Marina Bortoluzzi

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Profile

Trend Designer at Box1824
Marketing and Advertising | Franca Area, Brazil, BR

Summary

Novelty is in my DNA. Love to work with trend design and human behavior analysis. I'm in the eye of the future, living in São Paulo, Brazil, and available for freelancing.
Specialties: _Trends Research and Design _Fashion Market _Visual Merchandising _Planning _Broad understanding on the target: tween, teen and women _Photography

Experience

  • Oct 2011 - Present
    Contributor / Protein
    Insight journalist for Protein's daily feed.
  • Nov 2010 - Present
    Consultant / JWT Intelligence
    Participations at 'Things to Watch in 2011', 'Things to Watch in 2012' and posting at JWT Intelligence's blog.
  • May 2010 - Present
    Trend Designer / Box 1824
    Working for clients such as C&A, Itaú, Gatorade, Vivo, Grendene, Água de Cheiro and Box Trends Projects.
  • Apr 2007 - Apr 2010
    Planner and Trend Researcher / Escala
    Planner and trend researcher for Grendene (Hello Kitty, Ilhabela, Moranguinho, Zaxy Teen, Transformers, etc.), Zero Hora and Escala.

    Fashion trend researcher for Lojas Renner.
  • May 2006 - Aug 2006
    Copywriter / Gas Multiagência
    Working for clients such as Colcci, Sommer, Dzarm, PUC, Coca-cola Clothing, Hering, Hering Kids, Mary Jane, Morana and Jin Jin.
  • Apr 2005 - Apr 2006
    Copywriter and Planner / Prospect Marketing e Promoções
    Working for clients such as Brasil Telecom, Tractebel Energia and Vonpar.
  • Jan 2004 - Apr 2005
    Copywriter / Prime Brasil
    Working for clients such as Malwee, Cimed and Caixa Econômica Federal.
  • Aug 2002 - Dec 2003
    Copywriter trainee / Mercado Propaganda
    Working for clients such as Faculdade Estácio de Sá, Marisol and Chevrolet SC.
  • Apr 2002 - Jul 2002
    Copywriter trainee / Prime ddbs
    Working for clients such as SBT SC, Sebrae and Governo de SC.

Education

  • 2008 - 2009
    Escola Superior de Propaganda e Marketing
    Post-graduation in Fashion Marketing
  • 2006 - 2006
    Polimoda
    Specialization in Cool hunting
  • 2001 - 2004
    Unisul
    Graduation in Advertising
  • 1999 - 2000
    Poudre High School
    High School
    Activities: Journalism, arts, photography, math and physics.

Additional Information

Interests:
Fashion, design, anthropology, philosophy, consumer behavior, photography, cinema, indie music, house decor, urban art, apps, traveling, tattoo, my dog.

Posts

February 09, 10:31 AM

A CUBOCC iniciou um leilão virtual das obras de arte de sua antiga sede. Isso porque, no novo escritório, inaugurado no final do ano passado, parte da decoração da agência ficou guardada, dando lugar a novos objetos e trabalhos realizados pela equipe.

O leilão acontece na página da CUBOCC no Facebook até sexta-feira, 10, com lances a partir de R$ 1,00, que devem ser feitos por meio de comentários nas próprias fotos publicadas no perfil. Ao todo são 77 peças e os maiores lances poderão arrematar criações de artistas como Renan Santos, Cusco, Colletivo, Mundo Arte Global, Andrezão, entre outros.

Diferentes ângulos das peças também podem ser visualizados no perfil da CUBOCC no Instagram – @cubocc. Quem comprar as obras poderá buscá-las no dia do já tradicional chopp da CUBOCC.

February 02, 04:37 PM

Clique aqui para assistir o vídeo inserido.

“A lama tem um sentido especial para o mangue, é dela que se nutre sua verde e frondosa vegetação, onde são construídas quilométricas galerias pelas quais circulam os caranguejos. Com ela é forjado o cerco entre rio e mar dando forma a ambientes assimétricos provedores de um fluxo vital constantemente transformado e renovado assegurando a manutenção da ordem em meio à dinâmica natural do caos.”

O texto acima faz parte da homenagem do Memorial Chico Science ao dia de hoje, que representa os 15 anos de morte do artista que elevou sua cultura e problemas regionais para além das fronteiras continentais.

Apesar de ter surgido em meados dos anos 70, Chico Science foi quem se tornou o principal ícone do Manguebeat, nos anos 90, com a banda Nação Zumbi. Um movimento de contracultura surgido em Recife que mistura ritmos regionais como o maracatu, hip hop, rock, funk e eletrônico, sempre criticando o abandono e a desigualdade.

Chico morreu aos 30 anos em um acidente de carro, quando viajava para Olinda, em 1997. Com a banda Nação Zumbi ele gravou os discos “Da Lama ao Caos” (1994) e “Afrociberdelia” (1996). Os dois foram incluídos entre os 100 melhores discos da música brasileira pela revista “Rolling Stone”.

Post original publicado por mim no site Update or Die!

February 02, 04:29 PM

Entrevista realizada pela Ponto Eletrônico, “news” alimentada pela empresa Box1824. Republicamos parte deste material aqui, para nossos leitores, por se tratar de uma artista de grande relevância. A entrevista completa você lê diretamente na fonte.

Formada em Jornalismo pela PUCRS, Raquel Brust é uma artista multimídia que trabalha com foto, vídeo e instalações. Um bom exemplo disso é Giganto, um projeto de intervenções urbanas com fotografias hiperdimensionadas. Expostos pelas ruas do país, elas rompem padrões de comportamento pré-estabelecidos, tanto com a arte, como com o meio urbano e até entre as próprias pessoas.

