Marcia Lima
não sou nerd, hipster, analista de social media, dj, alguém na noite ou fotógrafa.
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- Feb 2011 - PresentMobilidade e Plataformas Emergentes / F.biz
- Nov 2007 - Jul 2010Repórter / Baguete DiárioResponsável pela inserção, manutenção e análise do site em redes sociais, desenvolvimento de versão móvel do site, criação de campanhas publicitárias, colaboração e revisão da coluna Tecnologia da Informação publicada às segundas-feiras no Jornal do Comércio, publicação e revisão de colunas assinadas por colaboradores, coberturas especiais (Campus Party, Forum Internacional Software Livre) entrevistas e matérias voltadas às editorias de internet, startups, social media e gadgets.
- Oct 2009 - Apr 2010Analista de mídias sociais / BmobPosicionamento e atualização da empresa - voltada a mobile marketing e mobile entertainment - nas redes Twitter, Facebook, Flickr, YouTube e Vimeo, criação e manutenção do website e do blog corporativo.
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2005 - 2009Universidade do Vale do Rio dos Sinos
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Duas horas na fila pra nao entrar. DAORA A VIDA
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@bruhh vivo num delay eterno hahahahaha
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como sempre, @paulomsario05 @apolotdl @raeldarima @massaodoloko e @djkikopentagono representaram muito. e isso que importa :)5 days ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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=O RT @stereodubs: Daqui 10 minutos entramos pra gravar no Altas Horas.....@mcfloramatos @lurdezdaluz. É o RAP chegando de novo.....
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@mariseitz vou nao. amanhã é dia de rashid no gloria <38 days ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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que noite bonita. arrisco dizer que foi a melhor festa de rap que curti neste primeiro ano morando em sp. obrigada @raeldarima & cia.11 days ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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A boa notícia do sábado: Rinha dos MCs terá edição mensal na Matilha. http://t.co/DW4BV46E
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é... DDA nao combina com twitter. o link certo pro show: http://t.co/zzVDiQkp2 weeks ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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show do @Kamau_ no sabadão custando cinco pilinhas. aí é bonito, hein? http://t.co/mAVhIet52 weeks ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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Nove anos sem Sabotage: o legado do rapper nas palavras de sete MCs: http://t.co/gSwyf90i
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Aí, na última coluna, pedi aos prezados para indicarem bandas que merecem aparecer aqui no Sedentário. Tirando aqueles leitores que me mandaram morrer e ouvir música de gente (galere, sou sensível, faz isso não), pipocaram dicas boas, viu?
Além da sugestão do pessoal, tem uma banda que me deixou completamente apaixonada e, portanto, me obrigo a dividir com os amigos: Hawtorne Heights.
Então, vamos lá.
The Black Keys
Alguém, mui interessamentente chamado Putzzz, mandou esta dica ótema.
O primeiro vídeo do novo disco, Brothers, consegue fazer crianças parecerem cool. Um ponto para o Black Keys, duo de guitarra-bateria, que chega agora ao sexto álbum.
We Are Scientists
A banda indicada pelo Leonardo Menezes, lançou um dos discos mais legais de 2006 e volta com tudo em 2010. Não apenas com álbum novo mas também com o tema da Inglaterra na Copa do Mundo. Indie sem firulas ou seu dinheiro de volta. Clique aqui ou na imagem para continuar lendo!
Então chegamos à segunda parte dos lançamentos de 2010 que chamaram minha atenção. E não, eu não sou ninguém para dizer que você deve gostar da escolha. E não, não entram na lista bandas de metal, sertanejo universitário ou hard rock simplesmente porque a proposta é indie rock e no máximo um electrozinho. Se parece bom, chega aí. Na próxima coluna, as dicas que os leitores deixaram nos comentários. Sabe de alguma banda que mais gente merece ouvir? Essa é a hora de abrir o jogo =)
Futureheads
Cabeça no passado, mais especificamente no post punk, o Futureheads lança um disco tão empolgante quando o primeiro, de 2004. Se naquela época havia concorrência com Maximo Park, Rakes, Bloc Party e outras 450 bandas do gênero, hoje Rakes já não existe, Bloc Party está em um “hiato sem previsão de volta” e as outras 451 bandas perderam grande parte da relevância.
