Mariana Oliveira
relações públicas UFRGS, social media, curiosa, analista de informação. escreva-me: marianarrpp@gmail.com ;)
Profile
Summary
Acredito que a pesquisa/inteligência e o planejamento devem trabalhar juntos, através da união de conhecimento, senso crítico e soluções criativas. :)
Experience
- Apr 2012 - PresentSocial Media Monitoring Supervisor @ Data Intelligence / Ogilvy & Mather
- Feb 2012 - PresentUpdater / Update or Die
- Nov 2011 - PresentCo-founder / ZaangaStartup que reúne consumidores insatisfeitos e busca uma solução definitiva para estes problemas, contribuindo para uma relação mais justa entre consumidores e empresas.
Education
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2005 - 2011Universidade Federal do Rio Grande do SulBacharel in Communication
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2002 - 2004Escola São Domingos2nd
Additional Information
Posts
Quando pensamos em navegar entre conteúdo sempre imaginamos páginas html com links entre elas, com buscadores do tipo Google, capazes de ordenar todo esse conteúdo de forma prática para quem o buscar.
Silk quer mudar um pouco esta cena, oferecendo um aplicativo que guarda os dados de forma muito mais estruturada.
Depois de ver o vídeo abaixo não resistimos a tentação de pedir um convite ao sistema, o qual chegou hoje.
Em silkapp.com temos um aplicativo que nos permite criar conteúdo e filtrar de forma inteligente o que outros publicaram, existindo uma rede de páginas entrelaçadas com filtros que possam ser aplicados a qualquer momento, como o que podemos ver na imagem abaixo, onde decidiremos os países que queremos analisar para nosso trabalho de investigação.
Podemos utilizar silk para criar um índice buscador de nosso site, como o que fizeram em index.thenextweb.com, por exemplo, permitindo navegar de forma diferente, organizando o conteúdo com tabelas e gráficos.
Ao receber o convite podemos navegar entre alguns sites já criados, estando a parte de construção de novo conteúdo ainda em desenvolvimento.
Acompanhe também as notícias pelo canal twitter da rede POOLDIGITAL twitter.com/pooldigital
Veja também:
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A Hall & Partners criou uma metodologia para conseguir respostas sinceras sem ser invasivo como técnicas que abordam pessoas na rua: eles bolaram um taxi que leva o consumidor da loja até em casa em troca de um diálogo sincero sobre determinada marca ou produto. Assim, além de coletar informação, é possível ajudar o consumidor.
Filed under: Comunicação, Variedades Tagged: metodologia, pesquisa, taxi
eu também tenho várias opiniões sobre assuntos polêmicos, mas sabe o que eu faço? r: sanduíches de bisnaguinha
Não adianta, não consigo me cansar de infográficos, TEDs e livros que começam com “Como…”.
E um motion graphic…sobre infográficos, aí fica irresistível.
Informação costuma vir em embalagens muito chatas e os infográficos são a prova de que o conhecimento também se beneficia muito de appetite appeal (“Stay Hungry!”).
Infográficos são a evolução das ilustrações dos livros escolares, transportados para tablets e ainda vamos ver muitos. Ainda bem!
The Value of Data Visualization é uma criação da Column Five Media
O Google fechou uma parceria com a cervejaria americana Dogfish Head para fabricar, em edição limitada, uma cerveja baseada diretamente na opinião de seus funcionários.
De acordo com gigante de Mountan View, as sugestões para a sua produção foram coletadas através do serviço do Google Moderator, uma plataforma especializada em agrupar ideias e destacar as informações mais populares e relevantes.
O resultado, segundo o jornal O Globo, foi uma bebida com ingredientes vindos de várias partes do mundo, desde amaranto torrado da América do Sul a rooibos verdes da África.
A empresa, porém, informou que não planeja obter lucros com a criação e também não possui planos para entrar no ramo cervejeiro.
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Vivo repetindo por aqui que números só servem para alguma coisa quando comparados com outros números.
E só perdem a subjetividade quando comparados com o mundo real. Por exemplo, o Update or Die recebe o equivalente a 2 Ginásios do Ibirapuera por dia.
Enfim, coisas que dá para gente visualizar e avaliar se é muito ou pouco.
E por isso gostei tanto dessa ideia da BBC, o “How Many Really?”.
Um site que compara o seu network de amigos no Facebook ou Twitter (ou na sua sala de aula, na sua família, etc) com o número de pessoas envolvidas em eventos históricos famosos, como finais de Copas do Mundo, Guerras, epidemias, acidentes como o do Titanic e até mesmo com o número de figurantes na cena do funeral do filme Gandhi de 1982.
Você vai poder descobrir, por exemplo, que você já deve ter mais seguidores do que tigres no mundo (provavelmente, bem mais. Só restam 3.000).
E tem também o “How Big Really?”, para comparar tamanhos.
Power Strip Pig Concept from artlebedev...(Read...)
What Makes Love True é o mote da nova campanha da Tiffany’s, que reúne online vários depoimentos de amor em vídeos lindos e tocantes. Adorei o It’s Never too late (de como Artur, depois de 30 anos, realmente achou o amor em uma brasileira) e o A Postcard Courtship onde um casal trocou cerca de 300 postais em 4 meses, dividindo experiências e impressões cotidianas, depois de um date. Mas, o mais lindo de todos é o das crianças. Porque simplesmente elas tocam em pontos simples e fundamentais, como o amor deve ser. Olha só:
A marca foi certeira, afinal quem não gosta de saber como um casal se conheceu? Quem não gosta de falar de amor?
This kitty is totally copying its human friend and raising its hand… err paws. This is totally fake but wouldn’t it be cute if it were real?
Um designer espanhol, uma livraria alemã, um livro americano, cinco marcadores de páginas inacreditáveis. Definitivamente não é o tipo de marcador que a mocinha da livraria enfia na sua sacola como se fosse um panfleto e que você despreza… Bem… Como se fosse um panfleto.
O trabalho feito com base no livro Moby Dick, de Herman Melville [1819 - 1891], é tão legal que rendeu para os realizadores – o designer Pietari Posti e as agências alemãs Schultz & Friends e 2Agenten – um prêmio em um evento de artes gráficas da Alemanha.
Os marcadores estão disponíveis na livraria Felix Jud, na Alemanha, e não na Livraria Cultura da Paulista. Sabe como é: para ser legal e de graça, uma coisa certamente precisa ser longe, muito longe.
Juliana Cunha
Shared by Mari
:O
Submitted by: priteves
Posted at: 2011-10-02 07:45:25
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Posts
Por Letícia Vedolin
Redatora (Correspondente Internacional)
O último fim de semana foi de cinema no norte da Alemanha. Participei do 58˚ Festival de Curtas de Oberhausen, que este ano comemorou os 50 anos do Manifesto de Oberhausen, um dos mais importantes para o cinema alemão do pós-guerra. Em meio à retrospectivas e homenagens aos precurssores do movimento, um dos paineis debateu internet, cinema e educação. O convidado era Kevin Lee, autor de Video Essays sobre cinema, uma forma de Edutainment na qual cinema é ensinado através de vídeos (na maioria das vezes) divertidos e envolventes.
Lee mostrou alguns de seus vídeos, assim como o projeto Film Studies in Motion, no qual, em parceria com a organização do Festilval de Oberhausen, são apresentados semanalmente videoessays atuais e programas produzidos para a televisão alemã a partir dos anos 70, com o objetivo de debater e ensinar cinema.
A ideia do debate foi mostrar a conexão entre o trabalho e Lee e o dos comentaristas de cinema da tevê alemã nos anos 70. Além da óbvia ligação entre o conteúdo, ambos análises de cinema, há semelhanças entre as características dos dois meios nas diferentes épocas. A televisão alemã dos anos 70 era pública e, segundo Lee, de certa forma independente de grandes níveis de audiência, assim como o conteúdo feito para internet não busca alcançar os mesmos números dos meios de massa. Tampouco havia grandes problemas quanto aos direitos de uso das imagens para a construção dos programas educativos sobre cinema, o que permitia a apropriação de trechos dos filmes sem a necessidade de permissão dos distribuídores. Igualmente acontece, na produção dos vídeos de Lee, que utiliza material sem permissão - seu canal no YouTube já esteve bloqueado, mas a maioria dos distribuidores fecha os olhos e considera seus Video Essays uma forma de mídia espontânea.
Interessante também, foi a diferença apontada por Lee, entre o que era produzido nos anos 70 e seu trabalho hoje. Apesar das senelhanças em quesitos econômicos entre o início da TV e o da Internet, as possibilidades oferecidas ao público por este, transformam a forma como assistimos a filmes e, em consequência, a forma como os analizamos. Como exemplo das mudanças trazidas pela interação proporcionada pela internet, Lee mostrou o curta The Sunbeam (1912), e uma variação produzida por um estudante, em que as cenas do filme são mostradas simultaneamente, de acordo com o tempo real em que acontecem. Uma versão assim só é possível hoje e altera o significado e forma da versão original.
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A evolução das mídias sociais tem sido muito dinâmica e sempre nos apresenta surpresas. Apesar de qualquer previsão correr o risco de estar completamente errada, neste episódio do vlog tento traçar o que ocorrerá na rede no futuro próximo. Quais serão as modificações no Facebook, como continuará mudando nossas vidas? Como as redes sociais serão utilizadas nas organizações? O que é a internet das coisas?
Na verdade, esse foi o tema que nos foi proposto em um painel no Desencontro 2012 (ocorrido no final de março). Se você esteve lá, veja de novo o que eu defendi. Se não pode ir à Fortaleza, conheça minhas apostas.
E, claro, quero conhecer suas opiniões sobre o tema. Não deixe também de assinar o canal no YouTube, pois isso ajuda a divulgar o vlog.
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O que seria inovador na educação? Esta era a questão central do TEDxUnisinos, no qual eu tive a honra de palestrar. Realizado em 29 de outubro, o evento reuniu um grupo muito qualificado de pesquisadores, professores e outros profissionais. Para provocar a plateia, minha palestra ganhou o título de "Ética hacker para crianças e adolescentes".
Conforme a recomendação encaminhada a todos palestrantes de eventos TED, busquei fugir de uma fala simplesmente teórica, de cunho acadêmico, recheando-a com diversos exemplos e ilustrações.
Depois de apresentar as principais características da chamada ética hacker, baseando-me principalmente neste livro de Pekka Himanen, discuti como a escrita de fan fictions segue estes princípios. Finalmente busquei defender como esta prática pode fomentar a criatividade e colaboração no contexto educacional.
Assista a seguir minha palestra na íntegra.
/blogs/alexprimo/2011/11/30/etica_hacker_para_criancas_e_adolescente/
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Há poucas semanas fui mais uma vez paraninfo de uma turma da Faculdade de Comunicação da UFRGS. Homenagens como essa valem mais que qualquer salário ou presente. Por isso mais uma vez agradeço meus alunos por tamanha gentileza.
Reproduzo abaixo o meu discurso, no qual falo sobre redes sociais, liberdade, economia e capitalismo cognitivo, crowdsourcing, crowdfunding, Wikileaks, entre outros temas da Cibercultura.
Há o que se comemorar se qualquer pessoa sem diploma em Comunicação pode atuar como jornalista, publicitário e relações públicas? Precisamos celebrar ensinamentos que já ficaram velhos desde que vocês defenderam as monografias no mês passado?
Permitam-me, então, fazer estas breves reflexões.
Antes, o poder estava ao lado de quem detinha a posse dos meios de produção. O dono da fábrica além de poder econômico, acumulava poder político. Na fábrica eram definidas nossas opções de consumo, segundo imposições da economia de escala: um tamanho único para todos os gostos. E a própria vida das comunidades girava em torno das demandas de trabalho da fábrica.
A comunicação também respondia ao modelo industrial. As grandes emissoras de TV e rádio, as editoras e gravadoras e os grandes jornais e revistas funcionavam como fábricas. Esse poder centralizado nas mãos de poucos grupos e empresários também definia o que consumiríamos, o que saberíamos e o que não seria divulgado. Segundo a mesma lógica de produção em massa, a mesma notícia e os mesmos programas de entretenimento eram transmitidos linearmente para todo o público.
Mas nosso mundo mudou, e com ele a economia. A fábrica perdeu importância. Você sabe, por exemplo, onde foi produzido seu casaco, sua televisão ou o seu tênis? Mas certamente você sabe qual a marca desses produtos. Isso nos mostra que o poder hoje se localiza na idéia, no projeto, no design.
Na chamada sociedade da informação a moeda de maior força é o conhecimento. Agora fica fácil perceber o poder reunido por esta turma de formandos. Especialistas em comunicação, eles reúnem o ferramental para atuar no chamado capitalismo cognitivo: o saber.
Não é mais preciso ser dono de caríssimas rotativas, de estúdios equipados com pesadas câmeras, nem distribuir antenas por todo o país. Um celular conectado no Twitter ou um blog mantido em um serviço gratuito podem fazer uma revolução. A massa alienada e descoordenada dá lugar à multidão, que age na cooperação, na confluência de interesses. A Internet não precisa de líderes, pois os esforços ganham força na atuação em rede.
A fórmulas econômicas foram alteradas. A demanda pode anteceder a oferta. As marcas podem hoje oferecer com agilidade o que os consumidores pedem nas comunidades em redes de relacionamento. E o trabalho pode ser dividido com os próprios consumidores, que passam a fazer parte, eles mesmos, da cadeia produtiva. Por exemplo, é possível desenhar a estampa da camiseta que se quer comprar! É o que se chama de crowdsourcing. E também se pode investir na produção daquilo que se quer consumir. Recentemente eu investi pouco mais de 30 reais em um CD que eu quero escutar, de uma banda que explodiu no YouTube. A quantia é pequena, mas somada ao micro-investimento de tantos outros fãs, a banda está agora em estúdio. Trata-se de uma produção alternativa, segundo um modelo de crowdfunding, que acontece à margem dos interesses da grande mídia.
O processo da Comunicação mudou muito nos últimos tempos. A foto da evacuação do avião da US Airways que havia feito um pouso forçado no Rio Hudson foi captada e publicada por um cidadão comum. Os consumidores juntaram-se em coro para protestar contra os produtos com peles de animais da Arezzo, cujo desastrado release no Facebook prejudicou ainda mais sua imagem. Vídeos publicitários deixam hoje de ser veiculados no intervalo comercial de novelas, pois são repassados espontaneamente nas redes sociais online. É nesse contexto que nossos publicitários, relações públicas e jornalistas estão atuando.
Mas não entendam mal. A multidão não está parasitando o jornalismo e anunciando seu fim. Os anúncios diretos no Google não estão condenando as agências, nem tampouco os tuiteiros estão enfraquecendo os Relações Públicas. Pelo contrário, o que nossos formandos estão preparados para fazer é saber gerenciar essa simbiose. Ora, todos saem lucrando quando a inteligência coletiva, quando a sabedoria das multidões é bem coordenada.
Quem poderia pensar que um dia uma enciclopédia seria escrita por amadores, e que seus verbetes estariam sempre na primeira página de resultados do Google? E quem poderia imaginar que documentos secretos dos Estados Unidos poderiam ser salvos em seu próprio computador, depois de divulgados no site do Wikileaks? A radicalidade dessas experiências se explica pela máxima hacker: o conhecimento é um bem da humanidade e a informação quer ser livre.
Liberdade. Esse é o principal objetivo de todo profissional de comunicação. Quanto mais informação circular em um país, mais livre ele será.
Por outro lado, é também verdade que com a Internet sofremos de uma sobrecarga informacional. Segundo o filósofo Edgar Morin, temos hoje muita informação e pouco conhecimento. E com tantos serviços da Web 2.0, publicamos tantas fotos, escrevemos tantos tuítes e posts, vemos e passamos adiante tantos vídeos e fazemos tantos comentários no Facebook que às vezes falta tempo para um chopp na esquina! Podemos inclusive sofrer de uma nova forma de ansiedade: queremos consumir toda informação que nos chega sem parar e queremos marcar presença constante na Internet. Ora, quem não é visto não é lembrado. Aquele que se cala na rede não existe, pois é apenas através da comunicação que acontece a existência no virtual. E como impera hoje uma economia da reputação, precisamos estar sempre investindo em nossa imagem na rede.
Esse ritmo frenético também pode impactar os relacionamentos íntimos. Conforme o sociólogo Zigmund Bauman, nestes tempos digitais, tratamos os outros como conexões. Portanto, também é muito fácil desconectá-los. O recente livro de Shery Turkle traz um título provocativo: Alone Together, ou seja, acompanhado mas sozinho. Sim, podemos acumular amigos em redes de relacionamento e, mesmo assim, nos sentirmos solitários.
Evidentemente, a "culpa" não é da Internet. Somos frutos de nosso tempo, e a época é de grandes e frenéticas transformações sociais.
A verdade é que as verdades duram hoje muito pouco. As certezas têm prazo de validade bastante curto e logo são substituídas na prateleira por outras opções. A novidade de hoje fica obsoleta amanhã. Um lançamento do início do dia é ferro velho de tardezinha.