Como e por qual motivo tu escolheu a fotografia? Tu acredita que a opção pelo uso de linguagens artísticas que não são “naturais da rua” (como no caso de Giganto, com fotografias hiperdimensionadas), o deslocamento gerado por elas nesse ambiente, exacerba a capacidade que a arte tem de nos tirar da realidade cotidiana, criar reflexões?

Todo mundo gosta de se deslocar para o fantástico mundo das imagens. Escolhi fotografia porque gostava de aprisionar a memória. Gosto de recortar os momentos, congelar as emoções para vivenciá-las novamente mais tarde. Gosto de lidar com o tempo e com a imaginação, sempre gostei da magia do reflexo. A câmera fotográfica é um jogo do espelhos, quando você fotografa o que você sente, você acaba vendo sua própria alma refletida nas imagens.

Escolhi a fotografia, ou ela me escolheu na adolescência. Durante o curso de Jornalismo na PUCRS, desenvolvi e aperfeiçoei a linguagem. Neste período acompanhei o movimento crescente da street art em Porto Alegre, e esse foi o tema da minha primeira exposição intitulada “Olho do Muro”, que posteriormente foi exibido na coletiva Transfer (nós do Coletivo Intervenções fizemos a cobertura exclusiva do evento). Levei a textura dos muros pra a galeria, agora levo as fotografia para os muros. Como já disse, não vejo fronteira entre rua e galeria e prefiro dinamizar esse fluxo, isso só alimenta meu trabalho.

O Giganto altera a paisagem e isso já é uma ruptura do cotidiano. A imagem fotográfica funciona muito bem porque gera imediatamente reflexões bem subjetivas de identificação. Quando o expectador vê um rosto, ele remete aquela imagem a si mesmo, ou a alguém que conhece, como um avô, uma tia, um vizinho. É muito atraente também ver sua própria imagem ampliada, digo isso pois nos vemos como humanos, e aquele ser gigante representa a todos. O projeto é sobre valorização do indivíduo, é uma experiência fotográfica de deslocamento da imagem, de buscar outra dimensão; é meta do projeto entender como essa imagem será interpretada.  Ativa também um outro censo de responsabilidade diante da cidade, onde nós humanos constituímos o concreto, somos parte ativa do caos.


Acaba rolando uma espécie de vínculo com as histórias e as próprias pessoas que tu fotografa?

Fotografo porque quero criar vínculos com a memória. Na minha busca pelo saber, encontro nas pessoas doses de sabedoria. Fotografo o rosto delas porque é a estampa de toda uma vida. Elas me comovem cada uma a sua maneira, e a cada Giganto novos laços são formados.

Eu tenho que procurar meus retratados, ficar atenta a algo que me desperte, que mostre um pouco de alma, um vinco, um olhar, um gesto, um brilho. Aproximar-se e fotografar uma pessoa, já é um ato bem íntimo que exige troca mútua; transformá-la em Giganto pode ser uma marca transformadora em sua vida. Existe muita emoção no encontro da pessoa com sua própria imagem e isso é inesquecível.

O próprio Giganto também cria vínculos com a comunidade e local que convive. As pessoas ficam bem apegadas a imagem e se tornam guardiões do painel. Acho que isso acontece porque sentem a energia de todos que estão envolvido no projeto, sentem que cada etapa é realizada com dedicação e empenho.


“Acredito que encontrei uma maneira de estreitar laços entre arte, público e cotidiano.  Mas esse é só um exemplo, nas instalações isso é recorrente; a maioria depende do ambiente e da reação do espectador para realmente acontecer, não são obras passivas, são ativas, são vivas, dependem do que você vai fazer com elas.”


Clique aqui para assistir o vídeo inserido.

Leia a entrevista original e completa no site da Ponto Eletrônico.

Conheça mais sobre o trabalho de Raquel Brust no Flickr e sobre o projeto Giganto no Facebook.

Todas as imagens são de reprodução e de direitos da artista. O conteúdo do post é de direito de Mari Messias, da Ponto Eletrônico.

January 16, 08:34 AM

Clique aqui para assistir o vídeo inserido.

Sinceramente eu nunca tinha visto nada parecido. Indicado por @celsochad.

Performance e criação de Benjamin and Christophe Ortega.

December 22, 02:18 PM

Para esta época do ano, em que todos os corações estão abertos, nada melhor do que mostrar aqui um trabalho que quer simplesmente espalhar mensagens de amor.

Love Letter to Philadelphia é um projeto que cobriu 50 telhados e murais de edifícios abandonadas que rodeiam os trilhos de um antigo trem da cidade, com cartas de amor.

“Esse projeto é uma maneira de recuperar essas casas e prédios abandonados” diz Stephen Powers, fundador do projeto, que nasceu e viveu sua infância toda na Philadelphia.

Em parceria com a Philadelphia Mural’s Art Programme, o artista conseguiu recursos para montar uma equipe e visitar todos os proprietários desses edifícios, para que eles se envolvessem não só com a permissão para realizar as pinturas, mas também contribuíssem com o conteúdo, sugerindo suas mensagens de amor.

E assim o projeto se deu: colaborativamente!

