Nayara Duarte

eterna inquieta. blumenauense criada em Brusque, ex-moradora de Londrina, radicada em Curitiba. bacharel em Comunicação Social habilitação Relações Públicas pela Universidade Estadual de Londrina. web writer. social media researcher e trendhunter. lomographer. shopaholic em rehab. casada (há mais 4 anos). geek. wayfarer. indie rocker. mac lover ?. autora do blog lacosetachas.wordpress.com (nayduarte.net).

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January 26, 02:30 PM

Já se passaram mais de 2 meses desde a última vez que atualizei o blog, e apesar de ter sumido, não foi por falta de novidades. A verdade é que o final de ano e o meu aniversário sempre me deixam mais introspectiva… tanto que acabei preparando alguns posts que ficaram salvos nos drafts por pura falta de vontade de compartilhar as coisas.

E já que não postei desdo final do ano… ele é sempre meio tumultuado pra quem trabalha em agência, e o meu mais uma vez não foi muito diferente. Entrei de férias no dia 16 de dezembro, mas acabei ficando em Curitiba até o dia 20 porque já tinha agendado uma consulta com o alergista no começo do mês, e quando soube a data das férias não consegui adiantar a consulta. É mais ou menos sobre isso o primeiro post de 2012.

Pra quem não sabe, desde outubro do ano passado estou fazendo imunoterapia. Depois de pelo menos 6 anos sofrendo com uma rinite DO MAL, que me fez parar no hospital inúmeras vezes e engordar uns 8 quilos por causa dos corticoides que tomava pra controlar as crises (cada vez mais frequentes), resolvi “investir” em mim. É, investimento, porque essas vacinas não são nem um pouco baratas e é um tratamento longo, mas tenho que admitir que mesmo no começo, os resultados já são bem perceptíveis.

Sou alérgica desde que me entendo por gente, mas por algum motivo que não consigo explicar, a coisa só piorou depois que sai da casa dos meus pais, ou seja, depois dos 19 anos. E o mais bizarro de tudo, as maiores crises que eu tive foi enquanto estava lá, visitando eles.

Já tinha ido nuns 4 alergistas diferentes nesse período, e todos os exames davam basicamente o mesmo resultado: sou MUITO sensível a ácaros e um tanto sensível a pólen (de grama!). Coisas perfeitamente evitáveis, só que não. Sempre me indicavam fazer a tal da imunoterapia com vacinas, mas até bem pouco tempo atrás a única opção disponível era injetável, o que atrapalhava bastante.

Em Londrina, fui numa alergista que sugeriu o tal tratamento, sendo que eu teria que ir todos os dias de manhã até na clínica pra uma enfermeira aplicar a vacina, durante os 6 primeiros meses. E claro, além de pagar pela vacina teria que pagar por toda essa infra-estrutura. Por falta de verbas e pelas dificuldades de locomoção optei por continuar com os corticoides.

Só que eles serviam mais pra controlar as crises (e me deixar inchada) do que resolver o problema. E acordar (ou não dormir?) com os olhos inchados, nariz trancado… enfim, quem já teve alergia sabe como é esse sofrimento. Já tava me conformando com a ideia de fazer o tal tratamento e tomar injeções diárias quando fui procurar mais um médico que falou das tais vacinas sublinguais, que eu poderia guardar em casa (na geladeira!) e aplicar por conta própria.

Estou no meio do terceiro vidrinho (cada um dura mais ou menos um mês) e os resultados tem sido bem satisfatórios, meu nariz tá menos inchado, sinto mais cheiros e respiro infinitamente melhor. Acho que fiquei tanto tempo alérgica que nem lembrava mais disso. Mas como nem tudo é um mar de rosas… a cada troca do vidro (por um de concentração maior) sofro bastante com sono, cansaço, dor-de-cabeça (e um consequente mal-humor). Espero que ao longo desses 3 anos de tratamento esses sintomas sejam amenizados, mas só de dormir melhor no resto do tempo já fico aliviada.

Fora isso a vida segue…

Dia 20 de dezembro fui pra Brusque, onde fiquei por uma semana na casa dos meus pais (incluindo o Natal, que no meu caso é sempre uma mega reunião da minha família materna no dia 24 à noite e um almoço – que esse ano foi bem bacana – com a minha família paterna no dia 25!), e de lá fui pro norte do Paraná (Londrina e Cornélio Procópio), onde passei uns dias com os pais do Rafael. Voltei pra Curitiba no dia primeiro, dia 2 completei 26 anos de vida e dia 3 voltei a trabalhar.

