João Paulo Belucci
Comunicação - Midialogia na UNICAMP. Palmeirense, ambidestro, otimista, bem humorado. Interessado em Social media, cinema, web, fotografia, televisão e marketing digital.
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A notícia já era esperada há tempos. A verdade é que como atleta, Marcos era apenas sombra do goleiro que conquistou a Libertadores, a Copa do Mundo e outros títulos com as camisas do Palmeiras e da Seleção. A idade e a sequencia de contusões abalaram o ídolo física e psicologicamente, deixando bem no passado aquele goleiro que assumira a vaga de Veloso em 1999.
Mesmo assim, a notícia da aposentadoria de Marcos foi demais sentida. Não é apenas mais um atleta que encerra sua carreira. Marcos foi o símbolo de uma geração vencedora do Palmeiras, um cara que com seu jeitão ‘caipira’ conquistou a admiração de todas as torcidas do Brasil. Marcos é uma unanimidade. Um dos últimos jogadores a demonstrar o que é ter amor a camisa, ao recusar uma proposta milionária de disputar a Premier League, para disputar a 2ª divisão por um Palmeiras derrotado. Marcos é um ídolo que não faz questão de ser ídolo e que não faz questão de transformar o fim de sua carreira em um grande espetáculo. Ele apenas para, como todo trabalhador para um dia.
Sou palmeirense desde que me entendo por gente. Sofri com as derrotas e celebrei as conquistas do meu time, grande maioria delas com a presença do goleiro. As grandes defesas e as brilhantes atuações dentro de campo transformaram Marcos num craque, mas seu caráter o elevou a ídolo. Não de um clube, mas de qualquer brasileiro apaixonado por futebol.
Obrigado por tudo, São Marcos! Foi uma honra.
Ao completar 24 anos de vida, milhares de idéias querem espaço ao mesmo tempo em minha mente. As preocupações antigas agora tem novas companheiras: formatura, mestrado, especialização, carro novo, câmera nova emprego, mudança de casa… Talvez a fase mais turbulenta de um homem no auge de seus 24 anos.
Semana passada assisti o documentário “From the Sky Down”, um filme que fala sobre o processo de criação do álbum Achtung Baby do U2 (sim, lá vamos nós usar a banda como exemplo mais uma vez.) Mas é um bom exemplo para mostrar porque essa é muito mais do que apenas mais uma banda de Rock pra mim. Enfim, o filme mostra como a banda conseguiu se manter viva, após o final turbulento dos anos 80, e como a banda conseguiu reinventar seu som e abrir as portas para os anos 90 de maneira triunfal, enquanto as outras maiores bandas de Rock daquela época começaram a nova década sem saber muito qual caminho seguir.
No final dos anos 80, a banda tropeçou em sua própria grandiosidade. Talvez por terem criado dois dos melhores discos de rock da história (War e The Joshua Tree), a banda tenha acreditado estar num patamar que, na verdade, ainda não havia cansado. Com o lançamento de Rattle and Hum em 1989 isso fica bastante claro. A banda tropeçou em sua grandiosidade, em sua arrogância, e quase chegou ao fim motivado por diferenças artísticas, algo bastante comum em grandes bandas de rock. Como bem diziam criticos daquela época, Rattle and Hum era o som de 4 caras que “ainda não haviam encontrado o que estavam procurando.”
A solução encontrada pela banda no início dos anos 90 foi passar a borracha em tudo que havia acontecido na década anterior. Não renegar aquele som, mas definir claramente que aquele período havia acabado, e a banda precisava encontrar um novo caminho naquele momento. Era preciso abandonar o U2 antigo, e antes de descobrir como seria o novo U2, a banda não tinha mais nada. Foi nesse momento que os irlandeses provaram porque são uma das maiores bandas de todos os tempos: conseguiram captar as influências da música naquele período, um período de turbulento devido a queda do muro de Berlim e o consequente choque cultural na Europa, e criar um novo estilo musical, emplacando algumas das melhores canções da banda em mais de 3o anos de carreira, como One, Mysterious Ways, Love is Blindness, Until the End of the World e The Fly.
Pois bem, todo esse discurso introdutório até agora foi para mostrar exatamente como estou hoje. Assim como um U2 no final dos anos 80, é hora de repensar as escolhas e tentar encontrar o melhor caminho nesse período pós-universidade. Apesar de grandes conquistas que tive até hoje, como ter conseguido entrado em uma das melhores universidades do Brasil e ter me destacado nela, essa fase acabou. Não estou falando apenas sobre estudo e mercado de trabalho, mas também de questões pessoais, de minha rotina, do modo como me relaciono com as pessoas, enfim… É hora de parar. Não sei onde quero chegar e não sei qual será a maneira correta de encarar os próximos anos. É um processo um pouco mais longo, que precisa começar com mudanças na minha essência, mudanças que vão refletir no eu a partir de agora.
O ano acaba e não deixará saudades. O último ano da minha faculdade, o primeiro emprego, o show que eu esperei por 5 anos, todos esses acontecimentos gigantescos acabaram ofuscados por vários fatores. Não preciso comentar o que, pois isso seria expor demais meu coração. A sensação que fica é a de que 2011 foi um ano cheio, mas não me deixou satisfeito. Nem perto disso. Posso dizer que ainda não encontrei o que estava procurando.
O que mantém minha esperança viva é justamente a convicção de que muito precisa mudar, e minha disposição por fazê-lo. É preciso conseguir conseguir uma nova essência e abandonar a antiga, e nesse meio tempo, não tenho nada. Tenho convicção que os próximos desafios, aqueles que citei no começo do texto, não podem ser vencidos pelo meu eu antigo. Ou, pelo menos, não me fazem sentir completo.
É hora de mudar.
Achtung, Baby!
Ahh.. as férias! Por um mês, nada de fichamentos, resenhas, filmes chatos, ou ter o Google como seu único amigo e companheiro fiel. Hora de descansar, viajar, ir no cinema, na balada, putiar, enfim.. Claro que SIM!
Mas férias também são um ótimo momento para você poder se dedicar um pouco do seu preciso ócio para estudar um pouco e manter-se atualizado.. por que não!?
