Frank Marcel

Coordenador de SEO pela Mestre SEO e estudante de Ciência da Computação na Universidade Federal de Itajubá. Além de escrever sobre SEO na Mestre SEO, tenho também um blog de SEO pessoal - FrankMarcel.com.

Posts

June 01, 09:57 AM

Hail Visitor! Há bem pouco tempo (relativamente) eu publiquei na Mestre SEO sobre mudanças na certeza e precisão dos dados coletados via Google Analytics, mas, ainda assim, este post é bem válido e a idéia apresentada aqui (que por sinal foi minha apresentação no OMExpo Latino 2010) é um bom investimento de tempo em análise de sites para entender melhor pontos fortes e fracos do site em análise.

Google Analytics e Seus Dados

No dia 25 de maio, o Google anunciou no Public Policy Blog que os usuários de Internet poderão não mais contribuir para os dados coletados pelo Google Analytics ao longo de sua navegação através da instalação de um add-on em seu browser. Este add-on tem a função de bloquear o funcionamento do javascript do Google Analytics e, assim, o usuário poderá passar desapercebido por onde navegar – desapercebido pelo Google Analytics! Outros sistemas de tracking não tem nada a ver com a história.

Problemas de coleta de dados a parte, continua sendo válido utilizar o Google Analytics. Acredito que a adesão, bem como a preocupação com a confidencialidade deste tipo de informação seja inexistente e não deve tender a se tornar padrão. Sendo assim, trago minha apresentação para este artigo do meu blog de SEO:

Google Analytics para Análise de Sites

Métricas Explícitas do Google Analytics

No geral, o Google Analytics é um medidor de visitas – a maioria dos seus menus e gráficos mostram a evolução de visitas sob algum aspecto (visitas, visitas por keywords, visitas por Search Engines, visitas por referring sites, etc.) e contam também com detalhes como bounce rate, tempo no site entre outros.

Essas métricas explícitas certamente ajudam a análise de um site em seus pontos mais básicos:

  • Quantidade total de visitas
  • Quantidade total de visitas em uma palavra-chave
  • Quantidade total de visitas a partir de um site
  • Quantidade total de visitas em um determinado conteúdo
  • e assim por diante

É importante observar cada uma dessas métricas, pois elas já dizem bastante quando se faz a análise do site. O volume de visitas total provê o andamento geral do site. Cada outro ponto específico, visitas por keywords, visitas por site de referência, visitas em determinados conteúdos, servem para providenciar a análise específica de cada área do site – keywords que precisam de mais atenção, conteúdos que não estão com o desempenho esperado, ou sites de onde se pode conseguir mais visitas.

Até aqui, todas métricas estão devidamente expostas e prontas para uso no Google Analytics. Mas não pára por aí.

Métricas Implícitas do Google Analytics

O Google Analytics é uma ferramenta tão versátil e interessante que mostra dados interessantes de se analisar sobre sites até mesmo sem querer. Mas você precisa ser perspicaz e montar seus próprios gráficos. Os gráficos de total de visitas por palavra-chave e total de visitas por sites de referência apresentam outros dados interessantes:

  • Quantidade de keywords diferentes que levam visitas ao site

Basta olhar quantas keywords levam visitas ao site:

Ainda neste relatório, trocando a informação exibida para landing pages (ao invés de keywords), obtém-se a:

  • Quantidade de páginas diferentes que recebem visitas

De onde é possível montar o gráfico:

Seguindo a mesma linha, mas agora para referring sites, é possível montar a diversidade de sites que levam visitas ao site em análise:

Obtém-se essa informação de modo análago ao modo de se obter a diversidade de keywords.

Análise de Sites com Google Analytics

Essas e outras dicas, como uso de expressões regulares, eu apresentei na OMExpo Latino 2010. Abaixo, a apresentação que eu usei por lá:

Dúvidas e sugestões? Deixe um comentário! E tuite a vontade! Até a próxima.Já leu estes posts?

March 17, 06:35 AM

Hail folks! Mais um post aleatório e esporádico, dessa vez para referenciar links às atividades de SEO que tem me ocupado desde a última postagem.

Mestre SEO

Naturalmente, a empresa ocupa boa parte do meu tempo e eu me dedico bastante à MestreSEO. Nos últimos tempos, tivemos bastantes novidades por lá, à recaptular algumas marcantes:

Felizmente, anda tudo muito bem por lá. Estamos num ritmo bem legal e ainda vem muito mais por aí.

Curso de SEO

Vale a pena separar um espaço especial para o Curso de SEO promovido pela empresa e ministrado pelo Fábio Ricotta. O curso é uma oportunidade imperdível para se fazer uma imersão em tudo que existe de SEO. O Fábio, com suas inúmeras viagens ao exterior, está sempre em contato com as últimas novidades no assunto. É uma oportunidade única de se ter um feeling do que acontece lá fora.

Estamos com data marcada para 20 e 21 de março em São Paulo, curso em Belo Horizonte em abril e possibilidades grandes de levar o curso também para o Rio de Janeiro. Pelo Twitter, não faltam pedidos de Curso de SEO para todo o lado do brasil: nordeste, sul e centro-oeste também querem o curso – Distrito Federal, Porto Alegre, Brasília são alguns dos lugares que solicitam a nossa presença.

Ficamos todos muito felizes com este reconhecimento e manifestação! =)

UaiSEO – Minha Primeira Palestra

Créditos da imagem para @EvisDetona da AO5

E neste último final de semana, em Juiz de Fora, dia 13 de março, pude palestrar no UaiSEO – a convite da organização e indicação do meu grande amigo e Mestre, Fábio Ricotta – aos quais sou muito agradecido pela confiança e apoio para esta minha primeira apresentação a um grande público e chance de compartilhar um pouco do que já vivi em SEO.

Como Mostrar os Resultados foi o tema da minha palestra, por onde procurei ressaltar quais os dados e informações são interessantes para se mostrar ao cliente, bem como são importantes para o Analista SEO sempre acompanhar e ter conhecimento de cada área do site: visitas, rankings, conversões, comportamento do usuário e evolução de links. Segue a apresentação:

Mais uma vez, foi muito interessante participar de um evento de SEO no Brasil e encontrar pessoas diferentes, e também os amigos de outros encontros. Recebi um feedback positivo de quem estava por lá e também via Twitter:

Na minha agenda consta que minha próxima apresentação será no Curso de SEO em SP, dias 20 e 21 de março (furei a notícia, Fábio?) onde, tenho certeza, vou contribuir e aguardo novos eventos para rever todos mais uma vez.Já leu estes posts?

October 03, 11:00 AM

Hail, na última semana aconteceu um fato muito curioso que me levou a conhecer essa ferramenta – A LinkAider. O objetivo da ferramenta é ajudar Webmasters e SEOs a encontrar e resolver problemas no site, facilitando a manuteção. Vale a pena conhecer a LinkAider e mais abaixo eu falo sobre ela. Mas primeiro…

Background

Desde que comecei este blog, um dos links mais interessantes que eu consegui para ele foi o link na sidebar do Daily SEO Tip, um blog de SEO com dicas muito bem servidas, liderado pela Ann Smarty e pelo Loren Baker.

Logo que o link apareceu por lá, fiquei preocupado em oferecer o conteúdo deste blog também inglês, pois eventualmente eu receberia visitas vidas de lá, sem contar outras fontes e blogs em inglês nos quais comento e, naturalmente, deixo o link para o meu blog de SEO.

Foi então que decidi colocar a gadget de tradução do Google no blog, assim seria possível ter uma versão em inglês, pelo menos, do conteúdo sem inventar muita onda. Eis que realmente serviu para seu propósito.

LinkAider.com – Análise de Sites

No dia 25 de setembro, recebi um email do Alex (responsável pela ferramenta) comentando sobre a LinkAider.com, uma ferramenta que parece ser interessante de se testar, e que ele tinha conseguido ler o meu blog justamente usando a gadget do Google Translate e chegando a ele pelo DailySEOTip. Um fato bem curioso!

A proposta da ferramenta é fazer o web crawling do site que você solicita, seja seu site ou não, da mesma forma que as outras Search Engines fazem. O objetivo, claro, não é ser uma Search Engine, mas providenciar a maior quantidade de informações sobre o site diretamente a partir da navegação.

Entre os recursos da LinkAider, estão:

  1. Encontrar links quebrados
  2. Encontrar erros de crawling
  3. Encontrar erros no servidor (em relação ao carregamento de páginas)
  4. Listar para onde são os links externos no seu site
  5. Encontrar títulos duplicados
  6. Encontrar páginas e/ou imagens pesadas

E ainda o filtro desses dados que possibilitam um refinamento na consulta às informações.

É verdade que os itens 1, 2 e 5 já estão disponíveis via Google Webmasters Tools, mas com essa ferramenta, você consegue uma segunda opinião, para não mencionar que você pode atualizá-la assim que faz as alterações, enquanto com o GWT, esperar é a única opção.

O item 3, identificar erros no servidor, pode ser de grande ajuda para manter o site sempre em ordem. O item 6, também é útil – Identificar as páginas que mais demoram a carregar e otimizar esse tempo de carregamento pode poupar o gasto de paciência do visitante.

O que mais chamou a atenção, foi o item 4 – A lista de domínios e páginas externas para os quais são encontrados links no site. Tanto isso é interessante para checar se os links ainda estão ativos, quanto também para conhecer todos os links de saída do site. Não é interessante ter links para vizinhanças suspeitas.

Em caso de sites que tem participação de usuários em geral na produção de conteúdo, sejam comentários em blogs, ou fórum, isso pode ser de grande ajuda para manter o perfil de links limpo. Integre as informações à um sistema que verifique atualizações e as coisas podem ficar bem simples.

No email, o Alex mandou também um report de exemplo: Análise no site da Microsoft. Realmente é um relatório bem completo, com muitas informações. É possível ficar perdido nas informações.

Um outro detalhe interessante é que a tool é “gratuita” – Você recebe 500 créditos mensais para usar a LinkAider, créditos que dão conta de analisar um site pequeno (até 500 páginas). Mas eles trabalham por demanda, se você precisar de mais créditos, basta comprar:

  • 1.000 páginas – US$8.00
  • 4.000 páginas – US$24.00
  • 10.000 páginas – US$59.00
  • 20.000 páginas – US$109.00

Análise no Site FrankMarcel.com

Eu coloquei uma análise sobre o meu site para rodar, assim que sair o resultado eu passo um feeling mais completo sobre a ferramenta. Por enquanto, parece que eu perdi os 500 créditos, parece que não é consignado – pediu, perdeu… De qualquer forma, vou esperar o resultado.

[update: 03/10]

Na verdade os créditos são consignados – se você pede análise em 200 páginas, e o total de páginas é 50, você só gasta 50 créditos. A análise no meu blog está terminada, vou analisar os resultados e faço mais um update.

[update 2: 03/10]

Ferramenta aprovada. Na primeira análise, o primeiro report já apontou 10 links do meu site para páginas que não existem mais. Links removidos, PageRank/Link Juice concentrado. No mais, também vi as páginas que recebem mais links internos, quais os domínios que mais costumo referenciar, etc. Muito interessante!Já leu estes posts?

July 31, 06:55 PM

Há um ano e 5 meses a pergunta era: O Yahoo! vai se vender a Microsoft? – Naquele momento, a Microsoft havia feito uma oferta bilionária para englobar a área de Search do Yahoo! ao seu sistema. Um ano e 5 meses depois, a confirmação: Microsoft e Yahoo! Anunciam Acordo na Área de Search.

Não foi exatamente uma compra e os valores foram bem mais modestos, mas o Yahoo! finalmente se rendeu ao poder da Microsoft. Quem puxar pela memória e esteve atento a tudo que aconteceu entre os 3 maiores players de Search, vai se lembrar que o Google também esteve de namoricos com o Yahoo! neste intervalo de 17 meses. Mas também não deu em nada.

Nos dois primeiros casos, o Yahoo! acreditava que ainda tinha forças o suficiente para se manter por conta própria. Até a AOL entrou no meio das especulações para parceria com o Yahoo!, mas não deu em nada também.

E de lá pra cá, 2 mudanças fundamentais, uma na Microsoft e uma noYahoo!, parecem ter feito toda a diferença para que as empresas chegassem a esse acordo. Duas mudanças administrativas:

  • entrada de Steve Balmer na Microsoft, com consequente lançamento do Bing
  • entrada de Carol Barts como CEO do Yahoo!

A nova CEO do Yahoo! parece que foi realmente a grande diferença, uma vez que ela declarou que o negócio do Yahoo! não é Search – “O Yahoo! não é uma empresa de Search, nós temos muitos outros serviços para nossos usuários.” – O Yahoo! praticamente desistiu de investir/insistir no poder que uma ferramenta de busca de alto nível pode ter. Talvez não tenha visto o que a Microsoft viu, pois ela também não é uma empresa de search…

O Google acabou com um motivo a mais para se preocupar. A entrada do Bing no mercado de Search foi impacante, a Microsoft conseguiu que sua ferramenta fosse lembrada no dia seguinte e depois e depois. E um mês depois, com este acordo com o Yahoo!, a Microsoft volta a chamar as atenções para si e ganha mais uma fonte para tornar sua ferramenta mais poderosa.