Isso de certa forma já facilitaria o trabalho dos britânicos, certo? Digamos então que usar a canção mais pop do álbum para o primeiro single foi uma segurança extra utilizada pela anda. Ok, a escolha não é errada. Apenas representa o que a banda é (retrô, energética, espertinha, esquisita) porém em menores quantidades para não assustar ninguém.Clique aqui ou na imagem para continuar lendo!
Então é hora de dar adeus aos primeiros quatro meses do ano indie (do não-indie também, mas quem sem importa?) com uma master revisão do que rolou no mundo das bandas menos conhecidas (ou não) e que foram ignoradas nas colunas anteriores (não intencionalmente, claro).
She & Him
Eu sei, eu sei. A presença da Zooey Deschanel compromete a isenção desta coluna. Principalmente quando ela abusa de dancinhas coreografadas e bambolês que espalham uma fofura somente alcançável pelos Ursinhos Carinhosos. Mas não é só isso. É a voz, é a letra, é o aparente descaso de M. Ward. Ingredientes que por si só já fazem de In The Sun um dos vídeos que você não vai esquecer tão cedo. Sérião. Clique aqui ou na imagem para continuar lendo!
Conheça a banda de New Jersey responsável por um dos melhores discos de rock do ano.
Se você é uma das 83 viúvas de Desaparecidos (banda capitaneada por Conor Oberst nos idos de 2000) e tem Read Music/Speak Spanish como um dos melhores discos de todos os tempos, não preciso dizer mais nada além de: ouça Titus Andronicus.
Para os demais, digo: ouçam Titus Andronicus. Mesmo que este seja um nome horrível para uma banda, animal de estimação ou objeto inanimado. Clique aqui ou na imagem para continuar lendo!
Two Door Cinema Club é uma banda relativamente nova e definitivamente boa para você que não cansa de indie rock na balada.
E ao contrário de 90% das bandas desse planeta, que insistem em explorar a tristeza, o coração partido e tudo de péssimo que existe nas relações humanas (alou, emos), o trio muda o foco e leva a música para o lado positivo da Força sem, no entanto, soar como a banda de apoio da Madre Teresa.
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Se você gosta de pessoas espancando baterias e guitarras barulhentas, porém embaladas em melodias pop, dê uma chance ao novo disco do Blood Red Shoes, dupla formada pela guitarrista Laura-Mary Carter e pelo baterista e vocalista Steven Ansell.
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Se você acha que fazer uma festa para 500 pessoas ávidas por boa música e com todas as caixas de som desligadas é um dos doze trabalhos de Hércules, está na hora de recuperar a confiança neste coraçãozinho e se jogar na Silent Disco mais próxima de você.
O conceito nem é tão novo, de 2005, mas ainda são poucas as festas deste tipo no Brasil (três em São Paulo e duas no Rio de Janeiro, segundo São Google).
A versão mais recente aconteceu em Porto Alegre, graças ao povo supimpa da MyCool e do Beco 203. E foi tão boa que essa colunista que vos escreve será obrigada a quebrar o protocolo (aka apresentar uma banda por semana). Malzaê.
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The Boy Who Trapped The Sun, a indicação dessa semana, não tem referência nerd nem mesmo é uma banda. Mas é aquele tipo de som simples e cheio de sentimento que te deixa feliz e com altas esperanças sobre as pessoas e o mundo, em geral.
Home, seu segundo EP, foi lançado há dois dias. Seu som é tão novo que a música mais popular foi executada 46 vezes nos últimos seis meses e 13 vezes nesta semana. Para efeitos de comparação Doubt, obra dos queridos do Delphic, foi tocada 6.075 vezes na mesma semana… Clique aqui ou na imagem para continuar lendo!
A banda de hoje não é legal apenas por seu nome que presta uma homenagem ao glorioso Ryu, do Street Fighter. Mas que isso é um belo cartão de visitas para geeks/nerds, ah isso é.
Falo do Hadouken!, banda inglesa (tão nervosa quanto o golpe homônimo) cujo segundo disco chega às lojas agora.
O motivo que me faz gostar deles é o motivo que os levaria para o paredão, caso a banda fosse um participante do BBB: eles estão, basicamente, em cima de um muro musical.
Isto porque o novo disco encaixa bonito em uma balada house/industrial. Mas se você tira as bases eletrônicas, o que fica é a versão enlouquecida e desbocada de um Linkin Park ou de alguma banda rock semelhante. Isso pode apavorar uns, encher outros de ódio mas, no fim das contas, diverte pelo improvável.