Resolvi criar esse post para passar algumas dicas para os pequenos padawans da comunicação a partir do que eu aprendi em meus 4 anos na faculdade. Pra quem não me conhece, sou estudante do último ano de comunicação em uma universidade pública (Unicamp), sou heavy-user de interet, trabalho com mídias sociais, já fiz muita coisa e também deixei de fazer muita coisa. Tudo isso serviu de aprendizado, e um pouco disso é o que virá a seguir.
Mas é claro que são apenas dicas. Se você deixar de seguir algumas delas não irá nem perder sua oportunidade de estágio e nem será castigado por Deus.
Primeiro, aproveite as férias para se lembrar do ‘por que você decidiu estudar comunicação?’
Ora, você escolheu estudar comunicação porque é isso que você ama, não é verdade!? Se você quisesse dinheiro rápido, teria estudado engenharia; ou se quisesse fama imediata, teria mandado um vídeo pelado/a para o Big Brother. Você precisa amar o que faz.
Lembre-se por que você escolheu estudar comunicação. Essa é uma carreira ampla, e com certeza você curte algumas áreas mais do que outras. Na faculdade te obrigar a ler e escrever o que você não tem vontade; então comece as férias pensando num jeito de finalmente estudar aquilo que você realmente gosta, e que é o motivo por você ter metido o pé nessa jaca.
Uma vez feito isso, vamos as dicas:
1. Crie um blog;
Não, os blogs não morreram, muito pelo contrário. A audiência dessa plataforma só cresce, e está sendo cada vez mais explorada por empresas e pessoas comuns. Um blog pode ser usado como portfólio, como simples exercício, como manifestação etc. Crie um blog pessoal, escreva textos próprios com frequência ou comente textos que você encontra por aí. No blog você tem espaço para mostrar quem você é e o que você sabe fazer, sem limite de linhas ou posts.
Lembre-se: não adianta nada criar um blog apenas para republicar textos. Gere conteúdo próprio! E o mais importante: escreva sobre algo que você gosta.
Em um post mais antigo aqui, já comentei um pouco sobre por que ter um blog e dei algumas dicas de como mantê-lo. Dá uma lida lá.
2. Pesquise e leia na web sobre algo que te interesse;
Vou contar o que costumo fazer: Me interesso por fotografia, um pouco de design, redes sociais, webwriting, produção de vídeo para web.. enfim. E você acha que eu aprendi qualquer uma dessas coisas na faculdade? ¬¬
Acompanho uma série de blogs sobre todos esses temas. Pra não me perder em meio a tanto conteúdo que é publicado diariamente, organizo tudo no Google Reader; afinal, já é hora de você ter mais intimidade com as ferramentas do Google. Não curte? Então use o Delicious para salvar seus links, receber diariamente conteúdos que vão te interessar e ainda recomendar posts para seus amigos. Já tem o novo Google Plus, então fique de olho no Sparks para receber conteúdos que interessam à você. Se quer encontrar novos blogs sobre assuntos que te interessam, use o Google BlogSearch. Ainda pra saber o que está sendo mais falado nas mídias sociais sobre determinado assunto que te interessa, use o Topsy.
3. Familiarize-se com novas ferramentas de comunicação: (Lindedin, SlideShare, Google Plus);
Explorar novas ferramentas de comunicação é algo importante, mesmo que você não tenha interesse em usá-las com frequência. Apenas saber do que elas são capazes e saber como lidar com elas já pode ser um diferencial.
Você está prestes a entrar no mercado de trabalho? Então comece pelo Linkedin, a rede social dos profissionais. Acredite, você NÃO será chamado para dezenas de entrevistas de emprego só por estar lá. Mesmo assim, vale a pena participar e deixar registrado lá o que você tem a oferecer. LinkedIn é uma rede complexa, repleta de ferramentas que muitos usuários até desconhecem.
Ahh.. por favor, se for linkar seu Twitter com seu Linkedin, permita apenas que tweets com a hashtag #in sejam compartilhados também em sua rede profissional. Não pega que bem tweets do tipo “cheguei tão bêbado da festa que nem consegui colocar a chave de casa na fechadura” caiam no Linkedin.
Slideshare – Ta aí uma mídia social que pode ser muito útil para o estudante, porém muitos deles nem lembram que existe. Que tal dar uma olhada nas milhares de ótimas apresentações que estão lá, de graça. Eu, por exemplo, sempre acompanho os slides sobre marketing digital do Interney, um dos meus favoritos.
Google Plus – Conheça a novidade do Google no ramo social. Se vai dar certo eu não sei, mas vale a pena estar por dentro da novidade.
Skoob – Uma rede social para leitores. Lá você monta sua estante com os livros que tem e leu, conta o que está lendo, compartilha trechos de livros, e o melhor: encontra livros sobre os temas que te interessam indicador por quem entende do assunto. Vale a pena dar uma passada por lá de vez em quando.
4. Busque referência e inspiração;
Mais uma vez me usando como exemplo: muitos dos assuntos que eu curto, eu não encontrei na faculdade. O que eu fiz, pesquisei autores e referências na internet. Na web você encontra autores que ainda passam longe de muitos meios acadêmicos, mas que hoje são extremamente importantes. Henry Jenkins, Manuel Castells, Geoffrey Long, Pierre Levy, Lawrence Lessig, entre muitos outros pesquisadores e autores eu conheci e estudei pela internet. Como eu disse, as férias são um ótimo período para você lembrar o que realmente gosta e ir estudar sobre.
5. Crie seu portfólio;
Existem várias maneiras de se criar um portfólio online, de acordo com o seu trabalho e as suas necessidades. O meu favorito é através de um blog, onde eu crio links para minhas redes sociais, divulgo meus trabalhos, comento livremente sobre eles, e ainda divulgo e comento textos que são de meu interesse. Para criar portfólios gratuitamente e com bom apelo visual, recomendo o Carbonmade, Flavors, e por que não!?.. O Tumblr.
6. Trabalhe a sua rede de contatos;
Ninguém apende sozinho, e acredite, você pode aprender até muito mais através de pessoas da sua área de trabalho do que dentro da sala de aula. Principalmente graças ao Twitter, criei uma boa rede de contatos, seguindo pessoas com interesses em comum e iniciando o diálogo com elas. Fiz a mesma coisa participando de eventos, como a Campus Party 2011. Isso se chama Networking, e é muito importante para o seu Q.I. (quem indique).
Aproveite as férias para conhecer boas pessoas para se acompanhar no Twitter, para participar de fóruns de discussão na internet, ou para programar seus eventos no próximo semestre. Tem SUA e Social Media Week vindo aí.
