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Não confie em mim
Eu disse, não confie em mim
Eu disse, mas você não me ouviu
Com certeza sabe bem o que fez
Mas nem tanto quanto eu sei o que fiz
Eu disse, não confie em mimEu disse, disse mais de uma vez
Me procurou quando eu simplesmente sumi
Não é que as coisas tenham mudado
É só que eu desisti de mentir
Eu disse, não confie em mim

Eu disse para as vozes no quarto
Nos dias em que ninguém tava lá
Eu disse pra quem nem me ouvia
Admito, até gostava de lhe ter
Mas eu disse, não confie em mimEu disse, assim como fiz com você
Eu disse a ela desde o início
Eu disse antes e depois do fim
Eu disse quando amanheceu
Eu disse: não confie em mim

Luciano Ribeiro

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A origem do silêncio

O olhar felino foi a coisa que mais marcou. É ele que sempre retorna aos meus pensamentos durante o dia. Esse olhar que ao mesmo tempo perturba, instiga e estimula. O olhar que não possui palavras, apenas silêncio. E com esse silêncio produz mensagens e sensações que realmente não poderiam ser expressos em palavras. Não sem estragar essa magia do silêncio absoluto. Silêncio sonoro, silênciao de pensamentos, um silêncio espiritual e extremamente material.

Texto escrito em 04 de fevereiro de 2010, quinta-feira

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Tarde Demais

Ela veio com aquele cheiro, aquela pele, aquelas pernas, aquele gosto. Me segurou com força, tentou me intimidar. Entramos em conflito. Brigamos. Eu impus meu comando.

Ela chorou, me fez lembrar que é mulher. Explodiu os sentimentos na minha frente. Depois disso, os olhares já tinham acontecido. As bocas já se desejavam. Os espaços entre nós já estavam muito menores.

Eu parei, imóvel. A vi lutando contra si mesma, tentando evitar que seu corpo mandasse. Uma luta na qual ela já entrara derrotada. Quando deu conta de si, já estávamos nos beijando, já havíamos perdido o controle.Daquele instante em diante, tudo o que consigo lembrar é de não lembrar de nada. De ser tomado pela fúria, pela sede, pelo ódio, pela vingança. O sabor da boca se tornou muito mais forte do que o esperado, muito mais delicioso, o cheiro muito mais agradável. Senti a textura da pele, macia, suave, sutil.

Hoje, o que enfrento são consequências. Pensamentos que não mais me dizem respeito, mas à ela. Hoje, estou completamente perdido. Fugindo, tentando evitar que o pior aconteça.A verdade é que já é tarde demais.

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Silêncio [2]

O silêncio aos poucos retorna. Desta vez muito mais profundo, muito mais denso e poderoso. Desta vez ele é autônomo. Surge a hora que bem entende e não mais depende de fatores externos. É um silêncio auto-induzido. Forte. É um silêncio curativo. É um silêncio de intenções, de sofrimentos, de felicidade. Acima de tudo, de felicidade.

É tão sutil quanto a mais pura afeição. É tão longo quanto uma estrada até a China. Cheira ao perfume que lembra o amor. Lembra o amor que surgiu do silêncio que trouxe a felicidade que motivou o sofrimento que agora motiva a ressurreição. É filho da felicidade e do sofrimento. E, como todo filho, rebelde, quer libertar-se. Ultrapassar os limites impostos por aqueles que o geraram.

Esse filho, o silêncio, é sereno. Ele carrega um sorriso banhado em lágrimas. Tem um brilho no olhar, uma voz calma. Tem mãos precisas. Acolhe e protege. É pesado, se necessário.Ele tem um objetivo. Prepara bases para algo maior. Queima com a esperança e a aspiração de um futuro que, hoje, é uma coisa do passado. Porém, não para ele.

O silêncio está no mesmo lugar de sempre. Ele nada espera e, no entanto, é pura paciência.

