26 anos, São Paulo.
Amigos, comecei um blog só de resenhas de filmes no Wordpress. Vou continuar atualizando por aqui com links de textos publicados em outros sites e o que mais der na minha cabeça. Criei o novo endereço só para me concentrar melhor no assunto de cinema. Afinal, esse tumblr aqui já viu de tudo um pouco, de resumos de Chesterton até diários de viagem pelo Oriente. Continuem por aqui, mas passem por lá também.
Tradução minha de um texto (discurso?) do Ray Bradbury:
“Eu quero que as suas paixões sejam múltiplas. Eu não quero que você seja um esnobe, em assunto algum. Qualquer coisa que você ame, faça-o. Tem de ser com o grande sentido de diversão. Escrever não é uma coisa séria. É uma alegria e uma celebração. Você deveria estar se divertindo com isso. Ignore os autores que dizem “Oh, meu Deus, que palavra? Oh, Jesus Cristo…”, você sabe. Para o inferno com isso. Não é trabalho. Se é trabalhoso, pare e faça outra coisa.
Estou pensando agora nas pessoas que sempre dizem “bem, o que fazer com um bloqueio criativo repentino? E se você tiver um bloqueio e não souber o que fazer?” Bom, é óbvio que você está fazendo a coisa errada, não é? No meio da escrita, dá um branco e sua mente diz: “Não, é isso.” Ok. Você está sendo avisado, não é? Seu subconsciente está dizendo “Eu não gosto mais de você. Você está escrevendo sobre coisas que eu não dou a mínima.” Você está sendo político, ou sendo socialmente consciente. Você está escrevendo coisas que trarão benefício ao mundo. Para o inferno com isso! Eu não escrevo para melhorar o mundo. Se isso acontece, ótimo. Eu não me propus a fazer isso. Eu me propus a me divertir muito.
Eu nunca trabalhei por um dia da minha vida. Eu nunca trabalhei por um dia da minha vida. A alegria de escrever me impulsionou dia após dia, ano após ano. Eu quero que você me inveje, a minha alegria. Saia daqui hoje e diga: “Eu estou sendo alegre?” E se você tem um bloqueio criativo, você pode curar isso hoje mesmo parando de escrever o que você estiver escrevendo e fazendo outra coisa. Você escolheu o tema errado.”
Original:
“I want your loves to be multiple. I don’t want you to be a snob about anything. Anything you love, you do it. It’s got to be with a great sense of fun. Writing is not a serious business. It’s a joy and a celebration. You should be having fun with it. Ignore the authors who say “Oh, my God, what word? Oh, Jesus Christ…”, you know. Now, to hell with that. It’s not work. If it’s work, stop and do something else.
Now, what I’m thinking of is, people always saying “Well, what do we do about a sudden blockage in your writing? What if you have a blockage and you don’t know what to do about it?” Well, it’s obvious you’re doing the wrong thing, don’t you? In the middle of writing something you go blank and your mind says: “No, that’s it.” Ok. You’re being warned, aren’t you? Your subconscious is saying “I don’t like you anymore. You’re writing about things I don’t give a damn for.” You’re being political, or you’re being socially aware. You’re writing things that will benefit the world. To hell with that! I don’t write things to benefit the world. If it happens that they do, swell. I didn’t set out to do that. I set out to have a hell of a lot of fun.
I’ve never worked a day in my life. I’ve never worked a day in my life. The joy of writing has propelled me from day to day and year to year. I want you to envy me, my joy. Get out of here tonight and say: “Am I being joyful?” And if you’ve got a writer’s block, you can cure it this evening by stopping whatever you’re writing and doing something else. You picked the wrong subject.”
