Análise Técnica Clássica de Flávio Lemos,CMT , CFP, MBA, Series 3,4,7, 24

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• O livro: “Análise Técnica Clássica - com as mais recentes estratégias da Expo Trader Brasil” lançado pela Editora Saraiva, já é considerado fonte de consulta para analistas de qualquer tipo – fundamentalistas, técnicos, quantitativos etc. – que queiram desenvolver e aprimorar seus métodos.

• Com apêndice de John Murphy e prefácio de Greg Morris, o livro da Editora Saraiva pode ser utilizada como fonte de consulta para analistas que queiram desenvolver e aprimorar seus métodos no estudo da análise gráfica no Brasil, que vai incrementar o potencial do profissional e ajudá-lo a explorar um dos mercados de capitais que mais crescem no mundo inteiro.

• Neste título o autor aborda as teorias sobre o movimento dos preços no mercado, além de algumas curiosidades como o caso Naji Nahas e o escândalo do banco Marka na visão dos gráficos e suas influencias sobre o mercado financeiro.

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May 21, 04:51 PM

Detalhes sobre produtos financeiros, contas e financiamentos que o gerente dificilmente
contaria ao cliente
Julia Wiltgen, EXame
São Paulo – Ao abrir uma conta, pedir um empréstimo ou fazer um investimento por meio do seu
banco, nem sempre as condições ficam claras. E mesmo quando o cliente leu todas as letras miúdas,
é possível que ele deixe de aproveitar algum benefício a que tinha direito ou mesmo que tenha alguma
surpresa desagradável por causa de desinformação. Veja a seguir 8 coisas que o cliente normalmente
não sabe e que os bancos muitas vezes não informam.

1. A quitação antecipada de uma dívida não deve ter custo
É proibida a cobrança de qualquer taxa por quitação antecipada de dívida – seja para fazer a
portabilidade do crédito, seja porque o devedor quer realmente pagar de uma vez o restante do
financiamento. Para financiamentos iniciados antes de 2007, essa cobrança ainda pode ocorrer, mas
nada impede que o cliente recorra à Justiça.
Porém, um mecanismo que pode ser usado para “driblar” a proibição acaba onerando o consumidor da
mesma forma. Quando quita sua dívida mais cedo, o devedor tem direito de pagar apenas o saldo
devedor referente ao principal, sem os juros. Isso de fato ocorre caso a dívida vença em até 12 meses.
Mas, de acordo com o economista Beto Veiga, ex-funcionário do Banco Central e autor de livros sobre
investimentos, quando o vencimento ocorre em um prazo maior que 12 meses, os bancos costumam
“trazer a prestação a valor presente”. Assim, se a Selic tiver tido redução desde o início do
financiamento até a data de quitação antecipada, o montante referente a juros fica menor. Na hora de
retirá-lo do bolo da dívida, o montante a ser pago acaba ficando maior do que deveria ser,
simplesmente porque o saldo devedor total não diminui. Ou seja, se de um saldo devedor de 100, 30
eram referentes a juros, o correto seria pagar apenas 70. Mas se o montante dos juros reduzir para 20,
o devedor terá que pagar 80. Na prática ocorreu uma “taxa” de 10.
2. Simulações de planos de previdência não são realistas
Planos de previdência tipo PGBL e VGBL estão entre os produtos mais oferecidos pelos gerentes a
seus clientes. Para atraí-los, os bancos alardeiam os incentivos tributários existentes para esses
fundos e costumam fazer simulações para mostrar, ao final de 20 ou 30 anos, o montante acumulado
para uma aposentadoria tranquila. Críticos desses produtos, porém, lembram que os parâmetros
utilizados para essas simulações muitas vezes são irreais.
“A pessoa acha que é só fazer o plano para conseguir se aposentar com a renda desejada, e não é
bem assim. O que gera a pensão mensal no futuro é o valor que foi acumulado no fundo”, diz Beto
Veiga. Ele lembra que não existe garantia alguma de se conseguir aquela renda mensal ao final da
aplicação, uma vez que o prazo de acumulação é longo demais para se fazer previsões.

