Marta Preuss
22 anos, analista de interface web, sampa, brasil
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Todos os anos eu faço um post de aniversário. Como é no fim de novembro, também é um jeito de olhar para trás e refletir sobre o ano inteiro que passou. Uma retrospectiva não do calendário cristão, mas do meu calendário pessoal.
Hoje faz um ano que eu nasci de novo, então achei por bem fazer uma retrospectiva do ano mais difícil da minha vida – e o que trouxe mais recompensas. Como se eu tivesse plantado muito e colhido muito. O que é bom. Mas traz pesar.
Um ano atrás, a essa hora, eu vagava bêbada pela Augusta sentido Paulista com Consolação. Não lembro de nada, como já contei. Lembro da dor, da ambulância, de ver tudo borrado. Lembro quando tiraram meu tênis do meu pé quebrado.
Lembro da UTI. Lembro dos meus amigos, dos meus pais, do Eduardo lá comigo. Lembro que várias pessoas me viram no primeiro dia – o que só era permitido para quem estava muito mal. Eu não tinha ideia de quão mal eu estava. Só hoje, quando noto que foram 14 fucking dias ligada a máquinas para conseguir respirar, é que noto a gravidade da situação.
Antes do acidente eu lia “então fiz fisioterapia” e, quando chegou minha vez, fiquei indignada como ninguém falava como aquilo é difícil, lento, doloroso. Que precisa ir todos os dias e que a melhora vem devagar. Foram 50 sessões. Cinquenta dias de mais de 3h de exercícios simples, como dobrar a perna.
Eu já estava andando e trabalhando quando a alta veio. Mal pude acreditar. Tinha acabado. Mas esse post era para falar o que mudou, não o que aconteceu, né.
Eu era webdeveloper e virei redatora. Depois virei assistente do assistente da editora-chefe. Depois, assistente da editora-chefe. E aí ela saiu de férias e eu a substituí, com apenas seis meses de casa.
Com um salário, convenhamos, baixo para minha vida classe-média, saí da casa dos meus pais e fui morar com a Lec. Me enrolei toda com grana. Muito mesmo. Surgiu um freela ou outro para ajudar.
Ainda faço sites como freelance. Penso, de vez em quando, em voltar para a área e ganhar mais dinheiro. Mas toda vez que acho que estou melhor da depressão, ela me golpeia, como que para me mostrar meu humilde lugar.
Meu namoro fará um ano e meio dia 10 próximo. Um ano e meio com o Eduardo. Que surpresa boa!
Sou mais vaidosa, faço as unhas semanalmente (já faz um ano!), me maqueio às vezes, não bebo nem fumo mais há um ano inteiro. Nem acredito. Não fiz nenhuma tatuagem ou piercing nesse período, para só depois descobrir que só posso doar sangue daqui dez (!) anos – já que recebi transfusão.
Ainda faço terapia, ainda tomo remédios, mas isso eu precisaria fazer de qualquer forma e tem me feito muito bem. O saldo é muito positivo. Minhas oscilações de humor são mais controláveis e ninguém cuidaria de cinco blogs e não tentaria se matar se estivesse assim tão mal.
Ainda tem essa escoriação no meu joelho, acredita? Af. Nem sei em que médico devo ir pra tirar isso. Dermato? Tenho outros médicos para ir e muita coisa para arrumar e aprender. Mas agora eu consigo arrumar e aprender. Ótimo começo.
Feliz aniversário, Marta Preuss. Bem vinda à vida nova. Cuide melhor dessa que da anterior.Similar Posts:
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Entre todos os venenos da alma, dois são os mais mortais: preguiça e orgulho.
O orgulho cega para nossos defeitos. Começamos a procurar o que as outras pessoas estão fazendo de errado em vez de abaixar a cabeça e corrigir de uma vez o que nós estamos errando.
Toda briga tem dois lados. Você também tem um pouco de culpa.
Mas para corrigir seus erros, é preciso vencer a preguiça.
Não só isso: sem preguiça, é possível viver mais tranquilamente e evitar problemas.
