Leão, Elieser
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Profile
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- Sept 2011 - PresentSenior Software Engineer / Accentiv Mimética | Edenred
- Aug 2009 - Aug 2011Software Engineer / Odebrecht
- Jul 2008 - Aug 2011Software Engineer / Discover Technology
- Jul 2008 - Feb 2009System Analyst / Liberty Seguros
- Mar 2007 - Jun 2008Network Administrator / Grupo Arezzo SA
- Jun 2005 - Feb 2007.Net Senior Developer / CWI Software
- Sept 2004 - Jun 2005.Net Developer / Ws2
- Jul 2002 - Jul 2004Network Administrator / SPPS Provedora de Soluções
Education
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2003 - 2009Centro Universitário Feevale
Posts
Minhas considerações sobre o trânsito de São Paulo.
Como a maioria que lê esse blog deve saber, terça-feira passada (8 de dezembro de 2012, digo, 2009) houve o que podemos sutilmente chamar de CAOS em São Paulo. Caso você estava isolado em alguma ilha do Pacífico, São Paulo amanheceu embaixo dágua.
Como conseqüência disso, a Zona Norte da cidade ficou isolada e ninguém de lá conseguiu vir para a civilização.
Nesse mesmo dia, às 18:30, eram registrados incríveis 13 kilômetros de congestionamento. TREZE! Em um dia normal, esse número varia entre 150 e 200 kilômetros.
Concluímos que: o problema do trânsito se concentra TODO na Zona Norte.
Ou seja, implodam a zona supracitada e façam um “puxadinho” do Playcenter.
Abs.
O texto é grande, mas vale a leitura.
O empenho em analisar a determinação clara de objetivos causa impacto indireto na reavaliação dos conhecimentos estratégicos para atingir a excelência. Pensando mais a longo prazo, o fenômeno da Internet afeta positivamente a correta previsão do investimento em reciclagem técnica. Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como a percepção das dificuldades deve passar por modificações independentemente das condições financeiras e administrativas exigidas. O cuidado em identificar pontos críticos na adoção de políticas descentralizadoras estende o alcance e a importância dos modos de operação convencionais. Podemos já vislumbrar o modo pelo qual o entendimento das metas propostas é uma das consequências dos níveis de motivação departamental.
Não obstante, a competitividade nas transações comerciais estimula a padronização do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades. As experiências acumuladas demonstram que a necessidade de renovação processual pode nos levar a considerar a reestruturação do fluxo de informações. Caros amigos, o julgamento imparcial das eventualidades promove a alavancagem das diversas correntes de pensamento. A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com o surgimento do comércio virtual nos obriga à análise do remanejamento dos quadros funcionais.
Por conseguinte, o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos obstaculiza a apreciação da importância do levantamento das variáveis envolvidas. O que temos que ter sempre em mente é que a consolidação das estruturas apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. Evidentemente, o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação possibilita uma melhor visão global do sistema de participação geral. A prática cotidiana prova que a estrutura atual da organização acarreta um processo de reformulação e modernização da gestão inovadora da qual fazemos parte. No entanto, não podemos esquecer que a valorização de fatores subjetivos não pode mais se dissociar das direções preferenciais no sentido do progresso.
É claro que o início da atividade geral de formação de atitudes cumpre um papel essencial na formulação das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições. Assim mesmo, a contínua expansão de nossa atividade desafia a capacidade de equalização das regras de conduta normativas. É importante questionar o quanto a revolução dos costumes aponta para a melhoria dos procedimentos normalmente adotados. Todavia, a complexidade dos estudos efetuados exige a precisão e a definição dos índices pretendidos.
Desta maneira, a hegemonia do ambiente político oferece uma interessante oportunidade para verificação do orçamento setorial. Acima de tudo, é fundamental ressaltar que a crescente influência da mídia auxilia a preparação e a composição das condições inegavelmente apropriadas. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se a expansão dos mercados mundiais representa uma abertura para a melhoria de alternativas às soluções ortodoxas. Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que a consulta aos diversos militantes maximiza as possibilidades por conta do processo de comunicação como um todo.
