ringa
o marca-passo amarelo canário dos que se preocupam demais.
Photos
Recent tracks
-
Countdown by {u'mbid': u'', u'#text': u'Beyonc\xe9'}2 days ago
-
Love on Top by {u'mbid': u'', u'#text': u'Beyonc\xe9'}2 days ago
-
Start Over by {u'mbid': u'', u'#text': u'Beyonc\xe9'}2 days ago
-
Rather Die Young by {u'mbid': u'', u'#text': u'Beyonc\xe9'}2 days ago
-
Party by {u'mbid': u'', u'#text': u'Beyonc\xe9'}2 days ago
-
Best Thing I Never Had by {u'mbid': u'', u'#text': u'Beyonc\xe9'}2 days ago
-
I Miss You by {u'mbid': u'', u'#text': u'Beyonc\xe9'}2 days ago
-
I Care by {u'mbid': u'', u'#text': u'Beyonc\xe9'}2 days ago
-
1+1 by {u'mbid': u'', u'#text': u'Beyonc\xe9'}2 days ago
-
I Was Here by {u'mbid': u'', u'#text': u'Beyonc\xe9'}3 days ago
Top artists
Top tracks
-
182 plays
-
165 plays
-
160 plays
-
Time by Pink Floyd150 plays
-
148 plays
-
143 plays
-
125 plays
-
124 plays
-
123 plays
-
114 plays
-
113 plays
-
110 plays
-
109 plays
-
108 plays
-
108 plays
-
106 plays
-
104 plays
-
103 plays
-
102 plays
-
101 plays
-
100 plays
-
99 plays
-
97 plays
-
96 plays
-
95 plays
-
93 plays
-
93 plays
-
90 plays
-
90 plays
-
89 plays
-
89 plays
-
Money by Pink Floyd87 plays
-
Win by David Bowie87 plays
-
86 plays
-
86 plays
-
85 plays
-
83 plays
-
79 plays
-
79 plays
-
78 plays
-
77 plays
-
77 plays
-
76 plays
-
76 plays
-
75 plays
-
74 plays
-
73 plays
-
73 plays
-
73 plays
-
71 plays
Posts
Audio
-
asunnysundaesmile: i love you by the velvet underground200 plays
-
littlerevelries: Heroes (live) David Bowie.7 plays
-
Arctic Monkeys - Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not (full album, shorter pauses between songs, etc)469 plays
-
illseeyouonbrightonbeach: The Kinks - Lola1190 plays
-
paulmcporny: beatlesfangirlhere: nataliaalvarenga: Sean: ‘Do you need anybody? I need somebody to love. DO YOU NEEED ANYBODY? I need somebody to loooove.’ That’s my favorite song! John: Very good. Sean: Who sang, ‘I need somebody to love’, you? John: Uh, Ringo. But Paul and I are singing it with him. Yoko: What’s the song called? John: Umm.. ‘What would you think..’ Um um.. what’s it called? I’ve forgotten what it’s called. Sean: WHAT WOULD YOU THINK IF I SANG IN A SONG? John: …Sang out of tune. Oh. A Little Help From My Friends, that’s what it’s called. …..when I saw this, that’s the song that was playing This is very beautiful. I wonder how John felt of Sean reminding him of the Beatles days, making him pull out all those memories from within his mind.4087 plays
-
artismycrime: The Beatles- Blackbird1760 plays
-
David Bowie - Sound and Vision461 plays
-
laland: Rain/Two of Us Mash Up - Beatles1896 plays
-
paulmcfruity: Please Mr. Postman | The Beatles I absolutely fell in love with John’s voice when I listened to this song for the first time.384 plays
-
thehammerofthegods: Led Zeppelin | Babe I’m Gonna Leave You4153 plays
-
awwful: ALL IS FULL OF LOVE - BJÖRK741 plays
-
givedaddytheknifecindy: She will be your living end… David Bowie - Lady Grinning Soul640 plays
-
burgerqueeeen: I don’t know what I want. if you closed the door, the night could last forever10 plays
-
hollyw1se: STOP WHAT THE FUCK YOU ARE DOING. This is a song called ‘Who’s Your Daddy’ by Ringo Starr. YEAH, YOU FUCKING HEARD ME.372 plays
-
sickygnargnar: The Handshake - MGMT719 plays
-
stonerparty: Wavvves: Weed Demon1827 plays
-
flamingxpie: pauliterotica: I Want You (Isolated Bass) | The Beatles this is just all kinds of awesome rolled into one amazing bass line, you go paul rock that bass8232 plays
-
piledriver-waltzz: Arctic Monkeys - Black treacle <33333333333333201 plays
-
aerogare: Sometimes you get so lonelySometimes you get nowhere “Be My Wife” by David Bowie.964 plays
-
yourdaybreaksyourmindaches: Brain Damage - Pink Floyd (Early Mix 1972) (The Dark Side Of The Moon Immersion Box) Listen to this beauty. PLEASE DO IT.805 plays
Posts
Você se preocupa demais.
