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Tatiane Pires

Posts

  • March 11, 12:13 PM

    Blog Centauro Mulher

    Lançado na última segunda-feira, 8 de março, Dia Internacional da Mulher, o Blog Centauro Mulher contará com a participação de Luiza Gomes (eucapricho.com, @luizagomes), Victória Siqueira (borboletando.org, @borboletando), Debora Bortoleti (cozinhapequena.com, @dehbora) e eu (@tatianepires) para escrever sobre saúde, beleza, moda, bem-estar e tecnologia.

    Fiquei muito feliz quando recebi o convite para participar do blog — e aceitei na hora, claro. Irei escrever sobre tecnologia no esporte e para mim é uma oportunidade de aprender ainda mais, pois sempre pesquiso bastante antes de escrever cada post.

    Meu primeiro post foi publicado hoje e é sobre Tecnologia nos Jogos Olímpicos. Outros posts já publicados são:

    Visite o blog e participe enviando seus comentários, o Blog Centauro Mulher é um espaço para você!

    Blog Centauro Mulher

  • March 08, 11:28 AM

    Se sua vida fosse um filme, qual seria seu soundtrack?

    É assim que funciona:
    1. Abra seu programa musical preferido (iTunes, Winamp, Media Player, iPod, etc)
    2. Coloque no modo shuffle
    3. Clique no play
    4. Em cada item, digite a música que estiver tocando
    5. Quando passar para o próximo item, clique em next (próxima música)
    6. Não mude de música de propósito (não minta para tentar “parecer legal”)

    Let the game begin!

    * Opening Credits: Innocence — Jeremy Camp
    * Waking Up: Pure — Superchick
    * First Day at School: Your Glory Goes On — MercyMe (What?)
    * Secondary School: Sky Falls Down — Third Day (Yeah, o título da música tem tudo a ver com essa fase da vida. =P)
    * Falling in Love: Guiding Me Home — Kutless
    * Fight Song: Get Up (Heelside Mix) — Superchick
    * Breaking Up: Times — Tenth Avenue North
    * Prom: Unpredictable — Francesca Battistelli
    * Life: Where I Belong — MercyMe
    * Mental Breakdown: So Beautiful — Superchick
    * Driving: Every Time I Breathe — Big Daddy Weave
    * Flashback: It’s Your Life — Francesca Battistelli
    * Getting Back Together: Here With Me — MercyMe
    * Wedding: Someday Soon — Francesca Battistelli
    * Birth of Child: Broadcast — Fee
    * Final Battle: One and Lonely (The Beatmart Mix) — Superchick
    * Death Scene: Hungry — Kutless
    * Funeral Song: Forever — Third Day
    * End Credits: Story — Mainstay

    Encontrei um post sobre isso neste blog, e achei legal fazer meu soundtrack também. =D

  • March 02, 10:35 AM

    Adicione o botão do Google Buzz no seu blog Wordpress

    Muitos blogs, entre eles Mashable e TechCrunch, já adicionaram um botão do Google Buzz. E adicionar o botão “Buzz this!” é tão fácil que você não pode ficar sem integrar seu blog a essa nova rede social, afinal estamos falando do Google.

    Abra o arquivo single.php, em /wp-content/themes/<seu_template_atual>/single.php, e localize a linha:

    <?php if (have_posts()) : while (have_posts()) : the_post(); ?>

    Substitua por:

    <?php
    if (have_posts()) : while (have_posts()) : the_post();
        $post_title = the_title('','',FALSE);
        $title_for_buzz = str_replace(' ','%20',$post_title);
    ?>

    Isso corrige o erro “Bad value for attribute href on element a: WHITESPACE in QUERY” causado por <?php the_title(); ?>, pois essa função insere no link o título do post contendo espaços em branco. E corrigir isso é importante para que as páginas do seu blog passem pelo Markup Validation Service.

    Depois disso, basta escolher uma imagem para seu botão do Google Buzz e inserir o html a seguir no local onde você quer que o botão apareça.

