Twitter e TV andam juntos há um bom tempo. Um reverbera e potencializa o outro.
No entanto, agora o casamento é oficial.
Pela 1ª vez, a Fox anunciou uma parceria oficial com o Twitter, que permitirá aos telespectadores votarem, por meio de Direct Messages, em quem deve ganhar o programa de calouros “The X Factor“.
Segundo o Lostremote, a Mass Relevance, empresa especializada em curadoria de conteúdo em plataformas de redes sociais, será responsável por parte do back-end do sistema de votação.
Em maio, o Twitter já havia divulgado um vídeo no qual mostrava diversos cases de sucesso de uso da rede de microblogs integrada à TV.
Veja também: A morte de Bin Laden e as 7 fases do Twitter
O “Negative Tweet Eliminator” de Mentos conta com a ajuda de um mestre zen para eliminar todas aquelas reclamações e #mimimi do Twitter.
Em tempo real, o app identifica tweets negativos que utilizam, por exemplo, tags como #fail, #FML ou #hate, e mostra o mestre Dragee fazendo todo esse pensamento odioso desaparecer.
É uma ideia bem legal, só faltou a opção de conectar com a sua própria timeline e ver os tweets de quem você segue serem eliminados, ou até mesmo transformar isso em um app que oculta de verdade as mensagens, ao invés de ser apenas o que parece um vídeo comum
Post originalmente publicado no Brainstorm #9
Twitter | Facebook | Contato | Anuncie
| Rod in an Alkasura cherry jacket. |
| The Bus Stop blouse. |
| Men in blouses. Fantastic. |
| Funny Faces |
| Plonk! |
Pesquisando por aí a gente encontrou uma postagem incrível de uma dica melhor ainda. O site We Fashion You indicou um tumblr que só publica imagens de homens barbados. Isso mesmo, só fotografias de boys de barbinhas: de todos os tipos, para todos os gostos!
O tumblr é o Beardboys. Vale muito a pena favoritar no seu navegador e olhar as atualizações periodicamente. A cada dia, um novo #boymagia barbado é postado no blog.
Vamos confessar, quase impossível resistir a uma barba, seja bem feita ou, até mesmo, dependendo do estilo, desleixada, não é? E, como boas adoradoras de barbas que somos, a gente faz das palavras do We Fashion You, as nossas, “Faça amor, não faça a barba” – quase uma súplica.
;-)
Geneviève Waïte as Joanna in Joanna. Michael Sarne. 1968.
“Joanna emerges from a pool after having taken a dip in one of her fantasies”
“Joanna, Gordon, Beryl, followed by Dominic (Dave Scheuer), lead mourners to the graveside of a very close friend”
“Joanna is re-united with Gordon on the beach when he is on the run from the police”
“Gordon (Calvin Lockhart) embraces Joanna”
“Joanna, a girl who sleeps around in London, and finds that her partners do the same”
“Joanna meets Beryl (Glenna Forster-Jones) while she is walking her Afghan“
“Neither Cas nor Lefty (Michael Chow) wish to take the responsibility when Joanna questions them about a girl asleep in the bedroom”
Photos and captions from Films and Filming. December 1968.
The Young Girls of Rochefort. Jacques Demy. 1967.
Françoise Dorléac and Gene Kelly.
Catherine Deneuve and Françoise Dorléac.
Grover Dale and George Chakiris.
Marcos Flamínio Peres
Um dos filmes mais impactantes e inovadores já produzidos, Laranja Mecânica, de Stanley Kubrick, colocou em xeque todo um modo de fazer política, de educar os jovens e de lidar com a delinquência quando foi lançado, em 1971, na Inglaterra.
À frente da gangue dos Droogs, Alex, interpretado por Malcolm McDowell, barbariza as ruas de Londres até ser preso e submetido a um tratamento de “reeducação”, baseado em lavagem cerebral, para ser reinserido na sociedade.
O cenário futurista que criou uma nova estética, o figurino que influenciaria o punk, além do uso da música eletrônica – então uma novidade – intercalado com trechos de Beethoven marcaram época no imaginário da Sétima Arte.
