Sou formada em História pela UERJ e Marketing pela UNESA. Trabalho há 4 anos com Marketing Digital, com foco em redes sociais e relacionamento marca x cliente.
Há 10 anos, mantenho blogs pessoais e temáticos. Fiz parte do coletivo Mão Feita (o 1º blog especializado em esmaltes no Brasil) e criei o Gordelícias (um dos maiores blogs de culinária e gastronomia do Brasil).
Blog especializado em culinária e gastronomia.
Planejamento estratégico digital para o casting nacional e internacional da Universal Music | Coordenação de projetos digitais | Relacionamento com parceiros (portais, sites e blogs) e fã-clubes.
Elaboração de plano de ação em Mídias Sociais; Gestão de perfis em redes sociais; Relacionamento nas redes.
Apoio no planejamento de ações em Mídias Sociais para os clientes da agência. Criação e gestão de perfis em redes sociais para Fing'rs. Apoio na gestão dos perfis de Ediouro e Icatu Hartford.
Apoio na elaboração de documentação do Risk Manager. Tradução para o inglês da interface do sistema Risk Manager.
Apoio às rotinas administrativas; atendimento bilíngue (português-inglês).
Um dia, a Julia fez empadinha de leite condensado e me viciou. Ela já fez pro meu aniversário, minha mãe já fez, minhas amigas fazem… e acho que essa receita maravilhosa da culinária básica tem que estar ao alcance de todos. Aêêê!
A única coisa não tão básica assim que essa receita exige são as forminhas de empada, que podem ser de alumínio, descartáveis, tipo quentinha ou ainda antiaderentes.
Não vou enrolar muito, porque são empadinhas de leite condensado. Dispensam qualquer tentativa de convencimento de minha parte.
Esta receita rende cerca de 20 empadinhas. Minhas 2 receitas renderam 45 empadinhas em forminhas de diversos tamanhos considerados pequenos.
Não sobrou uma pra contar a história. Salve, Julia!
Certamente já aconteceu com algum de vocês: entre as principais refeições do dia (café e almoço ou almoço e janta) bater aquela fome desgraçada, que não dá pra segurar – e nem é legal, já que o ideal é que a gente se alimente a cada 3h. Você abre a gaveta do trabalho e as opções são:
( ) bombom
( ) biscoito recheado
( ) famigerada barrinha de cereal
Sabia que dá pra ir além disso de forma super saudável? Você vai precisar, no máximo, de uma geladeirinha no trabalho pra conservar os alimentos. Se não houver, dependendo do que for e do horário, dá pra manter os alimentos em uma bolsinha térmica. Abaixo, seguem algumas opções baseadas em uma dica que vimos no Pinterest. São combinações saudáveis, que saciam o nosso corpicho até a próxima refeição. Melhor que se entupir de gordice que não mata a fome e só engorda as lombrigas, né?
Pelas minhas andanças na internê, esses dias acabei acessando um blog super legal em francês (Daaamn) que tem uma matéria sobre um local especializado em cafés em São Paulo: o Coffee Lab. Cliquei para saber mais sobre (já que nunca tinha escutado falar) e descobri muita coisa legal: o Coffee Lab é uma escola de baristas, uma cafeteria especial na Vila Madalena, onde também acontecem diversas consultorias, eventos, além de servirem bebidas exclusivas – tudo relacionado a CAFÉ. Morri. AMO café.
A pessoa por trás de todo o conceito é Isabela Raposeiros, famosa barista que junto com sua equipe, seleciona os melhores cafés do Brasil, torram e criam receitas deliciosas. Inclusive o lugar já ganhou diversos prêmios. Na escola, formam baristas, mestres de torra e degustadores profissionais.
Também tem cursos para leigos (oba!), que não pretendem trabalhar com café mas que se interessam por aprender mais sobre. Eu sou uma dessas pessoas que gostaria muito de participar de um curso desses, com toda certeza! As receitas me chamaram muita atenção: brigadeiro de café, drinks gelados, bebidinhas caseiras mas todas feitas de maneira diferenciada. A verdade é que deu vontade de passar uma tarde inteira lá, só para aprender, provar as receitas e conhecer toda a ideia. Gostei. Ainda não fui, mas quando correr lá, conto tudo pra vocês. Pronto, mais um lugar para estar na minha Wishlist SP. Dá só uma olhada:
Shakeratto! O gelado do Coffee Lab é uma bebida frisante, aromática e refrescante. Com notas de limão, é ideal para os dias mais quentes. Interessantíssimo!
Chocolate da Vovó: deve ser pouco bom, hein?
Pingado da padoca! Na padoca o pingado é preparado com leite quente e café coado. No Coffee Lab é com leite cremoso e um toque de café de altíssima qualidade.
Vai lá: Coffee Lab (Rua Fradique Coutinho, 1340 - Vila Madalena – São Paulo/SP)
No Facebook: Coffee Lab
Imagens: Coffee Lab e Daaamn.
Tem dias que dá vontade de comer alguma coisa, mas não sabemos o que. Acontece direto comigo e, aposto, que com você também.
Existem inúmeros aplicativos que ajudam a escolher locais para se comer. A Raq, por exemplo, sempre confere no 4square o que bomba no entorno de onde estamos quando viajamos ou saímos. Descobrimos alguns bons restaurantes e bares desta forma. Agora, o que eu não conhecia até hoje era um app que ajudasse a encontrar um prato específico ou o melhor lugar para se comer determinada coisa.
Criado por uma galera de Santa Catarina, o BuscaPrato é um guia gastronômico que ajuda os usuários a descobrir o que consumir. Gratuito e disponível em plataforma Android e iOS, o aplicativo facilita a busca por estabelecimentos de acordo com diversos filtros como categoria, proximidade, mais votados e mais provados e, pasmem, ingredientes. Ah, também existe a possibilidade descobrir se está ocorrendo algum evento gastronômico / promoção. Genial!