‘Deixo as preocupações fincarem em mim,
como mente fresca finca nas palavras.
Deixo pois sou miserável,
as precupações me dão um sentido.
Deixo, pois tenho tudo
que se poderia ter, e
nada do qe nunca poderei ter.
Mesmo tendo amores
são passageiros. Do que adianta?
Tenho-os em mão, e abraço essa vaidade
com uma força
que quando percebo,
você se desfaz de mim.
Eu sinto. Sinto, sim.
Sinto dor na respiração.
Sinto dor pois sei que após os momentos de ápice
se sucedem os momentos de extrema miséria,
quase insuperáveis.
No mais alto som de um raw power
silencio tudo o que sinto e tudo o que deixo.
Todos nós precisamos de um descanso, até
quem deixa todos os lamentos para os momentos de extrema miséria
(e se isola).’
Minha angústia é que quando você precisa de alguém, se priva dessa ajuda.
Você, que nasceu para tentar ser feliz, e que se utiliza disso para se destruir
de centimento em centimetro, com umas cervejas
uns gramas de coca
ou até alguns amores soltos, deixa eu te elogiar em umas palavras
pois assim demonstro uma fração de amor que sinto por você.
Você, Monet traduzido em aparência, dadaísta em persona.
Sua mente, quase um Rafael Sanzio, teus olhos, mais que um Van Gogh.
Seu jeito, mais cativo que Les Demoiselles D’Avignon.
No todo, és tão confusa, e tão dinâmica, que passo a te encarar por dez minutos:
Pollock, número um.
Me dói muito.
Intensamente, sabe?
Dói que esse muro
maciço
eu não posso atravessar,
Não posso chegar a ti
para enrolar teus cachos.
Me dói
que não posso falar com você, nem
trocar uma ou duas palavras,
porque dói na carne te ter em dois segundos,
para não te ter em 10 anos.
Dói também você viver para um futuro
que não seja entrelaçado com teu passado
já que não faço mais parte de seu presente.
Dói principalmente as conversas que não teremos,
os carinhos que não trocaremos e
o amor que acabou.
Dói que eu continue
e que você tenha parado
e mudado tanto.
Dói que tudo seja o mesmo no meu recanto,
mas que o seu tenha mudado tanto
e te reconheço sim, pois te amo em todas as formas.
Mas não te afirmo, pois o que mudou
não é visível para os meus olhos, apenas para o meu coração
que, cansado, já nem enxerga mais.
E minha mente que também dói
não tem mais o poder do discernimento:
está afogada no ácido que são as lembranças
de promessas de
juras de amor eterno e
descasos.
O cheiro de terra infiltra meus pensamentos. Não consigo me concentrar.
A atmosfera está com ar dormente. ‘Cansou-se, moleca?’
E como se fosse urgente, meu pensamento gruda-se a ti
e num segundo eterno, não consigo pensar em mais nada.