(Escrevi o texto abaixo para a minha avaliação de Crítica de Literatura na pós-graduação de Jornalismo Cultural. Tirei nota 10 ^^)
Em 1962, durante uma entrevista concedida à rede britânica de televisão BBC, o escritor russo Vladimir Nabokov (1899–1977) disse que a memória é uma das muitas ferramentas que um artista pode utilizar; que algumas memórias, talvez mais intelectuais do que emocionais, são muito frágeis e suscetíveis a perder o sabor da realidade quando imersas pelo escritor em seu romance e dadas aos personagens. Isto não significa que tais recordações percam o seu sentido assim que escritas – é uma questão de amor: quanto mais você ama uma memória, mais forte e estranha ela é. Para o autor de Lolita e Fogo Pálido, o despertar da consciência é como uma série de clarões com intervalos que vão diminuindo gradualmente até que brilhantes blocos de percepção são formados, fornecendo à memória um apoio escorregadio.
É assim que o autor inglês Julian Barnes (67 anos) inicia O Sentido de um Fim, seu décimo primeiro livro e vencedor do Man Booker Prize de 2011, com um punhado de recordações visuais que despertam na consciência: o vapor subindo de uma pia molhada quando se joga uma frigideira quente, as gotas de esperma girando em volta de um ralo, um rio correndo sem sentido… Estas são as memórias dadas por Barnes a Tony Webster, personagem-narrador que, na primeira parte do romance, relembra a sua juventude em uma comedida década de 60 ao lado dos amigos Colin, Alex e do brilhante Adrian. Durante os anos da universidade, Tony começa a namorar com Veronica, mas a relação é repleta de frustrações e ressentimentos e logo acaba. Algum tempo depois, Tony recebe uma carta de Adrian dizendo que está apaixonado por Veronica. Tony responde de forma amarga e, nos meses seguintes, fica sabendo do suicídio de Adrian.
Na segunda e maior parte do livro, já divorciado e aposentado, Tony recebe de herança 500 libras e o direito a dois “documentos” em acordo com o testamento da mãe de Veronica. Um destes documentos é o diário de Adrian que a própria Veronica detém e não pretende ceder. Tony precisará, então, restabelecer o contato com a ex-namorada para desvendar o mistério da morte de seu amigo, tudo isso enquanto refaz memórias de quarenta anos antes e se depara, à medida que “novos estados afetivos [vão] reabrindo vias neurais bloqueadas”, ora com a nostalgia, ora com a desilusão.
“Quando se é jovem – quando eu era jovem – queremos que nossas emoções sejam iguais às que lemos nos livros. Queremos que elas transformem nossa vida, criem e definam uma nova realidade. Mais tarde, eu acho, queremos que elas façam algo mais suave, mais prático: desejamos que elas sustentem nossa vida como ela é e se tornou. Queremos que elas digam que as coisas estão bem”, diz Barnes na voz de Tony. Em O Sentido de um Fim, a vida não passa da história que contamos (principalmente para nós mesmos) a respeito da nossa vida.
A memória, como a literatura, cuida de camuflar a pequenez da vida e cria, com o passar do tempo, versões melhores do que seria muito doloroso ou maçante para lidarmos na realidade. Foi Nabokov quem disse que a prisão do tempo é esférica e sem saídas. O protagonista de Barnes parece pensar o mesmo: “Houve um momento quando eu estava me aproximando dos trinta anos em que eu admiti que meu amor por aventuras já tinha acabado há muito tempo. Eu jamais iria fazer as coisas que havia sonhado na adolescência. Em vez disso, eu aparava a grama, tirava férias, tinha a minha vida. Mas o tempo… como o tempo primeiro nos prende e depois nos confunde. Nós achávamos que estávamos sendo maduros quando só estávamos sendo prudentes. Nós imaginávamos que estávamos sendo responsáveis, mas estávamos sendo apenas covardes.”
Para Nabokov, a existência nada mais é do que uma breve fenda de luz entre duas eternidades de escuridão, mas é difícil aceitar estes dois “vazios negros” da mesma forma passiva com a qual aceitamos as visões extraordinárias que os separam. O próprio suicídio de Adrian (que dos quatro garotos, era o único “remotamente merecedor de um romance”) não era, afinal, a resposta lógica à questão do existencialismo que tanto lhe preocupava, mas um ato puro e simples de covardia – revelando a Tony, ainda que tardiamente, que a vida não é mesmo tudo que aparentava ser na ficção de sua memória ou expectativa juvenil.