7. Aprenda um software novo.
Você não precisa ser craque em todo o pacote Adobe. Mas garanto que o conhecimento técnico em qualquer software um dia será útil. Baixe tutoriais na internet e aprenda os princípios básicos de um software que você tem muita vontade de aprender, mas nunca teve tempo.
8. Respire outros ares
A vida não é só aquilo que você mais gosta, ou aquilo que aprendeu na faculdade. Que tal ler um pouco sobre programação, aprender sobre InDesign, colecionar trabalhos artísticos em fotografia, fazer um vídeo para o Youtube…? Arrisque-se um pouco fora do seu lugar de origem para ter repertório e talvez até se interesse por uma nova área.
9. Crie um projeto que seja multimídia
O comunicador precisa saber trabalhar com texto, vídeo e som. Pode ser um blog, uma simples história contada de jeitos diferentes, mas o importante é saber como se comunicar com as mais diferentes mídias. Não é complicado, o importante é que imagens, texto e áudio trabalhem juntos para passar uma mensagem.
10. Faça um curso de curtíssima duração.
Pode ser para aprender a trabalhar num software, uma linguagem de programação, sobre fotografia, edição, enfim.. Online ou presencial. O importante é que haja uma sequência de etapas para serem seguidas. Pode ser uma introdução a um tema amplo, um aprender um conhecimento bastante específico.
Lembre-se: faça um curso sobre algo que te interessa muito.
11. Faça e publique um vídeo no Youtube
Não consigo evitar dar essa dica, afinal faço um curso relacionado ao audiovisual. Porém, saber trabalhar com imagens é fundamento para qualquer carreira relacionada à comunicação. Faça um vídeo sobre algo que você gosta. Pode ser um curta, uma reportagem, uma animação, uma vinheta, um tutorial, um documento da sua viagem de férias etc. Grave, edite e publique. Treine aquele software de edição de vídeo cheio de botões esquisitos que você nem sabe pra que servem com algo simples. Ponto pra quem gerar conteúdo relevante para outros usuários.
12. Não fique escondido.
O sucesso de um comunicador depende de sua habilidade fazer com que sua mensagem chegue ao destinatário e seja compreendida. Comunicação é lidar com públicos, com pessoas, por isso não se esconda no porão da sua casa para estudar, nem guarde tudo o que produzir numa pasta secreta em seu computador. Compartilhe aquilo que produzir e que acreditar valer a pena. A internet é um lugar repleto de gente interessada em conteúdo novo e em conhecer pessoas com interesses em comum. Também é um lugar cheio de especialistas de todas as áreas, que podem conversar com você, fornecer críticas enriquecedoras e estimular ainda mais a sua produção.
Aproveite as férias para gerar e encontrar conteúdo, além de conhecer pessoas interessantes pela rede.
Eu sei que falei mais de internet do que de qualquer outra mídia nesse post. Me desculpem, mas como eu disse, sou heavy-user e entusiasta da web. Mas vale a pena seguir algumas dessas dicas, adaptando para o seu jeito.
Fica aí a dica que alguém que está prestes a terminar a faculdade, mas é um eterno aprendiz de comunicação.
Esse texto foi publicado originalmente e minha coluna no portal itu.com.br.
O gigante da internet, Google, lançou nessa semana sua nova empreitada no universo das Redes Sociais. Parece que o pessoal de Mountain View sentiu-se ameaçado pelo Facebook, que começou a faturar alto com anúncios, e resolveu partir pra briga.
O lançamento da vez é o Google+ (lê-se Google Plus); e a empresa do Vale do Silício aprendeu bastante como “ser social”, depois dos fracassos do Google Wave e Google Buzz.
Google+ é uma nova rede social, semelhante ao Facebook, mas com diversas ferramentas que a tornam diferente das outras. A idéia principal da nova rede, bastante clara no seu slogan é “o compartilhamento da vida real na perspectiva da web”. O Google quer tornar os relacionamentos online cada vez mais próximos dos relacionamentos na vida real, e para isso lançou uma plataforma recheada de ferramentas que visam humanizar as relações virtuais.
Na vida real nossos amigos não são todos iguais. Temos os amigos do colégio, os da faculdade, os colegas do trabalho, aqueles que conhecemos desde os 5 anos de idade etc; bem como dividimos interesses e assunto diferentes com cada um desses grupos de amigos. O Google percebeu isso e trouxe para sua nova rede social o conceito de Circles, que nada mais são que os círculos que amizade que todos nós temos. Com a ferramenta, o usuário poderá segmentar seus amigos, bem como compartilhar textos e vídeos com grupos específicos de pessoas, através de links de interesse. É ótimo para quando você quer mandar para seus amigos aquela piada sobre o time do seu chefe, mas não quer que ele veja.
Além do +CIRCLES, o Google+ apresenta outras ferramentas:
+SPARKS (faíscas, em português) – Semelhante ao Google Reader, o +SPARKS procura vídeos, artigos e posts de acordo com os seus interesses. Totalmente integrado com o CIRCLES, ainda permite que esses conteúdos sejam compartilhados com grupos específicos de amigos, com os quais você divide os mesmos interesses. O sistema sempre trará artigos novos para que você e seus amigos sempre tenham assunto.
+HANGOUTS - Como um Skype integrado, permite que grupos de amigos façam videoconferência entre si. Você precisa apenas encontrar seus amigos que estiverem online e clicar “join this conversation”, que a ferramenta faz o que o Skype é capaz de fazer, só que de graça.
+STREAM - Lembra um pouco o Twitter. No Google+ você não pode publicar conteúdos no mural de outra pessoa. É através do +Stream que você verá o que seus amigos estão postando e comentando.
É claro que a nova rede social também estará disponível para dispositivos móveis, como smartphones e tablets. Os usuários de Android já podem inclusive fazer download do aplicativo para seus aparelhos. O GOOGLE+ conta com ferramentas especiais para esses dispositivos, como o envio instantâneo de uma foto para seu álbum privado, para que depois passa ser compartilhada com seus amigos; o +LOCATION, que permite informar para seus amigos onde você está (semelhante ao Facebook Places e Foursquare); e o +HUDDLE , ferramenta que permite que sejam feitos chats em grupo.
