Sou formada em jornalismo mas trabalho há mais de 3 anos com pesquisa de comportamento e planejamento. E também já comecei uma faculdade de Quiropraxia. Mas vamos além.
E sou um tanto ás, de copas.
Follow us: Twitter - Facebook - Tumblr
Stratis shoots Charlotte Free for the ‘Dreaming of Another World’ editorial in the Fall 2011 issue of Naked But Safe. Styling by Manos Samartzis.
A Hall & Partners criou uma metodologia para conseguir respostas sinceras sem ser invasivo como técnicas que abordam pessoas na rua: eles bolaram um taxi que leva o consumidor da loja até em casa em troca de um diálogo sincero sobre determinada marca ou produto. Assim, além de coletar informação, é possível ajudar o consumidor.
Take This Lollipop é um projeto que usa o perfil do Facebook para fazer parte da narrativa de um assassino em busca da próxima vítima: você. O sistema é similar a muitos outros projetos, mas achei essa forma e, principalmente, essa história muito interessante pois ela não tem um fim apenas em entretenimento, mas uma forma de educar as pessoas sobre como elas se expõem na internet.
Soube do TakeThisLollipop por aqui.
Um pouco mais longe foi o artista Willem Popelier com o projeto Show Room Girls. Enquanto fazia pesquisas na web sobre maneiras como as pessoas utilizam suas fotos, ele decidiu focar-se em showrooms de lojas. Entre elas, encontrou fotos de uma mesma menina que utilizava um colar com seu nome, a partir daí o projeto começou.
A exposição mostra tudo o que ele encontrou disponível na internet sobre a menina “mas ela se mantém anônima (…) seu rosto não pode ser visto. Quando ela tweeta, seus tweets são cobertos com uma sombra enquanto são impressos na hora, pode-se ver que ela tweeta, mas não o que ela tweeta” comenta o artista.
Mesmo que com agressividades diferentes, ambos projetos trazem um paradoxo interessante entre o excesso de exposição vs. o prazer de mostrar-se na internet. Essa é uma linha delicada, “o narcisismo digital faz parte do ser humano, atenção é algo que todos queremos e precisamos”, diz o artista.
Pessoalmente, gosto de tratar o papel pessoal na mídia social como um trabalho de marca. No fim das contas, estamos trabalhando nossa marca pessoal e, mais do que nunca, ideias sobre a nossa existência fazem muito sentido, de Sartre: o inferno são os outros.
Soube do ShowRoomGirls por aqui.
Tape é um projeto muito bacana do coletivo de arte Austríaco/Croata For Use/Numen. As instalações já foram feitas em lugares como Vienna, Belgrado e Berlim e consistem em estruturas semi transparentes feitas com um tramado de fita adesiva pelas quais os usuários podem andar.
As fotos e o vídeo que estão aqui são da última instalação, na Federation Square de Melbourne.
Vale a visita no site dos caras: http://www.numen.eu
Não adianta, não consigo me cansar de infográficos, TEDs e livros que começam com “Como…”.
E um motion graphic…sobre infográficos, aí fica irresistível.
Informação costuma vir em embalagens muito chatas e os infográficos são a prova de que o conhecimento também se beneficia muito de appetite appeal (“Stay Hungry!”).
Infográficos são a evolução das ilustrações dos livros escolares, transportados para tablets e ainda vamos ver muitos. Ainda bem!
The Value of Data Visualization é uma criação da Column Five Media
“Whenever I'm in a hurry, I choose this Agneta Eckemyr dress.
At the moment I like feminine looks, but my style changes all the time. I like hats, skirts, dark red and dark green.
Felice Fawn, Kate Middleton, Olivia Wilde and Ziyi Zhang have great styles. Alexander McQueen, River Island, Vera Wang and Emanuel Ungaro are my favourite designers and brands.”
26 October 2011, Narinkka Square
Essa é a pergunta que não quer calar. Se você vê algo na internet, porque você compartilha? O que faz com que você aperte o botão curtir? E quando tem o botão Não curti como no YouTube, o que faz você clicar nesse botão?
Quando você aperta o botão curtir para um vídeo engraçado criticando uma marca, o Curti foi para a crítica ou para o fato de ser engraçado? E se for uma crítica a uma marca que você adora, mesmo sendo engraçado, você daria Like assim mesmo? Compartilharia?
Então responda a essa pesquisa esse questionário e dê a sua opinião.
Se puder, gostaria muito que você também repassasse esse link para pessoas que não trabalham com comunicação para sabermos se isso influencia ou não o comportamento na hora de compartilhar ou Curtir algo na internet.