    <a href="http://www.google.com/reader/link?url=<?php the_permalink() ?>&title=<?php echo $title_for_buzz; ?>&srcURL=<?php bloginfo('url'); ?>" target="_blank" rel="nofollow external"><img src="<?php bloginfo('stylesheet_directory');?>/images/google-buzz.png" alt="google-buzz" title="Buzz this!" />
  • February 10, 12:25 PM

    Novo projeto: tatianepires.net

    Meu novo projeto iniciou com a necessidade de separar o blog do site profissional. Não queria mudar todo o layout deste blog — isto é, tirar o layout rosa — para ficar só com o site dedicado a minha carreira. Por outro lado, não seria uma boa ideia passar para meus alunos o link daqui e dizer que “o material da aula de hoje está lá, é só fazer download”.

    Não é que eu ache que um site profissional não possa ter rosa como cor predominante; mas depende da profissão e do blog. Rosa também fica ótimo para blogs sobre moda, maquiagem e outros temas relacionados ao mundo feminino. Embora este blog não seja exclusivamente sobre quaisquer dos temas que mencionei acima, o template aqui é rosa porque gosto dessa cor.

    Também não se trata só de “qual a cor do template?” Quero manter um espaço no qual posso escrever sobre diversos assuntos, como tenho feito aqui.

    Então volto a falar sobre o novo projeto: tatianepires.net.

    Precisava de um espaço para escrever sobre temas relacionados ao que ensino em sala de aula e disponibilizar material de estudo. (Mesmo de férias, continuo pensando em trabalho. #workaholic) Pensando nisso, criei um layout utilizando as cores azul e branco.

    novo site: tatianepires.net

    Já publiquei alguns pdfs direcionados a estudantes de pré-vestibulares. Entretanto ainda preciso produzir muito material para o site. Também mudei a página com meu currículo para lá, mantendo a opção de visualizá-lo em português ou em inglês.

    Embora o foco atual seja Ensino Médio e pré-vestibulares, também publicarei material sobre disciplinas do Ensino Superior: Cálculo I, Cálculo II e Álgebra Linear são algumas delas.

  • February 01, 05:17 AM

    Não anistie os torturadores!

    APELO AO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL: NÃO ANISTIE OS TORTURADORES!

    Exmo. Sr. Dr. Presidente do
    Supremo Tribunal Federal
    Ministro Gilmar Mendes

            Eminentes Ministros do STF: está nas mãos dos senhores um julgamento de importância histórica para o futuro do Brasil como Estado Democrático de Direito, tendo em vista o julgamento da ADPF (Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental) nº 153, proposta em outubro de 2008 pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, que requer que a Corte Suprema interprete o artigo 1º da Lei da Anistia e declare que ela não se aplica aos crimes comuns praticados pelos agentes da repressão contra os seus opositores políticos, durante o regime militar, pois eles não cometeram crimes políticos e nem conexos.

            Tortura, assassinato e desaparecimento forçado são crimes de lesa-humanidade, portanto não podem ser objeto de anistia ou auto-anistia.

            O Brasil é o único país da América Latina que ainda não julgou criminalmente os carrascos da ditadura militar e é de rigor que seja realizada a interpretação do referido artigo para que possamos instituir o primado da dignidade humana em nosso país.

            A banalização da tortura é uma triste herança da ditadura civil militar que tem incidência direta na sociedade brasileira atual.

            Estudos científicos e nossa observação demonstram que a impunidade desses crimes de ontem favorece a continuidade da violência atual dos agentes do Estado, que continuam praticando tortura e execuções extrajudiciais contra as populações pobres.

            Afastando a incidência da anistia aos torturadores, o Supremo Tribunal Federal fará cessar a degradação social, de parte considerável da população brasileira, que não tem acesso aos direitos essenciais da democracia e nesta medida, o Brasil deixará de ser o país da América Latina que ainda aceita que a prática dos atos inumanos durante a ditadura militar possa ser beneficiada por anistia política.

