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@netrevenda depois de 3 dias fora, cliente cancelando e voltando para a locaweb! lamentável!6 weeks ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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@netRevenda bom dia! e ai? o q q fazemos?6 weeks ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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@netRevenda o nome da revenda é gruposolucao.net, está fora desde de sábado! Qual a solucão?
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e ai @netrevenda, alguma posição? estamos preocupados com a falta de atendimento e também de solução do nosso problema ???6 weeks ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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\m/“@Whiplash_Net: AC/DC: a morte que abalou a comunidade do Rock 'n Roll http://t.co/8lM3u3T3”
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I just unlocked the "Pizzaiolo" badge on @foursquare! Pies all around! http://t.co/keBKOcXv
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Depois das queimadas o rola moça ressurge! http://t.co/90bUsiIQ
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@dimitrikx haahahahahah, é foda né bixo!3 months ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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"Até o dia 15/11, os servidores públicos da grande vitória, teram trabalhado apenas 5 dias no mês." e vc?
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90% das paradas q eu compro no dealextreme vão para o fundo da gaveta, ahahah, mas é massa
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Ensinamento para levar até o final da minha vida: "nunca mais comprar no Lig Monster em Jardim Camburi!"3 months ago from web | Reply, Retweet, Favorite
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Profile
Summary
Buscando sempre inovações, com a visão focada no crescimento do cliente e do mercado, criou a empresa GB Creative, juntamente com Felipe Nader, a empresa é especializada em Publicidade e Propaganda, tendo realizado projetos de comunicação para diversos clientes que buscam um posicionamento no mercado, em sua carteira de clientes estão a Yamaha do Brasil, Prefeitura de Presidente Kennedy, M2 Consultoria, Magistra Consultoria, Hamburgueria Rockburger, entre outras, na área de Ação promocional já desenvolveu projetos para a VIVO e a TIM.
Experience
- May 2010 - PresentProfessor / FaveniCurso Formação técnica em internet
Aulas de Especialização em xhtml, css, adobe dreamwaver, adobe fireworks, adobe flash e o sistema de gerenciador de conteúdo: wordpress. - Jan 2008 - PresentProfessor / Escola ContecProfessor das disciplinas:
Web Design I - Html, Css,Dreamweaver, Firewoks
Web Design II - Flash - Dec 2006 - PresentProprietário / GB Interactive / GB CreativeAgência Web e Publicidade
Planejamento/Gerenciamento, Atendimento/Execução.
Desenvolvimento/Consultoria, Resultados/Estratégias.
Designer de Interface, Gestão de Mídias, Gerenciamento de Campanhas Online e Offiline.
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2004 - 2008Universidade Estácio de SáPublicitário in Publicidade e Propaganda
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O uso da internet se populariza cada vez mais, fato que é confirmado pelo aumento da parcela da população que afirma acessar a internet: só na Grande Vitória mais de 60% da população garante acessar a rede*.
Percebendo esse crescimento, e a importância desse meio o Gazeta online lança o primeiro evento capixaba de grande porte voltado para discutir as mudanças advindas com o desenvolvimento do ambiente digital e como isso impacta na sociedade e nos negócios: o Web em Destaque.
Serão três eventos com nomes de peso do cenário digital que irão discutir os impactos da internet na tecnologia e negócios, sociedade, e na comunicação e debater os novos desafios desse meio. Serão realizados nos dias 05, 20 e 26 de Outubro de 2011 no auditório da Rede Gazeta.
* Fonte: Pesquisa Futura – Perfil do Internauta 2010
Acompanhe tudo sobre o evento com a hashtag #webemdestaque
Link da página do evento para inscrição: http://gazetaonline.globo.com/src/webemdestaque/
Contato: 27 3321.8029 / webemdestaque@redegazeta.com.br
Mais um informativo mensal da Farma Derm desenvolvido pela GB Interactive. Confira nosso trabalho:
A GB Interactive trabalha mensalmente com ações de marketing online para os clientes da Oliveira Materiais que gera bons resultados para a empresa, confira nosso último trabalho:
Aproveitando o feriado de 07 de Setembro que se aproxima, a GB Interactive desenvolveu uma newsletter convidando todos a aproveitarem o feriado no Hotel Praia Grande.