Barnes utiliza a ficção para tratar daquela outra ficção que compomos diariamente, ao longo de toda a vida. Trata-se de um livro curto, mas que deve acompanhar o leitor por um bom tempo após a leitura, como uma memória forte e estranha, capaz de despertar na consciência de forma clara e brilhante.
Não importava a ocasião, se combinasse de encontrá-la às 8hrs, ela chegaria às 7hrs. Não por medo de se atrasar, mas porque assim teria tempo de investigar o local em busca do arranjo específico de assento e mesa com o qual pudesse mostrar apenas o lado esquerdo do rosto. O lado direito era como o lado oculto da lua, a não ser que se descuidasse por um segundo, não era permitido aos terráqueos. Ela era como uma caricatura agradável: os olhos enormes e escuros, muito distantes um do outro, as sobrancelhas desenhadas como semi-círculos concêntricos em relação aos olhos, os pômulos suculentos, mordíveis ao extremo. Dizia que não gostava do lado direito do nariz. Notei que o olho direito parecia um pouco maior do que o esquerdo, mas vi de relance. Um dia, disse que a encontraria às 9hrs e cheguei às 8hrs – ela já estava lá, sorrindo de lado. Nunca permitiu que ninguém lhe aliviasse de suas inseguranças (Deus sabe que eram infundadas).
Ela era alta e esquelética, sem nenhum busto ou quadril. Sofreu um acidente quando criança que fez com que a pupila direita se dilatasse permanentemente, dando a impressão de que tinha os olhos de cores diferentes (um azul, um preto). De cabelo comprido, lembrava Lauren Bacall. De cabelo curto, lembrava Annie Lennox – apesar de Bacall e Lennox não se parecerem muito. Apesar da semelhança, ela era sempre uma versão mais bizarra das duas. Tinha essa aparência alienígena que lhe dava a sensação persistente de que estava destinada a fazer algo extraordinário, sobre-humano. Não se sabe se foi por causa dessa sensação ou de algo que já existia antes, mas realmente fez algo extraordinário, sobre-humano.
Ele costumava ter o tipo de beleza delicada, quase feminina, que atraía adolescentes genéricas. Mas, por sorte, quebrou o nariz depois de uma briga que, obviamente, perdeu. Um nódulo distinto se formou na ponte nasal, bem na linha dos olhos. Seu sorriso, a forma de gesticular e mover a cabeça para o lado quando escutava alguém falar ainda eram os mesmos, mas sua expressão não tinha mais a aparência de doçura ou ingenuidade. Como uma roupa nova feita sob medida, passou a exibir um cinismo convidativo, resultado da combinação das sobrancelhas arqueadas, os dentes perfeitos e, principalmente, o calombo no nariz. Afinal, nem todas as brigas que perdemos são, de fato, perdidas.
Barbas são para aqueles homens que têm algum defeito a esconder no rosto como um queixo ausente, bochechas gordinhas ou cicatriz de lábio leporino. B.L. tinha a mandíbula mais perfeita que já se viu. Seu queixo quadrado era arquitetônico (estilo art-déco, sem dúvida) e seus lábios formavam curvas agradáveis. Quando sorria – um sorriso amplo, capaz de consolar moribundos – duas simpáticas fendas verticais surgiam, uma em cada bochecha. Era alto, forte, podia parecer um bruto (apesar de ser bastante inteligente). Então pense bem antes de crescer uma barba. Pois a mandíbula de B.L. era mais máscula do que todo pêlo facial do mundo.
Ela tinha as pálpebras gordas ou naturalmente inchadas de quem aparenta, a qualquer hora do dia ou da noite, ter acabado de acordar. Seus olhos claros ficavam encobertos não só pelas pálpebras volumosas, mas pela testa que se projetava como a proa de um barco. No ponto médio entre as sobrancelhas grossas, havia um vinco que era como a sereia que ornamentava as vantes dos veleiros. Sempre que algo lhe preocupava, ela surgia e, com os anos, se tornou uma presença constante. Envelheceu e morreu de maneira precoce – ou simplesmente desistiu de carregar tamanho peso sobre os olhos.