Pra quê deixar a conta estourar se é só ir lá e pagar de uma vez? Por que não parar e trabalhar, a fim de honrar seus compromissos e evitar discussões? Vai perder um braço deixar a sua bagunça arrumada para não brigar com quem você ama por bobagem?
Reflita por um momento. A vida seria mais fácil se fosse mais humilde e menos preguiçosa.
Talvez eu seja feita de besta por pensar assim. Talvez eu trabalhe mais, talvez eu demore mais na fila do supermercado por não armar um barraco cada vez que alguém entrar na minha frente. Talvez você me chame de idiota por lavar a louça mais vezes, ficar no prejuízo para não brigar.
Mas quer saber? Do mesmo jeito que escolhi ser a-garota-legal em vez de ser a-gostosa-piriguete há uns anos atrás, escolho ser babaca do que ser orgulhosa. No máximo vou desenvolver minha paciência e maturidade. Não me importo de ser besta e ser passada para trás. Não quero é ser uma espertona que nunca vai desenvolver o espírito.
Sei que já fiz disso tudo e errei. Vou continuar errando: é difícil se manter e virar a chavinha do hoje sou humilde e acabou a preguiça. Ninguém é assim. Mas é algo a se manter em mente.
A vida é feita de pequenos desafios que precisamos vencer diariamente. Não gastar dinheiro, não exagerar nos doces, passar protetor solar (rs), fazer a unha, lavar a louça em um dia frio… Vencer tudo isso com paciência e sem prejudicar o humor é o maior trunfo, é o que mais procuro.Similar Posts:
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Não é difícil me convencer a comprar alguma coisa. Se for roxo, brilhante e bonito já tô levando. Ainda mais com essa vida de casa nova, gente, é muito difícil. Cada vez que entro numa loja gasto R$50 ou R$100 porque eu preciso tenho essa desculpa mágica de poder comprar qualquer coisa (quase) sem culpa.
Quando estratégias de marketing funcionam comigo rola um pensamento de "I see what you did there". Porque de fato eu sei o que eles pensaram para conseguir um resultado. E é de se elogiar. Um caso foi do L’Occitane.
Me inscrevi para aquelas promoções que nunca dão nada do Facebook e só aí ela já conseguiu com que eu conhecesse (eu não conhecia mesmo nem ligo) e seguisse em uma rede social – além de divulgar pras amiga. No fim, recebi um e-mail dizendo que tinha ganhado o brinde prometido. Fiquei até surpresa. Para retirar, foi só imprimir o e-mail e apresentá-lo com RG.
Mas aí minha mãe tá fazendo aniversário (parabéns mãe!) e ela adora creminhos. Aproveitei os 15% de desconto que valiam só no ato de retirada do brinde e a L’Occitane me fez comprar e virar cliente – os cremes são uma delícia!
Outro caso foi do pinguim mais querido das redes sociais. O @pontofrio fez sucesso sendo uma fofura no Twitter e eu comecei a seguir por isso. Além dessa, vi amigos sendo bem atendidos e brincando mesmo. E chegou o momento de comprar minha cama e guarda-roupa, então corri no site dele.
Demoramos para escolher. Mas depois de alguns dias passou uma propaganda com promoção tentadora na TV e não pensei duas vezes. Comprei os dois produtos no Ponto Frio.
O atendimento foi excelente, as respostas que precisei foram dadas pelo Twitter ou no chat online e o pedido chegou 2 dias antes do máximo pela entrega, em perfeitas condições. Digo, o guarda-roupa. A cama chega em 34 dias úteis, mas isso estava claro o tempo todo e eu quis comprar mesmo assim.
Quer dizer: por causa de um pinguim simpático (e uma promoção muito delicinha) vou dormir em um colchão inflável até abril.
Parabéns, publicitários, vocês conseguiram novamente.
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Eu ia correr e postar no Dona do Meu Nariz, que foi lançado e está “abandonado”. Se vocês soubessem da correria… Bom, achei importante que vocês soubessem da correria. Então parei para atualizar o Compulsive antes de seguir com o trabalho.