Quem aí acha arroz integral sem graça? Vou falar pra vocês: não é o meu preferido mas até que tenho curtido bastante usá-lo misturado a legumes e carnes. Tipo um risotão, sabe? Por causa disso, fiquei super feliz com uma receita que vi no Gostosinhas: tratava-se de um arroz integral com frango e curry.
Curry: ou você ama ou você odeia. Não tem jeito. Tem que saber dosar senão você estraga um prato. Nessa receita, você usará o curry no tempero do frango (que precisará ser feito na noite anterior) e quando o arroz estiver sendo cozido. Pra quem é fã, vale colocar um cadinho mais. Quem prefere apenas um “cheirinho”, é melhor pegar leve.
Vambora aprender a fazer esse arroz de sabor exótico e delicioso?
Receita um tanto adaptada do Gostosinhas
Para o frango
Para o arroz
É preciso deixar as coxinhas do frango marinando de um dia pro outro. Coloque em um pote plástico e grande os ingredientes do tempero. Coloque o frango e misture bem os ingredientes. A Dani sugere que você tampe o pote e sacuda bastante. Vou te falar que funciona bem. Se preferir, pode deixar o frango marinar em um saco plástico (próprio para uso culinário). Fica mais fácil.
Deixou o frango marinar de um dia pro outro? Agora vem a parte mais fácil. Cozinhar o arroz.
Esquente bem uma panela grande de teflon – a maior que você tiver. Quando estiver bem quente, coloque os pedaços de frango. Guarde o líquido da marinada para usar depois. Para deixá-lo com uma carinha mais dourada, coloque 1 colher de sopa de açúcar e mexa até caramelizar.
Quando o frango estiver dourado, adicione a cebola, o alho e o pimentão para refogar. Quando estiverem macios, junte o arroz integral, sal e misture bem. Então, vocês lembram do caldo da marinada, né? Misture 3 xícaras de água ao caldo e despeje no arroz com frango.
Tampe a panela e deixe cozinhando em fogo baixo por 40 minutos. Passado o tempo de cozimento, é hora de conferir se o arroz já está seco. Provavelmente haverá um pouco de água na panela. Já está quase pronto!
Acrescente o leite de côco, sempre mexendo bastante. Corrija o sal e a pimenta. Se você for fã de curry e achar que poderia ter um pouco mais de sabor, vale acrescentar mais um pouco ao arroz. Por fim, acrescente as ervilhas.
O cheiro desse arroz é maravilhoso e eu garanto: é delicioso!
Quem mora em SP conhece ou já ouvi falar da Feirinha Gastronômica. Eu, que moro em SP, conhecia mas nunca tinha ido, até domingo passado depois de ser facilmente convencida por uma amiga e pelas fotos tentadoras no facebook da Feirinha. Quem me segue no instagram foi atacado com fotos de gordelícias fresquinhas, e quem estava de dieta simplesmente chorou.
A Feirinha Gastronômica é um espaço aberto na Vila Madalena, que funciona aos domingos para reunir amantes de comida. A iniciativa veio dos organizadores do Chefs na Rua, e é uma forma bacana (e barata!) de conhecer chefs, restaurantes e gente que tá começando na gastronomia em SP.
Ao contrário do que muita gente imagina, a feirinha não é numa rua fechada, e sim num espaço que acredito que seja um estacionamento alugado, com várias barracas tentadoras cheias de delícias e prontas para nos servir. Funciona todos os domingos desde fevereiro, e o cardápio muda a cada semana, dando oportunidades à novos chefes e restaurantes, e à nós, para conhecer mais.
Eu, que adoro uma gordice, chamei um pequeno grupo de amigos que também gostam de comer bem pra assim experimentar o máximo que puder e fotografar as delícias pra vocês. Os pratos na feirinha variam em média de R$5,00 à R$18,00. Excelente pra poder experimentar sem gastar muito!
Agora, vamos às fotos. E antes que me perguntem: não, eu não comi tudo isso sozinha! Hahaha
Iniciamos os trabalhos com o Escondidinho de Costela, do Amadeo, R$15,00
Costela com polenta de fubá branco, do Mangiare, R$15,00
Simplesmente delicioso. 8 em cada 10 pessoas estavam chupando os ossinhos! Hehehe
Risoto de carne seca com cream cheese ao pesto de rúcula, do À La Minute, R$18,00
Hot Dog Francês, do Marcel Restaurant, R$14,00
Brownie de doce de leite argentino, da Adocica, R$9,00 (o pedaço)
Bolo Kit Kat com mousse de chocolate meio amargo, da Renata Arcaldi Bakery, R$9,00 (o pedaço)
Pudim de doce de leite argentino, da Cookie Shop, R$8,00
E por último, mas não menos importante: os churros de doce de leite com beijinho, e o churros de ai meu deus vou infartar NUTELLA COM OVO MALTINE, do Milton Churros, R$7,00 (com atá 3 recheios) e R$10,00 o de Nutella
Sim, o churros de Nutella com Ovomaltine venceu qualquer churros da face da terra. Não só por ser de Nutella, mas a massa era deliciosa também! Parabéns à todos os envolvidos nos churros! Hahaha
O saldo foi superpositivo (a barriga também) e pretendo voltar sempre. A Feirinha é um sucesso e tem tudo pra durar anos!
Dica: se você se incomoda com filas e muita gente, chegue cedo por volta das 11:30. O lugar tem limite máximo de 230 pessoas, com esquema de rodízio (forma uma fila do lado de fora e vão entrando conforme outras pessoas vão embora), mas é claro que depois das 12:00 a espera só vai demorando cada vez mais.