Confira nosso trabalho abaixo e lembre-se: curtir o 07 de setembro é no Hotel Praia Grande!
Microblog teria recebido investimento de US$ 800 milhões, dizem jornais. Em blog, Twitter confirmou financiamento do fundo russo DST Global.
O Twitter confirmou nesta terça-feira (2) que recebeu uma “significativa” rodada de financiamento liderada pelo fundo russo DST Global que, segundo a imprensa especializada, chegou a US$ 800 milhões, elevando o valor da rede social para US$ 8 bilhões.
“Chegamos muito longe em um período muito curto. Agora temos a oportunidade de ampliar o alcance do Twitter com um significativo investimento que conta com a participação dos nossos investidores atuais”, afirmou o blog oficial do Twitter, que não chegou a mencionar números.
No início de julho, o site “AllThingsD” já havia anunciado o investimento da empresa russa DST Global, do milionário Yuri Milner, que também tem participações em outras gigantes da internet como Facebook, Zynga e Groupon.
Caso os números sejam confirmados, o valor do Twitter chegaria a US$ 8 bilhões, o que representa mais que o dobro dos US$ 3,7 bilhões da sua avaliação em dezembro de 2010, quando recebeu um investimento de US$ 200 milhões.
“Vamos usar esses recursos para inovar de maneira agressiva, contratar mais profissionais incríveis e investir em nossa expansão internacional”, assegurou o Twitter no blog oficial. O número diário de tuítes enviados pelos usuários do microblog passou de 65 milhões há um ano para 200 milhões, enquanto o número de funcionários subiu de 250 para 600 profissionais.
Mensurar as iniciativas em social media é fácil; difícil é escolher bem o que fazer. Não existe um pacote padrão – considere os objetivos de comunicação e os canais a serem utilizados.
Está na moda falar sobre redes sociais nas grandes empresas, assunto que levanta muita polêmica e medo para a maioria. Para outros é uma grande oportunidade.
Antes de falarmos como medir os esforços em redes sociais, precisamos questionar dois grandes “mitos” que percorrem este assunto tão novo. Eu elegi dois que considero os principais:
“Eu faço ações em redes sociais porque é baratinho!”
Esse é o mito que mais assusta. Infelizmente muitos pensam que “redes sociais” é a fórmula mágica que trará resultados imediatos a custo próximo a zero. Analisar dessa forma é achar que as trocas entre pessoas sobre experiências boas ou ruins com marcas valem pouco.
De acordo com o eMarketer, somente nos EUA espera-se que as empresas invistam em 2010 mais de U$ 1 bilhão em “Social Network”, “Word of Mouth” e “Conversation Marketing”. Estima-se investimentos da ordem de até U$ 5 bilhões até 2012.
Infelizmente não temos números confiáveis do mercado nacional.
O brasileiro que usa a internet fica pendurado horas por dia em redes sociais, trocando experiências reais com outras pessoas, histórias são contadas e repassadas num fluxo que aumenta exponencialmente. Nesse fluxo, muitas marcas são elogiadas e também criticadas.
Ações em redes sociais devem ser planejadas e tocadas por empresas e pessoas que tenham intimidade com o tipo de conversa que é empregada. Algumas marcas parecem mães de adolescentes usando gírias para conversar com seus filhos; o resultado soa completamente artificial.
Recentemente uma marca famosa fez uma ação no Youtube. Ela pedia para suas consumidoras criarem um vídeo. Caso ele fosse eleito o melhor, a consumidora ganharia um “kit com produtos da empresa”. Obviamente quase nenhum vídeo foi enviado. É virtualmente impossível comprar engajamento a curto prazo.
“Eu faço social media porque está na moda!”
Outro mito perigosíssimo. Redes sociais representam um fenômeno social. Milhares de pessoas interagem umas com as outras e legitimidade é a base para um relacionamento de confiança.
Pessoas conectam-se com marcas no universo virtual, seja no Twitter, Youtube, Orkut, Facebook ou qualquer outra rede.
Esperamos que o diálogo com essas marcas seja possível, porém como as empresas poderão dar conta de uma multiplicação enorme dos canais de contato com os consumidores?
Até então o SAC das empresas reinava absoluto, porém as respostas dos scripts dos atendentes não têm serventia nenhuma no universo virtual.