No mundo atual, a mobilidade dos capitais internacionais facilita a criação das diretrizes de desenvolvimento para o futuro. A nível organizacional, o consenso sobre a necessidade de qualificação assume importantes posições no estabelecimento do retorno esperado a longo prazo. Do mesmo modo, o comprometimento entre as equipes prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes dos métodos utilizados na avaliação de resultados.
Gostaria de enfatizar que a constante divulgação das informações agrega valor ao estabelecimento das novas proposições. O incentivo ao avanço tecnológico, assim como o desafiador cenário globalizado garante a contribuição de um grupo importante na determinação do impacto na agilidade decisória. Percebemos, cada vez mais, que o novo modelo estrutural aqui preconizado faz parte de um processo de gerenciamento das formas de ação.
Neste sentido, o acompanhamento das preferências de consumo ainda não demonstrou convincentemente que vai participar na mudança de todos os recursos funcionais envolvidos. Por outro lado, a execução dos pontos do programa talvez venha a ressaltar a relatividade dos paradigmas corporativos.
Essa é a minha singela opinião sobre o caso. Espero que todos tenham entendido.
Abs.
Geysi tem 20 anos, carnes fartas e – suprema arrogância – gosta de si a ponto de usar um vestido vermelho e curto, deixando de fora um bom
naco das coxas generosas. E vai vestida assim para a escola, justificando-se:
- Depois da aula vou numa festa.
Convenhamos: não é de bom tom ir à aula de minissaia, qualquer que seja a cor, certo? Pode provocar tumulto. E foi exatamente o que
aconteceu neste ano de 2009 do novo milênio. Além de usar a minissaia, Geysi subiu a rampa que dá acesso às salas de aula… E alguém
sentiu-se incomodado com o vestido e as coxas da moça e falou para outro alguém, que também se incomodou. Outros alguéns compartilharam da
incomodação e começaram a xingar a moça, juntando mais gente e encurralando-a numa sala de aula da universidade Uniban, em São Bernardo, SP.
Foi necessário que a polícia fosse chamada para Geysi ser retirada do local em segurança, vestindo um jaleco branco sobre o vestido escandaloso.
Pelas cenas, calculei que umas 300 pessoas estiveram envolvidas na confusão. Tenho certeza de que pelo menos 270 estavam no tumulto pelo
tumulto. Queriam fazer algazarra, tirar fotos e participar da bagunça. Mas alguns estavam realmente irados e dispostos a dar um corretivo na
moça que ousou usar uma minissaia na escola.
O ser humano em grupo é um perigo. Perde o senso do ridículo, o medo, a capacidade de usar a lógica e é capaz de cometer as maiores
barbaridades. É assim com as torcidas organizadas, nas brigas na balada, e com aqueles grupos de jovens que destroem os orelhões.
Em grupo, somos irracionais.
E ali, dentro de uma universidade, local que tradicionalmente chama a si a vanguarda pelas “lutas democráticas”, assistimos a uma
demonstração de intolerância, brutalidade e estupidez como há muito não se via. Provavelmente a maioria dos “defensores da moral e bons
costumes” eram garotos e garotas que não veem mal em dançar aqueles funks com letras pornográficas, navegar por sites de sacanagem, dar
audiência para a mulher melancia – que mostra o útero em rede nacional de televisão – ou consumir algumas substâncias pra “ficar mais
alegre”. Essa gente tão liberal ficou zangada com o vestido da Geysi. E decidiu partir para a porrada.
E o Brasil conheceu a versão atualizada dos cara-pintadas: os neocaretas.
Parece que apenas um professor defendeu a garota. Ninguém mais. Até dá para entender: o medo de apanhar pode ter espantado os defensores
habituais… Mas e depois? Cadê as declarações estridentes daquelas ONGs que defendem a mulher? Cadê as ameaças daqueles grupos que se
mobilizam pelos direitos humanos? Cadê a pastoral do bairro? Ninguém se manifestou. Geysi está só.
