Nayara Duarte

eterna inquieta. blumenauense criada em Brusque, ex-moradora de Londrina, radicada em Curitiba. bacharel em Comunicação Social habilitação Relações Públicas pela Universidade Estadual de Londrina. web writer. social media researcher e trendhunter. lomographer. shopaholic em rehab. casada (há mais 4 anos). geek. wayfarer. indie rocker. mac lover ?. autora do blog lacosetachas.wordpress.com (nayduarte.net).

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May 19, 10:29 PM

Tudo bem que esse sábado foi “18 de maio” e não 16, mas não resisti à referência a música do Lagwagon que marcou a minha adolescência no título do post. Fazem uns 10 anos que todo ano, quando olho no calendário na data, lembro de um show deles que perdi em Balneário Camboriú lá por 2002! Bons tempos.

O look, aliás, é cheio de referências a essa época. Cresci e fiz muitos amigos indo em shows de hardcore (inclusive conheci o Rafael graças a isso!) e admito que esse passado influenciou grande parte do que eu sou hoje. Quando tô me sentindo triste e desanimada, ou precisando de um empurrão, acho que nada me empolga mais do que ouvir Hot Water Music (tenho um rascunho de post encaminhado sobre isso, aliás!), e naqueles dias que fico meio revoltada com o mundo sei que só Bad Religion salva.

Claro que meu gosto musical diversificou bastante com a tempo (só dar uma olhadinha no meu Last.FM pra comprovar isso), mas no fundo no fundo eu ainda gosto de me sentir aquela Nayara meio irônica (“espirituosa”, como um professor do colégio chamou uma vez) que não dava muita importância pro que os outros iam pensar. Ou ainda melhor, de ser aquela Nayara que gostava de fazer coisas inesperadas só pra sair do comum.

Não costumo comentar muito sobre essas coisas aqui, mas nas últimas passei por um processo seletivo de trainee meio tenso, cheguei até a última fase (depois de sete seletivas fiquei entre os 100 finalistas de quase 7 mil candidatos – eram 11 vagas) e foi impossível não me questionar sobre quem eu sou de verdade, até porque autoconhecimento é uma das competências avaliadas. Talvez em breve entre mais em detalhes (tenho pensando se vale a pena escrever sobre isso aqui), mas o fato é que se eu tivesse passado, sei que até o jeito que eu me visto teria que mudar. E apesar de gostar da ideia (já falei que gosto de mudanças, né?) de exercitar a criatividade em um trabalho mais formal, admito que sou bem apegada ao dresscode de agência!

E só pra marcar o fim desse processo seletivo (e o alívio de não precisar me preocupar em “formalizar” o guarda-roupa por enquanto!) fiz algo que eu estava almejando há algum tempo, e que não fazia porque tava no meio dessas dinâmicas: descolori e pintei as pontas do cabelo de turquesa!!!

Foi o grito de liberdade que eu tava precisando! Por mais que essa coisa de cabelo colorido esteja naquela lista de coisas que você não deve fazer quanto está mais perto dos 30 do que dos 20, não é algo que realmente importa pra mim. Pra quem não lembra, já tinha passado umas semanas (essas tintas desbotam super rápido!) com o cabelo rosa no começo do ano passado.

Mais uma vez fiz todo o processo em casa mesmo, misturando um pouco de tinta azul com a verde que serviu de base. Sei que o resultado não vai agradar todo mundo, mas assim como a versão rosa, me deixou bem feliz. Vai desbotar com o tempo e ainda não decidi o que vou fazer quando ficar sem paciência pra ficar retocando, mas enfim, vamos deixar pra pensar no que vem depois, depois.

Por enquanto vou aproveitar o cabelo colorido pra usar looks bem rockers como esse de hoje pra ir almoçar no Mercado Municipal e depois continuar o passeio de dona de casa no supermercado (mega programão de fim de semana, diz aí!).

Esse jeans skinny da Zara me lembra muito um da Triton que era minha marca registrada na adolescência (sempre ela!) pela carinha detonada. Sim, quando liberaram jeans no colégio (na oitava série!), eu já era rebelde sem causa e só usava jeans skinny e detonado. Usei tanto que uns anos atrás enjoei e até parei de usar, mas esse modelo é tão confortável que não resisti… Pra completar o look, meu velho companheiro da Nike (já apareceu em posts aqui e aqui), jaqueta de couro fake da coleção da Maria Filó para C&A, t-shirt básica de mescla cinza da Gap, scarf de caveiras (ainda chamam esses de McQueen inspired?) comprado numa dessas lojinhas de bijouteria genéricas por quinze reais, bucket bag da Renner (a mesma desse post) e relógio prata da Casio comprado no eBay (tô apaixonada por ele, pode?).