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Apócrifo - Solidão Noturna

Tarde de sábado e muita vontade de tocar. A música têm feito falta, então resolvi colocar a mão na massa.

Este é um pequeno instrumental sem muito compromisso.

Just fucking playing. ;)

Abraços!

  
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Salve os elefantes: DIGA NÃO AO MARFIM

Elefantes ou marfim?
Eu acabei de assinar uma petição urgente, pedindo que elefantes sejam protegidos da caça ilegal para fins comerciais. Há um risco de que a proibição mundial dessa prática seja enfraquecida — esse tópico está sendo discutido na convenção da ONU esta semana! 

 

A petição será entregue diretamente à convenção, então eu achei que você pudesse se interessar em assinar também — clique abaixo:

 

Obrigado! (Leia mais abaixo) 
—————-

 

Caros amigos,
Em poucos dias dois governos africanos vão tentar acabar com a proibição mundial do comércio de marfim — essa decisão pode acabar com toda a população de elefantes e colocar estes animais mais próximos de extinção.

 

A Tanzania e a Zâmbia estão fazendo lobby junto à ONU para conseguirem exceções à proibição. Se isto acontecer, os traficantes de marfim verão que a proteção mundial está enfraquecida e que a temporada de caça está aberta. Outros países africanos são contra o fim desta lei e estão propondo uma extensão dela por mais 20 anos.
Nossa melhor chance de salvar os últimos elefantes do continente africano é apoiando os conservacionistas da África. Nós temos poucos dias até a reunião do Grupo de Espécies em Extinção da ONU que só se reúne a cada 3 anos. Clique abaixo para assinar a petição urgente pela proteção dos elefantes e encaminhe esse email para que possamos entregar milhares de assinaturas na reunião:

 

Há mais de 20 anos, a Convenção do Comércio a Espécies em Estinção (CITES) estabeleceu uma proibição mundial ao comércio de marfim. A caça ilegal para fins comerciais foi abolida e os preços do marfim subiram. O pouco policiamento e a vontade de reverter essa lei por países como a Tanzania e a Zâmbia, fizeram com que o comércio ilegal desse material se tornasse lucrativo — caçadores ilegais organizam esquemas para misturar o marfim com os produtos legais.

 

Mesmo com a proibição mundial, mais de 30.000 elefantes são mortos todo ano e seus dentes arrancados com machados e motoserras por caçadores ilegais. Caso a Tanzania e a Zâmbia consigam reverter esta lei, a situação ficar ainda pior.
Nós temos uma chance única esta semana, podendo extender a proibição e reprimir a caça ilegal, antes que se percam ainda mais elefantes — assine a petição agora e encaminhe esta mensagem para todos que você conhece:

 

Em diferentes culturas do mundo e através da nossa história, elefantes são reverenciados por religiões e despertam o nosso imaginário com personagens como Babar e Dumbo. No entanto, atualmente, esta lindas e inteligentes criaturas estão sendo aniquiladas. 

 

Enquanto houver demanda por marfim, a caça ilegal para fins comercias continuará a existir. Nós podemos proteger estes animais e acabar com os lucros desta indústria criminosa — Assine a petição agora:

 

Com esperança,
Alice, Iain, Raluca, Graziela, Paul, Luis, Paula Benjamin, David, Ben e toda a equipe Avaaz

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Be Free Wallpaper
Stop trying and do it.


Wallpaper 1280x800Luciano Ribeiro

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What you wish to do before you die?

Wallpaper 1280x800 pra passar o tempo ;)

What you wish to do before you die?

Luciano Ribeiro

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Apócrifo - Não Adianta
Não Adianta by Apócrifo  
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apocrifo_naoadianta.mp3 (5954 KB)
Para ressuscitar meus trabalhos musicais, vou começar re-postando algumas composições, para quem ainda não conhece. A primeira delas é “Não Adianta” que eu publiquei pelo projeto Apócrifo, já tem um tempinho.