Alguns de vocês já sabem que eu saí da casa dos meus pais. Para quem não sabe, não foi nada brigado ou ruim. Uma amiga, a Lec, precisava achar uma casa em São Paulo porque a família dela é de Santos mas ela trabalha aqui. Então, me convidou. Ela já tinha tudo: geladeira, fogão, máquina de lavar, sofás… tudo mesmo. Adoramos o apartamento, grande para o valor, e alugamos.
Como somos nintendistas, bobas, uma loira e uma morena, nossa casa chama Peach And Daisy’s Castle. Por isso sempre me refiro a ela como Castelo.
Faz umas três semanas que estou em processo de mudança. Na primeira não tinha luz, então fiquei a luz de velas e tomei banho de “bica” porque a água jorrava da parede. Foi meio chato e meu colchão inflável estava furado, então mesmo que o Castelo fique a 10min do Tietê, voltei pra Diadema todos os dias da Campus Party. A Campus, inclusive, foi muito bacana. Aprendi demais.
Na semana seguinte tínhamos luz, chuveiro, uma mesa, forninho elétrico e já ficou mais fácil. Levei minhas roupas, um colchão inflável de casal, cobertor, essas coisas. Minha parte da mudança, que era basicamente meu quarto, o projetor, o Wii. Como ainda não tinha a mudança de verdade, a Lec não ficou ainda. Eu dormi alguns dias mas tive de passar terça e quarta em casa por causa dos médicos aqui no ABC logo cedo. Af.
Só agora no feriado é que chegou tudo e temos uma casa completa e de verdade. Parei de acampar e agora temos sala, cozinha, lavanderia, tudo. (meu quarto ainda não, mas vou comprar essa semana).
É estranho esse lance de casa nova e casa dos pais. Meus pais não fizeram nada para impedir, nem para ajudar. Achei bom, foi o melhor dos quadros. Minha mãe ainda me deu alguns lençóis e toalhas. Meu pai emprestou o home theater (já que as caixas de som que ele tem são muito melhores). Meu cachorro tá meio triste ainda, haha.
É estranho porque a casa nova ainda não é bem sua casa e a casa velha não é mais sua casa, e você fica meio sem-casa por uns dias. É um saco ter de ir e voltar porque esqueceu algo aqui ou lá. Ou tipo “putz, isso tá na casa dos meus pais”, sabe? Ou o fato que eu preciso vir pra cá pelo menos uma vez por semana por causa da terapia. Dá uma puta de uma preguiça, véi.
Mas estou muito, muito feliz. Sair da casa dos pais é do jeitinho que eu sempre imaginei. Tô me divertindo bastante brincando de casinha. E agora a vida virtual volta ao seu ritmo :)Similar Posts:
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Yaaaay hora de começar os reviews das últimas coisas que joguei \o/ Não tenho um plano exato de como, quando e em que ordem vou conseguir escrever porque estou me mudando de casa, mas aproveitem como puderem.
Essa série é sobre o Humble Indie Bundle #3 e #4, dois grupos de jogos independentes que você paga o quanto quiser para ajudar a caridade. Ele vem com vários tipos diferentes de jogos, mas a maioria casual e retrô.
Hoje vamos conhecer Bit.Trip Runner. No vídeo abaixo eu explico mais ou menos: você é um boneco que corre e desvia dos obstáculos e recolhe todo ouro que conseguir.
Bateu? Volta pro começo. Não desviou? Começo. Com o passar das fases você aprende novos movimentos e tem de ser ágil para lembrar todos e apertar os botões a tempo.
É difícil. E viciante. Um treino para quem precisa aprender a pular.
Fiz esse vídeo com voz de traveco porque tô doente me mostrando jogar. Spoiler: não consegui passar a fase ainda.
É uma pena que ele não tenha gravado o som junto. Esse que toca eu adicionei em paralelo. O som é muito importante no jogo. É seu feedback e ajuda a decorar os passos certos. Eu, pelo menos, decoro mais a música que os movimentos em si. Você pode ver a fase 1 no YouTube se quiser ter uma ideia.
Bit.Trip Runner está disponível para Steam (tanto MacOS quanto Windows) e iOS. É bem divertido para passar o tempo. Enjoy!