Além da recuperação dos espaços e envolvimento da comunidade, parte do projeto também é uma homenagem de Stephen a Darryl McCray, mais conhecido como Cornbread, que na década de 60 decorou as paredes da cidade com mensagens de amor para uma namorada.

dica da @jfregona

January 09, 09:21 AM

O site Street Art Utopia fez uma seleção das 106 fotos mais representativas sobre o street art, aqui estão algumas delas:

Senti falta dos brazucas na seleção, mas ok. Veja todas as imagens selecionadas aqui

December 20, 12:55 PM

Os caras do Vamo pra Rua já estiveram por aqui numa entrevista incrível. E como eles não param, já estão de volta, agora com  seu novo vídeo. Neste caso não vou falar nada, prefiro que vocês assistam:

Clique aqui para assistir o vídeo inserido.

November 28, 03:14 PM

A pichação é uma manifestação ruidosa de palavras e imagens que tomam a arquitetura urbana como suporte. Assim como a maioria dos movimentos estilísticos considerados de vanguarda, sua origem permanece imprecisa e incógnita, e sua definição transita entre os limiares da arte expressiva, da caligrafia, do desenho e da mistura constante entre tipos, sinais, símbolos e representações que se mostram muitas vezes de maneira codificada, criptografada e inacessível ao receptor leigo, ou não iniciado em seus meandros e códigos internos.

Ultimamente, com tanta exposição na televisão, revistas e jornais a pichação está sendo absorvida gradualmente pela indústria cultural, apesar de ainda ser vista como contracultura. Só o fato de haver teóricos, fotógrafos, jornalistas, grafiteiros, especialmente artistas plásticos e designers gráficos de diversas nacionalidades, que a estudam e admiram, já a faz perder boa parte de sua autenticidade e tradição como prática subversiva e regionalista.

O livro “Spixo” propõe uma jornada fotográfica pela pichação onipresente na região central e nos quatro pontos cardeais da cidade de São Paulo, e assim pretende revelar a sensação de quem é espectador de um fenômeno tão aparente na rotina paulistana, ao qual basta estar na rua e olhar em qualquer direção que não ao chão para não se sentir indiferente. A partir deste trabalho, os autores Guilherme Longo, Raul  Jooken, Caroline Yamafaki vão participar de um debate sobre a relação entre São Paulo e a Pichação, terça-feira, dia 29, 20:00pm no vão do MASP.

December 05, 04:39 PM

A marca Benetton mantém em sua história um posicionamento polêmico criado por campanhas do fotógrafo  Oliviero Toscani, que sempre colocou à tona questões sociais e políticas de forma escancarada.

Depois de algum tempo em silêncio, a marca volta com uma campanha ousada da sua nova Fundação, com plataformas integradas de mídia, que promovem o combate à cultura do ódio que o mundo vive atualmente na política, raças e religiões, intitulada de UnHate.

A campanha traz grandes líderes mundiais se beijando na boca. Obama e Hu Jintao (China), a líder alemã Angela Merkel e o Francês Nicolas Sarkozy, e ainda, o líder árabe Ahmed Mohamed com o Papa Bento XVI, que já reagiu e colocou o Vaticano num processo judicial contra a campanha, que inclusive forçou a marca a já retirar a peça do site.

Clique aqui para assistir o vídeo inserido.

Como parte das ações, a campanha criou a The Kiss Wall, onde todas as pessoas podem colaborar com seu manisfeto contra o ódio, fazendo upload de suas fotos dentro do conceito da campanha, envolvendo a todos e mantendo a originalidade da proposta. Abaixo o print do site:

O que nos chamou mais a atenção foram os pontos de contato criados para a campanha, principalmente as ações de guerrilha, que mostram que esta tecnica já faz parte da grandes ações das marcas, que mesmo produzida de forma simples, obtém grande impacto através de um forte conceito.

Projeção, Milão.


Megabanner, Tel Aviv.


Megabanner, New York

Clique aqui para assistir o vídeo inserido.

Vídeo das ações em NY.

*Todas as imagens e vídeos foram compartilhadas pelo site da própria campanha.

November 04, 04:32 PM

Quem esteve em NY nas últimas semanas encontrou uma obra bem interessante nos postes da cidade, o Flaming Cactus. Trata-se de uma série com postes “encapados” com pontas de cabos de plástico que juntos formam a textura e a aparência de um cactus, só que neon!

Quem assina esse trabalho é o ANIMUS Art Collective , um coletivo de  3 artistas americanos – Preston Dane, David Ort, and Annie Vainchenker – que trabalham com obras de intervenções em grande escala principalmente em NY, mas também com alguns trabalhos privados em outros estados da América.

Os Flaming Cactus brotam pela cidade de uma maneira divertida, usando materiais simples – sobras de plástico – com uma proposta bastante urbana, pois é o tipo de obra que mostra que fazer arte não exige muitos recursos, educação especializada e até mesmo dinheiro. Arte e criatividade são coisas que todos somos capazes de fazer.

O projeto inicial, apoiado pela prefeitura, deveria ficar somente nos meses de julho e agosto, novaiorquino, mas pelo sucesso absoluto que fez durante o verão novaiorquino, ainda hoje se encontram flaming cactus pela Big Apple!

As fotos foram todas feitas in loco, exclusivamente para o Intervenções!

November 21, 09:21 AM

Não estou querendo ser polêmico, nada disso. Mas, lembra da gerra entre os grafiteiros Banksy e Robbo? Ela teve um novo desdobramento com muitas revelações. Vendo este vídeo, você vai tirar algumas conclusões… Vale muito a pena conferir, aproveite.

Clique aqui para assistir o vídeo inserido.

November 21, 09:20 AM

A Zombie Walk é uma marcha pública de pessoas vestidas de zumbi que acontece em diversas cidades do mundo. O evento surgiu na Califórnia em 2001, e desde 2006 vem sendo feito anualmente em São Paulo, sempre no dia 2 de novembro (Dia de Finados).