Feririnha Gastronômica – www.feirinhagastronomica.com.br
Para ver mais fotos e acompanhar o cardápio do próximo evento: www.facebook.com/FeirinhaGastronomica
Rua Girassol, 309, São Paulo
Todos os domingos das 11h às 19h.
Fato que hoje vai ser difícil conseguir mesa em restaurante e bar. Por isso, que tal fazer aquela média com o seu amor e preparar o jantar? Quem sabe, até mesmo, fazer a comida lado a lado.
O Gordelícias aprova a ideia de dividir a cozinha e aproveitar para passar mais tendo juntos. Para te ajudar, selecionamos quatro opções de cardápios, mas fique a vontade para alterar e montar o seu. Você vai ver como é bom cozinhar em dupla.
Feliz Dia dos Namorados!
Entrada: Roll de Mussarela de búfula com rúcula e tomate seco Prato Principal: Espaguete com Molho de Tomate e Cogumelos Porcini Sobremesa: Pêra recheada com Nutella
Entrada: Suflê de Cenoura Prato Principal: Risoto de Camarão Sobremesa: Cupcake de Baunilha e Limão Siciliano
Entrada: Cestinha de Carne com Aveia Prato Principal: Ragu de Calabresa com Angu Sobremesa: Tart de Maçã
Entrada: Salada da Dani Prato Principal: Escondidinho de Batata com Carne Seca Sobremesa: Brownie com Negresco
Sempre aproveitamos as viagens e férias da equipe do Gordelícias para dividir as nossas andanças gastronômicas no Comidinhas do Mundo. Vira e mexe também recebemos dicas de amigos e parceiros do blog, como é o caso de hoje.
O Chic Outlet Shopping é um grupo de luxo que possui 900 lojas de marcas como McQueen, Prada e Dior, entre outras, divididos em nove Villages localizados nas principais capitais da Europa. Claro que entre uma compra e outra sempre rola aquela pausa para uma boquinha, afinal, ninguém é de ferro. Por isso, os Villages também possuem restaurantes e cafés. Na Bicester Village, localizada perto de Londres, há uma filial do Jamie Oliver’s Fabulous Feasts. Imagina a tentação que deve ser!
Maasmechelen Village
Na semana passada, a novidade na Maasmechelen Village, localizada perto de Frankfurt, foi a inauguração de uma osteria ‘pop-up’ da Antica Corte Pallavicina Garden Food, que até o dia 18 de Agosto vai oferecer a autêntica culinária italiana da região de Parma.
Sob o comando dos irmãos irmãos Spigaroli, quarta geração de uma família que busca manter a tradição da boa mesa, a osteria preserva o método original de fazer salames e o culatello (presunto italiano), além criar e cultivar os animais, legumes, frutas e vinhos que são servidos. Todo este cuidado tem como objetivo seguir a tradição local, o que se reflete em um restaurante com foco em sempre oferecer o melhor aos seus clientes.
Anota ae:
Você não leu errado. É cheesecake de Nutella, e digo mais: não vai ao forno!
A inspiração encontrada pela Raquel Arellano vem do blog Andy & Belle, mas aí com aquela licença poética, demos uma ligeira adaptada na rceita: pra ninguém deixar de fazer por não ter encontrado os ingredientes!
Ingredientes
Modo de preparo
1. Triture o pacote de biscoito Negresco [ou Oreo] com recheio e tudo, até obter uma farofa similar a… erm… terra.
2. Arrume sua farofa de Negresco no recipiente onde pretende servir sua sobremesa. Eu escolhi potinhos de vidro que um dia foram de cogumelos em conserva. Sabia que eles serviriam pra alguma coisa legal!
3. Em uma batedeira, bata o creme de leite fresco com o açúcar até obter uma textura firme, de chantilly. Cuidado pra não bater demais, ou vira manteiga! Reserve [se estiver calor,na geladeira].
4. Na mesma batedeira, misture o cream cheese, a Nutella e a essência de baunilha até obter um creme uniforme.
5. Pegue seu chantilly e misture suavemente com uma colher no seu creme de Nutella. Misture com carinho. Não use a batedeira neste passo! Se quiser fazer uma gracinha, reserve um pouquinho do chantilly para enfeitar sua sobremesa!
7. Seu recipiente já tem uma caminha de farofa de Negresco, certo? Coloque agora o creme de Nutella com chantilly.
8. Geladeira e… Atacaaar!
Aqui em casa, a receita rendeu bem 5 potinhos!
Se eu demorasse mais um pouco, não sobraria bolo para fotografar…
Um dos meus bolos preferidos é o bolo de cenoura. Minha mãe costumava fazer uma receita que dava super certo – e ainda tinha aquela calda que cristaliza, sabe? HMMMMMMM! Mas, como aconteceu com muitos bolos que ela fazia… a receita era de cabeça e obviamente ela não lembra mais como faz. Consequência disso: fiquei sem saber como faz…
Andei em busca de uma receita que fosse parecida com a dela. Depois de testar algumas, cheguei nessa daqui, do blog Delícias 1001. O bolo não fica pesadão e a textura da calda é perfeita, do jeitinho que eu amava quando era criança. Vamos à receita?
Receita do blog Delícias 1001
Para o bolo
Para a calda
1. Pré-aqueça o forno (180 – 200 graus).
2. Corte as cenouras em cubos. Bata as cenouras no liquidificador junto com os ovos e o óleo.
3. Despeje a mistura em uma tigela com os ingredientes secos: farinha de trigo, açúcar e fermento. Misture bem.
4. Leve a massa ao forno (180 graus), em forma untada e enfarinhada, por 35 minutos. Faça o teste do palito pra ter certeza de que seu bolo está assadinho por igual.