Update: passei!!! Sem pegar o último + mas passei :PSimilar Posts:
Rola todo um movimento TR00 entre os nerds, gamers, roqueiros e afins. Muita gente quer apenas a nata e descarta os N00B, os iniciantes, os bichos e os casuais. O que é uma pena. Um mercado hostil não dá tanto lucro quanto um mainstream e pode acabar facilmente.
Claro que isso não é o caso de nenhuma das categorias acima – nem mesmo dos jogos, um mercado nada frágil mas que os investidores insistem em olhar com insegurança. O caso é que rola um sexismo esquisito em video-game que perdeu nunca teve sentido.
Diferente de atividades físicas como correr, brigar, levantar peso e chutar bolas, video-game não precisa de muito além de coordenação motora e estratégia – elementos presentes em boa parte dos seres humanos, independente do sexo. Meninas sempre puderam jogar video-games igualzinho os rapazes.
Mas não jogaram. Mercado, talvez. Não sei. Posso falar do meu caso: meu pai não incentivava jogos em casa, diferente dos livros e computador. Não era para jogar. Eu até tive um Master System III mas foi minha mãe quem comprou.
Aconteceu que a geração continuou jogando e hoje muitos amigos ainda jogam bastante. E eu perdi anos e anos de paciência e coordenação motora. Então fico sem assunto entre os meninos.
Até que alguém muito inteligente e sagaz teve uma ideia incrível: ser a-menina-que-joga. Enquanto meninas que jogam simplesmente jogam, a menina-que-joga precisa se exibir e dizer o quanto é incrível o fato dela, uma menina, jogar video-game.
Problema nenhum pessoas começarem a jogar video-game. Problema nenhum meninas que precisam de atenção e carinho se meterem com o público alvo errado. Acontece. Mas isso tem gerado um atrito desnecessário que não faz bem para ninguém: gamers se fecham no mundinho achando que todo mundo que vem de fora não está interessado de verdade; meninas se frustram por não ter a atenção que queriam e voltam a falar que nerds são retardados.
Nenhum dos dois lados está certo e esse é um pensamento infantil. Sabe o que vocês deviam fazer? Ligar o Steam e jogar em paz.
Eu sou nerd fake. Não manjo nada de uma pá de coisa. O truque é simples: escute mais do que fale; ria das piadas e participe dos memes que não conhece e depois google secretamente sobre o que estão falando; pergunte sobre tudo, mas em particular. Faço isso há tantos anos que nem percebo mais, virou meu jeitinho.
Tenho plena consciência da minha fake-nerdice e de como sou fake-gamer, mas quer saber? Acho que o mundo anda binário demais. Eu sou mulher, não tenho tempo nem preciso ser uma coisa ou outra. Quantas vezes saí toda fofinha de casa ouvindo Symphony of Destruction? E por isso mesmo, apesar das minhas (super legais) camisetas fake-nerd-gamer, não me acho incrível.
Eu me divirto. E você?
ps. Tem review de várias coisas que joguei mês que vem com todo meu charme noob. Aguardem.Similar Posts:
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Faz mais de um ano que namoro com o Eduardo e, desde o começo, foi o namoro mais diferente que já tive. Nós somos tranquilos, temos espaço para cada um e para o casal, fizemos amizade com os amigos do outro, montamos a vida dele, a minha e a nossa.
Depois desse ano, percebo como nosso amor é diferente dos outros amores que senti. Nunca me senti sozinha, mesmo com os 100km separando a gente. Então comecei a mudar também outras coisas que eu acreditava sobre um namoro.
Esse lance de traição por exemplo. Eu sou toda ciumenta. Mas dizem que o ciúmes é um lance de insegurança e é verdade. Não vivo com medo que um dia ele chegue e fale “Má, encontrei outra pessoa”. Claro que tenho medo disso sim, mas não fico pensando nisso o tempo todo.
Mas se o Eduardo ficasse com alguém e quisesse continuar comigo, eu não me separaria dele. Digo, beijar uma pessoa é muito diferente de amar outra pessoa. Pela lógica, não faz sentido ser só isso, mas relacionamento tem muito de sentimento. Se eu me sentisse bem em continuar com ele, não vejo porque não.