Para compartilhar com os amigos fora do nosso mercado é só mandar esse link e, se quiser, texto aqui:
O que faz com que você curta ou compartilhe algo? – http://bit.ly/tuAKAy
UPDATE: Na ânsia de divulgar logo, acabei não falando coisas importantes e o pessoal nos comentários me lembrou. A idéia é divulgar o resultado, sim.
E as pessoas envolvidas na elaboração disso foram: Ricardo Cavallini, Carlos Tavares, Carolina Buzetto e eu. Ah! E tanto a foto desse post quanto os carimbos que aparecem são da Denise Kotsubo.
Post originalmente publicado no Brainstorm #9
Twitter | Facebook | Contato | Anuncie
E quem jogou o meteoro?
Todas as noites, há mais de três anos, Charles Bezerra faz um exercício com seu filho: ele pode perguntar qualquer coisa que o pai vai responder. Essa criança de seis anos já sabe, por exemplo, como um meteoro viaja pelo espaço, mas isso não o impediu de perguntar “Quem foi que jogou o meteoro?”.
Imagem daqui.
Zerar tudo e recomeçar. É a isso que Charles se propõe todas as noites. Mais do que um exercício de aprendizado para o filho, é uma atividade que o designer e professor coloca a si mesmo. Todas as noites ele vê uma folha em branco esperando o desafio de ser preenchida.
E você, se sente confortável com uma folha em branco? É uma pergunta que dá calafrios.
Para uma criança, provavelmente, não. Aliás, para uma criança, uma folha de papel em branco é a mais bela forma de desafiar a imaginação e criar algo novo. Em que ponto uma folha em branco passa a ser algo ruim ao invés de ser algo maravilhoso? Somos ultra-especializados, mas não conseguimos resolver um problema simples para uma criança de 5 anos?
Para Charles Bezerra nossos processos estão todos errados, e é por isso que entramos em pânico quando vemos uma folha ou uma tela em branco. Procuramos encaixotar nossas atividades para otimizar nosso tempo e, com isso, desaprendemos a inovar.
E para inovar não precisamos aprender nada novo, segundo ele, só precisamos nos livrar das amarras nas quais nos metemos e das receitas com as quais aprendemos a fazer nosso trabalho. É fazer as perguntas mais simples mesmo entendendo conceitos muito complexos.
Nossa maneira de pensar é industrializada, fragmentada, encaixotada em nossas disciplinas. Nunca sobra tempo de pensar algo novo, estamos sempre preocupados com os tais dos processos. Para haver inovação precisamos estar confortáveis com o “não saber” e dispostos a pensar algo pela primeira vez, sem receitas. Para as empresas a dica é contratar pessoas que pensem de forma diferente. Mas, mais do que isso, dar espaço e dar sentido a essa vontade, criar um ambiente que seja capaz de potencializá-la. Antes de criar as inovações é preciso criar os inovadores.
“Quem sobrevive é aquele mais adaptado às mudanças”, disse ele citando a Teoria Evolutiva de Darwin. E se nosso contexto hoje é o de competição, quanto mais nossas idéias, produtos e serviços forem adaptáveis, mais fácil deles serem vistos como alternativas. Parece simples, mas lembre-se: os que dominaram as mudanças foram aqueles capazes de arriscar.
E sabe quem gosta de se arriscar em algo novo? As crianças.
Planejar não é dar respostas, é jamais deixar de perguntar. Alguém falou isso antes, durante ou depois da palestra. E agora, pensando no filho do Charles, não pude deixar de fazer um paralelo com a nossa atividade. Por mais que sejamos especializados e conheçamos a trajetória de cada meteoro, nós somos aqueles que devem fazer as perguntas mais estúpidas, aquelas que mais ninguém tem coragem de fazer, pois só assim a gente consegue descobrir quem jogou, quando, como e por que existem os meteoros.
Um livro pop-up com peças icônicas dos mais famosos estilistas do nosso tempo. É um projeto de um estudante chamado Ruben Scupin e, como ele disse, é paper couture.
Que uma das minhas maiores paixões é fotografar.
Hoje lembrei novamente.
Assistam.
Dentre as promoções de marcas com conteúdo gerado pelo usuário, acho que as mais difícies são aquelas que envolvem a produção de vídeos. Todo mundo sabe que é muito mais simples e bem menos comprometedor clicar em um botão de retweet do que apertar o play da câmera/webcam e enviar para o youtube. É por isso que esse tipo de promoção costuma ter um índice mediano de participação, apesar de gerar resultados bem interessantes [e engraçados].