E é por isso que a formação de vocês não termina hoje. Esta solenidade de colação de grau é apenas um marco pontual. O aprendizado de vocês, formandos, continuará por toda a carreira. É preciso que seja assim, ou vocês mesmos se tornarão prematuramente obsoletos!
Ninguém pedirá para ver seus diplomas. A atuação profissional de vocês, as futuras contratações independem desse documento. O que mais importa é seu portfólio recente, sua capacidade de administrar e dar sentido a grandes fluxos de conteúdo, de transformar criativamente tudo o que parecia óbvio.
Vamos ser sinceros: neste excesso informacional, notícias e slogans parecem todos iguais. Tornaram-se commodities. Logo, na sociedade do conhecimento, no capitalismo cognitivo, o papel de vocês é criar valor através da idéia, tornar único aquilo que parecia abundante.
Segundo a cibernética, a informação é a diferença. Uma diferença que faz a diferença, diria Gregory Bateson. Logo, a frase "o céu é azul" é pouco informativa. Já o resultado da Megasena, dentre tantos possíveis, tem alta carga informacional. A mesma notícia reprisada em todos jornais e portais, portantom, tem pouco valor. O que precisamos é mais opinião crítica, bem fundamentada. Os produtos, marcas e empresas não precisam simplesmente ter páginas no Facebook. Precisam sim saber dialogar com seus diferentes públicos.
Diante do cenário que tentei aqui resumir, convido vocês, formandos, a manterem sempre como meta a defesa da liberdade. Não deixem que essa bandeira tradicional da Comunicação seja apagada por interesses sindicalistas, por pressões políticas ou pelo despreparo para atuar em redes sociais.
No Brasil, o projeto do Senador Azeredo pretende controlar as interações na Internet. Por que será que alguns políticos querem punir a liberdade de expressão garantida pelas redes online? Ora, todos nós sabemos as verdadeiras razões.
Em recente entrevista sobre os abusos do jornal News of The World, de Rupert Murdoch, o professor Eugênio Bucci defendeu que a liberdade é a melhor forma para garantir a liberdade da imprensa. A censura ou órgãos de controle são os piores expedientes para regulamentar o jornalismo. Vale lembrar que quem denunciou as práticas ilícitas do tablóide inglês foi outro jornal, o prestigioso The Guardian.
Sim, como vimos, temos muita informação circulando. Mas é sempre melhor mais informação, do que informação limitada. E é por isso que cada vez mais precisamos de profissionais como vocês. A democracia só se constrói na comunicação. Tanto o relacionamento amoroso quanto o relacionamento entre empresas e consumidores só pode ser mantido através da comunicação.
E temos aqui na nossa frente um grupo de profissionais, que foram preparados para trabalharem pela comunicação, para defenderem a liberdade. Que estão prontos para serem livres.
Queridos afilhados, aqui termina o compromisso de vocês com a faculdade. E aqui continua o compromisso de vocês com a Comunicação.
Chegou a hora de dizer tchau, ou melhor, até breve!
Nos vemos nas redes.
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Para a maioria dos mortais programação é um assunto, no mínimo, complexo. Por mais que estejamos no mercado digital, não vamos muito além do conhecimento das nomenclaturas, passando longe das linhas de código. Mas quando o Google lança um projeto como o Chrome Experiments, fica difícil não se interessar pelas inovações possíveis com novas linguagens, como o HTML5.
O site, lançado no início do ano, estimula programadores a brincarem com código, a fim de produzirem e compartilharem experimentos que permitem o uso de gráficos 3D em navegadores, sem a instalação de plugins. Em outras palavras: um navegador roda, sem aquelas mensagens chatas de instalação disso e daquilo, imagens lindas e cheias de interatividade, que vem sendo muito bem aplicadas na produção do que antes conhecíamos como videoclipe.
A estratégia por trás disso tudo é divulgar os poderes do Chrome, que deve ser mais rápido que outros navegadores ao processar esse tipo de gráfico. Nada melhor para incentivar os experimentos e levar suas vantagens ao público geral, do que uma esperta parceria com a banda que mais entende viralização: OK Go. O resultado, lançado essa semana, é um vídeo interativo para a música All is not Lost da banda.
Para participar da criação, que conta ainda com a participação do grupo de dança Pilobolous, o usuário acessa o site e é convidado a escrever uma mensagem, que é dançada pelo grupo após inúmeras interações entre janelas do navegador.
Esse já é o terceiro projeto especial em parceria com músicos promovido no Chrome Experiments. O primeiro, para o álbum The Wilderness Downtown do Arcade Fire, aplica os movimentos de um ator à cenários do Google Street View de uma cidade escolhida pelo usuário. O segundo, para a música Black, do álbum Rome, de Danger Mouse and Daniele Luppi, é uma viagem por um mundo pós-apocalíptico em que o usuário é convidado a navegar e explorar cenários.
Esse tipo de trabalho, vem unindo linguagem experimental e cultura pop, divulgando o Chrome e mostrando como o conceito de videoclipe pode estar sendo redefinido. Em meio a discussões sobre a acessibilidade dessas criações (é preciso ter um computador com certa potência para suportar os gráficos, que não são nada leves), uma coisa é certa: graças às inovações dessas novas linguagens, o verbo assistir, em pouco tempo, não será mais adequado para falar de experiências audiovisuais.
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* Tecnologia - InterNey Blogs - InterNey.Net
por Mariana Oliveira
Redatora
Acabo de receber convite para um dos projetos do Google que mais me chamou atenção nos últimos meses (não é o Google+, espertinho!): o Music Beta. Anunciado em maio deste ano em uma conferência de desenvolvedores e aclamado como o "iTunes/Grooveshark killer", o serviço estava em testes e restrito a usuários nos EUA. Há poucos dias começaram a liberar a entrada de novos usuários, inclusive brasileiros. E, ao contrário do Google+, dessa vez o Google me surpreendeu.
A proposta do Music Beta é a seguinte: assim como o iTunes, o serviço centraliza todas suas músicas em um único lugar. A diferença é que suas músicas no Music Beta ficam na "nuvem", o que significa que você pode escutá-las onde quiser - inclusive no seu smartphone Android. Sim, eu sei que Steve Jobs há pouco lançou o iCloud, que também coloca tudo o que você quiser em nuvem. Mas a facilidade de não precisar instalar nada, nenhum software ou aplicativo, conta pontos pro Google. Está no PC do trabalho? Music Beta. Tudo em uma aba, sem necessidade de ficar atualizando versões. Na verdade, o Google Music é muito mais parecido com o Grooveshark ou Spotify, sites bem conhecidos de compartilhamento de música via streaming, que já foram tema de post no Dossiê.
Mas vamos aos motivos: por que eu gostei do Music Beta?
- Facilidade para ouvir músicas onde eu quiser, em qualquer computador ou celular;
- Ao se cadastrar, você recebe cerca de 200 músicas free, de acordo com estilos musicais que você escolhe;
- Você pode fazer upload de toda sua biblioteca através de uma ferramenta simples chamada Download Music Manager, que só precisa ser utilizada uma vez: depois disso ela atualiza sua biblioteca automaticamente;
- A interface da biblioteca é organizada e inteligente (apesar de não ser nada bonita), e o sistema de buscas é ótimo;
- Você pode marcar músicas com um simples "thumbs up", que automaticamente cria uma lista com suas preferidas;
- A criação de playlists personalizadas é muito intuitiva;
- As Instant Mixes são playlists inteligentes que o Music Beta cria pra você com base em uma única música. Você dá como exemplo "All you need is love" e recebe uma playlist mix com 25 músicas relacionadas.
- Você pode integrar ao browser (Chrome, é claro) e baixar algumas extensões que deixam o serviço ainda melhor, como a Music Plus, que além de adicionar um botão de download (gratuito) em tudo, possibilita notificações em HTML5 quando troca a música, acompanhamento da letra da música, sincronização do scrobble de suas músicas com o perfil no Last.FM, entre outros. O surgimento de novas extensões pode tornar sua experiência ainda mais rica.
- O streaming é leve, pesa pouco na navegação e não fica "trancando", como no caso do Grooveshark e similares. Ah, e também não tem anúncios :);
- Ainda comparando com o Grooveshark e o Spotify, que vivem em guerra com gravadoras e seguidamente perdem algumas músicas do seu catálogo: como no Music Beta é você que faz upload das suas músicas, esse problema não existe.
O que tira a empolgação:
- A interface não é muito agradável visualmente, é tudo meio retangular, com cores "tristes" (muito cinza). Mas layout, definitivamente, nunca foi a praia do Google. No GooglePlus eles acertaram, mas dizem por aí que teve dedo de algum ex-funcionário da Apple para deixar tão harmônico.
- Outro problema clássico do Google: compartilhamento. Ao contrário do Grooveshark, não há como enviar suas músicas para o Facebook/Twitter, nem criar playlists compartilhadas.
- Também em comparação ao Grooveshark e ao Last.FM, não há listas de "mais ouvidas" por outros usuários. É como se você fosse uma ilha.
- Não existem "estações" em que você pode ouvir músicas e descobrir coisas novas, como no Last.FM. O Stereomood, por exemplo, é um site só de estações musicais de acordo com seu humor.
- O seguro morreu de velho: não é porque suas músicas estão em nuvem que você deve apagá-las do seu HD, certo? É melhor manter na nuvem como uma espécie de backup, que você pode acessar também via smartphone.
- Não se sabe se vai ser pago... a versão beta, por enquanto, é gratuita.
- O Google vai saber ainda mais sobre você.
Enfim, como qualquer serviço beta, ainda há muito o que melhorar. É claro que não estamos falando de nada definitivo, mas acredito que o Google Music Beta será um marco na indústria de música online. E você, o que achou?
PS: Obrigada @elyndo pelo convite :) PS2: No Music Beta as coisas vão mais devagar: cada novo usuário só tem direito a 2 convites. Ou seja, se você veio aqui atrás de convites, eu não tenho mais. :(
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por Mariana Oliveira
Redatora
A missão do Google é organizar toda a informação o mundo. Até aí nenhuma novidade, afinal essa deve ser uma das frases mais repetidas em toda a internet. O que não é muito comum pararmos para pensar é na energia necessária para executar esse trabalho hercúleo. Energia aqui poderia assumir vários sentidos, da intelectual à motora (nem que seja dos dedos teclando), mas esse post é sobre energia elétrica.
Por trás do Gmail, do Google Maps, do Orkut e do novíssimo Google+, além de todos os outros serviços Google que você provavelmente usa, há uma estrutura gigantesca de mais de 1 milhão de servidores, o que corresponde a cerca de 2% de todos os servidores que existem no mundo. Em outras palavras, isso demanda muita energia.
Nesse sentido é interessante notar que o Google possui pelo menos duas empresas que lidam diretamente com a questão. De um lado a Google Energy, especializada em comprar energia para a empresa. Do outro lado a Google.org, braço filantrópico da empresa que investe em startups que pesquisam fontes ainda não consolidadas de energia renovável.
O que chamou atenção é que recentemente o principal braço do Google (esse mesmo que controla o Gmail, o Orkut e todos os outros serviços) anunciou um investimento de 168 milhões de dólares em energia renovável, sendo a maior parte para uma fazenda de energia solar e a outra para uma fazenda de energia eólica (por "fazenda" entenda uma grande área que produz essas energias). O objetivo? Produzir energia mais barata e de modo mais sustentável e perene para os servidores da empresa.
No fundo essa não é só uma preocupação do Google, mas de grande parte da sociedade humana. Recentemente cientistas do mundo todo se reuniram em Viena para discutir a questão e chegaram em 3 grandes metas:
- Garantir acesso universal de serviços de energia aos 3 bilhões de pessoas que não os possuem e a toda população mundial até 2030 - Melhorar a eficiência no uso de energia em 40% até 2030 - Aumentar a contribuição das energias renováveis no sistema para 30% até 2030
Se nos anos 80 coisas como o módulo energia solar parecia coisa de ficção científica, hoje isso já é possível e tende a ficar cada vez mais popular. Nos próximos anos veremos a corrida por energia limpa e renovável se acentuar cada vez mais, significando que os investimentos por parte de governos e empresas só tendem a aumentar.
O mais interessante disso tudo é notar que todas essas tecnologias que prometem revolucionar o mundo, do já antigo PC ao novíssimo tablet, passando pela promessa da impressora 3D, precisam de algo tão rudimentar para continuarem funcionando: a boa e velha tomada.
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É na economia criativa que vemos com maior facilidade o impacto que a internet tem nos modelos de negócios. A indústria fonográfica na web talvez seja o exemplo mais clássico e onde se manifestam as maiores alterações na forma como se vende, promove, remunera e consome. Abaixo, três exemplos de sites que facilitam encontros mais lucrativos entre artistas independentes e seu público.
O Grooveshark , serviço de música online, anunciou há pouco uma parceria com a Rocket Science para promover artistas independentes. A primeira banda beneficiada é a Quiet Company , que chamou atenção dos organizadores do projeto pela audiência cativa que tem no site.
O TheSixtyOne , que sempre teve acervo focado em artistas independentes, promove as faixas mais populares do site e intermedia a venda, propondo uma remuneração pelo menos 7 vezes maior que a das gravadoras.
Já o The Hype Machine apóia os artistas em suas newsletters e eventos e facilita a compra das músicas através de links para a iTunes Music Sotre e para a Amazon.
Como conseguir promover os músicos com eficiência? Cada um desses sites formou uma comunidade forte on-line, graças às inovações oferecidas aos usuários. No Grooveshark, além de armazenar sua biblioteca na nuvem, é possível encontrar quase qualquer música para ouvir por streaming. O TheSixtyOne é lindo, com fotos de tela cheia dos artistas, num layout super diferente para esse tipo de ferramenta. Já o Hypem busca em blogs de música as novidades mais comentadas, fazendo a alegria dos sedentos por faixas inéditas.
Com usuários satisfeitos, os sites aumentam sua base e, consequentemente, o público para os artistas que promovem. Um win-win game, em que a música, além de ser pioneira em modelos de negócios mais democráticos, ganha em diversidade e criatividade. O mais legal é que a colaboração está no sangue desse pessoal. Eu descobri o TheSixtyOne em uma news do Hypem. Alguém aí já viu a Colombo promovendo as Americanas?
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O Google+ abriu suas portas. O que logo salta aos olhos é a interface de excelente usabilidade. A elegância das telas foge à típica falta de beleza dos serviços online do Google. Se você já faz parte dessa nova rede de relacionamentos (mais uma!) deve ter ficado maravilhado com o recurso hangout, que faz da videoconferência algo ainda mais divertido e fácil de usar. Por outro lado, o maior diferencial do Google+ está na sua concepção de base, em sua visão de amizade e outras relações sociais.
Quando o orkut foi lançado pelo Google, a visão de seu criador era de que você quer compartilhar tudo com seus amigos. Se você os acrescenta em sua rede é porque você confia neles. Durante os primeiros tempos do Facebook cada interagente só poderia ver informações de seus colegas da universidade. Já no Twitter, qualquer pessoa pode lhe seguir e saber o que você está compartilhando (se sua conta não for fechada, claro).
Inicialmente, o orkut exigia que você "rankeasse" seus amigos segundo critérios de intimidade. Isso não alterava em nada as interações futuras. Alguns anos depois, tornou-se possível criar-se grupos, a partir dos quais você pode definir critérios de visibilidade do que você publica no site. O Facebook ainda guarda a concepção inicial de redes (sua universidade, sua empresa) e a filtragem por amigos, amigos de amigos ou por pessoas individuais. Existe a possibilidade de criação de listas de pessoas (semelhante ao Twitter), mas sua configuração é trabalhosa e elas não podem ser usadas para a filtragem do que você compartilha. É justamente aí que o Google+ se diferencia.
O sujeito pós-moderno transita por diversas redes, comunidades de interesse e tem preferências tão diversas que um olhar moderno o classificaria de esquizofrênico! Na modernidade primava-se pela coerência e seguia-se uma moral punitiva. Já na pós-modernidade valoriza-se o estar-junto, a coletividade e a convivência em novas formas de "tribalismo", conforme defende Michel Maffesoli. Segundo o sociólogo francês, a interação neste grupos diferentes (às vezes de perfis até contraditórios) não pode ser vista como falta de coerência, mas como "sinceridades sucessivas".
O Google+ parte de uma visão semelhante dos relacionamentos sociais. Na verdade, não existe falta de ferramentas para compartilhar fotos, ideias, links, etc. O que não parece bem implementado ou é ainda é limitado em outros serviços é a definição das pessoas ou grupos com os quais você quer compartilhar detalhes de sua vida.
As fotos de uma festa do trabalho interessam apenas aos seus colegas (que estava também bêbados como você!); uma garota não quer que seu pai veja com quem ela anda planejando a próxima viagem; uma mãe prefere compartilhar o vídeo do nascimento de seu filho apenas com a família; um profissional quer enviar planilhas sigilosas para seus sócios. Esses são exemplos de situações muito particulares que não são de interesse geral ou que tem detalhes que visam apenas um certo grupo. O Google+ quer facilitar não apenas a comunicação (outros serviços já fazem isso), mas a definição mais precisa dos círculos a que ela se destina.
