doce mel com que se cobre o fel que nos corre nas veias, senti os espinhos venenosos que se escondem nas folhas verdes à sombra da mais bela rosa.