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É, Twitter... você abandonou aquela simplicidade esperta. Agora está aí, todo cheio de si.26 hours ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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Nossa, como é fácil alucinar com o futuro!
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Tangled up in blue
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Quando os méritos acabam.
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Juliana Paes. Por que não eu?
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@la_yse Sentiu minha falta, né? Você me ama.
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Quatro despertadores não conseguiram me acordar hoje. Tenho que procurar um especialista?
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@Ketlensuzy se o segundo ano de vcs for igual/pior que o nosso, vcs já vão surtar na primeira semana.
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@Ketlensuzy era só o teu processador tostando, só isso.
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Eu disse, mas você não me ouviu
Com certeza sabe bem o que fez
Mas nem tanto quanto eu sei o que fiz
Eu disse, não confie em mimEu disse, disse mais de uma vez
Me procurou quando eu simplesmente sumi
Não é que as coisas tenham mudado
É só que eu desisti de mentir
Eu disse, não confie em mimEu disse para as vozes no quarto
Nos dias em que ninguém tava lá
Eu disse pra quem nem me ouvia
Admito, até gostava de lhe ter
Mas eu disse, não confie em mimEu disse, assim como fiz com você
Eu disse a ela desde o início
Eu disse antes e depois do fim
Eu disse quando amanheceu
Eu disse: não confie em mimLuciano Ribeiro
O olhar felino foi a coisa que mais marcou. É ele que sempre retorna aos meus pensamentos durante o dia. Esse olhar que ao mesmo tempo perturba, instiga e estimula. O olhar que não possui palavras, apenas silêncio. E com esse silêncio produz mensagens e sensações que realmente não poderiam ser expressos em palavras. Não sem estragar essa magia do silêncio absoluto. Silêncio sonoro, silênciao de pensamentos, um silêncio espiritual e extremamente material.
Texto escrito em 04 de fevereiro de 2010, quinta-feiraEla veio com aquele cheiro, aquela pele, aquelas pernas, aquele gosto. Me segurou com força, tentou me intimidar. Entramos em conflito. Brigamos. Eu impus meu comando.
Ela chorou, me fez lembrar que é mulher. Explodiu os sentimentos na minha frente. Depois disso, os olhares já tinham acontecido. As bocas já se desejavam. Os espaços entre nós já estavam muito menores.Eu parei, imóvel. A vi lutando contra si mesma, tentando evitar que seu corpo mandasse. Uma luta na qual ela já entrara derrotada. Quando deu conta de si, já estávamos nos beijando, já havíamos perdido o controle.Daquele instante em diante, tudo o que consigo lembrar é de não lembrar de nada. De ser tomado pela fúria, pela sede, pelo ódio, pela vingança. O sabor da boca se tornou muito mais forte do que o esperado, muito mais delicioso, o cheiro muito mais agradável. Senti a textura da pele, macia, suave, sutil.Hoje, o que enfrento são consequências. Pensamentos que não mais me dizem respeito, mas à ela. Hoje, estou completamente perdido. Fugindo, tentando evitar que o pior aconteça.A verdade é que já é tarde demais.O silêncio aos poucos retorna. Desta vez muito mais profundo, muito mais denso e poderoso. Desta vez ele é autônomo. Surge a hora que bem entende e não mais depende de fatores externos. É um silêncio auto-induzido. Forte. É um silêncio curativo. É um silêncio de intenções, de sofrimentos, de felicidade. Acima de tudo, de felicidade.
É tão sutil quanto a mais pura afeição. É tão longo quanto uma estrada até a China. Cheira ao perfume que lembra o amor. Lembra o amor que surgiu do silêncio que trouxe a felicidade que motivou o sofrimento que agora motiva a ressurreição. É filho da felicidade e do sofrimento. E, como todo filho, rebelde, quer libertar-se. Ultrapassar os limites impostos por aqueles que o geraram. Esse filho, o silêncio, é sereno. Ele carrega um sorriso banhado em lágrimas. Tem um brilho no olhar, uma voz calma. Tem mãos precisas. Acolhe e protege. É pesado, se necessário.Ele tem um objetivo. Prepara bases para algo maior. Queima com a esperança e a aspiração de um futuro que, hoje, é uma coisa do passado. Porém, não para ele. O silêncio está no mesmo lugar de sempre. Ele nada espera e, no entanto, é pura paciência.Tarde de sábado e muita vontade de tocar. A música têm feito falta, então resolvi colocar a mão na massa.
Este é um pequeno instrumental sem muito compromisso.
Just fucking playing. ;)
Abraços!