As estruturas de atendimento precisarão ser revistas. Muitas empresas não estão prontas para isso e perigosamente abrem caminho para concorrentes que “têm menos a perder” e podem arcar com os riscos de uma investida mais agressiva em canais alternativos de comunicação.
Algumas empresas estão se gabando com sua “presença” nas redes sociais, porém de nada adianta possuir uma presença se a cultura ainda é offline. O que mais se vê são Twitters de empresas que funcionam como um repositório de releases, onde não existe diálogo.
A própria estrutura online da maioria das empresas tornou-se arcaica. Muito em breve uma “fan page” do Facebook poderá ter mais valor do que o site da empresa. A grande maioria dos feedbacks será pulverizada em vários canais e não mais concentrados no SAC.
Não se trata de modismo, mas de uma mudança radical na forma de comunicar e de aproveitar o feedback constante que é dado pelos consumidores.
Experimente usar a busca do Twitter para acompanhar as conversas sobre sua marca. Você vai se surpreender sobre os insights que podem ser tirados de uma simples espiada nessas conversas.
Avaliando seu retorno nas redes sociais
Empresas que se adaptarem a essa nova forma de comunicar terão grandes chances de serem bem sucedidas, porém não podemos esquecer que todas as ações podem e devem ser monitoradas.
Cada rede social tem sua peculiaridade, cada marca ou produto tem seu objetivo de comunicação. Isto posto, deve-se pensar num mix adequado de redes a serem utilizadas. É preciso saber onde seu público alvo está.
O primeiro passo é monitorar as conversas de seus consumidores: existem vários softwares no mercado e agências especializadas que podem executar esse trabalho. O mais importante será como aproveitar os dados levantados e transformar isso em inteligência competitiva.
Positivas, neutras ou negativas
A forma mais básica possível de avaliar as menções sobre sua marca é classificá-las como positivas, neutras ou negativas. Além de classificá-las, você pode cruzar com informações dos concorrentes.
Abaixo, um exemplo de uma matriz que analisa qualificação x relevância de marcas:
Outra análise interessante, inventada pela Razorfish, é chamada de SIM Score, ou Social Influence Marketing Score. É basicamente um indicador que avalia o quanto os consumidores gostam ou desgostam de uma marca.
Seu cálculo é bem simples:
O resultado dessa análise trará um resultado entre 0 e 1. Quanto mais próximo a 1, mais positivo é o sentimento pela marca.
Através dessa análise é possível comparar a marca com seus concorrentes e também com a indústria ou o segmento do mercado, conforme o exemplo a seguir:
Além de avaliar se as menções são positivas ou negativas, é possível associá-las com atributos da marca que serão avaliadas. Um restaurante pode, por exemplo, saber se as menções são referentes ao atendimento, cardápio, preço entre outros.
Veja um exemplo:
Cada rede social possui suas peculiaridades na forma de avaliar o engajamento com os seus usuários.
Vamos detalhar algumas delas:
Uma das principais métricas a serem consideradas obviamente é o número de seguidores (followers). Uma série de sites fazem análises sobre a evolução de followers e um dos meus preferidos é o TwitterCounter.
Porém, somente a audiência não vale, tem que haver engajamento. Para cada post gerado no Twitter é importante acompanhar a sua repercussão, portanto outra métrica a ser considerada é o “impacto” de cada post, ou seja, quantas vezes o post foi respondido ou “retuitado” (retweet).
Através da análise dos impactos por post é possível saber quais assuntos despertam maiores interesses, quais horários são melhores e também o tipo de assunto que traz novos seguidores.
Uma métrica interessante para avaliar o engajamento é o “Total de retweets por mil seguidores”, ela pode representar o quanto a audiência é engajada com o conteúdo de uma determinada marca.
Para quem é louco por métricas, uma boa pedida é uma ferramenta chamada Klout. Ela mede a influência e o impacto de uma conta do Twitter, identificando quem são os maiores influenciadores e influenciados de uma determinada conta.
A seguir, alguns indicadores interessantes do Klout, que é gratuito:
- Engajamento: o quanto diverso é o grupo que “responde” para uma determinada marca? A marca apenas faz “broadcast” ou participa do diálogo?
