Fernanda Pineda

Atriz, produtora, bad hair lifetime ambulante. Trabalha no UOL, aficcionada por internet desde os 12, graduada em Comunicação Social - Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero em 2009. 21 anos, São Paulo, apaixonada por cinema, gatos e arte.

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February 09, 10:48 AM

foto via

A Campus Party está bombando de coisas legais esta semana inteira e desta vez tenho um convite muito especial para fazer para quem pretende ir ao evento!

Neste sábado (11) rola o debate “Web Para Meninas” a partir das 17h15 no palco de Mídias Sociais e eu estarei por lá conversando com várias poderosas da internet brasileira sobre o poder que nós mulheres temos online.

Vou mediar um super papo que vai contar com Julia Petit, Nina Lemos, Giovana Penatti, Lola Aronovich e Daniela Dantas. Time de peso!

Vamos falar sobre o comportamento feminino online, produção de conteúdo e público alvo e também questões mais delicadas como super exposição X privacidade. Certamente vai bombar!

Quem não puder ir, aproveita para deixar perguntas aqui, depois conto tudinho como foi! ;)

Mais detalhes sobre o debate, você encontra aqui. 


February 08, 10:40 AM

Supercombo de histórias de viagens, junto com dicas para evitar ter dor de cabeça nas férias! Post gigante, para guardar e mandar para aquele seu amigo de primeira viagem: tem dica sobre como escolher restaurantes, que remédios levar, como contratar seguro de saúde para viajar e o que fazer em caso de roubo. Tem uma dúvida? Deixa aí nos comentários que eu tento ajudar! Mais dicas de viagem você encontra nesta tag!

Todas as imagens deste post são minhas, tiradas em viagens. Algumas estão no flickr; outras estão a caminho!

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admita: você já pagou um mico de viagem! 

É impressionante como ser turista profissional se tornou um objetivo a ser conquistado por todos. Todo mundo faz viagem perfeita, volta com mil dicas in-dis-pen-sá-veis para dar para os amigos e acha que tem o melhor roteiro de compras depois de ter ido uma única vez para Miami. Já repararam?

Estou exagerando, mas já notou como ninguém conta que perdeu avião, foi enganado pelo taxista ou chegou naquele restaurante hiper cool quando já estava fechado? Pois saibam que estes erros te ajudam sim a se tornar um turista mais esperto com o tempo – e obviamente fazem parte de qualquer viagem, não há nenhum pecado nisso.

Como o Carnaval vem aí e muita gente aproveita o feriado pra viajar, resolvi fazer este post para contar algumas das piores roubadas que já aconteceram comigo e o que aprendi com o erro, para tentar evitar que vocês passem por isso também.

No meu Guia de Viagem sobre Buenos Aires contei que fui roubada no metrô, mas tenho muuuito mais que isso para contar pra vocês… hehe Respirem fundo, riam de mim e vejam se conseguem aprender um pouquinho com o meu top 5 de gafes em viagens:

1 – Sempre vai ter alguém que fala português

aquele carinha ali no canto pode ser brasileiro, nunca se esqueça!

Nunca me esqueço do dia em que encontramos um cara que falava português no meio de uma estação de trem vazia de Paris. Estávamos Larissa, Eddie e eu tentando passar pelas catracas com um bilhete problemático e todos os guichês estavam fechados para que pudéssemos comprar bilhetes novos. Ou melhor, eles precisavam comprar bilhetes novos, porque eu já estava lá do outro lado.

Rindo da nossa desgraça e pensando que teríamos que jogar alguns euros e um passeio no lixo, me surge um cidadão ao longe. O rapaz era um anão de terno, muito bem alinhado, só que a cena foi tão inusitada que começamos a rir feito loucos. E falar português, obviamente. Agora você aí, leitor, adivinhe quem nos ajudou a resolver o caso? O próprio anão. Não sei o que ele fez, mas os tickets funcionaram e ele só disse “vou ajudar vocês, sou português!”. Agradecemos demais e ele disse, com aquele sotaque legal de Lisboa: “não tem de que!”.