Não precisa explicar muito o motivo das pessoas se vestirem de mortas e saírem andando pelo centro de SP, até porque cada um tem seu motivo. O importante é que o movimento já se tornou parte da nossa cultura urbana e por isso está aqui no blog do Coletivo Intervenções. Mas claro, nós fomos até lá conferir a bagunça. Veja as fotos:

Fotos: Leandro Ogalha | Coletivo Intervenções

November 02, 09:45 PM

Hoje é dia de Finados e isso representa muito para a cultura popular em todo o mundo. E para não falar exatamente de religião, mas de cultura, escolhemos a celebrada festa mexicana, a Festa dos Mortos, para marcar esta data aqui em nosso blog.

No México, o Dia dos Mortos é uma celebração de origem indígena, que honra os defuntos no dia 2 de novembro. É uma das festas mexicanas mais animadas, pois, segundo dizem, os mortos vêm visitar seus parentes. Ela é festejada com comida, bolos,

festa, caveiras decoradas (as famosas caveiras mexicanas), música e doces preferidos dos mortos, os preferidos das crianças são as caveirinhas de açúcar.

Além do México, também é celebrada em outros países da América Central e em algumas regiões dos Estados Unidos, onde a população mexicana é grande. A UNESCO declarou-a como Patrimônio da Humanidade.

As origens da celebração no México são anteriores à chegada dos espanhóis. Há relatos que os astecasmaias, e outros povos praticavam este culto. Os rituais que celebram a vida dos ancestrais se realizavam nestas civilizações pelo menos há três mil anos.

La Catrina. Na cultura popular mexicana, popularizada por José Guadalupe Posada, é um esqueleto de uma dama da alta sociedade. É uma das figuras mais populares da Festa do dia dos mortos no México.


Para os antigos mexicanos, a morte não tinha as mesmas conotações da religião católica, na qual as idéias de inferno e paraíso servem para castigar ou premiar. Pelo contrário, eles acreditavam que os caminhos destinados às almas dos mortos era definido pelo tipo de morte que tiveram, e não pelo seu comportamento em vida e as direções que os mortos poderiam tomar são:

O Tlalocan, o paraíso de Tláloc, deus da chuva. A este lugar iam aqueles que morriam em situações relacionadas com água. O Tlalocan era um lugar de descanso e abundância.

O Omeyocan. paraíso do sol, governado por Huitzilopochtli, o deus da guerra. Neste lugar chegavam apenas os mortos em combate, os escravos que eram sacrificados e as mulheres que morriam no parto. O fato de habitar o Omeyocan era uma honra.

O Mictlan, destinado a quem morria de morte natural. Este lugar era habitado por Mictlantecuhtli e Mictecacíhuatl, senhor e senhora da morte. Era um lugar muito escuro, sem janelas, de onde era impossível sair. O caminho era tortuoso e difícil, pois para lá chegar, as almas deviam caminhar por diferentes lugares durante quatro anos. Para percorrer este caminho, o defunto era enterrado com um cão, o qual o ajudaria a cruzar um rio e chegar perante Mictlantecuhtli, a quem deveria entregar, como oferenda, trouxas de gravetos e jarras de perfume, algodão, fios coloridos e cobertores.

Por sua vez, as crianças mortas tinham um lugar especial, chamado Chichihuacuauhco, onde se encontrava uma árvore da qual os ramos pingavam leite para as alimentar. As crianças que chegavam lá voltariam à Terra quando sua raça fosse destruída. Desta forma, da morte nasceria a vida.

Os enterros pré-hispânicos eram acompanhados de oferendas que continham dois tipos de objetos: os que o morto havia utilizado em vida, e os que poderiam precisar em sua viagem ao submundo. Assim, a elaboração de objetos funerários era muito diversificada: instrumentos musicais de barro, como ocarinas, flautas, tímpanos e chocalhos em forma de caveiras; esculturas que representavam os deuses mortuários, crânios de diversos materiais, braseiros, incensários e urnas.

Quando os espanhóis chegaram à América no século XVI, se aterrorizaram com esta prática, e no intento de converter os nativos, fizeram as festividades coincidirem com as festividades católicas do Dia de Todos os Santos e o Dia dos Fiéis Defuntos. Os espanhóis combinaram seus costumes com o festival centro-americano criando um sincretismo religioso que deu lugar ao atual Dia dos Mortos.

A tradição diz que as velas iluminam o caminho de volta das almas, depois das festividades

(Foto Marco Ugarte).


Conteúdo colaborativo extraído da Wikipedia. Fotos: Google Image

November 02, 11:40 AM

Clique aqui para assistir o vídeo inserido.

Nada mais contemporâneo nas artes visuais do que a efervescência do graffiti. Dentro desse contexto notório, o Brasil é referência com seus artistas, trabalhos e iniciativas. Já não se sabe distinguir a linha tênue entre graffiti e muralismo, produção tipicamente latino-americana.

Deixando rótulos de lado, seis artistas toparam o desafio de deixar sua marca num muro de 191 metros de extensão e altura desregular. O objetivo do projeto intitulado Mural 191 é trazer arte para um espaço coletivo do bairro Sítio Bom Jesus, periferia de São Bernardo, que está em processo de revitalização. Os artistas Daniel Melim, Odirlei Regazzo, Emol, Cena 7 e a dupla B-47 toparam o desafio!