O recurso "circles" oferece uma interface muito fácil de usar e de bonito apelo estético. É a partir da configuração de seus círculos de relacionamento (suas tribos!), de suas comunidades de interesse, que tudo vai acontecer. É o reconhecimento de nossa multiplicidade, da fragmentação do sujeito, que o o Google+ pretende atrair o interesse de quem já interage em outras redes de relacionamento. Vai ser difícil arrancar as pessoas do Facebook e do Twitter (ok, do orkut também). Existe um custo em começar-se tudo de novo. Mas o Google tem um trunfo: sua conta no Gmail. De toda forma, acho que a briga vai ser muito difícil. Agora, se o titã das buscas perder o embate, e depois de ter amargado fracassos como o Wave (difícil de ser entendido e usado) e o Buzz (que ofereceu problemas de privacidade), o Facebook vai se mostrar uma ameaça ainda maior.
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Diante da crescente competitividade entre profissionais torna-se cada vez mais urgente a busca por Cursos de Especialização. Mesmo que ainda vivamos em um país de analfabetos, a graduação vai se tornando um requisito mínimo em diversas áreas.
A pós-graduação no Brasil já foi vista como perda de tempo e dinheiro. Criticava-se inclusive os professores que ministravam as disciplinas do curso de aperfeiçoamento. Diziam os mais irônicos: "quem sabe faz, quem não sabe ensina". Ainda que esse postulado pudesse servir a certos docentes, tal crítica escondia a crença de que no dia a dia seria possível aprender tudo. Tragicamente, é tarde demais quando um profissional se dá conta que diante das demandas do cotidiano ele acabou ficando para trás.
A especialiação oferece um tempo para reflexão do real, para uma crítica daquilo que parece inescapável. É com a mediação de professores capacitados e no debate com outros colegas que se toma contato com avanços processuais e tecnológicos. A pós-graduação é também tempo e lugar para a criação do novo, de soluções criativas. Não são raros os projetos que nasceram em disciplinas desses cursos e converteram-se em lucrativos negócios.
A especialização é diferente de um mestrado ou doutorado. Ela é mais focada no exercício da profissão, enquanto os dois últimos valorizam a pesquisa acadêmica. Isso não significa que apenas aqueles que aspiram ser professores devem buscar o título de mestre ou doutor. Ora, o estudo aprofundado permite que se compreenda os fenômenos com maior capacidade crítica. Por outro lado, a especialização visa municiar os alunos com conhecimentos e técnicas que possam maximizar seus esforços profissionais.
Há anos que o Ministério da Educação regulamentou os mestrados profissionalizantes, mas eles ainda são exceção no cenário nacional. Já os cursos de especialização têm se multiplicado no país, pois gozam de trâmites menos burocratizados. Mesmo centros universitários de menor porte podem oferecer esse tipo de pós-graduação. Mas fica aí um alerta: é preciso confirmar que o corpo docente é plenamente qualificado e o programa atende aos seus objetivos. Raramente alguma empresa lhe pagará mais pelo título de especialista. Logo, você precisa estar seguro que os conhecimentos a serem aprendidos farão diferença em sua atuação no mercado
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Luminosity é uma start-up de São Francisco que faz "jogos para o cérebro", fundada em 2007, e que acabou de receber um investimento de U$ 32mi em novos fundos. Inicialmente, os primeiros investidores acharam que os jogos eram direcionados para um nicho bem específico: pessoas com Mal de Alzheimer e outros problemas cognitivos. Mas aos poucos perceberam que a demanda de pessoas que querem que o seu cérebro "trabalhe melhor" era maior do que imaginavam: mais de 14 milhões de pessoas já se cadastraram no site ou baixaram os aplicativos para iPhone.
O site oferece 40 tipos de jogos que desenvolvem nossas habilidades cognitivas e, apesar de aparentemente fáceis e simples, são desenvolvidos para melhorar a concentração, focar em um problema até que ele seja resolvido, aperfeiçoar a memória, entre outros. Alguns jogos são gratuitos, mas a partir de um determinado estágio, a inscrição custa U$14,95 por mês.
E porque pagamos?
O CEO da Luminosity, Kunal Sarkar, diz que a tendência de "ginástica para o cérebro" acompanha a macrotendência de viver melhor: fazer exercícios físicos regularmente, preferir comida orgânica, praticar yoga, etc. A neurociência já confirma que nossas habilidades cognitivas não são estáticas: podemos treinar o cérebro para que fique mais inteligente e forte e, portanto, trabalhe melhor. Por que não exercitá-lo também?
Particularmente, pra mim, essa tendência também tem a ver com o mundo de atenção fragmentada, em que estamos cada vez mais distraídos, com dezenas de abas abertas no navegador e incapazes de ler uma página até o fim. A existência de diversos softwares distraction-free, como o Ommwriter, também complementa essa tendência. Estamos desesperadamente em busca da concentração (faça uma busca por "foco" no Twitter e veja quantos estão clamando por ele). Se ginástica para o cérebro ajuda, vamos lá: neurônios à obra.
A habilidade mais valiosa é a de aprender
Para fechar, uma importante reflexão de Sarkar: "A Luminosity não ensina nada específico a você, mas facilita seu aprendizado de coisas novas, o que é muito mais importante". Que a gente nunca perca nossa habilidade de aprender!
via Fast Company
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Você deve ter acompanhado a polêmica em torno do blog da Maria Betânia. E deve ter participado de debates onde se criticava o modelo de incentivos fiscais do governo que acaba privilegiando artistas já consagrados. Para muitos, a autorização para o projeto de Betânia de captar R$ 1,3 milhão para a produção do blog com vídeos de poesias soou como um desestímulo a produtores culturais que não tem a mesma visibilidade.
Diante do pequeno interesse de investimento em cultura em nosso país torna-se cada vez mais difícil encontrar recursos para espetáculos e outras propostas criativas. As grandes marcas, por sua vez, transformam impostos devidos em patrocínios de renomados cantores e atores. Ou melhor, um dinheiro que iria para o governo vira investimento em suas próprias marcas.
Existe alternativa para projetos de menor porte de modo que não apenas se possa viabilizá-los como também atrair uma audiência significativa? Vou aqui citar apenas uma: crowdfunding. Pois é justamente sobre esse tema que estarei tuitando na conta @agora_agora nesta sexta, 17 de junho, das 15h30 às 17h. Trata-se, na verdade, de um "aquecimento" para o debate "Crowdsourcing e as novas economias em rede" que ocorrerá no Santander Cultural, em Porto Alegre, no dia 18 de junho, a partir das 16h. Este será o primeiro de uma série de talkshops que o projeto Agora/Ágora está organizando.
Mesmo que você não possa estar no evento presencial, não deixe de debater comigo e com os outros participantes no Twitter nesta sexta. Vamos tratar de crowdsourcing, wikinomics, sabedoria das multidões, trabalho imaterial, inteligência coletiva e movimentos de resistência em rede.
Veja abaixo a programação completa e participe!
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Até há pouco tempo existia uma grande distância entre as interfaces dos computadores (desktop e notebooks) e de dispositivos móveis. Em virtude do pequeno tamanho das telas, ícones e menus de celulares precisavam ser minimalistas. Desde que o iPhone foi lançado, a interface de smartphones passou ela mesma a ser um ponto de interesse. O sistema operacional Android, do Google, incorporou muitas das lições da Apple e acrescentou suas próprias novidades. Na sequência, a Microsoft reinventou sua versão mobile do Windows e mostrou que era possível seguir um caminho diferente do caminho apontado por aqueles dois concorrentes.
Recentemente um movimento inverso começa a se concretizar. As interfaces desenvolvidas para smartphones e tablets passam a inspirar as telas de computadores e notebooks. A experiência do iOS, do Android e do Windows Mobile, desenvolvidos para telas pequenas, vão agora aperfeiçoar a usabilidade do MacOS X, do Windows e do Chrome OS. Ou seja, os computadores com s sistemas operacionais do Google, da Apple e da Microsoft vão oferecer uma experiência de usuário semelhante àquelas de seus "primos móveis".
Veja no vídeo a seguir como a interface do Windows 8 será completamente redesenhada, aproximando-a do projeto da nova versão mobile da Microsoft:
No desafio de maximizar-se a experiência em aparelhos portáteis, aquelas empresas acabaram facilitando o uso das interfaces. Quando parecia que já não havia mais nada a ser inventado nos tradicionais sistemas operacionais, e a quantidade de botões e barras ia aumentando proporcionalmente ao tamanho dos monitores, eis que os projetos de usabilidade redescobriram uma palavra mágica: simplicidade.
Nesta semana, durante a tão esperada palestra de Steve Jobs no WWDC, a Apple confirmou seu compromisso com essa tendência. Se o seus iApps (como iPhoto e iMovie) já haviam ganho funcionalidades em tela cheia, escondendo todos os outros elementos da interface, a mesma ideia será agora aplicada a diversos outros aplicativos. O Mail e tantos outros programas passarão a se parecer com suas versões para iPad e iPhones.
Esse tipo de evolução mostra que sempre que os limites aparecem (a pequena tela de smartphones, por exemplo) a criatividade é mobilizada em prol da usabilidade.
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O Facebook já tinha roubado a primazia do Flickr no compartilhamento de fotos. O Instagram aproveitou-se dos dispositivos móveis para oferecer a sua própria rede social de fotógrafos do cotidiano. E como se já não bastassem os serviços de publicação de fotos como Twitpic e Yfrog, o próprio Twitter decide lançar seu serviço. Veja o vídeo de apresentação.
Logo que o conceito de Web 2.0 começou a se popularizar, eu citava o Flickr como um dos melhores exemplos dessa nova tendência. Mais do que um simples álbum de fotos, o sistema permitia a conversação, a criação de redes de pessoas e imagens e, progressivamente, recursos dinâmicos em Ajax iam sendo incluídos. E seu sistema Pro, segundo o modelo freemium, garantia o uso gratuito de milhões de fotógrafos amadores e profissionais.
Mas esses avanços não foram suficientes para evitar que concorrentes vindos de outros lugares atacassem o Flickr pelos flancos. Quem imaginaria que uma rede de relacionamento (Facebook) e um serviço de microblogging (Twitter) ofereceriam riscos para o serviço do Yahoo.
Pois é assim que o jogo da internet funciona. Os limites são sempre desafiados e todos concorrem com todos. Quem ganha e quem perde? Tenho certeza que nós interagentes sempre ganhamos!
Por outro lado, me assusta um pouco esses movimentos recentes do Twitter. Os limites impostos ao seu API, a compra de serviços de terceiros (como TweetDeck) e o lançamento desses novos serviços me cheiram a uma vontade hegemônica perigosa. Gosto sempre de usar múltiplos serviços de empresas diferentes, para não depender totalmente de apenas uma marca.
Espero que o Twitter não limite minhas alternativas no ciberespaço.
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A "viralização" do clipe Oração da Banda Mais Bonita da Cidade alimenta mais uma vez o sonho de sucesso imediato... e fácil. Mas afinal, qual é o segredo para que alguém, um grupo ou uma marca tenha seus vídeos repassados freneticamente nas mídias sociais, de tal forma que garanta vendas e arraste uma legião de novos fãs?
No caso da música, um dos casos mais emblemáticos foi o clipe Here It Goes Again, da banca OK Go. Por conta de uma coreografia inusitada, em cima de esteiras de corrida, a música e o próprio grupo tornaram-se conhecidos em toda a rede.
E quem não lembra da campanha Free Hugs, que fez fama para a banda Sick Puppies. No Brasil, Mallu Magalhães tornou-se a encarnação tupiniquim do sucesso via YouTube, inspirando tantos outros artistas independentes que sonham em conquistar o público, mesmo que sem apoio de alguma grande gravadora. No fundo, estas mesmas bandas sonham em assinar contrato com a grande indústria a partir da notoriedade alcançada na rede.
Do outro lado do espectro, as próprias gravadoras incluem o YouTube em suas estratégias promocionais. E chegam a fazer vista grossa para as inúmeras paródias que surgem para seus clipes já viralizados. Uma parte do sucesso dos clipes All The Single Ladies, de Beyoncé, e Lotus Flower, do Radiohead, pode ser creditada às suas releituras cômicas. E não é que Oração também tem a sua própria lista de paródias?
Afinal, qual a receita para a "viralização" de um vídeo? Ora, se esse passo a passo estive disponível, não existiriam mais vídeos com poucas visualizações. Existem "especialistas" e agências dedicados a esse "ramo", mas sejamos sinceros: os casos de pretensos "virais" que fracassaram é infinitamente maior.
Mas quem insiste em buscar uma receita de bolo, vale rir desta entrevista com este guru de virais:
Arrisco apenas um palpite: o primeiro passo para que uma banda "exploda" no YouTube é ter talento. E isso a Banda Mais Bonita da Cidade parece ter. Virei fã!
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Os blogs morreram? O Twitter está com os dias contados? O Facebook vai desbancar o Google? Todas essas questões são discutidas no segundo episódio do Vlog Número Primo.
Eu defendo uma ecologia de mídias e mostro como cada meio oferece certas peculiaridades que precisam ser conhecidas pelo profissional de Marketing Digital.
Não esqueça de assinar este canal e favoritar o vlog!
Envie suas sugestões de pauta para os próximos episódios.
Para saber mais sobre o conceito de affordances, leia o livro Design do dia-a-dia, de Donald Norman.
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Lembrei que blogs organizacionais tem muitas outras funções além da simples disseminação de informações para o público externo. Blogs de funcionários e CEOs podem "humanizar" grandes instituições; blogs internos facilitam o trabalho de equipes, registram o progresso de projetos e servem para a gestão do conhecimento. Este último uso é muito discutido segundo uma visão das organizações como centros de aprendizagem.
Você pode ver/baixar os slides de minha apresentação a seguir.
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Neste primeiro episódio do vlog "Número Primo" eu discuto a produção de periódicos jornalísticos para iPads e Kindle. Depois de fazer uma crítica geral aos jornais e revistas para esses novos dispositivos, faço uma análise mais detalhada do jornal The Daily, da revista The Project e de periódicos nacionais como Veja, Época, O Globo e Brasil 247.
Como você poderá comprovar, estamos ainda nos primeiros tempos de produção jornalística específica para tablets. Na verdade, parece que se voltou no tempo. Enquanto os jornais para web desenvolveram uma linguagem própria, adequada à leitura on-line, muitos periódicos para iPad simplesmente oferecem versões digitalizadas de seus originais impressos.
Depois de assistir à estreia do vlog, não deixe de comentar e oferecer suas sugestões.
/blogs/alexprimo/2011/04/14/vlog_numero_primo_episodio_1_jornalismo_/
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Você deve ter lido (e ficado chocado) sobre o casal de classe média alta de Curitiba que, após investir em uma cara inseminação artificial, decide abandonar uma das trigêmeas no hospital. Para eles a decisão era simples: não queriam mais que duas filhas. Segundo uma lógica grosseiramente econômica, eles devem pensar que o "pacote" que compraram está trazendo um "brinde" indesejado. O contrato assinado na clínica de reprodução assistida deixava clara a possibilidade de nascimento de até quatro filhos. Mesmo assim, o casal parecia determinado a "comprar" no máximo dois bebês.
Ainda na maternidade, enquanto as outras famílias vibravam emocionadas com seus recém-nascidos, o marido tomava a decisão de qual das três deixaria para trás no hospital. Optou inicialmente em "descartar" aquela que apresentou um pequeno problema respiratório durante o nascimento -- algo que pode acontecer em partos, principalmente de gêmeos e prematuros, e que não necessariamente determina problemas futuros. A escolha de dois bebês dentre os três não parecia muito distante daquela que o casal provavelmente empreende ao selecionar quais frutas vão levar em um supermercado. Não estavam ali em sua frente três filhas legítimas, mas três unidades.
O casal agora diz estar arrependido, enquanto as trigêmeas permanecem recolhidas em um abrigo do Conselho Tutelar. A advogada sugere como causa da polêmica decisão uma depressão pós-parto. Mas e o pai? O que justifica sua determinação em sair do hospital com apenas dois bebês, deixando para trás uma filha? O parto foi mais que planejado. Investiu-se uma significativa soma na inseminação artificial. Mas o resultado final frustrou o projeto traçado pelo casal. Sem problemas, a solução seria simples: abandonar o bebê que para eles parecia "excessivo".
Desculpem, estou escrevendo com a mão pesada, exagerando nos termos. Mas, como cidadão e como pai, não tenho como não ficar indignado. Além de meu pesar pelo futuro das três crianças, mais uma vez observo como as relações humanas cada vez mais se objetivam, tornam-se estritamente pragmáticas, reduzidas a uma troca econômica. Em nossa sociedade do consumo, somos o que compramos e o que mostramos. Dada a velocidade da obsoletização dos bens, o rápido descarte e substituição por novos produtos são a única forma de satisfazermos nossa gana consumista. E o mercado está preparado para oferecer soluções temporárias para nossa fúria capitalista.