Ele era tão alto e largo que sua mera presença era capaz de humilhar tanto pessoas como edifícios. Perto dele, até um arranha-céu parecia cabisbaixo. Quando visitava alguém, todo o cômodo ficava abatido como se contraísse uma doença: as pernas das cadeiras perdiam as forças, o sofá rangia. Com suas sobrancelhas grossas e escuras, em movimento constante, fazia qualquer bobagem soar inteligente e convencia qualquer um de qualquer coisa. Namorava mulheres mais jovens, lindas e que poderia esmagar sem querer rolando durante o sono. Sua risada era estrondosa, de provocar terremotos na mesa de jantar, mas seu choro era triste como a morte de um elefante.
Descendia de uma longa linhagem de mulheres com plástica no nariz. Tinha bochechas redondas como laranjas e franjas curtas demais, o que só reforçava a estranheza do nariz anormalmente minúsculo, bem no centro de um rosto amplo como uma planície. Era magra, com uma aura de anemia. Não tinha nada que pudesse provocar desejo sexual. Era o tipo de garota que, desde os treze anos de idade, só inspirava o carinho e o respeito que se sente por uma tia distante. Sabendo disso, tentava emular alguma beleza usando maquiagem, quase sempre com exagero. Mas era daquelas raras mulheres que ficam mais bonitas de cara limpa.
Como acontece em muitos casos, o volume do nariz compensava pela sua baixa estatura. Seus olhos eram pequenos e escuros, daqueles que seriam fielmente representados se desenhados com apenas dois pontinhos. Às vezes, uma mecha modesta de seu cabelo castanho claro caía em uma das vistas e era suficiente como tapa-olho. Ele nunca pôde usar um corte de cabelo muito curto porque suas orelhas competiam com o nariz, crescendo ano após ano. Tinha os lábios retraídos, de quem parecia tentar comer a própria boca. Seu queixo, contudo, era bem pronunciado, com uma discreta fenda no centro. Dizia que gostava mesmo de mulheres altas, mas a verdade é que era difícil conhecer qualquer mulher que fosse mais baixa do que ele.
Seu rosto era como um triângulo invertido. Seus olhos grandes e separados, as bochechas magras, as maçãs salientes; o queixo fino, quase pontiagudo. Ela era morena, mas chegou a ser loira. Tinha os olhos verdes. Ou azuis. Ou cinzas. Seu nariz era curto, com a ponta levemente voltada para cima. A largura da boca não era muito maior do que a do nariz, com o lábio superior muito mais magro do que o inferior. Quando abaixava o queixo e olhava para alguém de baixo para cima, parecia um lobo encarando a presa. Mas ela não era agressiva como um lobo – pelo menos, não em todos os aspectos. Apesar de fumar constantemente, tinha a voz sedosa. Chamava todos de “querido” e, muitas vezes, era sincera.
Meus comentários sobre os filmes que estão concorrendo nas principais categorias do Oscar neste ano.
Amour, Argo, Beasts of Southern Wild, Django Unchained, Flight, The Impossible
Les Misérables, Life of Pi, Lincoln, The Master, Moonrise Kingdom, Silver Linings Playbook, Zero Dark Thirty
Texto meu sobre o documentário “Marina Abramovic - Artista Presente”, aqui.
Trecho do último capítulo da autobiografia do Buster Keaton, tradução minha:
“A mente de Charlie Chaplin é tão brincalhona e intuitiva que é difícil surpreendê-lo. Mas eu o peguei desprevenido pelo menos duas vezes.
A primeira vez foi em uma madrugada de 1920, quando Charlie e eu estávamos bebendo cerveja na cozinha. Ele falava com grande entusiasmo sobre algo novo chamado comunismo que tinha acabado de ouvir. Disse que o comunismo iria mudar tudo, acabar com a pobreza. Os saudáveis iriam ajudar os doentes, os ricos ajudariam os pobres.
“O que eu quero,” ele disse, batendo na mesa, “é que toda criança tenha o suficiente para comer, sapatos nos pés e um teto sobre a cabeça!”