5. Quando o bolo estiver quase pronto, faça a calda. Leve todos os ingredientes da calda ao fogo baixo. Quando notar que está começando a ferver, deixe borbulhar por 1 minuto. Apague o fogo e assim que o bolo sair do forno, derrame a calda quente sobre ele.
Quando ela esfriar, terá aquele efeito “craquelado” que tanto amamos.
Tempo de preparo: 1h30
Rendimento: 1 tabuleiro de 30 x 20 cm
***
Se você quiser fazer o bolo de cenoura na versão integral e feita no microondas, dá uma olhada nessa receita que já postamos aqui.
Após quase dois anos em hiatus, o Broken Social Scene deu as caras no programa Jimmy Fallon no comecinho do mês, para anunciar a apresentação histórica da banda no Field Trip Music & Arts Festival - festival organizado pelo selo do Broken Social Scene, o Arts & Crafts.
E eu te digo por que a apresentação foi histórica: o BSS tocou o álbum You Forgot It In People INTEIRO, com a participação da Feist, que foi uma das primeiras vocalistas da banda. Pode chorar? No Pitchfork tem alguns vídeos mas caçando no YouTube você também encontra.
Mas voltando ao começo da prosa, os caras se apresentaram no Jimmy Fallon e cantaram dois hits da banda: “Almost Crimes” e “7/4 (Shoreline)”. Quer ver como foi? Dá play aí em baixo:
Já faz um bom tempo que li A culpa é das estrelas e jurava que tinha postado minhas opiniões aqui no blog. Erro gravíssimo eu não ter vindo com esse livro antes aqui pro blog. Então, se ajeita na cadeira porque o post é grandinho.
Lembro perfeitamente do dia em que comprei esse livro. Eu tinha saído do trabalho, estava fazendo hora no shopping, esperando meu namorado. Nada melhor do que ir passear na livraria, ver o que tem de novidade nas prateleiras. Aposto que muita gente faz isso, por mais que leia blogs de literatura ou acompanhe listas de mais vendidos, o seu autor preferido… Eu adoro olhar as capas, ler as orelhas, essas coisas.
A culpa é das estrelas me pegou pela capa. Na época ele não era tão bombado entre os meus amigos e pessoas que acompanho de alguma forma na web. Algumas poucas já estavam falando, então me chamou atenção. Bati o olho na seção de lançamentos da Travessa e achei bacana. Era um livro do John Green, que tem um canal super bombado no YouTube. Acabei levando pra casa.
Acho que li esse livro em 3 dias – na época eu quase não tinha tempo pra ler e acabava lendo no ônibus. Ainda bem que li o final do livro em casa, porque foi uma choradeira sem fim. A culpa é das estrelas já veio pro Brasil com um background de sucesso absurdo lá fora e não era pra menos: o livro traz à tona um assunto “tabu”, que é o câncer infantil (nesse caso, adolescente). E é graças a esse câncer que os protagonistas do livro se encontram e vivem uma história incrível.
Um breve resumo: A culpa é das estrelas gira em torno de Hazel Grace, uma adolescente de 16 anos que teve câncer de tireóide com metástase no pulmão. Por causa disso, ela vive conectada a um respirador praticamente o tempo todo. Um belo dia, meio que contra a vontade, ela passa a frequentar um grupo de apoio e é lá que conhece Augustus Walters. Eu aposto 20 pratas aqui com a mulhereda que leu o livro: vocês não se apaixonariam por Augustus? Porque além de bonito (segundo a descrição do livro), ele era um amor de pessoa. Pois bem, voltando. Eles se conhecem no grupo e a partir daí se tornam grandes amigos… e a coisa vai andando.
John Green ambienta tão bem as cenas, com humor e leveza, que você acaba rindo de situações super difíceis. Acho que esse olhar do autor é uma das coisas mais legais do livro: a dificuldade tá ali mas ao invés de continuar chorando pelo leite derramado, é preciso continuar vivendo. Pra vocês terem uma ideia, ele passou meses visitando hospitais e lendo sobre o assunto para ambientar de forma mais próxima do real as situações vividas pelos personagens. Um outro fato curioso é que quando ele cita os nomes dos remédios usados pelos personagens, ele usa nomes fakes, justamente pra não incentivar a auto-medicação e tudo mais. John Green é amor, galera.
Bom, não dá pra falar muito sem começar a dar spoiler do livro. Mas pra resumir, se você tiver preconceito porque o livro é hype, literatura young adult, esse tipo de coisa, deixa isso de lado e caia dentro dessa leitura. É um livro que vai te fazer rir de coisas que você ficaria sem graça, vai te deixar esperançoso, vai te fazer chorar. Às vezes tudo ao mesmo tempo, sabe? Ou seja: é uma delícia de livro.
No vídeo abaixo, John Green responde a perguntas enviadas por fãs e fala um pouco do livro.
Ficha técnica
Título: A Culpa é das Estrelas
Autor: John Green
Páginas: 283
Editora: Intrínseca
Skoob
Avaliação do blog
Os que me acompanham “fora do blog” sabem que desde o finalzinho do ano passado, abri mão de um emprego estável, carteira assinada e etc para me dedicar aos meus projetos pessoais. Senti todos aqueles medos que a gente sente quando decide trilhar um caminho diferente da maioria. Ao invés de 2h para chegar no trabalho, hoje eu simplesmente tomo um banho, café e me dirijo para o escritório da casa, onde montei uma estação de trabalho para que o sofá e a TV não fossem mais convidativos do que os emails de trabalho.