Quando da entrada do Bing, o Google apenas se manifestou dizendo que acompanharia a evolução do Bing como acompanha a todos outros concorrentes. Agora, após o acordo, as declarações são de perda para os usuários por diminuição de concorrentes, especialmente porque o Yahoo!, embora desacreditado, ainda era muito utilizado e constava entre as 3 principais ferramentas de busca.

Agora serão apenas 2: Binghoo e Google.Já leu estes posts?

July 31, 06:54 PM

Hail! É verdade, o objetivo é fazer deste, um blog de SEO, mas programação também está no sangue e eu gosto de variar o tema, então lá vai: Algoritmo de Bresenham ou DDA Inteiro – o algoritmo para desenhar retas “na raça” – código em Java.

O objetivo deste algoritmo é reduzir o esforço computacional para se desenhar uma reta, bem como reduzir erros de arredondamento e operações com ponto flutuante. E, de fato, o algortimo de Bresenham consegue fazer isso – ele se desenvolve sem nenhuma operação de ponto flutuante, nenhuma variável numérica é do tipo float ou double e, também, o algoritmo não realiza divisões entre números inteiros.

Abaixo, o algoritmo para desenhar retas em Java e, na sequência, algumas explicações.

Algoritmo DDA Inteiro em Java (Bresenham)

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public void draw(Graphics g){
		int x, y, erro, deltaX, deltaY;
		erro = 0;
		x = p1.x;
		y = p1.y;
		deltaX = p2.x - p1.x;
		deltaY = p2.y - p1.y;
 
		if((Math.abs(deltaY)>=Math.abs(deltaX) && p1.y>p2.y)
			||(Math.abs(deltaY)<Math.abs(deltaX) && deltaY<0)){
 
			x = p2.x;
			y = p2.y;
			deltaX = p1.x-p2.x;
			deltaY = p1.y-p2.y;
		}
		p1.draw(g);
		if(deltaX>=0){
			if(Math.abs(deltaX)>=Math.abs(deltaY)){
				for(int i=1;i<Math.abs(deltaX);i++){
					if(erro<0){
						x++;
						new Ponto(x,y).draw(g);
						erro += deltaY;
					}else{
						x++;
						y++;
						new Ponto(x,y).draw(g);
						erro += deltaY - deltaX;
					}
				}
			}else{
				for(int i=1;i<Math.abs(deltaY);i++){
					if(erro<0){
						x++;
						y++;
						new Ponto(x,y).draw(g);
						erro += deltaY - deltaX;						
					}else{
						y++;
						new Ponto(x,y).draw(g);
						erro -= deltaX;
					}
				}
			}
		}else{ // deltaX<0
			if(Math.abs(deltaX)>=Math.abs(deltaY)){
				for(int i=1;i<Math.abs(deltaX);i++){
					if(erro<0){
						x--;
						new Ponto(x,y).draw(g);
						erro += deltaY;
					}else{
						x--;
						y++;
						new Ponto(x,y).draw(g);
						erro += deltaY + deltaX;
					}
				}
			}else{
				for(int i=1;i<Math.abs(deltaY);i++){
					if(erro<0){
						x--;
						y++;
						new Ponto(x,y).draw(g);
						erro += deltaY + deltaX;						
					}else{
						y++;
						new Ponto(x,y).draw(g);
						erro += deltaX;
					}
				}
			}
		}
		p2.draw(g);
	}

Detalhes sobre o DDA Inteiro de Retas

Como eu uso esse método?

Normalmente eu crio uma classe “Reta” com os atributos Ponto p1 e p2 (os pontos inicial e final da reta), o seu método construtor que recebe o ponto inicial e o final; e este método “draw” para desenhar a reta.

Importante notar que este método de desenho recebe como parâmetro o elemento Graphics g, onde o desenho de cada ponto da reta vai acontecer e o método tem a seguinte chamada:

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Reta r;
r = new Reta(p1,p2);
r.draw(g);

O Ponto é definido com os atributos x e y e também possui um método para se desenhar, o draw(Graphics g). Neste método, uso o método default do java para desenhar retas, porém desenhando um ponto:

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public void draw(Graphics g){
	g.setColor(Color.black);
	g.drawLine(x,y,x,y);
}

Variáveis no Bresenham

Nas primeiras linhas, apenas a definição das variáveis acontece. Os deltas servem para controlar os 4 possíveis casos do algoritmo de Bresenham; x e y vão definir os pontos da reta a ser desenhada; e erro é uma variável de controle sobre como proceder com x e y a cada ponto desenhado:

  • incrementar x?
  • incrementar y?
  • incrementar x e y?
  • decrementar…?

O seu valor muda somando ou subtraindo os deltas em seu valor atual. Mais explicações na sequência neste artigo.

Ordem dos Pontos

Nas linhas de 9 a 16, o algoritmo procura atender uma premissa para seu funcionamento correto: fazer com que os valores de y caminhem do menor para o maior entre os pontos da reta.

DDA Inteiro: Linhas 18~72

O algoritmo de Bresenham é dividido em 4 casos. O que define cada um é a identificação do maior delta (X ou Y), considerando também se deltaX é positivo ou negativo.

Por que procura-se o maior delta? O maior delta define em qual eixo (abcissas ou ordenadas) está o maior caminho a ser percorrido, pois o loop (for (…)) deverá conter tantas execuções quanto forem necessários pontos para se desenhar a reta percorrendo essa maior distância, pois cada loop desenha um único ponto.

E qual a importância do “sinal” do deltaX? Como nas linhas 9 a 16 o algoritmo força que a reta seja desenhada de tal forma que se vá do menor para o maior y, pode acontecer que o x varie do maior para o menor ao longo do desenho, e isso influi diretamente no incremento ou decremento de X, bem como no sinal do deltaX utilizado no cálculo do erro.

Ou seja, se o desenho da reta vai começar pelo maior x e ele é incrementado, nunca será alcançado o menor x e a reta seria desenhada de forma errada. E, quando deltaX>=0, significa que x1<x2 (então desenha-se do menor x para o maior x), enquanto deltaX<0 é resultado de x2<x1 (maior x para o menor x).

E por isso a diferença entre incrementar ou decrementar o valor de x nos casos do algoritmo DDA Inteiro:

  • Se x2>x1, x++;
  • Se x1>x2, x- -;

A variação do sinal do deltaX se define de modo análogo:

  • Se deltaX>=0, subtrai-se deltaX;
  • Se deltaX<0, soma-se o deltaX (no fim, está sendo somado um número negativo, ou seja, uma subtração);

O objetivo é que o deltaX seja sempre subtraído no valor do erro, mas se ele for negativo, a subtração de um valor negativo, resulta em uma soma, daí a variação no sinal de deltaX quando é calculado o erro. Como é sempre definido que y2>y1, deltaY será sempre positivo (ou zero) e basta sempre somar seu valor no erro.

O detalhe sobre a variação do erro é que ele decide quando variar x e y baseado nos deltas. A coordenada de maior delta deve variar (incrementar ou decrementar) mais vezes, pois tem um caminho maior a percorrer. O que o erro faz é controlar quantas vezes a mais uma variável é incrementada ou decrementada em relação a outra.

E assim mantém-se a coerência no algoritmo para o desenho de retas.

Detalhe importante: nas linhas 17 e 73 está o desenho do primeiro e último pontos, respectivamente.

Para finalizar, teste isso tudo em um JPanel no método paint(Graphics g):

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public class Canvas extends JPanel{
	 public Canvas(){
		...
	}
	public void paint(Graphics g){
		super.paint(g);
		new Reta(new Ponto(15,10), new Ponto(400,200)).draw(g);
	}
}

Em caso de erros, dúvidas e sugestões, deixe um comentário.Já leu estes posts?

July 05, 09:08 AM

Hail! Estou desde março sem postar, portanto vamos direto ao assunto. Hoje, estava conferindo meus emails no Gmail e, como sabemos, ele investiga o conteúdo do email e mostra anúncios relacionados do programa do AdWords. Pois bem, vejam o conjunto de anúncios exibidos:

AdWords #FAIL

O curioso mesmo é que o Google AdWords conta, teoricamente,  não só com o quanto o anunciante paga em uma keyword, mas também outros fatores que compõem o chamado Quality Score (QS) – que é usado para garantir que somente anúncios de qualidade sejam exibidos.

Google AdWords Quality Score

De acordo com o fórum de ajuda do AdWords,

Quality Score helps ensure that only the most relevant ads appear to users on Google and the Google Network. (…) Relevant ads tend to earn more clicks, appear in a higher position, and bring you the most success.

Como eu disse antes, o Quality Score serve para ajudar o Google a somente mostrar ads relevantes na rede de conteúdo, e mais: anúncios relevantes tendem a aparecer em posições melhores. Não consigo imaginar a relevância de “Headline / line 1 / line 2″. Parece que o valor pago na keyword é muito mais forte que o Quality Score, sendo que o QS parece uma métrica mais interessante.

Pelo menos em ads de SERPs o Quality Score parece funcionar melhor, já que cobre melhor essa área por ser um sistema voltado à keyword, mas também são definidas regras para o QS de conteúdo:

  • A performance que o anúncio já teve
  • A relevância de ads e keywords que pertencem ao mesmo grupo de ads
  • Qualidade da Landing Page
  • Histórico do CTR do anúncio
  • Outros fatores de relevância

Mas se o QS não der jeito, o terceiro anúncio da imagem parece sensato – “Não entre no AdWords!”. Fica o puxão de orelha no AdWords, acho que isso não anima os competidores a investir.

Já leu estes posts?

March 24, 04:49 PM

Em uma visita ao YouTube me deparei com mais uma daquelas sugestões do Google para que o usuário faça o download do Google Chrome, que ele coloca em cada um de seus domínios. O detalhe é que desta vez eu resolvi lançar um olhar de SEO para cima do YouTube.

Na imagem acima (clique na imagem para ampliar), cada link para um vídeo (com o background de texto rosa) está com o atributo nofollow no link, enquanto o link “Fazer download do Google Chrome” está sem o atributo. A página inicial do YouTube tem um generoso e, provavelmente, merecido PageRank 9. É um belo de um link com um texto âncora bem favorável.

Naturalmente, a busca por “fazer download do google chrome” retorna a página do Google para isso na primeira posição (e na segunda também). Com um link desses (para não dizer vários links desses), ficou fácil para o Google bater o superdownloads, que aparece na terceira e quarta posições.

Mudando completamente o foco da discussão, isso leva a crer que “usar nofollow demais” não existe. O próprio YouTube faz um uso bem intenso do atributo, para não citar a Wikipedia, e nenhum deles sofre qualquer tipo de punição por isso. Isso também pode servir como indício para validar a questão de direcionar o fluxo de PageRank da página inicial para o resto do site, afinal, com o uso do nofollow em links internos o YouTube não faz mais do que subvalorizar o seu conteúdo, que já não é muito competitivo (vídeos e não texto).

Motivações e justificativas para esse uso do nofollow na página inicial do YouTube à parte, fica a dica de planejar bem os objetivos do seu site e onde aplicar o nofollow para otimizar a distribuição de PageRank internamente e diminuir o vazamento de PageRank para outros domínios. É claro que este uso do nofollow é para controlar a distribuição de PageRank e não somente evitar que o Googlebot perca tempo em páginas “inúteis” como contato, login, etc.Já leu estes posts?

February 23, 08:12 AM

Neste ano, 2009, a premiação mais badalada do cinema, o Oscar, ficou marcada para o mesmo final de semana que ocorre a maior festa no Brasil: o Carnaval! Tradicionalmente, a Rede Globo sempre se guarda os direitos de transmissão das duas festas, mas, desta vez, com ambas acontecendo na mesma data, o que fazer? Qual transmitir?

Carnaval vs. Oscar – Search Analysis

Após o Google disponibilizar suas ferramentas de tendências das buscas realizadas por seus usuários (Google Trends e Google Insights), decisões desse tipo ficaram bem mais fáceis: basta utilizá-las e descobrir o que as pessoas mais desejam, inclusive sazonalmente, como é este caso de Carnaval vs. Oscar.

Para tanto, vamos ver o que o Google Trends nos mostra para fevereiro de 2008, quando os eventos n&arilde;o ficaram em datas coincidentes (eu restringi a pesquisa para exibir somente dados do Brasil):

Claramente, a quantidade de buscas por “carnaval” é muito superior à quantidade de buscas por “oscar”. E mais do que isso, nos termos derivados, a long-tail “desfile escolas de samba” bate “entrega do oscar” e “vencedor do oscar”.

Partindo agora para o Google Insights, vemos que a tendência do Trends se confirma:

Na imagem (clique para ampliar), tanto aparece o mês de fevereiro de 2008, quanto fevereiro de 2009. Em ambos, a busca por carnaval é superior à busca por oscar. No Insights eu também limitei a região ao Brasil.

And The Oscar Goes to… Carnaval!

Eu não sou fã de carnaval, mas a rede do Plim Plim realmente acertou na escolha. A festa do Carnaval, o desfile das escolas de samba e tudo o mais é muito mais desejado pelos brasileiros do que a premiação do Oscar. Com certeza, mesmo o mais aficcionado fã do cinema estava se divertindo no Carnaval enquanto os vencedores eram revelados.

E você? O que escolheria? Oscar ou Carnaval? Por quê?Já leu estes posts?

