Análise Técnica Clássica de Flávio Lemos,CMT , CFP, MBA, Series 3,4,7, 24

Visite o Fórum do livro

Conheça os cursos da Trader Brasil

Teste 5 dias grátis a Consultoria Online

• O livro: “Análise Técnica Clássica - com as mais recentes estratégias da Expo Trader Brasil” lançado pela Editora Saraiva, já é considerado fonte de consulta para analistas de qualquer tipo – fundamentalistas, técnicos, quantitativos etc. – que queiram desenvolver e aprimorar seus métodos.

• Com apêndice de John Murphy e prefácio de Greg Morris, o livro da Editora Saraiva pode ser utilizada como fonte de consulta para analistas que queiram desenvolver e aprimorar seus métodos no estudo da análise gráfica no Brasil, que vai incrementar o potencial do profissional e ajudá-lo a explorar um dos mercados de capitais que mais crescem no mundo inteiro.

• Neste título o autor aborda as teorias sobre o movimento dos preços no mercado, além de algumas curiosidades como o caso Naji Nahas e o escândalo do banco Marka na visão dos gráficos e suas influencias sobre o mercado financeiro.

Compre já aqui !

Posts

February 02, 10:23 AM

Analistas indicam quais cuidados tomar no mercado financeiro em 2012 e quais investimentos oferecem menor probabilidade de prejuízo

O Globo 2 fev-2012 Como investir 2012

Entenda como funciona cada produto financeiro

Poupança: Para abrir uma conta-poupança, basta procurar sua agência bancária ou abrir uma poupança no banco de preferência. Queridinha das pessoas físicas, a vantagem da aplicação é a isenção do Imposto de Renda e a facilidade de investir e sacar o dinheiro. A poupança tem um retorno fixo baseado na Taxa Referencial (TR) mais 6% ao ano

Previdência privada: Os planos de previdência privada oferecidos por bancos e seguradoras são opções de investimento para quem deseja um rendimento pago de maneira parecida à aposentadoria do INSS. Existem dois tipos de plano de previdência privada (PGBL e VGBL). O PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) permite deduzir o valor das contribuições da base de cálculo do Imposto de Renda (IR), com limite de 12% da renda bruta anual. É indicado para quem faz a declaração completa do IR, que permite a dedução. Quando sacar o benefício, o IR é cobrado sobre o valor resgatado, exatamente como acontece com os salários. Já no VGBL (Vida Geradora de Benefício Livre) o investidor é tributado apenas sobre o ganh e no resgate do plano, mas o valor investido não é deduzido do IR. É mais indicado para quem faz a declaração simplificada do IR.

Bolsa: Para investir no mercado de ações, opções e derivativos, o interessado precisa fazer com contato com uma corretora e abrir conta. É preciso ficar atento para custos administrativos como a taxa de custódia, que variam em cada empresa. O mercado de ações é arriscado para quem quer ganhar dinheiro do dia para a noite. O ideal é ter um horizonte de aplicação de, pelo menos, três anos ao decidir investir nesse mercado. É possível negociar os papéis pela internet. Existem taxas de corretagem (pagos à corretora), emolumentos (à Bolsa) e custódia (quem faz a liquidação das operações). O IR é isento para quem vender menos de R$ 20 mil em um mês.

CDB: (Certificado de Depósitos Bancários): São títulos emitidos pelos bancos que pagam remuneração por um período determinado. Podem ser prefixados e pós-fixados. Os vencimentos dos papéis variam em 30, 60, 90, 180 e 360 dias. Quanto mais tempo de aplicação e maior o valor aplicado, geralmente melhor a rentabilidade. Os bancos menores pagam um retorno melhor, mas podem ser mais arriscados. No caso de quebra da instituição, o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) cobre até R$ 70 mil da perda.

Fundos de Investimentos: Fundos de investimento são uma espécie de ‘condomínio’ que reúne vários investidores e junta seus recursos para aplicar em diversos ativos como títulos de renda fixa, ações e moeda estrangeira. O rendimento dessa aplicação é compartilhada na proporção do investimento feito por cada um investidor. São divididos em diferentes classes pela Associação Brasileira de Entidades do Mercado de Capitais (Anbima):

— Fundo de Renda Fixa: São fundos que têm o patrimônio aplicado em títulos prefixados. Rendem melhor em ciclos de queda da taxa de juros, a Selic. Os principais bancos do mercado oferecem esses fundos em suas agências. Quanto menor a aplicação mínima exigida, maior a taxa de administração cobrada pelo fundo. São competitivos em relação à caderneta de poupança quando cobram taxas de no máximo 2% ao ano. O IR varia de 15% (mais de dois anos) a 22,5% (abaixo de 180 dias).