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O 1º de abril, dia da mentira, está chegando. E como é de praxe, o Google já aprontou uma série de pegadinhas. Na verdade, a empresa publica essas mentirinhas tecnológicas desde 2000 (veja aqui uma listagem desses hoaxes). Mas foi com a página falsa do "novo" serviço GMail Paper, que permitiria a encomenda de e-mails impressos, que a brincadeira ganhou popularidade.
Eis que uma fonte confiável, que trabalha dentro do Google na Califórnia, nos adiantou 3 pegadinhas para este ano. Como não poderia ser diferente, o Google anuncia tecnologias que vão mudar o mundo. Veja abaixo e morra de rir!
Se você fosse inventar o e-mail hoje, que cara ele teria? Prepare-se para abandonar suas velhas mensagens eletrônicas, fóruns, GTalk, MSN, Wiki, etc. Tudo agora vai ficar centralizado no revolucionário Google Wave. Esta tecnologia veio para ficar e mudar sua vida para sempre!
Lembra do Twitter? Pois esqueça dele. O Google tem algo muito melhor. Lembra do Jaiku? O Google comprou essa empresa, simplesmente para fechá-la. Mas não fique assustado. Um novo e revolucionário serviço de mensagens curtas vai viciar você. Google Buzz: você não vai conseguir fazer nada em sua vida sem compartilhar a novidade neste novo e REVOLUCIONÁRIO serviço (ei, você já disse isso!!!)
Sabe o Facebook ou nosso orkut? Pois esqueça deles (ei, essa piadinha já foi usada...). O Google apresenta sua nova e revolucionária tecnologia que vai revolucionar a revolução tecnológica. Com o Google Circles você vai poder enviar informações para amigos, familiares, colegas. Você também poderá marcar que páginas você acha interessante, para que seus amigos saibam dessa boa nova. Não é revolucionário?
Esse Google! Sempre criando pegadinhas e nos fazendo acreditar! Não esqueça de compartilhar estas mentirinhas em seu e-mail, Facebook e Twitter :-)
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Brasil 247 (que quer dizer 24 horas por dia, 7 dias por semana), o primeiro jornal brasileiro exclusivo para iPad, quer ser como The Daily, mas só aprendeu as lições erradas com Murdoch.
Enquanto o periódico americano busca valorizar as capacidades hipermídia do iPad e criar material inédito e interativo (imagens 360º, vídeos exclusivos, jogos e integração com mídias sociais, etc.), o Brasil 247 imitou apenas o estilo popularesco para seus textos rasos. Além disso, sua interface é um festival de erros, parecendo até uma experiência amadora.
Mesmo que o público do iPad não seja em sua maioria da classe C, nem compre jornais baratos, daqueles que sempre estampam mulheres seminuas e manchetes sangrentas na capa, o projeto editorial do Brasil 247 é um show de metáforas, aumentativos e diminutivos. Não é a cerveja que fica mais cara, mas sim a cervejinha. De presidente do Banco Central, Meirelles vira chefão e põe bloco na rua. Já na edição de ontem, títulos de gosto muito duvidoso buscam desesperadamente atrair a atenção dos leitores:
Embriagados com seus trocadilhos e maneirismos, a revisão ortográfica também fica de lado. Na Líbia, Kadafi muda o verbo saborear para "saborar". Kubrick, por sua vez, deve ter ficado muito atormentadOUI com a matéria sobre seu filme.
O jornal brasileiro para iPad tenta ser panorâmico, oferecendo notícias de poder, agronegócios, economia, esportes e entretenimento. Mas não vai muito além do simples panorama. Os textos são rápidos, superficiais e é grande a quantidade de acontecimentos jornalísticos que ficam de fora de cada edição. Ou seja, da mesma forma como o The Daily, que lhe serviu de inspiração, o Brasil 247 é uma ótima forma para ficar desinformado.
A informação jornalística deve primar pelo rigor, pela correção dos fatos. Mesmo assim, o Brasil 247 prefere simplesmente ampliar a confusão. O jornal fez bem em cobrir a grande polêmica em torno do milionário projeto de blog de Maria Bethânia. Por outro lado, não é verdade que ela "captou R$1,3 milhão do Ministério da Cultura", que seu blog "leva" todo esse dinheiro do MinC.
A Lei Rouanet permite que um artista capte o montante autorizado em empresas privadas, que recebem incientivos fiscais para investimentos em cultura. Sim, é preciso criticar a lei, pois o governo repassa para a iniciativa privada a decisão em quem investir. Nessa lógica, artistas mais conhecidos levam vantagem. E, no fim das contas, o patrocínio acaba sendo virtualmente de dinheiro público, pois o governo deixa de arrecadar os impostos. As empresas, por sua vez, têm a oportunidade de investir em suas marcas, com um dinheiro que deveriam repassar para o governo. O problema não é simples, pois também sabemos que com frequência os impostos pagos são desviados. De qualquer forma, é preciso perceber que o Brasil 247 não explica o problema e prefere simplesmente repetir o que se difunde no Twitter. O custo estimado do blog de Maria Bethânia é realmente escadaloso. Mas um veículo jornalístico deveria explicar bem os fatos.
A diagramação do Brasil 247 não inova e é também desatenta. As capas têm estilo de revista, mas são feias e de estética ultrapassada. Como se vê acima, o título não respeita o fio que delimita as colunas. O uso de espaços entre parágrafos é frequentemente esquecido, juntando-os todos em um único e pesado bloco de texto.
O máximo da inter-relação com redes sociais é poder enviar links para Twitter, Facebook e e-mail. Nada de inclusão de comentários em tempo real na versão para iPad.
Na verdade, a interação pelas páginas do Brasil 247 copia outro periódico pioneiro no iPad: The Project, da Virgin. A rolagem para o lado muda a seção. Já o scroll vertical vira as páginas de uma mesma matéria e/ou exibe outros textos da mesma editoria. Deu para entender? Que bom. Agora se você usasse a seção de ajuda do periódico, você ficaria completamente perdido. É que o designer não entende bem o que é vertical e horizontal.
Nesta semana, a página de ajuda foi reformulada. Agora, você precisa fazer uma rolagem horizontal na página para aprender como fazer a rolagem! Hilário.
O Brasil 247 mantém um site, onde as notícias vão sendo atualizadas. Contudo, a integração com o aplicativo também é desastrada. Como se vê na imagem a seguir, o site é cortado ao meio enquanto o iPad estiver na vertical. E, para não esquecer de falar do design do site... que horror!
Apesar da estreia pouco elogiosa, torço para que a iniciativa dê certo. As funcionalidades do iPad são pouco exploradas, o jornal precisa definir melhor quem é seu público, aperfeiçoar seu conteúdo e ampliar e melhorar seu quadro de funcionários.
Surpreende-me como editores tão capacitados tenham cometido tantas gafes. Talvez seja a pressa. Mas nesse mercado tão competitivo, não existe tempo para erros de projeto nem desculpas.
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Foi com muita alegria que recebi o convite para participar como colaborador do blog da Nova Gradiente. Pois essa que foi uma das marcas de tecnologia mais importantes no país está voltando ao mercado.
Eu tenho muitas lembranças boas ligadas à Gradiente. A melhor delas é tema de meu primeiro post naquele blog. Lá eu revelo que já fui DJ e pilotava um invejado toca discos Gradiente D-20. E, como não poderia ser diferente, não me contive e escrevi também uma crítica à atual cultura de DJs e como as subcelebridades transitam por aí.
O Blog da Gradiente não vai tratar apenas de seus novos produtos. Como você vai perceber, trata-se de um blog de tecnologia e cultura geek. Não deixe de assinar o RSS e conhecer todos os colaboradores, autores de outros blogs relevantes na blogosfera brasileira.
Agora, uma publicação imperdível é a Videoteca Histórica publicada pela Gradiente em seu perfil no Facebook. A partir de uma boa pesquisa, foi construída uma linha do tempo multimídia com os fatos mais importantes de 1989 a 2006 e comerciais dos lançamentos tecnológicos de cada ano.
Além de fatos curiosos, da galeria de imagens que vai dar nostalgia em muitos geeks, é possível também observar como a linguagem publicitária foi se transformando nas últimas décadas.
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Em tempos de catástrofes e desastres naturais, os atos de solidariedade ganham mais força. Se existem pessoas que são dedicadas o ano inteiro para alguma causa, ONGs e afins, há também uma grande parcela da população que se sente motivada a ajudar apenas em momentos de comoção extrema - enchentes, terremotos, tsunamis(!). A internet, é claro, oferece diversas maneiras para quem quer ajudar e não sabe como. E não estou me referindo apenas às pessoas físicas - as corporações vêm se envolvendo cada vez mais nessas ações solidárias, encontrando meios de "fazer a sua parte" - seja por vontade própria ou por cobrança de seus clientes.
Na web, encontramos algumas ações que já são bem conhecidas, como o Person Finder que o Google disponibilizou nos terremotos do Haiti e do Chile - e temos novidades, como o aplicativo Mini Fazenda, da empresa Vostu, que conta com mais de 1 milhão de usuários no Orkut e colocou à venda "sementes de Algodão Doce Azul" por 5 reais, revertidos para as vítimas da enchente na Região Serrana do RJ.
Nesta última semana, não há outro assunto senão o terremoto + tsunami + (...) que atingiu o Japão, o que resultou em diversas ações para ajudar a população do país. E um dos casos que mais chamou a atenção foi o Bing, que publicou este tweet: "Como você pode ajudar o Japão: http://binged.it/fEh7iT. Para cada retweet, o Bing irá doar U$ 1 para as vítimas do terremoto, até atingir U$ 100 mil."
A estratégia deu certo: foram 107 mil RTs, contendo link para uma página no site da Microsoft com informações sobre a situação no Japão. Missão cumprida!
Será? Pensando melhor e parafraseando Shakespeare: há algo de podre no Reino da Dinamarca. Por trás desse tweet, estava ninguém menos que a Microsoft - que podia reconstruir o Japão inteiro se quisesse! Ok, exagerei, mas você entendeu. Ficar mendigando RT pegou mal. A primeira grande reação foi o tweet do comediante Michael Ian Black, para seus 1,5 milhão de followers, com a seguinte frase: "Hey @bing, pare de usar uma tragédia como uma oportunidade cretina de marketing". A partir daí, o tiro saiu pela culatra: para o Bing não restou nada a não ser pedir desculpas e avisar que a empresa faria a doação integral, independentemente da quantidade de RTs.
Essa troca "Dê um Like/RT e doe algo" é uma prática bem comum nas mídias sociais. É uma forma de unir o lado "social" da empresa, que fará a doação, mas dar um jeitinho de divulgar a marca. No Brasil, lembro de uma infeliz ação da Nutry que prometia, a cada RT, uma barrinha de cereal para os desabrigados do RJ. Infelizmente não deixa de ser uma maneira de explorar a tragédia aos olhos do marketing, através do discurso "só queremos ajudar". E sempre fica aquela pergunta no ar: se o dinheiro está disponível para a doação, porque a empresa simplesmente não a faz? Como diz esse post, sobre as estratégias de marca durante tragédias: de boas intenções o inferno está cheio.
Ao mesmo tempo, existe um paradoxo sobre o retorno para a empresa: a simples doação provavelmente não renderia benefícios à marca, já que quase ninguém ia ficar sabendo. Fica a minha pergunta: vale a pena arriscar, como no caso do Bing? Nestes episódios recentes, que empresas conseguiram unir a ação solidária à divulgação da marca, sem este cunho toma-lá-dá-cá? A exploração de desastres de tamanha comoção mundial é uma tática de marketing legítima ou "suja"?
Ah, apenas para fins de curiosidade: apesar dos mais de 100 mil RTs do Bing, o link teve menos de 50 mil clicks - ou seja, as pessoas até divulgaram, mas não clicaram! Tsc, tsc...
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Cursos Online já não são uma novidade. Também não se pode mais dizer que a educação a distância (EAD) seja uma promessa para o futuro. Se no passado os cursos por correspondência trabalhavam basicamente com o envio pelo correio de simples apostilas e testes triviais, hoje temos uma infinidade de histórias bem sucedidas do uso da internet na educação não presencial ou semipresencial. Muitas universidades de prestígio, como a UFRGS, mantém inclusive cursos de graduação a distância. A Secretaria de Educação a Distância do MEC existe desde 1996 (época do TV Escola) e oferece diretrizes para a regulação dos projetos de EAD. Além disso, o Brasil conta com congressos de pesquisa em Informática na Educação, como a SBIE, e programas de mestrado e doutorado dedicados integralmente ao tema.
Mas, como todo processo educacional, a qualidade dos cursos varia muito. Logo, como escolher bons Cursos Online? Além de ter realizado meu doutorado em Informática na Educação, ter escrito minha tese sobre esse processo, já fui (e ainda sou!) aluno de diversos cursos a distância. Baseado nessas experiências, aqui vão algumas dicas:
- Primeiramente, faça uma pesquisa na internet sobre bons cursos na área de seu interesse. Testemunhos de colegas e relatos de ex-alunos são muito importantes na hora da decisão.
- Investigue qual método pedagógico é utilizado e como ele se ajusta às suas necessidades. Muitas vezes, você precisa apenas de um tutorial rápido, para aprender o uso de um software, por exemplo. Para tanto, um roteiro passo a passo pode ser suficiente. Já um curso de graduação a distância em áreas como Ciências Humanas ou Sociais que não valorize o debate e os projetos coletivos, ou seja, que não fomente a interação entre todos os participantes, certamente limita o potencial de aprendizagem.
- Avalie a qualidade da instituição de ensino e seu histórico de atividades a distância. Além disso, observe se o professor fica à disposição dos alunos ou se ele é simplesmente o autor de uma apostila digital. Nestes casos, talvez apenas um monitor responda as perguntas dos alunos.
- Não deixe de investigar que tipo de certificação o curso oferece. Trata-se de um certificado ou de um diploma? Que validade ele tem para o MEC e/ou em sua área de atuação? No caso de um mestrado a distância de alguma universidade internacional, verifique antes de sua inscrição se o diploma poderá ser reconhecido no Brasil.
- Uma das grandes vantagens dos processos educacionais online é que você pode estudar nos horários que mais lhe convém. Contudo, confira se você vai conseguir cumprir toda a carga horária. Cursos online não são sinônimo de cursos fáceis, para os quais você oferece apenas atenção parcial. Alguns cursos (dentre eles os melhores!) vão exigir de você uma participação continuada em fóruns de discussão e produção sequencial em porfólios online.
- Caso o curso tenha momentos presenciais, para a realização de provas, por exemplo, verifique com antecedência se você poderá frequentar a instituição naqueles dias marcados.
Como todo curso que você já fez no passado, estudar toma tempo e pode até custar caro. Mas a educação é o melhor investimento que se pode fazer. Como diz a sabedoria popular, podem roubar seu carro ou sua casa, mas ninguém pode levar de você o que foi aprendido. Com os modos de interação a distância proporcionados pela internet, a educação continuada ficou ainda mais acessível e flexível. Portanto, levante da cadeira... ou melhor, sente na frente do computador e desenvolva novas habilidades, adquira novos conhecimentos!
Se você já fez cursos online, compartilhe aqui conosco suas experiências.
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Tenho certeza que muita gente usa o Hootsuite e não tem problemas para agendar publicações, no twitter, no linkedin ou no facebook. Mas com a nova timeline, precisamos usar o excelente recursos de imagens grandes na timeline dos nossos clientes certo? E o hootsuite agenda mas as imagens aparecem pequenas na forma de tumbnails sem graça. Que ferramenta usar?
Este aplicativo de Facebook é uma excelente ferramenta para agendar posts com imagens no facebook. O Postcron tem mais de 20 mil usuários ativos por mês e é muito simples de usar. Olhe abaixo na imagem, a interface é quase a mesma do Facebook com o detalhe de poder agendar os posts e te mostrar um preview de como o post ficou. Infelizmente, ainda não consegui agendar o post como estrela (para ele já ser publicado como destaque na página). Espero que isso seja inserido em breve na ferramenta.
A ferramenta está disponível em diversos indiomas, inclusive em português. Pos simples e rápido mas acredito ser útil para muita gente né
Compartilhe no FacebookA Martha Gabriel está lançando a segunda edição do seu excelente livro SEM e SEO: Dominando o Marketing de Busca, nesta versão revisada e ampliada. E o que você tem a ver com isso? Simples. Temos duas edições para sortear aqui no Blog \o/
Para concorrer é muito simples, basta seguir o @idegasperi e a @marthagabriel no twitter e tuitar a seguinte frase abaixo, sem alterar o link
Quero ganhar o livro da @marthagabriel sobre Mkt de Busca que o @midiasblog está sorteando http://kingo.to/14tT
Tá fácil né?
O sorteio será no dia 7 de Maio às 13:30h.
Os vencedores me passem o email com o endereço e a própria editora se encarregará de enviar os livros, certo?
Se você estiver precisando muito estudar sobre o assunto e eu recomendo que estude mesmo, pois se a sua emrpesa não estiver nas 3 primeiras páginas do Google, ela simplesmente não existe, compre o livro aqui pois está num valor MUITO ACESSÍVEL.