Geysi Arruda é a Geni do novo milênio. Mas, diferente da Geni da música de Chico Buarque, não sofre preconceito por ser prostituta. O mal de
Geysi é ser loira. Ter olhos claros. Não ser miserável. Não ser negra. Não ser homossexual. Não ser bolsista pelo sistema de cotas.
O pecado de Geysi é não defender alguma bandeira “dos oprimidos”.
No Afeganistão, ela teria sido apedrejada.
Ainda chegaremos lá.
–
Esse é um texto que recebi hoje, escrito por Luciano Pires. O cara é foda! Vale a pena a visita ao site dele.
“How I wish you were here”…
Assim que começa o sentimento de te querer por perto em todos os momentos da minha vida. Você se tornou a pessoa que povoa todos os meus movimentos, as minhas palavras, as minhas ações. Você não tem noção do quanto isso me faz bem, me faz sentir renovado por algo que a muito tempo não sentia. Aliás, agora é mais forte… esquece!
A sensação que tenho é muito mais que meras medições infundadas.
Hoje eu vejo que o amor é algo que se tem ou não tem. Como um botão liga e desliga, que por sinal agora está ligado. Foi ligado por ti e vai ficar ligado para ti, pelo resto da vida. Consigo ter a certeza que isso é único, é só uma vez e é maravilhoso. Consigo me imaginar ao seu lado nesse momento, amanhã e em todos os futuros momentos da minha vida. Não que ela seja grande coisa, ela não é. Me tornei algo simplesmente por você cruzar ela aquele dia. Minha alma se enxeu de alegria e desde então cada dia que te conheço mais e mais tenho a vontade de te reconquistar, todo santo dia, pelo resto da vida se assim for possível.
A teu sorriso me contagia, teu cheiro me inebria… a tua beleza me deixa louco. Os teus olhos, eu tenho medo de ficar olhando diretamente para eles. Eles transmitem a leveza e sinceridade da sua alma, deixam transparecer tudo o que tu tem de mais belo por dentro e sendo assim sou fisgado e levado a um mundo onde tudo é perfeito, fácil, o que há de mais doce pode ser concretizado.
Nesses segundos, minutos, horas eu consigo esquecer que o mundo existe, consigo deixar tudo de lado e simplesmente viver um mundo onde só o que importa é o nosso amor. Só importa eu você e o que somos um para o outro. Meu coração está completo, eu me sinto totalmente completo ao seu lado. Aliás… coração? Oi?
Eu acordo pensando em ti…
Eu tomo café pensando em ti…
Eu almoço pensando em ti…
Eu trabalho pensando em ti…
Eu vou pra casa pensando em ti…
Eu durmo pensando em ti…
Eu sonho e me realizo te vendo aqui.
“Everything about you is so easy to love[...]“
Caso você esteve numa ilha deserta, estava sem internet por causa de Telefônica, ou simplesmente não sabe do que se trata, segue um vídeo auto-explicativo do “Project Natal” (para leigos: o novo super “controle” que a Microsoft vai lançar pro Xbox 360).
Agora você pensa: “Wow! Um contole SEM controle!”. Sim, meus queridos! Assim como no Wii, tu coloca um aparato em cima ou em baixo da televisão e ele identifica os movimentos. Teoricamente esses sensores saberão quem você é, sabe onde tu tá, “escaneia” suas pernas, braços, cabeça, voz e a partir daí você “entra” no jogo. Sem nada nas mãos! \o/
Tudo muito lindo, não?!
É lindo, sim! É maravilhoso! Aliás, a idéia é excelente! Dois grandes nomes da indústria estão trabalhando com o Project Natal. Um deles é o famoso Steven Spielberg, que ajudou a fazer o jogo “Boom Blox” e o Peter Molyneux, presidente da Lionhead Studios (meu empreendimento #76). Esse último apresentou o Milo, um garoto virtual que apresenta movimentos faciais BEM realistas e a jogadora interagia com ele e o resto todo. Segue outro vídeo.