Como evitar a gafe: haja como se sempre todos entendessem o que você diz. Isso vale também para aquela vontade danada que dá de gritar mil palavrões enquanto você está de ponta cabeça girando bem rápido num brinquedo de parque temático da Flórida.

2 – Cheguei no ponto turístico fechado – ou faltando meia hora para fechar

o famigerado museu de Frankfurt: fechado!

Essa é um clássico. Mesmo já tendo ido a Buenos Aires e já tendo visitado o Cemitério da Recoleta, cheguei atrasada agora recentemente quando estava com o Rafael para fazer o passeio. Sabíamos bem o horário, mas infelizmente não deu tempo. Ficou para a próxima viagem.

Outro caso foi durante meu mochilão, quando cheguei no Museu de Arte Moderna de Frankfurt louca para ver um Lichtenstein. Era horário comercial, era dia útil, tudo certinho – mas estava fechado. Para obras. Durante 12 dias. Não dizia no site. Bacana, né?

Por fim, teve também o Museu de Orsay em Paris que visitei pela primeira vez em apenas **meia hora**, ouvindo a mulher anunciar que todo mundo ia ficar preso e ver os quadros tomarem vida à noite dali a pouco. Brincadeiras à parte, fiquei feliz de visitá-lo novamente ano passado nas férias e pude perder algumas horas por lá para dar a atenção que  Renoir, Degas, Monet e Van Gogh mereciam.

Como evitar a gafe: confira todos os horários no seu guia turístico e no site oficial do local que você vai visitar. No caso de museus, por exemplo, vale checar até para ver que dias não abrem, se há horários alternativos (alguns abrem mais tarde e ficam até mais tarde, por exemplo), se há dias de ingresso gratuito e se haverá algum evento tipo “noite no museu” enquanto você estiver na cidade. Pesquise direitinho e monte seu roteiro, mesmo que você dê com a cara na porta, igual aconteceu comigo em Frankfurt. Em todo caso, esse nosso problema poderia ter sido resolvido perguntando para alguém do hotel antes de sair. Mas quem ia imaginar, né? rs

3 – Segui uma dica de restaurante “exótico”

um dos salões do meu restaurante favorito em Buenos Aires, o Grand Parrilla del Plata

Antes de embarcar para Buenos Aires em 2010, comprei um guia bem atualizado que me ajudou bastante. Mergulhei de cabeça nas dicas de restaurantes e me prometi que ia comer bem por lá, e que ia comer coisas diferentes também.

No meio do mar de sugestões (Bs As tem muitos restaurantes interessantes!), uma casa chamava a atenção por ter “clima intimista” e “pratos com carne que fugiam da parrilla tradicional”. Fiquei curiosa e marquei para ir. Chegando lá, vi que as carnes fugiam bem do tradicional mesmo: era um menu de alguns passos que incluía carne de tubarão, jabuti e outras iguarias mil.

A parte boa foi que escapamos de lá e descobrimos o restaurante que se tornou meu favorito na cidade, o Grand Parrilla del Plata. O engraçado é que ele também era apresentado pelo meu guia, mas não dei tanta atenção! rs

Como evitar a gafe: sabe o bom e velho cardápio ilustrado? Pois é. In loco não é uma prática super elegante, mas nos sites, certamente é. Esse restaurante inventivo tinha uma página super minimalista e não deu para ter noção do que íamos encontrar. Portanto, se quiser algo diferente do tradicional, já sabe: tente dar uma olhadinha no que é antes de ir. No caso de Bs As, vale dar um search no Guía Oleo, que traz resenhas de praticamente todos os restaurantes da cidade, assim como horário de funcionamento e gasto médio por pessoa no almoço e no jantar. O site é muito bom e usei bastante quando viajei para lá de novo para o Revéillon!


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4 – Piriri com cachorro-quente francês

esse croissant estava ótimo, mas o hot dog…

Já que entramos no assunto comida, preciso falar da primeira e única vez que passei muito, muito mal em viagem. Não vou entrar em detalhes porque o intertítulo já diz tudo, mas preciso dizer que não foi com um sanduba qualquer, de barraquinha. Comemos num bar legal e me arrependi amargamente por longos três dias.