Quarenta anos após seu lançamento, ele será exibido em cópia restaurada a partir de amanhã, durante a 35ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, assim como o documentário Era uma Vez… Laranja Mecânica, dirigido pelo francês Antoine de Gaudemar.
Ex-diretor de redação do jornal Libération, Gaudemar fala com exclusividade à revista CULT sobre o documentário – “durou dez dias” – e a atualidade de Laranja Mecânica – “uma metáfora da violência da sociedade contemporânea”.
CULT - Laranja Mecânica é um dos filmes mais influentes da história do cinema?
Antoine de Gaudemar – Ele impressionou muito quando foi lançado, pois muitas pessoas o julgavam violento demais. Na Inglaterra, o próprio Kubrick decidiu retirá-lo de circulação após alguns jovens delinquentes terem dito que se inspiraram nele para cometer crimes.
O filme se tornou um “cult” para todos aqueles que enxergavam ali uma metáfora da violência da sociedade contemporânea. Ele exprime muito bem o sentimento de desespero que pode levar jovens sem trabalho e sem futuro a atos extremos.
Também mostra muito bem como, diante dessa violência, o Estado pode imaginar respostas igualmente violentas, como a lavagem cerebral e a lobotomia – que retiram do indivíduo sua capacidade de livre-arbítrio e o transforma em uma ovelha dócil.
A ideia de que se deve ter prazer o tempo todo – “é uma diversão só”, diz Alex em um dado momento do filme ” – parece disseminada hoje. Kubrick previu esse estado de coisas na sociedade atual?
Um dos slogans de Maio de 68 era: “Ter prazer sem entraves”. E muitos dos jovens dos anos 70 quiseram aplicar esse princípio em suas vidas, recusando-se a viver como seus pais, a trabalhar como todo mundo, libertando-se das proibições sociais (drogas, sexualidade) e cultivando uma forma de hedonismo e de anarquismo. Portanto, Kubrick sabia do que se passava à época, e isso certamente o influenciou.
Mas Laranja Mecânica foi igualmente premonitório. As experiência psiquiátricas que descreve no filme de fato ocorreram, não apenas nos países comunistas – como a União Soviética -, mas também nas democracias ocidentais. Kubrick denuncia os perigos de uma repressão violenta demais contra os desvios sociais e a anarquia.
Os Droogs recusam todos as amarras da sociedade, desejavam viver como quisessem, sem moral nem lei. Queriam se aproveitar da vida com tanto cinismo quanto as pessoas que os oprimiam - ministros, psiquiatras, policiais.
Isso também é válido hoje: o cinismo do poder e do dinheiro é ainda mais forte do que nos anos 70. Os ricos estão cada vez mais ricos, os pobres, cada vez mais pobres, e nunca as desigualdades sociais foram tão grandes nos países ditos “democráticos”.
A cena em que Alex canta Singing in the Rain enquanto violenta a mulher do escritor funciona também como metáfora do próprio filme?
Ela é uma metáfora de Hollywood e da visão americana do mundo, sempre otimista e triunfante. É preciso cantar, ainda que debaixo de chuva. A ilusão é mais forte do que a realidade: o mundo vai mal, mas Hollywood canta.
Bater em um homem indefeso e violentar sua mulher enquanto se canta é uma metáfora da violência da sociedade contemporânea: todos os golpes são permitidos, mas tudo é escondido sob um verniz triunfante, encantador como uma comédia musical. Isso é o que pensa Malcolm McDowell – e concordo com ele.
Quais foram as principais inspirações de Kubrick para o figurino e o cenário?
Laranja Mecânica supostamente transcorre em um futuro próximo, o que explica a escolha das casas (a do personagem escritor) e dos edifícios (a prisão) mais modernas, quase futuristas.