- Velocidade: O quanto uma marca é “retuitada”? São várias pessoas que “retuitam” os posts ou sempre são as mesmas pessoas?
- Alcance: Os “tweets” são informativos o suficiente para se construir uma audiência? O quanto distante o conteúdo gerado espalha pelo Twitter?
Cada vez mais as “fan pages” do Facebook ganham importância; em determinados casos elas são muito mais valiosas que os próprios sites das empresas. Somente a fan page do Starbucks possui mais de 6 milhões de “fãs”.
Uma das principais métricas a serem consideradas é o “impacto por post”. Da mesma forma que o Twitter, é importante definir métricas que avaliem o impacto e o engajamento gerado no diálogo com os “fãs”.
Outras métricas utilizadas para avaliar impacto e engajamento no Twitter também podem ser usadas no Facebook.
YouTube
Canais no Youtube são cada vez mais comuns e tornam-se uma excelente ferramenta de divulgação para marcas. Algumas métricas a serem consideradas são visualizações dos vídeos (video views), comentários por vídeo e, obviamente, o volume de assinantes do canal.
Considerações
Não existe um pacote padrão de métricas. É importante considerar quais são os objetivos de comunicação e quais são os canais a serem utilizados. O mais importante é saber definir uma estratégia certa e estabelecer um diálogo relevante com os consumidores.
Antes de qualquer medição é importante avaliar se sua empresa está pronta para mudar a forma de comunicar. O modelo antigo “one way” não funciona nas redes sociais. Estabelecer um diálogo próximo, relevante e honesto pode parecer simples, porém requer uma auto-análise profunda. Sua empresa está pronta?
Fonte: http://webinsider.uol.com.br/2010/04/06/como-medir-o-retorno-nas-redes-sociais/
Imagine que você está andando tranquilo pela rua quando de repente aparece uma tela na sua frente, o convidando a jogar uma partida de Super Mario Bros. ali mesmo. Por que não aceitar, não é? Provavelmente você encontraria algo mais ou menos parecido com o que é mostrado nesse vídeo.
A Andrew Films produziu um curta misturando um ator real com objetos virtuais, mostrando como seria uma jogadinha rápida de Super Mario Bros. Em nosso mundo, onde quebrar blocos com a cabeça deve doer pra caramba, dar a volta por trás dos canos pode ser mais fácil do que pular por cima deles e pisar em cima de um inimigo é mais trabalhoso do que parece.
O mais interessante, porém, é ao conseguir um power-up em um dos blocos de interrogação como é comum no mundo de Mario. No nosso mundo seria vantajoso utilizarmos cogumelos para ficar maiores e ganharmos vantagem sobre nossos adversários? Claro que não! Por isso algo muito melhor espera pelo jogador ali. Clique no link abaixo e confira o vídeo!!
Real Life Super Mario Bros by andrewmfilms (Live action Machinima)
Fonte: http://www.techtudo.com.br/jogos/noticia/2011/07/como-seria-uma-partida-de-super-mario-bros-no-mundo-real.html
Há lugar para a sua empresa no Facebook. Fortalecer a presença lá deve ser encarado como mais um passo de sua estratégia de marketing digital.
A mais recente pesquisa da ComScore revelou que a quantidade de usuários do Facebook no Brasil chegou a 19 milhões de pessoas em março, número três vezes maior do que o registrado no mesmo período do ano passado. Se continuar nesse ritmo, o “Face” (como gostam de chamar os mais íntimos) tomará o lugar do Orkut como rede social mais usada pelos brasileiros.
Fenômeno semelhante ocorre em outros países, como os EUA. Lá, nem mesmo a News Corp., uma das maiores empresas de mídia do mundo e dona do MySpace, conseguiu segurar a ascensão do Facebook, que já reina absoluta. Pesquisa da empresa Edison Research, 51% dos cidadãos americanos com mais de 12 anos tem perfis no Facebook.
Para os negócios, esta tendência significa um impacto semelhante ao provocado pelo Google pouco mais de uma década atrás. Ou seja, a criação de um revolucionário modelo de publicidade online que trará oportunidades para empresas dos mais diversos portes e segmentos.