O Google+ é o resultado das mais recentes tendências das tecnologias da internet. Ele trabalha conceitos como os de computação em núvem, na qual os arquivos não são mais armazenados em dispositivos como HDs, mas sim na gigante nuvem da internet; a humanização das relações na internet, com a tentativa de aproximar cada vez mais as pessoas; a geração colaborativa de conteúdo etc.
A novidade pode sim trazer preocupações ao Facebook, que atualmente vem perdendo usuários nos Estados Unidos e Europa, onde a rede parece já ter se estabilizado. É óbvio que qualquer novidade vinda da maior empresa de internet do mundo, o Google, pode ameaçar. Porém, essas duas redes já mostram grandes diferenças, de modo que talvez haja espaço para uma coexistência pacífica. O Facebook tem todo o tempo e grandes mentes trabalhando para que a rede continue se modificando e melhorando, como bem avisou Mark Zuckerberg, que não perdeu tempo e já prometeu algo impressionante para a próxima semana. Além disso, o Facebook oferece muito mais espaço para as empresas, algo que no Google+ ainda não se pode afirmar.
Como faço para participar do Google+? Ainda em fase Beta de testes, o ingresso no Google+ é feito mediante o envio de convites, assim como na época do lançamento do Google Wave e do Novo Orkut. Eles já estão rolando solto pela internet, e se você quer fazer parte da nova ferramenta, é só esperar que um de seus amigos te envie o convite, ou pedir um na própria página do serviço.
Uma vez disponível, o Google+ poderá ser acessado através do botão +You na barra de ferramentas do Google.
Veja o vídeo oficial de lançamento da rede social, divulgado pelo Google:
Nos dias 3 e 4 de junho, o edifício da Fecomercio em São Paulo recebeu a 3ª edição do Social Media Brasil, o maior evento sobre Mídias Sociais desse nosso Brasilzão. Alguns dos maiores nomes da área tiraram uma folguinha de seus computadores (..até parece!) e de suas agências e marcaram presença na platéia ou no palco do Teatro Raul Cortez, onde uma tonelada de palestras e debates sobre os mais variados temas aqueceu as mentes da alta Social Media .
E eu, é claro, paguei pra estar nessa aventura pela primeira vez. Acho que o único evento semelhante a esse do qual eu participei foi a Campus Party 2011, já que não pude ir ao Social Media Week. Tá, eu sei que este foi um evento bastante diferente, mas meus propósitos em ambos eram semelhantes.
O mais legal desse tipo de evento é, sem dúvida, a oportunidade de se fazer novos contatos. Conhecer pessoas novas e com interesses semelhantes, além de distribuir uns cartõezinhos de visita. Ou até mesmo, e isso é ainda mais legal, conhecer na vida offline pessoas que você só conhece por avatar. Nos coffee braks e happy hours os @ deixam de existir e as pessoas por trás deles dividem a cerveja com a gente.
Agora.. existem palestras e palestras, né!? No evento as palestras de altíssimo nível alternaram com palestras e debates bastante superficiais e repetitivos. No primeiro grupo coloco: a palestra sobre métricas com Estevão Soares; Facebook com Juliana Lima, Fan Pages com Ruben Quinones, Gerenciamento de crise com Patrícia Teixeira; Social Content com Bruzo Tozzini e Philippe Bertrand entre outras.
Quanto aos bate papos, que aconteciam na sala 2 do evento, tenho várias críticas. Acredito que o tempo de duração reduzido (apenas 40 minutos), somado ao excesso de pessoas no palco em alguns momentos foram fatores que tornaram algumas discussões bastante superficiais, além de que temas que nós que vivemos nesse universo estamos cansados de ouvir eram repetidos em excesso. Aliás, alguns debates mal podem ser chamados de ‘debates’, já que duravam o tempo bastante para que cada membro da mesa se apresentasse, respondesse 3 ou 4 perguntas e se despedisse. Claro que houve bons momentos, como as participações de Maurício Mota falando sobre Transmídia; Maurício Vargas, criador do site Reclame Aqui; Renato Opice Blum, que abordou cuidados jurídicos envolvendo mídias sociais; além de outros que eu não tive tempo para acompanhar.
Ahh.. e claro que eu não poderia deixar escapar o maior problema do #smbr2011: a falta de internet. Recebemos um e-mail poucas horas antes do início do evento informando que a empresa responsável pelo fornecimento da rede wi-fi havia cancelado o contrato. Entendo que todo evento tem seus problemas, que não é fácil encontrar uma empresa que dê conta de fornecer uma banda de internet que satisfaça pessoas que trabalham com internet. Nem mesmo a internet ultra-rápida fornecida pela Telefônica para a Campus Party deu conta de todos aqueles nerds sem das umas baleiadas. Mas enfim, todos que pagaram pelo evento, pagaram pela internet, e não receberam nenhuma satisfação em troca. #prontofalei
Parece que as reclamações se estenderam mais do que os elogios nesse meu texto, né!? Mas é assim mesmo, quando a palestra ou o bate-papo é bom a gente não tem muita coisa pra escrever sobre. Só elogiar. E apesar dos problemas, recomendo sim esse tipo de evento, principalmente pela oportunidade única de networking. Recomendo inclusive para meus colegas universitários da área de comunicação: saiam um pouco do campus, interajam com gente que faz parte do mercado, e como diria o saudoso ET Bilú, busquem conhecimento. Às vezes a gente se fecha dentro do círculo universitário, principalmente nós que fazemos parte de uma universidade pública, e acredite: tem muita coisa acontecendo lá fora que ninguém dentro do campus vai te mostrar.
No segundo semestre desse ano teremos edição do Social Media Week, evento gratúito que vai rolar entre os dias 19 e 23 de setembro nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro. #fikdik
Entrei no gramado do estádio do Morumbi pela meta onde Marcos defendeu o pênalti na Libertadores de 2000. Talvez um dos momentos de mais alegria da minha vida e da de qualquer palmeirense. Mas dessa vez eu entrava lá para presenciar um espetáculo maior, que deixou para trás qualquer grande vitória, qualquer momento de alegria proporcionado pelo meu time.
A primeira coisa que vi quando entrei pelo portão foi a garra. É claro que meus olhos a procuravam desde o começo do túnel de acesso. Pra quem não sabe do que estou falando, a ‘garra’ é o maior palco já usado por uma banda de Rock. É o palco que dá nome àquela que se tornou, no último dia 10, a maior turnê de uma banda de Rock de todos os tempos.