Apesar da combinação básica (tênis+jeans+jaqueta), a personalidade do look está nos detalhes. Adoro a versatilidade de combinar algumas peças-chave e não ter que me preocupar com muita coisa. Essa semana fez bastante frio em Curitiba, e se precisasse já tinha preparado um cardigã (daqueles já clássicos da Zara) pra usar por baixo da jaqueta. Com certeza não estragaria o visual e me deixaria ainda mais quentinha.


May 14, 12:23 PM

Pra não dizerem que eu sumi de novo, resolvi organizar um post com algumas fotos do meu Instagram contando um pouco da rotina (ou ausência dela!) nessas últimas semanas.  Como já passou um tempo que as coisas desse post aconteceram e eu não parei desde então, logo deve rolar uma parte 2.

Pra começar, minha despedida do povo do meu ex-emprego! Siiim, quase um ano depois, troquei de agência mais uma vez! Pra quem não tá acostumado com esses mundos da publicidade e da internet pode até parecer  incomum, mas é bem difícil encontrar pessoas que trabalhem na área paradas em um lugar só por um longo período de tempo!

No meu caso, essas mudanças frequentes tem a ver com querer aprender e encarar novos desafios, trocar de ares, um pouco de tédio que vai tomando conta… enfim, tudo junto misturado! A parte ruim é que depois de tantos meses convivendo diariamente com as mesmas pessoas você se apega e sabe que vai sentir muita falta. É difícil dar tchau, mas é sempre bom poder confraternizar com pessoas tão queridas! São elas que fazem tudo valer a pena.

Logo na sequência, viajei pra Brusque pra visitar a família no feriado do comecinho do mês. Rolou chuva, rolou trânsito, mas nem preciso esconder o quão delicinha é estar perto daqueles que mais me entendem, né? Tava precisando muito de colo, carinho e mimos dessa vez! Também aproveitei a viagem pra bater perna na FIP e rolaram uns achados bem bacanas! Vamos ver se consigo fotografar uns looks com eles. ;)

E já que estamos falando de achados, finalmente fui pega pela febre dos maxicolares! Eles são a maneira mais simples de deixar qualquer look básico mais arrumado, e esses dois das fotos são os mais usados do momento. O dourado com preto, meio parecido com aquele famoso da House of Harlow, veio direto da C&A, e o prata com branco é achado do eBay! Alias, fiquei tão empolgada com eles que já tem mais dois (maiores e mais chamativos) a caminho!!! eBay é amor. 

Outro xodó que eu não consigo mais viver sem é o tênis Miu Mius inspired da Santa Lolla! Morri de amores desda primeira vez que coloquei os olhos nele e não resisti ao apelo do acerto do trabalho antigo quentinho na conta. Trouxe pra casa e sério, assim como a sapatilha de caveira que eu não tirei do pé por um bom tempo (e que só dei um descanso porque ela já tá bem gasta, tadinha), foi uma ótima compra! Nada como um calçado mais estiloso pra dar um up nos dias preguiçosos, né? Tô cada vez mais devota da Santa Lolla, haha.

Do lado, minha galocha velha de guerra (resquícios da viagem pra NY em 2010!) me salvando em um daqueles dias de dilúvio curitibano. Ela já tá em vias de ser aposentada, mas se tudo der certo, vai ter que esperar mais um pouquinho porque a próxima vai ser uma Hunter!

E já que contei da mudança de emprego, uma das novidades que o emprego novo trouxe pra minha rotina foi um novo itinerário pras manhãs e fins de tarde. Sou meio exploradora urbana e, pelo menos por enquanto tô curtindo a oportunidade de conhecer melhor outras partes da cidade! É engraçado como as coisas mudam quando você supera os limites geográficos aos quais está habituada! Aliás, é bom mudar, né?


April 10, 08:43 PM

Dando sinal de vida de novo! Fico meio longe mas sempre volto, acho que já deu pra perceber, né? É meio complicado encaixar o blog na minha rotina cada vez mais atribulada, mas sendo algo que eu curto tanto fazer, também não consigo largar!