Desde então posso dizer que uma das melhores coisas que fiz na minha vida foi mudar nesse sentido. Sorte? Posso dizer que é preciso uma dose de coragem e, mais do que isso, determinação para não desistir. Inspiração não falta e é sobre isso que quero falar hoje.
O projeto continuecurioso é uma dessas inspirações. É impossível assistir aos episódios da websérie e não avaliar a situação no trabalho, no casamento, na vida em geral.
conversamos com pessoas que se desprenderam de um jeito convencional de levar a vida pra caminhar em direção ao desconhecido. sem saber muito bem o porquê, entendemos que quando é o próprio destino que tá em jogo ninguém entra pra perder. ao avesso das coisas é que descobertas são feitas no trabalho, nas pessoas próximas e principalmente em si mesmo.
Sem mais delongas, deixo vocês com o vídeo que achei mais legal. O depoimento é da chef Cíntia Dumiense, que largou a rotina corrida de uma agência de publicidade para se entregar de corpo e alma às panelas e aromas na loja gastrô Amüse Food Store.
Mudar pode ser doloroso no começo mas com o tempo você vê que investir em si nunca, nunca, é em vão.
“Will & Will” é uma das apostas da Galera Record no mês de junho, se pá do ano de 2013. O livro foi escrito por John Green e David Levithan, ambos autores bastante conhecidos da galera devoradora de livros.
Em uma noite fria, numa improvável esquina de Chicago, Will Grayson encontra… Will Grayson. Os dois adolescentes dividem o mesmo nome e a dor do coração partido. E parece não ser apenas isso. Tiny, o melhor amigo de um deles, acaba se tornando o possível amor do outro. E mesmo com origens completamente diferentes, essas novas interseções fazem com que Will e Will estejam prestes a embarcar juntos em uma aventura de épicas proporções: o mais fabuloso musical a jamais ser apresentado nos palcos politicamente corretos do ensino médio.
Estou com muita vontade de ler esse livro, embora esteja devendo duas resenhas aqui no blog, do Desafio Literário. Confesso pra vocês que me desorganizei no ritmo da leitura e acabei passando a frente com outro livro que vai pintar aqui semana que vem… Pois bem, “Will & Will” é uma história sobre amizade, amor e, principalmente, a aceitação própria. Promete, viu?
Mais infos aqui.
Sou uma dessas pessoas que gosta de arrumar sarna pra se coçar. Que mesmo “sem tempo”, inventa de colaborar em blog de amigo, de fazer bolo demorado, participar de desafio no blog. Além do Desafio Literário 2013, que tá mais do que atrasado, topei participar do 30 Days Writing Challenge.
A inspiração veio de um post da Tati no Elvis Costello Gritou Meu Nome, que está participando também. O que achei mais legal desse projeto, criado pela Dasty do Spleen Juice, é que você não precisa seguir 30 dias em sequência. Pode ir alternando, o que me dá mais liberdade já que posso acabar não postando em um determinado dia. A ideia é que haja trinta posts com os determinados temas do dia. E os temas são esses aqui embaixo:
Eu AMO projetos como o 30DWC. Dependendo do seu blog, claro, é uma forma de torná-lo mais pessoal. De mostrar aos seus leitores e amigos quem você é na sua intimidade. Em tempos de blogs plásticos, formatados todos de uma mesma maneira, é sempre uma delícia quando a gente encontra um blog que sai da superficialidade e mergulha na troca de experiências, por meio de relatos, opiniões e depoimentos.
Preparem-se para 30 postagens nesse nível por aqui. Quem quiser participar, está mais que convidado.
Quantas vezes olhamos ao redor e não enxergamos o verdadeiro potencial artístico/poético do urbano? O fotógrafo Jared Lim viajou por diversas cidades do mundo e registrou pelas lentes de sua câmera a beleza que emana de elementos tão cotidianos que acabam passando batidos na correria diária.
Cores, formas, design… as fotografias de Jared nos inspiram a tirar o pé do acelerador para admirar toda a boniteza que está ali, bem diante dos nossos olhos.
Via Trendland.
Pelo número de posts sobre Game of Thrones que já rolaram por aqui, vocês já devem ter sacado que a autora do blog gosta muito do assunto. E não estou sozinha nesse barco, visto o número de coisas legais que pipocam pela web relacionados a essa saga que divide opiniões (uns amam absurdamente, outros odeiam com todas as forças).
O designer Moshi-Kun certamente é um desses que estão no time de apaixonados por GoT. Ele imaginou como seriam os personagens se vivessem nos anos 90 e bolou as ilustrações acima. Não achei o Jamie muito parecido, super imagino ele um tira fardado mesmo, desses que comem rosquinha e usam Ray-ban aviador… mas valeu a tentativa.
Via Diamond Heartless.
O mês de maio foi um dos mais corridos de 2013, até então. Com a viagem nesse intervalo e todos os preparativos pra deixar a bola rolando nos trabalhos que toco, o blog ficou meio de lado e acabei não contando sobre a parceria incrível que fechamos com o Grupo Editorial Record. Isso significa que vocês verão muitos livros por aqui. Lançamentos, resenhas (além do Desafio Literário 2013). Eu tô amando toda essa carga de leitura que inundou a minha vida pois sempre enrolei com a desculpa da falta de tempo e a pilha de livros “pra ler” só crescia, sem que eu, de fato, os lesse. Mas isso está mudando e estou amando!
Ainda dá tempo de falar quais são os lançamentos da Record para o mês de maio. Muitos ainda estão chegando às prateleiras do Brasil e eu já fiz a minha listinha. Dá só uma olhada:
1812
de Adam Zamoyski
Para descrever a invasão da Rússia por Napoleão em 1812, Adam Zamoyski utilizou as pesquisas russas mais recentes, bem como uma extensa coleção de registros originais de diversas nacionalidades, a fim de pintar uma imagem vívida das experiências dos soldados e civis que se encontravam nos dois lados do conflito. Um relato emocionante e detalhado, que dá conta de um dos mais importantes conflitos da história.