Além disso, considerar uma rentabilidade mensal média elevada é fora da realidade: 0,8% ao mês, por
exemplo, já pode ser considerada alta demais. Os rendimentos de fundos de previdência são
“comidos” por taxas geralmente altas, além, é claro, da inflação, frequentemente desconsiderada nas
simulações. “A simulação tem que ser feita com juros reais, líquidos de impostos e de inflação. Hoje,
seria razoável considerar um retorno real de 2% ao ano, mais ou menos. Mas é claro que, com essa
taxa, o cliente não se sente tão estimulado a entrar no plano”, diz Beto Veiga.
3. VGBLs não são armas invencíveis no planejamento sucessório
Os planos de previdência tipo Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) podem ser transmitidos
diretamente os beneficiários em caso de morte do titular, sem necessidade de inventário e de
pagamento do Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doações (ITCMD). Os bancos usam essas
vantagens como argumento para vender esses produtos, mas elas são limitadas.
Em primeiro lugar, apesar de poder designar qualquer pessoa como beneficiário do VGBL, o titular deve
se preocupar em manter as regras de divisão de bens. Se estas não forem respeitadas, os herdeiros
que se sentirem lesados podem contestar a transmissão do VGBL, e este acabará bloqueado pela
Justiça, mesmo que já tenha passado para o nome dos beneficiários. Isso pode acontecer, por
exemplo, caso o titular com filhos ponha toda a sua fortuna em um VGBL em benefício de alguém que
não seja da família.
Em segundo lugar, não pagar ITCMD sobre o valor investido em VGBL pode não ser lá uma grande
vantagem. A alíquota desse imposto cobrado sobre as heranças transmitidas varia, mas em muitos
estados é de 4%. Só que o VGBL tem taxa de carregamento e taxa de administração que, dependendo
do número de anos que o dinheiro ficar investido, vão superar em muito esses 4% cobrados uma única
vez.
4. Título de Capitalização não é investimento
Os títulos de capitalização são muito rentáveis para os bancos, mas não rendem praticamente nada
para os aplicadores. O banco fica com um percentual elevado do dinheiro aplicado, e os juros incidem
apenas sobre o restante. É por isso que, embora vendido como um produto de rentabilidade igual à da
poupança, o título de capitalização, no final, rende menos que a caderneta.
O argumento das instituições financeiras é de que o título é uma forma de “guardar” dinheiro sem
sucumbir à tentação de resgatá-lo antes do tempo, e ainda concorrer a prêmios. O dinheiro fica “preso”
durante o período de carência, mas mesmo que seja resgatado depois disso, só se recupera parte da
aplicação inicial. Para se recuperar o total aplicado é imprescindível ficar até o vencimento.
O título de capitalização não deve ser encarado como investimento, mas sim como um jogo. É uma
espécie de loteria, em que o poupador concorre a sorteios e cujas chances de vencer são equiparáveis
às dos demais jogos do gênero. A diferença é que o dinheiro pode ser recuperado após o prazo do
título, praticamente sem rentabilidade alguma. “Depois que você aplica em um título de capitalização,
ele se torna o melhor investimento, porque o prejuízo é muito grande se você sair antes do
vencimento”, brinca Beto Veiga.
5. Você tem direito a uma conta gratuita 
Diversas instituições financeiras oferecem contas correntes isentas de tarifas para clientes que levam
sua conta salário para o banco, investem certas somas de dinheiro ou usam poucos serviços. Outra
modalidade interessante é a conta eletrônica, operada apenas via internet banking e isenta de custos.
As tarifas são cobradas separadamente caso o cliente precise usar algum serviço presencial na
agência. São oferecidas contas gratuitas nos bancos Santander, Itaú, Bradesco, Banco do Brasil,