Um exemplo disso é a promoção da Seara que rolou antes da Copa da África. Quem não lembra dos garotos do futebol brasileiro fazendo embaixadinhas ao som de Single Ladies?
Pela viralização você deve pensar que foi um sucesso, certo? Pensando exclusivamente em participação, não foi. Menos de 20 vídeos foram enviados [não lembro se eram 14 ou 16]. Pois é, apesar dos altos investimentos em mídia, isso foi um fracasso como promoção [embora eu ache que a intenção mesmo nem era a participação em massa, mas sim o buzz gerado pela campanha e os milhões de views no youtube].
Outra campanha de exemplo: o Fã-Clube 2 da Brandili, criada lá na firma. Essa sim teve números que são considerados um sucesso: 454 vídeos postados. E isso que o investimento em ativação foi bem baixo, comparando com a campanha da Seara. Claro que o grande truque aqui foi o foco da promoção - a.k.a. público-alvo mais engajado do universo: as mães.
E para conquistar um desses dois resultados - buzz ou público participante - é preciso pensar em uma estratégia de ativação para fazer circular o conteúdo. E pode ser tanto um e-mail marketing como milhões gastos em mídia, desde que tenha um mínimo de criatividade.
E depois de toda essa volta eis que aparece o motivo deste post.
O Totosinho, em função do dia das crianças, lançou a promo Folegômetro, que vai até o dia 31 de outubro com premiações diárias de produtos da marca. Tudo que você precisa fazer é entrar no site da promoção, ligar a webcam e falar "Totosinho é beeeeem bom" sendo que o "bem" tem que ser beeeem longo, o máximo que você conseguir em um fôlego só. Se o seu "bem" for o mais longo do dia, você leva produtos Totosinho pra casa.
E o vídeo mais original do mês ganha um prêmio especial ao final da promoção.
Para ativar tudo isso, a 3yz bolou uma estratégia tão bacana que essa é a primeira vez que eu vou postar aqui no blog algo que chegou pelo correio.
The Smile Project from wasted spaces on Vimeo.
Toda a semana eu tenho uma “postagem fixa” no Twitter. Está entre aspas porque o meu comentário é quase sempre o mesmo, o que muda é o link. Costuma ser na segunda-feira, ou domingo (às vezes eles mudam), porque é o dia em que o Hel Looks faz 5 ou 6 postagens com os looks de pessoas que circulam pelas ruas de Helsinki. E eu preciso declarar o meu amor pelas pessoas de Helsinki.
E daí você vai pensar “Grande merda, é só mais um blog de street style”.
Te provarei que não.
Várias vezes, aqui no blog mesmo, eu deixei transbordar a minha paixão pelas pessoas de Helsinki, ou por esse blog específico, o que você preferir. E é fato que hoje qualquer um com rede elétrica e uma máquina fotográfica pode fazer um blog de “moda”, mas e o tal do estilo, como é que faz?
Eu acho que é isso que tanto me encanta nessas pessoas, é o tal do estilo próprio, aquele que desapareceu. Não conheço Helsinki, infelizmente. Não sei se o jeito de se vestir dessas pessoas é normal por lá. Mas eu sei que em um cantinho de Porto Alegre elas são fascinantes. Seja usando o must have da semana em uma composição bizarra, ou uma roupa que mais parece a que sua avó usava pra limpar a casa. Meio hype por ser meio jeca, algo assim.
Chega a ser estranho. Com certeza é diferente. Mas mais que diferente, é único. E impossível de copiar (como se vê pelos lookbooks do mundo), porque é algo próprio que se deixa mostrar pela roupa.
Vale a inspiração semanal.
Quando comecei a pensar neste post, logo lembrei das palavras do Walter Rodrigues no Fórum de Inspirações do ano passado:
"E agora vocês entendem que as pessoas estranhas são importantes para a moda? Elas são importantes porque só de olhar para elas nós já levantamos questionamentos. E questionamentos são importantes em qualquer atividade criativa."
E chegando no final do post também passou pela minha cabeça que o jeca de hoje pode ser o hipster de amanhã.
A ilustração do Hipster Fashion Cycle veio daqui.
Todas as fotos são do Hel Looks.
Paisagens para invejar.
Algumas memórias.
Post-its.
Bela direção de fotografia.
Um curta lindo.
Uma ótima dica.
Your secret from Jean-Sebastien Monzani on Vimeo.
