Estudante de Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo. Webdesigner freelancer, pesquisador do CNPq e coordenador do cineclube Cinema no Teatro.
Convocamos todos os amantes do cinema a participar do bloco de carnaval do projeto Cinema no Teatro. Você só precisa escolher uma fantasia inspirada em algum personagem do cinema, ou usar uma camisa de filme e cair na diversão.
O bloco sairá no dia 20, segunda-feira, e a concentração será na praça Mané Garrincha, às 16h. Traga a sua alegria e junte-se a nós!
Viva o cinema e viva o carnaval!
O Cinema no Teatro retoma as suas atividades nesta segunda, dia 13 de fevereiro de 2012, e em clima de carnaval traz aos seus espectadores um documentário sobre a vida e carreira da nossa eterna bombshell, Carmen Miranda. “Bananas is my Business” , dirigido por Helena Solberg, conta a extraordinária história da estrela brasileira que conquistou a imaginação e o coração do mundo.
Carmen Miranda: Bananas is my Business
Direção: Helena Solberg
Roteiro: Helena Solberg
Ano de lançamento: 1994
País de origem: Brasil
Depoimentos: Aurora Miranda, Caribé da Rocha, Aloysio de Oliveira, Synval Silva, Laurindo de Almeida, Cesar Romero, Alice Faye, Ted e Jeanne Allan, Rita Moreno, Cassio Barsante, Jorge Guinle, Raul Smandek
Documentário / 91min / Colorido
Sinopse:
Carmen Miranda, nascida em Portugal e criada no Brasil, foi uma artista de imenso talento. Já famosa na América do Sul, em 1939 ela é descoberta por Lee Shubert que a leva para os Estados Unidos, onde ela se torna “The Brazilian Bombshell”. Carmen Miranda permanece como a mais famosa brasileira a conquistar as telas do cinema. No entanto, para os norte-americanos era mais conhecida como uma figura caricata que carregava um enorme cacho de bananas na cabeça. O filme tenta resgatá-la dessa trama, devolvendo-lhe o que há de mais fundamental: sua identidade.
Trailer:
Exibição: dia 13 de fevereiro, às 19h, no Teatro Ferreira Gullar! ENTRADA FRANCA!
O Cinema No Teatro exibe hoje, dia 14 de novembro, a última sessão de 2011. O projeto entrará em recesso e retornará somente no ano que vem (divulgaremos aqui a data do retorno assim que for definida).
Para fechar as exibições do ano, será apresentado o documentário Um Lugar ao Sol, do diretor pernambucano Gabriel Mascaro. O filme reúne depoimentos de moradores de luxuosas coberturas de Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. O diretor conseguiu acesso aos moradores através de um curioso livro que mapeia a elite e pessoas influentes da sociedade brasileira. No livro, foram catalogados 125 donos de coberturas. Desses, apenas 8 cederam entrevista. O documentário oferece um rico debate sobre desejo, visibilidade, altura, status e poder. É um filme que reflete sobre a classe dominante brasileira e a verticalização das cidades, abordando o imaginário sócio-cultural de um grupo pouco problematizado na cinematografia nacional. (Meu Cinema Brasileiro)
Um Lugar ao Sol
Direção: Gabriel Mascaro
Roteiro: Gabriel Mascaro
Ano de lançamento: 2009
País de origem: Brasil
Documentário / 71min / Colorido
Sinopse:
Moradores de luxuosas coberturas de prédios de Recife, Rio de Janeiro e São Paulo abrem seus apartamentos para revelar anseios, desejos, reflexões, incertezas e medos e promover um debate sobre visibilidade, insegurança, status e poder. A partir de um livro que mapeia a elite brasileira, o diretor obteve acesso aos moradores das coberturas. No livro, estão catalogados 125 proprietários, dos quais apenas oito deram entrevistas.
Trailer:
Exibição: dia 14 de novembro, às 19h, no Teatro Ferreira Gullar
O Cinema no Teatro exibe, no dia sete de novembro, três documentários produzidos no Maranhão e Mato Grosso do Sul. Rainhas de Raíz, dirigido por Rebeca Alexandre, retrata o papel da mulher nas manifestações de cultura popular de São Luis do Maranhão. Um Dia na Gleba, de Yara Medeiros, mostra o universo da família de um sanfoneiro que vive em assentamento de sem-tetos em Campo Grande. Camelo, com direção de Antônio Fabrício, aborda o cotidiano das pessoas que tem a bicicleta como único, ou principal, meio de transporte em Imperatriz.