Luciano Ribeiro
Lembrem-se: todos vamos morrer.Não Adianta
Luciano Ribeiro

Não adianta parar e esperar
Não adianta virar pra trás e olhar
Não adianta tentar mais uma vez
Não adianta mentir mais pra vocês
Não adianta pedir uma migalha
Não adianta nem jogar a toalha
Não adianta lamentar a derrota
Não adianta insistir com um idiotaVocê pode até tentar
Você pode até tentar
Mas não vai dar
Você não vai conseguir negar

Não adianta olhar para o retrato
Não adianta viver amargurado
Não adianta fazer outro caminho
Não adianta querer tudo de volta
Não adianta ir pro bar encher a cara
Não adianta nem dar a cara a tapa
Não adianta tentar um suicídio
Não adianta nem mesmo ir pro hospícioVocê pode até tentar
Você pode até tentar
Mas não vai dar
Você não vai conseguir negar

Você pode até tentar
Você pode até tentar
Você pode até tentar
Você pode até tentar

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Take Away This Lonely Man

Ele finalmente sentiu a emoção que tanto procurava. Ele percebeu, teve a lição que precisava. A peça que faltava se encaixou. E agora, lembrou da necessidade de mudar, de relaxar, se deixar levar, permitir.

Não mais controle. Não mais concentração. Não mais certeza. O momento é de morrer outra vez. Em apenas um dia. Fazer as malas e rumar pra outro lugar. O paraíso que existe bem ali, na casa ao lado. No prédio ao lado, no andar de cima ou de baixo. No elevador, no corredor. No mesmo quarto, na mesma cama.

O momento é de percorrer outros paraísos. Rir das velhas crises. Contar histórias pros filhos que não existem. Colher os frutos que nunca foram plantados. Projetar-se no futuro e vivê-lo em pleno presente. Com todas as sensações, com todo o peso, com toda a carne.

Ele passou tanto tempo tentando ir longe, mudar e crescer. Agora é hora de compartilhar.

E o destino continua ali, rindo…

Luciano Ribeiro

Soon he will be gone…

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Take Away This Lonely Man

Ele finalmente sentiu a emoção que tanto procurava. Ele percebeu, teve a lição que precisava. A peça que faltava se encaixou. E agora, lembrou da necessidade de mudar, de relaxar, se deixar levar, permitir.

Não mais controle. Não mais concentração. Não mais certeza. O momento é de morrer outra vez. Em apenas um dia. Fazer as malas e rumar pra outro lugar. O paraíso que existe bem ali, na casa ao lado. No prédio ao lado, no andar de cima ou de baixo. No elevador, no corredor. No mesmo quarto, na mesma cama.

O momento é de percorrer outros paraísos. Rir das velhas crises. Contar histórias pros filhos que não existem. Colher os frutos que nunca foram plantados. Projetar-se no futuro e vivê-lo em pleno presente. Com todas as sensações, com todo o peso, com toda a carne.

Ele passou tanto tempo tentando ir longe, mudar e crescer. Agora é hora de compartilhar.

E o destino continua ali, rindo…

Luciano Ribeiro

Soon he will be gone…

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Você acorda no meio da madrugada, seus olhos ardem e, subitamente, é como se tivesse sido transportado pra algum tipo de realidade paralela.

Ao abrir os olhos, a claridade atravessa a vista e parece permear sua cabeça com ainda mais dor. O difícil é perceber exatamente onde ela é real e onde é fruto das lembranças que cortam pedaços de caráter como uma navalha, sutil e precisa.

As imagens arrancadas cirurgicamente levam consigo sensações, algumas simplesmente agradáveis, outras tão boas que a consciência da distância delas, se afastando cada vez mais no passado, faz com que esse estranho desconforto se acentue ainda mais. E não adianta colocar as mãos no rosto pra fazer parar, ou para esfregar os olhos, numa tentativa insana de conter as lágrimas que caem, tanto pela ardência, quanto pelas lembranças e desespero, ao ver que não há nada a se fazer. Você não pode impedir.