Tanto que na terra de Barack Obama já existem companhias que estão abandonando seus sites institucionais para se concentrar em fan pages, exemplo já seguido pelos mais ousados no Brasil, caso da agência de publicidade África.
Há três boas razões para acreditar que o Facebook tem condições de se tornar uma nova plataforma de negócios na internet, rivalizando com o Google.
Primeiro pela grande escala mundial de usuários, que cresce a um ritmo acelerado. Segundo porque vem se mostrando bastante lucrativo e, portanto, sustentável (o site levantou US$ 1,9 bilhão em 2010, enquanto o faturamento do badalado Twitter não passou de US$ 45 milhões).
Terceiro, e o mais importante para as empresas, é que a cada dia a rede de Mark Zuckerberg vem se aprimorando como plataforma de mídia, marketing e negócios.
Ao contrário de outras redes como o Orkut, desde o início a proposta do Facebook foi mais “amigável”, para que as empresas se relacionassem com os participantes de forma natural, sem grandes apelações comerciais e de propaganda.
O que a equipe de desenvolvimento do site vem fazendo é aperfeiçoar o acesso e as formas de interação. E, pelo que mostra o crescimento da plataforma no mundo corporativo, marcar presença no Facebook certamente parece ser um bom negócio.
Algumas das vantagens mais evidentes são:
- Estar presente na rede social que mais cresce no mundo e que conta atualmente com 600 milhões de usuários.
- Atuar em uma rede social como uma “pessoa jurídica” e não disfarçada de “pessoa física” como em outras redes, conferindo mais naturalidade e transparência ao diálogo.
- Disponibilizar diversos aplicativos e games, que podem ser incorporados à fan page como forma de interação com os visitantes. Estima-se que hoje nada menos do que 2,5 milhões de desenvolvedores criem aplicativos para a rede.
- Integrar de forma mais natural, dentro de sua fan page, outras mídias sociais complementares, como o YouTube, Flickr, Twitter e blogs, facilitando o acesso dos “fãs” a estes conteúdos e aumentando a interatividade.
- Disseminar mensagens virais, por meio dos comentários.
Gostou desse artigo? Clique em Curtir e não só seus fãs no Facebook mas também em outras redes sociais dos quais você participa também ficarão sabendo. Esse recurso, o Facebook Connect, rapidamente copiado por outros grandes sites como o Google e Yahoo!, permite que o conteúdo de qualquer site se torne social.
Então quer dizer que o negócio é aposentar meu site e partir para o Facebook direto? Calma, também não é assim.
O site institucional continua sendo muito importante no Brasil. Embora não tenha a fluidez das redes sociais, continua sendo a principal referência de uma empresa na internet, transmitindo credibilidade justamente por sua “solidez”. Por esse motivo acredito que ainda vá ter vida longa, embora deva sem dúvida passar por uma evolução até ser totalmente incorporado ao ambiente social da web.
Fortalecer a presença no Facebook deve ser encarado como mais um passo da empresa em sua estratégia de marketing digital. Assim como outras ações nas redes sociais, os resultados nesse tipo de empreendimento devem ser pautados pelo conhecimento do público-alvo, definição clara dos objetivos, planejamento, definição de uma estratégia própria e monitoramento dos resultados.
Pelas características da rede, o Facebook é o ambiente perfeito para disseminar rapidamente novidades relacionadas a lançamentos, campanhas de engajamento e para relacionamento direto com o público. Nesse sentido, o site norte-americano Mashable publicou um artigo esclarecedor mostrando as estratégias diferenciadas e bem-sucedidas de cinco grandes marcas (Cola-Cola, Pringle’s, Adidas, Starbucks e Red Bull) para conquistar o público das redes sociais.
O Facebook Marketing está apenas em seu princípio e, longe de esgotar o assunto, este artigo tem por objetivo ser um ponto de partida, contribuindo para que os empresários e profissionais de marketing comecem a planejar como inserir suas empresas de vez nas redes sociais.
Fonte: http://webinsider.uol.com.br/2011/05/04/o-facebook-marketing-esta-apenas-comecando/
Para empresas, sites, blogs ou público em geral, cada um com seus objetivos, as vendas nas redes sociais ocorrem de forma indireta.
As redes sociais são uma boa ferramenta de marketing para as empresas – mas elas vendem?