Naturalmente, isso me surpreendeu, e perguntei, depois de pensar por um minuto ou dois, “Mas, Charlie, você conhece alguém que não queira isso?”
Charlie ficou espantado. E então seu rosto se desfez naquele sorriso maravilhoso e começou a rir de si mesmo. Eu mesmo passei pela vida quase que ignorante sobre política, e queria apenas que meu amigo tivesse feito o mesmo. Agora ele já deve saber que o comunismo, por todo lugar em que foi colocado em prática, não compartilha da menor semelhança com o sistema bondoso que ele me descreveu quarenta anos atrás.”
Lillian Gish, Robert Mitchum and Gloria Castillo in The Night of the Hunter (Charles Laughton, 1955)
via howveryfrench
I’ve seen 601 movies in the last 10 months. That’s about 2 movies a day, every single day (only sometimes I watch 3 or 4 movies in one day, and some days I don’t watch nothing at all). The graph is just to show that, even though I do watch recent releases, you can pretty much live and breathe classics.
When they were having the baby and we did the shows about the birth of Little Ricky [which coincided with the birth of their real life child], Desi was terribly emotional about her. He really was crazy about her. You could feel how they felt.
William Asher, director
brb dying ;/
Chishu Ryu in 晩春 [tr. Late Spring] by Yasujiro Ozu, 1949
via loverofbeauty
James Caan, Robert Duvall and Marlon Brando on the set of The Godfather (1972).
Brando used cue cards for many of his roles, including Superman (1978) and Apocalypse Now (1979), because he felt they helped increase his spontaneity. He said once: “The audience doesn’t know what I’m about to say so why should I.”
Lee Young Ae, Chinjeolhan geumjassi 2005 - Director: Chan-wook Park
Photographic Collection 4 […more Images]
Jimmy Stewart with Margaret Sullavan’s daughter, Brooke Hayward, in 1940
Jimmy Stewart and Margaret Sullavan were close, lifelong friends. Friends since their University Players days, Stewart harbored unrequited feelings for Sullavan, once saying, “I’ll never marry until I find a girl like Margaret Sullavan.”
Happy Birthday Henry Fonda!(16 May 1905 - 12 August 1982)
What is so fascinating to me about Fonda as a talent is I don’t think if you took a stick and beat him he could do anything false, he’s incapable. As a performer… he’s pure. He’s like a barometre of truth on the set. Fonda has the inner resource to make the lines deeply true. Great actor. I don’t use that term often.
Sidney Lumet
I’m watching Enter the Dragon and a comparison suddenly entered my head. I couldn’t resist. When you think about it, though, these two had a lot in common: diminutive size, astonishing discipline, innovation in their respective fields, and an acute sense of timing. Plus, they both paradoxically combined cute and badass.
It was a hot August day and I had been out making the rounds, and I was sweaty because in those days you had to wear your high heels and your gloves and everything. I went into my agent’s office because it had air conditioning, and I was sitting out talking to my friend who was the receptionist. What looked like an ad for an ice cream soda, there was Paul in a seersucker suit, which looked so pristine, and his shirt, no sweat, big blue eyes, lots of curly hair and everything, and I thought… ugh! Oh that’s disgusting!” —Joanne Woodward (on seeing Paul for the first time)
Gary Cooper filming Souls at Sea (1937) on Star of Finland Boat off the coast of Catalina
Experiências com criações de roteiros para curta-metragens e HQ, produções publicitárias e cinematográficas, projetos de direção de arte e cenografia, maquiagem de efeitos especiais, direção e edição de filmes independentes, monitoria e atendimento ao público em geral, redação de texto, crítica de cinema, traduções do inglês para o português, ilustração, fotografia e viagens ao exterior.
Especializações: Formação técnica em Artes Plásticas, diploma específico de Roteiro para Cinema, conhecimentos de Windows XP, Windows Vista, MAC/OSX, Adobe Photoshop CS4, Adobe Illustrator CS4, Adobe After Effects CS4, Adobe Premiére CS4 e Final Cut Pro.