Compartilhe no Facebook
Eu estive, sexta feira 20/04 no evento Call2Social, representando e tuitando pelo @midiasblog. O evento foi inteiro patrocinado pelo Scup, que é uma ferramenta de monitoramento em mídias sociais.
Achei muito válido a forma de uma empresa de monitoramento gerar conteúdo e mostrar seus próprios clientes (veja aqui o case da Fleury), apresentando cases que tiveram usando o produto deles. Sem falar em todo o conteúdo que foi passado para os inúmeros profissionais da área que estavam lá presentes.
Na parte da manhã o painel que mais gostei foi o moderado pelo Tarcizio Silva, que já foi colaborador aqui do Blog e um amigo pessoal. Além dele estiveram presentes o Beto Tercette, da Ag. Socialtag e a Luana Baio da Dp6.
O principal do painel deles, ao meu ver, foi o tal do engajamento de conteúdo forçado que não gera o engajamento real com a marca. Um exemplo citado foi o de postar animais de estimações fofinhos, que todos sabemos que gera um número alto de likes e comentários no Facebook mas não engaja realmente, o público com a marca. Nada a ver uma empresa de creme dental, por exemplo, postar fotinhos de animais de estimação e apresentar um relatório cheio de likes para seus gerentes e diretores sendo que essas ações não influenciaram em nada a venda e o posicionamento da marca no mercado.
Aproveitando este caso, na mesma semana do evento, a gente (Eu e o Marcelo Trevisani) fizemos na TECNISA uma pequena ação, mas com um foco bem claro.
Pedimos para os quase 11 mil fãs do Facebook da TECNISA (e também divulgamos para os mais de 65 mil seguidores no twitter) postar uma ou mais fotos dos seus animais de estimação e nosso objetivo, depois de 2 dias, foi revelado, divulgar os empreendimentos que tinham Pet Care.
Foi um sucesso! Engajamento com a marca e com os posts no Facebook que tiveram um alcance gigantesco e um crescimento no número de pessoas impactadas 3x maior do que o normal e ainda não terminei de ver todos os resultados desta ação. Recebemos mais de 70 fotos e continuamos a receber, após fazer o post e explicar o nosso real objetivo.
Além disso, uma das frases que marcou o evento foi justamente o nome da palestra do Beto Tercette, Relatório não é pastel.
Na parte da tarde, o painel que eu mais esperava foi o moderado pelo Estevão Soares, junto com a sua palestra, sobre Retorno de Investimento que você pode ver abaixo.
Olá, tudo bem?
Este é um post curto e objetivo. Estou aqui apenas para dizer que estarei no evento Call2Social de sexta feira sobre monitoramento e métricas nas mídias sociais aqui em SP.
Deixo aqui o que estou mais interessado em ver:
09:35 - 10:30
O conflito audiência ou engajamento e o desafio de escolher métricas
Luana Baio (DP6) e Beto Tercette (Social Tag) – Moderador: Tarcizio Silva (Coworkers)
Abordaremos formas de lidar com a visão tradicional de valorizar somente a quantidade e, ao mesmo tempo, pensar no engajamento que a empresa deve ter com seu público, a forma de relacionamento e a maturidade em que ela se encontra no processo de monitoramento. E quais critérios devem ser considerados na hora de escolher métricas.
11:50 - 12:30
Social Intelligence e integração de métricas de social, online e offline
Estevão Soares (Estrategi.ca) e Paula Stenzel (DTM)
Nesse momento, você aprenderá como elaborar estratégias de negócio com base nos resultados obtidos com o monitoramento de mídias sociais. Também será abordado as diversas barreiras para que há para a integração de métricas, e como superar esse desafio.
17:00 - 18:00
ROI e métricas de vendas nas mídias sociais
Luis Silvarolli (Sunset Comunicação) e Estevão Soares (Estrategi.ca) – Moderador: Leo Naressi (IAB)
O evento apresentará soluções de implementação de ROI e diversas outras táticas para conseguir a atenção necessária e o orçamento adequado para o projeto de mídias sociais dentro de uma empresa.
Para ver a programação completa, clique aqui.
E deixo aqui minha pergunta: quais são suas principais dúvidas sobre este assunto? Deixem um comentário que após o evento pretendo responder aqui algumas dúvidas ou compartilhar com vocês o que foi falado sobre suas dúvidas no evento.
Um abs e nos vemos lá, quem for no evento.
Compartilhe no FacebookHoje foi um dia bem especial para mim. Acabei de chegar de viagem. Estive em Goiânia, palestrando sobre as melhores práticas no uso de redes sociais para o mercado imobiliário no evento Corretor Global. Além disso, ainda falei um pouco da minha experiência trabalhando como consultor de mídias sociais para TECNISA e alguns cases da companhia.
Veja abaixo os slides da minha palestra:
1) O Monitoramento é responsável pela coleta e análise dos dados e com base nisso poder formular as estratégias e ações de marketing e comunicação pertinentes.
2) O Relacionamento é fundamental para qualquer profissional. Estar em contato com outros profissionais do seu meio e de profissões próximas é fundamental para enriquecer seu networking. Inclusive, fica aqui a dica, se você é corretor de imóveis, não deixe de participar da Redimob. E tenha seu linkedin, sempre atualizado
3) A resolução de problemas é inevitável. Se você está presente online, em qualquer uma das mídias sociais disponíveis, você deverá responder e solucionar os problemas que seus clientes tenham.
4) O conteúdo é rei desde que seja também relevante. Para os direcionamentos da produção de conteúdo, utiliza-se o material avaliado no monitoramento.
Sim amigos, Justin Bieber fez 18 anos e está oficialmente entrando na vida adulta. Como presente, seus fans, decidiram se unir para quebrar o recorde de citações em mídias sociais.
Este recorde até então era de uma campanha para combate ao câncer que arrecadou 70 mil dólares em doações e uma quantidade de 209.771 citações.
Pela conta de twitter @jbworldrecord o recorde foi anunciado dizendo que os fans alcançaram 214.900 citações nas mídias sociais num período de 24 horas. Para saber mais detalhes, veja o post do @mashable em inglês aqui.
Quando eu li no Mashable a noticia de que os fans do Justin tentariam fazer isso eu abri o skype e mostrei isso pro Eduardo (@eduardoprange) um dos sócios do Seekr, ferramenta de monitoramento em mídias sociais, da minha terra, Blumenau SC. Achei que seria excelente se eles monitorasse isso e fizessem um post no blog deles gerando um conteúdo relevante e mostrando o potencial da ferramenta deles.
Hoje, há 30 minutos atrás, o Edu me chamou no skype e me manda este infográfico. E por isso estou postando aqui para agradecer a agilidade dos caras e por seguir a minha dica, quantas empresas fazem isso hj em dia?
Compartilhe no FacebookMídias sociais dentro dos sites? Excelente!
Hoje em dia é impossível pensar na nossa vida sem as redes sociais. É literalmente impossível viver sem elas. Por esse motivo, cada vez mais empresas e pessoas têm a necessidade de fazer a incorporação das mídias sócias nos seus sites.
Quando você vai a um site você, supostamente, fica conhecendo tudo o que há para conhecer sobre aquela empresa ou pessoa, então por que motivo a incorporação das redes sociais nos sites é tão importante? Sinceramente, penso que não tem só a ver com a proximidade que as redes sociais providenciam.
Quando os perfis ou páginas nas redes sociais são incluídos em algum site, todo mundo fica com vontade de espreitar, de ver o que tem naquela rede social que não está no site. Afinal, a rede social é mais próxima, mais pessoal, mais instantânea e, na maioria dos casos, muito mais informal do que um site.
Porém, esse “estar mais perto” não é o único motivo. É óbvio que é uma grande mais valia, mas as mídias sociais são também uma excelente forma de publicitar uma empresa ou pessoa e o seu trabalho. Por isso, cada vez mais pessoas quando pensam em como criar um site, pensam em simultâneo se aquela forma de criação de sites permite a incorporação ou já vem com a uma incorporação prévia às redes sociais.
Tirando a proximidade e o marketing, a integração também permite que os utilizadores das redes sociais estejam mais atualizados. Como disse no início, ninguém se imagina sem facebook e twitter, por exemplo, mas a maior parte das pessoas passa meses seguidos sem visitar um site que até é interessante. Isso acontece, porque estamos cada vez mais acostumados com o fato de a informação vir parar em nossas mãos, sem que tenhamos que ir atrás dela. As redes sociais alimentaram muito isso e, agora, quem se engaja na criação de sites pensa nisso e incorpora as mídias sociais para que cliquemos nos ícones e passemos a seguir aquela pessoa ou empresa, fazendo com que recebamos as atualizações e nunca percamos nada que possa ser interessante para nós, o que é extremamente interessante para eles.
Proximidade, publicidade e atualização constante, estes são os motivos pelos quais os criadores de sites incorporam as redes sociais em suas páginas. Se pensarmos friamente, os três motivos servem a eles, mas se olharmos com mais atenção, também são excelentes para quem gosta de estar informado e mais próximo das marcas e celebridades que gosta.
Portanto, na minha opinião, a inserção das mídias sociais dentro dos sites é uma ideia excelente.
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UPDATE: Pessoal, vou disponibilizar UMA VAGA gratuita para o curso. Para participar, basta tuitar a seguinte frase, SEM CORTAR o link do kingo.to que é o que o Sorteie.me vai levar em consideração:
Eu quero ganhar uma vaga no curso online “O Dia a Dia do Profissional de Mídias Sociais do @idegasperi http://kingo.to/113Q
Aproveite!!
O sorteio será no dia 13 de Março, às 17h. Para ganhar, é preciso me seguir no twitter (@idegasperi) e mais nada…
E ai queridos, tudo bem? É com enorme satisfação que venho aqui para divulgar o meu primeiro curso online de mídias sociais. O curso é focado para quem realmente precisa se aperfeiçoar no assunto para atuar na área e não tem muito tempo e nem muita grana.
Todos sabemos que existem excelentes cursos de MBA e pós graduação, mas para quem é de fora de SP estes cursos se tornam inviáveis.
Pensando nisso o pessoal do blog Tudo Para WordPress do amigo @gugaalves resolveu convidar alguns profissionais para ministrarem cursos online em suas áreas de atuação.
Fiquei muito feliz com o convite e logo aceitei falar do dia a dia do profissional de mídias sociais, num curso online, com 12 horas de duração, em 4 dias, 3 horas por dia. O curso começa no dia 15 de março de 2012 e será realizado sempre às terças e quintas feiras, terminando no dia 27 de março.
Acreditamos ter uma demanda para este tipo de curso e realmente espero poder contribuir para quem precisa assumir as redes sociais da sua empresa e não sabe muito bem o que fazer.
No primeiro dia eu vou falar: do papel do profissional de mídias sociais, da importância de você construir uma rede de contatos para fortalecer seu networking e também ajudar os alunos a cobrarem por trabalhos free lancers. Além disso, também vou ajudar na rotina de trabalho, orientando os alunos a estruturarem as atividades diárias, fazendo a manutenção dos canais oficiais da empresa, dando dicas para construir o melhor conteúdo e principalmente como apresentar os relatórios de mídias sociais para seus superiores.
O segundo dia será dedicado todo para a parte de métricas e algumas ferramentas que ajudam no processo de coleta de dados.
O terceiro dia totalmente dedicado ao estudo de ferramentas, sejam elas clients de twitter, facebook, ou de monitoramento, pois são fundamentais para o profissional de mídias sociais.
O quarto dia será dedicado a plataforma de blogs wordpress. Apesar do blog tudo para wordpress ter cursos específicos sobre a plataforma, neste dia a idéia é apresentar algumas dicas e macetes para melhorar o blog do seu cliente.
A organização dos tópicos da ementa de cada dia, pode variar, se for necessário.
Faça já sua inscrição: CURSO ONLINE: O Dia a dia do profissional de mídias socais com @idegasperi
Aqui você pode conhecer a ementa completa do curso:
O profissional
- Seu papel
- O mercado
- Networking
- Remuneração
Atividades Diárias
- Manutenção dos canais oficiais (avaliar, delegar e responder)
- Produção de conteúdo (Dicas, SEO, ferramentas)
- Clients de Twitter (Pagas X Gratuitas)
- Relátorios de desempenho
- Análise da Concorrência
Métricas
- Relatórios
- Influências, Engajamento, Sentimento e Alcance (+ferramentas: twitter grader, tweetcounter, tweetreach, url tool builder)
- Klout
Análise de ferramentas
- Hootsuite / HootSuite metrics – TOUR Completo
- Facebook Insights
- Google Insights for search
- Google Analytics
- Seekr
- Topsy / SocialMention
- Post Social
Blogs WordPress
- Layout
- Widgets
- Sistemas de Comentários (Intense Debate/Disqus)
- Plugins WordPress
- SEO; Platinium SEO Pack, All in One SEO Pack e WordPress SEO
- Tweet blender
- Like for Facebook
- LinkWithin
- NoSpamNX
- Tweet Old Post
- Topsy Retweet button
- Share This
- Facebook Fan Box
- Google XML Sitemap
- Outros plugins
Datas e Horários
Dias 15, 20, 22 e 27 de março
De 19:00 as 22:00 hrs
Investimento: 180,00
Para fazer sua inscrição acesse o site oficial do curso
Saiu fresquinho. Acabei de receber o email do Socialbakers com o relatório das tops fanpages brasileiras no Facebook e inclusive com canais no youtube.
Clica na imagem para ver sem distorcer.
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Após realizar o Sorteie.me, seguem os ganhadores da Promoção Redes Sociais no @inovacao10: eu quero!:
Os ganhadores > @clarissacrocha; @amandavbs; @deatwilightzone; @brunett; @diego_santos
Obs: Tivemos que realizar o sorteio 1 por 1, pois - ao tentar sortear por diversas vezes os 5 ganhadores de uma só vez - sempre aparecia o nosso perfil (pois RT a frase) ou alguém que previamente já havia avisado que havia RT mas que não poderia ir ao 3º Congresso Internacional de Inovação. Por isso todos aparecem com o número 1 na frente. Para quem não ganhou, fique ligado no twitter @inovacao10, pois eles também sorteiam ingressos lá.
_ _ _
A cada ano, em novembro, as maiores referências e os maiores interessados em inovação se reunem no gigastesco e acolhedor auditório da FIERGS para discutir sobre o tema no @inovacao10. Em 2010, acontece nos dias 17 e 18 de novembro, o 3º Congresso Internacional de Inovação, com o tema central "A inovação no Centro da Nova Economia", que irá debater temas como Inovação Social, Estratégias para reforçar a criatividade e criar uma cultura de inovação, Como maximizar o retorno sobre o investimento em Inovação e - claro - Redes Sociais.
Redes Sociais não podiam ficar de fora, porque simbolizam a inovação mais recente na interação (comunicação) dos relacionamentos pessoais e das formas de consumo. E para tratar deste assunto, vai acontecer um Painel com 5 referências: @marthagabriel, @gilgiardelli, mariocosta, @mnicklas e @raquelrecuero. O Painel "Redes Sociais" será no dia 17 de novembro, das 8h30 às 12h30. Imperdível!
Imperdível mesmo, saber por quê? Por que vamos sortear 5 ingressos para o Congresso na quinta-feira. Para concorrer basta Retuitar a frase: "@ocappuccino: eu quero ver @marthagabriel @gilgiardelli @mariocosta @mnicklas e @raquelrecuero no @inovacao10 dia 17 > http://kingo.to/ldJ".
Nesta quinta-feira (11 de novembro) faremos o Sorteie.me dos 5 ingressos entre aqueles que deram o RT. O ingresso dá acesso a toda a programação nos 2 dias do Congresso de Inovação e, além disso, ainda inclui certificado, almoço (lunch box), coffee-break e material de apoio ;) Vai perder?
_ _ _
Hoje as relações-públicas Dra. Maria José da Costa Oliveira (Veris-ABRP), Ms. Claudia Cilo (Puccamp), Silvana Nader (Veris-Nader Comunicação) e eu fomos à Facamp para conversarmos com o Prof. Dr. João Manuel Cardoso de Mello, a convite deste. O professor fizera um comentário acerca de algumas profissões que julgamos inadequados. Eu entrara em contato com a instituição por meio de sua Ouvidoria, pois acreditava que até poderíamos jogar o assunto na fogueira, mas eu as demais lideranças entendemos que o melhor seria fazer o que ensinamos e praticamos: o diálogo.
A reunião aconteceu no campus da Facamp, em Campinas (SP), em espaço anexo à Unicamp na manhã de hoje, reunindo os cinco nomes citados. Pudemos ouvir do professor que as suas impressões sobre a área eram as que ele manifestara. Longe de nós querermos impedi-lo de manifestar-se, tentarmos fazer qualquer panfletagem ou evangelização. Nosso deslocamento, e o aceite de nossa parte, não tinha outra intenção senão mostrar ao professor que ele estava errado, tanto no conceito equivocado sobre a atividade quanto na ação de enunciação acerca de um assunto fora de sua alçada e de seu domínio conceitual. Entendemos que ele tem fontes ruins.