HSBC e Caixa.
6. Você poderia pagar bem menos pelo seu carro
Veículos são financiados segundo a tabela Price, que utiliza o sistema de capitalização composta de
juros. Mas o devedor que quiser pedir uma revisão de contrato pode ganhar na Justiça o direito de ter
seu veículo financiado segundo o chamado Método de Gauss, que utiliza o regime de juros simples.
Pelo menos esse tem sido o entendimento da Justiça em muitos casos, diz o professor Anísio Castelo
Branco, presidente do Instituto Brasileiro de Finanças, Perícias e Cálculos (Ibrafin). “Quando o
questionamento não é aceito na primeira instância, é aceito na segunda. Aí o banco chama o cliente
para fazer um acordo”, diz Castelo Branco.
A redução no valor do financiamento é brutal quando se passa de um regime para o outro. Para um
valor financiado de 50.000 reais em 60 meses a juro de 1,75% ao mês, a prestação pela Tabela Price
será de 1.352,67 reais, enquanto que pelo método de Gauss a parcela fica a 1.126,68 reais. A diferença
total, sem correção, entre um método e outro será de 13.559,09 reais. Um mutuário que tenha pago 25
parcelas pode elevar essa diferença para 19.208,71 reais, pois a Lei permite que a diferença das
prestações já pagas seja devolvida em dobro.
7. Em um leasing, o carro não é seu – e isso é bom
Não que não seja claro que um contrato de leasing é, na realidade, um contrato de aluguel. Mas é que
algumas práticas do banco podem conferir-lhe tratamento de financiamento quando for conveniente.
Quando um cliente faz um leasing de um carro, as “prestações”, na realidade, são parcelas de aluguel,
e ao final do contrato, o cliente pode escolher se quer ficar com o carro ou devolvê-lo ao banco.
Por isso, o cliente tem direito de receber um carro novo caso o veículo seja roubado ou furtado na
vigência do contrato, ainda que não tenha seguro. Também pode devolver o carro no meio do contrato,
sem necessidade de pagar o restante das parcelas – como não se trata de um financiamento, não se
pode falar em “saldo devedor”.
O banco não pode “forçar” o cliente a ficar com o carro ao final do contrato. Há duas maneiras de
adquirir o bem: pagar apenas as parcelas de aluguel (contraprestação) e deixar para quitar o Valor
Residual Garantido (VGR) ao final; ou pagar a contraprestação e o VGR em conjunto, de forma
parcelada, até o fim do contrato. “O banco precisa consultar o cliente para fazer essa cobrança em
conjunto. Seja como for, quem tiver pago o VGR e não quiser ficar com o carro pode receber o dinheiro
de volta corrigido, desde que a decisão seja feita antes de quitar a última parcela”, explica professor
Anísio Castelo Branco.
8. Em financiamentos, só podem ser cobrados o valor financiado e o IOF
Tarifa de abertura de crédito (TAC), Gravame eletrônico, taxa de registro de contrato, tarifa de avaliação
de bens, tarifa de boleto bancário, serviços de terceiros e seguro prestamista são todas consideradas
cobranças indevidas. Em um financiamento, o banco só pode cobrar as prestações pelo valor
financiado com juros e o IOF. O cliente pode pedir que o banco retire as demais cobranças, caso elas
existam. “Mandar abrir uma conta para conceder um financiamento é direito do banco. Mas a instituição
não pode cobrar taxas em cima do contrato”, diz o advogado Antônio Bertoli Junior, sócio do Bertoli
Advogados Associados.
Se o banco se recusar a cancelá-las, o consumidor pode enviar uma notificação ao Banco Central e,
em último caso, entrar com uma ação no tribunal de pequenas causas. “Em cerca de cinco dias você
recebe uma resposta do BC, e o banco devolve o dinheiro na sua conta. Essas cobranças podem
elevar um financiamento em algo como 2.000, 5.000 reais”, diz Castelo Branco.