January 30, 05:02 AM

Hail! Hoje um post sobre SEO. Eu havia acabado de logar no Gmail quando nos webclips apareceu um post do SEOChat que me chamou atenção – Os Piores Erros de SEO. Resolvi ler o post para descobrir o que estava por lá e destaco, neste post, alguns dos Worst SEO Mistakes.

Uso de Flash

Tudo bem, eu sei que o Google já anunciou que agora indexa Flash, lê o conteúdo texto presente em documentos Flash e que os desenvolvedores podem ficar tranquilos. Mas sejamos críticos. Quantos sites em Flash (totalmente ou maior parte em Flash) você viu surgir entre os primeiros resultados no seu ramo de atuação online desde a “revelação” do Google?

É óbvio que é possível rankear um site em Flash entre os primeiros, mas é mais rápido e mais simples rankear um site em HTML. Não que o Flash deva ser abandonado completamente. Ele é interessante para menus animados, ou logos de sites com alguma animação, ou qualquer coisa que seja dispensável e não contenha o conteúdo importante do site.

É um erro manter todo o site dentro de um arquivo Flash ou seu conteúdo importante.

Mau Uso de Title Tags

Como mau uso de title tags está incluído nao usar title tags (sério! existem páginas “com” o título “Untitled Document” na web)  e conteúdo duplicado pelas title tags do site, ou seja, títulos duplicados.

É muito comum empresas usarem o nome em todas as páginas sem especificar o conteúdo da página, assim, em todas as páginas fica o título “Empresa X”, ao invés de “Empresa X”, “Produtos – Empresa X”, “Departamento B – Empresa X” e assim por diante.

Ainda hoje muitos sites falham com a title tag de alguma forma, logo com esta tag que é tao importante para o posicionamento dos sites. Se os SEO’s e desenvolvedores em geral testassem um pouco mais a title tag em seu site, viriam como sutilezas fazem toda a diferença no posicionamento do site.

Robots.txt Mal Configurado

O robots.txt é um arquivo que oferece ao webmaster algum controle sobre o que os robôs de busca podem ou não acessar em um site. Basta especificar o crawler a ser controlado e as regras com as sintaxes Allow e Disallow para permitir e bloquear o acesso, respectivamente. No robots.txt é importante, também, definir o caminho para o sitemap XML do site com a sintaxe Sitemap.

O perigo está em definir-se o robots.txt com a regra Disallow:/, que bloqueia todo o site, ou bloquear alguma parte importante do site por acidente. Parece óbvio, mas ainda acontece hoje em dia. E um site bloqueado no robots.txt não indexa mesmo. Tanto Google quanto Yahoo! já afirmaram que em casos assim são necessários muitos links (muitos mesmo!) para que uma página bloqueada tenha a possibilidade de ser indexada.

“Sub-uso” de Links Internos

Esse é o que pode soar mais estranho e é mesmo o mais absurdo. Muitos e muitos sites falham em sua linkagem interna. Tudo bem, alguns sites são grandes demais para serem linkados de toda parte, mas se limitar aos links do menu de navegação é um sub-uso do poder de linkagem interna de um site. A linkagem interna é a mais barata e mais fácil de ser manipulada.

Sim, os links externos podem ser mais fortes e mais importantes para o ranking, mas se os links internos não forem bem utilizados, toda essa força externa vai ficar sub-utilizada também e pode ser a diferença entre o seu site e a primeira posição no ranking.

Usar Frames e iFrames

Essa também é uma das tristes verdades da Internet – Ainda existem sites que utilizam frames (vamos entender iframes também, quando for mencionado frames, tanto faz um pelo outro). E por que frames não devem ser utilizados? Quando o frame é utilizado para estruturar um site, ou seja, cada porção do site (cabeçalho, sidebar, conteúdo, rodapé, etc.) é criada separada de todas as outras e reunidas em um arquivo para organizar todas essas partes, o Google não interpreta esse arquivo como “detentor” de todos os conteúdos de cada parte. Ele interpreta cada frame como uma página completa e única, assim, ele indexa cada frame, e não o arquivo único como um todo.

Isso não é uma regra absoluta, mas tem uma chance muito grande de acontecer. O resultado é que uma pessoa pode fazer uma busca e, ao invés de aparecer o site completo, apareça somente o cabeçalho ou sidebar, e a pessoa fica sem o conteúdo que estava buscando – Uma experiência ruim para o usuário, e você sabe como o Google não gosta disso…

Uso de Cloaking

Nem é preciso dizer muito, nao é? Cloaking, aquela técnica de mostrar conteúdos diferentes para uma pessoa e para um bot de busca, é Black Hat! E, portanto, punido pelo Google. O problema mesmo é que as vezes o cloaking deriva do Geo Targeting, quando este é mal feito. O Geo Targeting é uma técnica permitida pelo Google, que até dá os conselhos de como fazer certo: se o conteúdo vai se diferenciar com base na localização geográfica do usuário (país ou cidade ou qualquer regiao), então se o googlebot se indentificar como da região X ou Y, ele deve receber o mesmo conteúdo que um usuário da região X ou Y, caso contrário…

Uso de cloaking intencionalmente para driblar o Google é black hat. Deve-se tomar cuidado para não causar um cloaking por acidente.

SPAM

Parece óbvio, mas muita gente nao entende as diversas formas de spam. Spam não é somente um email indesejado. Spam, ou spammer, também é a pessoa que erra na estratégia de divulgação do site ou blog e passa a espalhar seus links por todo lado: fóruns, blogs, etc. Normalmente, não dá a mínima para o blog ou fórum deixa um comentário genérico (“Adorei o post! Visite o meu site: www.naoseidivulgar.com.br”). Para não mencionar quando são usados sistemas automatizados de postagem, em que o mesmo comentário entra dezenas de vezes no mesmo post.

É impressionante a frequência com que isso acontece. É uma pena.

Uso de URLs não Otimizadas

O principal problema deste ponto é que a maioria dos sites primeiro cresce demais em conteúdo para depois começar a se preocupar com as URLs. A imensa facilidade de usar parâmetros p=2&id=43&etc=infinito também desencoraja os desenvolvedores a investir o tempo (e não perder tempo) com a otimização das URLs do site.

Neste ponto, o SEO deve trabalhar junto com o desenvolvedor para que a melhor solução de otimização de URL no site seja encontrada. Ainda não encontrei um sistema que impeça este trabalho. Sites em html, php, asp ou de sistemas de CMS como Wordpress, Blogspot ou Joomla, todos permitem que se tenha URLs otimizadas, é questão de se programar corretamente mesmo.

A propósito, recomendo esses posts para você aprender a otimizar URLs no Blogspot e no Wordpress, e como otimizar URLs em sites no geral.

Conteúdo Duplicado

Este é um dos maiores vilões do SEO, especialmente por que ele pode atacar sem que você perceba. Para não dizer que ele pode ser causado pelo próprio webmaster. Muitas pessoas tem dúvida sobre o que é ou não conteúdo duplicado, não tem certeza se determinada ação pode gerar ou não conteúdo duplicado e, especialmente, como evitar conteúdo duplicado óbvio, como receitas, especificações de produtos e afins.
Mas tudo tem solução e o primeiro passo é identificar conteúdo duplicado: basta ir ao Google e procurar por um trecho do texto que você quer testar, colocando o texto entre àspas. E para cada caso, uma solução diferente, mas isso eu vou deixar para outro post, por que este já está grande o suficiente.

Piores Erros de SEO

Esses são os principais pontos de lá que eu destaco como principais erros de SEO. A solução para esses problemas não é tão difícil, um pouco de pesquisa ou mesmo uma consultoria com pessoal especializado em otimização de sites com certeza pode resolver todos. Para qualquer dúvida ou sugestão de outros erros de SEO, não deixe de comentar!Já leu estes posts?

January 09, 04:46 PM

Hail! Hoje um post em homenagem ao Fail Blog. Na última quarta-feira eu fui jogar futebol society (é assim que escreve? sossáite) e o meu tênis estava destruído, como eu não tinha outro, foi ele mesmo. Mas aí, fui comprar um tênis para as próximas quartas-feiras e escolhi um umbro legal, mas com um detalhe:

Qual é? Isso é um tênis, não precisa de instruções de uso!Já leu estes posts?

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March 20, 09:57 AM

Quando você começa a avançar nas configurações do Google Analytics, é comum aparecer aquela dúvida: Será que está funcionando? Será que eu configurei direito? É por aí que chegam alguns dos pedidos de ajuda para nossa Consultoria de Google Analytics. Felizmente, algumas extensões do Chrome ajudam a fazer uma verificação diretamente na página, diretamente no Chrome. Eu imagino que existam plugins semelhantes para Firefox, assim, se você conhecer, por favor me avise e eu divulgo por aqui.

Neste artigo, vou falar de 2 plugins para Google Chrome. Um deles, extremamente simples e indica códigos na página que estejam funcionando ou não, seja de Google Analytics, códigos do AdWords, remarketing e outros. O outro plugin, exclusivamente dedicado ao Google Analytics, ajuda a ver as chamadas do Google Analytics e identificar se as coisas realmente estão no seu lugar – é bem técnico e detalhado e mais prático de visualizar as informações em uma sequência de navegação. Vamos aos plugins.

Tag Assistant (by Google)

O primeiro plugin que tenho de sugestão é o Tag Assistant, do próprio Google. Ao instalar o plugin no seu Chrome uma imagem de uma tag simpática aparecerá no seu Chrome. A medida que você navegar a Internet, a cada página aberta você verá alguns números aparecendo dentro da tag, de acordo com a quantidade de scripts presentes na página.

Ao clicar na tag, ela mostra as informações sobre os scripts encontrados na página, classificando-os e indicando se eles estão funcionando direito, ou não. Logo de primeira, você descobre se há algum problema com seu código de Google Analytics ou se ele está funcionando corretamente:

Naturalmente, “working” significa que está tudo em ordem. Para mais detalhes, e para deixar o plugin mais útil, você pode abrir suas configurações e editá-las a fim de fazer com que o plugin apresente mais detalhes sobre os códigos:

Com as opções habilitadas, quando você abrir a tag, verá mais detalhes do código ao clicar naquele “working.” Mas o que eu achei de mais interessante mesmo é que ela faz a verificação simples de que o código existe e está funcionando, o que é fruto de dúvidas em muitas pessoas ao olhar os números no Google Analytics e não terem segurança nos números apresentados.

Google Analytics Debugger

Com o nome mais técnico, esta extensão vai integrada diretamente no Developer Tools do Chrome (aquele Firebug que já vem de fábrica no Chrome). Assim, para acessar o Google Analytics Debugger depois de instalar e ativar o plugin, você precisa acessar o Developer Tools (particularmente, eu faço isso clicando com o botão direito em qualquer lugar livre na página e escolhendo a opção Inspect Element no menu de contexto) e clicar na aba Console:

Nesta aba do Console estarão as informações respectivas ao Google Analytics e, ao selecionar a opção “Preserve Log upon Navigation,” você ainda poderá acompanhar a sequência de chamadas ao Google Analytics a medida que navega, incluindo disparos de Event Tracking, E-commerce Tracking, Virtual Pageview, além de ter exibida a lista de Custom Variables, quando a página usa este recurso.

Conclusões

Eu já estou habituado a utilizar o Google Analytics Debugger, então dentre os 2 plugins, no mérito de analisar o código do Google Analytics, eu prefiro este segundo e recomendo que você o tenha em mãos quando surgir aquela dúvida: Será que o Google Analytics está funcionando direito? Será que o E-commerce está configurado direito?

Como você pode perceber, estes plugins funcionam muito bem para análises pontuais sobre o funcionamento do código do GA em uma página ou uma configuração específica, como o E-commerce, especialmente o GA Debugger.

E se você conhece outros plugins relacionados (especialmente se for de Firefox), envie a sua dica e eu compartilho por aqui!


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Plugin de Chrome para Checar Código do Google Analytics



A MestreSEO é uma agência especializada em otimização de sites e links patrocinados. Confira também o nosso curso de SEO e o curso de Google Analytics.

March 18, 11:00 AM

Olá pessoal, hoje vou abordar dois probleminhas que muitas vezes passam despercebidos para quem usa o WordPress. Trata-se dos links com variável “?replytocom” e das indesejadas páginas de anexos.

O que são esses links com “?replytocom” no meu site?

Todo blog com WordPress possui uma função que permite que os usuários além de comentar numa postagem, também sejam capazes de responder a comentários de outros usuários clicando no link “Responder”.

Este recurso (threaded commenting) funciona com javascript, mas por acessibilidade existe uma opção de “fallback”. Ou seja, se o visitante não possui javascript habilitado ou se quem está acessando o site for um bot, o que ele verá será uma URL com os seguintes parâmetros:

http://www.seusite.com.br/nome-post/?replytocom=1

Ou seja, ao clicar neste link, a página será recarregada e seu comentário receberá um ID de número 1. O problema é que, em uma página com muitos comentários, o WordPress estará gerando dezenas de URLs que apontam para um mesmo artigo.

Isso pode gerar conteúdo duplicado? Qual o problema?

Tecnicamente este problema não deve gerar conteúdo duplicado, uma vez que o WordPress utiliza “canonical” na página e “nofollow” nestes links.