Em contrapartida, nem todo mundo é assim. Acho que amor é respeito e se isso faz tão mal e dói tanto, por que alguém que supostamente te ama te machucaria tanto?
O que quero dizer é que antes eu tinha uma visão binária sobre traição que não tenho mais. Antes eu achava que traição era ficar com outra pessoa, mas hoje acho que está mais para desrespeito. Desrespeitar sentimentos é trair o amor do casal.
Foto via The Impire Of The SunSimilar Posts:
Vejo muitos, muitos garotos bonzinhos reclamando da famosa friendzone. A menina cuida de você como melhor amigo mas gosta do cara babaca que faz mal pra ela e a trai ou coisa pior. E você lá, sendo babaca, cuidando dela e sendo gentil. Você devia ser um douchebag, certo?
ERRADO!
Quando você trata mal uma pessoa ela trata mal outra pessoa, o que gera um ciclo de mágoa infinito. Assumindo que meus leitores não são babacas infantis que ainda estão na oitava série, vamos aprender como sair da friendzone sem ser idiota.
Mulheres gostam de cafajestes não porque eles ficam com todas e as fazem sofrer. Mas se todo mundo fica com um cara, ele deve ter alguma coisa. Só depois a gente nota que não, ele é um babaca mesmo.
Enquanto nossos amigos fofos estão lá dando colo e sendo gentis e o príncipe encantado e a gente acha aquilo tão chato. Mas não porque o cara é fofo. Mas porque ele é inseguro.
A palavra chave é segurança. Você precisa confiar em você. E isso é mais fácil do que parece, porque se um bando de babacas que não têm nada a oferecer consegue, você que é fofo, gentil, educado e legal também pode.
É um saco sair com alguém mole, bobo, um escravo. Ninguém quer escravos. Digo, claro que tem aquelas que querem mandar e gostam de um pau mandado, mas se apaixonam mesmo pelos que são pessoas.
Seja você mesmo. Descubra quem você é e se segure a isso. Força, rapaz.
Você só precisa ser um cara forte e confiante. Todo mundo gosta de caras confiantes. Vai por mim.
ps. Não quero cagar regra com esse post. Quero mostrar para meus amigos mimimi-ninguém-me-ama que o problema não está em ser fofo. Está em ser coitado.Similar Posts:
Acho que já escrevi mais de mil vezes sobre beleza no Compulsive. Sempre achei que era algo fútil e desnecessário, que parar de comer e se divertir para ser magro era babaquice e saber o apelido das cores dos esmaltes era idiota.
Mas hoje em dia sou muito mais vaidosa que antes, então acho válido escrever novamente sobre o assunto.
Beleza tem a ver com auto-estima, não com comparação. Se sentir bonita não está relacionado ao seu peso e ao quanto você pode gastar com roupas. Descobrir mais sobre você e encontrar seu estilo, encontrar o que você acha bonito é mais bacana.
Maquiagens são legais e podem resolver muitos problemas. Podem disfarçar um nariz, aumentar ou diminuir os lábios, esconder as manchas e espinhas. Se algo incomoda tanto assim, porque não né?
Se faz você se sentir melhor, deve ser feito. Mas com limites. Uma coisa é pintar o cabelo, que é barato, não dói e não oferece riscos para a saúde. Outra coisa é colocar um silicone, fazer uma lipo. E outra bem diferente é parar de comer (de tudo) para emagrecer.
Só gente saudável é bonita. E gordinhas são bonitas. E magrelas também. Aquela coisa da confiança é tudo que se aplica aqui. Se você não confia em você, não adianta muita coisa.
Isso de confiança é difícil, claro. Mas se dê uma chance. Se deixe ser bonita. Olhar no espelho e falar “Sou um ser humano. Tenho defeitos. Não tem Photoshop aqui. E isso vai ficar legal mesmo assim”.
Aceite o que você não pode mudar. O que você quiser mudar, faça do jeito mais saudável o possível. Um dia você vai ficar velha e é melhor que esteja saudável, porque a beleza que fica é bem diferente da que você corre atrás agora. O resto é Adobé Fotoshop:
Fotoshop by Adobé from Jesse Rosten on Vimeo.