May 21, 11:29 AM

DIA 21/05/2012 COM PROFESSOR FLÁVIO LEMOS


May 21, 11:26 AM

RIO — Quem viu na queda do mercado, na semana passada, uma boa oportunidade para comprar ações por um preço mais barato precisa tomar cuidado. O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, pode continuar ladeira abaixo nos próximos meses. Segundo analistas técnicos, que usam gráficos para avaliar as tendências da Bolsa, a tendência é de baixa em curto, médio e longo prazos. Na sexta-feira passada, o Ibovespa fechou aos 54.513 pontos e acumulou uma queda semanal de 8,30%, o pior desempenho em dez meses. Se fechar abaixo dos 52.600 pontos nos próximos dias, o índice pode escorregar aos 47.800 e, depois, rumo aos 35 mil pontos.
Segundo Fernando Góes, analista da Octo Investimentos, o Ibovespa pode passar por uma breve recuperação esta semana, após o gráfico do mercado mostrar sinais de “repique” na sexta-feira passada. Nada que mude, porém, a tendência de curto prazo, que pode durar por três semanas.
— Não recomendaria aos investidores comprarem ações por causa de um repique. O momento é de cautela. A Bolsa está volátil, com fortes movimentos de preços — acrescenta Góes.
Para chegar a essas conclusões, os analistas gráficos seguem uma premissa: os fatores que fazem uma ação subir ou cair estão refletidos nas próprias cotações. Eles olham, portanto, os históricos de preços em gráficos, além dos volumes de negócios, para identificar os rumos que ações e índices vão tomar. E buscam imagens nos gráficos, que recebem nomes curiosos como “estrela cadente”, “martelo invertido” e “bebê abandonado”.

Segundo Flavio Lemos, diretor da Trader Brasil Escola de Investidores, os pequenos investidores devem, preferencialmente, usar as duas metodologias para tomar decisões. — A análise fundamentalista vai dizer, em suma, o que é bom para comprar, com boas perspectivas. A análise gráfica vai dizer o preço adequado e o momento oportuno para isso — acrescenta Lemos, autor do livro “Analise Técnica Clássica” (Editora Saraiva).


Bolsa vai ganhar tendência de alta acima dos 60 mil
Segundo Didi Aguiar, analista técnico da Icap Corretora, a tendência de alta do Ibovespa, iniciada em agosto do ano passado, chegou ao fim em 29 de março deste ano. Naquele pregão, o índice fechou em queda de 0,32%, aos 64.871 pontos. Para a frente, o Ibovespa encontrou um suporte — patamar no qual investidores consideram os preços baratos e voltam a comprar, provocando a recuperação das ações — aos 54.500 pontos, que foi o fundo do poço da Bolsa em novembro do ano passado.
— Se perder essa área, o índice volta aos 50 mil pontos. E as chances de isso acontecer são atualmente grandes — afirma Didi, reconhecido no mercado pela metodologia de análise chamada “agulhadas”, baseada no estudo de médias móveis aritméticas. — Quem não tem estômago para investir vendido (apostar na queda da Bolsa), o melhor é sair agora para não ficar engessado.
O Ibovespa chegou a acumular ganhos de 20,5% neste ano, em meados de março, com pesadas compras de estrangeiros. Mas essa tendência mudou. O índice acumula atualmente uma perda de 3,95% no ano. Somente em maio, o tombo até aqui foi de 11,82%.
Segundo Didi Aguiar, as chances de uma mudança na tendência de queda do mercado brasileiro, a médio e longo prazos, dependeria de o Ibovespa conseguir superar os 60 mil pontos. Nesse cenário, ele explica, o mercado poderia deslanchar até 66 mil pontos e, em seguida, rumo aos 70 mil pontos. Mas é pouco provável, por enquanto, que isso efetivamente ocorra.
Uma carta na manga do mercado seria a Bolsa de Xangai romper a barreira dos 2.450 pontos nos próximos sete dias. Ela está atualmente aos 2.378 pontos. Se isso ocorrer, surge no gráfico da Bolsa de Xangai a figura de um “ombro, cabeça e ombro invertido”, como chamam os analistas gráficos. Isso significaria um movimento importante na recuperação.
Márcio Noronha, analista técnico da Gradual Investimentos, afirma, contudo, que existem sinais no fluxo de investidores do mercado que também indica queda.
— Eu gostaria de estar otimista, mas tudo aponta para baixo. Há outros sinais, como estrangeiros vendendo ações e as pessoas físicas comprando. As pessoas acham que o papel está barato e compram. Mas o preço continua em queda. Ela acaba vendendo de volta ao investidor estrangeiro, mais barato. É quando o mercado costuma voltar a subir novamente — diz Noronha.
Vale e Petrobras em tendência de queda
Por se basear nos preços de ações e volumes de negócios, a análise gráfica não considera, por exemplo, ciclos econômicos e lucratividade das empresas ao recomendar compra ou venda de determinado papel. Por isso, a metodologia se contrapõe à chamada análise fundamentalista, que avalia os resultados das empresas e dados macroeconômicos.
Estrelas da Bovespa, Petrobras e Vale têm gerado pouco otimismo. Segundo os analistas gráficos, os papéis seguem o Ibovespa de perto e têm tendência de queda nos três cenários: de curto, médio e longo prazos.