Rainhas de Raíz
Argumento e Direção: Rebeca Alexandre
Roteiro: Rebeca Alexandre e Carolina Libério
Direção de Imagens: Beto Pio
Fotografia, edição e montagem: Beto Pio e Carolina Libério
Trilha de Abertura: Rodrigo Sencial
Trilha de Enceramento: Célia Sampaio
Entrevistadora: Rebeca Alexandre
Produção: Beto Pio, Carolina Libério, Cris Campos, Ramúsyo Brasil e Rebeca Alexandre
Sinopse
O Vídeo Rainhas de Raíz retrata o papel da mulher nas manifestações de cultura popular de São Luis do Maranhão, particularmente nas Festas do Divino Espirito Santo, Tambor de Crioula, Bumba-meu-boi e Tambor de Mina. A projeção acontece à partir do olhar da própria mulher que faz a cultura popular, buscando mostrar que de um passado próximo para os dias atuais a mulher está ocupando maior espaço nas manifestações, reflexo de conquistas femininas na sociedade atual, participando de fazer a comida até dirigir e coordenar as brincadeiras, assunto esses de competência masculina antigamente.
Um Dia na Gleba
Duração: 31 min
Ano: 2000
Gênero: documentário
Direção, roteiro e imagens: Aline Duenha e Yara Medeiros
Orientação: Profº Drº Hélio Augusto Godoy de Souza
Sinopse:
Família de sanfoneiro que vive em assentamento de sem-tetos em Campo Grande (MS) fala das dificuldades para conseguir uma moradia e de seus sonhos. Eles abrem as portas de sua casa para mostrar um dia-a-dia repleto de amor e música.
Camelo
Direção: Antônio Fabrício
Ano de lançamento: 2011
País de origem: Brasil
Roteiro: Antônio Fabrício
Produção: Nice Rejane
Produção executiva: Renan Henrique e Cláudio Marconcine
Fotografia: Fernando Ralfer e Iuri Petrus
Assistentes de produção: Flávia Novais, Cláudia Novais, Mayara Alexandre e Ildenir Nunes
Som Direto: Tácio Pimenta e Antônio Fabrício
Trilha Sonora: Anderson Lima e Alexandre Ribeiro
Documentário / 22min / Colorido
Sinopse: Camelo é uma expressão popular para bicicletas, meio de transporte que faz parte do cotidiano de boa parte da população de Imperatriz, no Maranhão. Camelo é um documentário que propõe um recorte audiovisual na realidade de pessoas comuns, anônimos, estudantes e trabalhadores que têm a bicicleta como único, ou principal, meio de transporte. Estes personagens expõem suas perspectivas sob a cidade e as relações que a permeia.
Exibição: dia 07 de novembro, às 19h, no Teatro Ferreira Gullar
Em parceria com grupo de pesquisa DINTERSEX – Diálogos e Interseções em Sexualidade, da Universidade Federal do Maranhão, o Cinema no Teatro realiza, neste mês de outubro, quatro exibições que irão discutir a sexualidade nas suas mais diversas formas. Serão exibidos os filmes XXY, As Melhores Coisas do Mundo, Orações Para Bobby e Transamerica, que tratam, respectivamente, de temas como dilemas da sexualidade, sexualidade na adolescência, identidades sexuais e de gênero.
O objetivo da parceria do projeto Cinema no Teatro com o grupo DINTERSEX é estimular a discussão acerca de temas que ainda hoje são colocados de lado quando se fala em sexualidade.
O professor e coordenador do grupo, Dr. Jonas Alves, ressalta a importância de se discutir o tema através do cinema: “Sexualidade faz parte da vida, da constituição humana, das relações sociais. Cinema é a reconstituição da vida, a decantação da alma humana, a reflexão e a crítica da sociedade. Quando cinema e sexualidade se juntam, vêm à tona os enigmas dos desejos, as incoerências sociais, a força da intolerância. Os filmes que participarão do mês da sexualidade esquadrinham os limites da sexualidade, colocando em xeque nossas certezas, nosso senso de normalidade e nossos próprios preconceitos”.