Entretanto isso gera uma grande quantidade de “crawling” desnecessário na página e em alguns casos, erros são exibidos no seu painel do Webmaster Tools.

Outro resultado indesejado ocorre no caso de links ganhos para estas URLs. Se um grande site fizesse um link para você e referenciasse esta URL, você não se beneficiaria, uma vez que estes links possuem nofollow.

Para resolver o problema o pessoal da Yoast, responsável pelo plugin WordPress SEO (o qual recomendamos fortemente que utilize), trouxe uma solução para o problema. Trata-se da opção: Remover as variáveis ?replytocom. Isto pode ser habilitado em SEO > Links Permanentes.

O que essa opção faz?

É simples… Com esta opção habilitada o plugin irá reescrever esta variável substituindo o ?replytocom por #comment-1. Ou seja a nossa URL ficaria assim:

http://www.seusite.com.br/nome-post/#comment-1

O detalhe é que o Google não indexa nada que é exibido após a “#”. Ou seja, o problema de criação de URLs desnecessárias estaria resolvido.

Este recurso está disponível apenas a partir da versão 1.3.3 do plugin WordPress SEO. Portanto, lembre-se de verificar se o mesmo está atualizado.

Resolvendo o problema sem o uso do plugin

Uma outra opção, para quem não deseja instalar a ferramenta citada acima, é fazer os ajustes via Webmaster Tools. Confira nas imagens abaixo:

Configuração > Parâmetros de URL

Edição de Parâmetro

Pronto! Agora todo parâmetro “?replytocom” não será mais rastreado.

Páginas de anexos

Aproveitando que estamos falando sobre as opções presentes na aba “Links Permanentes” do WordPress SEO, aproveito para lembrá-los de habilitar a opção “Redirecionar URLs de anexos para as URLs de seus posts pais.

Por que habilitar esse redirecionamento?

As imagens carregadas no WordPress são salvas no banco de dados como se fossem posts. Ou seja, elas possuem uma página própria onde são exibidas juntamente com seu título e nada mais.

Não é preciso saber muito de SEO para entender que para o Google estas páginas não possuem qualidade nenhum, no que se refere a conteúdo. E pior, se não redirecionadas, elas passam a ser indexadas.

Para resolver este problema a solução é bem simples. Basta habilitar a opção mostrada acima e o plugin irá criar redirecionamentos 301 nestas imagens, levando o usuário de volta para o artigo onde elas se encontram.

Como pode ver, essas são dicas simples, mas que podem ajudar o Google a melhor entender suas páginas.

Um grande abraço e até a próxima!


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Comentários no WordPress Gerando Conteúdo Duplicado



A MestreSEO é uma agência especializada em otimização de sites e links patrocinados. Confira também o nosso curso de SEO e o curso de Google Analytics.

March 13, 12:03 PM

Como não poderia deixar de ser, existe um excelente plugin sobre Google Analytics para você usar no seu WordPress e, como não poderia deixar de ser, foi desenvolvido pelo Yoast – ele é um grande desenvolvedor de soluções para WordPress, vale a pena acompanhá-lo.

A essa altura você estaria se perguntando: plugin para Google Analytics? Para quê? É só colocar o código no header… Triste engano. O Google Analytics é uma ferramenta poderosa de suporte ao marketing e até mesmo para suas decisões de qual conteúdo produzir, qual conteúdo é mais rentável, qual autor do blog atrai mais visitantes e outras informações vitais para a evolução do seu site WordPress. Acompanhe.

Primeiro de tudo, instale o plugin no seu WordPress e o ative: Google Analytics for WordPress. Na página de configurações do plugin, faça a autenticação (existem várias formas, teste e use aquela que funcionar para você):

E, em seguida, vamos para a configuração das primeiras opções:

Selecionando essas opções, você terá:

  • O código do Google Analytics automaticamente incluído no cabeçalho do site;
  • Cliques externos, ou cliques em downloads, monitorados como eventos (Event Tracking);
  • As opções avançadas do plugin para começar a coletar ainda mais informações.

Veja que o simples fato de habilitar a segunda opção da lista acima já te dá toda uma nova visão sobre o seu site: você conseguirá descobrir em qual link as pessoas clicam e saem do seu site, bem como os downloads que elas fazem (caso você tenham algum no site). Neste momento, quem trabalha com AdSense fica sedento: “Tem como monitorar os cliques no AdSense?” Não. Não com este recurso.

Salve as configurações feitas e a partir de agora você vai ter as informações desses cliques no seu Google Analytics, no relatório de Eventos:

Para cada item listado ali (outbound-article, outbound-comment, …), se você clicar no item, você vai ver quais as URLs externas as pessoas foram visitar (saindo do seu site). Você pode aprender muita coisa sobre o seu site e seus visitantes simplesmente analisando estes elementos. Vamos para as configurações avançadas:

A segunda seção de configurações (primeira de “configurações avançadas”) é direcionada ao uso de Custom Variables (variáveis personalizadas). Minha sugestão é configurar conforme a imagem anterior, e você poderá ter no Google Analytics:

  • Se você tem diversos níveis de usuários (assinantes, autores, administradores, editores, …), a primeira opção (loggeg in users) identifica o tipo do usuário visitando o site. Aqui na MestreSEO, isso nos interessa devido a nossas escalas de assinatura (Ouro, Prata, Bronze);
  • Com a opção Post type você poderá ver as visitas separadamente em posts, páginas ou outro tipo de página, caso você tenha (attachment, por exemplo). É útil para você separar visitas em posts das visitas em páginas – Na MestreSEO, serve para separar visitas de posts (informação) das visitas em páginas (conversão);
  • Na terceira opção, Author Name, você vai poder ver separadamente por autor, o volume de visitas que seus artigos recebem. É sensacional para WordPress que tem diversos colaboradores;
  • Nós não usamos tags por aqui, então eu não escolhi a opção Tags. Basicamente, você teria os dados agrupados por tags, tal como é a visão por autor acima;
  • A opção Publication Year é muito interessante. Como o nome sugere, ela agrupa as visitas baseando-se no ano de publicação do artigo. Vale ativar esta opção, mesmo que você tenha começado a atividade esse ano ou o ano passado, pense que daqui a 2 ou 3 anos ela vai fazer todo o sentido. Comece a monitorar já!
  • A Single Category funciona tal como Tags ou Author Name, mas o agrupamento fica baseado em categorias. Mais uma visão excelente para você descobrir qual categoria atrai mais visitantes, gera mais conversões e por aí afora;
  • A opção All Categories, que eu não selecionei, está aí para casos de quem utiliza a marcação de mais de uma categoria por post. Isso não é uma boa prática da perspectiva de SEO, nós não usamos aqui na MestreSEO e eu deixei desmarcado.

Se você já está achando tudo isso sensacional, tem mais:

Na seção Advanced Settings, mude a opção assinalada na seta para Track the complete URL, para que aqueles cliques que levam a sites externos (que nós marcamos para serem monitorados no primeiro grupo de opções) tragam a informação da página externa exata e não somente o domínio. Como você pode observar nas opções da imagem, você consegue configurar também subdomínios e até o Cross-Domain tracking, se este for o seu caso.

Para fechar o grupo de configurações que eu costumo utilizar, veja a imagem a seguir:

Na seta vermelha, o mais importante para quem trabalha com AdSense no WordPress: É possível monitorar os ganhos (mesmo que você tenha vários sites) ao selecionar esta opção. Também é necessário fazer a integração do Google AdSense com o Google Analytics, integração que você somente consegue fazer com 1 site.

Porém, após feita a primeira integração, quando você marcar esta opção (que adiciona uma linha de código na página) no site principal e nos demais sites que você usar o AdSense, cada conta de Google Analytics de cada site terá seus respectivos dados de ganhos com o AdSense.

Na imagem acima não está marcado pois não usamos o AdSense na MestreSEO. Além, do Track AdSense, outras opções que você deve prestar atenção:

  • Tag links in RSS feed with campaign variables: é legal para você ver as visitas que vem para o seu site a partir do feed;
  • Add tracking to the comment forms: importante para você ter as marcações de comentários.

Conclusões

Existem ainda mais opções no plugin, mas estas são as que devem atender a maior parte dos sites que usam o WordPress. Aproveite o plugin, que é gratuito, e revolucione a forma como você mensura e toma suas decisões.

O Google Analytics é muito mais do que um contador de visitas, aproveite todo o poder que ele tem para avaliar o sucesso do seu site. Se precisar de uma ajuda, conte com a nossa consultoria em Google Analytics.


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Google Analytics para WordPress (Plugin)



A MestreSEO é uma agência especializada em otimização de sites e links patrocinados. Confira também o nosso curso de SEO e o curso de Google Analytics.

March 12, 08:04 AM


Olá leitores da MestreSEO,

Desde 2009, os profissionais de SEO ficaram sabendo que o Google se preocupa com o tempo de carregamento de sites e que isto foi incluído como um item no algoritmo de rankeamento.

A motivação desta alteração, caso você se pergunte, é o simples fato que cada vez que nós ou nossas mães entram em um website e ele carrega rapidamente, ficamos felizes. É uma sensação muito boa, que ao ser percebida pelo Google, foi transformado em um fator de classificação dos sites na internet.

De 2009 para cá, surgiram várias ferramentas e metodologias que ajudam os profissionais que criam sites a deixá-los mais rápidos. Separei algumas delas aqui para você começar aplicar ainda hoje em seus projetos. Vamos lá?

PageSpeed Insights

A minha recomendação inicial é que você utilize o serviço PageSpeed Insights, do próprio Google:

Nesta ferramenta online, você pode entrar com qualquer URL existente e ele lhe informará quais ajustes necessários deverão ser realizados para conseguir um tempo de carregamento melhor. Vale lembrar que existem plugins para o Chrome e para o Firefox também.

O ponto negativo aqui é que infelizmente a página já precisa estar no ar para você testá-la, deixando esta tarefa apenas para quando o site já estiver em produção.

WebPageTest.org

De modo similar ao PageSpeed do Google, o serviço WebPageTest.org é uma alternativa na caça aos “vazamentos de bytes”:

O serviço trabalha de forma similar ao PageSpeed, identificando pontos de melhorias, mas também adiciona algumas características interessantes, tais como:

  • um gráfico em cascata, que mostra o tempo de carregamento de cada um dos arquivos de uma página;
  • uma URL para cada teste, que pode ser compartilhada com o seu time ou seu cliente;
  • possibilidade de teste através de um IP brasileiro, assim você terá uma visão próxima ao que os seus clientes estão vendo;

Google Analytics

Uma ferramenta poderosa que podemos utilizar na avaliação de tempo de carregamento do nosso site é o Google Analytics. No serviço gratuito, você pode acessar o menu “Content > Site Speed > Page Timings”.

Com isto, você terá a informação de quais páginas demoram mais para carregar, juntamente com a informação de pageviews. Assim você poderá priorizar ajustes naquelas páginas que mais são vistas pelos usuários.

CloudFlare

O CloudFlare é um serviço bem conhecido de webmasters de fora do país que ajuda muito na velocidade em que o usuário recebe as páginas do seu site por reunir algumas características interessantes.

Ele possui um sistema de distribuição de conteúdo de páginas através de vários servidores do mundo, assim os seus usuários poderão obter as páginas do seu site do servidor mais próximo a eles. O outro sistema interessante do CloudFlare é um otimizador de código HTML, CSS e Javascript. Com este otimizador, o próprio CloudFlare reduz e comprime os arquivos do seu site, servido apenas as versões otimizadas para os seus usuários.

Vale lembrar que o serviço é pago.

PageSpeed Service

Outro serviço pouco explorado pelos profissionais da área é o PageSpeed Service:

O nome pode ser parecido com o PageSpeed Insights que vimos no início do artigo e até é da mesma empresa, mas o que o PageSpeed Service faz é criar um cache distribuído do seu site, em diversos servidores do Google, além de já otimizar o seu HTML, imagens, CSS e Javascript. Tudo isto de forma automática, da mesma forma que o CloudFlare faz, mas de forma gratuita!

Com o serviço configurado para o seu site, o Google irá fazer todo o trabalho de otimização para você. Simples assim!

WebXTool + PageSpeed API

Para quem já conhece a plataforma que desenvolvemos na MestreSEO, a WebXTool, tem uma bela arma para facilitar e descobrir quais páginas podem ser otimizadas para melhorar o tempo de carregamento. Basta acessar a sua lista de URLs, na aba Recursos, e os dados do PageSpeed estão lá (coluna PS – PageSpeed):

A integração é bem simples até. Com a lista de URLs do seu site, utilizamos a API do PageSpeed para ver quais problemas a URL possui e assim disponibilizamos toda a informação diretamente na interface do sistema. Basta clicar, ver os problemas de cada URL e ver com o seu time como vocês podem corrigir o problema.