Hoje vê-se andaimes, escadas, escorridos, riscos e tinta, muita tinta. Aos poucos a extensa muralha vai tomando forma e cor. Faça chuva, vento, garoa ou sol, artistas e ajudantes passam horas subindo e descendo, correndo e suando, pintando e observando, tudo para coletivizar seu trabalho em alta escala.

“O conjunto artístico que está surgindo do Mural 191 é uma das ações deste grande projeto de revitalização e vem celebrar, através da arte, o nascimento de uma vida mais digna para os são-bernardenses do Sítio Bom Jesus”, diz os organizadores.

Veja as fotos:

Antes | Local no início da mudança, já sem as moradias precárias.


Depois | Parte do Mural registrada no sábado (09/10), durante a entrega das obras do PAC – Projeto de Urbanização Integrada do Alvarenga, realizado pela Prefeitura de São Bernardo.

—-

Informações: Liora Mindrisz | liora@hotmail.com.br

October 20, 02:13 PM

Criado há apenas uma semana, o @instagrafite é o novo perfil do momento no Instagram para quem gosta do assunto.
Totalizando já seus mais de 650 seguidores, o canal é interessante para quem quer estar por dentro dos novos desenhos grafitados pela cidade de São Paulo e por alguns lugares do mundo. Trabalhos de gente como @speto, @osgemeos, @flipon, Highgraf, Chivitz e Marcelo Ment foram capturados pelo @instagrafite, que tem alguns dos artistas também como seguidores. O mais bacana é a troca de informações gerada pelos comentários das pessoas em cada foto postada pelo Projeto, disseminando e valorizando ainda mais a arte do graffiti. Curte e fotografa graffiti? Então, poste no Instagram seu achado com a hashtag #instagrafite que a melhor foto do dia é publicada no perfil.

Update:

Aproveitando o post, nós também estamos no Instagram, com o perfil @intervencoes. Siga a gente e acompanhe nossas fotos sobre cultura urbana!

November 02, 11:39 AM

Depois que 11 grafiteiros, ou melhor dizendo artistas, foram enquadrados como vândalos em abril deste ano na avenida Cruzeiro do Sul, em Santana (zona norte de São Paulo) por ilustrarem as pilastras da estação do metrô sem autorização, eles voltam como revitalizadores.

O retorno tem a colaboração, ou melhor dizendo a redenção, da Secretaria do Estado de Cultura e do Metrô – que cedeu 77 pilastras para serem preenchidas com matéria-prima e assessoria disponível. O projeto foi encabeçado por Chivitz e Binho, com a ajuda de Baixo Ribeiro, proprietário e curador da galeria Choque Cultural.

Quem circulou por Santana, no último final de semana, não só teve o prazer de ver as pilastras cinzas virarem cor, mas a honra de ver artistas consagrados, como Zezão e Speto, grafitarem ao vivo. Além deles, há painéis de Nve, Taloko e muitos outros. Confira as imagens abaixo e não deixe de dar um rolê pessoalmente pela galeria – destaque final para minha cachorra, Preguiça, que acompanhou todo o passeio.

November 21, 10:18 AM

*Update 21/11/2011

Realizamos o sorteio e já temos os 2 ganhadores, entre os seguidores do Intervenções no Twitter e no Instagram.

Cada um deles vai receber 1 boné do nosso Coletivo, via Correios, direto no conforto do seu sofá!

São eles:

Twitter > Thiago Catarina (@otiagomp) do Rio Grande do Sul.

Selecionado Via Sorteie.me.

Instagram > Pedro Porto (@pedroporto) de São Paulo.

Selecionado aleatoriamente pelo Instagram.

Parabéns aos dois e esperamos que gostem do Boné! Por favor nos enviem seus endereços para leandro@ideialab.com. Continuamos a conversa por lá. Abraços!

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Neste final de semana fizemos 2 anos de Coletivo! \0/\0/\0/

Lembro-me que tudo começou com um perfil no Twitter @intervencoes para divulgar  a arte urbana nas cidades do Brasil e do mundo. Logo, lançamos o blog divulgando a exposição de Matisse em SP. Semanas depois já tínhamos uma galera escrevendo no site. Com 1 ano de projeto ampliamos nossa atuação para as ruas, mas mantivemos nossa missão principal, ser uma vitrine para aqueles que produzem a cultura urbana e aqui estamos, firmes e fortes!

Para marcar esta data e acompanhar a evolução dos canais digitais, lançamos este final de semana nosso perfil no Instagram (aplicativo de fotos do iPhone) para divulgar as ações e obras encontradas pelas ruas e ampliar nossa cobertura como canal amplificador da cena.

Juntando tudo, pensamos numa forma de agradecer a vcs,  nossos leitores que estão sempre por aqui. Vamos sortear 2 dos nossos bonés. O primeiro será entre os nossos mais de 2.500 seguidores no Twitter, e o outro, para nossos seguidores no Instagram.


Não precisa fazer nada, apenas ser nosso seguidor nessas redes e pronto. Faremos o sorteio pelo sistema randômico do site Sorteie.me.

Para fechar, queremos agradecer muito por todos os colaboradores que já passaram por aqui e para os que estão até hoje, pela parceria com diversos coletivos, pelo apoio de empresas parceiras, pelas ações que diversas marcas já fizeram por aqui, pelos artistas que nos cederam entrevistas  e a todos os nossos leitores. Que venham os próximos anos!

Vida longa!


October 11, 12:18 PM

O pavilhão da Bienal de São Paulo, já tradicional palco de polêmicas em edições anteriores, reúne a partir de hoje (sexta – 30/9 -somente convidados) mais obras provocativas, na exposição “Em Nome dos Artistas – Arte Contemporânea Norte-Americana na Coleção Astrup Fearnley”

Obra do artista americano Mike Bouchet, no segundo andar da mostra.