Você simplesmente não pode impedir a vida de seguir em frente e agora parece perceber. É então que o medo bate à porta da sua insanidade e você solta um pequeno sorriso. Você abaixa a cabeça, procurando novamente a escuridão, caminha tonto pelo quarto, tateando soluções, se esbarrando, derrubando coisas, golpeando o que lhe bloqueia.

Chega um momento que não resta outra opção a não ser procurar a luz do desconforto e da dor. Pois por onde ela entra, uma vez removidas as grades, é por onde você finalmente pode fugir, pra encontrar…

Seja lá o que for.

Luciano Ribeiro

I see a darkness - Johnny Cash

Quer entender o que tá acontecendo? Ouça isso.

Precisando me acalmar, Maracujina do Blues Etílicos.

Pra ficar tudo bem em um dia cinzento. Flower Garden xD

Pra alegrar um dia tenso ;)

Don’t feel so alone…

I spread my love like a fever

Black Rebel Motorcycle Club - Spread Your Love

Audio

  • I see a darkness - Johnny Cash
    4 plays
  • Quer entender o que tá acontecendo? Ouça isso.
    3 plays
  • Precisando me acalmar, Maracujina do Blues Etílicos.
    1 plays
  • Pra ficar tudo bem em um dia cinzento. Flower Garden xD
    6 plays
  • Pra alegrar um dia tenso ;)
    10 plays
  • Don’t feel so alone…
    2 plays
  • I spread my love like a fever Black Rebel Motorcycle Club - Spread Your Love
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August 01, 06:43 PM

Eu disse, não confie em mim
Eu disse, mas você não me ouviu
Com certeza sabe bem o que fez
Mas nem tanto quanto eu sei o que fiz
Eu disse, não confie em mim

Eu disse, disse mais de uma vez
Me procurou quando eu simplesmente sumi
Não é que as coisas tenham mudado
É só que eu desisti de mentir
Eu disse, não confie em mim

Eu disse para as vozes no quarto
Nos dias em que ninguém tava lá
Eu disse pra quem nem me ouvia
Admito, até gostava de lhe ter
Mas eu disse, não confie em mim

Eu disse, assim como fiz com você
Eu disse a ela desde o início
Eu disse antes e depois do fim
Eu disse quando amanheceu
Eu disse: não confie em mim

Luciano Ribeiro

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October 28, 03:40 PM

O olhar felino foi a coisa que mais marcou. É ele que sempre retorna aos meus pensamentos durante o dia. Esse olhar que ao mesmo tempo perturba, instiga e estimula. O olhar que não possui palavras, apenas silêncio. E com esse silêncio produz mensagens e sensações que realmente não poderiam ser expressos em palavras. Não sem estragar essa magia do silêncio absoluto. Silêncio sonoro, silêncio de pensamentos, um silêncio espiritual e extremamente material.

Texto escrito em 04 de fevereiro de 2010, quinta-feira

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October 25, 09:35 AM

Ela veio com aquele cheiro, aquela pele, aquelas pernas, aquele gosto. Me segurou com força, tentou me intimidar. Entramos em conflito. Brigamos. Eu impus meu comando.

Ela chorou, me fez lembrar que é mulher. Explodiu os sentimentos na minha frente. Depois disso, os olhares já tinham acontecido. As bocas já se desejavam. Os espaços entre nós já estavam muito menores.

Eu parei, imóvel. A vi lutando contra si mesma, tentando evitar que seu corpo mandasse. Uma luta na qual ela já entrara derrotada. Quando deu conta de si, já estávamos nos beijando, já havíamos perdido o controle.