Você vai dizer que o foco das redes sociais não é a venda e sim a comunicação (interação) com o os clientes e potenciais clientes do seu negócio. Concordo totalmente e tenho tido ótimos resultados com essa forma de trabalho. Mas, elas vendem ou não?
As redes sociais podem ser usadas de diversas maneiras por uma empresa, sites, blogs e por pessoas que não têm um objetivo “comercial” envolvido. Vejamos:
Empresas
As empresas podem ter como objetivo, ao aderir as redes sociais, fazer um atendimento rápido aos seus clientes e monitorar as suas marcas, com o intuito de antecipar alguns fatos indesejáveis ou até mesmo de servir de termômetro de como sua marca/produto está posicionado e sendo visto pelo mercado. Tem também a possibilidade de interagir com o seu público alvo, com promoções, concursos, sorteios, conversas, participações em discussões onde o tema esteja relacionado a um assunto que esteja ligado a sua empresa ou em qualquer outra forma de interação.
Sites e blogs de conteúdo
Já os sites e blogs de conteúdo têm pontos que se assemelham aos objetivos das empresas, diferenciando no fato que o produto “vendido” é o conteúdo (artigos, post, vídeos…) gerado, que, assim como um produto físico ou uma prestação de serviço, deve ser de qualidade e diferenciará um site/blog bom de um ruim, um de sucesso e um fracassado. A interação com o público também é fundamental.
Público em geral
As pessoas, diferentemente das empresas, site ou blogs têm diversos objetivos ao usar as redes sociais, podendo ser para descontrair, passar o tempo, divertir, conversar com os amigos, fazer o network e muitas outras coisas que variam de acordo com o tempo disponível de cada um ou da criatividade para uso dessas plataformas.
Agora você deve estar se perguntando o porquê do título desse artigo, quando deveria ser algo como “A importância da interação nas redes sociais”. Mas, fiz essa introdução para responder.
Para empresas, sites, blogs ou público em geral as redes sociais vendem, mas não da forma direta, as vendas nas redes sociais ocorrem de forma indireta. Abaixo mostro como cada um vende o que tem a oferecer nessa ambiente social.
Como é com as empresas?
As empresas vendem seus produtos de várias formas, sendo que a venda inicia no momento em que você começa a interagir com seus seguidores, a oferecer conteúdo importante, que os direcionem para seu site ou que fortaleçam sua empresa.
E também quando você cria novidades que gerem uma maior visualização da sua marca, seja com vários RT no Twitter, pelo compartilhamento de informações, pelo botão curtir no Facebook ou em comunidades no Orkut.
Nesta visão, as vendas são consequências da interação da sua empresa e marca com o seu público. Tenho tido resultados bastante favoráveis com as redes sociais Facebook, Twitter e Orkut e vendido muito, sem em nenhum momento precisar de divulgar os produtos da empresa, apenas conversando com o público.
São várias as vezes que me deparei com vendas provenientes dessas redes, sem mesmo precisar ter contato direto com o comprador, visto nos relatórios do Google Analytics (ferramenta gratuita que permite análises do seu site). Em outros casos tivemos vendas onde o seu início começou nessas plataformas, mas, depois continuamos por outros meios (e-mail, telefone, chat..)
E com os sites e blogs?
Da mesma forma que a empresa precisa interagir com o seu público, mas o foco não é a venda de produtos e sim de publicidade ou outros meios (ex. e-book com dicas), sendo o ponto principal angariar visitantes ao seu site para vender a publicidade, seja ela por meio de programa de afiliados ou por venda de pacotes publicitários para empresas.
Assim, da mesma forma que uma empresa, seu site terá que estar sempre em contato com seu nicho e gerando conteúdo de qualidade. Na verdade a primeira coisa que você terá que vender é o seu conteúdo. Trabalhe bons títulos – o título nesse ponto é de fundamental importância, pois é a porta de entrada para o conteúdo.
Até aí tudo bem, mas uma pessoa, o que ela venderia?
Com essas mudanças na internet e devido a grande influência da web 2.0 as empresas estão contratando e analisando as pessoas nas redes sociais. Assim, as pessoas também “vendem” a sua marca pessoal (ou marketing pessoal) para as outras pessoas ou empresas. Uma rede social muito usada para isso é o Linkedin.