            Estamos certos que o Supremo Tribunal Federal dará a interpretação que fortalecerá a democracia no Brasil, pois Verdade e Justiça são imperativos éticos com os quais o Brasil tem compromissos, na ordem interna, regional e internacional.

            Os Ministros do STF têm a nobre missão de fortalecer a democracia e dar aos familiares, vítimas e ao povo brasileiro a resposta necessária para a construção da paz.

            Não à anistia para os torturadores, sequestradores e assassinos dos opositores à ditadura militar.

    Comitê Contra a Anistia aos Torturadores

    Com cópia para:
    Ministro Cezar Peluso
    Ministro Celso de Mello
    Ministro Marco Aurélio
    Ministra Ellen Gracie
    Ministro Carlos Britto
    Ministro Joaquim Barbosa
    Ministro Eros Grau
    Ministro Ricardo Lewandowski
    Ministra Cármen Lúcia
    Ministro Dias Toffoli
    Procurador Geral da República, Dr.Roberto Gurgel

    CONCORDA? QUER ASSINAR TAMBÉM ESSE APELO?

    ACESSE: http://www.ajd.org.br/contraanistia_port.php

  • January 28, 12:27 PM

    Redação no vestibular UFRGS 2010

    O tema da redação no vestibular UFRGS 2010 propôs uma reflexão sobre infrações e incivilidades. Furar filas, ultrapassar o sinal vermelho, fazer xerox de livros para não precisar comprá-los e baixar músicas na internet sem pagar por elas foram alguns dos itens das listas que estavam presentes na prova. Era necessário escolher um ou mais assuntos e escrever sobre como essas atitudes contribuem para o mau convívio entre as pessoas.

    Quando li “baixar músicas…” tive certeza que esse seria um dos temas abordados na minha redação. Downloads podem afetar o lucro de gravadoras e estúdios de cinema; mas jamais resultam em “mau convívio entre as pessoas”. Argumentei que baixar músicas representa uma mudança na forma como nos relacionamos com essa mídia. Quanto ao que a UFRGS chamou de incivilidades — guardar lugar, falar ao celular no cinema, … — não há como discordar que são, no mínimo, falta de educação.

    Assim que saí da Escola de Administração, local onde fiz as provas do vestibular, no dia 13, pensei em publicar minha redação aqui no blog. No entanto, preferi esperar ter acesso ao meu boletim de desempenho. A redação:

    Mudança de Pensamento

           Sem dúvida, as incivilidades vão de encontro à construção da sociedade que desejamos. No entanto, é preciso observar que há atitudes caracterizadas como infrações para atender a interesses ligados a formas de pensar ultrapassadas.
           Pedestres que atravessam fora da faixa de segurança, alunos que colam em avaliações escolares e passageiros que jogam lixo pela janela são alguns exemplos de atitudes desrespeitosas cometidas diariamente. O “jeitinho brasileiro”, por vezes, aproxima-se da malandragem e da insubordinação de Leonardinho, personagem de “Memórias de um Sargento de Mílicias”. Esse “jeito”, infelizmente, também tem caracterizado o povo que condena escândalos políticos ao mesmo tempo que se permite transgressões no cotidiano.
           Embora o “download” seja considerado uma infração, também revela a mudança de um paradigma: a música, bem intangível, não está mais vinculada a um suporte material, como o CD. A indústria fonográfica ainda tenta resistir, pois uma parte considerável de seu faturamento está na venda de CDs, no entanto isso está mudando. Enquanto as grandes gravadoras processavam estudantes que baixavam músicas, a Apple — empresa de Steve Jobs — aproveitou para lançar o iPod e a iTunes Store. Com o iPod e outros tocadores de música digital, o CD se tornou irrelevante, uma vez que milhares de faixas podem ser armazenadas em um pequeno aparelho. A iTunes Store — loja virtual de música e vídeo — mostrou que “download” e lucro não têm que estar, necessariamente, em lados opostos.
           As incivilidades devem ser combatidas diariamente, sempre que identificamos em nosso comportamento tais atitudes. Quanto à revolução proporcionada pela internet, não estou sugerindo que as leis sejam desrespeitadas. Quero, por outro lado, apontar que a legislação deve evoluir à medida que a tecnologia proporciona novas formas de pensar e agir.