A filha do papa
de Caroline Murphy
Ao evocar os tempos turbulentos e criativos do Renascimento italiano, Caroline P. Murphy retrata uma heroína ainda desconhecida e fascinante: Felícia della Rovere viu Michelangelo pintar o teto da Capela Sistina, assistiu a seu pai, o papa Júlio II, fundar a nova Igreja de São Pedro e foi imortalizada por Rafael nos afrescos dos apartamentos do Palácio do Vaticano. Espantosamente destemida e franca para uma mulher de sua época, não tinha medo de desafiar um pai que inspirava temor nos fiéis, escandalizou a corte vaticana ao rejeitar nada menos do que cinco maridos e, quando se tornou regente, rechaçou todas as tentativas de interferência em seu governo, empenhando-se em uma disputa acirrada com seu enteado, que culminou em assassinato.
As horas de Odd
de Dean Koontz
O cozinheiro mais carismático e estranho de todos os tempos está de volta para mais uma aventura. Desta vez, sua magnética intuição o leva a Magic Beach, onde ele começa a ter terríveis pesadelos com o mar tingido de vermelho e uma mulher com um pingente de sino pendurado no pescoço. Odd não tem ideia do que isso pode significar, mas, levando seu histórico de confusões e seu dom sobrenatural, sabe que não é nada bom. Contudo, o chapeiro de lanchonete de Pico Mundo não está sozinho. Para impedir um terrível acontecimento, ele conta com a companhia de seu fiel cão fantasma Boo e do espírito do grande Frank Sinatra.
Carta ao filho
de Betty Milan
Carta ao filho é um texto arrebatador que faz uma reflexão sobre a mãe e a mulher, inteiramente calcada no vivido da autora. Do nascimento à maturidade, passando pela formação com Lacan em Paris e a volta para um Brasil novo de Joãozinho Trinta e Gilberto Freyre, que ela desvenda na obra. Livre do tabu de que a boa mãe é infalível, Betty Milan comunica essa libertação ao leitor.
Cinco séculos de poesia
Org. Alexei Bueno
Nesta apurada edição bilíngue, obras-primas da poesia desde o século XVI ao XX são reunidas para criar um panorama fascinante, no qual obras de autores como William Shakespeare, Giacomo Leopardi, Stéphane Mallarmé e Boris Vian são traduzidas e analisadas pelo premiado poeta e tradutor Alexei Bueno.
Expresso Lunático
de Carl Hoffman
Ao mesmo tempo livro de viagem, repleto de aventuras, e investigação jornalística de primeira linha, Expresso lunático é fiel resultado do propósito – irresponsável, diria a mãe padrão – do autor: percorrer as Américas central e do Sul, a África e a Ásia valendo-se exclusivamente dos meios de transporte mais perigosos – aqueles aviões, barcos, trens e ônibus que caem, afundam e tombam anônima e semanalmente – dos países com os mais caóticos sistemas públicos de transporte.
Marilyn
de Norman Mailer
Edição comemorativa de um clássico de Norman Mailer, um dos mais brilhantes escritores norte-americanos, vencedor do Prêmio Pulitzer por duas vezes e cultuado autor de livros essenciais, como A luta. Marilyn, publicado agora com nova tradução, é a memorável biografia de um dos maiores ícones da Era de Ouro do cinema. Em um relato ao mesmo tempo realista e poético, Mailer mostra uma Marilyn Monroe diferente: manipuladora, inteligente e extremamente determinada. Muito distante da imagem de loura ingênua, mimada e sortuda, que atuava por intuição, o autor nos apresenta à verdadeira estrela, que desempenhou seu trabalho de maneira brilhante e sucumbiu à depressão no auge da carreira.
Ordem no caos
de Jack Whyte
Pouco antes do ambicioso ataque do rei Filipe IV de França a todos os Comandos da Ordem do Templo, Sir William Sinclair viaja até o Comando de La Rochelle com o para advertir os presentes. Assim, garante a sobrevivência de uns poucos cavaleiros templários e da baronesa Jessica Randolph, que parece conhecer a fundo a traição do rei. Então, realizam uma fuga para a Escócia em busca do auxílio do rei Robert Bruce, que trava uma luta pela soberania de seu povo contra a Inglaterra. Com a nova configuração do mundo a sua volta, Will lidera seus homens para um futuro incerto, no qual disfarces precisam ser adotados, votos devem ser quebrados e um segredo — uma terra mítica — pode vir à tona.
Tangolomango
de Raimundo Carrero
Tia Guilhermina conhece, em sua trajetória de vida e de sonhos, todos os caminhos que formam e estruturam um povo. É possível que o leitor comum não se dê conta desta reflexão, cabendo a ele, sobretudo, seguir a festa e a solidão desta personagem extraordinária em cuja trajetória percebe-se asperezas e agitações que constroem a condição e a contradição humana.
Truque de Tratamento
de Simon Singh e Edzard Ernst
Edzard Ernst é médico e pesquisador experiente no campo da medicina alternativa. Já Simon Singh trabalha há quase duas décadas na área do jornalismo científico. Nesta obra, analisam, atestando ou não, a eficácia de mais de trinta dos principais tipos de tratamentos alternativos, como acupuntura, homeopatia, reflexologia e fitoterapia.