Foto da Lari.Similar Posts:
Depois de 9 meses e 27 dias (já que foi ontem), o ortopedista disse “Então eu vou te dar alta”. Eu nem estava esperando, achava que ele fosse querer me ver de novo daqui um tempo. O importante é que acabou, de verdade, sério mesmo, for real, na moral, seriosamente. Para todos os sentidos médicos, estou novinha em folha.
Isso que você vê acima é meu último raio-x (e espero demorar para tirar outro). O de cima é minha bacia e os pinos do ferro do fêmur, que fica dentro do osso e vai até perto do joelho. A foto da esquerda é onde quebrei a perna, agora já recuperada. E da direita é meu tornozelo esquerdo e seus dois maridos parafusos.
Meu tornozelo ainda incha todos os dias. Ainda dói também. Mas tô passando Biofenac (indicação da Paula) e, meu deus, aquilo é mágico. Se você sente dor, passe isso. Depois de quase 10 meses hoje foi o primeiro dia que levantei da cama sem mancar.
A perna não dói.
A depressão também tá muito melhor, como vocês devem ter notado, mas esse tratamento continua.
Mas teve um detalhe. Minha perna tem 4cm de diferença de uma para a outra. O normal é 1cm. Uso palmilha no tênis desde criança, mas só dá pra fazer até 3cm. Então o médico sugeriu alongar a perna menor, que é a boa.
Ele quebra o fêmur e coloca um pino externo. A distância aumenta 1mm por dia e depois de 4o dias, faço outra operação para tirar os pinos externos e fixar o tamanho novo. Não fico sem andar, mas faço fisioterapia até voltar tudo ao normal. Outra vez.
Claro que eu quero ter pernas iguais, né. Conseguir usar sapatilhas, sandálias e chinelos por dias seguidos sem sentir dor nas costas e na perna esquerda. Fora minha escoliose dorso-lombar que eventualmente vai me prejudicar bastante.
Mas por enquanto só de pensar em passar por tudo de novo, e de propósito, já dá vontade de chorar. Deixa pra depois. Agora que acabou só quero viver em paz :)Similar Posts:
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What Would Gordon Freeman Do? - by Jani Penttinen
~ combinamos provar que tudo é possível
demonstrar que a melhor solução
é que nós teremos que vencer a tentação
irresistível
e acreditar que a dor do amor sobe pro céu e vai
se espalhar no ar da cor que quer continuar
nos olhos, mesmo invisível ~
estou amando. mas não estou grávida. bom frisar.
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~ combinamos provar que tudo é possíveldemonstrar que a melhor soluçãoé que nós teremos que vencer a tentaçãoirresistível e acreditar que a dor do amor sobe pro céu e vaise espalhar no ar da cor que quer continuarnos olhos, mesmo invisível ~ estou amando. mas não estou grávida. bom frisar.0 plays
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Gostei tanto que vou reblogar com a propaganda e tudo. thesearethethingsilike: Mixtape anos 90 (pra quem está vendo pelo dashboard ou pelo facebook, clique no título do post pra ver todas as informações) Clique no play acima para ouvir, aqui para baixar o mp3 ou ouça as músicas separadas no grooveshark ai embaixo :) Falando em anos 90, sexta-feira rola mais uma edição da Tiger Robocop, no Dynamite Pup. Para mais informações, clique aqui.10 plays
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Eu já estive afim, eu já não tô afim. A gente vive assim: um dia aqui, o outro ali. Aqui onde ninguém nos vê, ali no rádio ou na tv, a gente vive assim: sabendo de tudo sem saber porque. Eu só tô começando e já cheguei ao fim. A gente vive assim: sempre acabando o que não tem fim. Querendo o que não tem… fim.0 plays