Tudo está muito azul. Você é muito rosa.
Tem coisas que não mudam, não é mesmo? As pessoas são trocadas.
Num agarro sem vergonha, você me surpreende e capta tudo em um segundo
mesmo sem saber explicar nada.
Não há o que ser explicado, não há o que ser sentido
Não ha o que ser pensado.
Simplesmente há
você, eu
um beijo ou dois.
e um adeus.
Daqui caminharemos para o inferno. Desde a concepção, essa é nossa primeira certeza
Dentre o que fizemos ou deixamos de fazer, o que realmente foi errado ter feito?
Se em vida morremos de fome de
conhecimento
alimentos
amor, ou reconhecimento
[pois também somos humanos…
Não farei uma pergunta, não há possibilidades de resposta. É isso e pronto.
Se for assim, que venha o auto da barca.
Que venha, pois se em vida sofremos
e pós vida sofreremos
um não se distingue do outro.
Nunca morreremos mas
também,
nós nunca vivemos.
O que viveu foi a miséria,
de barriga cheia de tanto devorar
a mente, a alma
o que sente, e o que ama
o que pensa,, o que define
que esquadrinha e engana.
Não nascemos dignos de um céu
pois nascemos humanos:
somos dignos apenas de nossa própria miséria.
‘Matarás ao próximo somente depois de matares a si mesmo.’
tão pequenina, terrosa, perdida no meio do nada
eu aqui sinto um frio do caralho
de sentidos opostos nós caminhamos
e como quem não quer nada nos reconhecemos
na seção de romances brasileiros
entre machado e vinicius -rolam uns boatos entre os brejeiros
você, com esse seu sotaque esganiçado, solta umas palavras que não entendi
e dá meia volta
desvio o olhar, prefiro mario de andrade – que olha por cima de suas grossas lentes
mas quem disse que nossos fios de pensamento se soltam?
algumas desconfianças nossas entre nietzsche e tchaikovsky – envolvidos demais com seus acessos de loucura
mais adiante nos perdemos na gibiteca
nossas mãos, num ballet desinteressado, se encontram entre calvin & haroldo – escuto algumas risadas sapecas
entre as estantes estamos e dali não se pode ver nada
nós não vemos mais nada
nossa mente desperidçou-se nas mãos
já não sei mais o que faço
desisto.. me perco no seu abraço
nesse aperto, tentativa inutil de nos tornarmos um só,
eu me asseguro e peço
- dá cá mais um beijo, mineiro.
no castanho escorregadio,
talvez de seus cabelos
talvez de seus olhos
(ja não mais sei, me perdi sobre sua plenitude)
eu espalmo um coração
metamorfeio-o em forma de mão para poder amar-te mesmo que no toque
ou no surreal do cheiro, para pode entrelaçar você a mim, de algum jeito
meu silêncio é eterno, porém feito de várias palavras
pois torci meus sentimentos
torço e deformo todos eles, para que retornem a sua mais primitiva forma: a sensação
apenas o frio na barriga
ou um calafrio
um tremer de pernas, talvez.
Vamos nos perder no talvez
pois eu não quero as certezas
as certezas se perdem nos sentidos
mas é nos sentidos que eu quero me perder em você.
deixemos tudo de lado
as certezas são tão confusas, não é mesmo?
fincam na mente, cravam no coração
te espetam até você doar algumas lagrimas à magoa.
fiquemos na incerteza de um abraço,
no entrelaço de nós dois.
prefiro a certeza de que eu quero é você.
Você não se preocupa. O mundo é um buraco negro de infinitas possibilidades caóticas.
Perante seu defeituoso coração chernobyano
as lascas cinzentas dos corpos celestes de amores passados
encravam no seu coração e lhe fincam aquela vontade
de insistir.
O sentimento putrefato que foi instalado no seu ser
ao ser instalado te putrefica
em todos os sentidos.
Cega, pois você recusa-se a enxergar a verdade.