— Fundo Referenciado DI: Esses fundos aplicam seu patrimônio em títulos pós-fixados, que acompanham os movimentos da taxa básica de juros (Selic) ou do CDI . Por isso, são mais procurados quando o Banco Central (BC) aumenta os juros para controlar a inflação. São muito oferecidos por bancos. Como fundos de renda fixa, são competitivos frente à poupança com taxas de até 2,5% ao ano. O IR também varia de 15% (mais de dois anos) a até 22,5% (abaixo de 180 dias).

— Fundo de Ações: São fundos que devem possuir, no mínimo, 67% da carteira em ações à vista, bônus ou recibos de subscrição, certificados de depósito de ações, cotas de fundos de ações, cotas dos fundos de índice de ações e Brazilian Depositary Receipts, classificados como nível II e III. Podem buscar oferecer rendimento equivalente à variação de índices como o Ibovespa e o Ibrx ou à média de setores de ações.

— ETF: São fundos formados por ações de diversas empresas, que acompanham o movimento dos principais índices da Bolsa. Todos os ETFs são compostos por dez ações no mercado normal. Para investir, basta procurar uma corretora que ofereça esse serviço.

— Fundo Multimercado: São fundos que podem investir com diferentes estratégias, alocando recursos na Bolsa, nos juros, em moedas e operações bastante sofisticadas. É possível perder dinheiro na aplicação. Por isso, especialistas recomendam procurar os melhores gestores ao escolher um desses fundos. O IR oscila entre 15% (mais de dois anos) a até 22,5% (abaixo de 180 dias).

— Fundo de Curto Prazo: São fundos que buscam retorno através de investimentos em títulos indexados à CDI ou à Selic ou em papéis prefixados, desde que indexados à CDI/Selic; no prazo máximo de 375 dias e prazo médio da carteira de, no máximo, 60 dias.

— Fundo Cambial: Fundos que aplicam pelo menos 80% de sua carteira na compra de euro ou dólar, ou derivativos dessas moedas. É uma aplicação que perdeu charme nos últimos anos. O fundo ganha quando o dólar ou o euro se valorizam. O problema é que a moeda americana entrou em tendência de desvalorização nos últimos anos. Costuma ser sugerido por especialistas em momentos de crises, quando o a moeda americana tende subir de preço. É oferecidos por bancos e gestoras.

— Fundo Imobiliário: Como demais fundos de investimentos, captam recursos para fazer um investimento. Neste caso, em empreendimentos imobiliários (comerciais e residenciais). Os ganhos tem origem nos alugueis dos imóveis e propriedadades do fundo, que são distribuídos aos cotistas. O investimento mínimo varia de R$ 1 mil a R$ 5 mil. São oferecidos por bancos e corretoras. O rendimento é isento de imposto, uma das grandes vantagens da aplicação. O risco é, na hora de vender sua cota, demorar a encontrar um comprador.

— Fundo de dívida externa: São fundos que têm como objetivo investir preponderantemente em títulos representativos da dívida externa de responsabilidade da União.

Tesouro Direto: Para quem quer investir no Tesouro Direto, o caminho é abrir uma conta em uma corretora de valores e se informar sobre os títulos públicos que tendem a render mais nos próximos meses. No site do programa (www.tesourodireto.gov.br), há uma lista das corretoras participantes e os custos de operação. As corretoras não cobram taxa de administração para a compra do título, apenas de corretagem (algumas não cobram nem mesmo essa taxa). Quando vender os títulos ou eles vencerem, o investidor precisa lembrar que vai pagar imposto. Essa tributação é por uma tabela regressiva, que começa em 22,5% dos lucros das aplicações de até 180 dias corridos. Essa alíquota cai para 20% entre 181 e 360 dias, 17,5% para 361 a 720 dias e 15% para investimentos por mais de 720 dias. Confira o rendimento de cada papel, que pode ser pré-fixado no momento da compra ou pós-fixado (para acompanhar a variação da taxa Selic ou do IPCA):