O filme também é muito marcado pela estética de fim dos anos 60 e de início dos anos 70, da pop art: cores muito vivas, quadros psicodélicos, moda pré-punk, música pop e eletrônica – podemos ouvir no filme os primeiros sintetizadores de Walter Carlos [compositora americana nascida em 1939, foi uma das primeiras a utilizar sintetizadores].
Christiane Kubrick, viúva de Stanley Kubick , diz no documentário que Laranja Mecânica não é um filme inteiramente inglês. Concorda com essa afirmação?
Acho que ela quis dizer que essa história poderia ter ocorrido em outros lugares que não apenas a Inglaterra.
O romance de Anthony Burgess e o filme epônimo de Kubrick foram realizados numa época em que despontava um novo tipo de delinquência, a delinquência juvenil.
Esse fenômeno foi particularmente sensível na Inglaterra, com o surgimento de gangues como os “skinheads” ou os “hoolingans”, mas isso também ocorria em toda a Europa. Nesse sentido, estou de acordo com Christiane Kubrick.
O sr. vê algum paralelo entre a situação vivida pelos jovens no filme e os distúrbios ocorridos nas grandes cidades da Inglaterra, em agosto passado, e da França, seis anos atrás?
Há relação, sim, embora distante. Em Laranja Mecânica, os Droogs são uma gangue isolada, sem nenhuma consciência política, que roubam dos ricos, agridem mendigos e estupram as mulheres.
Em Paris, seis anos atrás, ou em Londres, agora, tratava-se de grupos muito mais numerosos, que desafiavam a polícia, pilhando lojas e tudo o que simbolizasse dinheiro e autoridade.
Nos dois casos, são pobres que atacam os ricos, uma espécie de desespero. Mas Alex e sua gangue dependem da criminalidade individual, isolada, enquanto os distúrbios urbanos em Londres e Paris são prova de um profundo mal-estar social e, sobretudo, coletivo.
O tema comum a todos os filmes de Kubrick é a dicotomia clássica entre razão e emoção?
Não sei dizer, pois cada um deles é muito diferente do anterior. Para ficarmos em Laranja Mecânica, diria que o tema do filme são o bem e o mal. Kubrick mostra que a verdadeira natureza do homem é má, e que o mal pode ressurgir nele a qualquer momento.
De fato, o homem se debate entre razão e pulsão, e isso é o que nos fascina em Alex: não chegamos a considerá-lo inteiramente antipático; ao contrário, ele desperta simpatia em nós, pois nos remete ao nosso próprio inconsciente, à porção de maldade que todos carregamos dentro de nós mesmos.
Era uma vez… Laranja Mecânica
Dia 22/10 – 19h30
UNIBANCO ARTEPLEX – Shopping Frei Caneca
Dia 23/10 – 21h00
CINE LIVRARIA CULTURA – Conjunto Nacional
Dia 24/10 – 23h30
CINE SABESP
Dia 25/10 – 19h00
FAAP – Fundação Armando Álvares Penteado
Laranja Mecânica (versão restaurada)
Dia 22/10 – 22h10
CINESESC
Dia 24/10 – 17h30
CINESESC
Dia 2/11 – 20h40
UNIBANCO ARTEPLEX – Shopping Frei Caneca
Info.: www.35.mostra.org/
Gus Van Sant tem uma ótima mão para escolher elenco. O que preza para ele, além da interpretação natural, é a beleza e o fator cool. E os cabelos? Como são lindos os cabelos do casting dele! Foi assim em Elephant, também no curta de Paris Te Amo e até em Garotos de Programa, com Keanu Reeves e River Phoenix. Em seu novo longa, ele conta a história de uma jovem com uma doença terminal, que se apaixona por um garoto em um funeral. No elenco, Mia Wasikowska de Alice e Henry Hopper, filho de Dennis.
Inquietos, está previsto para estrear no Brasil em 28 de outubro.
A famosa frase escrita na guitarra de Woody Guthrie inspirou muitos artistas. Ele pegou a frase escrita nos aviões da guerra civil espanhola e usou para fins mais louváveis, a música. Caiu melhor nos lápis lançados pela organização de Woody, à venda aqui.