Fiz passeios em Paris sofrendo e infelizmente o Eno que eu tinha levado não deu conta do recado. A sorte foi que a Jana, amiga brasileira que mora lá, fez todos os passeios conosco e explicou minha situação para uma farmacêutica, que me deu um belo remedinho.

Como evitar a gafe: primeiramente, saúde em viagens longas é coisa séria. Nunca viaje por mais de dez dias sem fazer um seguro de saúde internacional – é bem fácil fazer, não é caro e todas as empresas de turismo vendem. Imagine se você escorrega e cai num passeio qualquer, quebra um braço e tem de pagar tudo do próprio bolso? Complicado!

No caso de situações mais simples como essa minha, aquela “farmacinha” da necessaire dá conta do recado tranquilamente. É importante sempre levar alguns remédios básicos com você, pois nunca sabe como será a formulação da medicação em outro país, já que poucas coisas são tão universais quanto aspirina e advil. Eu tenho alguns remédios essenciais que sempre levo comigo para viajar. A questão é que eu nunca tinha tido problemas com *comida* e não caprichei nessa parte, achei que o Eno ia voltar intacto pra casa. Não preciso nem dizer: tá aí um erro que nunca mais cometerei, até porque depois do episódio me mostrei sensível a comidas estranhas em outras ocasiões.

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5 – Pickpockets de metrô e outros oportunistas do mal

busão ou metrô lotado? fique atento e evite dor de cabeça! 

Apesar desta foto ser de um ônibus lindo e alegre de Salzburg, cidade super tranqüila da Áustria, não tive experiências tão “tranqüilas” em Buenos Aires e em Paris.

Primeiro foi em Buenos Aires, no final de 2010, quando tive minha carteira roubada por um pickpocket no metrô lotado. Por mais que você tome cuidado, esses caras são realmente muito rápidos. Para vocês terem ideia, eu estava entrando por uma porta do trem e indo encostar do outro lado. Apenas isso. E fui roubada.

A sensação é horrorosa, perdi algum dinheiro, perdi o dia do passeio e ainda tive que correr para cancelar o cartão de crédito que  estava na carteira (e não na famosa pochete invisível, por baixo da roupa). Depois dessa, não preciso nem dizer que carteira virou lugar de dinheiro e nada mais, né?

A situação aconteceu novamente em Paris, em junho do ano passado, só que na escadaria do metrô. Os oportunistas, além de rápidos, acham que são mais rápidos que você – mas dessa vez não deu.

Enquanto eu subia uma escadaria imensa da estação de Montmartre e me afastei um pouco das amigas, um rapaz bem arrumado começou a andar atrás de mim normalmente, até que senti uma mexida leve na alça da bolsa e olhei para trás. Quando vi, já estava o meliante com a minha carteira na mão (!!). Valentona (e sem noção) gritei com ele e peguei minha carteira de volta. Ele virou para trás e saiu correndo.

Como evitar a gafe: primeiro, preste sempre muita a atenção. Os oportunistas surgem em todos os lugares e nem sempre tem uma postura suspeita. Em segundo lugar, use a tal pochete invisível. Por mais que todos os guias de estilo insistam em dizer para você não usar o raio da bolsinha por baixo da roupa para não ser “cafona”, saibam que ela é, sim, a melhor forma de carregar seu dinheiro, cartões e documento com segurança. E isso não há estilo que pague (o que é um voluminho dentro do jeans, minha gente?!).

Use a carteira apenas para guardar o trocado, as moedas e algum dinheirinho para refeições e passeios.  Seu documento, seu cartão de crédito e o restante do dinheiro que você quer levar, inclusive uma quantia reserva, devem ir na “pochete invisível” por baixo da sua roupa. Quem já teve sua carteira recheada roubada ou mesmo sua bolsa levada, sabe muito bem do que estou falando.