Ah, no final do ano o Rafael passou no mestrado de design da UFPR, e em breve ele vai largar o emprego pra voltar a ser estudante-bolsista e freelancer, o que quer dizer que vou ter um marido dono de casa!

O ano mal começou (ok, janeiro já tá quaase acabando!) e eu já tô na correria, mas vou tentar voltar postar uns looks mais inspirados aqui de vez enquanto (e postar mais sobre a vida também…).


November 19, 07:30 PM

Mais uma boa descoberta curitibana! Não sei se tá muito na cara, mas sou uma pessoa bem urbana, dessas que curtem sair andando pela cidade pra descobrir cada cantinho dela, especialmente os que não estão nos guias turísticos. Tem gente que curte praia, tem gente que curte mato, eu gosto mesmo de cidades. Além disso, me considero completamente movida pela curiosidade. Tenho uma séria dificuldade em manter meu foco em apenas uma área do conhecimento, e não é a toa que fui acabar trabalhando com planejamento e pesquisa em uma agência digital. Comunicação, cibercultura, moda, arquitetura e arte são só uma parte dos meus muitos interesses.

Depois dessa breve apresentação, fica mais fácil entender porque ando tão fascinada por alguns movimentos arquitetônicos modernistas, como o funcionalismo da Bauhaus e a arquitetura orgânica do Frank Loyd Wright e lendo bastante sobre eles. Claro que nesse caldeirão de referências, o modernismo brasileiro ocupa um espaço bem especial no meu coração. Já demonstrei um pouco desse interesse aqui, naquele post que fiz em Londrina no começo do ano, onde falei do Vilanova Artigas, um importante arquiteto modernista nascido em Curitiba que projetou alguns prédios bem bacanas praqueles lados.

É dele também o projeto dessa casa, construída em 1953 na Rua da Paz aqui em Curitiba, onde hoje funciona uma instituição privada sem fins lucrativos que divulga a obra do Vilanova Artigas e promove ações em prol dos conhecimentos de arquitetura (mais infos no link). Na casa, que é aberta a visitação aos sábados, rola também uma livraria e um café bem simpático. Não é muito divulgada mas pra quem curte essas coisas vale muito a pena conhecer!

Pro passeio, que incluiu uma voltinha e almoço no Mercado Municipal (que fica ali perto!) antes, look cinza com bolsa colorida, bem a minha cara. Alguém ainda aguenta ver essa bolsa Marc Jacobs Special Items e essa sapatilha da Santa Lolla aqui? O shortinho é novo, da coleção da Carina Duek pra C&A! Ele é de couro fake, curtinho, veste bem e foi difícil resistir. Já sabia que ia querer desde que vi o lookbook da coleção, e fiquei bem triste de não encontrá-lo na loja do Mueller na quinta! Daí sexta fui na loja do calçadão e bingo! Lá estava ele… gostei de outras peças também, mas resisti bravamente e mantive o foco no shorts, que sei que vou usar bastante assim mesmo, com meia-calça, porque é quase impossível sair sem ela aqui em Curitiba, mesmo no verão.

A regata podrinha cinza é da primeira coleção da Gisele Bündchen pra C&A (comprada em liquidação!), blusa de lã da C&A guerreira (da época de Londrina ainda!) e jaqueta perfecto comprada numa loja de pontas de estoque que rola no centro de Curitiba. Não lembro o nome da loja, mas fica naquela ruazinha da frente do Shopping Metropolitan! Volta e meia tem algumas coisas bacanas ali, vale o garimpo!


November 15, 04:44 PM

15 de novembro e continua fazendo frio em Curitiba. Como lidar?

Fiquei por aqui no feriadão porque trabalhei ontem. Sim, trabalhei. Vida de agência no fim de ano significa projetos pra serem finalizados dentro do prazo e muita correria, o que quer dizer, sem feriado emendado pra você, fia. Até queria xingar muito os clientes que fazem isso com a gente no Twitter (haha), mas além de ser contra as regras do bom uso das mídias sociais, choveu o feriado inteiro mesmo, então não sei se queria ter viajado anyway. E graças a esse clima maravilhoso (só que ao contrário), não consegui concluir metade dos meus projetos em casa (chuva e frio dão preguiça, saca?), então ter trabalhado ontem nem fez tanta diferença mesmo. Desconfio, no fim das contas, que eu só ia ter dormido mais. Mais do que já dormi.