I met Emahn a few summers ago at a mutual friends’ rooftop BBQ. Our conversation probably began the way most do in New York social situations: through the topic of real estate (“Where do you live?”) or careers (the always abrupt “What do you do?”). Come to think of it, I still don’t know what Emahn does for a living and I like that. Mystery is underrated. Luckily we got past the small talk and at some point the topic turned to movies: Emahn raved about Frankenhooker and Abel Ferrara, I was foaming at the mouth about recently discovering House. The rest, as they say is history. Emahn is one awesome dude who’s got this way of making you feel like you’re the only person in the room. He’s also hilarious and crafty, creating the most well executed New York pigeon Halloween costume last year. I’m looking forward to what he cooks up this time around! Here in no particular order is Emahn’s The Perfect Ten.
Over the Edge (1979)
I only hope I can raise my kids in a lovely suburb like New Granada. My friend had the “I don’t know about you Carl” monologue as his voice mail for over three years!
Point Break (1991)
I speak with quotes from this film with ease: “You’ve got goosebumps”. Oh and did I mention Busey? Editor’s note: Prime Schwayze. And I love when Gary Busey was on The Celebrity Apprentice (natch!) and turned everything into an anagram. The guy is an evil genius.
The Grateful Dead (1977)
The kids twirling in the aisles, the spun cat in the front row, Phil Lesh’s bomb during eyes of the world!!! Editor’s note: I never got into the Dead but the film’s intro is pretty incredible.
Wall Street (1987)
I love the eighties! I love the interior decoration job Daryl Hannah does on Bud’s apartment and cocaine has some great cameos.
The Big Blue (1988)
Have you seen this movie??? It’s the most beautiful thing ever. Water never looked so good.
The Party Animal (1985)
Best drug scene in a movie everrrrr. Editor’s Note: SO GOOD. Watch it here.
The Killing Fields (1984)
I usually don’t watch serious movies but after taking a trip to Cambodia and knowing this is a true story it really tears me up.
Badlands (1973)
Marty and Sissy forever. Editor’s Note: One of Malick’s best!
Bring Me the Head of Alfredo Garcia (1974)
Anything Sam Peckinpah does is gold and anything Warren Oates is in I will worship like the sun. These two did many movies together but I’d take The Head of Alfredo as first choice.
King Of New York (1990)
Abel Ferrara, thats it.
Emahn’s Honorable mention: The Sheltering Sky because “That shit could happen!!!!”
Emahn would also like to add that he will “watch almost anything with Peter Sellers in it: The Party, I Love You Alice B Tolkas, There’s a Girl in my Soup, and of course Being There.”
Emahn X. Ray is a great guy who lives in downtown Manhattan with a reputation for being helpful and resourceful. He most recently has returned from a three month trip in Asia and is now assisting music manager Scooter Weintraub with his artist Gary Clark Jr.
Follow him: EMHN.tumblr.com
The Perfect Ten is a weekly series of top ten lists by friends of I Love Hot Dogs.
Grayson Perry – the Turner Prize winner, transvestite artist and writer known for his polemical pottery – has put on quite a show. ‘The Tomb of the Unknown Craftsman’ is his shrine of love to the British Museum, and boy, is there a lot of love. This exhibition is like a grand-scale ‘cabinet of curiosities’ or a 21st century Great Exhibition, where we are encouraged to wonder at disparate and exotic objects from around the world, from Tibetan shrines and pilgrim souvenirs from Eastern Indian, to Corinthian penis-shaped oil flasks and a Hello Kitty pilgrimage hand towel. Objects are arranged around themes or symbols, but all have been chosen for their aesthetic quality: everything here is beautiful.