May 07, 11:00 AM

Ação da PDG sobe 11,35% e lidera ganhos do Ibovespa na semana

04 de maio de 2012 • 18h30Por: Nara Faria

SÃO PAULO – As ações da PDG (PDGR3) despontaram como a maior alta no Ibovespa na semana entre os dias 30 de abril e 4 de maio, em um período movimentado para os ativos ligados ao setor imobiliário, que reagiram positivamente às mudanças nas regras na caderneta de poupança, anunciadas na última quinta-feira (3).

No período, as ações da companhia acumularam ganhos de 11,35%, sendo negociadas a R$ 5,10. Outras ações do setor acompanharam o cenário positivo e deram sequência as ganhos semanais, com a MRV (MRVE3,+8,18%, R$ 12,30) ocupando a segunda colocação no ranking de ganhos do índice, seguida pela Gafisa (GFSA3,+6,98%, R$ 3,83).

No mesmo sentido, Rossi (RSID3, R$ 8,27, +4,72%), Brookfield (BISA3, R$ 5,18, +2,57%) e Cyrela (CYRE3, R$ 15,78, +2,06%), também encerraram no campo positivo. Diante disso, o IMOB (Índice Imobiliário) encerrou o período com alta de 3,85%. O desempenho do setor foi oposto ao do principal benchmark brasileiro, que encerrou a semana em queda de 1,41%, aos 60.820 pontos.

Na opinião do analista da Trader Brasil Escola de Investidores, Alexandre Caldas Junior, a expectativa de queda para até 8% na taxa Selic no final do ano favorece o setor de construção civil. “A possibilidade de redução no juro tende a aumentar o número de financiamentos, contribuindo para a expansão de vendas dos projetos da construção civil”, afirma. 

Corrigindo as perdas
Vale mencionar ainda que a alta das ações da PDG sucede a forte queda registrada no mês de abril, quando os ativos PDGR3 lideram as perdas pelo principal benchmark brasileiro. As ações da companhia acumularam no último mês desvalorização de 28,68%, enquanto o Ibovespa fechou o período com queda de 4,17%, aos 61.820 pontos.

Diante disso, as ações da companhia ainda acumulam perdas de 13,56% no ano, o que contribui para o movimento de correção dos papéis.

“A companhia apresentou resultados bastante negativos nos semestre anteriores, o que provocou essas fortes quedas. Mas com esse anúncio de mudança na caderneta de poupança, as perspectivas tornam-se positivas tanto para a PDG, como para as demais companhias do setor imobiliário”, destaca o analista. 

No dia 4 de abril, a incorporadora revelou os resultados não auditados para o quarto trimestre de 2011, reportando um prejuízo de R$ 20,37 milhões e revertendo lucro de R$ 202,8 milhões reportado um ano antes. Na mesma data, a companhia reduziu o guidance de vendas, que indica projeção de lucros futuros ou de lançamentos de novos empreendimentos, para 2012.

Outros destaques de alta
Na sequência dos ganhos registrados pela PDG, MRV e Gafisa, apareceram entre os maiores ganhos no Ibovespa no período as ações da CCR (CCRO3, R$ 15,90, +6,43%) e Transmissão Paulista (TRPL4, R$ 65,10, R$ +5,20%).