Daquele instante em diante, tudo o que consigo lembrar é de não lembrar de nada. De ser tomado pela fúria, pela sede, pelo ódio, pela vingança. O sabor da boca se tornou muito mais forte do que o esperado, muito mais delicioso, o cheiro muito mais agradável. Senti a textura da pele, macia, suave, sutil.

Hoje, o que enfrento são consequências. Pensamentos que não mais me dizem respeito, mas à ela. Hoje, estou completamente perdido. Fugindo, tentando evitar que o pior aconteça.

A verdade é que já é tarde demais.

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September 20, 04:18 PM

O silêncio aos poucos retorna. Desta vez muito mais profundo, muito mais denso e poderoso. Desta vez ele é autônomo. Surge a hora que bem entende e não mais depende de fatores externos. É um silêncio auto-induzido. Forte. É um silêncio curativo. É um silêncio de intenções, de sofrimentos, de felicidade. Acima de tudo, de felicidade.

É tão sutil quanto a mais pura afeição. É tão longo quanto uma estrada até a China. Cheira ao perfume que lembra o amor. Lembra o amor que surgiu do silêncio que trouxe a felicidade que motivou o sofrimento que agora motiva a ressurreição. É filho da felicidade e do sofrimento. E, como todo filho, rebelde, quer libertar-se. Ultrapassar os limites impostos por aqueles que o geraram.

Esse filho, o silêncio, é sereno. Ele carrega um sorriso banhado em lágrimas. Tem um brilho no olhar, uma voz calma. Tem mãos precisas. Acolhe e protege. É pesado, se necessário.

Ele tem um objetivo. Prepara bases para algo maior. Queima com a esperança e a aspiração de um futuro que, hoje, é uma coisa do passado. Porém, não para ele.

O silêncio está no mesmo lugar de sempre.

Ele nada espera e, no entanto, é pura paciência.

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July 31, 06:34 PM

Tarde de sábado e muita vontade de tocar. A música têm feito falta, então resolvi colocar a mão na massa.

Este é um pequeno instrumental sem muito compromisso.

Just fucking playing. ;)

Abraços!

Apócrifo_-_Solidão_Noturna.mp3 Listen on Posterous

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April 14, 12:36 PM

 

Elefantes ou marfim?

 

Eu acabei de assinar uma petição urgente, pedindo que elefantes sejam protegidos da caça ilegal para fins comerciais. Há um risco de que a proibição mundial dessa prática seja enfraquecida -- esse tópico está sendo discutido na convenção da ONU esta semana! 

 

A petição será entregue diretamente à convenção, então eu achei que você pudesse se interessar em assinar também -- clique abaixo:

 

 

Obrigado! (Leia mais abaixo) 

 

-----------

 

Caros amigos,

 

Em poucos dias dois governos africanos vão tentar acabar com a proibição mundial do comércio de marfim -- essa decisão pode acabar com toda a população de elefantes e colocar estes animais mais próximos de extinção.

 

A Tanzania e a Zâmbia estão fazendo lobby junto à ONU para conseguirem exceções à proibição. Se isto acontecer, os traficantes de marfim verão que a proteção mundial está enfraquecida e que a temporada de caça está aberta. Outros países africanos são contra o fim desta lei e estão propondo uma extensão dela por mais 20 anos.

 

Nossa melhor chance de salvar os últimos elefantes do continente africano é apoiando os conservacionistas da África. Nós temos poucos dias até a reunião do Grupo de Espécies em Extinção da ONU que só se reúne a cada 3 anos. Clique abaixo para assinar a petição urgente pela proteção dos elefantes e encaminhe esse email para que possamos entregar milhares de assinaturas na reunião:

 

 

Há mais de 20 anos, a Convenção do Comércio a Espécies em Estinção (CITES) estabeleceu uma proibição mundial ao comércio de marfim. A caça ilegal para fins comerciais foi abolida e os preços do marfim subiram. O pouco policiamento e a vontade de reverter essa lei por países como a Tanzania e a Zâmbia, fizeram com que o comércio ilegal desse material se tornasse lucrativo -- caçadores ilegais organizam esquemas para misturar o marfim com os produtos legais.