Então, se você é do tipo de pessoa que passa mal naquelas festas onde tudo o que se consegue distinguir são as batidas e não há nenhum vocal (passei por esta experiência não faz muito tempo e juro que tentei arrancar meus ouvidos com o cadarço dos tênis) não saia correndo. Ainda.
Porque, sim, o som deles é para pistas, mas numa levada que tira algumas pessoas do sério (críticos de meia-idade, por exemplo).
Ainda assim, o primeiro álbum, Music For An Accelerated Culture, tornou-se queridinho em grande parte da Europa. Mas, talvez porque esta é uma banda que parece estar mais preocupada em assustar do que fazer amigos, o novo álbum -ironicamente batizado For The Masses- é tudo menos uma tentativa de se tornar popular.
O disco novo segue perseguindo o grime. Ainda sem levar a sério nem o movimento por trás deste gênero nem a banda em si. Hedonismo é a palavra de ordem e aqueles que não gostam do som tem respostas bastante ásperas do vocalista, como “Tell that to my face boy, I’m gonna fuck your face up” e “Get out my way when the riot kicks off, you can’t stop this”.
Como o quinteto não lançava disco desde 2008, havia uma certa espera pelo segundo filho. Algumas das novidades antecipadas pelo vocalista James Smith: sons de vídeo games estariam fora. Letras contendo observação social (algo muito grime de ser), fora. No lugar, e com ajuda do Noisia, muita bateria e baixo enfurecidos mas sem o BPM do drum’n bass. Por fim, Smith prometeu um disco que assustaria avós, falaria de guerra nuclear e soaria bem em um clube ou em um celular.
E não deu outra. O disco é agressivo, barulhento, nervoso e as letras, bem, deixariam qualquer avó, pai, mãe ou vizinho de cabelo em pé. Combinadas, guitarras e programações eletrônicas criam uma atmosfera sombria até na faixa mais “pop”, Lost.
Ouça Turn The Lights Out, M.A.D, Lost, Mic Check e esqueça do mundo. Pelo menos até o fim do disco.
Já ficou claro que essa coluna trata de sons de uma maneira menos ortodoxa do que o “usual”, certo? Não é sobre o número de acordes ou arranjos mas sobre como elas chegam às pessoas. À mim, no caso. Porque, obviamente, cada pessoa recebe a música de uma forma diferente.
Semanalmente, venho aqui dizer porque tal banda chegou ao meu coraçãozinho quase-emo e, se você se interessar, ela pode chegar ao seu também. Para isso os links.
Claro que ajuda se você for compatível com meu LastFM (este é um ponto fundamental em qualquer relação, não é mesmo? Imagine namorar alguém cuja compatibilidade é muito baixa… Deus nos livre), aberto a novos sons e interessado no que rola neste universo distante das principais gravadoras.
Dito isto, falemos de 8bit Pipe, paixão platônica da semana.
Eles são de São Paulo, estão juntos desde 2007 e misturam indie e electro ao chamado 8bit, que é o som derivado de vídeo games oitentistas como Nintendo, Game Boy e Amiga, lembra?
É inevitável a comparação inicial com CSS e Copacabana Club mas basta ouvir com atenção para perceber que o sexteto é, de certa forma, primo mais jovem e calmo dos ótimos Does It Offend You, Yeah? e You Love Her Coz She’s Dead. Ao mesmo tempo não dá para deixar de citar a semelhança com a voz de Kathleen Hanna, do Le Tigre.
Suas músicas, quase todas em inglês, flertam com temas aparentemente distantes do 8bit como bolsas de valores, terrorismo, consumismo, formas de subir na vida, passar a noite na prisão, entre outros. Existem também as sacadas engraçadinhas para quem não sai das baladas, como, por exemplo, When you’re in the club and the girls are hot never let it drop, baby, never let it drop (#dica).
O álbum de estreia foi masterizado pelos londrinos do Exchange Mastering Studios (os mesmos responsáveis por dar aquela calibrada em discos de XX, Big Pink, Dizee Rascal, Calvin Harris e Empire of The Sun (só para citar alguns). Em resumo, são treze faixas que vão animar o esquenta, o campeonato de vídeo game e a balada, prometo.
Quer saber? Esse pessoal tem tudo para ser grande. Então, never let it drop