Dos bizarros e tenebrosos instantes que restaram você se confortou,
jogou-se nesse sofá já velho e muito poeirento
e esperou o tempo passar.
É, realmente, melhor esperar sentado, que a felicidade não vem tão cedo.
Tão utópica, não é mesmo? Acho que nem existe.
meia volta
Vou buscar meu terno e meus sapatos.
Já chega a hora de nós sermos alguém
Vamos parar por aqui com essas coisas confusas e nefastas
Você não quer mais as incertezas, ninguém quer.
Ninguém quer se jogar nesse movediço sofá velho.
Estamos tão cansados, e ainda é tão cedo.
Procura por abrir os olhos muito bem, ninguém vai te guiar.
Segue alguns instintos mas se seu burro coração não funcionar em par com sua mente
ignore-o
Mas que saco Marcos. Você é inteligente.
Eu não preciso demonstrar em palavras bonitas em frases melódicas que você precisa sair dessa ilusão tosquíssima em que vive.
Sai daqui
vai embora
vou te empurrar
só pra você viver
direito.
vive direito.
se voltar eu te chuto
e de novo
e de novo.
que é nas surras que tu vai aprender.
ou nos carinhos de algum bem feitor.
minhas dores de cabeça andam intensas
seus passos trilhados no xadrez fixo agora já se desfazem.
Vinícius tomou minhas dores e pôs alguma voz,
João não se lembra mais do que fez.
passa
à vapor barato.
Seus obrigadas, por favores e desculpas: guarde-os para si
pois agora existe um mundo calmo e monocor.
Entre nossas vias respiratórias passam um novo ar embalado
e tão límpido..
chega a engasgar nossas gargantas até.
nosso corpo, agora unido, está sendo embalado por uma tremenda roleta-russa
não se sabe.
treme
esvazia os pensamentos.
Nos quadrados já não cabe mais a razão
nos imprevistos já não cabem mais as loucuras.
Nosso amor já mistura tudo;
e se de amores inexpressivos nós passamos a não nos conhecermos
é pelas vias expressas dos tormentos e das dúvidas que seguimos
e que chegamos a esse ponto calejado
e que nos encontramos. Finalmente.
Você sonhou, viveu e depois chorou.
Como pôde ser tão translúcido a ponto de passar em vista meia dúzia de pensamentos simples
e livres,
tão medíocres em sua plenitude e
tão sinceros em seu significado?
Fique por aqui. Cheire as rosas e veja os girassóis.
Se um dia se perder no caminho de pedras e balas em brasa e sangue
os girassóis irão te guiar até o Sol. Que seja esse nosso ponto de encontro.
Transfira tua paz a meu corpo. Diminua a luz da luminária.. sem ela não vejo seus palmos.
As córneas já não sentem mais o peso da luz.
.alívio.
encurto minhas unhas e meus cabelos num modo em que eu me torne diminuta.
que
tudo nessa vida seja diminuto, tudo.
que nada seja além de seu significado e que essas páginas descoladas finquem por aqui até sangrar
sentimento nefasto
empoeirado
defeituoso
elevado.
esse cargo torna-se mais insuportável a cada dia.
e a cada não-aguento-mais perco
gente perco
dente perco
vida.
Nada mais me resta nada mais
infesta nada mais
se manifesta, não mais.
Dentro destes tremendos santos-do-pau-oco eu grito
com todas as minhas forças,
e nesse tremendo eco mudo sem fim
caio de braços caio de bruços
caio em pé e
caio deitada.
Procurem suas razões, façam suas escolhas,
pintem seus olhos, penteiem suas ondas.
As ondas que eu almejo é do ser embrulhado, unificado.
Pequeno ser que vive tão angustiado
chutado
rejeitado.
O que luta e fica quieto.
O que escolhe por nós dois.
PO que nos define e o que me segura nessa descida.
Eu quero essa brisa leve pouco cristã,
o chá de rosas que me faz ansiar e
o que me impede de pensar.
.eu quero davi.