Daí que hoje, na tentativa de sair um pouco de casa, fomos conhecer a nova Rua 24h. Aquela famosa, que foi fechada logo depois que fui embora daqui em 2005 e reaberta semana passada. Eu sempre passava por ali naquela época, já que fiz cursinho no Dom Bosco da Emiliano que fica exatamente nos fundos. Ela ainda era charmosa apesar de bem abandonada, os pontos comerciais eram ultra decadentes e o lugar não era considerado nem um pouco seguro. Apesar desse tempo todo fechada, acho que a reforma valeu bastante a pena: a rua tá linda toda branca e iluminada, mesmo com quase todos os pontos comerciais ainda fechados.

Espero que o lugar volte (logo!) a ser ponto turístico importante, afinal é um dos símbolos do mobiliário urbano da cidade, junto com a estufa do Jardim Botânico, a Ópera de Arame e até as estações-tubo do biarticulado. Pra quem não conhece essa história e é curioso, vale a pena dar uma pesquisada no Google. Mobiliário urbano é considerada uma parte importante da personalidade de qualquer cidade e Curitiba soube construir isso muito bem, pena que foi largando aos poucos… Uma curiosidade engraçada sobre a rua e eu, é que meu irmão visitou Curitiba com o colégio antes de mim (acho que ele tava na quinta-série ou algo assim, foi no ano que ele mudou de colégio, o único em que um de nós dois não estudou no São Luis), e uma das lembranças que ele levou pra mim foi um cartão-postal da tal Rua 24h, que ficou pra sempre guardada na minha memória. Cada vez que vou lá lembro desse cartão, que tinha o desenho dos arcos e das luminárias de bolinha! Enfim, um lugar pra ser admirado.

Pra enfrentar o vento gelado, nada melhor que um sobretudo pesado de lã. É uma dessas peças básicas no guarda-roupa de quem mora em lugar gelado que muitas vezes as pessoas tem medo de investir porque custa caro, mas acreditem, vai salvar você em muitas situações! O que usei hoje é da Seiki, e apesar de não ser 100% lã (é uns 70%) é super quientinho. Acho que se tivesse que escolher um único casaco do meu guarda-roupa inteiro seria ele!

Por baixo, vestidinho florido com gola Peter Pan de renda comprado na última liquidação da Zara (pechincha!) que eu acho muita fofura, meia calça fio 40 + meia 3/4 preta e bota Santa Lolla. A bolsa é BDG (comprada na Urban Outfitters) e me acompanha desde que fui pra Nova York ano passado. Ah, na primeira foto tô com um cachecol comprado na Renner, que também ajuda bastante quando faz frio e tá ventando na rua.

Então fica a dica: não é só porque tá frio que você tem que, necessariamente, sair socada de roupas! Pelo menos enquanto o problema maior for o vento gelado e não a temperatura (que no caso não tá tão extrema!), um bom sobretudo é suficiente pra manter o corpo quentinho. ;)


November 06, 05:38 PM

1. Lancôme Effacernes Waterproof (cor Porcelaine 1) 2. DiorSkin Forever (cor 020 - Beige Clair) 3. Neutrogena Healthy Skin Enhancer (cor 10 - Ivory to Fair) 4. Neutrogena SkinClearing Blemish Concealer

Como já compartilhei aqui, meu irmão foi pra Nova York no começo de novembro estudar inglês, num programa bem parecido com o que fiz em maio do ano passado, e emendou a viagem com uma semana de férias em San Diego, onde tá morando um amigo de infância dele. Foram uns bons meses de espera até a viagem em si, e mais 5 semanas até ele voltar, mas eis que ele finalmente colocou os pés no Brasil nesse final de semana, e eu, quase nada ansiosa, fui até Brusque resgatar as minhas encomendas!

Acho meio sem noção quando alguém vai viajar (principalmente pessoas que não costumam viajar muito) e te pedem pra trazer um milhão de coisas, mas pelo menos nesse caso a relação é bem diferente! Todas as (poucas) vezes que fui pro exterior trouxe encomendas pro meu irmão, tênis, perfumaria, eletrônicos… e trouxe de boa, então admito que não tive muito pudor (além das restrições orçamentárias!) pra escolher as coisas que queria. A maior preocupação foi reunir as coisas do mínimo de lojas possíveis, pra não atrapalhar nenhum dos roteiros dele, por isso nada de Rick’s ou MAC na lista. Todas as coisas que tão nesse post vieram ou da Sephora ou da Duane Reade, que quem conhece Nova York sabe que tem por todos os cantos.