    Já que falei em boletim de desempenho, minha nota na redação foi de 21,1458 (de 25 pontos!).

    Ah, sim, e fiquei em 1º lugar em Matemática (Licenciatura Noturno) com nota final 653,19. =D

  • January 25, 09:34 AM

    Google Maps e o passeio de bicicleta

    Férias são ótimas para ficar em dia com os episódios das séries que acompanhamos, com as listas de livros e de filmes. Também é um período muito bom para incluir hábitos mais saudáveis no dia a dia. Se essas atitudes fizerem parte da rotina durante as férias, elas poderão ser mantidas após a retomada das atividades normais — trabalho e estudos.

    Uma das minhas atividades preferidas é andar de bicicleta pela cidade — algo que faz parte da minha rotina mesmo quando não estou de férias. Saía de bike por aí e então decidia por onde ir, em geral sempre andava pelos mesmos locais. No último fim de semana, comecei a utilizar o Google Maps para planejar o percurso antes de sair. Conhecer bem a cidade é uma grande vantagem, já que (ainda) não há a possibilidade de visualizar curvas de nível nos mapas para identificar as subidas e descidas.

    Fiquei surpresa ao comparar um mapa em que não planejei o caminho antes de sair (17/jan/2010) e outro em que fiz esse planejamento (24/jan/2010). Sempre faço os mapas finais depois de voltar do passeio-exercício.

    17/janeiro/2010: Parque Farroupilha

    13,19km percorridos em 1h20min: Av. Cel. Aparício Borges, R. Dr. Salvador França, Av. Ipiranga, Av. João Pessoa, Parque Farroupilha, Av. Setembrina, Av. Osvaldo Aranha, Av. José Bonifácio, R. Santana, Av. Bento Gonçalves, Av. Cel. Aparício Borges.


    Ver Bike: Parque Farroupilha (17/jan/10) no Google Maps.

    24/janeiro/2010: Parcão

    30,26km percorridos em 2h15min: Av. Cel. Aparício Borges, Av. Bento Gonçalves, retorno em frente à entrada do Campus do Vale UFRGS, Av. Bento Gonçalves, Av. Antônio de Carvalho, Av. Ipiranga, R. Ramiro Barcelos, Av. Protásio Alves, R. Mariante, Av. Goethe, Parcão, R. Dr. Timóteo, Av. 24 Outubro, Av. Plínio Brasil Milano, Av. Carlos Gomes, Av. Sen. Tarso Dutra, Av. Salvador França, Av. Cel. Aparício Borges


    Ver Bike: Parcão (24/jan/10)no Google Maps

    Descobri mais uma aplicação da tecnologia na prática de atividades físicas, totalmente free. Não saio sem antes consultar o Google Maps.

  • December 20, 08:59 PM

    Nós que aqui estamos por vós esperamos

    Nós que aqui estamos por vós esperamos
    Direção: Marcelo Masagão
    Música: Wim Mertens
    Ano: 1998

    O trabalhador das linhas de montagem do Ford T, cujo salário não lhe permitia adquirir o carro que fabricava; uma entre as muitas famílias japonesas que foram desintegradas pelas bombas atômicas lançadas pelos EUA na 2ª Guerra Mundial; as sufragistas, que lutaram pelo direito de voto para as mulheres; o primeiro americano, um negro, a morrer na cadeira elétrica que não tinha eletricidade em sua casa; … Esses e outros fatos são mostrados em imagens que remetem a uma reflexão sobre o século XX.

    O filme, seguido da palestra de Enrique Padrós — professor de História Contemporânea na UFRGS, encerrou o História no Cinema 2009. De acordo com Padrós, o século XX foi marcado, acima de tudo, pela destruição. Duas grandes guerras abalaram a Europa; por outro lado, centenas de guerras em todo o mundo também causaram destruição e mortes. Os Estados Unidos, que hoje tentam impedir que Irã e Coreia do Norte tenham armamento nuclear, é o único país que utilizou bombas atômicas destruindo duas cidades japonesas. Os conflitos continuam no século XXI e a eles soma-se a degradação acelerada do meio ambiente. Também falou sobre a desconstrução de sonhos em favor do individualismo como um dos elementos que caracterizam a passagem do século XX para o século XXI.