Vidas partidas
de William C. Gordon
Na cidade de São Francisco, em 1963, a natureza de um crime choca as autoridades locais: um corpo é encontrado na sede da Prefeitura, maculando com um rastro de sangue os degraus da escadaria de mármore do edifício histórico. Quando o jornalista Samuel Hamilton chega ao local e o detetive Bruno Bernardi é chamado para conduzir as investigações, eles não imaginam que estão prestes a se envolver em uma rede internacional de intrigas. O crime revela-se apenas mais uma peça no complexo quebra-cabeça da conturbada geopolítica do Oriente Médio após a Segunda Guerra Mundial, e os dois iniciarão uma caçada implacável em busca do cruel assassino.
50 Fatos que mudaram a história do rock
de Paolo Hewitt
O lançamento de Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, o Festival de Woodstock, o Live Aid, o assassinato de John Lennon. Momentos que mudaram a música para sempre. Cobrindo 50 anos, desde quando Elvis Presley levou o rock’n'roll às massas no programa de tevê de Frank Sinatra até a morte chocante de Michael Jackson, o influente jornalista – e fã apaixonado de música – Paolo Hewitt seleciona neste livro os 50 momentos decisivos da história do rock. Episódios por trás de canções e discos icônicos, mortes prematuras, shows memoráveis, incidentes ao vivo e os momentos mais ultrajantes do rock são narrados nesta abrangente síntese do maior gênero musical do século XX. O texto dinâmico e fluente de Paolo Hewitt aborda cada acontecimento do ponto de vista privilegiado de quem esteve lá, explicando o pano de fundo e as consequências imediatas de cada momento, bem como seu significado a longo prazo e o legado que deixou.
A irmandade da uva
de John Fante
Em A irmandade da uva, John Fante faz um recorte de um mês na vida do escritor Henry Molise, que recebe a notícia de que depois de 51 anos de casados, seus pais vão se divorciar. A Henry cabe a missão de contornar a crise e dialogar com seu pai, Nick Molise, de 75 anos, alcoólatra, jogador compulsivo, péssimo marido e um sujeito de mal com a vida. Henry acaba se vendo diante do desafio de atender à convocação de Nick para realizar seu último desejo: provar que ainda é o pedreiro da região e a apoiá-lo, juntamente com uma turma de veteranos unida pelo hábito de jogar cartas e beber um vinho famoso na cidade, o Ângelo Musso. A experiência do retorno e da viagem com o pai aproxima o narrador dos fantasmas do passado e, nessa convivência intensa, os dois finalmente começam a se entender.
O que é que a baiana tem? – Dorival Caymmi na Era do Rádio
de Stella Caymmi
Neste belíssimo livro, Stella Caymmi celebra os 90 anos do rádio no Brasil ao contar a trajetória de seu avô na música popular brasileira. Logo depois de chegar ao Rio de Janeiro, em 1938, Dorival Caymmi já brilhava como autor do samba “O que é que a baiana tem?”, lançado pela estrelíssima Carmen Miranda no cinema, no rádio e no disco, além de ser reconhecido também por seu talento como cantor em suas atuações na Rádio Nacional. A importância de Caymmi na carreira de Carmen, seu convívio com os colegas da música e sua participação na luta pelos direitos dos compositores, enfim, tudo isso está registrado e é analisado por Stellinha.
Drácula
de Bram Stoker
Este clássico escrito em 1897 já é muito conhecido do grande público, mas esta versão tem o grande diferencial de ter sido traduzida por Lúcio Cardoso, o que dá ao texto um valor histórico singular. A tradução está há anos fora do mercado, sendo rara até mesmo em sebos. No romance, Jonathan Harker é um jovem advogado enviado ao castelo do conde Drácula, na Transilvânia. Durante a viagem, Jonathan percebe que foi envolvido em uma trama sinistra, cheia de mistério, em que nada é por acaso, e da qual só sairá vivo se for capaz de exterminar o poderoso conde e sua amaldiçoada sede de sangue.
The Walking Dead e a filosofia
de Christopher Robichaud (org.)
Zumbis ainda têm direitos? Após o fim da civilização, o que é mais importante: fazer o que é certo ou sobreviver a qualquer custo? No apocalipse zumbi, deveríamos todos desistir e cometer suicídio — ou essa é uma saída fácil demais? Tocando em temas fortes, como morte e sexo, The Walking Dead e a filosofia analisa um dos maiores sucessos da TV e dos quadrinhos dos últimos tempos.
Filhos do Éden – Anjos da morte
de Eduardo Spohr
Desde eras longínquas, os malakins, anjos estudiosos e sábios, observam em silêncio o progresso do homem. Mas eis que chega o século XX, e com ele as armas modernas, a poluição das indústrias, afastando os mortais da natureza divina, alargando as fronteiras entre o nosso mundo e as sete camadas do céu.
Isolados no paraíso, incapazes agora de enxergar o planeta, esses anjos solicitaram a ajuda dos “exilados”, celestiais pacíficos, que havia anos atuavam na terra. Sua tarefa, a partir de então, seria participar das guerras humanas, de todas as guerras, para anotar as façanhas militares, os movimentos de tropas, e depois relatá-los a seus superiores alados.
Repleto de batalhas épicas, magia negra e personagens fantásticos, Filhos do Éden: Anjos da Morte é também um inquietante relato sobre o nosso tempo, uma crítica à corrupção dos governos, aos massacres e extremismos, um alerta para o que nos tornamos e para o que ainda podemos nos tornar.
A caixa da maldade
de Martin Langfield
Sete dias separam o Ocidente da destruição completa. Um artefato baseado nos experimentos de Isaac Newton está programado para explodir… em Nova York. O objetivo da operação: purgar a civilização judaico-cristã dos pecados e preparar o mundo para uma nova ordem. Agora, apenas Robert Reckliss pode desarmar essa caixa da maldade. Ele deve encontrar as sete chaves escondidas no coração da Big Apple. Cada uma é um dígito a mais na combinação capaz de parar esta loucura. Em uma desesperada corrida contra o tempo e sob o olhar constante de um sinistro vigilante, ele conta apenas com a ajuda da misteriosa médium Terri. Será o suficiente?