A informação foi retirada do site - antes mesmo de a reunião acontecer - e decidimos não apenas demonstrar com fatos o que dizíamos - estatísticas, pesquisas e informações -, mas também com subsídio teórico: vamos enviar material de primeira linha que as RP tem feito nos últimos anos. Precisaríamos de tudo isso? É claro que não. Vários outros caminhos poderiam ter sido adotados, mas nossa atividade tem como diferencial a construção de relacionamentos e não podemos simplesmente erguer uma barreira diante de quaisquer assuntos ou nos valermos apenas dos inputs positivos.
O professor receberá um volume selecionado de material sobre a área para poder ser, de fato, um multiplicador. Não um defensor, pois isso cabe a ele decidir, mas com certeza com embasamento para poder discutir sobre o tema. Em fevereiro a mesma comissão receberá o professor para uma nova conversa. Doravante o professor não mais se manifestará acerca de RP, nos garantiu, e pudemos dizer-lhe quão perigoso é falar sobre alguma coisa sem base e que isso pode gerar uma crise de imagem: mas já dissemos a ele que há um profissional qualificado para cuidar desse tipo de caso. Ele entendeu.
_ _ _
* * *
Nota do blog: Apenas para contextualizar. O blog Ocappuccino está acompanhando este episódio desde o início. Desde que a entrevista original do Prof. Dr. João Manuel Cardoso de Mello foi publicada no site da Facamp. E desde o princípio da indiganção dos relações-públicas na Internet, principalmente no Twitter. A ansiedade de todos era, desde o início, para conhecer as providências que a Faculdade tomaria, frente à revolta dos RPs. Lendo o texto acima, podemos compreender que a única atitude que a Facamp tomou (a edição da entrevista) foi negociada com as entidades que ontem nos representaram na reunião. Um ponto a favor do diálogo e do entendimento. Somente editar a entrevista e não emitir sequer uma nota de desculpas é, ainda que tímida, uma ação que demonstra pelo menos a assimiliação de um duro golpe e a declaração pública de um grande erro. Convidamos o Professor Doutor Luiz Alberto de Farias para escrever este post, pois tomamos conhecimento, por um tweet, de que ele era um dos representantes relações-públicas que estaria no encontro. As 19h39 enviamos o convite ao seu e-mail. As 20h21 a resposta aceitando, gentilmente, o convite e já contendo o texto publicado acima. Citamos os horários para simbolizar a rapidez disso tudo (viva a tecnologia!). E ainda na noite de ontem, trocando e-mails com Silvana Nader, que também estava na reunião representando o Conrerp 2, ela escreveu: Acreditamos que de fato esclarecer, dialogar e trazer para nosso lado é a melhor estratégia. Somos profissionais do diálogo! Este foi o objetivo das entidades representativas das Relações Públicas no encontro: dialogar. E podemos sintetizar todo este episódio nestas duas frases da Silvana. Somos mesmo profissionais do diálogo. E foi assim que agimos. Assim que demonstramos que uma manifestação que surge na Internet pode tomar enormes proporções e interferir nos diálogos da vida real. O mais legal é saber que já está marcado um novo encontro para fevereiro do ano que vem. O diálogo irá continuar e como diz Rubens Gualdieri: De uma coisa que começou com o pé esquerdo, podem vir novidades. Talvez boas novidades. Ah, o nosso post não foi o primeiro a tratar do assunto, indicamos o texto Comunicado da Comissão de RP sobre a reunião na FACAMP publicado no blog da ABRP São Paulo.
No dia 20 de outubro estourou a polêmica da @FACAMP com a absurda entrevista do professor joão manuel cardoso de mello. De lá para cá muito burburinho no Twitter entre os relações-públicas e muita omissão por parte da faculdade. Parece que o único movimento da #FAILCAMP foi responder a todos os e-mails que recebiam de forma automática. Fizeram isso com todos os e-mails que recebiam, seguindo um padrão e sem se importar, à primeira vista, com o conteúdos de cada mensagem.
Como resposta, a vaga informação de que o professor em questão (com p minúsculo mesmo) já havia marcado uma reunião com cinco representantes, a serem indicados, pelos vários cursos de Relações Públicas da nossa região, no dia 29 de Outubro, para discutir a entrevista publicada no site da FACAMP. É 29 de outubro, é sexta-feira, é hoje. Você está lendo este post e eles estão provavelmente discutindo a entrevista.
Ahhhhh, mas você se engana ao achar que uma faculdade respeitabilíssima e competentíssima não iria tomar algumas providências para tentar contornar a situação e corrigir a infeliz declaração do professor. Se engana mesmo. Sabe por quê? Porque ela tomou uma sábia decisão: editou a entrevista. O professor Alexandre Costa nos alertou disso ontem. Experimenta entrar na página da entrevista e tenta encontrar o termo Relações Públicas ou algo a expressão cursos de segunda categoria. Viu né?!?! Não tem. A entrevista foi editada e a parte polêmica foi retirada da entrevista.
Aliás, se não tivessemos recebido uma informação de fonte segura, estaríamos até agora pensando que esta reunião, marcada com os 5 representantes, pudesse ter sido um despiste da @facamp. Algo do tipo: eles vâo esquecer e em duas semanas ninguém vai se lembrar. Como fizeram com a entrevista, aos pensarem que ninguém iria perceber a malandragem. Mas, já diziam os mais velhos, quem guarda tem. No dia 20 demos um print screen em toda a entrevista. Então, agora disponibilizamos, aqui embaixo, a malandragem da #failcamp para quem não viu a entrevista original ou para quem quer comparar o antes e o depois da edição. Aqui colamos os trechos que nos interessam, mas se quiser ver as imagens das duas entrevistas completas, acesse aqui.
O pior não é editarem a entrevista. O pior é ter a sensação de que, durante estes 8 dias, eles ficaram rindo de todos que se indiganaram e que provavelmente estão rindo ao ler este post, neste exato momento.
_ _ _
Sabe o que é RPM? Se você respondeu que sim e lembrou daquele grupo musical de sucesso da década de 80, errou. RPM é a denominação afetuosa atribuída ao mais novo curso de Relações Públicas, criado pela Universidade Federal de Santa Maria/RS. Possui o M como complemento a RP devido ao seu diferencial: a ênfase Multimídia. O curso RP Multimídia iniciou suas atividades em 2009 e é ministrado no Centro de Educação Superior Norte/RS (CESNORS), que fica em Frederico Westphalen, interior do RS.
No processo evolutivo da sociedade é possível dizer que a tecnologia está presente em tudo. Desta forma, junto com a transição dos processos de comunicação para o digital, tem-se uma velocidade de envio e recebimento de informação muito alta. Surge, então, atendendo à demanda tecnológica e comunicativa das organizações contemporâneas, o curso @RPMUFSMCESNORS. O objetivo do Curso é formar um profissional capaz de trabalhar, não somente com os modelos tradicionais de comunicação, mas com todos os recursos tecnológicos disponíveis, criando novas abordagens e formatos para o desenvolvimento da atividade de Relações Públicas.
O curso com ênfase em Multimídia é pioneiro no país. E eu pertenço à primeira turma. Tais circunstâncias fazem com que eu e meus colegas possamos dar a cara inicial do Curso, construindo juntos sua identidade e reconhecimento. Dar a cara inicial literalmente. Podem perceber na foto ao lado que o campus ainda está em construção. Isso também simboliza a transformação que nos envolve. E estamos participando disso com muito entusiasmo, trabalho e dinamismo, já que no início do primeiro semestre de 2010 foi criada a Agência de Comunicação Integrada do Curso de Relações Públicas Multimídia (ACIRP), com o foco nas funções tradicionais de RP e na atualização destas diante das potencialidades digitais.
É através da ACIRP, instituída como um Programa de Extensão do Curso, que colocamos em prática o que aprendemos teoricamente, na sala de aula, em disciplinas básicas do curso e nas específicas para a ênfase como: Laboratório Multimídia, Comunicação Multimídia nas Organizações, Assessoria de Comunicação e Relações com a Mídia e Legislação e Éticas nas Relações Públicas e na Internet. Veja aqui os todos os conteúdos trabalhados no curso.
Porém nem tudo são flores. Encontramos desafios à nossa frente, um deles é a falta de referências bibliográficas específicas de Relações Públicas na ambiência digital. Recentemente foi lançado o e-book Relações Públicas Digitais, mas por tudo ser tão recente, há necessidade e demanda de mais publicações e reflexões científicas sobre a atuação de RP no ciberespaço. Mas quem irá construir esta referência são os estudantes de hoje e os profissionais de amanhã, porque somos nós os protagonistas desta evolução.
Por fim, tendo em vista que aqui na região não há nenhum curso de Relações Públicas e, sendo nós os precursores, somos os responsáveis por abrir as portas do mercado de trabalho em Frederico Westphalen e região. Porém, não nos limitando a este espaço fisíco, ja que o mundo digital nos possiblita estar em vários lugares sem ao menos levantar da cadeira! E é o pioneirismo que nos motiva e nos injeta mais adrenalina no nosso caminhar acadêmico em busca do espaço profissional.
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Hoje falar em geração Y virou moda e precisamos refletir sobre a moda. Profissionais de geração Y e líderes de geração Y; alunos e professores da geração Y. Mesmo quem não faz parte da geração Y, precisa ao menos estar adaptado a ela.
Então, poderíamos pensar em Relações Públicas Y - discutir identidade profissional sempre me interessa. Mas, afinal, o que seria isto? E se temos o Y, temos que lembrar também do X e do Z e de tudo que os antecede. E, acabando o alfabeto, teremos, no futuro, a geração A?
Uma boa dica para entender as gerações é dada por Don Tapscott no livro A hora da geração digital: como os jovens que cresceram usando a internet estão mudando tudo, das empresas aos governos, traduzido para o português em 2010. Conforme ele há pelo menos quatro gerações que devem ser levadas em conta, o que é relevante para pensarmos a mudança de comportamento dos públicos:
1. Geração Baby Boom (geração TV)
Janeiro de 1946 a dezembro de 1964 – 19 anos, produzindo 77,2 milhões de crianças ou 23% da população dos Estados Unidos.
2. Geração X
Janeiro de 1965 a dezembro de 1976 – 12 anos, produzindo 44,9 milhões de crianças ou 15% da população dos Estados Unidos. Também chamada de Baby Bust.
3. Geração Internet
Janeiro de 1977 a dezembro de 1997 – 21 anos, produzindo, aproximadamente 81,1 milhões de crianças ou 27% da população dos Estados Unidos. Também Chamada de Geração do Milênio ou Geração Y.
4. Geração Next
Janeiro de 1998 até o presente – dez anos (agora, 12 anos, pois o original é de 2008) produzindo aproximadamente 40,1 milhões de crianças ou 13,4% da população dos estados Unidos. Também chamada de Geração Z. (podemos considerar estes como Nativos Digitais)
Há também outras classificações com diferentes nomenclaturas quanto ao período de nascimento, como a de Prensky, escrita em 2001, por exemplo:
1. A geração analógica (com TURISTAS OU IMIGRANTES digitais)
Formada primordialmente por adultos nascidos até a década de 60.
2. A geração net (com IMIGRANTES digitais)
Dos nascidos entre os anos 60 e 80.
3. A geração digital (dos NATIVOS digitais)
Formada pelos nascidos a partir da segunda metade da década de 80. Estes seres nasceram em um momento multimídia, multitarefa, rápido e lógico (aqui teríamos parte da geração Y, junto com parte dos imigrantes digitais).
Independente da classificação o fato é que há públicos diferentes para serem pensados em relação à apropriação tecnológica, como há jovens que não são Y por questões de gosto ou condições de acesso à tecnologia, e há idosos mais Y do que qualquer adulto jovem. Aí entram diversas questões sociais e culturais.
É neste ambiente múltiplo e complexo que o RP precisa trabalhar. Eu diria que o RP Y, então, seria aquele que, além de lidar com as tecnologias e ser apaixonado por web e interação, entende como trabalhar com os públicos que não desfrutam disso na contemporaneidade. É ser hiperativo e multitarefa e entender de convergência pensando na multiplicidade dos públicos. Saber se comunicar buscando tornar comum, buscando partilhar.
Isso exige que busquemos incessantemente um alicerce teórico, prático, e metodológico (aí está implicada a pesquisa em RP e a pesquisa com pessoas) para lidar com os públicos e o que verdadeiramente são: humanos partilhando anseios e frustrações, pela comunicação. Este é o sentido essencial por trás do trabalho de relacionamento com os públicos. Entendendo esta complexidade e esta lógica, estaremos preparados para lidar com gerações X, Y, Z, A...por que nas bases de interesse destes processos comunicacionais estarão os humanos.
Então, sermos RPs Xyza (e esta é apenas uma maneira didática que criei para não esquecermos das diferentes gerações e suas especificidades), ao meu ver, é uma forma de lidarmos com os desafios levando em conta a totalidade e multiplicidade dos públicos.
Discutir nossa identidade profissional tem sido meu foco em sala de aula, e pensar RP diante da diversidade de mídias que convergem e de públicos que convivem faz parte disto.
Parece-me que nunca foi tão propício ser Relações Públicas.
E este post é resultado das reflexões que surgiram a partir de todas as críticas que tive ao longo da minha vida acadêmica e profissional ao demonstrar minha grande paixão pela web e suas possibilidades.
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Nas agências, a realidade é que publicitários e marketeiros quebrem a cabeça para fazer campanhas cada vez mais atraentes, que atinjam os objetivos do cliente: atrair, convencer, vender e fidelizar cada vez mais. Certo? Mas, e se esse processo ficasse mais curto e fácil? Se ao invés de estudar, estudar e estudar o comportamento do consumidor bastasse utilizar ondas de ressonância magnética para saber qual direcionamento dar às ações de Marketing?
VOCÊ DIZ SIM, MAS SEU CÉREBRO "DIZ" NÃO
De acordo com uma entrevista veiculada no blog do Estadão, pesquisas e estudos revelaram que:
- peças publicitárias que utilizam apelo não chamam a atenção das áreas do cérebro responsáveis pela decisão de compra, como a da memória e a de tomada de decisão;
- consumidores expostos ao símbolo da sua marca preferida apresentam a mesma atividade cerebral de pessoas muito religiosas frente ao símbolo de sua religião;
- Pepsi e Coca-Cola são iguais.
Como já vimos no post anterior, a técnica do Neuromarketing utiliza ressonância magnética para identificar as áreas do cérebro que são estimuladas quando a pessoa em teste for exposta a determinadas imagens, sons, cheiros e situações, identificando o que ela realmente sente, e não o que acha ou diz que sente. Com certeza, esta técnica nos leva a entender melhor o comportamento do consumidor. E, no caso da política, do eleitor.
NEUROMARKETING É ÉTICO?
A técnica facilita, e muito, o entendimento do comportamento do consumidor, mas também pode causar prejuízos para as nossas decisões. Imagine, por exemplo, que campanhas políticas mais atraentes e difíceis de não se deixar envolver podem ser uma realidade muito próxima dos brasileiros. No futuro, elas poderão influenciar fortemente na escolha de candidatos e mudar o rumo de uma eleição.
Hoje, utilizar Neuromarketing é praticamente inviável financeiramente para a maioria das empresas e políticos, por causa do elevadíssimo custo. Mas, assim como todas as tecnologias, ela tende a ter o preço reduzido após alguns anos no mercado, tendo seu acesso ampliado, e podendo tornar-se comum em diversos segmentos, inclusive na política. A questão ética envolve, no entanto, muito mais do que uma suposta invasão do subconsciente. Envolve mudanças no comportamento das pessoas, que poderão gerar aumento nas vendas de produtos como cigarros, por exemplo.
Para evitar que consumidores e eleitores sejam expostos a propagandas feitas com base nesse tipo de estudo sem estarem bem informados, a World Business Academy solicitou ao Congresso norte-americano a investigação do uso comercial e político do Neuromarketing para que o público tenha conhecimento de quem o utiliza (lembrando que nos Estados Unidos esta técnica é utilizada há mais tempo do que no Brasil). Tomara que antes das atividades neurais brasileiras serem mapeadas algum órgão de regulamentação da propaganda também tome uma atitude assim.
Para entender mais esta polêmica, veja a campanha Stop Neuromarketing, World Business Academy.
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Hoje (19/10), vi um post da @bteixeira (Bruna Teixeira) no twitter onde ela reproduziu um texto que dizia: Evite cursos de segunda categoria, pouco valorizados no mercado de trabalho. Por exemplo: Turismo, Relações Públicas e Hotelaria. Pedi a ela que me enviasse o link em que o referido texto aparecia. Imediatamente, ela postou o link e já fazia um comentário sobre sua revolta com a entrevista.
Ao abrir o link da entrevista, o susto: o texto estava postado no site de uma faculdade. E, se tratava da entrevista do professor João Manuel Cardoso de Mello, fundador da FACAMP e da UNICAMP, com o título Pesquise sua vocação. O entrevistado teceu comentários sobre a escolha da profissão a seguir.