Alguém em falou um dia, agora não consigo lembrar quem foi, que o sonho de todo adolescente de classe baixa era ser vendedor da Chilli Beans. Foi um comentário bem generalizado e um tanto preconceituoso, mas o fundo de tudo isso é perceber que um vendedor da Chilli Beans tem aquela carinha cool, um jeitão legal que não é impossível de atingir, ou seja, é uma imagem aspiracional mais próxima.
Mas, vendo o principal modelo da coleção, não pude deixar de lembrar de referências que pesquisei no ano passado, respectivamente daqui, daqui e daqui.
Claro, são duas coisas diferentes, até porque os óculos que serão lançados aqui em agosto têm só aparência de madeira, não são feitos do material em si. Mas alguém tem dúvidas de que a Chilli Beans vai popularizar o estilo.
E já que estamos aqui, ô Chilli Beans, quem sabe uns óculos de gatinho na próxima, hein?!
No início de 2009, quando o Twitter estava começando a se tornar algo muito interessante em nossas vidas, eu conheci a Guadalupe. Foi no primeiro - e único - Twestival de Porto Alegre. Ainda lembro de comentar com o pessoal do trabalho sobre a função e a organizadora - que era a Guada - e de ouvir que a até então desconhecida era já bem conhecida (dos colegas) pela sua presença online.
Entendendo: lá pelos anos 2000, quando eu ainda tinha internet discada, a Guada já usava essa ferramenta aqui. E agora ela está lançando um blog novinho, motivado por um trabalho do curso de Comunicação Digital da Unisinos. E isso me comoveu a escrever sobre ele, já que o meu blog também foi resultado de uma cadeira e hoje é meu queridinho.
Na última aula do Superstylin' a Anne Gaul nos mostrou um case do OEstudio intitulado Fashionz' Olhos.
Mapa de Diseño Argentino / X La Calle from Hache on Vimeo.
Mas a pesquisa não terminou, ela agregou outras funções e continua agora sob outro nome: Por La Calle. É como uma segunda fase, para descobrir novos designers e revisitar os já conhecidos procurando por mudanças em seu trabalho. O Por La Calle também faz circuitos di diseño, que são pontos de encontro, com mostras das principais criações dos estilistas locais.Por la Calle, circuitos de diseño from Hache on Vimeo.
Mais do que mostrar o projeto, Julieta e Laureano bateram no ponto de que a identidade é valor agregado. Segundo eles, o trabalho é 75% design próprio e 25% tendências.Mais ou menos um mês depois de ter entrado no Planejamento da DCS, o Giba perguntou para mim e para a outra estagiária (ambas estudantes de jornalismo na primeira experiência em agência) se nós já tínhamos uma idéia do que era Planejamento até aquele momento.
Na época (julho de 2008) o filme Batman – The Dark Knight tinha acabado de estrear nos cinemas e eu estava com uma frase do Coringa na cabeça: “I am na agent of chaos”. E eu queria ser um pouco como ele, uma agente do caos. Eu não queria ficar parada, eu queria dar minhas ideias, falar besteira de vez em quando, eu queria pensar, sugerir coisas diferentes, não só como futura planejadora, mas como pessoa.
Eu tenho um vício muito sério: meia-calça.
Boa parte do meu salário vai para comprar meias com estampas/cores novas ou meias queridas que as gatas destruíram. E eu tento me convencer de que nem é tão absurdo, afinal, se tu só uso saia e vestido, alguma coisa tem que proteger as pernas no inverno, certo? [aham, Luci]
Para quem vê todo dia o lookbook, por exemplo, é meio impossível não morrer de vontade de usar poás, lacinhos e cores nas pernas. As redes de fast fashion daqui já se ligaram e começaram a importar alguns modelos mais normaizinhos.
Na Renner dá para encontrar poás, lacinhos e corações.
O desfile da C&A foi supreendente.
Ele conseguiu mostrar as diferentes linhas da coleção de inverno e ainda centralizar as variações de estilo sob um mesmo guarda-chuva. E tudo muito bem representado pela música. Ficou fácil e gostoso de ver e também entender o que a marca estava propondo.
No telão e no figurino, uma mistura de C&A com Alice em um desfile de cartas e naipes de baralho.
Quem já viu a campanha de inverno da C&A sabe que a música tema escolhida é Tainted Love, originalmente gravada por Gloria Jones em 1964 e mundialmente conhecida na versão clássica anos 80 do Soft Cell. E essa música foi o ponto alto do desfile, dividido em 5 partes a partir de 5 versões diferentes da música.
A primeira linha a entrar na passarela trazia blazers, bermudas, meias 4/8 e muito xadrez. Os óculos deixaram claro que a inspiração vinha dos nerds.