14 Dicas para Deixar Páginas Web Mais Leves

Como vimos no início do artigo, páginas com tempo de carregamento otimizado tem impacto no posicionamento do Google. Apesar de todas as ferramentas que passamos, precisamos de alguns conceitos e ideias para já criarmos nossos projetos pensando na otimização da velocidade. Desta forma, separei algumas dicas para você criar os seus sites pensando no tempo de carregamento. Confira:

  1. Comprima suas imagens
    Se você usa o Photoshop, Fireworks ou outros programas de edição de imagens, use sempre a opção “Save for Web” ou ao menos utilize uma versão de JPG com redução de qualidade. Se você não possui, pode usar alternativas gratuitas também.
  2. Não reduza as imagens com HTML
    Nunca use HTML puro para redimensionar suas imagens. Elas serão carregadas com o tamanho original (grande) e será redimensionada no browser. Isso também deixa as imagens feias (distorcidas, mal-redimensionadas ou de resolução alterada), o tratamento do browser não é eficiente e as imagens perdem suas características.
  3. Especifique as dimensões da imagem
    Sempre especifique os tamanhos das imagens no código HTML. Isso irá reduzir o tempo de renderização da página pois o browser saberá como encaixar os elementos na tela.
  4. Imagens grandes? Corte-as
    Se você precisa carregar uma imagem muito grande no seu site, divida-as em algumas partes para agilizar o carregamento. Claro, não reduzirá o tamanho mas passará impressão de agilidade na abertura do site.
  5. Use CSS ao invés de imagens
    Use CSS para criar os efeitos necessários para seu site quando possível. Obviamente, o conteúdo a ser carregado será muito menor.
  6. Não use tabelas quando não forem necessárias
    Tabelas são feitas para apresentar dados tabelados, para layout arquitetura da pagina você deve usar CSS que tem esse propósito. Isso também deixará seu código mais limpo e melhor para ser lido e entendido. Os robôs de busca conseguem ler sites com tabelas, mas você irá dar uma mãozinha para ele usando tableless.
  7. Use arquivos CSS externos
    Usando arquivos externos, você irá ajudar o robô de busca e o seu usuário, pois uma vez lido o CSS externo, ele será jogado no cache e não precisará ser recarregado a cada nova página.
  8. Use arquivos Javascript externos também
    Segue o mesmo princípio do CSS externo, principalmente para Javascript, para o qual será mais importante o cache dos arquivos.
  9. Remova os espaços em branco do seu HTML
    Lembre-se, espaço em branco também é um caractere e consome banda e espaço em disco. É muito comum deixarmos sujeiras de espaço em branco em nossos códigos, remova-os sempre.
  10. Imagens com CSS ao invés de imagens em tag HTML
    Pode parecer estranho, mas o carregamento das imagens como background de uma DIV é mais rápido do que carregar a imagem com as tags HTML.
  11. Reduza requisições HTTP do seu site
    Cada vez que você faz uma requisição HTTP, será necessário pedir o pacote, esperar a resposta, receber o pacote e confirmar sua chegada. Por isso, quanto menos requisições HTTP você tiver, mais rápido será o carregamento da sua página.
  12. Não use HTTPS desnecessariamente
    Somente use HTTPS quando for necessário. Esse tipo de conexão segura é pelo menos 3 vezes mais lentas que o HTTP normal.
  13. Use Gzip para reduzir o tamanho do HTML
    Uma alternativa muito válida é comprimir seu HTML para ser entregue. Isso não tem impacto para imagens, flash ou arquivos embarcados, mas para HTML faz uma grande diferença.
  14. Separe servidores de conteúdo e de banco de dados
    Se você possui um alto tráfego no seu site, criar servidores dedicados pode ajudar, e muito, na velocidade do seu site. Cada servidor será otimizado para um serviço.

Conclusões

Cada vez mais os profissionais de web e usuários da Internet em geral têm se preocupado com o tempo de carregamento de uma página. Os desenvolvedores focam em melhorar a velocidade e os usuários em encontrar sites que carreguem rapidamente e forneçam uma informação de qualidade.

A lição que fica é que, apesar do Google já contar o tempo de carregamento como fator de rankeamento, você deve se lembrar que o seu usuário já leva isto em consideração quando visita o seu site. Desta forma, preste atenção neste quesito no próximo projeto e com certeza você irá agradar tanto o Google, quanto os seus usuários.

Um abraço e até o próximo artigo!


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Melhorando o Tempo de Carregamento do Seu Site



A MestreSEO é uma agência especializada em otimização de sites e links patrocinados. Confira também o nosso curso de SEO e o curso de Google Analytics.

March 06, 09:35 AM

Se você já estudou sobre monitoramento e Configuração de Conversão no Google Analytics, já está preparado para fazer a configuração do Funil de Conversão para o seu site, este que é um dos recursos mais interessantes do Google Analytics, mas muitas vezes esquecido pelos usuários da ferramenta.

No Google Analytics, o funil de conversão somente está disponível para ser configurado em Goals (em português, Metas) que sejam do tipo URL Destination – URL de destino. Isso pois essa configuração avalia, na verdade, quantos usuários (e qual percentual) navega no site passando por uma determinada sequência de páginas. E você escolhe essas páginas de acordo com os passos que os visitantes precisam cumprir para que aconteça uma conversão no site.

Um exemplo clássico é o formulário de contato dos sites, que geralmente se localiza em uma página chamada /contato e, após envio do formulário pelo visitante, ele é então direcionado para uma página de agradecimento (/contato/enviado, por exemplo).

O Funil de Conversão é a sua arma para descobrir “de todas as pessoas que visualizam o formulário de contato, quantas efetivamente preenchem e enviam o formulário” – e, possivelmente, passar a modificar o formulário de forma que mais pessoas o utilizem. Como resultado: aumento de conversão.

Essa configuração tem diversas aplicações:

  • Formulário de contato;
  • Processos de compra em e-commerce (funil de vendas);
  • Processos de compra utilizando meios de pagamento;
  • Processo de cadastro de dados (informações pessoais, criação de conta em site, …)
  • Qualquer estudo de navegação por um determinado grupo de páginas e em uma determinada sequência.

Vou usar de exemplo, aqui, um funil simples para saber a eficiência de uma página de coleta de emails de pessoas interessadas em receber newsletter/email marketing, ou seja, pessoas que desejam receber novidades por email.

Criar Funil de Conversão no Google Analytics

A criação do funil pode ser feita tanto no momento de criação do Goal do tipo URL Destination, como pode ele pode ser adicionado em um Goal do tipo URL de destino já existente. Infelizmente, no Google Analytics, o funil (como as próprias conversões), não tem efeito retroativo. Se você modificar uma meta para que ela tenha essa configuração, somente as novas conversões terão o funil avaliado.

Sendo assim, vamos até a página de criação de meta para podermos fazer o funil de conversão. Tudo começa acessando a área de administração da conta e depois o perfil do site que terá o funil monitorado:

Na sequência, visite a aba Goals e clique em +Goal para criar um novo Goal, ou altere um que você já tenha configurado previamente e deseja montar um funil:

Agora, sim, veja a seguinte configuração do nosso exemplo de conversão, o Cadastro de Newsletter:

Observe na imagem que:

  • Goal Name: contém o nome da meta, que será também utilizada na representação visual do funil, então, seja descritivo;
  • Goal Type: está marcado com a opção URL Destination, para que a meta possa ter a possibilidade de uso do funil;
  • Goal URL: está com a página de resposta a tentativa de cadastro no sistema de newsletter;
  • Match type: está com a opção Exact Match selecionado;
  • Use funnel: está selecionado. Esta opção, destacada no círculo vermelho da imagem é o que efetivamente ativa a possibilidade de uso do funil;
  • Step 1: está definido como /newsletter – é a página que apresenta o formulário para que as pessoas se cadastrem; logo depois, o nome desse primeiro passo “Página de cadastro.” Novamente, seja descritivo, pois este nome aparecerá na representação gráfica do funil;
  • Required step: deixei desmarcado, como não sendo um passo obrigatório. Na verdade não há outra forma de cumprir a meta a não ser preenchendo o formulário, então essa opção não importa muito nesse funil específico. Avalie o seu caso.

Esta é uma configuração mínima para se ter o funil em ação. Você pode colocar até 20 passos e avaliar o caminho dos visitantes com mais amplitude se quiser. Com tudo configurado, nos relatórios de conversão do Google Analytics você poderá usar a seção de Funnel Visualization (Visualização de Funil) e a resposta para “de todas as pessoas que visualizam o formulário de newsletter, quantas efetivamente preenchem e enviam o formulário” começa a se desenhar:

Neste caso, a resposta é: de 40 entradas na Página de cadastro (/newsletter), 31 efetivamente preencheram o formulário. 77,50% de conversão no processo. É possível ver ainda por onde essas 40 entradas aconteceram, e para onde as 9 pessoas que não passaram pelo processo de conversão completamente foram.

Supondo que eu não estivesse satisfeito com taxa de conversão, o próximo passo seria avaliar a página de cadastro para tentar identificar maneiras de:

  1. Melhorar a comunicação com as pessoas para que elas venham a efetuar o cadastro (explicar melhor o valor de se cadastrar?)
  2. Mudar o formulário de cadastro (muito grande? Solicita informações pessoais?)
  3. Mudar o layout da página (o formulário fica muito longe dos olhos e as pessoas não sabem o que fazer para se cadastrar?)

Entre outras ideias que podem surgir a medida que você avalia o seu funil e a troca de passos que está perdendo visitantes, aquela que tem uma baixa conversão. Ao escolher uma ideia, você pode usar o próprio Experiments do Google Analytics para testar uma versão diferente que seja candidata a aumentar as conversões. Mas esses detalhes ficam para outro artigo.

E se você precisar de ajuda em qualquer das partes: configurar o funil, analisar o funil ou usar o Experiments, conte com a nossa consultoria em Google Analytics para ajudá-lo a desbravar a ferramenta e seus recursos.


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Funil de Conversão no Google Analytics – Criar e Analisar



A MestreSEO é uma agência especializada em otimização de sites e links patrocinados. Confira também o nosso curso de SEO e o curso de Google Analytics.

February 27, 09:48 AM

Olá leitores da MestreSEO,

Na última semana vários blogs europeus e americanos noticiaram que o Google penalizou o site britânico de flores, Interflora, por compra de publieditoriais, “advertorials” como é chamado lá fora. A punição foi bem severa e um dos prints, retirado pelo Martin Macdonald, mostra que o site sequer ranqueia para o seu próprio nome:

O Antes e Depois da Punição

Ainda segundo a publicação do Martin Macdonald, o site Interflora era um dos líderes do segmento, com uma visibilidade invejável, conforme mostra o relatório da Search Metrics:

O gráfico de visibilidade é um tanto quanto assustador, pois mostra a queda gigantesca em termos de visibilidade no Google:

Segundo o blog do David Naylor, um antes e depois dos rankings também pode ser visto:

Após a penalização, o site aparece próximo a página 5 em quase todas as palavras:

Os Publieditoriais

Segundo a investigação dos sites e profissionais, o site Interflora começou uma campanha de link building para se preparar para o dia dos namorados, que lá é chamado de “Valentine’s Day” e é comemorado no início do ano. Para a estratégia, o site pensou em divulgar o seu modelo de trabalho em diversos jornais britânicos, reforçando sua marca e ganhando um link em cada matéria.

Este processo é largamente conhecido no Brasil como publieditorial e é usado em larga escala por grandes marcas e normalmente “oferecido” por blogueiros.

As Diretrizes do Google

Uma das coisas que sempre faço nos cursos de SEO para os meus alunos é ler todas as Diretrizes para Webmasters para que eles estejam cientes do que o Google considera uma infração às regras. Observando o caso, constata-se a seguinte infração:

Participar em esquemas de links

Ainda segundo o Google:

Os links que visam manipular a classificação de um site nos resultados de pesquisa do Google podem ser considerados parte de um esquema de links. Isso inclui comportamentos que manipulam links para seu site ou links em seu site que direcionam para sites externos. A manipulação desses links pode afetar a qualidade de nossos resultados de pesquisa. Por isso, trata-se de uma violação das diretrizes para webmasters do Google.

O Que Poderia Ser Feito

Ainda segundo as diretrizes do Google, existe um conselho quando se faz este tipo de compra de espaço:

Os links de anúncios PPC (pagamento por clique) que não passam o PageRank ao comprador do anúncio não violam nossas diretrizes. Há diversas maneiras de impedir que o PageRank passe, tais como:

  • Adicionando um atributo rel=”nofollow” à tag “a”
  • Redirecionando os links para uma página intermediária bloqueada a partir de mecanismos de pesquisa com um arquivo robots.txt

Caso o site Interflora exigisse a inserção da tag rel=”nofollow” em todos os links contidos nos publieditoriais a campanha seria totalmente válida, pois não manipularia o algoritmo.

Os Jornais Também São Penalizados

Assim como comprar links, o ato de vendê-los também é passível de punição. Neste caso, o Google também atuou frente aos jornais britânicos, diminuindo o valor do PageRank de seus domínios:

Ainda que não tenhamos notado uma perda de posicionamento direta por este ato, os jornais perdem credibilidade junto ao Google e podem, a longo prazo, não conseguirem o mesmo desempenho que antes. É uma espécie de quebra de confiança.

A Versão do Google

Ainda na mesma semana, o grande representante do Google nestes casos, Matt Cutts, entrou em cena no blog oficial do Google para Webmasters e relembrou a todos que o uso de publieditoriais ricos em links e que sejam utilizados para manipular o buscador é uma violação das diretrizes.

Google has said for years that selling links that pass PageRank violates our quality guidelines. We continue to reiterate that guidance periodically to help remind site owners and webmasters of that policy.