Todo fã de U2 já conhece esse palco há quase dois anos, desde quando ele foi montado pela primeira vez no Camp Nou em Barcelona. Já está familiarizado com todos os truques e efeitos que surgem daquela torre o do telão circular que já encantaram platéias de quatro continentes. Porém, vê-lo ao vivo é outra coisa. É estranho ser surpreendido pela grandeza de algo pelo qual você acreditava já tem intimidade.
Dalí até a hora da banda subir ao palco foram 4 horas de espera. Horas dedicadas a ouvir histórias de fãs da banda de diversos lugares do Brasil, debaixo de uma chuva nem um pouco bem-vinda. A expectativa durou até os primeiros acordes de Space Oddity, música de David Bowie que serve de abertura para todos os shows do U2 durante a turnê, levantarem as 90 mil pessoas no estádio. Quando os quatro integrantes da banda apareceram no telão o barulho se tornou insuportável. A emoção era indescritível.
Noventa mil pessoas envolvidas, compartilhando o mesmo momento e sendo abraçadas pela mesma emoção. É algo que só uma das maiores bandas de Rock da história consegue fazer. Não é apenas Rock, é U2.
Aqueles que esperavam uma abertura óbvia, com Beautiful Day ou The Return f the Stingrey Guitar foram surpreendidos por Even Better than the Real Thing, clássico do Acthug Baby. Confesso que está longe de ser uma das minhas favoritas, e que talvez a animação de consumiu o estádio fosse fruto muito mais da banda estar ali do que da música escolhida, mas funcionou muito bem.
Só mesmo quem é fã compreende o quanto os momentos que se seguiram no foram históricos, quando a banda começou com os primeiros acordes de Out of Control, primeiro single da banda lançado em 1979 e que não era tocado ao vivo desde 2006. A música evoca um pouco sobre a passagem para a vida adulta, quando temos milhares de sonhos e metas surgindo simultaneamente em nossas mentes. Lembro que só conheci essa música lá pelos meus 18 anos, exatamente quando vivia essa fase, o que fez com que essa música significasse bastante pra mim.
Ouvir o U2 ao vivo é diferente exatamente por isso. Não é só mais uma banda, mais um show, mas um setlist. Cada música era como sentir mais uma vez como eu me senti em alguns dos mais importantes momentos da minha vida. É do U2 a principal trilha sonora de alguns dos momentos mais importantes da minha vida. Lembro de quando comecei a gostar de Rock, ouvindo Elevation lá pelos idos de 2001. De ouvir Electrical Storm durante uma péssima fase pessoal em 2006. Lembro de como Beautiful Day e New Years Day foram dois hinos quando estava tentando me tornar aluno da UNICAMP. De como With or Without You, Hold Me, Thrill Me, Kiss Me, Kill Me e All I Want is You são os sons de alguns ótimos dias, esses bem mais recentes. Enfim, ver os caras que criaram a trilha sonora de alguns dos momentos mais importantes da sua vida ali, a poucos metros de você, fazendo isso ao vivo, é uma emoção única. Poder compartilhar isso com milhares de pessoas é indescritível.
Sabia a letra de todas as músicas que foram tocadas, até da surpreendente Zooropa, música de 1993 que nunca tinha sido tocada ao vivo. Mais um momento histórico da banda. Além dessa, todos os grandes hinos estavam lá, acontecendo na minha frente: Where the Strees Have No Name, In The Name of Love, I Still Haven’t Found What I’m Loonking For, One, Magnificent, Walk On, Mysterious Ways, Ultraviolet, City of Blinding Lights, Sunday Bloody Sunday, Miss Sarajevo… Todas essas cantadas em coro, de modo como eu nunca antes tinha visto.
Mas e Angel of Harlem, Desire, Stuck in a Moment, New Years Day, Bad, Zoo Station, The Fly, Electrical Storm, The Electric Co., The Unforgettable Fire, One Tree Hill, Bullet the Blue Sky, All I Want is You, Who’s Gonna Ride Your Wild Horses, Stay, Kite, In a Little While, Gone, Miracle Drug, Sometimes You Can’t Make it on Your Own, Tryin to Throw Your Arms Around the World, All Because of You, Original of the Species, Gloria, A Sort of Homecoming, The Hands That Build America, Party Girl, 40, Love Rascue Me, In God’s Country, The First Time, Staring at the Sun, 11 O’clock Tick Tock, Lemon, Yahweh, Surrender, October, Love is Blindness, Wild Honey,… Que outra banda pode se dar ao luxo de deixar tantas canções clássica de fora de um show. Fruto de mais de 30 anos de uma das carreiras mais brilhantes da história do Rock. Queria poder ouvir todas essas ao vivo, mas não conseguiria escolher qual deveria ser substituída no Setlist. Não tem como.
Uma banda que com riffs simples, como os de With or Withot You, consegue emocionar milhares de pessoas. Com as baladas Elevation, Vertigo e Get on Your Boots, músicas de melodia e letra igualmente simples, fazer todo o estádio pular como eu nunca antes tinha visto em outro show.
Depois de sair de lá, acho que nenhum show será como aquele. Talvez eu ainda conheça uma banda que represente tanto quando o U2 representa pra mim, mas ainda parece uma coisa distante. A sensação de deixar o estádio do Morumbi é de missão cumprida, é de satisfação depois de 5 anos de espera. De ter vivido um dos momentos mais importantes da minha vida. Não há banda que faça você se sentir assim em meio a 90 mil pessoas.
É U2.
Parte da preparação para a chegada do U2 ao Brasil, reestreou ontem em 89 salas de 49 cidades o filme U23D. Gravado durante a passagem da Vertigo Tour pela America Latina em 2006, o filme é o resultado de mais de 100 horas de imagem em tecnologia 3D gravadas em Buenos Aires, São Paulo, Cidade do México e Santiago.
Se a produção de documentários e longas-metragens de bandas e concertos já não mais é novidade nos cinemas, como o clássico Woodstock, U23D inova ao levar o espectador para um novo nível, possibilitado graças à tecnologia 3D. Mais do que isso, o som surround de múltiplos canais da sala de cinema proporciona uma experiência até superior aquela do próprio show. Preenchendo todo o espaço, o som do filme ainda conta com a platéia dando aquele gás em momentos importantes da música, como entoando o coro final de ‘In the Name of Love’.