Lembrem-se: todos vamos morrer.Não Adianta
Luciano RibeiroNão adianta parar e esperar
Não adianta virar pra trás e olhar
Não adianta tentar mais uma vez
Não adianta mentir mais pra vocês
Não adianta pedir uma migalha
Não adianta nem jogar a toalha
Não adianta lamentar a derrota
Não adianta insistir com um idiotaVocê pode até tentar
Você pode até tentar
Mas não vai dar
Você não vai conseguir negarNão adianta olhar para o retrato
Não adianta viver amargurado
Não adianta fazer outro caminho
Não adianta querer tudo de volta
Não adianta ir pro bar encher a cara
Não adianta nem dar a cara a tapa
Não adianta tentar um suicídio
Não adianta nem mesmo ir pro hospícioVocê pode até tentar
Você pode até tentar
Mas não vai dar
Você não vai conseguir negarVocê pode até tentar
Você pode até tentar
Você pode até tentar
Você pode até tentar
Ele finalmente sentiu a emoção que tanto procurava. Ele percebeu, teve a lição que precisava. A peça que faltava se encaixou. E agora, lembrou da necessidade de mudar, de relaxar, se deixar levar, permitir.
Não mais controle. Não mais concentração. Não mais certeza. O momento é de morrer outra vez. Em apenas um dia. Fazer as malas e rumar pra outro lugar. O paraíso que existe bem ali, na casa ao lado. No prédio ao lado, no andar de cima ou de baixo. No elevador, no corredor. No mesmo quarto, na mesma cama.
O momento é de percorrer outros paraísos. Rir das velhas crises. Contar histórias pros filhos que não existem. Colher os frutos que nunca foram plantados. Projetar-se no futuro e vivê-lo em pleno presente. Com todas as sensações, com todo o peso, com toda a carne.
Ele passou tanto tempo tentando ir longe, mudar e crescer. Agora é hora de compartilhar.
E o destino continua ali, rindo…
Luciano Ribeiro
Soon he will be gone…
Ele finalmente sentiu a emoção que tanto procurava. Ele percebeu, teve a lição que precisava. A peça que faltava se encaixou. E agora, lembrou da necessidade de mudar, de relaxar, se deixar levar, permitir.
Não mais controle. Não mais concentração. Não mais certeza. O momento é de morrer outra vez. Em apenas um dia. Fazer as malas e rumar pra outro lugar. O paraíso que existe bem ali, na casa ao lado. No prédio ao lado, no andar de cima ou de baixo. No elevador, no corredor. No mesmo quarto, na mesma cama.
O momento é de percorrer outros paraísos. Rir das velhas crises. Contar histórias pros filhos que não existem. Colher os frutos que nunca foram plantados. Projetar-se no futuro e vivê-lo em pleno presente. Com todas as sensações, com todo o peso, com toda a carne.
Ele passou tanto tempo tentando ir longe, mudar e crescer. Agora é hora de compartilhar.
E o destino continua ali, rindo…
Luciano Ribeiro
Soon he will be gone…
Você acorda no meio da madrugada, seus olhos ardem e, subitamente, é como se tivesse sido transportado pra algum tipo de realidade paralela.
Ao abrir os olhos, a claridade atravessa a vista e parece permear sua cabeça com ainda mais dor. O difícil é perceber exatamente onde ela é real e onde é fruto das lembranças que cortam pedaços de caráter como uma navalha, sutil e precisa.
As imagens arrancadas cirurgicamente levam consigo sensações, algumas simplesmente agradáveis, outras tão boas que a consciência da distância delas, se afastando cada vez mais no passado, faz com que esse estranho desconforto se acentue ainda mais. E não adianta colocar as mãos no rosto pra fazer parar, ou para esfregar os olhos, numa tentativa insana de conter as lágrimas que caem, tanto pela ardência, quanto pelas lembranças e desespero, ao ver que não há nada a se fazer. Você não pode impedir.
Você simplesmente não pode impedir a vida de seguir em frente e agora parece perceber. É então que o medo bate à porta da sua insanidade e você solta um pequeno sorriso. Você abaixa a cabeça, procurando novamente a escuridão, caminha tonto pelo quarto, tateando soluções, se esbarrando, derrubando coisas, golpeando o que lhe bloqueia.
Chega um momento que não resta outra opção a não ser procurar a luz do desconforto e da dor. Pois por onde ela entra, uma vez removidas as grades, é por onde você finalmente pode fugir, pra encontrar…
Seja lá o que for.
Luciano Ribeiro
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Eu disse, não confie em mim
Eu disse, mas você não me ouviu
Com certeza sabe bem o que fez
Mas nem tanto quanto eu sei o que fiz
Eu disse, não confie em mim
Eu disse, disse mais de uma vez
Me procurou quando eu simplesmente sumi
Não é que as coisas tenham mudado
É só que eu desisti de mentir
Eu disse, não confie em mim
Eu disse para as vozes no quarto
Nos dias em que ninguém tava lá
Eu disse pra quem nem me ouvia
Admito, até gostava de lhe ter
Mas eu disse, não confie em mim
Eu disse, assim como fiz com você
Eu disse a ela desde o início
Eu disse antes e depois do fim
Eu disse quando amanheceu
Eu disse: não confie em mim
O olhar felino foi a coisa que mais marcou. É ele que sempre retorna aos meus pensamentos durante o dia. Esse olhar que ao mesmo tempo perturba, instiga e estimula. O olhar que não possui palavras, apenas silêncio. E com esse silêncio produz mensagens e sensações que realmente não poderiam ser expressos em palavras. Não sem estragar essa magia do silêncio absoluto. Silêncio sonoro, silêncio de pensamentos, um silêncio espiritual e extremamente material.