E se você não está a procura de um emprego, fica a dica, continue mantendo sua marca pessoal e fique atento ao que se fala nas redes. Já existem várias casso de demissões por conta de comentários na web e não foram contratadas pessoas que participam de determinadas comunidades no Orkut. Eu, como empresa, não iria querer contratar uma pessoa que participa de uma comunidade, por exemplo, chamada “Eu sou muito preguiçoso”.
Fonte: http://webinsider.uol.com.br/2011/01/24/onde-as-redes-sociais-encontram-as-vendas/
Podemos promover a venda de produtos e serviços em ambientes de redes sociais sem cansar ou desagradar as pessoas, muito pelo contrário. Veja algumas dicas.
É inegável que as redes sociais são um caminho interessante e viável para a comunicação entre empresas e consumidores.
Twitter, Orkut, Facebook, UNIK, Badoo, Hi5, Quepasa e muitas outras fazem parte do boom das redes sociais..
É até difícil para o usuário de internet gerenciar suas redes de relacionamentos, já que a todo o momento chegam “convites” para participar de uma rede nova. Como ter tempo para rotineiramente interagir com todas elas? Impossível para a maioria.
Ao mesmo tempo, imagine para as empresas. Como participar deste mundo relativamente novo sem se perder em estratégias, ou mesmo sem perder tempo e dinheiro? Como lançar ações que tragam resultados reais? Como convertê-las em ganho de imagem e principalmente e diretamente em vendas?
Seguem abaixo algumas dicas que podem ajudar muito.
Conceitos
Não dá para abraçar todas as redes. Identifique onde está em maior número o seu público-alvo e centralize os esforços e investimentos.
Lembre-se que não estamos lidando com uma “rede mundial de computadores”, mas com uma “rede mundial de pessoas”, interligadas através de computadores. São os humanos que agem, espalham informações e compram.
Consumidor
É movido por interesses. A pergunta chave que ele faz é: - O que vou ganhar com isso? Identifique e deixe claros os motivos (que devem ser realmente interessantes e viáveis) para que participem da ação, façam indicações, comprem etc.
A forma de se relacionar e consumir tem as suas peculiaridades inerentes ao meio em que eles estão interligados (real ou virtual). Entretanto, cultura, criação, regionalização, gostos, família, amigos, medos, carências, modismos, referências e sentimentos fazem parte e participam também de vida “virtual”.
Ou seja, a sua vida “real” está intimamente ligada à sua vida “virtual”, uma influenciando diretamente a outra. Devemos tratar nossas ações pensando na interligação e influências das ações nos dois mundos e não de forma independente.
Busque o paralelo entre as duas “vidas”. Muitos “tímidos” são extremamente ousados por trás dos computadores. Procure saber quais os seus hábitos e personalidades nos dois mundos.
Lembre-se que o consumidor sempre quer ser acolhido, entendido, valorizado e destacado, não importa o “ambiente” onde estiver.
Comunicação
Verifique quais assuntos e comunidades que tenham relação com seu produto ou serviço são mais importantes dentro de cada rede social. Foque a comunicação.
Utilize-se dos principais “personagens” de cada rede. Eles podem ser seus garotos e garotas propaganda no mundo virtual (multiplicadores e incentivadores de compras).
Não vamos esquecer as lojas físicas (apesar da dificuldade com relação à equipe, são ótimas possibilidades de contato com o público) e a mídia tradicional para divulgar e incentivar aos clientes a tornarem-se “amigos” nas redes.
Crie formas de incentivar a multiplicação e que sejam atreladas a sites ou hotsites que possam “construir” cadastros. Existem sistemas nos quais o usuário consegue “importar” seus contatos das principais redes.
Tome cuidado para não saturar o consumidor com mensagens e ações. Envie somente para os que se tornaram “contatos” da empresa e não utilize spam (por e-mail ou via redes). Isso vai prejudicar a credibilidade da sua empresa. Estamos criando fidelidade de relacionamento e, por conseqüência, vendas.
Vendas
Considere usar sorteios e ações específicas para cada tipo de rede. Prepare cupons e tickets para incentivar as vendas no e-commerce ou lojas físicas (impressos, Bluetooth, SMS etc). Mas só se o prêmio for bom.