Com poucas sessões pelo Brasil, já que estão programadas exibições para apenas 3 dias, o filme é certeza de sala cheia e a infeliz presença daquele cara mala que senta do seu lado, se empolga e quer ser ouvido mais que o filme.
O filme foi feito para agradar a qualquer apreciador de uma boa música ou um bom filme, sendo ou não fã da banda, que já acumula 30 anos de carreira. Hits bastante conhecidos e a oportunidade de assistir o primeiro show já produzido em 3D já são ótimos motivos para comparecer a uma das 89 salas de cinema.
Set list:
Vertigo
Beautiful Day
New Year´s Day
Sometimes You Can´t Make it on Your Own
Love and Peace or Else
Sunday Bloody Sunday
Bullet the Blue Sky
Miss Sarajevo
Pride (In the Name of Love)
Where the Streets have no Name
One
The Fly
With ot Without You
Yahweh
Esse texto foi escrito por mim especialmente para a minha coluna no www.itu.com.br.:
O blog em sua essência não deixa de ser uma mídia social. O termo, uma abreviação de weblog, serve para descrever qualquer site que funcione a partir de um registro freqüente de informações, que se organizam de acordo com a sua data de publicação. Pode ser considerado uma evolução dos diários online, que já povoavam a internet em meados dos anos 90, mas só ganharam popularidade no ano 2000, quando o Blogspot criou o chamado link permanente, permitindo que cada post tivesse a sua URL própria. Depois foram criados programas que permitiram aos leitores a inserção de comentários, dando ao blog as características que ele tem até hoje.
Hoje existem milhões de blogs na internet, que podem ser divididos em três categorias: os blogs pessoais, feitos sem interesse comercial; os blogs profissionais, feitos para receber um grande número de visitantes e gerar lucro; e os blogs empresariais, ferramentas de marketing de empresas na internet.
Os blogs pessoais são maioria entre os blogs, embora não sejam os que mais recebem acessos. Normalmente dois propósitos levam uma pessoa a criar um blog pessoal: como hobbie, ou como trabalho, podendo ser usado como aliado da carreira profissional. Com esse objetivo, o blog pode ser usado para divulgação de portfólio de trabalho, ganhar popularidade e até criar novos contatos e relacionamentos na web.
Mas antes de sair por aí criando um blog pessoal é importante pensar em algumas coisas. Primeiramente, nem todo profissional precisa ter um blog. Criar um blog apenas porque os outros têm é uma ótima maneira de fazê-lo dar errado. Mas se criado com planejamento, disposição e criatividade, um blog pessoal pode ser um diferencial muito importante para qualquer pessoa.
Usando o blog como aliado profissional
Primeiro é preciso criar um blog. Para um blog pessoal, a ferramenta WordPress é bastante indicada. Entre suas vantagens: é gratuita, tem várias opções de layout profissionais prontos e que podem ser personalizados, é fácil de usar e já vem otimizado para as ferramentas de busca, como o Google. Além disso, possui recursos que ajudam na busca por novos blogs e na comunicação com outros blogueiros.
Um blog pessoal pode ser usado como portfólio virtual, uma espécie de cartão de visitas na internet. Nada melhor do que falar sobre o seu trabalho mostrando os resultados concretos. Fale sobre seus projetos passados, comente sobre os resultados de obteve, suas experiências, divulgue projetos futuros, e mostre tudo aquilo que tem a oferecer. Além disso, abra espaço para que outras pessoas comentem, interajam e enriqueçam ainda mais o conteúdo.
Se você realizou palestras e utilizou slides nelas, divulgue-os no Slideshare, um serviço de compartilhamento de apresentações. Depois, adicione-os no seu blog e acrescente comentários sobre a palestra ou evento do qual participou.
O segredo do sucesso de um blog pessoal, assim como o de qualquer tipo de blog é simples: o conteúdo. O conteúdo não precisa necessariamente ser exclusivo ou inédito, mas precisa ser bem escrito e bem organizado. Você pode também escrever sobre sua área de trabalho. Selecione textos de outros blogs ou grandes portais de notícias para compartilhar e mostrar por quais temas você tem interesse. Na internet as pessoas adquiriram o costume de ler uma reportagem num portal de notícia e depois recorrer aos blogs para ler comentários; ou ver um produto à venda e recorrer aos blogs para ler opiniões antes de comprá-lo. Essa é uma das grandes características do blog: ser uma mídia onde qualquer pessoa pode gerar conteúdo, sem restrições e sem intermédio das grandes empresas e canais de comunicação. Faça proveito disso ao postar notícias relevantes sobre a sua área de trabalho, adicionando comentários que enriqueçam o conteúdo, tornando-o exclusivo. Se você escrever bem, e tiver bom conhecimento sobre os temas que está expondo, talvez se torne até referência na web, receba leitores freqüentes e crie contatos profissionais com grande potencial.
Mas cuidado! No seu blog pessoal o produto é você. Assim como um blog bem feito pode ser um diferencial na carreira, um blog ruim pode ser bastante comprometedor.
Planejando o blog
Diversas dicas e algumas regras básicas podem ajudar bastante na construção de um blog pessoal:
Escreva uma descrição sobre você, de preferência numa página exclusiva. Quem você é, onde mora, por quais assuntos tem interesse, seus objetivos etc. Isso vai ajudar as pessoas a conhecerem melhor você antes de começarem a ter acompanhar virtualmente. Além disso, coloque links para suas outras redes sociais, como Twitter, Facebook e Linkedin. O WordPress já disponibiliza aplicativos que importam automaticamente seus últimos tweets, fotos no Flickr, entre outros.
Visite outros blogs antes de começar. Veja como outras pessoas com interesses em comum escrevem, sobre o que escrevem e como organizam o layout e os posts do blog. Olhar o que de melhor está sendo feito ajuda a ter inspiração e fazer boas escolhas.
Faça uma lista de sites e blogs de referência, de preferência conhecidos e influentes. Eles te mantém atualizado e podem ser usados como fonte de notícias para você copiar e adicionar seus comentários. Como não se perder em meio a tantos blogs de referência? Use leitores de feeds como o Google Reader. Lá as atualizações recentes de todos os blogs que você acompanha aparecem agrupadas, ajudando na leitura.
Se quiser colocar sua fotografia no blog, use a mesma foto de todas as suas redes sociais. Isso ajuda a criar uma identificação com os leitores, seguidores, amigos etc. Lembre-se que somos seres visuais, e temos mais facilidade em memorizar rostos do que nomes.