Série de pinturas de Jeff Koons em que retrata a ex-atriz pornô Cicciolina.

A exposição traz 51 artistas da coleção e exibirá 219 obras em três andares do prédio. Entre eles estão Damien Hirst, Jeff Koons, Cindy Sherman e Matthew Barney.

É praticamente uma Bienal em ano sem Bienal de SP. “Esta exposição é resultado de uma busca por uma consolidação institucional. Queremos criar uma programação constante, para formação de público”

Damien Hirst (foto acima – animais cortados ao meio e conservados em formol), o artista inglês mais rico da atualidade, tem uma “mostra dentro da mostra”, segundo os organizadores. O curador seguiu o conceito do museu ao criar pequenas individuais colocadas lado a lado.

Sala da fotógrafa americana Nan Goldin, durante montagem, na mostra.

A Folha publicou nesta terça um Caderno especial com nome

de todos os artistas e o mapa da mostra. Leia completo em PDF

Infos:

Fundação Bienal (Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 3, Parque do Ibirapuera).

Tel. (011) 5576-7600. 9h/19h (5ª, 9h/22h; fecha 2º).

R$ 20 (dom. grátis).

Até 4/12. Abertura sábado, para o público

Texto e imagens de Folha de SP

October 21, 02:17 PM

Aqui no Intervenções buscamos ampliar o trabalho de quem está nas ruas compondo um novo cenário urbano. Sabemos que são muitos os artistas que estão na cena, mas aos poucos vamos descobrindo esses talentos e apresentando em nosso site, a forma que encontramos para contribuir com o movimento.

Hoje, na categoria Galeria apresentamos um artista urbano de destaque, que há tempos estamos conversando e conhecendo melhor seu trabalho. Segue nossa entrevista exclusiva!

Renato Oliveira, mais conhecido como “Rage”, trabalha como designer e utiliza as horas vagas para interagir no meio urbano. Através da arte, Rage busca fazer com que as pessoas, no cotidiano da cidade, reflitam sobre o que se vê e absorvam o conceito, cada um à sua maneira.

As intervenções são feitas em locais públicos ou meios de transporte, com a intenção de distrair e estimular a visão de lugar-comum de quem transita pelos locais, provocando qualquer sentimento além do cotidiano banal, ou pelo menos um sorriso.

Entre as diversas intervenções em São Paulo, ele comenta sobre as  que mais chamaram a atenção do nosso coletivo:

Image Not Found (ou Mundo Virtual):

“Com essa intervenção, eu procuro ironizar a “vida virtual”, que muita gente dá até mais importancia que a vida real. Quando eu estou no trem, metro ou ônibus mesmo, eu costumo observar as pessoas, e vejo que boa parte delas sempre está mexendo no celular, usando a internet, mandando sms ou coisas do tipo. E esse é um dos motivos para eu focar essa intervenção em trens e metrôs. Até porque o suporte encaixa perfeitamente”

Teias de aranha:

“A idéia inicial era mostrar como o mundo está se tornando cada dia mais artificial. Com essa ideia de montar algo que remetesse ao natural (a teia) utilizando um material artificial (o barbante). Porém eu comecei a ver que outras pessoas enxergavam de modo diferente, como uma critica também a “rede” de computadores (internet), por exemplo, ou com significados de rituais antigos, que veneravam as teias. Essa possibilidade de cada um enxergar de uma maneira diferente é uma das coisas que gosto bastante no meu trabalho.”


Remédios:

“Com os remédios o objetivo é mostrar um pouco das “doenças” da sociedade que normalmente eu observo e mostrar para as pessoas que aquilo tem cura. Por enquanto tenho o Hipocrisil® (contra hipocrisia), Bom-senso®, Desapego®. Mas tenho uma listinha de vários outros que estão por vir.”

Clique aqui para assistir o vídeo inserido.


Além destas, ainda há outras intervenções, exposições, oficinas e trabalhos de Rage que vale a pena conhecer, como a série FutilityA internet evoluiu, e a futilidade também,  e as Oficinas de Stencil para a criançada (fotos abaixo). Acesse seu site e o portifa no Flickr

Nós do Intervenções mantemos nosso compromisso de divulgar artistas como Rage. Se você tem um trabalho bacana, em qualquer cidade do mundo, mande para nós e publicaremos na categoria Galeria e Rede de Coletivos.

Rage, obrigado pela entrevista e seguimos aqui apreciando seu trampo. #noix!

Fonte: Fotos e Vídeos de Renato Oliveira

September 30, 11:23 AM

Nós do Coletivo Intervenções sempre buscamos trazer para nossos leitores aquela referência genuínas das ruas e, ao mesmo tempo, criar uma vitrine independente para os artistas e coletivos dos nossos centros urbanos.

Para dar ainda mais foco nesta missão, criamos uma nova categoria, a Rede de Coletivos, que pretende apresentar o trabalho desta galera que está no dia-a-dia nas ruas criando suas ações e transformando nosso cotidiano e o visual das próprias cidades.

E lançando esta nossa categoria de posts, começamos com uma entrevista exclusiva com o Coletivo RUA da cidade de São Paulo. Tenho acompanhando o trabalho deles na internet e achei interessante a proposta e a forma como eles utilizam as ferramentas sociais disponíveis para divulgar as ações. Então vamos à  entrevista!