Mas Leão, por que essa bagaça vai falhar miseravelmente?
Antes de mais nada eu sinceramente queria/quero que essa bagaça funcione lindamente. Sério! Seria uma revolução da indústria dos games. Imagine tudo de novo que poderia surgir, outras coisas que poderiam ser feitas. Um Street Fighter onde tu efetivamente tem que lutar com o personagem, ia ser lindo!!! Mas vamos a alguns fatos.
A tecnologia é baseada em evoluções, pesquisas de anos e anos e gastando milhões e milhões de dólares. No mundo dos games podemos traçar uma linha histórica, ver daonde vem algumas coisas. Observem: a Wikipedia diz isso sobre “joystick“:
O joystick surgiu originalmente como controle de aeronaves e elevadores. Sua invenção é originalmente atribuída ao piloto francês Robert Esnault-Pelterie, existindo também reivindicações históricas entre os pilotos Robert Loraine, James Henry Joyce e Sr. A. E. George. Esse último foi pioneiro ao voar em um pequeno avião em Newcastle, na Inglaterra em 1910.
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O primeiro joystick da Atari, desenvolvido para o Atari 2600, foi um dos primeiros joystick digitais, composto por um simples “fire button” [...]
O Atari 2600 foi lançado em 1977, 67 anos depois, usando uma “tecnologia” já encontrada a muito tempo em aviões mil vezes mais caros que um simples console de jogo para a população. O que aconteceu aqui foi uma simples miniaturização de um joystick, para um uso do simples lazer dos seres humanos comuns.
Vamos a algo mais recente e também revolucionário. O nosso amigo Wiimote que todos conhecemos e já colocamos na mão(ui!). Para identificar os movimentos ele utiliza simples acelerômetros e transmite essas informações para o console. Legal, não? Sim! Acelerômetros são usados a anos, tem uma tecnologia relativamente muito simples e de fácil interpretação. Algoritmos para trabalhar com isso são muito fáceis.
Saindo do mundo dos games, podemos citar as câmeras digitais de hoje. Sim, antes de elas surgirem para o público, os CCD‘s foram usados em projetos de milhões de dólares. O que você acha que é o Hubble?! Uma grande câmera digital em órbita, que foi pro espaço (no bom sentido) em 1990 depois de inúmeras pesquisas. Eram duas câmeras, cada uma com 4 CCD’s de 800×800 pixels para montar a imagem final. Hoje já não é mais isso, mas quem se importa?
Aí eu pergunto: quando você teve sua primeira câmera digital?! Quando um CCD chegou na sua mão?
Agora vamos ao que importa. O “Project Natal” vai se basear em 4 coisas independentes: uma câmera RGB, um sensor de profundidade, uma matriz de microfones e um processador especial rodando um software proprietário. Até aí tudo bem. Câmeras são largamente utilizadas hoje em dia, sensores de profundidade tem inúmeras utilidades no campo da engenharia. Matrizes de microfones são utilizadas na captação de som “surround” e processadores especiais todos já vimos serem utilizados em inúmeras aplicações (GPU’s, por exemplo).
Todos essas tecnologias funcionam lindamente quando utilizadas isoladamente, cada uma com a sua aplicação específica. Como voce pode observar no meu “comparativo evolutivo”, todas as coisas citadas foram feitas isoladamente e sem um “mashup” delas pra fazer uma coisa só. Eu só fico pensando nos algoritmos a serem desenvolvidos. Na leitura de cada um dos pixels da câmera RGB. No reconhecimento de voz. No entendimento da profundidade… OMFG!