Se você pretende escrever sobre temas variados, separe-os em categorias e utilize tags, ou palavras-chave. Desse modo seu conteúdo fica mais organizado para ser encontrado pelos visitantes.
Atenção: o que você escreve no blog é responsabilidade sua. Portanto, se fizer uma acusação ou uma crítica, é bom ter argumentos caso seja contestado. Além disso, copiar textos de outros blogs é normal, faz parte da cultura da blogosfera, e é uma das coisas que torna essa ferramenta tão interessante. Mas sempre deixe os créditos para o autor e o link para o texto original de outro blog.
Não publique imagens em excesso em seus posts. Elas sobrecarregam as páginas, deixam elas lentas e ótimas para espantar os visitantes. Se você quer publicar várias fotografias, utilize outros serviços como o Flickr e divulgue os links no seu blog.
Se você quer ser encontrado com facilidade pelos buscadores, é bom ter algumas noções de SEO (Search Engine Optimization), um conjunto de técnicas para que um site apareça bem no Google. Resumidamente, pense bem nas palavras-chave, aquelas palavras que resumem o assunto sobre o qual você está escrevendo, e utilize-as no corpo do texto e no título do post. Quanto mais você escrever sobre um determinado assunto, mais ganhará importância no Google. A maioria dos acessos a qualquer site ainda vem dos buscadores, sendo que o Google responde por 80% desse mercado no Brasil.
Quando você cria um blog no WordPress, seu endereço será, por exemplo, seublog.wordpress.com. Todavia, você pode migrar o blog para um domínio próprio, de modo que o endereço fique, por exemplo, www.seublog.com.br. Ter um domínio próprio dá um aspecto mais profissional ao blog, além de dar mais liberdade para transformar o layout, permitir métricas mais detalhadas e inclusão de novos aplicativos, como enquetes para os visitantes. Esse serviço pode ser contratado junto ao próprio WordPress, mas é pago.
Divulgando o blog
Para começar a divulgar seu blog pessoal, nada melhor do avisar as pessoas que já te conhecem. Sempre que escrever um post novo, avise seus amigos pelo Facebook, pelo Twitter, pelo Orkut ou até por e-mail. Além disso, coloque a URL do seu blog na assinatura de seus e-mails, comente blogs de amigos e inicie a conversa com blogs de outros profissionais da sua área, deixando comentários juntamente com o link para o seu blog. Mas não obrigue ninguém, as visitas precisam ser espontâneas. Participe ativamente de fóruns e comunidades virtuais, como os famosos fóruns do Orkut. Comente sobre os assuntos que entende, mostre que é profissional da área, e no final deixe o link para o seu blog.
Qualquer pessoa pode usar um blog como aliado profissional, desde que seguindo algumas dessas regras básicas e, principalmente, tendo muita vontade de escrever e colaborar. Blogs são uma ferramenta consolidada e que continua caindo no gosto do internauta, que está constantemente buscando informação, diversão e relacionamento da rede. Portanto, divulgue seu conteúdo e dialogue, para transformar essa ferramenta tão poderosa em uma forte aliada.
Na última segunda, 7 de fevereiro, foi publicado o primeiro texto da minha nova coluna dentro do canal Economia & Negócios do site www.itu.com.br. Nessa coluna, intitulada Internet 24 Horas, publicarei com frequência textos sobre mídias sociais, novas tecnologias de comunicação, ferramentas, entretenimento, oportunidades, tudo no âmbito na internet.
Essa oportunidade surgiu após eu ter colaborado com esse mesmo site, enviando matérias diárias durante minha passagem pela Campus Party, entre os dias 17 e 22 de janeiro passado.
Nos próximos textos, vou procurar tratar temas bastante genéricos, de fácil leitura, e que possam impactar mesmo os que não são profundos conhecedores de internet, já que o site recebe um público variado, porém interessado na web. Na estréia, escolhi falar um pouco sobre o Foursquare, serviço de geolocalização lançado em 2009, é que atingiu recentemente a marca de 6 milhões de usuários no mundo.
Agradeço muito à oportunidade de estar colaborado com o site, com o Projeto Municípios Digitais, e com o povo da cidade vizinha da minha cidade natal, Itu. Todos os meus posts nesse e em outros sites estarão centralizados no meu Tumblr. =)
Café Rubatto é um curta-metragem produzido por mim, juntamente com mais 3 colegas da Midialogia, para a Disciplina Projeto de Produção Sonora, em 2010. Trabalhei como diretor de som, cuidando de toda a parte de captação e edição da música em estúdio. Luiza Agreste fez a direção geral e edição, Fernando Dalberto foi Diretor de Fotografia e Adriana Miyamoto cuidou da produção. Vários outros colegas de curso atuaram em funções específicas, e todos eles são citados nos créditos do vídeo.
A nossa graduação (Midialogia-UNICAMP) exige 4 trabalhos de conclusão de curso, que devem abranger 4 das 5 áreas estudadas (Cinema, Televisão, Fotografia, Internet/Multimídia, Produção Sonora). Até o momento já terminei 3 desses trabalhos(Internet, Fotografia e Produção Sonora), sendo que Café Rubatto foi o segundo deles, e já estou em fase de produção do último… ufa!
Apesar de se tratar de um projeto de Produção Sonora, resolvemos incorporar um forte trabalho de vídeo, pois nos pareceu ser uma coisa pouco trabalhada no curso, isso de tentar abranger várias mídias e utilizar várias técnicas num mesmo trabalho. Café Rubatto lembra um filme mudo, que não tem diálogos e tem toda sua narrativa guiada pela música. Música que foi muito bem escrita pelos alunos da graduação em Música da UNICAMP, Pedro Destro e Lucas Bohn.
Da idéia à execução
Começamos com o argumento, definimos a história central, os personagens e a locação. Foram poucas semanas até termos o roteiro finalizado. A idéia era mostrar como um mesmo ambiente pode ser palco para situações e personagens diferentes e inusitados. Fizemos isso dividindo o roteiro em 4 partes, 4 histórias independentes, unidas num primeiro momento apenas por um personagem: o garçom. Cada uma dessas histórias foi escrita a partir de um sentimento, como felicidade, raiva, pressa, solidão, de modo que os personagens de cada cena deixassem transparecer em excesso o sentimento em questão.