Pra facilitar ainda mais, montei uma listinha com a descrição de cada ítem, onde ele iria encontrá-los (já que essas lojas trabalham com “corners” das marcas) e qual era a cor que eu uso. Na verdade essa é a parte mais fácil, já que a minha cor tem uma tendência absurda de ser sempre “a mais clara“.

Dentro de todas as restrições e da minha clara preferência atual por gastar a verba disponível com bugigangas geek, é bom deixar claro que essa listinha incluiu quase só coisas que eu amo muito e que já tavam pelas últimas aqui em casa. Por isso é, além de uma lista de encomendas, uma lista de básicos que eu amo, e é por isso que vou contar um pouco da história de cada um deles na minha vida.

Uso o Effacernes (1) faz séculos desde 2009. É meu corretivo favorito ever pra área dos olhos, e depois dele nunca mais consegui me adaptar com nenhum outro. O que eu tinha e tá acabando é o tradicional, o que ele trouxe é o Waterproof, testei hoje e já tô amando muito (mais). Na real, achei ele bem melhor, não sei se o meu tá meio velho já, mas essa versão nova parece mais líquida e fácil de espalhar.

A DiorSkin Forever (2) é sem comentários, esse é meu terceiro vidro dela (quarto de base da Dior, já que tive uma Nude também – mais sobre elas aqui) e vou continuar comprando eternamente. Embora morra de vontade de experimentar a Lumière da Chanel e a Teint Miracle da Lancôme, acho esse tipo de base muito cara pra arriscar, por isso vou continuar de Dior.

E já que ela é tão cara, pra não desperdiçar dinheiro, no dia a dia vou de Healthy Skin Enhancer da Neutrogena (3). Essas duas são o meu quarto e quinto tubinho desse 3 em 1, que, junto com o Neutrogena SkinClearing Blemish Concealer (4) me faz chorar por não ter a linha de maquiagem da Neutrogena no Brasil. Essa canetinha ali, como o nome diz, é um corretivo pra quem sofre muito com espinhas. Além de disfarçar ajuda a diminuir o inchaço e secar as malditas, e como já usei um inteirinho antes, posso garantir: funciona de verdade!

5. Refil pro Neutrogena Wave

Outra coisa da Neutrogena que eu amo muito é o Wave, esse aparelhinho que veio na minha mala ano passado. Meus refis duraram bastante e acabaram recentemente, então aproveitei a trip do Nicolas pra renovar o estoque também. Embora o meu aparelho não seja a versão mais moderna do Wave (que fiquei bem curiosa pra testar), faz um trabalho bem digno na hora de manter a pele limpa e ajudar a combater os malditos cravinhos. Espero que esses dois pacotinhos de refil durem uns bons meses, porque não é tão fácil assim encontrar os benditos refis na internet!

6. Make Up For Ever Duo Mat - Powder Foundation (cor 200 - Beige Opalescent)

E por último, a única a encomenda que pedi por curiosidade/necessidade sem nenhum conhecimento prévio! Como a cobertura do Healthy Skin Enhancer não é lá aquelas coisas, precisava de um pó mais power pra dar conta da minha pele. Já tive um Studio Fix da MAC uns dois anos atrás, mas super fazia minha pele explodir de cravos, num nível assim, monstruoso, além de só deixar ela ainda mais oleosa. Resumindo, foi uma experiência caótica. Por isso pensei em comprar a Pureness, da Shiseido, mas não achei no site da Sephora. Eis que fui pesquisar outras opções de pó-base e acabei na MUFE. Nunca experimentei nada da marca, mas sei que muita gente ama, e por 32 dóletas achei que o Duo Mat valia o investimento. Quero usar mais pra dar um veredito justo (principalmente por causa dos meus problemas com cravos e espinhas – minha pele é mega sensível), mas as primeiras impressões foram bem boas.

E é isso aí. Consegui fazer uma lista super contida, né?