A segunda linha, bem urbana, trazia muito forte os tons de cinza, as meias rasgadas e as sobreposições. Chamo atenção para os lenços sobrepostos no pescoço, quase um exagero, mas marcando bem a intenção de se mesclar com o espaço urbano.
A terceira, cuja trilha foi a versão de Tainted Love de Marilyn Manson, mostrava as peças rockers (quase góticas, na minha opinião). A maquiagem pesada, a palidez dos modelos, o preto, as tachas, o couro, wet legging. Clara referência vampiresca.
Para mostrar as lingeries, coleção recém colocada nas vitrines, assinada pela Pussicat Doll Nicole, Tainted Love ganhou uma versão cabaret. Os vermelhos, as cintas-liga, os ombros marcados e os corsets vieram acompanhados do batom borrado na boca das modelos.
Para finalizar: o jeans. Dessa vez o jeans lavado e as calças skinny apareceram na versão dance da música. Também tinha muito colete e correntes.
O ClickRBS fez um vídeo com os melhores momentos do desfile, é só clicar aqui.
Acho que a C&A, com a coleção de inverno, fez jus ao título de grande rede de fast fashion. A marca soube trazer as principais tendências das semanas de moda para o varejo popular. Sem contar que conseguiu criar uma coleção bastante interessante, sejam as tendências que a inspiraram novas ou antigas. O desfile foi mais interessante ainda, o Donna Fashion ganhou um ponto comigo depois dele. Já falei que achei a idéia da música muito boa?
As últimas fotos são de Tadeu Vilani para o ClickRBS.
E quem é que ia imaginar que eu, escondida nos panos pretos e com os cabelos castanhos na cara, ia me interessar por moda? E quem disse que não?
Acho que o interesse mesmo surgiu lá por 2008, quando eu comecei a trabalhar com planejamento de comunicação. Era observar, observar e observar tudo. Como as pessoas andam, como comem, como compram, como se divertem, como trabalham, como gastam seu dinheiro e, claro, como se vestem. Rua, sempre. As ideias estão lá fora.
Em meio aos tropeços com nomes de estilistas e grifes, eu descobri os blogs de street style, o bottom up, as microtendências all over the world e duas coisas com as quais eu jamais vou conseguir viver sem: moda e internet.
E tem como não se apaixonar pelas pessoas de Helsinki?
E é por causa das pessoas de Helsinki, dessa nova e já velha "voz do usuário" que amanhã e domingo eu vou acompanhar dois desfiles do Donna Fashion a partir de um convite que o @tanavitrine fez no Twitter. Simples assim. E não serei só eu, óbvio, tem uma galera que vai participar da função, é só acompanhar no blog da C&A.
Vou postar aqui sobre dois desfiles: o da Casa Masson by Vogue e o da Tyrol.
E vou tentar descobrir, é claro, se o DFI conseguiu encontrar seu norte.
E só para começar a blogar sobre receitas, achei esse site hoje, mais precisamente no Google Reader, mas não lembro em qual blog [my bad].
O Taste Spotting é uma comunidade de compartilhamento de receitas. Clicando nas imagens você é redirecionado para outra página com todo o processo de elaboração de cada prato.
Não sei se todas as receitas estão bem completinhas, mas as que eu visitei tinham dicas de produtos, substitutos, fotos de cada um dos processos e tudo muito bem explicado. Uma delícia.
Nasci em uma família italiana bem tradicional. E quem conhece uma família italiana tradicional sabe que a hora de comer é sempre muito importante. E é uma fartura!
Mamãe Lúcia nunca deixou a desejar. Para mim, sem sombra de dúvidas, ela é a melhor cozinheira do mundo. E como boa mamma italiana que é, nunca faltaram comidinhas caseiras e guloseimas de todos os tipos lá em casa.
Quando me mudei para a capital, perdi a comida da mamãe [e quilos, claro] e tive que me virar. No primeiro ano foi um desastre, um arroz soltinho era raro. Mas [e aqui o clichê se faz necessário] filho de peixe peixinho é, e eu acabei honrando o nome da família. Sem modéstia.
Daqui.
Fazer comida, inventar receitas, descobrir temperos e misturas é uma das minhas grandes paixões.
Depois de fazer comida para um quase batalhão em praias e acampamentos [e ter ficado bom], e comentar do meu desejo de ter um restaurante um dia, a Judite me disse "Por que tu não faz um blog de receitas?". Pois então.
Qual é o objetivo, afinal?
Não é só dar dicas de receitas que eu fiz ou encontrei, mas é também falar de restaurantes, butecos e o caralho a quatro que estiver relacionado a boas comidas e bebidas.