Ao ler a entrevista e ver o trecho sobre os cursos chamados de segunda categoria, imediatamente, enviei um e-mail para a Ouvidoria da Facamp falando do meu sentimento sobre a posição do entrevistado. Fiz isso, principalmente, por ser formado e dar aulas nos cursos que ele cita como exemplo de segunda categoria.
Na troca de mensagens pelo twitter, o pessoal de @ocappuccino perguntou a algumas pessoas sobre o sentimento em relação à entrevista. Eu disse que o meu era de tristeza. Tristeza, por ver um educador (com um currículo tão respeitável) declarar que esse ou aquele curso é de segunda categoria. Tristeza, por conhecer excelentes profissionais dos cursos citados formados em uma das universidades por ele fundada. Tristeza, por imaginar um jovem em dúvida sobre que área seguir e ler essa entrevista e pré-conceber uma opinião sobre esse ou aquele curso. Tristeza maior, por ser eu um professor há 15 anos e ver palavras desse estilo ditas por um educador.
Não pensem que sou fazer da censura; ao contrário, sou a favor da livre opinião. Mas, sei também que opiniões desse tipo só fazem piorar a situação da educação brasileira. Hoje, chamam cursos de segunda categoria; amanhã, o que dirão?
Esse é um pequeno desabafo! Fica aqui a reflexão!
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Nota do blog: Apenas para contextualizar. Recebemos às 23h45 uma mensagem, da Bruna Poersch, pelo Facebook dizendo mais ou menos assim: QUE ABSURDO! Relações Públicas, por favor, publiquem sua indignação também! "Dentro de cada área o que devo considerar? JM – Procure escolher profissões sólidas. Evite cursos de segunda categoria, pouco valorizados no mercado de trabalho, como, por exemplo, Turismo, Relações Públicas e Hotelaria." 00h15 postamos o primeiro tweet. As opiniões de diversos relações públicas indignados surgiram pelo Twitter, como por exemplo a do @rubensgualdieri. Às 00h58, diante do tamanho da repercussão, convidamos o professor Alexandre Costa para que escrevesse um texto para ser publicado no blog, pois a opinião dele - dentre tantos chingamentos - parecia ser a mais equilibrada e embasada. Recebemos o texto na nossa caixa de entrada às 01h47. E agora, às 02h17, estamos publicando o post. Toda esta efemeridade representa dois dos objetivos do blog: informação e discussão sobre as relações públicas. Ah, voltando um pouquinho no tempo, às 01h18 postamos a imagem que representa, ao nosso ver, a ORIGEM DO ABSURDO da #FAILCAMP (@facamp) e do Sr. João Manuel. O mais triste é perceber que a opinião do professor e fundador da faculdade não é isolada e se encontra no entendimento institucional da faculdade. Realmente triste.
Ontem lançamos a ação para eleger os 10 RPs brasileiros que merecem ser seguidos no Twitter 2010. Com base na mesma ideia do ano passado, estamos novamente tentando indicar quem são os perfis identificados com as relações públicas que merecem receber um follow. Ficamos tão felizes com a participação do pessoal no Twitter que resolvemos sortear um mimo entre aqueles que estão enviando suas indicações.
Quem enviar, até amanhã (quarta-feira), 3 indicações de perfis relações públicas que acha que merecem ser seguidos no Twitter, irá concorrer ao sorteio de uma caneca personalizada Ocappuccino. Olha aqui ao lado quem já ganhou este presente.
Não esqueça de mencionar o @ocappuccino nas indicações, para que possamos depois mapear e coletar todas as indicações dos #10RPsBR. E não se esqueça que a data limite para as indicações é amanhã, 20 de outubro.
Importante:
1. Não listamos critérios, pois o valor de merecimento é por conta do seu entendimento.
2. Definimos como os perfis identificados com as relações públicas, pois podem ser indicados profissionais, estudantes, blogs, portais, instituições, etc, ou seja, qualquer tipo de @, desde que você o identifique como identificado com as relações públicas.
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Uma discussão que surgiu desde a criação do Twitter é justamente essa: quem é influente e por quê? No início eram considerados influentes aqueles perfis com muitos seguidores, e então inventaram um jeito das pessoas usarem scripts para falsamente aumentar seu número de followers. Depois se começou a considerar influentes aqueles que têm muitos retweets, e também os com muitas mentions. Então foram criados os robots que retwitam e mencionam os perfis de acordo com palavras-chave específicas. E se pensarem numa outra forma de medir a influência, também criarão um novo jeito de burlar isso.
Mas por que precisamos mensurar nossa influência neste microblog? Aliás, este é o grande X da questão, que vem dos primórdios dos cálculos de retorno sobre investimento em comunicação. Veja bem, o Twitter é um meio de comunicação. E quem está mais preocupado em saber o quanto um perfil é influente é aquele que fez algum investimento nisso, seja tempo, dinheiro ou as duas coisas. Para apimentar ainda mais essa discussão, um grupo de pesquisadores (dois alemães, um inglês e um brasileiro) desenvolveram o documento Measuring User Influence in Twitter: The Million Follower Fallacy.
Trata-se de uma pesquisa que, com o aval da cúpula do Twitter, coletou dados de todas as mais de 80 milhões de contas, o que significou uma avaliação de mais de 1,75 bilhões de tuítes e de 1,96 bilhões de links postados.
A pesquisa verificou que apenas 6,19 milhões de usuários mantém o seu perfil ativo na rede. Daí foram analisadas a quantidade de seguidores desses perfis versus o número de retweets e mentions, e o que se constatou é que poucos dos que tinhas muitos seguidores conseguem de fato espalhar a palavra. Outros estudos já apontaram que aqueles com o maior número de seguidores podem ser tuiteiros populares, mas isso não está necessariamente relacionado à sua influência. Ter muitos seguidores não significa ser muito retuitado ou mencionado de forma significativa. Raquel Recuero fala exatamente isso: já cansei de dizer que número de seguidores não é igual a influência.
Whatever. Para os pesquisadores do The Million Follower Fallacy, o que conta mesmo como indício de influência é = mensagens retwitadas + qualidade dos perfis mencionados. Isso já sabíamos! A pesquisa vem para confirmar de forma empírica aquilo que todo heavy user de Twitter já entende como verdade. Mas será que até isso é verdade mesmo? Por que isso é bem paradoxal: há perfis populares seguidos por muita gente, mas com pouca influência, e outros com menos seguidores e muita influência.
Influence is the ability to drive action. Eles acreditam que é isso e nós também. Isso serve para o Twitter, para a comunicação e para a vida. Mas, até que ponto retweets e mentions exercem alguma influência sobre nossas ações? Clicar num botão de retweet ou mencionar um perfil muitas vezes não significa mais do que uma interação reativa com outro interagente, já dizia @alexprimo.
Quer dizer apenas que reagimos, concordando ou não, com relação ao que foi publicado. Mas até que ponto refletimos sobre a mensagem?
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Bom. Sabendo que falar de influência não é algo tão fácil, ano passado, produzimos a lista com os 10 RPs brasileiros que merecem ser seguidos no twitter. Vejam bem, sabemos que se fossemos fazer uma lista com os perfis mais influentes, seria preciso uma pesquisa muito mais detalhada. Por isso buscamos saber os que merecessem ser seguidos no Twitter.
A lista, produzida a partir de indicações de profissionais, professores, pesquisadores e estudantes de Relações Públicas do país, tomou tamanha proporção que tornou-se referência no microblog entre os relações públicas do Brasil. Foi usada até como referência em monografia de conclusão de curso.
Sendo assim - sabendo que uma referência não significa nada, ou quase nada, se for esquecida nos arquivos de um blog - estamos iniciando o processo para apontar novamente Os 10 RPs brasileiros que merecem ser seguidos no twitter, na versão 2010.
Nosso intuito não é criar um ranking entre os perfis, por isso a metodologia similar a do ano passado (os 10 mais indicados são os que formam a lista). Já iniciamos iniciamos o processo solicitando as indicações daqueles que fazem parte da listagem de 2009.
Eles já nos encaminharam as suas indicações para os #10RPsBR de 2010. Agora, convidamos você para eleger quais os perfis identificados com as relações públicas merecem ser seguidos no Twitter, na sua avaliação.
Indique pelo Twitter os 3 (três) perfis relações públicas que acha que merecem ser seguidos. Não esqueça de mencionar o @ocappuccino nas indicações, para que possamos depois mapear e coletar todas as indicações. A data limite para as indicações é 20 de outubro.
Importante:
1. Não listamos critérios, pois o valor de merecimento é por conta do seu entendimento.
2. Definimos como os perfis identificados com as relações públicas, pois podem ser indicados profissionais, estudantes, blogs, portais, instituições, etc, ou seja, qualquer tipo de @, desde que você o identifique como identificado com as relações públicas.
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Não é de hoje que o Zaffari e o Bourbon fazem um belo trabalho de Relacionamento On+Off. Eles monitoram a marca na internet, prova disso foi o comentário no post sobre o Troco do Coração do blog da Cinara Moura
Mas segunda-feira fui surpreendido. Recebi em casa, das mãos de um apressado motoboy, uma caixa verde. Ela não era amarela, era verdinha como a grama que nasce cheia de vida. Fui logo abrindo. E dentro uns mimos do Zaffari. Chaveiro, caneta, máscara do esquilinho, um cartão e um vale-compras \0/ Meu Dia das Crianças já estava completo!!! A caixa é uma ação para comemorar a promoção Uma História Bem Familiar, que comemora os 75 anos que o Grupo Zaffari completa este ano. A marca quer conhecer as experiências que os consumidores tiveram com ela. E o melhor de tudo, as 75 melhores histórias irão ganhar, cada uma, uma pedra de diamante.
Mais do que enviar um release, esta ação - realizada com alguns blogueiros aqui e aqui - simboliza todo apreço da empresa com a marca e claro com os clientes. Ponto pra Sonia e toda equipe que constrói estes relacionamentos. Ponto para os clientes que podem dividir suas histórias. A minha com o Zaffari começa mais ou menos assim ...
“... Tudo começou no corredor das massas. Nada melhor do que degustar uma deliciosa Massa Frescarini, numa quinta-feira à noite de um inverno chuvoso. Realmente seria ótimo, não fosse o meu instinto de nobre cavalheiro me obrigado a ceder o último pacote da massa a ela. Ladies First. Sempre. Um "pode pegar" e um "tudo bem" sem graça. Uma troca de olhares na fila do caixa. Outro encontro ao acaso no estacionamento. Devem estar pensando que acredito no destino?! Não, não acredito. Acredito, talvez, no amor...
E pode terminar assim: ... um amor que hoje pode valer um diamante. Ah, não sei! Muito piegas. Acho que vou começar outra, afinal, são tantas!
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Estava trabalhando tranqüila em uma tarde de quinta-feira, quando recebi um e-mail, de uma colega da comunicação, informando sobre uma promoção para ir ao 27° Congresso Interamericano de Relações Públicas. No início da leitura não dei tanta importância, mas quando descobri que o tema principal do Congresso era Relações Públicas e Novos Paradigmas de Responsabilidade Social e Sustentabilidade, logo fiquei looouca para ir. É o tema que estou engajada no meu trabalho de conclusão da Universidade. Respondi as perguntas, que precisava para participar da promoção, com o conhecimento que tinha do tema e enviei. Mal eu sabia que tinha postado no lugar errado. A verdade era que o link que minha amiga havia enviado era somente de um blog que estava divulgando a promoção. Eu realmente deveria ter entrado e respondido no post do blog Oocappuccino. Só que quando descobri isso já havia passado o tempo para o envio das respostas. Droga :(
Com a confusão formada, mandando e-mail daqui e dali, achei o Mateus que gentilmente me informou que a promoção já havia sido encerrada. Decepção foi pouco, me senti mesmo lesada. Não entendia o porquê o pessoal do blog da FACCAT aceitou o meu comentário e nem mesmo informou em qual lugar eu deveria realmente ter respondido. Mas surgiu uma esperança, o pessoal do blog Ocappuccino me informou que tinha uma inscrição sobrando e perguntou se eu gostaria de ir. Na hora!!! Nem havia pensado como pagaria minha passagem e hotel, mas a única coisa que passava na minha cabeça era a grande oportunidade de conhecimento que estava surgindo.
Com grande alegria e muita agradecida ao Mateus e todo o pessoal que proporcionou essa promoção (vale citar a Cibele do blog A Bordo da Comunicaçaõ), fui para Brasília. Mobilizei todos ao meu redor, inclusive meus colegas de trabalho pedindo que segurassem as pontas até eu voltar. E realmente foi uma grande experiência, conheci autores e professores que até então somente ouvia falar dos livros e da Universidade onde estudo. Pude perceber que eu não sou a única preocupada com a questão de como os comunicadores estão desenvolvendo o seu papel perante a sociedade e como estão desenvolvendo uma comunicação sustentável. O que parecia utopia ficou mais claro ouvindo da boca de pessoas tão influentes.
Mas o bacana de tudo foram os contatos, que em minha concepção não é simplesmente um mailing list, são amizades que, se depender de mim, não serão esquecidas. Fiquei surpresa com o pessoal muito hospitaleiro que vive lá e me apavorei com o custo de vida, sorte que fiquei somente 3 dias. Mas a cidade que pensei ser feia, se mostrou o contrário. Mesmo numa época que não se consegue ver o sol, somente nuvens cinzentas, percebi a organização e estrutura da cidade.
Aproveitei também para ser turista. Não podia perder a oportunidade de conhecer o Congresso Nacional, o Palácio da Alvorada e aos inúmeros prédios governamentais que tem por lá. Não tenho a mínima ideia de quando voltarei a Brasília (se é que um dia voltarei), mas posso afirmar que o aprendizado que trago comigo da capital federal - para o meu trabalho e para a minha vida - é bem maior do que os inesquecíveis três dias de uma estudante de RP no Confiarp.
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Estratégia: envolver o máximo possível de pessoas para uma promoção da marca X pelo Twitter e Facebook.
- E depois?
- Depois o que?
- Quando a promoção acabar.
- Deixamos tudo como está para que todos vejam o sucesso que foi a campanha.
- Mas porque as pessoas vão continuar seguindo se não postamos mais nada?
- Ah, não sei, mas deletar não podemos. Então deixa por lá mesmo.
Este não é um diálogo real, ou até pode ter existido, mas não com estas palavras. Você certamente já viu e passou a acompanhar empresas que tinham como objetivo promover uma campanha.
É fácil reconhecer quando isso ocorre: os backgrounds são personalizados, falam insistentemente sobre benefícios e mandam o link para participação freneticamente. Lembrou de alguma? Dica: têm de carro, eventos a chocolate. Fácil de lembrar não é?
De fato, muitas vezes se obtém o resultado estimado, seja volume de RT’s ou inscrições, por exemplo. Todos passam a ter conhecimento daquilo, vai parar no Trendig Topics. Mas e depois? O perfil morre com a ação? Até onde é válido abandoná-lo quando encerra? Como ficam os mais de mil seguidores que teoricamente seguem porque se interessam pela marca?
Bem provável que se esse trabalho tivesse continuidade as pessoas iriam continuar acompanhando. Ou seja, não deixariam de seguir porque a promoção terminou. É uma estratégia a se pensar, em vez de uma criar várias páginas para cada ação, crie uma e tenha um grupo de pessoas interessadas em todos os seus produtos e serviços.
Claro que não é uma regra. Depende muito das divisões, políticas e estratégias de cada organização. Mas se tratando de atividades de cunho promocional não há problema algum de incluí-la no institucional que já existe (ou criá-lo caso ainda não exista), para que assim possa ser realizado um trabalho de relacionamento e até mesmo de feedback do que foi feito.
Agora, se você lembrou que provavelmente segue vários casos assim e nem se lembra mais quais são, essa ferramenta pode te ajudar: Twerpscan. Com ele você pode ver quais seguidores do seu Twitter não falaram mais nada e provavelmente vá encontrar algumas marcas nesta lista.
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Na palestra sobre RELACIONAMENTO on+off , a @carolpalma falou de alguns caminhos para as marcas nas redes sociais: 1. Monitorar e Dialogar; 2. Fomentar embaixadores e entusiastas da marca e 3. Oferecer serviços e ferramentas úteis para os consumidores. Exemplo disso é o #issopededelice da @LactaDelice, case da @w3haus, agência que a Carol Palma trabalha.
Outra marca que leva isso muito a sério é a Coca-Cola. Durante o 23º Set da PUCRS, Adriana Knackfuss, marketing digital da Coca-Cola Brasil, falou sobre isso. Sabe quando a Coca bombou muito no mundo digital? Foi com o case Abra a felicidade em 2009. O objetivo era fazer as pessoas entrarem no site da Coca Cola para participarem do Desafio Abra a Felicidade: o internauta tinha que ajudar, virtualmente, um robô (importado do Japão) a abrir uma garrafa de Coca para concorrer a 30 Kits Xbox 360 + 30 Celulares Motocubo.
Para ativar a campanha a Coca-Cola usou muita mídia (televisão, rádio, jornal), prova disso foi a Campanha de Verão com o hit estrelado por Di Ferrero, Pitty e M.V. Bill e o making of do clipe que virou febre. Resultado: em menos de 10 dias, 17 comunidades no Orkut com o tema da música Abra a Felicidade e mais de 100 mil visualizações no Youtube.