A partir disso foram criados os storyboards, que precisavam ser bastante detalhados, mostrando inclusive a duração de cada ação específica. Isso para que os compositores pudessem definir os tempos das músicas, que deveriam acompanhar precisamente cada ação. Passamos o roteiro e os storyboards para eles, que em alguns meses escreveram 4 músicas, uma para cada cena. Era fundamental que pudessemos transmitir o sentimento em questão na cena através também da trilha sonora.
Em março começaram as gravações de trilha. Foram madrugadas inteiras nos estúdios do Departamento de Música da UNICAMP, o horário mais silencioso possível para as gravações. Optamos por gravar em sistema multi-pista, cada instrumento separadamente, o que aumenta e muito o trabalho, mas garante uma qualidade profissional ao som. E acho que conseguimos, depois de mais alguns dias na ilha de edição, tratando o áudio, fazendo ajustes de equalização, mixagem etc.
Como a narrativa do filme seria guiada pela trilha, era fundamental que ela fosse gravada antes do vídeo. Somente com a trilha 100% pronta é que fomos para a locação. A partir daí foram outras longas horas no Almanaque Bar de Barão Geraldo, que gentilmente nos cedeu um espaço para que nos instalássemos. E dá-lhe gravação.
No nosso roteiro pensamos também em vários elementos que só seriam possíveis com ajuda de computação gráfica. Não tivemos patrocínios e nem recursos em dinheiro vindos da faculdade para o trabalho.. então como é que a gente faz? A gente dá um jeito!
Elementos digitais complexos foram substituídos por elementos reais de papelão, papel, espuma e tecido. Lógico que isso mudou a estética do filme, e nós fizemos o possível para que tudo tivesse uma mesma linguagem, tanto os elemenos reais como os de CG. Raios, um cavalo, um príncipe, uma explosão… esses elementos tiveram que ser criados por computação gráfica, alguns utilizando Flash; outros, mais complexos, com o Adobe AfterEffects CS4.
É claro que tivemos problemas, tanto no planejamento como na execução do curta. Algo totalmente normal, já que muitas das coisas que nós realizamos, eram inéditas para nós; e outras, inéditas até no nosso curso. Além do que, é claro, tínhamos outros projetos para dividir as nossas horas de trabalho. Midialogia é muito disso: correr atrás e se virar com o que tem, buscando sempre alcançar o objetivo final. Tem que arriscar muito, fazer experimentos quando não há tempo e nem estrutura. Mas o resultado sempre é gratificante.
Esse foi um dos últimos trabalhos de produção sonora que eu fiz. Particularmente, cansei.. rs.. Apesar de ter gostado bastante e ter feito um excelente trabalho de som, creio que isso não é pra mim, e já estou encontrando outros lugares para despejar minha criatividade.
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@may_furlan Uma das minhas favoritas! rs
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A melhor coisa que vc ouvirá nesta noite, tenho certeza! | David Gilmour - Wish You Were Here http://t.co/j7Y5iPBT
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#NP Hey... J J Jaded... http://t.co/WcMemVYs
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De volta ao projeto Running... (@ Praça da Paz) http://t.co/2SHQrjO0
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CV até hoje! | A agência @hashTAGms tem vagas para Conteúdo, Analista de Métricas e Planejamento em Mídias Sociais: http://t.co/msBsEqZT
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@brubly Hahah... É mesmo, né!? Com esse dia preguiçoso que tava, troquei fácil estrada pelos bolinhos. hahaha
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@sa_teixeira hummm.. Boa dica! :)
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Feriado + chuva + preguiça de pegar estrada = ... http://t.co/ej0pXoD5
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@brubly Te enviei uma DM. É mais fácil. :)
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@Lucimara_Vanini Eu tô bem, uai! hahaha .. E vc?
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Portofelizes, procuro 2 camisetas do Nostravamus!
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Corre! RT @hashtagms: Quer trabalhar com a gente? Temos #vagas para Conteúdo, Analista de Métricas e Planejamento http://t.co/msBsEqZT
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@brubly Haha..legal! Já escolheu o curso? Então, 5º ano da Midialogia (conhece? rs) Acho que da Geologia eu não conheço ninguém. Qual o ano?2 days ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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@brubly Hahah.. Nossa, que difícil! Huummm.. sou de Campinas, Unicamper.. e você?2 days ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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@Takahashiryu É o jeito, Japa. Se souber de alguma coisa, de alguem que tá vendendo, me dá um toque. Mas eu apareço lá tbem.2 days ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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@Takahashiryu Liguei lá fábrica, Japa. Realmente só tinha lá.2 days ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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E assim caminha meu 25º Carnaval que não deu certo.2 days ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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Domingo é carnaval é dia de parar e pensar nos erros, antes de voltar a cometê-los na segunda-feira.
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Quem vamos? | Maroon 5 fará turnê no Brasil em agosto. http://t.co/Txd5CtQL3 days ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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Profile
Summary
Pesquiso comunicação e temas relacionados à web - mídias sociais, geração de conteúdo, webwriting.
Sou colunista de Internet e tecnologia no canal Economia & Negócios do portal www.itu.com.br
Participei de eventos na área de comunicação digital (Campus Party Brazil, Social Media BR - 2011), e de cursos de curta duração sobre Planejamento em Mídias Sociais.
Fui diretor de áudio dos curta-metragens 'Quiçá' (2009), 'Café Rubatto' (2010) e 'Pôquer' (2010).
Fui produtor a apresentador de programa de Rádio "Invasão 1120" na Rádio Nova Porto de Porto Feliz/SP entre os anos de 2004-2006 e 2009.
Em meus portfólios estão alguns trabalhos em Fotografia, Video e Internet.
Experience
- Aug 2011 - PresentConteúdo e Mídias Sociais / Tag ComunicaçãoElaboração de conteúdo para blogs e mídias sociais, planejamento e monitoramento de ações em redes sociais.
- Feb 2011 - PresentColunista de Internet & Tecnologia / www.itu.com.brProdução de textos sobre tecnologia, internet e mídias sociais para o canal de Economia & Negócios.
Education
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2008 - 2012Universidade Estadual de CampinasComunicação Social, Artes, Midias Sociais, Internet.Activities: Produção Audiovisual, Fotografia, Pesquisa em Mídias Sociais, Planejamentoo de Eventos.