Utilize-se de promoções “relâmpago”. O medo da perda continua sendo um grande aliado.
Dê prêmios e benefícios ao internauta que ajudou a vender.
A estratégia do “amigo premiado” aqui também funciona. Quem inserir um banner, mandar mensagens ou outras ações em prol da empresa pode ser selecionado para ganhar prêmios a qualquer momento.
Com estas dicas, as empresas com certeza podem potencializar e muito os resultados com as redes sociais. Sejamos estratégicos, criativos e ousados, sempre com responsabilidade.
Fonte: http://webinsider.uol.com.br/2010/05/07/o-uso-de-redes-sociais-como-ambiente-de-venda/
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Trabalho muito bacana que começamos a desenvolver para a escola de línguas Two-Way, com unidades em Vitória e Vila Velha ES. A primeira peça foi um folder para ser entregue na confraternização de fim de ano da escola, mostrando todas as conquistas de 2011 e tudo o que está por vir em 2012. Paralelo ao folder, foi desenvolvido também o blog da escola para divulgação de fotos e vídeos, material das aulas, informações gerais e dar maior interação entre professores e alunos. Para conhecer a Two-Way basta acessar o site clicando em: www.two-way.etc.br
Desenvolvimento de material impresso e ação promocional da campanha Verão Sorrisão Studiodonto, em que as pessoas que cadastrassem seu email ou curtissem a fan page da clínica no facebook recebem códigos para realizar tratamentos ortodônticos com condições exclusivas! Aproveite também para curtir a fan page do Studiodonto e ficar de sorriso aberto!
Blog e newsletter de divulgação desenvolvimento para a loja de roupas multimarcas Empório Life que fica na Praia do Canto em Vitória ES. Sempre com novidades e look books fotografados especialmente para cada coleção o blog tem uma atualização constante trazendo sempre novas dicas para mulheres e homens!
O Conilon FC é o novo time de futebol da cidade de Jaguaré no ES. Aqui na GB cuidamos de todas as peças que serão apresentadas aos torcedores. A primeira parte foi concluída com o desenvolvimento do escudo, dos uniformes dos jogadores, além de uma fan page no facebook divulgando todas as notícias!
Jornal, embalagem para lembrança, mala direta,… Rolou muita coisa para a Associação de Moradores do Alphaville Jacuhy (Amaj) em dezembro aqui na GB. Trabalho bacana demais com uma equipe nota 10 da Amaj sempre nos ajudando!
Jornal, embalagem para lembrança, mala direta,… Rolou muita coisa para a Associação de Moradores do Alphaville Jacuhy (Amaj) em dezembro aqui na GB. Trabalho bacana demais com uma equipe nota 10 da Amaj sempre nos ajudando!
Adesivo de fim de ano desenvolvido para o Aladin Delivery Árabe para divulgar a ceia de Natal e Ano Novo por encomenda. A peça não chegou a ser veiculada no Aladin, porém está disponível no site www.aladindelivery.com.br
Primeiras peças desenvolvidas para a Clínica Odontologia Studiodonto, que possui um posicionamento de mercado bem bacana e diferente do que existe em Vitória. O investimento em estrutura, em equipe e uma ótima visão de mercado foram as características principais mostradas nas peças. Segue abaixo o resultado para o impresso de divulgação do cartão de fidelidade Studio Card e do folder de apresentação da clínica.
Os trabalhos no Rock Burger continuam rolando, dessa vez trabalhamos com itens da comunicação interna da hamburgeria como adesivos, banners, cartão fidelidade e jogo americano. Abaixo tem o resultado final das peças!
Gláucio Bedim é publicitário e empresário. Há três anos fundou a GB Interactive, empresa especializada em consultoria e projetos para internet. Em sua carteria estão clientes como a Polícia Civil do ES, Corpo de Bombeiros do ES, Concessionárias Honda, Volkswagem, Peugeot e Yanmar. Como publicitário, também ministra aulas em institucão de ensino técnico.
Buscando sempre inovações, com a visão focada no crescimento do cliente e do mercado, criou juntamente com o Designer Felipe Nader, a empresa GB Creative, especializada em Design, Publicidade e Propaganda.