May 03, 04:55 PM

Em meio a novas preocupações e com a piora do sentimento dos investidores com o cenário externo, principalmente no caso de Europa, optamos por incluir um ativo mais defensivo em nossa carteira. A AES Tietê é a empresa que melhor se encaixa nesse perfil, devido a sua elevada geração líquida de caixa e bom retorno médio sob a forma de dividendos. Além disso, preço spot de energia elétrica em elevação deve beneficiar companhias geradoras, como a Tietê.


May 03, 04:00 PM

Giulia Camillo  

 

As ações da Ambev já vêm em um movimento forte de alta, com valorização de 71,53% no ano e de 3,44% em abril

Comunidade

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A recomendação de Leandro Klem, analista gráfico da Trader Brasil, é de compra dos papéis, que fecharam o pregão de quinta-feira (12/4) cotadas a R$ 78,15, com alta de 1,10%.

As ações preferenciais da Ambev (AMBV4) entraram no radar da análise gráfica após romperem a resistência (ponto que, se superado, indica a possibilidade de continuidade de movimento de alta da ação) nos R$ 77,80.

A recomendação de Leandro Klem, analista gráfico da Trader Brasil, é de compra dos papéis, que fecharam o pregão de quinta-feira (12/4) cotadas a R$ 78,15, com alta de 1,10%.

“Agora a ação vai tentar a máxima do ano, perto dos R$ 80 até R$ 81″, indica Klem. Segundo ele, o papel está formando um W no gráfico diário, figura também chamada de fundo duplo.

“É quando o papel, depois de uma queda, testa uma resistência para tentar uma projeção de compra”, explica o analista.

Klem afirma que a próxima resistência do papel é nos R$ 80. No caso de uma queda, o suporte (patamar que, se perdido, aponta para uma chance de queda em sequência) mais próximo é em R$ 75,50. “Mas o suporte forte mesmo é nos R$ 73,20″, afirma.

Com o objetivo do investimento entre R$ 80 e R$ 81, o analista da Trader Brasil indica colocar um stop loss (ponto que, se alcançado, aponta a venda do papel) em R$ 77.

As ações da Ambev já vêm em um movimento forte de alta, com valorização de 17,53% no ano e de 3,44% em abril.

“Com o Ibovespa caindo (2,25% neste mês), a ação AMBV4 é uma opção defensiva e paga bons dividendos, o que é sempre bom ter na carteira”, conclui Leandro Klem. 


April 25, 01:00 PM

FED: Mantém taxa de juros entre 0,0% e 0,25%

FED: Mantém taxa de redesconto em 0,75%

FED: Decisão foi de 9 votos a favor contra um voto contra

FED: Economia tem se expandido em ritmo moderado

FED: Mercado de trabalho melhorou; desemprego ainda está elevado

FED: Setor imobiliário continua deprimido

FED: Inflação tem se acelerado, refletindo petróleo e gasolina

FED: Expectativas de inflação de longo prazo estáveis

FED: Crescimento é moderado, acelerando gradualmente

FED: Tensões financeiras globais ainda geram risco significativo

FED: Alta do petróleo e gasolina é visto como temporário

FED espera manter política monetária altamente acomodatícia

FED: Juros ficarão excepcionalmente baixos pelo menos até fim de 2014

FED: Lacker foi dissidente; não vê necessidade de juro baixo ate 2014

 

Fonte: Broadcast


April 11, 02:20 PM

FED: economia se expandiu em ritmo modesto a moderado

FED: manufatura continuou a crescer em maior parte dos distritos

FED: industria otimistas com crescimento; petróleo preocupa

FED: temperatura amena ajudou a impulsionar as vendas no varejo

FED: cenário de gastos domésticos é encorajador

FED: preços de combustíveis são uma preocupação

FED: marcado imobiliário residencial mostrou alguma melhora

FED: condições bancárias se estabilizaram

FED: houve alguma melhora na demanda por empréstimos

FED: pressões salariais ainda estão contidas; inflação geral modesta

 

Fonte: Broadcast


April 05, 05:08 PM

Termina amanhã o prazo para pedidos de reserva na oferta pública de debêntures do BNDESPar, o braço de participações em empresas do BNDES. O investimento inicial é de R$ 1 mil e, para investir, é preciso ser cliente de uma corretora. As debêntures são títulos privados. Assim como nos públicos, na prática, o investidor empresta dinheiro para a empresa — no caso, o BNDESPar. Segundo especialistas, a tendência é que os títulos ofereçam retorno superior a outras aplicações conservadoras, mas, para isso, é preciso deixar o recurso investido até o vencimento dos papéis, num prazo de quatro a sete anos. Ou seja, o planejamento deve ser redobrado para o investidor não “empatar” um dinheiro que poderá ser necessário logo.