    Nós que aqui estamos por vós esperamos

    O título do filme, encontrado no portão de um cemitério em Paraibuna no interior de São Paulo[1], é um contraponto aos grandes acontecimentos do século que passou, lembrando-nos da fragilidade humana e unindo os personagens anônimos da História.

    1. http://pt.wikipedia.org/wiki/Nós_que_Aqui_Estamos_por_Vós_Esperamos acessado em 20/12/2009
  • December 17, 03:28 PM

    Da Computação para a Matemática

    Em 2004, ano em que fiz pré-vestibular pela primeira vez, eu não sabia muito bem qual curso escolher, a única coisa que já estava definida é que seria na UFRGS. Naquele ano, pensei em fazer um curso técnico em informática, então veio a pergunta: “por que tu não faz computação?” A pessoa que perguntou — de certa forma sugeriu — não tinha idéia de que o curso técnico em informática e o curso superior em computação estão a anos-luz de distância um do outro, eu só viria a descobrir isso muito depois.

    Em 2005, faltaram poucos pontos para a aprovação no vestibular. Mais um ano de cursinho. Em janeiro de 2006: nome no listão da UFRGS, faixa com “passei na UFRGS” e comemoração. Muitos estudantes acreditam que a fase mais difícil é o vestibular, eles não sabem o que os espera depois da aprovação — eu também não sabia.

    No fim do primeiro semestre de 2008, depois de muito pensar sobre a vida e a faculdade, admiti que Ciência da Computação não era o que eu queria. O primeiro problema tinha sido superado, apesar de ter passado quase três anos entre a aprovação no vestibular e a coragem para reconhecer: não dá mais.

    As pessoas que me conhecem não têm ideia de como eu sou exigente comigo mesma; elas podem ter, no máximo, uma leve noção disso. É fato que aprendi muito mais sobre programação, redes, segurança, internet, jogos, …, do que teria aprendido em qualquer curso técnico. Acima disso, conheci pessoas legais e fiz muitos amigos. Por outro lado, só eu sei a frustração que senti por ter feito uma escolha errada que custou três anos da minha vida.

    No começo desse ano, 2009, eu só estava certa que não queria continuar na computação; entretanto não estava preparada para a pergunta que viria a seguir: para qual curso eu vou? E, inevitavelmente, a próxima conclusão era: lá vou eu fazer vestibular — e cursinho — de novo.

    Em 2004, um dos meus erros foi não ter procurado mais informações sobre o curso que tinha escolhido. Dessa vez, li com atenção o currículo dos cursos que estavam na minha lista de possibilidades, conversei com pessoas que já trabalham nas áreas em questão e fui às comissões de graduação para tirar algumas dúvidas.

    Na metade desse ano, finalmente me decidi pela Matemática.

    Em fevereiro de 2010, faço a matrícula — que não depende mais do vestibular porque fui selecionada na transferência interna. Mesmo assim, em janeiro, farei o vestibular. A UFRGS não vai devolver os cem reais da inscrição mesmo. Além disso, passei 2009 todo estudando e estou muito curiosa para saber como vou me sair.

    Para o futuro, muitos planos. No presente, a satisfação de que fiz uma escolha mais consciente.

  • December 03, 10:29 AM

    Versões de músicas natalinas

    ZRadio se tornou minha rádio preferida desde a primeira vez que ouvi em 2006. E todo ano, entre o Dia de Ação de Graças (Thanksgiving) e o Natal, a programação muda para músicas com tema natalino. As versões que estão entre minhas preferidas são as dos artistas que já escuto diariamente no mp3 player — Mercy Me, Mandisa, Amy Grant, Barlowgirl, Big Daddy Weave, Relient K e outros. Isso se deve, principalmente, aos arranjos que deixam as músicas com estilo mais CCM.