As exibições, como de costume, serão seguidas de um debate sobre o filme, que na ocasião, será mediado por professores e alunos do grupo. São abertas à toda a comunidade e a entrada é franca.
Encerrando as exibições de outubro, o Cinema no Teatro traz o filme Transamerica, produção indepente com roteiro e direção de Duncan Tucker. O filme conta a história de uma mulher transsexual chamada Bree que, uma semana antes de fazer a cirurgia genital, descobre ter um filho de 17 anos que precisa de ajuda. Sua psicóloga proíbe que ela se submeta à cirurgia sem resolver esse assunto, por isso Bree viaja para Nova Iorque para encontrar o garoto. O filme recebeu duas indicações ao Oscar e levou o Globo de Ouro na categoria Melhor Atriz Principal (Felicity Huffman).
Transamerica
Direção:Duncan Tucker
Roteiro:Duncan Tucker
Ano de lançamento: 2005
País de origem: EUA
Elenco: Felicity Huffman, Kevin Zegers, Fionnula Flanagan, Elisabeth Peña, Graham Greene, Burt Young, Carrie Preston, Verida Evans, Jon Budinoff
Drama / 103min / Colorido
Classificação indicativa: 16+
Sinopse:
Bree Osbourne (Felicity Huffman) é uma orgulhosa transexual de Los Angeles, que economiza o quanto pode para fazer a última operação que a transformará definitivamente numa mulher. Um dia ela recebe um telefonema de Toby (Kevin Zegers), um jovem preso em Nova York que está à procura do pai. Bree se dá conta de que ele deve ter sido fruto de um relacionamento seu, quando ainda era homem. Ela, então, vai até Nova York e o tira da prisão. Toby, a princípio, imagina que ela seja uma missionária cristã tentando convertê-lo. Bree não desfaz o mal-entendido, mas o convence a acompanhá-la de volta para Los Angeles.
Trailer:
Exibição: dia 31 de Outubro, às 19h, no Teatro Ferreira Gullar
Na penúltima exibição de outubro, o Cinema no Teatro traz o filme Orações Para Bobby, produzido originalmente para a TV norte-americana e baseada em fatos reais, a produção é inspirada no livro “Prayers for Bobby: A Mother’s Coming to Terms with the Suicide of Her Gay Son“, de Leroy Aarons. Conta a história de Bobby, adolescente homossexual de 16 anos, que, diante da pressão psicológica, preconceito da família e intervenções religiosas, acaba se suicidando aos 20 anos de idade.
Orações Para Bobby
Direção: Russell Mulcahy
Roteiro: Leroy F. Aarons
Ano de lançamento: 2009
País de origem: EUA (TV)
Elenco: Sigourney Weaver, Ryan Kelley, Henry Czerny, Dan Butler, Austin Nichols, Carly Schroeder, Shannon Eagen
Drama / 89min / Colorido
Classificação indicativa: 14+
Sinopse:
Mary (Sigourney Weaver) é uma cristã devota que segue à risca as doutrinas de sua Igreja. Quando seu filho Bobby (Ryan Kelley) revela ser homossexual, ela passa a submetê-lo a terapias e ritos religiosos com o intuito de “curá-lo”. No entanto, Bobby não suporta a pressão e se atira de uma ponte, encerrando sua vida aos vinte anos de idade. Depois desse fato, Mary descobre um diário de Bobby e passa a entender de fato o que se passava na mente dele. Também buscando respostas na religião, Mary passa a interpretar de outra forma os textos bíblicos, passando a acreditar que a homossexualidade não é condenável, tornando-se uma ativista dos direitos dos homossexuais.
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Exibição: dia 24 de outubro, às 19h, no Teatro Ferreira Gullar
No dia 17 de outubro, o Cinema no Teatro exibe o filme As Melhores Coisas do Mundo, produção nacional da diretora Laís Bodanzky e com roteiro de Luiz Bolognesi. O filme se passa num colégio em São Paulo, e narra o período de um mês da vida de “Mano”, um jovem que vive os altos e baixos da adolescência. O filme ganhou oito Calungas no Festival do Recife, sendo o filme mais premiado do festival.