Please be wary if someone approaches you and wants to pay you for links or “advertorial” pages on your site that pass PageRank. Selling links (or entire advertorial pages with embedded links) that pass PageRank violates our quality guidelines, and Google does take action on such violations. The consequences for a linkselling site start with losing trust in Google’s search results, as well as reduction of the site’s visible PageRank in the Google Toolbar. The consequences can also include lower rankings for that site in Google’s search results.

Cenas do Próximo Capítulo

A novela de compra/venda de links estava praticamente no fim quando um dos profissionais de SEO mais antigos e respeitados do mundo, Aaron Wall, entrou em cena para refletir sobre o caso.

Segundo o profissional, ainda que o Google tenha tomado esta posição contra os publieditoriais, ele deveria olhar um pouco mais de perto o que ele mesmo está fazendo. Em sua publicação, ele mostra dois casos, descarados ao meu ver, de compra de publieditoriais por parte do Google! Exatamente, o Google compra publieditoriais em jornais para divulgar os seus produtos.

Em um segundo publieditorial, o Google divulgou o Hangout e seu Chromebook:

Ainda que o Google seja o Google, se ele pratica regras para estar em seu índice, ele deve exigir isto de todos, inclusive dos seus times. Eles devem estar alinhados às diretrizes para webmasters assim como todos nós.

O correto seria penalizar da mesma forma que o site Interflora e jornais britânicos, as propriedades do Google mencionadas (Adwords, Analytics, Hangout e Chromebook) além dos jornais utilizados na divulgação.

Onde será que estão os profissionais que sempre defenderam as diretrizes para webmasters, tais como Pedro Dias, Ariel Lambrecht, Miguel Silva e um dos atuais integrantes do time de webspam do Google, André Rosa. Qual será a visão deles sobre o caso da empresa que defenderam ou defendem?

Qual a sua opinião? Comente!


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Google penaliza Interflora e Jornais Britânicos por Compra e Venda de Publieditoriais



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February 19, 02:32 PM

Você cria uma campanha no Facebook, conquista percepção da marca, novos fãs, interação, mas a taxa de conversão é sempre baixa? Ou ainda, você recebe muitas visitas no seu site (e nada de conversões), e descobre que seus clientes potenciais passam mais tempo no Facebook?

Calma, não é o fim do mundo! Aliás, é bem comum.

Uma das maiores dores de cabeça quando se trata de publicidade no Facebook é a taxa de conversão. Para ser mais dramática, até identificamos que a taxa de conversão pelo Facebook é sempre menor se comparada com outros canais.

Isso acontece porque visitantes do Facebook geralmente não têm em mente o objetivo de comprar, e sim de interagir com seus amigos, reclamar que é segunda-feira ou simplesmente compartilhar aquela piadinha clássica de keep calm que hoje é sexta-feira.

Mas se, de acordo com a própria rede social, mais de 955 mil pessoas passam mais de seis horas por mês no Facebook, são leais e voltam sempre, por que não atingi-las com intuito de compra?
Uma boa estratégia para isso é o remarketing, que significa “divulgar novamente” e promete aumentar seu ROI da noite para o dia.

Mas afinal, o que é o remarketing?

É uma forma de publicidade dirigida onde o anúncio online é destinado aos clientes potenciais com base em suas ações anteriores na Internet, em situações em que essas ações não resultaram em uma venda ou conversão, ou seja, o remarketing serve anúncios às pessoas com mais frequência depois de terem deixado o site do anunciante.

Exemplos

A didática é simples: o cliente potencial viu seu produto em sua fanpage, em alguns casos até chegou a colocar no carrinho de compras, mas desistiu e foi fuçar a vida dos amigos na rede. Você vai perdê-lo? Não! Você vai “segui-lo” criando anúncios que possam chamar sua atenção novamente e, assim, levá-lo a converter.

Outro exemplo: você vende cursos, o cliente potencial passou horas pesquisando sobre cursos no seu site, mas não converteu e foi papear com os amigos no Facebook, o que fazer? Segui-lo! Com o remarketing, você consegue direcionar o usuário que visitou seu site e exibir publicidade relevante a ele no Facebook, mais precisamente sobre aquele curso que ele passou horas namorando no seu site.

Para uma chance maior de conversão, continue sempre a conversa com algo como “Saiba mais sobre este produto” ou “Ainda com o problema X?” e assim levará seu potencial cliente a lembrar que alguma vez já se interessou por aquilo e que pode ser a hora certa de finalmente comprar.

Caso você tenha uma loja virtual, o ponto-chave da estratégia pode ser segmentar as listas de remarketing em três estágios de compra: procura de produtos, visualização de preços e carrinho de compras abandonado. Para cada estágio de venda será acionado constantemente um anúncio relacionado à categoria de produtos que ele buscava na sua loja. Você também pode ter uma lista separada para os ex-clientes, passando a exibir anúncios de produtos relacionados aos que eles compraram da última vez, conquistando-os novamente.

Remarketing para Conversão

Embora seja bastante focado em conversões para e-commerce, o remarketing também pode ser usado para empresas cujo objetivo é conquistar mais formulários preenchidos, contatos ou telefonemas, desde que a missão seja bem definida.

Então, antes de chorar em cima da taxa de conversão baixa, pense que você tem a oportunidade de mostrar seus produtos novamente, de uma forma mais atraente e no local onde seu alvo passa o maior tempo, o Facebook!

Tem mais dúvidas ou quer aderir ao milagre do remarketing? Entre em contato conosco!


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Remarketing no Facebook – Melhore a sua Taxa de Conversão



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February 14, 09:48 AM

Olá leitores da MestreSEO,

No começo do mês a comunidade de SEO recebeu um super presente de um profissional da área: o lançamento de um eBook exclusivamente sobre Link Building. O autor desta super peça de conteúdo, é o britânico Paddy Moogan, que atualmente é consultor na Distilled, uma renomada empresa britânica e com presença mundial.

Tive a oportunidade de entrevistar o Paddy aqui para o nosso blog e gostaria de recomendar a vocês a compra do eBook. Adquirimos aqui na MestreSEO e todos os profissionais estão adorando. O valor é muito baixo, de 37 dólares, aproximadamente 75 reais, o que não é nada para um material super atualizado e bem rico.

Ainda recomendo que você combata a pirataria e incentive o conteúdo de qualidade. Não pegue o livro de amigos ou em torrents, faça uma contribuição para o mercado e invista no seu futuro, adquirindo esta peça de conhecimento sensacional.

Você pode nos contar um pouco mais sobre você e sua formação?

Sim, claro. Eu sou um consultor de SEO da Distilled no escritório deles em Londres. Eu estou atualmente localizado na Nova Zelândia pois estou em um período sabático (o sabático é um período de afastamento do trabalho que o uma pessoa ou um executivo utiliza para refletir sobre a sua vida e a sua carreira), mas estou fazendo o meu trabalho como um trabalhador remoto. Eu entrei na área de SEO durante a universidade quando eu estava estudando advocacia. Eu vi que eu precisava de um dinheiro extra e criei alguns sites para ganhar dinenheiro com o Google Adsense. O próximo passo natural foi aprender sobre SEO e, por acaso, eu consegui um trabalho em web design e desenvolvimento em uma empresa próxima a Birmingham, cidade onde eu nasci. Em Maio de 2010 eu me transferi para a Distilled.

O seu ebook é direcionado apenas para profissionais de SEO avançados ou os iniciantes podem aprender também?

Honestamente, ele é provavelmente mais direcionado para iniciantes e intermediários em SEO. Ele possui conteúdo que eu considero avançado pois é mais direcionado para SEOs Sênior ou gerentes que desejam criar um time, tercerizar da maneira correta ou melhorar seus processos. Mas de modo geral, ele provê muita informação para os iniciantes.

Um assunto que você comenta no ebook e eu acredito que seja muito importante é o entendimento do negócio antes de criar links. Você pode comentar um pouco mais sobre isto?

Sim, isto é algo que eu sinto fortemente e escrevi recentemente um artigo no SEOmoz sobre o assunto. Eu sinto (e me sinto culpado por isto) que algumas vezes a resposta padrão dos clientes é “ganhar mais links” e nenhuma informação é dada sobre o tipo de link que eles precisam. Para entender os tipos de links que eles precisam, você precisa entender muito bem sobre o negócio do cliente e quais são as suas metas. Isto significa que você pode criar links que vão além de ajudá-lo a ganhar rankings, mas você pode ganhar links que irão trazer um tráfego também.

O que você acredita que funciona melhor para link building: um time in-house ou tercerizar este trabalho?

Isto depende das circunstâncias da empresa e quais são os seus ponts fortes mas, de modo geral, eu sou a favor de lidar com SEO / link building de forma in-house e utilizar agências / pessoas externas para um nível de estratédia e consultoria.

Você acredita que links sociais contam?

Sim eles contam. Eles não são tão fortes quanto os links tradicionais, mas eu tenho visto que eles possuem um efeito positivo em posicionamentos orgânicos de websites. Se os links sociais são uma causa direta disto ou não, está claro que eles importam bastante.

Falando sobre técnicas de link building, qual é a melhor dica que você compartilhou no seu eBook?

Eu realmente gosto de link building com imagens. É uma forma bem limpa e realmente original de pedir um link e, segundo a minha experiência, as taxas de conversão são bem maiores do que as técnicas tradicionais. As imagens por si só são um bom conteúdo também, em particular para alguns tipos de sites como o caso do segmento de viagens.

Qual é a sua ferramenta favorita de link building? Por quê?

Honestamente, é o Google. Você pode encontrar tudo o que deseja a partir de poucas pesquisas de prospecção de links e detalhes de contatos. Isto é tudo o que você precisa para ganhar links e apesar de todas as ferramentas que existem, eu ainda amo a sensação de descobrir bons sites e conseguir links deles. Em termos de ferramentas atuais, eu amo a BuzzStream e recentemente eu venho realmente usando o Boomerang para gerenciar os meus envios e respostas de email.

Você dá dicas no eBook para pessoas que tiveram problemas com o Penguin Update? Qual é a melhor?

Sim, eu coloquei uma seção em como diagnosticar e corrigir problemas como o Penguin e outros updates que causam uma queda no tráfego. A melhor dica que eu posso dar é ficar longe de técnicas que possam ser escaladas de forma muito fácil. Está claro que o Google não gosta disto e mesmo que você não seja pego agora, você será em algum ponto e, pessoalmente falando, eu não quero ficar assustado toda vez que eu ouvir que o Google liberou algum novo update.

Você não acha que 37 dólares é muito barato? Você está pensando em prover algo no futuro para as pessoas que quiserem aprender SEO com você?

Eu acho que o preço está certo. De modo geral, os leitores parecem estar felizes com o preço e eu tive alguns que reclamaram que eu deveria deixar o livro gratuito. Eu acho que eu poderia ter cobrado mais caro, mas eu gostaria de encontrar um meio termo entre o tempo que eu investi escrevendo o eBook e um preço que não fosse tão caro para a maioria dos profissionais e que justificasse o preço.

Finalmente, você tem planos de visitar o Brasil? O que você ouviu sobre o nosso mercado e empresas de SEO daqui? Você escutou algo?

Eu tenho muita vontade de conhecer o Brasil um dia pois escuto coisas muito legais dos meus amigos que já estiveram aí. Eu tenho escutado muitas coisas nos últimos 12-18 meses, principalmente que o mercado está crescendo rapidamente e algumas empresas de SEO já tenham estabelecido um escritório aí e estão tentando se aproveitar deste crescimento. Espero ter a chance de conhecer pessoalmente isto um dia!

Siga o Paddy Moogan nas redes sociais

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Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Entrevista com Paddy Moogan, autor do Link Building eBook



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February 01, 07:05 AM

A Hitwise revelou em seu estudo que o Google Brasil detém 78,63% de participação nas buscas no mercado brasileiro. O período selecionado é de 4 semanas terminadas em 29 de dezembro de 2012

Após o gigante das buscas, segundo maior market share é do Bing, buscador da Microsoft, com 7,61% da preferência dos usuários, seguido de Ask Brasil, com 5,34% e Google.com, com 5,03%.

Somando-se todos os domínios do Google entre os top 10 buscadores mais visitados no Brasil, o buscador atinge 84,43% de participação no mesmo período de 4 semanas terminadas em 29 de dezembro. Já o Bing e Bing Brasil têm, juntos, 8,19% da participação de buscas no período.

O Yahoo! Brasil está em quinto lugar na preferência dos usuários de Internet no país, com 1,19% de participação de buscas nas 4 semanas terminadas em 29 de dezembro de 2012. Ainda entre os top 10 buscadores mais usados no Brasil no período estão Google Portugal (0,74%), Ask (0,65%), Bing (0,58%), Yahoo! (0,064%) e Google Espanha (0,035%).

Yahoo! Brasil lidera em taxa de sucesso

O Yahoo! Brasil ficou no topo do ranking de taxa de sucesso dos 10 buscadores mais relevantes na Internet brasileira. No período de 4 semanas terminadas em 29 de dezembro de 2012, buscador registrou 82,89%, enquanto o Bing Brasil atingiu 81,32%. Isto significa que, para os dois mecanismos de busca, mais de 80% das buscas executadas resultaram em uma visita a um site.