Pense no seguinte: hoje muita câmera “Cybershotzinha” tem indentificador de rostos, certo? Ela funciona 100% todas as vezes independente de condições de luz e whatever? Outra: existem inúmeros softwares de reconhecimento de voz. Eles funcionam sempre? Eles conseguem identificar tudo o que tu fala direito? Sensor de profundidade? Ahm… esse esquece. Nós pobres mortais ainda não temos acesso.
O que quero dizer é: se esses algoritmos não funcionam bem independentemente, imagina funcionando em conjunto com outras coisas?
Não posso afirmar que isso não funcionará, eu só não vejo um grande projeto aí que já utilize essa combinação de tecnologias para ela poder ser “miniaturizada” desta forma e ser utilizada pelo povo. Acredito que sim, isso pode vir a funcionar, daqui a alguns bons 10 anos, quem sabe. Acredito até que possa funcionar hoje, sob “condições normais de temperatura e pressão” ou “desconsiderando o atrito” (vai dizer que nunca viu isso em provas de física?). São muitas variáveis e muitas coisas a serem levadas em conta que sinceramente será extremamente difícil a interpretação de tudo.
A Microsoft tem a capacidade, sim, de surpreender. Trabalho com .NET a 5 anos e sou um ferrenho ativista na batalha contra o Java. Eles fizeram coisas magníficas e nunca antes imaginadas para facilitar o desenvolvimento de sistemas, principalmente web. Estou esperando me surpreender de verdade, mas utilizando uma análise fundamentalista de tudo, isso não me cheira bem.
O que você acha?
Eu não costumo e nem gosto de ficar copiando e colando mails aqui. Por dois motivos: já existe blog que tem essa finalidade; não gosto de correr atrás da veracidade dos mesmos.De qualquer forma, recebi o mail abaixo e independente se é verdade ou não, é engraçado e bizarro.
2) Contratar um cara para pegar sua mulher por seis meses.
3) Descobrir que você é estéril enquanto tenta engravidar a mulher do vizinho, recebendo pra isso.
4) Descobrir que os dois filhos que você tem não são seus.
5) “Cornear” o vizinho e descobrir que já foi corno, no mínimo duas vezes.
6) Comer uma mulher que se chama “Traute”, ainda que recebendo pra isso (com esse nome, imaginem o naipe da baranga)
7) Todas as anteriores
Ainda não descobri se ter medo de poucas coisas na vida é bom ou ruim. O que sei é que algumas coisas me deixam realmente com medo nessa vida.
Fato é que simplesmente abandonei esse blog e todas as minhas duas, opa, três, leitoras sabem muito bem que a vida por aqui não está fácil. Estou viajando toda semana pra grande megalópole Mococa City, a cidade do leite (das vacas) e dos buracos (das ruas). Mas o que isso importa, né? Tu vai entender…
Depois dessa breve e totalmente inútil explicação sobre minha vida pessoal, vamos ao que interessa. Resolvi depois de muito tempo verificar as estatísticas, “analytics”, comentários do blog e tal. A média diária de 2 visitas se mantém constante (uma em casa e outra no trabalho). Onze comentários para aprovar, sendo 10 SPAMS e cheguei às pesquisas que chegam a esse infortúnio virtual.
No período de um mês, DUAS pessoas procuraram por “elieser leão” no Google. Não é a primeira vez. Em sete meses que esse circo de pulgas existe, já notei outras vezes que tal pesquisa foi executada. Pergunto: “elieser leão” não é um nome nada comum, ou seja, estavam procurando por mim mesmo, por quê?
Não sou ninguém, não tenho nada, mal sei escrever o português correto e fazer piadas dignas do stand up brasileiro no Twitter. Por que cargas d’água você, querida stalker, estaria me perseguindo e/ou querendo saber mais sobre minha vidinha medíocre?
Hipocrisia à parte, se você for linda e/ou gostosa ou com algum apelo visual deveras interessante, utilize o meu email para me enviar sua foto. Fotos de corpo inteiro, preferencialmente semi-nuas terão preferência. Se eu interessar peço que minha assessoria de imprensa entre em contato.
Grato.