O tiro certeiro
Mas do mundo online veio um tiro certeiro com todo o feeling da Coca-Cola. Ela promoveu o Desafio Abra a Felicidade para 60 blogueiros, que - não por acaso - deveriam ser uns dos mais lidos e mais influentes do país (um, dois, três). Lembra alí no início do texto: 1. Monitorar e Dialogar; 2. Fomentar embaixadores e entusiastas da marca??? Isso mesmo que a marca fez. E com um xeque mate acertou 60 pessoas que geraram muita mídia espontânea e o melhor: ela não pediu nada a nenhum deles. Este RELACIONAMENTO é um namoro, é cheio de segundas intenções S2
Ela só enviou uma caixinha com uma texto explicativo, uma garrafa de Coca e um instrumento. O blogueiro deveria entrar no desafio e tentar abrir a garrafa com o objeto que estava na caixa.
Resultado: 3,5 milhões de garrafas abertas em menos de 45 dias. Não é por acaso que a Coca-Cola é uma lovemark. Só no Brasil existem quase mil comunidades. É a marca mais lembrada entre usuários do Orkut no país. Tudo isso está no DNA que a Coca-Cola carrega há 123 anos e claro no segredo da fórmula secreta.
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Como anunciado, ao lado segue a listagem com os Novos Colaboradores do blog. Escolhemos 15 nomes. E foi muito difícil escolher só quinze. Recebemos muito material de pessoal disposto mesmo a colaborar. Tanto material que tivemos que realizar uma Etapa 2 para filtrar melhor. O blog está passando por uma grande transformação, muitas novidades estão acontecendo em pouco tempo. Coisas boas acontecendo e outras não tão boas que também requerem atenção. e este novo pessoal, que entra para a equipe agora, será parte decisiva desta mudança. Sejam bem-vindos. Ah, todos receberão um e-mail informando agora dos próximos passos.
Pelo potencial destes quinze aqui #ohmygod podem acreditar que só vem CONTEÚDO com letras maiúsculas. Se você está pensando em montar um blog, desista, porque os melhores textos estarão aqui. Não é pra tanto! Mas leiam um trecho retirado um texto que recebemos no processo seletivo:
O autor Henry Jenkins alerta: “se você quiser saber como vai ser o futuro, observe os usuários pioneiros” (JENKINS, Henry. Cultura da Convergência, 2008). Afinal, revoluções nos hábitos não ocorrem do dia pra noite. Sequer ocorrem no espaço de uma geração apenas. Por isso, temos que pensar com a cabeça das crianças e dos jovens. Observar como elas tem mudado os hábitos e imaginar como essas mudanças influenciarão o comportamento dos filhos delas.
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Ocappuccino está passando por mudanças. Vocês podem perceber pelo processo de seleção de novos colaboradores que lançamos a pouco tempo. Além disso, vem muita novidade por aí. Estamos implementando uma nova identidade visual (olha aqui do lado a trajetória da nossa logomarca), construindo um novo template e nos transformando em uma Agência de Relações Públicas. Bom, para explicar esta transformação, temos que contar um pouco da história desde o início.
Ocappuccino surgiu com o anseio de se tornar um espaço interativo de Relações Públicas referência entre alunos, professores, profissionais, pesquisadores ou apenas admiradores da difícil arte de comunicar. E se tornou. Desde o início norteamos nossos objetivos em busca do conteúdo original e na construção de um conhecimento colaborativo em rede. O que acontece é que nestes três anos levamos este trabalho muito a sério. O blog passou de um simples hobby para um grande projeto. Enxergamos que teríamos que dar logo um grande passo. Não falamos tanto em visão e missão? Então, traçamos a nossa. Estudamos, aprendemos, erramos, pesquisamos, conhecemos, nos relacionamos, nos redesocializamos. Tudo isso em busca da nossa meta. E a meta - traçada num guardanapo em um bar na capital porto alegrense, numa gelada noite de inverno - era abrir a Agência de Relações Públicas Ocappuccino. Traçamos no guardanapo, mas poderia ter sido um bilhete de pão ou num software de gerenciamento de projetos. Para nós, não interessa a ferramenta, não somos escravos de instrumentos, somos devotos das ideias.
Por isso o blog existe, por três anos de boas ideias e belas histórias, porque mais importante do que o conteúdo que produzimos são as histórias que construímos. Criamos uma rede de colaboradores que transformaram o blog em uma verdadeira biblioteca viva sobre as relações públicas e comunicação. Mais do que isso, neste tempo estudamos o mercado, as tendências, os cases, os comportamentos, as empresas, as pessoas, os usuários, as tecnologias. Sempre em busca da nossa meta.
Lembra o que está escrito além em cima que teríamos que dar logo um grande passo? Sabemos que um blog é apenas um blog. Respeitamos a força e a amplitude dele, mas sabemos que ele não faz a diferença. Temos que ir para o outro lado. Temos que nos aproximar das empresas e construir agora novas histórias, novas ideias, novos cases. A Agência de Relações Públicas Ocappuccino traz na bagagem toda herança projetada pelo blog Ocappuccino e muitos trabalhos freela. Mas agora é diferente, levamos em frente dois projetos que são para toda a vida, Ocappuccino e Relações Públicas. E é com esta paixão que sempre demonstramos e com o conhecimento que adquirimos que vamos entrar de verdade no mercado de trabalho pela porta da frente. Não buscamos apenas clientes, buscamos projetos em que acreditamos e que acreditamos que podem dar certo.
Quando o novo template estiver no ar, falaremos mais de nossos novos projetos e da Agência. Inclusive, pode dar uma olhada em como está ficando o novo template. Não é a versão definitiva, iremos mudar botões, imagens, fontes, textos, mas a estrutura será mais ou menos estas mesmo.
A novidade que queremos anunciar hoje é a da nossa identidade visual. Começamos a usar o novo logotipo desde agora (neste template antigo), porque nosso planejamento falhou. Nossa ideia era estar com o template pronto no início de outubro, mas por uma série de imprevistos teremos que esperar um pouco. Contudo, temos que anunciar a novo logomarca, pois estamos colaborando com a Semana Acadêmica da Comunicação da UNISC e lá já aparece a novo logo (participamos organizando um dia na SEACOM, a quarta-feira, que é o dia o ON+OFF). Por isso, para que não haja uma falta de conexão no que está sendo divulgado e a identidade do nosso blog e também para evitar um arranhão em nossa imagem, fizemos este post como um pré lançamento :D
Eaí, o que acharam da novo logo? Gostaram?
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Os leitores que visitam o blog frequentemente devem estar se perguntando: o que é essa faixa ocupando a parte superior do blog!?!?! Um novo logo!?!?! Coragem!?!?!...
Caros leitores, essa faixa colocada acima do nosso logo, da nossa já característica xícara de cappuccino, demonstra o nosso apoio incondicional à causa e à luta do Instituto do Câncer Infantil. Mais do que apoiar, nós queremos colaborar com a divulgação do seu próximo evento, convidando todos os porto-alegrenses e os moradores da região metropolitana para participar da 17ª Corrida pela Vida, que acontece dia 24 de outubro de 2010 (domingo), a partir das 9h no Parcão em Porto Alegre!
E como divulgação da Corrida pela Vida estamos organizando uma corrida pelo Twitter e pelo Facebook. Vista a sua camiseta online, personalizando a sua foto nas redes sociais, basta clicar neste link> http://twb.ly/c3Lcv4 e seguir o @icirs nesta caminhada de divulgação e sempre quando for twittar utilize a hashtag no twitter #corridapelavida.
A nossa ligação com o ICI-RS é antiga, antes até da Promoção que lançamos em parceria. Estamos sempre ao lado do Instituto fazendo o possível para ajudar. Por isso pessoal, além de personalizar o perfil no twitter com a faixa, é ESSENCIAL comprar a camiseta da #corridapelavida (veja no site do ICI-RS os pontos de venda). A camiseta custa R$ 15, e é com este dinheiro que o @icirs consegue implementar muitos projetos em prol da saúde da criança e do adolescente no Estado do RS.
Recebemos muito mais pretendentes do que esperávamos no nosso 'processo seletivo' de novos colaboradores, por isso é necessário fazer uma segunda etapa e refinar um pouco mais a escolha. Todos estes nomes postados aqui continuam e irão participar da Parte 2.
- Bruna Maturana
- Bruno de Souza
- Caroline Naumann
- Caroline Pitta
- Cinara Moura
- Cleyton Carlos Torres
- Daniele Souza
- Elis Andra Martins
- Elizabeth Cunha
- Fabio Zelenski
- Guilhermo Benitez
- Jacqueline Freire
- Juliana Menezes
- Juliano Filipe Rigatti
- Kelly Moysés Cufone
- Maíra Masiero
- Mariana Oliveira
- Nayane Bragança
- Raul Santa Helena
- Tatiana de Lima Santos
- Vanessa Xavier
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Agora podemos anunciar, Ocappuccino estará presente de corpo e alma na SEACOM, que vai rolar de 4 a 8 de outubro na UNISC (Universidade de Santa Cruz do Sul/RS). A SEACOM ou Semana Acadêmica de Comunicação comemora este ano a sua décima quinta edição com o tema As Redes da Comunicação. Este tema não parece uma salada de frutas de Pierre Lévy (A internet é o tecido de nossas vidas) com John Thompson (Os meios de comunicação são rodas de fiar com que os seres humanos fabricam teias de significação para si mesmos)? Se for isso mesmo, tem tudo para ser um grande sucesso e se for levar em conta toda a programação e se for olhar os palestrantes que vão passar por lá, na semana que vem a, cidade da Oktoberfest vai se transformar no grande espaço da comunicação no país, quiçá worldwide.
Ocappuccino na SEACOM
Sexta-feira recebi a ilustre visita do carteiro da rua Sr. Almiro. Mais do que contas, revistas e correspondência, ele trazia uma caixa de Sedex. Uma caixa de Sedex endereçada a minha pessoa. Ohhhh! O que será? Que curiosidade! Porque afinal não é todo dia que recebemos algo deste tipo. Quando era criança, uma vez tinha esquecido meus óculos na casa de uma tia numa cidade muito distante. Dias depois ela mandou os óculos numa caixa de Sedex – amarelinha igual a que recebi na sexta – e eu voltei a enxergar novamente.
Mas voltando ao assunto. Olha que legal! O que tinha na caixa era um Press Kit com uma cartinha apresentando a Big Bang Comunicação e uma caneca! UMA CANECA! Não sei se mandaram a caneca para outros blogueiros, mas com certeza ela faz muito mais sentido para Ocappuccino :D
“Selecionamos alguns blogueiros e profissionais de mídias sociais para receber este press kit...É assim que começa a carta. Que chique hein! Ocappuccino fazendo parte desta lista, que #orgulho!
A Big Bang é uma empresa que se ramificou da @estudiodecom. O Estúdio de Comunicação, desde 2002, trabalhava com assessoria de imprensa e comunicação online. Agora quem Irá trabalhar a comunicação na web 2.0 é a @bigbang_online. Com uma equipe exclusiva para as mídias sociais, o objetivo é posicionar os clientes neste novo mercado digital através de diagnóstico e planejamento, para que a empresa possa se relacionar através desses meios e cuidar da sua reputação online.
À frente da @bigbang_online estão as excelentes profissionais @bibianariedhors e @laismaciel, que aliás já começaram muito bem incluindo Ocappuccino no mailling de seletos blogueiros deste Press Kit :P #humildadesempre
Ah, como estratégia de lançamento, elas também estão promovendo uma ação que ira presentear 5 pessoas com o livro Mídias Sociais na Prática autografados pelo próprio autor, José Antônio Ramalho. Pra concorrer é só acessar este link aqui > http://bit.ly/cJ0MEy _ _ _
Vocês conhecem o The Influencer Project? Não? Eu também não conhecia até pouco tempo. Este projeto é uma iniciativa de duas empresas, ThoughtLead e Hubspot, que juntaram no que chamaram de The shortest marketing conference ever com 60 profissionais de marketing que se destacam na internet. Cada um teve 60 segundos para dar dicas aos ouvintes do que fazer para aumentar sua influência, ou a de suas empresas, na web. Para baixar o arquivo em MP3 e ouvir o webcast é só clicar nesse link (em inglês). Mas, se você quiser economizar um pouquinho de tempo, aí vão as dicas mais quentes, na minha opinião:
1. Pare de falar sobre seus produtos e serviços. Fale sobre assuntos que interessam o seu público. As pessoas se preocupam com elas mesmas. Procure saber quais são suas dúvidas e ajude-as a superar seus desafios. Ajude os outros a crescer.
2. Relacione-se. Responda tweets. Dê retweet. Siga quem te segue. Mencione. Converse. Apresente as pessoas umas às outras. Comente em outros blogs. Divulgue coisas de outras pessoas para outras pessoas. Divida a informação. Interaja on e offline. Fale sobre as pessoas que
você quer alcançar. Faça as pessoas falar, com você e com as outras. Faça entrevistas.
3. Crie conteúdo inspirador. Com paixão. Narrativa. Conte histórias. Faça com que o que você escreve diga quem você é e a que você veio. Procure identificar o que é interessante primeiro. Conecte-se com o emocional, com o humano. Saiba bem sobre o que você está falando. Seja completamente honesto ou totalmente fake, permitindo que todos saibam disso. Torne-se uma fonte confiável.
4. Descubra um nicho. Saiba o que você tem e os outros não. Conecte-se com pessoas que estão aonde você quer chegar e peça conselhos. Teste todas as mídias, por mais que você as abandone depois. Mas, ficando em uma, comprometa-se com o seu público. Seja parceiro de empresas que tem o mesmo público alvo, mas não são suas concorrentes, e realizem atividades conjuntas. Utilize anúncios focados, como no Facebook e no Orkut. Faça um vídeo, promova um webinar, diversifique.
Esses são os quatro principais aspectos tratados por estes 60 profissionais, que fazem com que nossos olhos sejam abertos para algumas questões, principalmente no que se trata da inclusão de empresas nas redes sociais. Eu, por exemplo, venho tentando convecer o meu chefe de que mandar newsletter falando sobre nossos produtos não adianta, mesmo que isso venha disfarçado em um texto que se propõe a ajudar o leitor. Ele está disposto a mudar, mas tem muitas empresas que replicam na internet suas estratégias de broadcast e não entendem que, por aqui, você não aparece para o cliente, você é achado por ele quando ele precisar de você.
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Ter um telefone e um formulário para contato num site bonitinho já não é mais suficiente. As pequenas já perceberam que é preciso atender o cliente na hora que ele quiser, onde quiser e da forma que ele desejar.
Como nas pequenas empresas quase tudo se resolve empiricamente e sem planejamento, seguem algumas dicas de ferramentas de comunicação digital que podem ser utilizadas diretamente pelos empreendedores de plantão com custo zero e outras de baixo investimento.
Seguem também alguns links que mostram na prática como as pequenas já utilizam estas dicas. Tive o cuidado de selecionar muitas empresas do interior, de segmentos totalmente diferentes e somente pequenas empresas, mostrando que as ferramentas podem ser úteis para qualquer negócio e para qualquer público.
Blog Corporativo: Ideal para veiculação de conteúdo próprio da empresa. Fácil de criar e administrar. Permite que a empresa interaja diretamente com seu consumidor e o mantenha informado sobre todo o seu conhecimento (expertise empresarial) >> Lanche rio-grandino com sabor caseiro.
Redes Sociais: Facebook, Orkut, entre outras, são importantes canais de comunicação entre a empresa e seu consumidor. Nesses canais a palavra chave é relacionamento. Assim, o ideal é que a pequena empresa construa uma rede ligada ao seu negócio. Mas antes de qualquer ação,s empre analisar o retorno e a lealdade do seu público. >> A eschola com H de Huck e Já sabe o que vai almoçar hoje?
Twitter: Misto de mídia e rede social, é favorável a presença da pequena empresa. Importante para a construção da marca e diálogo com o consumidor. Estar no microblog ajuda a empresa a fazer parte das conversas sobre notícias de sua marca. Mas cuidado para não exagerar nas mensagens e abarrotar seus seguidores com informações sem importância. >> De cadeira a estante de aço.
E-mail Marketing: Nem todos os consumidores usam o Twitter. Diante disso, ainda é necessário ter ações de e-mail marketing nas empresas. É usado para transmitir informações, oferecer promoções, lançamentos, em fim, ser mais uma opção de comunicação com o consumidor. >> O homem, a bicicleta e o tempo.
Links Patrocinados: Os links patrocinados são uma opção para baixos orçamentos. Ideal para vendas diretas, funciona com pequenos anúncios de texto em sites de buscas. A empresa compra uma palavra-chave que expresse seu negócio e tem seu anúncio veiculado ao lado dos resultados relacionados com a palavra na busca orgânica. A empresa também pode controlar o retorno de cada anúncio, definir as cidades e horários que vai aparecer. >> Duas opções para um bom descanso.
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