As Melhores Coisas do Mundo
Direção: Laís Bodansky
Roteiro: Luiz Bolognesi
Ano de lançamento: 2010
País de origem: Brasil
Elenco: Caio Blat, Paulo Vilhena, Denise Fraga, Zé Carlos Machado, Gustavo Machado, Fiuk, Francisco Miguez, Gabriela Rocha, Gabriel Illanes, Júlia Barros, Anna Sophia Gryschek
Drama / 103min / Colorido
Classificação indicativa: 14+
Sinopse:
Mano (Francisco Miguez) é um adolescente de 15 anos. Ele está aprendendo a tocar guitarra com Marcelo (Paulo Vilhena), pois deseja chamar a atenção de uma garota. Seus pais, Camila (Denise Fraga) e Horácio (Zé Carlos Machado), estão se separando, o que afeta tanto ele quanto seu irmão mais velho, Pedro (Fiuk). Sua melhor amiga e confidente é Carol (Gabriela Rocha), que está apaixonada pelo professor Artur (Caio Blat). Em meio a estas situações, Mano precisa lidar com os colegas de escola em momentos de diversão e também sérios, típicos da adolescência nos dias atuais.
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Exibição: dia 14 de outubro, às 19h, no Teatro Ferreira Gullar
No dia 10 de outubro, o Cinema no Teatro exibe o polêmico filme XXY, produção argentina da diretora Lúcia Puenzo, que trata da difícil relação de Alex, um adolescente hermafrodita, com o mundo ao seu redor, que o vê como uma menina. O filme foi vencedor do Prêmio Goya de melhor filme hispano-americano.
XXY
Direção: Lúcia Puenzo
Roteiro: Lucía Puenzo
Ano de lançamento: 2007
País de origem: Argentina
Elenco: Ines Efron, Ricardo Darin, Valeria Bertucelli, Germán Palacios, Carolina Pelleritti, Martin Piroyansky, Guillermo Angelelli, César Troncoso, Jean Pierre Reguerraz
Drama / 86min / Colorido
Classificação indicativa: 16+
Sinopse:
Alex (Inés Efron) nasceu com ambas as características sexuais. Tentando fugir dos médicos que desejam corrigir a ambigüidade genital da criança, seus pais a levam para um vilarejo no Uruguai. Eles estão convencidos de que uma cirurgia deste tipo seria uma violência ao corpo de Alex e, com isso, vivem isolados numa casa nas dunas. Até que, um dia, a família recebe a visita de um casal de amigos, que leva consigo o filho adolescente. É quando Alex, que está com 15 anos, e o jovem, de 16, sentem-se atraídos um pelo outro.
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Exibição: dia 10 de outubro, às 19h, no Teatro Ferreira Gullar
O Cinema no Teatro exibe, no dia 03 de outubro, o documentário Janela da Alma, dirigido por João Jardim e Walter Carvalho, com a participação de grandes nomes como José Saramago, Wim Wenders, Hermeto Pascoal, Antônio Cícero.
Janela da Alma
Direção: João Jardim, Walter Carvalho
Roteiro: João Jardim
Ano de lançamento: 2002
País de origem: Brasil
Elenco: Depoimentos : Hermeto Pascoal, Manoel de Barros, Marieta Severo, José Saramago, Oliver Sacks , Wim Wenders, entre outros.
Documentário / 73min / Colorido/PB
Classificação indicativa: LIVRE
Sinopse:
Dezenove pessoas com diferentes graus de deficiência visual, da miopia discreta à cegueira total, falam como se vêem, como vêem os outros e como percebem o mundo. O escritor e prêmio Nobel José Saramago, o músico Hermeto Paschoal, o cineasta Wim Wenders, o fotógrafo cego franco-esloveno Evgen Bavcar, o neurologista Oliver Sacks, a atriz Marieta Severo, o vereador cego Arnaldo Godoy, entre outros, fazem revelações pessoais e inesperadas sobre vários aspectos relativos à visão: o funcionamento fisiológico do olho, o uso de óculos e suas implicações sobre a personalidade, o significado de ver ou não ver em um mundo saturado de imagens e também a importância das emoções como elemento transformador da realidade se é que ela é a mesma para todos.
Trailer:
Exibição: dia 03 de outubro, às 19h, no Teatro Ferreira Gullar