Texto escrito em 04 de fevereiro de 2010, quinta-feira
Ela veio com aquele cheiro, aquela pele, aquelas pernas, aquele gosto. Me segurou com força, tentou me intimidar. Entramos em conflito. Brigamos. Eu impus meu comando.
Ela chorou, me fez lembrar que é mulher. Explodiu os sentimentos na minha frente. Depois disso, os olhares já tinham acontecido. As bocas já se desejavam. Os espaços entre nós já estavam muito menores.Eu parei, imóvel. A vi lutando contra si mesma, tentando evitar que seu corpo mandasse. Uma luta na qual ela já entrara derrotada. Quando deu conta de si, já estávamos nos beijando, já havíamos perdido o controle.Daquele instante em diante, tudo o que consigo lembrar é de não lembrar de nada. De ser tomado pela fúria, pela sede, pelo ódio, pela vingança. O sabor da boca se tornou muito mais forte do que o esperado, muito mais delicioso, o cheiro muito mais agradável. Senti a textura da pele, macia, suave, sutil.Hoje, o que enfrento são consequências. Pensamentos que não mais me dizem respeito, mas à ela. Hoje, estou completamente perdido. Fugindo, tentando evitar que o pior aconteça.A verdade é que já é tarde demais.
O silêncio aos poucos retorna. Desta vez muito mais profundo, muito mais denso e poderoso. Desta vez ele é autônomo. Surge a hora que bem entende e não mais depende de fatores externos. É um silêncio auto-induzido. Forte. É um silêncio curativo. É um silêncio de intenções, de sofrimentos, de felicidade. Acima de tudo, de felicidade.
É tão sutil quanto a mais pura afeição. É tão longo quanto uma estrada até a China. Cheira ao perfume que lembra o amor. Lembra o amor que surgiu do silêncio que trouxe a felicidade que motivou o sofrimento que agora motiva a ressurreição. É filho da felicidade e do sofrimento. E, como todo filho, rebelde, quer libertar-se. Ultrapassar os limites impostos por aqueles que o geraram. Esse filho, o silêncio, é sereno. Ele carrega um sorriso banhado em lágrimas. Tem um brilho no olhar, uma voz calma. Tem mãos precisas. Acolhe e protege. É pesado, se necessário.Ele tem um objetivo. Prepara bases para algo maior. Queima com a esperança e a aspiração de um futuro que, hoje, é uma coisa do passado. Porém, não para ele. O silêncio está no mesmo lugar de sempre. Ele nada espera e, no entanto, é pura paciência.
Tarde de sábado e muita vontade de tocar. A música têm feito falta, então resolvi colocar a mão na massa.
Este é um pequeno instrumental sem muito compromisso.
Just fucking playing. ;)
Abraços!
Wallpaper que eu fiz pra passar o tempo ;)
Tava assistindo o Clube da Luta e veio a inspiração.
What you wish to do before you die?
Luciano Ribeiro
Lembrem-se: todos vamos morrer.Não Adianta
Luciano RibeiroNão adianta parar e esperar
Não adianta virar pra trás e olhar
Não adianta tentar mais uma vez
Não adianta mentir mais pra vocês
Não adianta pedir uma migalha
Não adianta nem jogar a toalha
Não adianta lamentar a derrota
Não adianta insistir com um idiotaVocê pode até tentar
Você pode até tentar
Mas não vai dar
Você não vai conseguir negarNão adianta olhar para o retrato
Não adianta viver amargurado
Não adianta fazer outro caminho
Não adianta querer tudo de volta
Não adianta ir pro bar encher a cara
Não adianta nem dar a cara a tapa
Não adianta tentar um suicídio
Não adianta nem mesmo ir pro hospícioVocê pode até tentar
Você pode até tentar
Mas não vai dar
Você não vai conseguir negarVocê pode até tentar
Você pode até tentar
Você pode até tentar
Você pode até tentar
Ele finalmente sentiu a emoção que tanto procurava. Ele percebeu, teve a lição que precisava. A peça que faltava se encaixou. E agora, lembrou da necessidade de mudar, de relaxar, se deixar levar, permitir.
Não mais controle. Não mais concentração. Não mais certeza. O momento é de morrer outra vez. Em apenas um dia. Fazer as malas e rumar pra outro lugar. O paraíso que existe bem ali, na casa ao lado. No prédio ao lado, no andar de cima ou de baixo. No elevador, no corredor. No mesmo quarto, na mesma cama.
O momento é de percorrer outros paraísos. Rir das velhas crises. Contar histórias pros filhos que não existem. Colher os frutos que nunca foram plantados. Projetar-se no futuro e vivê-lo em pleno presente. Com todas as sensações, com todo o peso, com toda a carne.
Ele passou tanto tempo tentando ir longe, mudar e crescer. Agora é hora de compartilhar.
E o destino continua ali, rindo…
Luciano Ribeiro
Soon he will be gone…