Indo logo pro interessa que ninguém mais aguenta esse meu lero-lero, fui passar o feriado de Páscoa na casa dos meus pais em Brusque e aproveitei a bagagem “reduzida” pra compartilhar o que carrego na mala nessas situações! Quando vou pra lá sozinha, é quase sempre de ônibus, ou seja, o ideal é levar o mínimo de coisas possíveis pra não ter muita bagagem pra carregar e se preocupar. Ao mesmo tempo, como não sei exatamente o que vai rolar (Vou dormir o feriado inteiro? Sair pra passear, almoçar ou jantar com a família? Rever amigos?), preciso garantir opções pra qualquer situação, e é aí que entra a prática de anos na estrada.

Com o kit aí de cima é possível se virar em qualquer situação – a não ser, claro, em cerimônias que exijam mais “pompa”, como casamentos e formaturas, para as quais eu sempre acabo levando mais coisas. É com esse kit, também, que me viro no dia-a-dia, apesar de que em casa, como boa viciada em maquiagem, tenho muito mais opções e me divirto mais nas produções.

Produtos de boca e bochecha: gloss Duda Molinos na cor Twin Peaks, batons Duda Molinos na cor 232 – Palê e o vermelhão da linha Intense Mate do Boticário (cor 330). The Multiple da Nars na cor Orgasm (embalagem meio detonada depois de um  tempo na bolsa, humpf!) e blush da NYX na cor Peach.

Olhos: MAC Fluidline Blacktrack (pretão básico!), paleta Champagne & Caviar da NYX (só com cores neutras!), máscaras de cílios do Boticário e da Clinique e entre elas o fixador/base pra sombras da NYX, delineador de caneta preto do Boticário, lápis retrátil preto do Boticário e lápis 24/7 da Urban Decay nas cores Zero e Stash.

Pele: base HD da Tracta (minha preferida pro dia-a-dia) e DiorSkin Forever (pra situações mais produzidas), corretivo Effacernes da Lâncome, iluminador/corretivo Touch Eclát YSL, pó-base da Make Up Forever (uso por cima da base HD da Tracta) e Mineralize Skinfinish da MAC (pra dar acabamento pra DiorSkin Forever).

Pincéis de viagem e retrátil da Sigma, um de delineador fininho da Sephora e outro de um outro kit da Sigma, curvex do Boticário e pinça Tweezerman.

E pra quem achou que é muita coisa, a maior parte dessas coisas viajou, dessa vez, nessa bolsinha da The Body Shop, que vem com os famosos e super cheirosos kits de viagem da marca. Já faz um tempão que o meu kit acabou mas a bolsinha continua na ativa!

Algumas coisas também vieram nessa nécessaire do Boticário, que é a que carrego na bolsa todo dia! Esses são os itens que estão sempre comigo e garantem uma make básica pra qualquer urgência.

E por último, alguns dos produtos que uso pra cuidado com o rosto (esses que vieram numa outra nécessaire junto com produtos de banho), mas que também são mega indispensáveis! Como dá pra ver já adotei a Eudora pra vida, o hidratante pro rosto (com filtro solar!) e o pra olhos já são substitutos porque os antigos estavam acabando (mas duraram horrores!). O sabonete pro rosto líquido que vira espuma do Boticário também é só amor, e o demaquilante da Eudora admito que comprei só pela embalagem linda, mas achei ele muito muito bom pra tirar maquiagem da área dos olhos. No resto do rosto eu acabo tirando com água e sabão mesmo.

Além desses, eu também uso toda noite o Differin 0,1% que não apareceu na foto e serve pra cuidar da acne zoada que insiste em aparecer. Apesar dos meus 26 anos ainda não adotei anti-idade pra vida exatamente por causa disso, hoje em dia tenho uma relação mais tranquila com as malditas, mas depois de ter me acertado com esses produtos tenho medo de que qualquer alteração. De vez em quanto, quando a rotina tá mais light, eu troco o hidratante e a base pelo Healthy Skin Enhancer da Neutrogena que tem retinol, e nos dias que sei que vou ficar mais tempo no sol uso um protetor solar (da Neutrogena!) com fator mais forte.