Já o Ask Brasil registrou taxa de sucesso de 77,80%, seguido do Ask (76,66%), Google (72,55%), Yahoo! (72,21%), Google Portugal (70,78%), Bing (70,73%), Google Brasil (68,13%) e Google Espanha (67,61%).

A taxa de sucesso é calculada pela proporção das buscas realizadas em cada uma das ferramentas que geraram efetivamente uma visita a um site.

Buscas contendo uma palavra são maioria

As buscas contendo uma palavra foram 31,56% do total no período de 4 semanas terminadas em 29 de dezembro de 2012, seguidas por buscas que continham duas palavras, com 20,16%, e três palavras, 19,11%. As buscas contendo quatro palavras somaram 11,25% do total, enquanto aquelas contendo cinco palavras totalizaram 7,89%.


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Google possui 84% do Market Share no Brasil



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January 28, 07:08 AM

Olá leitores da MestreSEO,

Me deparei há pouco com um estudo do Google de 2012 que revela a resultados de se ter um posicionamento orgânico na mesma página que um anúncio próprio de links patrocinados. O estudo vem a fortalecer o que já descobrimos ao realizar consultorias de SEO e gestão de campanhas de links patrocinados.

Segundo o estudo, existe sim uma perda ao se realizar uma campanha de links patrocinados quando você está posicionado nos resultados orgânicos. O curioso é que existe realmente um ganho quando você combina os dois trabalhos, ou seja, estar posicionado no orgânico e no link patrocinado, traz um aumento de cliques, quando comparado ao resultado orgânico por si só.

Em várias consultorias e gestão notamos exatamente isto! Quando “ativamos” uma campanha de links patrocinados, os cliques de resultados orgânicos podem cair, mas o somatório final de cliques recebidos do orgânico + patrocinado é maior do que o que tínhamos antes.

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Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Impacto de Posicionamento Orgânico com Campanhas de Links Patrocinados



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January 24, 06:57 AM

Já não é de hoje que sobram notícias apontando como o uso de Smartphones tem aumentado no Brasil. Até a notícia de que hoje temos mais celulares do que pessoas no país já ficou velha. E tanto Smartphone assim só poderia resultar em um crescente aumento de uso desses aparelhos para acesso a Internet.

Estatísticas apontam que mais da metade dos donos de Smartphones realizaram compras online:

Agora, responda a pergunta: Você já conferiu no seu website como anda o volume de acessos via Smartphones e até Tablets? Se você usa o Google Analytics para monitorar as visitas do seu site, deixo uma ajuda para te dar as primeiras impressões sobre os acessos por dispositivos móveis ao seu site, a Dashboard Mobile360:

A Dashboard segue a linha Acquisition > Behavior > Outcome, da primeira coluna para a última, ou seja, responde as perguntas:

  • De onde as visitas vieram?
  • Onde chegaram?
  • O que foi conquistado?

Quem já leu os materiais do Avinash Kaushik, certamente estará familiarizado com a ideia. Aproveite: Dashboard Mobile360.

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Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Mobile Analytics – Monitorar Visitas de Smartphones no seu Site



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January 23, 08:00 AM

A eMarketer publicou um estudo do mercado americano sobre as compras e compradores que utilizam mobile, seja ele um tablet, um smartphone ou algo similar. Este tipo de estudo é motivado pela grande aceitação do mercado aos dispositivos móveis e mostra que, cada vez mais, o americano está apostando no mobile como uma forma real de compra.

Vendas do Mercado Mobile nos Estados Unidos

Segundo o estudo da eMarketer os consumidores dos Estados Unidos devem gastar cerca de 37 bilhões de dólares em 2013 através de smartphones e tablets, um valor bem acima aos 23 bilhões do ano anterior.

Penetração de Compras em Mobile nos Estados Unidos

Ainda segundo o estudo, a previsão é que o número de compradores mobile nos Estados Unidos irá aumentar 24% em 2013, alcançando 118 milhões de consumidores, representando 62% dos consumidores digitais. Entende-se consumidores digitais aquela pessoa com algum tipo de dispositivo para compras online.

Compradores Mobile nos Estados Unidos

A previsão é que em 2013, 72 milhões de pessoas nos Estados Unidos devem utilizar o seu dispositivo mobile para fazer compras. Em 2016, este número deve chegar a 119 milhões, representando um aumento de 65%.

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Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Estudo Revela Aumento em Número de Compradores e Compras através de Mobile



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January 22, 06:45 AM

Olá leitores da MestreSEO,

Se você é daqueles que possui um blog WordPress ou clientes que tem o seu site em plataforma WordPress, já deve ter ouvido falar do famoso plugin WordPress SEO criado pelo Yoast.

O plugin é fabuloso para lhe ajudar a lapidar o seu site com técnicas e alterações de SEO. Ele lhe dá a acesso a alterações de títulos, descrições, criação de sitemap.xml, faz uma análise On-Page e muito mais. O Bruno Miranda, do nosso time, fez um review completo do plugin WordPress SEO e suas funcionalidades. Recomendo fortemente ler o artigo completo.

Para baixar o plugin, basta acessar este endereço: http://wordpress.org/extend/plugins/wordpress-seo/

Dica extra: Plugin Video SEO

Se você já conhece o WordPress SEO, deve conhecer agora o Video SEO para WordPress. Desenvolvido pelo próprio Yoast, este plugin pago, lhe ajuda a incluir vídeos nas suas páginas e conseguir aparecer com aquela thumbnail de vídeo na página de resultados do Google, como este abaixo:

O plugin é bem simples de instalar, mas vale ressaltar novamente que é pago e possui licenças diversas para a aquisição.

Estamos usando e vale muito a pena. Para mais detalhes, basta acessar: http://yoast.com/wordpress/video-seo/

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Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Turbinando o seu WordPress com o WordPress SEO e o Video SEO



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January 11, 07:58 AM

Olá leitores,

Desde que iniciamos os trabalhos de Facebook aqui na MestreSEO uma das coisas que sempre consultamos é o tamanho de algum tipo de imagem que vamos utilizar. Seja no momento da criação da Página no Facebook, seja no momento de uma postagem nova ou ainda na customização de uma aba, sempre precisamos consultar aqueles tamanhos e pequenos guias ou ainda ter um “papelzinho” com os tamanhos das imagens.

Pensando na facilidade de toda a comunidade que nos segue, criamos um guia rápido de consulta para os tamanhos de imagens da timeline do Facebook. Listamos na imagem os seguintes itens e tamanhos:

  • Foto de Capa: 851px X 315px
  • Foto do Perfil: 170px X 115px
  • Foto da Aba Customizada: 111px X 74px
  • Foto Compartilhada: 404px X 404px
  • Foto Highlighted: 843px X 403px
  • Foto Milestone: 843px X 403px
  • Foto de Aba Customizada: 810px de largura

Copie o código abaixo e cole em sua página


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Tamanhos de Imagens para a Timeline do Facebook



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January 09, 09:06 AM

Olá leitores da MestreSEO,

Começamos mais um ano e devido a pedidos da nossa comunidade, estamos de volta com o 5º Desafio de SEO da MestreSEO. Para quem nunca ouviu falar do nosso desafio, é uma competição para a comunidade de SEO brasileira com a intenção de aplicar técnicas e táticas de SEO das mais variadas formas a fim de conquistar a 1ª posição do Google para um termo nunca visto antes.

Quando começamos em 2008 o desafio era a criação de um artigo aqui mesmo na MestreSEO. O vencedor da edição, foi o Guilherme Nagüeva, que conquistou a maior pontuação em seu artigo.

No ano seguinte, em 2009 implantamos o novo modelo de desafio: o vencedor seria eleito pela conquista do primeiro lugar no Google. Para aquele desafio, escolhemos o termo “nanuni kokoritu, que foi um “hit” na comunidade de SEO Brasileira. O grande vencedor do desafio foi o Guga Alves.

Em 2010, o modelo do desafio foi mantido, e escolhemos a palavra “nuvenus chovendus” cujo grande vencedor foi o Alan Niemies.

No ano passado, escolhemos um tema e um termo bem interessantes: o fim do mundo, com o termo Katipsoi Zunontee. O grande vencedor foi o Victor Gamarra.

Para este ano, escolhemos um termo nunca utilizado na Internet para ser o alvo do nosso desafio:

eletrikus brasiliensis

Segue abaixo a imagem do Google, retirada no dia 09/01/2013 às 11:19.

O Significado

Em mais um verão brasileiro, temos a grande presença do calor, viagens e um povo muito animado. Com tudo isto e somado ao alto investimento da população em novos “brinquedos” tecnológicos o consumo de energia tem aumentado significantemente no nosso país. Diante disto e da falta de chuva em vários pontos do país estamos beirando a volta dos termos “blackout” e “racionamento de energia”. Ainda sem esta confirmação, mas pensando no futuro do país, o Governo Brasileiro iniciou há 5 anos uma pesquisa na Floresta Amazônica para identificar plantas e seres vivos que pudessem contribuir como fonte de energia.

No último ano, foi descoberto pela Universidade Mestres da Energia do Estado do Amazonas, um ser vivo capaz de gerar energia através do movimento do seu corpo. Este ser, muito parecido com um esquilo, mas de tom amarelado, foi chamado de “eletrikus brasiliensis” e possui o tamanho próximo de um cachorrinho.

Estudos iniciais apontam que cada um destes “bichinhos” pode, em um dia, criar energia suficiente para alimentar uma casa por 1 mês. Com a descoberta, os pesquisadores indicam que em 2 anos, poderemos ter “fazendas” de “eletrikus brasiliensis”, uma vez que a geração de energia destes “bichinhos” ajuda em seu desenvolvimento e contribui para a sua felicidade.

O Regulamento

As seguintes regras regem o desafio:

  1. Todos os participantes devem se inscrever utilizando o formulário contido nesta página;
  2. Todos os dados enviados pelo formulário devem ser verdadeiros e, uma vez constatado o uso de informações falsas, este participante será desqualificado.
  3. O vencedor será escolhido no dia 20 de Fevereiro através de consulta no Google sem usuário logado;
  4. O vencedor é dado por quem estiver no primeiro lugar dos resultados orgânicos, não valendo links patrocinados ou resultados universais;
  5. A consulta será realizada em um computador, navegador, horário e com um IP não estipulados;
  6. Será feito um screenshot da tela da SERP do Google no dia da consulta para exibir aos participantes;
  7. É permitido qualquer técnica de SEO, seja ela white hat, black hat, gray hat ou qualquer definição que o profissional goste;
  8. Após o anúncio da página vencedora, o autor deverá entrar em contato através do contato@mestreseo.com.br e mostrar que aquela página realmente é dele, alterando algum elemento da página conforme combinado entre eu (Fábio Ricotta) e o autor. Caso ele não possa comprovar a autoria, será desqualificado e aguardaremos até que o verdadeiro autor entre em contato;
  9. Um artigo da Wikipedia não é considerado válido pois se utiliza de uma plataforma colaborativa, onde não é possível determinar o dono;
  10. Caso o autor da página vencedora não entre em contato em até 3 dias após a divulgação do resultado o resultado seguinte será eleito como vencedor. Esta regra se aplica em caso consequentes;
  11. Profissionais da MestreSEO não estarão concorrendo ao desafio;
  12. Não nos responsabilizamos pelo o uso de quaisquer técnicas ou punições que o seu website sofra durante e após o desafio;
  13. A entrega da premiação é de responsabilidade de cada patrocinador, sendo que a MestreSEO isenta-se de quaisquer problemas na entrega dos mesmos;
  14. As regras podem mudar sem aviso prévio.

Premiação Extra para o 5º Desafio

Neste ano, diferentemente dos anos anteriores, vamos premiar também o primeiro lugar do Google Images, ou seja, na data estipulada nas regras acima, iremos também conferir quem está em primeiro lugar para a busca de imagens do Google. Todas as regras seguintes são válidas também para esta premiação.

O vencedor deste desafio de Imagens receberá um prêmio surpresa da organização da MestreSEO.

Algumas regras extras para esta escolha:

  1. Todos os participantes devem se inscrever utilizando o formulário contido nesta página;
  2. O vencedor será escolhido no dia 20 de Fevereiro através de consulta no Google Imagens sem usuário logado;
  3. O vencedor é dado pelo domínio que estiver em primeiro lugar dos resultados de imagem, não valendo links patrocinados;
  4. A consulta será realizada em um computador, navegador, horário e com um IP não estipulados;
  5. Será feito um screenshot da tela da SERP do Google no dia da consulta para exibir aos participantes;
  6. Após o anúncio da imagem vencedora, o autor deverá entrar em contato através do contato@mestreseo.com.br e mostrar que aquela página realmente é dele, alterando algum elemento da página conforme combinado entre eu (Fábio Ricotta) e o autor. Caso ele não possa comprovar a autoria, será desqualificado e aguardaremos até que o verdadeiro autor entre em contato;
  7. Todas as regras listadas no desafio principal continuam valendo neste desafio de Imagens.
  8. As regras podem mudar sem aviso prévio.

Recomendações

Recomendamos a todos que não utilizem páginas de empresas, instituições de ensino ou websites na Internet que não sejam de sua autoria para que não aconteçam problemas futuros com relação a instituição que você estuda ou ainda trabalha.