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Depois de tudo de ontem, eu consegui fazer o que mais queria enquanto virava a noite naquele maldito hospital: deitei na minha cama e ouvi música, quieta, confortável e quentinha. No aleatório, tocou Ilex Paraguariensis. Foi alívio em forma de música. Estou me sentindo assim. Então obrigada por tudo, eu vou ficar bem. :) Hoje eu acordei mais cedo Tomei sozinho o chimarrão Procurei a noite na memória… procurei em vão Hoje eu acordei mais leve (nem li o jornal) Tudo deve estar suspenso… nada deve pesar Já vivi tanta coisa, tenho tantas a viver Tô no meio da estrada e nenhuma derrota vai me vencer Hoje eu acordei livre: não devo nada a ninguém Não há nada que me prendaAinda era noite, esperei o dia amanhecer Como quem aquece a água sem deixar ferverHoje eu acordei, agora eu sei viver no escuro Até que a chama se acenda Verde… quente… erva… ventre… dentro… entranhas Mate amargo noite adentro estrada estranhaNunca me deram mole, não (melhor assim) Não sou a fim de pactuar (sai pra lá)Se pensam que tenho as mãos vazias e frias (melhor assim) Se pensam que as minhas mãos estão presas (surpresa) Mãos e coração, livres e quentes: chimarrão e leveza … ilex paraguariensis… Em tempo: não gosto de chimarrão, acho amargo. Mas você entendeu :P10 plays
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Essa música não sai da minha cabeça, ela entra em looping e fica aqui até eu ouvir. Post 600, marcando outra fase, que espero que seja infinitamente melhor e que dure infinitamente vezes mais que a anterior. I Was Made For You, She&Him I was takin’ a walk When I saw you pass by I thought I saw you lookin’ my way So I thought I’d give you a try When I saw you smile I saw a dream come true So I asked you, maybe Baby whatcha gonna do? ‘Cause I have been waitin’ for a long, long time For a boy like you I won’t be waitin’ any more cause I know Baby, baby I was made for you I was takin’ a walk When I saw you pass by I thought I saw you lookin’ my way So I thought I’d give you a try When I saw you smile I saw a dream come true So I asked you, maybe Baby whatcha gonna do? Cause I have been waitin’ for a long, long time For a boy like you I won’t be waitin’ any more cause I know baby, baby I was made for you I was made for you I was made for you, yeah I was made for you I was made for you0 plays
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I am happy that I have youEven though you’re not here nowI know somewhere you are dreamingThough it’s definitely not of me It doesn’t matter if this all shattersNothing lasts foreverBut I’m prayingThat we’re staying together I am warmed by your friendshipEven when you’re far awayAnd I’m happy in the knowledgeWe may never see the day When I kiss you & you kiss meDon’t pretend you miss meThe worst kind of diseased mindIs one filled with jealousy If we should meet againDon’t try to solve the puzzleJust lay down next to meAnd please don’t move a muscle I will thank you, most of all, forThe respect you have for meI’m embarrassed; it overwhelms meBecause I don’t deserve any I doesn’t matter if this all shattersNothing lasts for everBut I’m prayingThat we’re staying together7 plays
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Freelove - Depeche Mode If you’ve been hiding from loveIf you’ve been hiding from loveI can understand where you’re coming fromI can understand where you’re coming fromIf you’ve suffered enoughIf you’ve suffered enoughI can understand what you’re thinking ofI can see the pain that you’re frightened ofAnd I’m only hereTo bring you free loveLet’s make it clearThat this is free loveNo hidden catchNo strings attachedJust free loveNo hidden catchNo strings attachedJust free loveI’ve been running like youI’ve been running like youNow you understand why I’m running scaredNow you understand why I’m running scaredI’ve been searching for truthI’ve been searching for truthAnd I haven’t been getting anywhereNo I haven’t been getting anywhereAnd I’m only hereTo bring you free loveLet’s make it clearThat this is free loveNo hidden catchNo strings attachedJust free loveNo hidden catchNo strings attachedJust free loveHey girlYou’ve got to take this momentThen let it slip awayLet go of complicated feelingsThen there’s no price to payWe’ve been running from loveWe’ve been running from loveAnd we don’t know what we’re doing hereNo we don’t know what we’re doing hereWe’re only hereSharing our free loveLet’s make it clearThat this is free loveNo hidden catchNo strings attachedJust free loveNo hidden catchNo strings attachedJust free love4 plays
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