É essa minha relação de amor e ódio que me fez ficar tão chata, cuidadosa e exigente com tudo que passo no rosto, pode parecer uma mega frescura, mas só quem lutou anos com uma pele super sensível (o amado Studio Fix da MAC me deixa cheia de cravos, só pra citar um exemplo!) pra saber o quanto fico feliz de dizer que encontrei aqueles que realmente funcionam comigo pra fazer um post digno e cheio de elogios.


March 18, 06:07 PM

E Curitiba voltou a ser Curitiba! Depois de algumas semanas de calor e sol sem nem um pingo de chuva, temos finalmente uma cidade gelada (ok, por enquanto nem tanto) e cinzenta de volta. E adivinhem? A volta do clima fresco é também a volta dos looks do dia por aqui. Tô começando a achar que o calor é o principal culpado pela minha falta de inspiração, já que é só ficar mais fresco pra mim me animar pra sair mais “montada” de casa!

Ontem foi dia de comprar umas lembrancinhas de Páscoa pros meus pais e avós nesse lugar muito delícia que é a loja da Rose Petenuci no Pilarzinho. Já tinha ido lá dois fins de semana atrás conhecer e me acabar nos sorvetes artesanais e aproveitei que semana que vem vou pra Brusque pra antecipar as compras já que não sei ainda se vou de novo na Páscoa pra lá. Apesar de ter uma loja ali na Praça da Espanha também, acho que vale muito a pena conhecer a sede super charmosa dessa fábrica de doces, chocolates e salgados artesanais aqui em Curitiba. É muita coisa gostosa num lugar só… se eu não tivesse nessa fase barrinha de cereal e salada juro que tinha me acabado mesmo! Não é muito barato, mas é tudo tão gostoso que vale o preço.

Saindo da lojinha o Rafael me levou até o prédio da Reitoria da UFPR onde ele faz as aulas do mestrado pra bater umas fotos. Já falei aqui que gosto muito desses prédios modernistas, né? Aquela região central da cidade é cheia deles.

Pra combinar com o clima cinzento e fresquinho, durante esse passeio eu usei esse oxford Beth Bruno que comprei faz bastante tempo numa feira de sapatos direto de São João Batista – pólo calçadista catarinense – que acontece em Balneário Camboriú por uma pechincha, meia-calça preta fio 40 Lupo, saia e bolsa da Renner e cardigã Maria Filó para C&A (enfiei o pé na jaca e comprei esse cardigã, a jaqueta de “couro”preta e a camisa com estampa de prédinhos da coleção, que não gostei no lookbook mas achei super amor na loja! <3). Ah, e tinha uma blusinha branca básica por baixo do cardigã também.

Essa bolsa estilo “bucket bag” surgiu na minha vida no fim do ano passado, e eu uso muito, muito mesmo, por um motivo bem justo: ela nem parece tão grande, mas cabe o iPad ou a minha câmera dentro de boa e mais todas as tranqueiras que eu levo por aí. Também gosto um tantão dessa costura que meio que lembra art decó. Ainda está nas lojas, tem bege também e custa algo como R$89,90.

P.s: Todas as fotos foram batidas por mim e pelo Rafael usando a minha Canon T2i com lente 50mm f/1.8 e editadas usando o Photoshop (correção de cor e essas coisas no Macbook mesmo) e o aplicativo Diptic no iPad (pra fazer as montagens e colocar bordinhas!).


Profile

Content Strategist at Vogg
Internet | Curitiba Area, Brazil, BR

Experience

  • Apr 2012 - Present
    Content Strategist / Vogg

Education

  • 2011 - 2012
    FAE Business School
    Postgrad in Business with emphasis in Digital Marketing
  • 2006 - 2009
    Universidade Estadual de Londrina
    B.A. in Communication / Public Relations
  • KIC (Kaplan International Center) New York - East Village
    English for Business

Additional Information

Interests:
content marketing, branded content, webwriting, seo, coolhunting, social media, lomography, analog photography

Posts

The approach ignores the magic and the soul.
I understand the value of data and a rational approach to things like engineering. I would like someone who is designing an airplane to use a rational, data-driven, scientific, rigorous approach to understand how much weight that plane can hold. But in the same example, we find an obvious illustration of what happens when we only use an analytical approach. Flying sucks, and it sucks because it’s been engineered to death. Using Google is starting to be a lot like flying, probably because it’s being engineered to death. An emotional approach has value, because it provides things that are unexpected, sensual, poetic, and things that feel magical.