Em algumas cidades da Europa, e me arrisco a dizer que na maior parte delas, os oportunistas são muito mais ativos do que ladrões mais “perigosos”, digamos assim. Em Barcelona, por exemplo, nenhum bar ou restaurante aconselha que você deixe sua bolsa e câmera fotográfica na cadeira ao seu lado ou em cima da mesa, por conta do risco de alguém passar correndo  e levar.

Antes de viajar, a primeira tarefa é verificar se seu passaporte está em dia. A segunda é comprar uma pochete invisível. É possível encontrar essas bolsinhas em lojas como a Le Postiche e no próprio Duty Free. Também já encontrei em farmácias grandonas nos EUA e em Buenos Aires.

Se mesmo com tudo isso você for roubado, não deixe de fazer um BO, especialmente se o furto/roubo aconteceu dentro do metrô! É importante deixar o caso registrado e ter uma prova legal do que houve caso você perca o passaporte e precise entrar em contato com a embaixada do Brasil.

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E um bônus, uma gafe da qual fui vítima: abrir a porta do banheiro com gente dentro (!!)

o hostel Pirwa, onde fiquei em Cuzco

Quando viajei para o Peru para visitar Machu Picchu, passei alguns dias em Cuzco, num hostel bem ajeitadinho e lotado de gente do mundo inteiro (comecei a contar sobre essa viagem aqui, mas o tempo passou e fiquei devendo, my bad!).

O clima era incrível, o pessoal era super simpático, mas o problema foi que nosso quarto, mesmo sendo privativo (com uma cama de casal apenas) não tinha banheiro próprio. O hostel estava cheio e ficamos sem opções, já que viajávamos com mais gente e eles já tinham conseguido o quarto por lá.

Fazer xixizinhos básicos, escovar os dentes e lavar o rosto era bem sossegado, o problema mesmo era o banheiro coletivo para tomar banho. No segundo dia, descobri um banheiro single com chuveiro no corredor dos quartos e tomei banho lá, sozinha, tranqüila e na paz.

Assim foi até que num dia de festança eu estava no chuveiro e um gringo bêbado tentava a todo custo entrar no banheiro. Entre gritos em inglês de “there’s someone here” e “are you crazy man”, o cara esbofeteou a porta sanfonada até quase conseguir entrar. Imaginem minha cara de pânico, né? Pelada, molhada e agarrando a cortina pra poder tocar o cara pra fora e me cobrir ao mesmo tempo.

Provavelmente o malucão gigantesco e rosado queria vomitar seu porre de pisco e procurava um banheiro a todo custo, só consigo considerar essa hipótese.

Aí você me pergunta: o que fazer nesse caso? Pois digo: evite a todo custo ficar em hostels com banheiros compartilhados. Prefira sempre os quartos com banheiro dentro, mesmo que você tenha de dividir o banheiro com outros hóspedes no seu dormitório. É óbvio que muita gente viaja nesse esquema e nunca teve problemas, mas eu realmente não quero passar por essa experiência novamente. E claro, né? Se beber, não aja como um ogro em fúria! hahaha

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ps: depois desse post IMENSO, quero saber dos micos de viagem de vocês! Alguém já passou por algo parecido?? heheh


February 07, 05:02 PM

Para ver tudo o que já contei nesta tag, clique aqui.

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a Glossybox que chegou em casa na sexta

Quando a gente tem que reclamar, reclama. Mas quando tem que elogiar, também elogia. Depois de falar sobre o meu descontentamento com a Glossybox Premium (e ouvir os casos de vocês) neste post aqui, dei a famosa segunda chance e fui surpreendida com a caixa “natalina”, que veio sim mais parrudinha, como todos esperavam.

Passado o tempo, foi janeiro, chegou fevereiro e recebi esta caixa rechada, com sabonete líquido hidratante para o rosto Hidrafil, óleo de Arnica para massagem da Weleda, protetor solar com cor SpectraBAN num tamanho ok para testar (milagre!), duas miniaturas de creme L’Occitane para os pés e para as mãos e mais duas amostras de protetor solar da Sol de Janeiro. Ou seja: finalmente deu para não se incomodar com as amostrinhas de protetor solar, já que o resto da caixa compensou!