But what sets this exhibition apart from other collections of beautiful objects, is the skill and attention to detail with which these objects have been chosen. Old collection pieces take on a new energy by being placed in a contemporary setting. For example, an ancient painted tunic from Northern Nigeria becomes much more interesting two exhibition rooms later when it can be contrasted with Perry’s High Priestess cape – a camp, Elvis Presley-esque white tunic decorated with multi-coloured penises and red bell-ends excreting pink flowers. A Samoan tortoiseshell bonnet becomes reminiscent of Perry’s own headgear. Real world maps contrast with Perry’s imagination maps. We are encouraged to do a double take – is this Perry’s? Or an anonymous craftsman’s? Perry’s exhibition worships ritual, sacrifice and pilgrimage, and yet he manages to bring these old fashioned ideas firmly into the present. On describing an Asafo flag from Fante in Ghana, Perry writes: “The freshness of these flags compared to British pageantry makes me think that ritual can become stultified if not kept relevant to its time and context”.
A trip to the British museum becomes a symbol for the ancient art of pilgrimage, and the objects themselves take on shrine-like connotations. This idea is exemplified in the final room of the exhibition, with the sculpture ‘The ‘Tomb of the Unknown Craftsman’, a beautifully ornate memorial ship designed by Perry and laden with bottles of strange liquids and ancient craft tools. While it seems particularly trendy of late to get celebrities of the art or fashion world to curate exhibitions, in Perry’s case, it really does work. Grayson Perry is, quite simply, incredibly interesting. His skill as a craftsman is obvious, but it is his ‘vision’, for want of a better word, that is so seductive. The show itself really is its own little world, ruled over by Alan Measles (Perry’s teddy bear and “embodiment of … male rebelliousness”) and peopled by strange objects, maps and characters. It’s not just that he manages to pick and choose beautiful things, but that he can make the ugly beautiful through selection alone (Hello Kitty, anyone?). From Mexican shrines to garish neon motorcycles, Perry is a big fan of kitsch, which pleases me no end (although for the wrong side of ‘kitsch’, you only have to glance at the British museum gift shop, which assaults you on the way out with its collection of over-priced ‘ethnic’ trinkets, that you know cost the museum about 20p to buy, and will look like crap on your mantelpiece).
Even though I loved the exhibition, I can see that many British Museum ‘types’ are predictably going to get a bit rattled – there’s a bit too much cock and drag for the staid, Lady Grey-sipping types that frequent the British Museum in hordes. As I wandered around the show, a rather posh old man whispered furtively and very theatrically to his wife: “I mean, it’s really very FUNNY but nobody seems to be LAUGHING”. However, for the twenty indignantly cancelled memberships, a whole swathe of new people, I think, are going to fall in love, or reignite their love, for the British Museum. Because if this exhibition does anything other than entertain for a couple of hours, it shows you a new way to look at old collections.
A version of this is up on The Spectator arts blog. Grayson Perry’s ‘Tomb of The Unknown Craftsman’ is showing at The British Museum until 19th February 2012
O OWN, canal de tv da Oprah, vai lançar no dia 23/10 uma série de documentários, o Visionaires – Inside The Creative Mind e tem em seu episódio de estréia, Tom Ford. As câmeras retratam o multi talentoso estilista, dentro de seu ateliê, criando uma coleção, nos desfiles, fotografando campanhas e também, produzindo seu filme. Veja o trailer:
Dá para assistir uns trechos pelo Youtube:
Os vídeos caseiros do ator Roddy McDowall (que interpretou Cornelius, em Planeta dos Macacos) foram parar no YouTube e são imperdíveis.
Neles, a elite da Hollywood dos anos 60 aparece de biquíni e sunguinha, fritando no sol, comendo cachorro quente no churrascão, batendo uma bola e contando causos na casa de praia de McDowall em Malibu.
Não sei se são as estrelas de cinema, a cara de Super 8 do verão da família na praia ou o fato de que todos os filmes são silenciosos, apesar de a conversa estar rolando solta, mas dá para passar um bom tempo assistindo a todos eles.
E eu nem mencionei aquele Mad Men feeling.
Não perca:
Natalie Wood seduzindo a câmera
Julie Andrews brincando com a filhinha na praia
Lauren Bacall dando uma bicota amiga em Kirk Douglas
Paul Newman jogando vôlei
Jane Fonda fazendo careta
Sou apaixonada pelos curtos. Nestes dias quentes de novembro, shortinhos e vestidinhos vestem os meus dias. Mas bainhas caíram (e já faz um tempo) e acho isso um deslumbre.