Quem precisar do recurso investido antes pode vender os papéis na Bolsa, mas aí há risco de perda na rentabilidade. Como o mercado de debêntures é pouco movimentado, esses títulos têm baixa liquidez — nem sempre é fácil encontrar compradores.

 Em contrapartida à necessidade de deixar o dinheiro aplicado por mais tempo, a vantagem recai sobre o retorno. Myrian Lund, professora de finanças da Fundação Getulio Vargas no Rio, destaca que, com um baixo investimento inicial (R$ 1 mil), a oferta do BNDESPar proporciona um retorno normalmente conseguido apenas em fundos com aplicação mínima elevada.

— Os títulos podem oferecer excelente retorno ao pequeno investidor — destaca Myrian.

Rendimento poderá superar Tesouro Direto

 Esse retorno poderá ser superior até ao Tesouro Direto, programa de venda de títulos públicos pela internet, considerado uma das melhores opções em renda fixa — embora o programa tenha a vantagem da garantia de recompra pelo governo toda quarta-feira —, pois os títulos do BNDESPar oferecerão uma sobretaxa (uma espécie de adicional) de no máximo 0,7% sobre a referência utilizada para definir sua taxa de retorno, a ser estipulada de acordo com a demanda.

Uma das referências é a taxa da NTN-B (um dos títulos públicos indexados à inflação, que paga juro fixo além da variação do IPCA, índice oficial de preços) com vencimento em 2020. Com o prêmio de até 0,7%, o investidor pode garantir um retorno maior do que aplicando em NTN-Bs no Tesouro Direto.

Quem participar da oferta pode escolher entre três tipos (séries) de títulos, com remuneração e prazos diferentes.

Diversificar, aplicando um pouco em cada, é uma boa opção. Para Guilherme Cybrão Nascimento, analista da Trader Brasil Escola de Investidores, porém, o cenário está menos favorável à série flutuante. Se a taxa básica de juros (Selic, hoje em 9,75%) continuar em queda, a tendência é o retorno da série flutuante cair também. Os títulos atrelados ao IPCA podem ser mais interessantes, pois a alta de preços tem persistido. Já na série prefixada, o investidor pode garantir uma taxa maior hoje.

— No prefixado, o investidor assume que a Selic vai cair nos próximos quatro anos e garante uma taxa superior antes de isso ocorrer — diz Nascimento.

Por causa da vantagem em segurar os títulos até o vencimento, o planejamento é fundamental. Não se deve destinar para a oferta do BNDESPar um recurso que pode ser necessário logo. É uma poupança para comprar um imóvel no futuro ou para a aposentadoria.

Nascimento, da Trader Brasil, destaca a vantagem de parte do investimento em renda fixa ser alocado num prazo mais longo: assim, consegue-se um retorno médio maior. A melhor estratégia, então, é aplicar no curto prazo só o valor necessário para gastos imediatos, como emergências ou consumo.

Na avaliação do professor William Eid Jr., coordenador do Centro de Estudos em Finanças da FGV-SP, vale a pena “trocar liquidez por retorno maior”. Por isso, a oferta do BNDESPar pode ser uma opção para quem tem espaço para diversificar o investimento em renda fixa. Antes, é preciso fazer contas.

— Depois de determinado limite, não faz sentido ter todo o investimento conservador com liquidez e no curto prazo — diz Eid Jr.

Para determinar esse limite, Myrian Lund sugere primeiro definir o montante necessário para o imediato. Com o que sobra, o investidor pode conseguir mais rentabilidade.


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