Os produtos, em detalhes:

sabonete Hidrafil e óleo de massagem de arnica da Weleda

protetor solar com cor SpectraBAN e miniaturas de hidratantes da L’Occitane, ótimos para por na bolsa!

Essa caixa eu realmente gostei. Não sei se eles melhoraram o serviço, não sei se leram minhas reclamações no Twitter (@loverox, segue!) e aqui no blog e resolveram me dar um “cala boca”, mas gostei do que recebi. Como sempre, vamos ver se a coisa continua assim, porque se continuar, vai valer a pena mesmo!

Vocês já receberam as caixinhas de vocês? Gostaram do que veio? Por enquanto, já sei que vou usar o óleo de massagem e os creminhos da L’Occitane. Já o protetor da SpectraBAN eu achei um pouco pesado e oleoso, vai ser só pra quando for pra praia!

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February 06, 10:32 AM

Não sei se os diretores de clipes acordaram e tiveram a mesma ideia ou se os músicos não andam muito afim de ficar atuando o tempo todo nos vídeos, mas é fato que há uma tendência se intalando aí: um monte de clipes recentes contam com atores mirins fofíssimos como protagonistas.

Tem a mini Jessie J no clipe de “Who’s Laughing Now“, um bando de crianças do mal em “Helena Beat” do Foster The People, ” do Scissor Sisters e até o não tão novinho, mas já famoso, Ryan Lee, que faz parte do elenco principal do filme “Super 8″ e protagoniza o clipe de “Titanium” do David Guetta. Ele tem 15 anos, mas aparenta menos, fazer o que né?

Dá o play e se diverte com esses cinco clipes com crianças prodígio:


Jessie J – “Who’s Laughing Now”

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David Guetta feat. Sia – “Titanium”

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M83 – “Midnight City”

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Foster The People – “Helena Beat”

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Scissor Sisters – “Shady love”
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February 04, 05:33 PM

um olho no peixe, outro no gato

Logo mais tem Superbowl e a super performance anunciada essa semana inteira de Madonna ao lado de M.I.A., Nick Minaj e grande elenco (parei de ler quando ficou gente demais! rs), mas na sexta já tivemos o prazer de ver o clipe novo de Madonna, que dá um belo tapa na cara em quem acha que deu a hora dela pendurar as chuteiras.

Tirando Lady Gaga, que sempre jura que não se inspira nem nunca se inspirou em Madonna (ahan!), imagino que todas as outras cantoras pop tenham se revirado um pouquinho ao ver a rainha mãe sambando na cara da sociedade (não tem outra expressão!):


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Ao mesmo tempo em que Madonna lançava esse clipe superpop para uma música superpop não tão boa, mas mega divertida, a parceira de single M.I.A. lançava também seu novo clipe, “Bad Girls”, para aproveitar o hype:


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E daí que se Madonna tinha humilhado pela excelente forma e pela tranqüilidade em fazer música escapista aos 50 anos e trálálá, M.I.A. vem e mostra que dá pra fazer parceria popularzona para comprar o leite das crianças, mas que dá para continuar sendo cool, interessante e fazendo música boa também.

Enquanto todas as outras não tem cara nem coragem para lançar um vídeo como este e muito menos como o verdadeiramente polêmico “Born Free”, só gente com muito talento consegue surfar nas duas ondas e ainda inspirar artistas de todos os meios. Tá de parabéns, dona M.I.A..

(E, enfim, sobre a Nick Minaj eu não vou comentar nada, porque não entendo o que raios a Madonna e o mundo viram nela. NEXT!)


February 02, 03:33 PM

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Lançou o disco, saiu na Vogue britânica. E quem segura a menina agora? Quem pegou raivinha? Quem agarrou amor pela criatura? Quem acha que ela já abandonou suas raízes e virou hype demais?

Haters gonna hate – continuo amando.


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