Como surgiu a ideia de formar o RUA?
A RUA surgiu de conversas entre amigos sobre o que a gente podia fazer aqui em sampa pra que as pessoas gostassem mais da cidade que vivem. Como basicamente todo mundo envolvido tem ligação com design, publicidade, ilustração, fotografia, edição de vídeos, a gente chegou à conclusão que fazer arte nas ruas de sampa era a melhor forma das  pessoas prestarem atenção no que a gente realmente quer que todo mundo veja, a própria cidade de São Paulo.

Qual é a proposta do Coletivo?
Sempre fomos muito ligados na cultura de stickers e arte de rua. O que a gente esta tentando é ligar o movimento da arte com a atenção como um todo, desde os problemas às coisas legais que sampa tem. Fazer as pessoas deixarem de considerar o trajeto ao trabalho, escola, casa como um simples trajeto. É perceber que em volta de cada um de nós tem algo acontecendo. A cidade a nossa volta é um lugar em comum pra todos, independente dos interesses pessoais.

Quem são as pessoas envolvidas?
A RUA não tem uma equipe fixa, até porque queremos que todo mundo se sinta parte do coletivo, que possa sentir que ajudou aquilo a acontecer de uma forma ou de outra.

Basicamente em cada uma das ideias a gente sai atrás de gente que queira ajudar e juntar a quantidade de pessoas que faça ser viável a intervenção e produzir o vídeo.

Tanto que em cada vídeo temos uma leva de agradecimentos. Além da galera que ajuda a divulgar a ação pela internet, que se for ver, são até mais importantes do que quem vai pra RUA fazer a parada. A ideia mesmo é que cada vez mais pessoas estejam envolvidas, pra criar ações cada vez maiores.

Projetos futuros?
Agora em outubro lançaremos a terceira parte do projeto Non Dvcor Dvco, que tem a cidade de SP como foco e é uma introdução pra galera entender onde mora e abraçar a ideia com a gente.

Em novembro, lançaremos o projeto 011- a porta da RUA, que começaremos em maio com uma galera que trabalha em agências de publicidade e provavelmente em novembro mesmo, uma nova festa que todos participarão de uma intervenção coletiva que levaremos pra RUA, assim como a primeira parte do Non dvcor, dvco (primeiro vídeo abaixo).

Abaixo, alguns dos vídeos dos caras:

Clique aqui para assistir o vídeo inserido.

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Acompanhe o movimento do RUA no Facebook.

Agradecimento ao Rafael do Coletivo RUA que nos cedeu a entrevista, as imagens e o vídeo. Vida longa a Coletivo!


September 16, 04:42 PM

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Cerca de 750 imagens de 26 galerias ficam expostas de hoje a domingo, no shopping Iguatemi, durante a SP-Arte/Foto. O público pode comprar as fotos por valores médios de R$ 1 mil a R$ 150 mil.

Das 26 galerias, apenas cinco não são de São Paulo. A 1500 Gallery, dos EUA, e a Senda, da Espanha, expõem ao lado de 21 espaços paulistas e três do Rio. Entre as galerias de São Paulo presentes estão Baró, Instituto Moreira Salles, Mônica Filgueiras e Nara Roesler.

5º SP-ARTE/FOTO > 15 a 18/09
Shopping Iguatemi (Av. Brig. Faria Lima, 2.232, 9º andar, Jd. Paulistano)

A entrada é gratuita.

Fonte: Jornal Destak

September 16, 03:49 PM

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Na Dinamarca as eleições estão a todo vapor! Para aproveitar o momento, os skatistas do país aproveitaram e criaram um projeto de intervenção para reivindicar os seus interesses.

Via @updaters_

September 05, 04:47 PM

Funcionários de empresas francesas começaram a criar desenhos com post-it nas janelas de seus escritórios durante o verão no país (maio e junho). As intervenções foram registradas no site Post´it War. O autor do site, Benoit Adam, diz que a ideia surgiu durante o verão porque este é um período de menos atividade nas empresas francesas. “Os funcionários que trabalham nessa época ficam sem ter muito o que fazer”, diz.

Personagens de videogames, filmes e quadrinhos são os desenhos mais comuns criados com o papel autocolante, que é abundante em escritórios. Depois de se espalhar por cidades próximas a Paris, a moda dos desenhos chegou até países como Bélgica e Suécia. Acompanhe pela Fan Page no Facebook.

Texto: BBC.com

Fotos: Post-it War

Dica de post: Fabio Sa.

September 14, 03:55 PM

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Este é um projeto de stop motion criado por Eran Amir, que está fazendo o maior sucesso na rede. O vídeo mostra 500 pessoas segurando aproximadamente 1.500 fotografias.

O projeto, gravado em Israel, apresenta a forte tendência de unir pessoas e pensamentos e depois compartilhá-los. Em apenas 100 segundos, Amir impressiona pela linguagem humana de fins estéticos, retratando mensagens que podem variar de acordo com a imaginação e diversos significados.

Indicação e texto direto do site da 3M Inovação > Inclusive, super recomendado para assuntos relacionados à inovação e ideias compartilhadas!


August 31, 02:24 PM

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A marca éS produziu este vídeo bacana com o atleta John Tanner. O nome: A week in Paris. Via Caio Braz, no Update or Die!

August 30, 12:12 PM

Lembra do macaco gigante feito de Havaianas, o Fat Monkey, que ficou exposto no Parque da Redenção na época do Pixel Show em 2010 em São Paulo? Se não se lembra, clique aqui e aqui

Pois o holandês Florentjin Hofman, seu criador, acaba de apresentar sua nova obra em grande escala para a abertura da  OpenART Bienal na Suécia. Com esse trabalho o artista quer desafiar a percepção das pessoas sobre os espaços públicos e discutir este uso.