A temporada pede comprimentos longos, meio Nicole Rochie, com aquele ar meio hippie, boho, super charmoso.
Vestidos longos é a cara do verão. Essas peças remetem um tropicalismo, além de serem muito elegantes. O coringa da vez é vestido longo preto, em tecido lânguido e de modelagem simples é uma peça básica que com a introdução de um coletinho ou cintinho dá-se muito estilo ao look.
Se você não é tão alta, pode investir em peças com menos volume, mais ajustados no tronco e cintos para estruturar e criar silhueta.
Maxi saias são mais versáteis e democráticas, o que não significa que ela não exija alguns cuidados, também.
Podem ser combinadas com diversos tipos de sapatos e blusas, além de coletes e jaquetas.
Aposte em regatas e t-shirts mais ajustadas ao corpo. Embora haja um ar hippie, prefiro um design minimalista. Para não marcar a barriguinha, cintura alta e cintos ajudam a disfarçar.
[imagens: face hunter, lookbook, chitopia, tumblr, vanessa jackman]
Quem diria que aqueles espelhinhos baratinhos de moldura de plástico laranja um dia virariam uma peça cool e estariam decorando as paredes da sua casa, em? Com fotos xerocadas ou scanneadas, colagens ou a arte que você achar melhor, este espelhinho podem dar um charme a mais a decoração do seu lar doce lar. A dica vem do blog Reino Selvagem, o resto é com a sua criatividade.
(via a pattern a day e follow the colours)
Ao som da introdução de “Runaway” do Kanye West, Anna Dello Russo dança para o lançar o seu novo perfume.
Meus queridos,
Sei que é um blog adormecido é um blog chato. Sei também que um blog desatualizado é deselegante. Mas não tenho tido tempo, apenas muito trabalhos, dias cheios e um monte assuntos pipocando na minha cabeça, prontinhos para serem postados aqui.
Falta de tempo não é desculpa, porém, tempo nenhum é. (rs)
Nos últimos meses tenho dedicado todo o meu tempo à Arsenal, uma marca super bacana que está surgindo aqui em Minas Gerais. Mas é uma questão de dias até as coisas voltarem ao normal aqui no blog (que quase se tornou Diálogo Fashion de Domingo, porque eu só o estava atualizando aos domingos).
Daqui alguns dias o Diálogo fashion voltará a sua atividade normal. Agora vou ali, voltar para o trabalho.
Desde criança eu tenho uma certa paixão por chapéus. Panamá, estilo chaplin, cartolas, aqueles de feltro que a gente encontra na feira hippie. Eu amo chapéus.
Navegando no Etsy, o paraíso vintage, achei uma coleção lindíssima de chapéus no estilo anos 20 e 30 da Behida Dolić. Você pode escolher entre os modelos disponíveis ou encomendar o seu via email. Da vontade de comprar todos! O preço varia de R$262.87 a R$788.61.
[imagens: reprodução]
Quero me casar em baixo de uma árvore na serra. Acho incrível a natureza ao redor, aquela energia e o clima, as cachoeiras…
Procurando por algum elemento que possa complementar minha idéias, vez ou outra acesso sites de casamento. Tenho uma verdadeira paixão pelo Once Wed , rock my wedding, the five milegrace, pelo our blog of love e também pelo Rock n’ roll bride. As idéias são tão fofas e outras tão ousadas, que dá vontade de casar todo dia, só para ter uma festa rockabilly e depois um show burlesco e depois uma cerimônia cigana ou celta. O legal é fugir ao obvio.
Mas o destaque no blog esta semana são as noiva tatuadas. Dá numa boa para misturar o charme dos vestidos de noiva ao das tatuagens, sem que o visual pareça dirty ou agressivo. Pelo contrário, as tatuagens dão um charme a maise dá um ar rocl n’ roll que toma conta de tudo com estilo único.