— LTN (Letra do Tesouro Nacional)- Tem rendimento prefixado, definido no momento da compra. O rendimento é pago no momento do vencimento ou na venda do título

— NTN-F (Nota do Tesouro Nacional série F)- Tem rendimento prefixado, mas o investidor recebe a remuneração dos juros por meio de cupons semestrais

— LFT (Letra Financeira do Tesouro)- Tem rentabilidade pós-fixada, que varia segundo as oscilações da taxa básica, a Selic. O rendimento é pago no vencimento ou venda do título

— NTN-B (Nota do Tesouro Nacional série B)- A remuneração é definida por uma taxa fixa de juros, definida na compra, mais a correção pelo IPCA sobre o valor do papel. O Tesouro paga os juros semestralmente ao investidor, mas a correção do IPCA apenas no vencimento ou venda do papel

— NTN-Principal (Nota do Tesouro Nacional série B Principal)- Títulos com rentabilidade indexada ao IPCA mais juros acertados na compra, que não têm pagamento do cupom semestral. Tanto os juros como a correção da inflação sobre o valor do título são creditados ao investimento no vencimento ou venda do título

CRI (Certificado de recebível imobiliário) ou LCI (Letra de credito imobiliário): São títulos de longo prazo lastreados em empréstimos imobiliários que tenham sido “empacotados” por uma securitizadora. Imóveis financiados ou aluguéis podem ser “empacotados” em títulos por securitizadoras e, daí, originam rendimentos para o investidor. É preciso, no entanto, ficar atento ao risco de inadimplência de quem paga esses empréstimos. Alguns títulos aceitam investimentos a partir de R$ 1.000. A aplicação pode ser retirada na data de vencimento do título e por meio de parcelas (amortizações) pagas periodicamente ao longo do tempo. Caso queira efetuar o resgate da aplicação antes das datas contratadas, o investidor pode vendê-las na Bolsa. Há isenção de imposto de renda sobre os rendimentos para as pessoas físicas. Para investir em CRI, é necessário ser cliente de uma corretora que negocie este produto.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/como-aplicar-em-cada-investimento-3855082#ixzz1lEojIowZ
© 1996 – 2012. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.


Tagged: aonde investir 2012, cdb, como investir 2012, fundo di, lci, lft, ntn-b, poupança
February 02, 10:01 AM

Professor Lemos no Globo a mais do iPad


Tagged: globo a mais, ipad
January 30, 02:07 PM

Retorno de investidores estrangeiros à Bolsa e troca de comando na estatal quebram inferno astral de dois anos

O retorno dos investidores estrangeiros ao mercado brasileiro neste começo de ano provocou o que poucos profissionais da Bolsa imaginavam ser possível: uma escalada de 18% nos preços das ações da Petrobras, após um inferno astral de quase dois anos. E com a valorização, os cotistas de fundos de investimento dedicados aos papéis da estatal recuperaram em três semanas boa parte das perdas de 2011. Para analistas, o fôlego da Petrobras ainda não teria terminado na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), mas alertam que nada garante novas altas com as incertezas da crise europeia.

Os fundos de investimentos em Petrobras – não confundir com fundos FGTS/Petrobras, atualmente fechados para novos investidores – são oferecidos pelos principais bancos. São fundos que mantêm cerca de 90% do patrimônio em ações da empresa. Por isso, acompanham de perto o desempenho do papel na Bolsa. E com a alta, o retorno foi grande em janeiro em fundos oferecidos por Banco do Brasil (18,28%), Bradesco (16,76%), Caixa (18,82%), Itaú Unibanco (18,78%), HSBC (16,80%) e Santander (18,25%).

Valor de mercado tem
2ª maior alta global: US$38 bi

Além das pesadas compras de ações por investidores estrangeiros, que somam R$5,4 bilhões na Bolsa em 2012, a troca de comando da Petrobras contribuiu para a alta. O presidente da companhia, José Sergio Gabrielli, vai deixar o posto e dar lugar a Maria das Graças Foster, atual diretora de Gás e Energia. Segundo analistas, o perfil mais técnico de Graça trouxe mais confiança para o futuro da empresa.