Vale a pena conferir toda a obra!

August 25, 10:43 AM


Nosso Coletivo foi convidado para participar da ação MCD Gifs no blog da marca MCD, o Ace of Spades. Criamos o nosso gif com um processo de stencil, ficou bacana, hein?

O gif mais votado leva o kit de roupas da nova coleção MCD para sortear entre os leitores. Agora a gente precisa do seu voto para trazer o kit para o Intervenções!

Para participar é só acessar o blog deles e votar no nosso gif (é o primeiro da lista!). Vamos levar essa! A promoção é válida até o dia 2 de setembro.

August 19, 01:50 PM

Mariko Mori, uma das artistas japonesas contemporâneas de maior visibilidade no Ocidente, expõe suas obras no Brasil pela primeira vez. A mostra “ONENESS” traz dez obras, entre vídeos, desenhos e instalações. A exposição passa por Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, entre janeiro e novembro.

A artista utiliza o design e a arte de vanguarda para compor elementos de engenharia de ponta, interativos e de forte impacto físico e visual. Uma das instalações, Wave UFO, por exemplo, pesa mais de seis toneladas. A tecnologia eletrônica, a espiritualidade e a fotografia de moda fazem parte do trabalho.

Mariko Mori inspira-se no conceito budista de conexão entre todos os elementos do universo. Seu trabalho contempla mundos fantásticos e seres espetaculares em fotografias e vídeos.

A exposição ONENESS no Brasil é uma iniciativa do Grupo AG, com coordenação e curadoria de Nicola Goretti.

A Expo já passou por Brasília e Rio de Janeiro, agora vem para de São Paulo, no Centro Cultural Banco do Brasil, de 22 de agosto a 23 de novembro de 2011.

Fonte: Site Made In Japan

August 19, 01:29 PM

Elaborada para o projeto Photoseries, a mostra USAnatomy, de Sten Klein, chega ao MuBE – Museu Brasileiro da Escultura, de 11 à 28 de agosto. São 87 obras que ocuparão o grande salão central do Museu, em São Paulo.

Com curadoria de Chico Lowndes, a apimentada mostra inédita de Steven Klein traz 40 fotos, incluindo dois trípticos, em grandes dimensões, mais 47 polaróides originais. A exposição faz uma panorâmica do fotógrafo americano cujo trabalho faz o mundo da moda e o universo da arte se encontrar em um ponto especial.


Favorito das celebridades, Steven já registrou com suas lentes grandes personalidades, como Madonna, Angelina Jolie, Justin Timberlake, Britney Spears, David Beckhman, e ainda dirigiu o polêmico Alejandro, clipe de Lady Gaga.

Fonte: MuBE | Fotos: Steven Klein (todos os direitos reservados)

Posts

February 09, 11:46 PM

Novo tumblr do momento, num perfect timing com este humilde blog: http://hipsterpuppies.tumblr.com Envie a foto do seu cool cão e conte do que ele gosta. Os comentários são hilários. E veja só: a hipster usada para o nosso twitter também está lá. New tumblr of the moment, in a perfect timing with this blog: http://hipsterpuppies.tumblr.com Send the picture of your cool dog and tell us

February 06, 03:51 PM

Souterkaren, artista encontrada no flickr chegada na tooth art.Artist found at flickr that loves a tooth art. Veja mais / Check it out: http://www.flickr.com/photos/happyteeth/ Thanks, @carolrivello!

February 06, 03:48 PM

Cats vs. Dogs é uma briga constante. No post anterior eu falava sobre a força dos caninos na moda e na internet. Mas é freqüente também a presença dos gatos, principalmente na web. Acredito que o maior ícone dessa categoria seja o Keyboard Cat, que apesar de ter um gato como estrela, sou fã de carteirinha: http://www.youtube.com/watch?v=J---aiyznGQ Isso até gerou modinha:Outros movimentos

February 06, 03:49 PM

Um dos motivos de eu ter retomado este blog (e seu nome de origem) foi a temática da última coleção da marca New Order, que teve sua estréia no Fashion Rio 2010. Para minha surpresa, a marca adotou o nome deste humilde (ainda quase nem existente) blog. A coleção "Oh my dog", da marca de acessórios do grupo Osklen, comandada por Marianna Arnizaut, traz com humor vários elementos dos cachorros para

February 01, 04:44 AM

Bom, o último e único post deste blog foi em Fevereiro de 2008. Ou seja, dois anos atrás. Antes disso, ele já havia sido projetado em 2006, com mesmo nome e layout. Quatro anos depois, cá estou eu, de novo, fazendo promessas pra mim e pra você. Mas dessa vez é diferente. A minha paixão por fuçar tendências e coisas bacanas ainda existe. Por mais que a palavra tendência esteja completamente

February 17, 10:12 PM

Acho que é hora de encarar isso aqui de uma vez. Posterguei, deu preguiça. Agora chega.Resolvi botar a cara na janela e abanar pra quem passar por aqui. Vocês verão aqui drops de tendências, ou movimentos atuais, do comportamento humano.De tudo um pouco: música, moda, design, coisas que eu curto. De preferência, se o tempo permitir, de forma sintetizada, mastigada, compilada - do jeitinho que

trend researcher. planner. ex-copywriter. social media addicted. fashion reporter. globetrotter. project creator. amateur photographer. postcrossing member. dog lover. single daughter. happy-go-lucky girl.

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