São várias cerimônias e vestidos que uma garota tauada (ou não) pode encontra nestes sites para se inspirar. Os meus favoritos são: no melhor estilo Las vegas, Jessica & Ronnie e o juiz vestido de Elvis, o rockabilly de Jen & Andrew e o punk-rockabilly-neo-gothic-country de Michelle & Mike.
[imagens: rocknrollbride |thefivemilegrace | our blog of love ]
Mulheres são apaixonadas por cabelo. Mais que por jóias e roupas. O Cabelo feminino é encantador, sedutor.
Culturalmente somos todos, homens e mulheres, educados para gostar de cabelo lisos e longos. O cabelo crespo é reprimido e as garotas negras demoram a aprender a gostar e assumir os seus cachos.
“As meninas negras, durante a infância, são submetidas a verdadeiros rituais de manipulação do cabelo, realizados pela mãe, tia, irmã mais velha ou pelo adulto mais próximo. As tranças são as primeiras técnicas utilizadas.” (Nilma Lino Gomes)
Eu mesma comecei a ‘transformar’ o meu cabelo durante a adolescência. Todo mundo dizia: “seu cabelo liso vai ficar incrível.” Agora, para restaurar os cachos que eu tanto quero, terei que corta-lo bem curtinho (e estou quase fazendo isso).
Na última semana, quando a Vila Sésamo lançou a canção “I Love My Hair”, com uma Muppet moreninha, moreninha dançando alegremente e cantando: “Porque eu amo o que eu tenho em cima. Não é encaracolado e é marrom e está lá em cima! Você sabe que eu amo? Isso mesmo, meu cabelo, eu realmente amo o meu cabelo! ” todo mundo comemorou. A canção doce, incentivando as garotinhas negras a amarem seus cabelos do jeitinho que eles são com seus cachinhos e tudo mais chega até a emocionar.
As garotinhas negras precisam mesmo desde tipo de incentivo. Não que seja uma lei severa: garotas brancas tenham que ter cabelos lisos e garotas negras, cabelos crespos. Mas esse tipo de atitude valoriza e ajudar a meninas em idade escolar gostarem mais de si mesmas e evitar o desejo de passar por tratamentos químicos que podem ser prejudiciais à saúde da criança.
Cedo ou tarde é o máximo voltar a amar os cachos com ou sem musiquinha para embalar. E para ajudar a compor o visual, dá para se inspirar no hair style da atriz e cantora norte americana Solange Knowles, da blogueira Lori Cotton, nas brasileiras Negra Li, Sharon Menezes, Juliana Alves e também nas musas negras do final da década de 60 Pam Grier, Marsha Hunt e Diana Ross.
[imagens: hisherschicago | hairspiration | stylelikeu | tumblr]
Alexa Chung é um dos maiores ícone fashion desta geração. Sei que muita gente está exclamando ‘Não! Kate Moss’! Mas calma, até porque é impossível compará-la à Kate Moss, aliás, é impossível comparar qualquer outra à Kate Moss.
Podemos fazer uma listinha rápida com alguns nomes de peso como Sienna Miller, Emma Watson, Ashley e Mary-Kate Olsen, Erin Wasson, Zooey Deschanel, mas Alexa Chung é o nome mais forte que nos vem à cabeça depois de Kate Moss.
Fotografada por David Vasiljevic para a edição de novembro da Elle UK, Alexa Chung fala um pouquinho da sua carreira, sua paixão por fazer compras e aponta Alison “VV” Mosshart, do The Kills (que eu adoro) como seu ícone de estilo.
Alexa tem algo de adorável e gracioso. Não é preciso esforçar-se muito para gostar dela. Nem é preciso ser fã dela para achá-la uma graça. As garotas adoram se inspirar no seu estilo. Tem gente que não vive sem da uma olhadinha ‘no que Alexa Chung usou hoje’.
E eu ainda acredito que quem começou essa festa dos esmaltes foi ela, que aparece de unhas limpas nas fotos a seguir.