- Executivos com perfil técnico e aumento de produção (de petróleo) conversam bem, são termos a fim – avalia Rogerio Zarpao, analista sênior de commodities da J. Safra Corretora, que tem recomendação de compra de Petrobras.

Com a notícia, o valor de mercado da Petrobras avançou US$38 bilhões no mês até agora. É a segunda maior alta do mundo, atrás apenas da Apple, que subiu US$39 bilhões. O resultado recupera parte das perdas de US$72 bilhões do papel no ano passado, que foi a segunda maior do mundo.

As equipes de análise das corretoras apostam que o papel pode chegar a R$30 nos próximos 12 meses, o que significa espaço para avanço de 20%. E os fundos de ações devem acompanhar isso. Essa valorização, no entanto, vai depender de uma série de fatores, como a evolução da crise europeia e os próprios resultados da Petrobras.

- Nós achamos que pode ter algum movimento de venda de ações da Petrobras nas próximas semanas, com investidores embolsando ganhos – explica Rafael Andreata, analista de investimentos da corretora Planner. – Mas mantemos nossa recomendação de compra porque acreditamos que o preço do barril de petróleo vai continuar em patamares elevados, na média de US$80 nos próximos sete anos

Investir via fundos pode ser mais atraente até R$5 mil

Segundo Ricardo Correa, analista da Ativa Corretora, a Petrobras é uma porta de entrada de investidores na Bolsa brasileira, inclusive para estrangeiros. E com o deslocamento de recursos de países europeus para emergentes, como o Brasil, pode haver espaço para mais valorização da estatal.

O investidor Alan da Silva Soares tem cotas de um fundo de ações da Petrobras, adquiridas originalmente por seu pai em 2004. Segundo ele, o fundo mantém 95% do patrimônio aplicado nas ações da companhia e outros 5% em títulos públicos federais, para facilitar os eventuais resgates de cotas dos investidores.

- Como temos o fundo há muito tempo, o balanço segue bastante favorável. Mas o dinheiro novo para aplicações não é destinado a esse fundo por causa da taxa de administração e do come-cotas, que fica com parte do retorno. Só não vendo as cotas para comprar ações diretamente na Bolsa por causa do custo dessa troca – avalia Soares.

Segundo cálculos de Flavio Lemos, diretor da Trader Brasil Escola de Investidores, as aplicações na Petrobras via fundos podem ser mais vantajosas até R$5 mil. Considerando uma alta de 20% no preço das ações, quem aplicou R$1 mil nas ações via fundos de investimento registrou um ganho líquido de R$167, valor que já desconta a taxa de administração. Com os mesmos R$1 mil, via uma corretora, o ganho teria sido de R$60, considerando corretagem, emolumentos e custódia.

- Só é preciso tomar cuidado porque os fundos também pagam essas taxas quando compram as ações, o que pode refletir indiretamente na rentabilidade. É preciso procurar, portanto, fundos com taxa de administração bem atraentes – explica Lemos.


Tagged: fundo de ações, petrobras
January 23, 02:39 PM

Código de Fundos passa a regular atividade de distribuição - 18/01/2012

nova versão do Código de Fundos de Investimento, em vigor desde o dia 18 de janeiro de 2012, passa a regular e supervisionar a atividade de distribuição de cotas dos fundos realizada pelas instituições financeiras.

O capítulo alterado, que trata da distribuição de cotas, esteve em audiência pública até o dia 29 de dezembro de 2011 e tem a finalidade de aumentar o escopo da autorregulação dos fundos de investimento.

Veja mais informações sobre as mudanças no Código no Informativo ANBIMA de janeiro.


Tagged: ANBIMA CPA 20
January 16, 09:11 AM

RIO – Com as fortes perdas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) por causa da crise, o Tesouro Direto foi um dos destinos favoritos das pessoas físicas no ano passado. O programa criado para popularizar os títulos da dívida pública — e que completou dez anos no começo de janeiro — encerrou 2011 com vendas de R$ 3,5 bilhões, um crescimento de 58% em comparação ao ano anterior. O retorno dos títulos variaram de 9,26% a 16,35%, um desempenho até superior aos juros básicos do país, a Selic, hoje em 11% ao ano. Segundo especialistas, o Tesouro Direto vai continuar uma das melhores aplicações neste ano, mesmo com os cortes previstos para os juros brasileiros.