A/B Testing Ourselves To Death | Austin Center for Design

While I’m on the subject of EQ and IQ, this captures what I mean perfectly. The thing about engineering in general is that, when it comes to interfacing with real-world phenomena, we are creating models - effectively minimizing the guesswork of the physical world into something that works as a reasonable heuristic for behavior of manufactured artifacts. 

I hear too often about designing products, the idea that the virtual world allows us to shed some of these constraints, as code is a unique thing in that the idealized world is the production environment. This may be true, but, the minute we begin to interface with humans, we face a problem that requires heuristics and mystery. 

This is all well and good… until we realize that anytime we find ourselves innovating, there is no algorithm, and probably not a heuristic either. 

So, pivots are a curious thing. The problem with pivots is that we can’t measure everything. Emotion is not measurable. But even left with the things we can measure, we don’t know what to measure (i.e., what counts) - and figuring out where to look is part of this process. And to figure out where to look, we have to watch and observe something for long enough to really gain some new knowledge from it. 

(via ninakix)

shoutsandmumbles:

Just a thought that occurred to me this morning.

My title is Marketing, but I do not like to refer to myself that way. Marketing is an archaic term. To me, that is dead. Marketing with analytics, numbers, marketing research and focus groups and theories based in business aren’t as important….

shoutsandmumbles:

Originally posted on Moment’s blog.

For the last year (well, 10 months technically), I have been a marketer among designers. At Moment, we design digital products and I am not a designer; I was merely a design fangirl when I arrived here, but that’s taken on a whole new meaning now. Being among visual and experience designers everyday, ‘design thinking’ has permeated how I think about and approach marketing and everything it entails. The separation of those two worlds has become blurred in my mind as I absorbed tidbits of design know-how from my colleagues and apply them to marketing be that content strategy and creation or community management.

Lately, there has been a lot of talk about experiences. From the experience design of a specific product to the brand experience and all this has to be designed to. When it comes to considering to the marketing side of that experience, I find myself turning to the bits and pieces I’ve learned from my designer colleagues more and more. No doubt that ‘good design’ is subjective, but there are 3 aspects of good design that stand out to me, especially in relation to marketing: ease, utility, and longevity.

Ease: Keep it simple:
No one likes being confused; we just want to understand things. So it is sort of shocking how many products, experiences, services and more are so complicated and fussy. When I entered the ‘land of design’ (also known as Moment), I stumbled across Dieter Rams’ infamous words “Good design is as little design as possible.” You can see this motto in all his work, especially his Braun products, but those words have stuck and spread throughout, never losing their meaning: keep it simple. When it comes to designing digital products, John Devanney sums it up best; make a product that is perfectly featured, rather than fully featured. What are the features that really matter to the user, but also the product? Applying that to marketing, think about channels of communication. Consumers are saturated with information and choices for communication (Facebook, Twitter, Path, email, etc) and the old ‘everywhere at once’ method of marketing communication doesn’t work.

Utility: Make it work.
In the end, an idea is just that, an idea. It only means something if it actually makes it into the hands of the users. If a product serves a purpose, a utilitarian purpose (and yes, entertainment counts as a utility), it will have meaning.Utility in marketing is very similar, practically intertwined with the product experience. Whether it is creating useful content or providing a useful service, it’s all part of marketing now. Users and consumers are more sophisticated and knowledgeable; thus, you need to give them more. More does not mean adding features and flourishes, it means adding value in the form of utility.  The more value you can create, the more meaningful and lasting the relationship.

Longevity: Make it learnable.
Previously, I only really thought about that first use case of a product or the introduction to a brand, but after steeping in my colleagues’ know-how, there is more value in designing for the third use and all the uses that follow. So how can that apply to the branding and marketing world that I live in? It’s all about creating a lasting meaning or purpose for the consumer. It’s not just about making that initial connection, but maintaining it by thinking about the ‘repeated use’ of something such as content or even the relationship.

Coming up on a year, it is hard for me to see the separation between design and marketing as disciplines. While they could not be more different, they share the same target, the user, and are part of a holistic brand experience each aiming to create meaningful relationships.

You get ideas from daydreaming. You get ideas from being bored. You get ideas all the time. The only difference between writers and other people is we notice when we’re doing it.
Neil Gaiman (via amandaonwriting)

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