Profile

Researcher / Planner at Midiaweb Inteligência Interativa
Internet | Curitiba Area, Brazil, BR

Experience

  • Jun 2011 - Present
    Planner / Midiaweb Inteligência Interativa

Education

  • 2011 - 2012
    FAE Business School
    Postgrad in Business with emphasis in Digital Marketing
  • 2006 - 2009
    Universidade Estadual de Londrina
    B.A. in Communication / Public Relations
  • KIC (Kaplan International Center) New York - East Village
    English for Business

Additional Information

Interests:
content marketing, branded content, webwriting, seo, coolhunting, social media, lomography, analog photography

Posts

The Power of Introverts: A Manifesto for Quiet Brilliance

(…)

In our society, the ideal self is bold, gregarious, and comfortable in the spotlight. We like to think that we value individuality, but mostly we admire the type of individual who’s comfortable “putting himself out there.” Our schools, workplaces, and religious institutions are designed for extroverts. 

(…)

Many introverts feel there’s something wrong with them, and try to pass as extroverts. But whenever you try to pass as something you’re not, you lose a part of yourself along the way. You especially lose a sense of how to spend your time. 

(…)

This also leads to a lot of wrongheaded notions that affect introverts and extroverts alike. Here’s just one example: Most schools and workplaces now organize workers and students into groups, believing that creativity and productivity comes from a gregarious place. This is nonsense, of course. From Darwin to Picasso to Dr. Seuss, our greatest thinkers have often worked in solitude, and in my book I examine lots of research on the pitfalls of groupwork. 

(…)

When you’re working in a group, it’s hard to know what you truly think. We’re such social animals  that we instinctively mimic others’ opinions, often without realizing we’re doing it. And when we do disagree consciously, we pay a psychic price. The Emory University neuroscientist Gregory Berns found that people who dissent from group wisdom show heightened activation in the amygdala, a small organ in the brain associated with the sting of social rejection. Berns calls this the “pain of independence.”

(…)

One big one is the notion that introverts can’t be good leaders. According to groundbreaking new research by Adam Grant, a management professor at Wharton, introverted leaders sometimes deliver better outcomes than extroverts do. Introverts are more likely to let talented employees run with their ideas, rather than trying to put their own stamp on things. And they tend to be motivated not by ego or a desire for the spotlight, but by dedication to their larger goal.

(…)

daqui.

The Rise of the New Groupthink

“Studies show that open-plan offices make workers hostile, insecure and distracted. They’re also more likely to suffer from high blood pressure, stress, the flu and exhaustion. And people whose work is interrupted make 50 percent more mistakes and take twice as long to finish it.”

“Conversely, brainstorming sessions are one of the worst possible ways to stimulate creativity. The brainchild of a charismatic advertising executive named Alex Osborn who believed that groups produced better ideas than individuals, workplace brainstorming sessions came into vogue in the 1950s. (…) But decades of research show that individuals almost always perform better than groups in both quality and quantity, and group performance gets worse as group size increases. The “evidence from science suggests that business people must be insane to use brainstorming groups,” wrote the organizational psychologist Adrian Furnham. “If you have talented and motivated people, they should be encouraged to work alone when creativity or efficiency is the highest priority.”

“The reasons brainstorming fails are instructive for other forms of group work, too. People in groups tend to sit back and let others do the work; they instinctively mimic others’ opinions and lose sight of their own; and, often succumb to peer pressure.”

daqui.


Are you being innovative?

“some of the most innovative things are not new ideas, they’re just better processes. You create a better process by looking at what’s out there, figuring out what’s right and what’s wrong with it, and coming up with something new. The “idea” portion isn’t the most important thing; it’s about how you portray it.”

daqui.

curiositycounts:

New Year’s resolutions by designer Theresa Wozniak, reminiscent in style of Mico Toledo’s brilliant Music Philosophy project  (via)

ellensinger-harvelle:

girlargueswithtree:

unknowablewoman:

archiemcphee:

A Very Lovecraft Christmas!

Faced with the realisation that we suddenly had room enough to put up our own Christmas tree, I was initially at a loss when considering how to decorate it. We have no ornaments and the idea of shopping for them made me drowsy. I can’t remember what first brought to mind the image of a tree covered in tentacles (perhaps it’s best not to ask), but as soon as I envisioned it I couldn’t let go of the idea.

Using an artificial tree, blue string lights, silver garland, one plush Cthulhu (who has been silently biding his time in my home for years), approximately 50 Cthulhu Tentacles, and a little heady chanting (no one wants to upset the Great Old Ones), A Very Lovecraftian Christmas became a reality. I’m rather pleased with the results. Let’s hope the Old Ones are too.

Ph’nglui mglw’nafh Cthulhu R’lyeh wgah’nagl fhtagn.

CTHULHU

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