 

Mesmo com a proibição mundial, mais de 30.000 elefantes são mortos todo ano e seus dentes arrancados com machados e motoserras por caçadores ilegais. Caso a Tanzania e a Zâmbia consigam reverter esta lei, a situação ficar ainda pior.

 

Nós temos uma chance única esta semana, podendo extender a proibição e reprimir a caça ilegal, antes que se percam ainda mais elefantes -- assine a petição agora e encaminhe esta mensagem para todos que você conhece:

 

 

Em diferentes culturas do mundo e através da nossa história, elefantes são reverenciados por religiões e despertam o nosso imaginário com personagens como Babar e Dumbo. No entanto, atualmente, esta lindas e inteligentes criaturas estão sendo aniquiladas. 

 

Enquanto houver demanda por marfim, a caça ilegal para fins comercias continuará a existir. Nós podemos proteger estes animais e acabar com os lucros desta indústria criminosa -- Assine a petição agora:

 

 

Com esperança,

 

Alice, Iain, Raluca, Graziela, Paul, Luis, Paula Benjamin, David, Ben e toda a equipe Avaaz

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April 10, 12:39 PM

Stop trying and do it.


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Luciano Ribeiro

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March 30, 10:55 AM

Wallpaper que eu fiz pra passar o tempo ;)

Tava assistindo o Clube da Luta e veio a inspiração.

 

 

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Luciano Ribeiro

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March 14, 07:10 PM

Não Adianta by Apócrifo Listen on Posterous

Para ressuscitar meus trabalhos musicais, vou começar re-postando algumas composições, para quem ainda não conhece. A primeira delas é "Não Adianta" que eu publiquei pelo projeto Apócrifo, já tem um tempinho.

Luciano Ribeiro
Lembrem-se: todos vamos morrer.

Não Adianta
Luciano Ribeiro

Não adianta parar e esperar
Não adianta virar pra trás e olhar
Não adianta tentar mais uma vez
Não adianta mentir mais pra vocês
Não adianta pedir uma migalha
Não adianta nem jogar a toalha
Não adianta lamentar a derrota
Não adianta insistir com um idiota

Você pode até tentar
Você pode até tentar
Mas não vai dar
Você não vai conseguir negar

Não adianta olhar para o retrato
Não adianta viver amargurado
Não adianta fazer outro caminho
Não adianta querer tudo de volta
Não adianta ir pro bar encher a cara
Não adianta nem dar a cara a tapa
Não adianta tentar um suicídio
Não adianta nem mesmo ir pro hospício

Você pode até tentar
Você pode até tentar
Mas não vai dar
Você não vai conseguir negar

Você pode até tentar
Você pode até tentar
Você pode até tentar
Você pode até tentar

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March 14, 04:03 PM

Ele finalmente sentiu a emoção que tanto procurava. Ele percebeu, teve a lição que precisava. A peça que faltava se encaixou. E agora, lembrou da necessidade de mudar, de relaxar, se deixar levar, permitir.

Não mais controle. Não mais concentração. Não mais certeza. O momento é de morrer outra vez. Em apenas um dia. Fazer as malas e rumar pra outro lugar. O paraíso que existe bem ali, na casa ao lado. No prédio ao lado, no andar de cima ou de baixo. No elevador, no corredor. No mesmo quarto, na mesma cama.

O momento é de percorrer outros paraísos. Rir das velhas crises. Contar histórias pros filhos que não existem. Colher os frutos que nunca foram plantados. Projetar-se no futuro e vivê-lo em pleno presente. Com todas as sensações, com todo o peso, com toda a carne.

Ele passou tanto tempo tentando ir longe, mudar e crescer. Agora é hora de compartilhar.

E o destino continua ali, rindo…

Luciano Ribeiro

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