Para quem quer investir no Tesouro Direto, o caminho é abrir uma conta em uma corretora de valores e se informar sobre os títulos públicos que tendem a render mais nos próximos meses. Uma dica é montar a carteira com diferentes tipos de títulos, entre prefixados e pós-fixados, e com variados vencimentos de médio prazo.

Flavio Lemos, diretor da Trader Brasil Escola de Investidores, recomenda uma carteira com 40% de LFT, 10% de LTN e 50% de NTN-B Principal. Neste último caso, a preferência pela NTN-B do tipo Principal é tributário: esse papel não paga os juros semestrais, que sofrem recolhimento de 22,5% de Imposto de Renda (IR).

— Em vez de virar imposto, os juros semestrais continuam rendendo. É uma aplicação melhor — explica Lemos.

O mercado financeiro prevê atualmente a Selic em 9,5% ao fim deste ano, o que implica corte de 1,5 ponto percentual na taxa até dezembro. O primeiro corte deve ocorrer na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) que termina nesta quarta-feira. O corte previsto para a reunião é de 0,5 ponto percentual. Já a inflação pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) está projetada em 5,31% ao fim deste ano, segundo as estimativas compiladas pelo boletim Focus, do Banco Central (BC).

Especialista em finanças, o professor Alexandre Espírito Santo, da ESPM, tem uma recomendação um pouco diferente dos colegas de mercado. Ele sugere concentrar as compras em títulos prefixados, as LTN, em vez de diversificar a carteira. Isso porque o professor acredita num corte da Selic para 9% ao fim do ano, maior que a do mercado.

— Quem estiver com esses títulos vai ter um retorno bom — explica o especialista.

Site do programa tem lista de corretoras participantes

Segundo os dados do Tesouro Nacional, 61.716 novos investidores se cadastraram no Tesouro Direto no ano passado, elevando para 276.373 o total de investidores do programa. Isso representa um aumento de quase 30% sobre o ano anterior.

Entre os novos investidores do Tesouro Direto, a economista Bruna Deboni, de 28 anos, comprou títulos públicos prefixados, com vencimento em 2015, acreditando que a taxa básica de juros será cortada.

— Fiquei surpresa pela facilidade de investir e pelos custos menores em comparação a um fundo de investimento oferecido por bancos, que cobra tarifas de 2,5% a 3% — explica Bruna, cliente da Ágora, e que vendeu suas ações em 2011.

O primeiro passo para investir no Tesouro Direto é estar cadastrado em uma corretora. No site do programa (www.tesourodireto.gov.br) há uma listas das corretoras participantes e os custos de operação. As corretoras não cobram taxa de administração para a compra do título, apenas de corretagem (algumas não cobram nem mesmo essa taxa).

Quando vender os títulos ou eles vencerem, o investidor precisa lembrar que vai pagar imposto. Essa tributação é por uma tabela regressiva, que começa em 22,5% dos lucros das aplicações de até 180 dias corridos. Essa alíquota cai para 20% entre 181 e 360 dias, 17,5% para 361 a 720 dias e 15% para investimentos por mais de 720 dias.

Neste ano, o Tesouro Direto deve ganhar novas regras que vão facilitar mais o acesso aos pequenos investidores. O valor mínimo de aplicação vai cair de R$ 100 para R$ 30 e será possível deixar programada a compra e venda dos títulos.


January 11, 02:42 PM

Livro Bege: Mercado imobiliário residencial permaneceu fraco no final de 2011.

Livro Bege: Pressões inflacionárias continuam limitadas.

Livro Bege: Atividade econômica cresceu em ritmo moderado no final de 2011.

Livro Bege: Demanda por empréstimos apresentou recuperação.

Livro Bege: Gastos dos consumidores apresentaram recuperação.

Livro Bege: Atividade Industrial teve expansão moderada na maioria dos estados.

Livro Bege: Recuperação econômica não vem sendo forte o suficiente para reduzir o desemprego.

 

Fonte: Broadcast


December 21, 02:53 PM

Um feliz Natal da Trader Brasil para você


Updates

Photos

abcdefghijklmnopqrstuvwxyz abcdefghijklmnopqrstuvwxyz