    The Little Drummer Boy
    Escrita por Katherine K. Davis em 1941 com o título “Carol of the Drum”. Harry Simeone gravou, em 1965, a versão com o título atual.

    Little Baby, pa rum pum pum pum
    I am a poor boy too, pa rum pum pum pum
    I have no gift to bring, pa rum pum pum pum
    That’s fit to give the King, pa rum pum pum pum,
    rum pum pum pum, rum pum pum pum,

    Shall I play for you, pa rum pum pum pum,
    On my drum?

    The Little Drummer Boy — Mandisa
    The Little Drummer Boy — Mercy Me

    Silent Night
    Tradução de “Stille Nacht, heilige Nacht” por John Freeman Young em 1859.

    Silent night, holy night
    Shepherds quake at the sight
    Glories stream from heaven afar
    Heavenly hosts sing Alleluia
    Christ the Savior is born
    Christ the Savior is born

    Silent Night — Mercy Me

    It’s The Most Wonderful Time Of The Year
    Escrita por Eddie Pola e George Wyle em 1963.

    It’s the most wonderful time of the year
    With the kids jingle-belling
    And everyone telling you be of good cheer
    It’s the most wonderful time of the year

    It’s The Most Wonderful Time Of The Year — Amy Grant

    Carol Of The Bells
    Composição de Mykola Dmytrovych Leontovych, tem como motivo um ostinato de quatro notas de uma canção ucraniana pagã de ano novo. Peter Wilhousky e Minna Louise Hohman fizeram versões em inglês.

    Christmas is here,
    bringing good cheer,
    to young and old,
    meek and the bold,

    Ding, dong, ding, dong, that is their song,
    With joyful ring, all caroling
    One seems to hear words of good cheer
    From everywhere, filling the air

    Carol Of The Bells — Barlowgirl

    O Come, O Come, Emmanuel
    Tradução feita por John Mason Neale, no século 19, de “Veni, veni, Emmanuel” cuja origem é incerta.

    Oh, come, Oh, come, Emmanuel,
    And ransom captive Israel
    That mourns in lonely exile here
    Until the Son of God appear
    Rejoice! Rejoice! Emmanuel
    Shall come to thee, O Israel

    O Come, O Come, Emmanuel — Big Daddy Weave

    Silver Bells
    Escrita por Jay Livingston e Ray Evans. Bob Hope and Marilyn Maxwell cantam Silver Bells no filme The Lemon Drop Kid, de 1951.

    Silver bells, silver bells
    It’s Christmas time in the city
    Ring a ling hear them singing
    Soon it will be Christmas day

    Silver Bells — Relient K

    Have Yourself A Merry Little Christmas
    Publicada em 1943, a música se tornou popular após o musical “Meet Me In St. Louis” de 1944.

    Here we are as in olden days
    Happy golden days of yore
    Faithful friends who are dear to us
    Gather near to us once more

    Have Yourself A Merry Little Christmas — Relient K

    Rockin’ Around The Christmas Tree
    Escrita por Johnny Marks em 1958, gravada por Brenda Lee dois anos depois.

    Rockin’ around the Christmas tree
    Let the Christmas spirit ring
    Later we’ll have some pumpkin pie
    And we’ll do some caroling

    You will get a sentimental feeling
    When you hear voices
    Singing “Let’s be jolly
    Deck the halls with boughs of holly”

    Rockin’ Around The Christmas Tree — MercyMe

    Sleigh Ride
    Composição de Leroy Anderson em 1948. Foi gravada no ano seguinte por Arthur Fiedler e The Boston Pops Orchestra na forma instrumental. Dois anos depois, Mitchell Parish adicionou a letra.

    Just hear those sleight bells jingle-ing
    Ring ting tingle-too
    Come on, it’s lovely weather
    For a sleight ride together with you

    Sleigh Ride — Relient K
    Sleigh Ride — Amy Grant

    ZRadio: About, Listen

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