As Colinas do Tigre
de Sarita Mandanna
Devi, bela e de personalidade forte, desde a infância cultiva uma bela amizade com Devanna, um menino dotado de grande inteligência cuja mãe faleceu de maneira trágica. Quando Devi conhece Machaiah, o matador de tigres, e decide que se casará com ele, o destino dos três é entrelaçado, com consequências capazes de afetar as gerações futuras. As Colinas do Tigre é uma história de sofrimento, mas, acima de tudo, de amor e devoção.
Nada
de Janne Teller
Pierre Anthon está no sétimo ano e tem a certeza de que nada na vida tem importância. Por isso, ele decide abandonar a sala de aula e passar os dias nos galhos de uma ameixeira, tentando convencer seus companheiros de classe a pensar do mesmo modo. Agora, diante da recusa do menino de descer da árvore, seus colegas farão uma pilha de objetos que significam muito para cada um deles, e com isso esperam persuadi-lo de que está errado. A pilha começa com uma coleção de livros, uma vara de pescar, um hamster de estimação… Contudo, com o passar do tempo, os participantes se desafiam a abrir mão de coisas ainda mais especiais. A pilha de significados logo se transforma em algo macabro e doentio, que coloca em xeque a fé e a inocência da juventude.
Não conta lá em casa
de André Fran
Escrito por André Fran, um dos quatro apresentadores do programa exibido pela Multishow, Não conta lá em casa relata viagens para os mais excepcionais destinos do mundo. Destinos como Tuvalu, uma ilha-país que está, literalmente, prestes a sumir do mapa – devido aos efeitos do aquecimento global – e países que estão em situação de conflito, como Somália e Etiópia. Uma obra repleta de fotos fascinantes, histórias que divertem e emocionam.
Nocaute
de Catherine Coulter
Quando Autumn Backman, de 7 anos, pede ajuda ao famoso agente Dillon Savich, ela sabe que sua vida está correndo um grande perigo. É meia-noite, e tudo o que pode fazer é tentar entrar em contato com o oficial do FBI, mas não precisa de telefone para isso. A menina possui poderes telepáticos e está fugindo de um bandido perigoso: seu tio, Abençoado Backman, que pode hipnotizar qualquer pessoa com apenas um olhar. Mas, antes de ajudar a pequena Autumn, Savich precisará se livrar de outra ameaça – uma adolescente com sede de vingança que não vai medir esforços para conseguir o que quer, mesmo que para isso seja necessário um derramamento de sangue.
O ancião que pulou a janela e desapareceu
de Jonas Jonasson
Está tudo pronto para a festa de seu centenário: o prefeito está lá, a imprensa está lá, toda a equipe do asilo, todos querem comemorar. O único problema é que Allan Karlsson não está nem aí para festa. Pular a janela e sair por uma road trip pela Suécia parece muito mais divertido. Ao acompanhar as desventuras deste senhor muito particular, em fuga de mocinhos e bandidos, vamos conhecendo melhor a história desse homem que presenciou algumas das mais inusitadas experiências e conheceu muitos dos personagens emblemáticos do século XX.
Um operário em férias
de Cristovão Tezza
Organizada por Christian Schwartz e ilustrado por Benett, Um operário em férias abriga cem crônicas de um dos mais importantes autores contemporâneos – Cristovão Tezza. A obra conta com textos sobre literatura, futebol, viagens e temas cotidianos.
Labirinto da palavra
de Cláudia Lage
Labirinto da palavra é uma coletânea de crônicas da conceituada autora Claudia Lage que aborda a escrita, o processo criativo, influências e voz narrativa, estantes e livros. Neste, a vida e obra se fundem, o meio, o início e o fim do escrever, as palavras ditas e não ditas. Leitura obrigatória não só para escritores, mas para todos aqueles apaixonados por literatura.
Muita gente crucifica os EUA como o país demônio que inventou o fast food. Acaba que todo mundo pensa que lá só se come hambúrguer e sorvete, bem parecido com o que rola com o Brasil, onde só se ouve samba, com todo mundo na praia, pegando um bronze… Normal.
Na minha última passagem por lá, notei que muita gente busca uma alimentação mais saudável. Seja na hora do almoço, devorando um senhor prato de salada (sem brincadeira, eram uns bowls gigantes) ou então fazendo compras nos farmer markets espalhados pela cidade. Só em Nova York eu conheci pelo menos dois. O mais legal desses markets é que eles oferecem um espaço onde as pessoas podem fazer lanches (naturebas, claro) depois de fazer as compras.
O Dallas Farmer Market é um desses lugares. É como se fosse o CEASA só que muito mais organizado e receptivo ao consumidor final. Daí que o “Ceasa de lá” criou uma campanha publicitária super bacana, brincando com os famosos lanchinhos calóricos que tanto amamos mas que em excesso acabam fazendo mal pro corpo.
A criação é da agência norte-americana Firehouse.
Via CTRL + PELS.
Missão difícil: degustar os maravilhosos cupcakes do Tales Yamaguchi pra resenhar no @gordelicias…. (at Gordelícias QG)
Mesmo com dor, com saudade, cansaço, preguiça… Tem sempre, SEMPRE o lado bom. Aquele abraço forte e aquela voz que diz “vai ficar tudo bem”… | ilustração by @jeremyville.
Esse Instagram agora é do Johm. Não tem jeito. Roeu o cabo da net, sobe em TODAS as cadeiras da casa e é nosso amor (meu e do @qmpedro) ❤❤❤ (at Casa do Velho e da Moça)
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