[imagens: reprodução]
“A moda é um veículo claro e objetivo de comuicação, o mais direto, objetivo e real. Está nas pessoas, ao mesmo tempo que conduz a uma formação, a uma opinião que abre para o espectador / usuário a possibilidade mutante da escolha, da individualidade e de todo um empirísmo social sem muitas medidas e fronteiras. Uso a idéia “moda” como uma linguagem onde o produto é apenas um fragmento performático do todo, os meios visuais pelos quais se expressam as vivências pessoais.
(…)é um dos instrumentos mais políticos que ja conheci. O poder social, econômico, intelectual, antropológico existente nela é algo assustador!”
Tarcísio Almeida, estilista, para o FFWBlog
É lindo o cabide tatuado do designer mineiro Mikael Dutra! O desenho é do tauador Leo Lobinho do Pietá Estúdio de Belo Horizonte, MG. Vi no Brisa Ink e já adicionei à minha lista desejos.
Descobri Say Hi através de uma promo de True Blood e logo ele entrou para a minha lista de banda-obsessão da semana. Eles ainda não ganharam o mundo, mas são bons.
Say Hi é a banda de “um homem” só de Eric Elbogen. E ele quem canta e toca todos os instrumentos. Seus discos são gravados em casa, num lance nem make yourself e tem uma pegada indie e um pouco de blues rock.
Fazia um tempinho que eu não ficava empolgada com música (e eu adoro ficar empolgada com música), então corri para o soulseek e para a minha surpresa, não foi nada difícil encontrar a discografia completa disponível por lá. Recomedadíssimo!!!!
Álbuns
Discosadness (2002)
Numbers & Mumbles (2004)
Mopes Feroz (2005)
Blahs Impecável (2006)
Os desejos e Glitch (2008)
Oohs e Aahs (2009 )
Hum, Uh Oh (2011)
“Simplifiquei as coisas quando passei a dizer que sou complicada.
Sabe assim?
-Mas por quê?
-Sou complicada.
-Ah, tá.
Muito mais simples.”
[Renata]
© Sofia Ajram
Eu cantei seu nome para mundo inteiro
e todo o mundo não queria nem saber
e eu tatuei frases de escritores mortos
só para você me ler
eu cai e levantei
eu morri
desci à mansão dos mortos
só renasci séculos depois
e não havia nada de novo
a vida era mesma
os problemas eram os mesmos
o medo continuava acovardando os canalhas
e o amor continuava bruto
intolerente e impaciente.
“Ana não precisa de ameaças reais, se pode ficcioná-las; não precisa de pretextos, se pode atropelá-los; não precisa de argumentos, se pode produzi-los.
Ana tem ciúme. Da tal, da imaginária, do amor, do desamor, do amigo, brilhante ou colorido. Odiar pessoas é o seu desporto preferido.
Ana tem dor de corno, de contorno, de amor morno.
Ela estará atenta; qualquer deslize e a bomba rebenta – caíste – e quando a outra se levantar, ela continuará a imaginá-la caída, numa fantasia empedernida. Teorias para consumo próprio, prontas a descolar.
Ana vive fora dela, nas cabeças que inventa e distribui.
Ana, a um passo de ser Anã, é mesquinha e comezinha, mas do seu reino – ela sabe-o – nunca será rainha.”
“Ah, fumarás demais, beberás em excesso, aborrecerás todos os amigos com tuas histórias desesperadas, noites e noites a fio permanecerás insone, a fantasia desenfreada e o sexo em brasa, dormirás dias adentro, noites afora, faltarás ao trabalho, escreverás cartas que não serão nunca enviadas, consultarás búzios, números, cartas e astros, pensarás em fugas e suicídios em cada minuto de cada novo dia, chorarás desamparado atravessando madrugadas em tua cama vazia, não consegurás sorrir nem caminhar alheio pelas ruas sem descobrires em algum jeito alheio o jeito exato dele, em algum cheiro estranho o cheiro preciso dele(…)” [c.f.a]