Sugerimos considerar extremamente válidas as diretrizes do Google para o desafio. Estas regras regem o índice do Google e elas são aplicadas em qualquer website que as viole.


Prêmios

Os prêmios para o vencedor da promoção são:

Oferecidos pela MestreSEO:

  • 6 meses de do plano 3 (o mais robusto) da WebXTool, a ferramenta que criamos e utilizamos para gerenciamento de projetos de SEO;

Oferecido pelo PagSeguro e UOL Host:

  • 1 iPad com tela Retina 32Gb – Wifi – 3G (Preto ou Branco – o vencedor escolhe);

O seguinte prêmio foi oferecido pelo Nova Pontocom:

  • 1 TV LED 42” Full HD*

A Nova Pontocom é uma empresa brasileira, criada em 2011, a partir da associação entre Grupo Pão de Açúcar e Casas Bahia. A companhia ocupa posição de destaque no segmento de comércio eletrônico brasileiro, onde opera com grandes marcas do varejo nacional: CasasBahia.com.br, Extra.com.br e Pontofrio.com; e acaba de lançar o Barateiro.com e o PartiuViagens.com.br; além de atuar também com soluções B2B, com a consultoria de e-Plataforma e com a operação de Pontofrio Atacado.

*O prêmio será entregue em até 60 dias úteis.


O seguinte prêmio foi oferecido pelo Rand Fishkin, do SEOmoz:

Para quem não conhece, o SEOmoz é uma das maiores referências da comunidade de SEO no mundo, provendo soluções de software e tutoriais para os profissionais da área de Search.

O seguinte prêmio foi oferecido pelo Dixon Jones do MajesticSEO:

Para quem não conhece, o MajesticSEO é uma empresa que fornece softwares de SEO para a comunidade de Search mundial. Eles possuem um dos maiores e mais respeitados índices, com mais de 2 trilhões de links armazendos. Hoje, o Majestic é uma das maiores fontes de inteligência em links que utilizamos aqui na MestreSEO quando falamos em link building.


O seguinte prêmio foi oferecido pelo Will Critchlow, do Distilled:

Para quem não conhece, o DistilledU é um centro de aprendizado de SEO que a Distilled possui. Nele você recebe aulas do básico ao avançado e realiza testes na própria plataforma. Ao concluir cada módulo você fica com uma espécie de certificado em forma de badge. É um conteúdo sensacional e de fácil linguagem.


O seguinte prêmio foi oferecido pela profissional e professora Martha Gabriel:

  • 1 livro “Marketing na Era Digital” autografado
  • 1 livro “SEM e SEO – Dominando o Marketing de Busca” autografado
  • 1 livro “Conversando com Computadores – Interfaces de Voz na Web” autografado

O seguinte prêmio foi oferecido pelo Lucas Burza da Linka On-line:

  • 1 vale presente da Livraria Saraiva, no valor de R$ 70,00.

A Linka Online é a agência de Search Marketing fundada por Lucas Burza e Marcelo Caricati parceira da MestreSEO. Desde 2007 gerenciaram mais de 500 campanhas de Links Patrocinados e Facebook Ads.


O seguinte prêmio foi oferecido pelo Denis Andrade, da agência Mateada:

A Mateada é uma agência de Search Marketing fundada pelo Denis Andrade. A agência oferece os serviços de SEO, Links Patrocinados, Social Media e Treinamentos.


O seguinte prêmio foi oferecido pela Manuela Sanches, da agência EnLink:

  • 1 Kit Geek – contendo caneca, pendrive, camiseta e outras coisas bem bacanas!

A Enlink foi fundada por Manuela Sanches e foi a primeira agência brasileira especializada em link building. Hoje a agência possui em sua lista de serviços Link Building, Criação de Conteúdo, SEO On-Page, Links Patrocinados, Social Media e Administração de Crises Online.


Resultado

Hoje, dia 20/02/2013, as 14:14, declaramos seguinte website como vencedor do Desafio MestreSEO 2013:

www.eletrikusbrasiliensis.com.br

No desafio de imagens, o vencedor de 2013 é:

eletrikusbrasiliensiss.com.br

Os autores dos websites devem entrar em contato com o Fábio Ricotta, através do email contato@mestreseo.com.br informando ser o autor do website. Conforme estabelecido nas regras, o Fábio irá fornecer um elemento do website a ser modificado para que tenhamos certeza de que o autor é realmente aquele que está informando pelo email. Diante desta confirmação, anunciaremos o nome do responsável pelo website vencedor do desafio.

Caso o autor não possa comprovar a autoria, será desqualificado e aguardaremos até que o verdadeiro autor entre em contato. Caso o autor da página vencedora não manifestar-se em até 3 dias, o website que ocupa a posição seguinte seguinte será eleito como vencedor. Esta regra se aplica em caso consequentes.


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: 5º Desafio MestreSEO



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November 28, 07:05 AM

Olá leitores da MestreSEO,

Conheci há alguns dias atrás uma plataforma muito bacana, chamada Buffer App, e gostaria de compartilhar minhas impressões com vocês. Se você é daqueles que tem contas bem ativas ou quer fornecer um bom conteúdo ao seu público mas não tem muito tempo para entrar no Facebook, Twitter e/ou Linkedin, esta é a plataforma ideal para você. O Buffer App é um local onde você pode centralizar todas as suas postagens, definindo horários padrão para os posts e ainda consegue ver todas as estatísticas das postagens. É uma forma bem prática e confiável para gerenciar os seus perfis.

Começando

Criar uma conta no Buffer App é simples. Basta acessar a página inicial do projeto e clicar em uma das formas de login:

Em seguida, basta conectar suas contas de Twitter, Facebook e/ou Linkedin:

Criando uma Postagem

Postar é uma tarefa muito simples com o Buffer App. Eu instalei aqui a extensão para Chrome e com isto eu tenho um botão na minha toolbar, onde, se eu gostar de um artigo, eu posso clicar no botão e uma caixa se abre:

Nesta caixa, posso selecionar em qual rede social desejo compartilhar a postagem. Eu prefiro fazer um texto único para cada rede social, mas se você desejar, pode compartilhar o mesmo conteúdo em todas as plataformas.

Agendamento de Postagens

Uma das funcionalidades que eu mais gostei foi a de configurar horários para postagem. Dentro do Buffer App você pode escolher, por perfil de rede social, qual os horários que você deseja que a plataforma publique conteúdo. Por exemplo, para o meu Twitter, eu escolhi alguns horários chave:

O que isto faz é funcionar como uma torneira, onde eu enfileiro todo o conteúdo que desejo compartilhar naquele perfil e ele libera este conteúdo nos horários definidos. Isto facilita que você não sobrecarregue os seus usuários com postagens excessivas.

Mensuração

Além da plataforma facilitar, e muito, as nossas postagens, ela ainda possui uma aba de métricas, onde conseguimos ver as postagens e como elas se comportaram nas mídias sociais. Por exemplo, consigo ver quais foram os tweets mais retweetados ou favoritados:

Colaboradores

Se você desejar, a plataforma oferece um suporte para colaboradores. Esta funcionalidade está disponível apenas para contas pagas, que no caso custa 10 dólares por mês. É bem fácil liberar acesso para outros colaboradores, como você pode ver abaixo:

Para aqueles que trabalham diversos perfis de clientes e precisam trabalhar com colegas na atualização dos perfis, esta é a aplicação ideal para vocês!

Aplicativos de Integração

Um dos pontos positivos do Buffer App é ter a integração com diversos aplicativos. Alguns conhecidos como o Pocket, IFTTT, Instapaper, WordPress e os tradicionais navegadores Chrome e Firefox estão integrados com a plataforma. Basta baixar cada um dos aplicativos e usá-los de forma integrada ao Buffer App.

Botões do Buffer App

Quando você instala a extensão do Chrome ou o plugin do Firefox diversos botões começarão a aparecer em suas redes sociais. No Twitter você encontra em forma de um link abaixo de um tweet:

Já no Facebook, quando você clica em um post para compartilhá-lo, o botão aparece:

Conclusões e Recomendações Finais

De modo geral, achei a plataforma sensacional e bem fácil de utilizar. Uma ressalva que tenho que fazer é com relação aos posts no Facebook. Ainda não estou certo se eles tem o mesmo alcance do que uma postagem diretamente na plataforma, mas já vale o teste pela facilidade de uso.

Espero que vocês tenham gostado e usem.

Um abraço e até o próximo artigo!


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Buffer App – Aplicativo para Atualizar Redes Sociais



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November 21, 11:36 AM

Olá leitores da MestreSEO,

Cada vez mais os webmasters e donos de negócios online buscam formas de aumentar o faturamento dos seus sites. Seja por um trabalho em mídias sociais, em links patrocinados ou SEO, a vontade é sempre a mesma: crescer os acessos e aumentar a receita online gerada pelo site.

Na sede pelo sucesso, estes webmasters e/ou donos de negócios entram em áreas negras de SEO, fazendo uso de técnicas que violam as diretrizes para webmasters presentes no Google. Isto, resumidamente, é o chamado black hat.

O problema é que cada vez mais os mecanismos de busca e, principalmente o Google, estão caçando e penalizando sites que usam e abusam destas estratégias que violam suas diretrizes.

Ao violarem as diretrizes e receberem uma penalização, só resta uma saída: corrigir o site e fazer um pedido de reconsideração. Mas esta não é uma tarefa simples, vamos entender como ter sucesso no seu pedido de reconsideração e tirar as principais dúvidas sobre o assunto.

Esclarecimento Inicial

Antes de começarmos a detalhar o assunto do pedido de reconsideração é muito importante que você saiba que o Google só aceita pedidos de reconsideração para casos em que o site tenha recebido alguma ação manual. Para casos onde algum algorítimo, como o caso do Panda, Penguim ou o Page Layout, atuou sobre o site, somente alterações gerais podem dar chances ao seu site de voltar a ter uma mlehor visibilidade nas páginas de resultado.

Um pedido de reconsideração não é válido para estes tipos de casos. Para os casos onde você sofre uma penalização manual, temos o pedido de reconsideração. Vamos aprender um pouco sobre isto?

Entendendo as Diretrizes para Webmasters

O Google possui diretrizes que regem o seu índice, orientando os webmasters para recomendações de conteúdo e design, recomendações técnicas e por fim recomendações de qualidade. O Google reforça a ideia de que mesmo que você decida não implementar as sugestões de conteúdo e design, além das técnicas, é recomendado que você preste atenção às “Diretrizes de qualidade”, que destacam algumas práticas ilícitas que podem levar à remoção do seu site do índice do Google ou a outro tipo de penalidade.

Caso o seu site seja penalizado, ele não será mais exibido nos resultados no Google.com.br ou em qualquer site parceiro do Google. Desta forma, para um webmaster ou profissional de SEO é fundamental ler e entender todas as diretrizes descritas pelo Google.

Meu site foi penalizado?

Praticamente todas as manhãs abrimos a nossa ferramenta de web analytics e observamos o nosso tráfego. O que esperamos é que ele esteja subindo, trazendo mais conversões, mas em alguns casos você pode deparar com uma grande queda ou alguma anomalia, trazendo um certo ar de espanto. Com isto, a primeira coisa a se pensar é: “acho que fui punido pelo Google!”. Muitos webmasters que conheço já passaram por esta sensação e em todos casos eu recomendo calma. Precisamos realmente analisar se a queda foi do Google ou se é oriunda de outros fatores. Para isto, siga a receita:

Passo 1 – Verifique a origem do seu tráfego

Quantos % o Google (ou outros mecanismos de busca) era responsável antes da queda de visitas? Quantos % é agora? É bem discrepante os valores ou não teve uma alteração muito grande? Compare com o mesmo dia da semana anterior para uma melhor precisão.

Passo 2 – Faça a seguinte consulta site:meusite.com.br

Caso o item 1 represente uma queda muito grande, faça a seguinte consulta site:meusite.com.br. Esta consulta deve retornar algumas das suas páginas indexadas no Google. Caso não retorne você pode estar banido do índice do Google.

Passo 3 – Averiguar o seu posicionamento

Caso você tenha passado pelo passo 2 e encontrado páginas indexadas, você pode ter caído no posicionamento para alguns ou vários termos. Pesquise por diversos termos que você figurava na primeira página. Caso encontre-os sempre depois da posição 30, 50 ou 95, você pode ter sofrido uma punição. Uma forma prática de se executar esta tarefa é utilizar ferramentas de rank tracking como a WebXTool ou Advanced Web Ranking.

Passo 4 – Procure por Meta Robots com o valor NOINDEX

Em alguns casos raros, uma implementação errônea pode levar ao seu site ou algumas páginas desaparecerem do Google. Confira se as suas páginas que não recebem mais tráfego possuem a meta tag robots com valor atribuído NOINDEX. Caso elas possuam, você pode ter encontrado o problema. Caso não, pode ser um grande indício de penalização.

Identificando e Corrigindo os Problemas

Obviamente, o primeiro passo é “deixar a casa em ordem.” Se você realmente tomou parte de alguma ação que viola as diretrizes, a primeira coisa a se fazer é desfazer as alterações que causam a punição. No caso de você não tem certeza se alguma alteração feita viola as diretrizes, achar o erro fica mais difícil, mas continua sendo essencial, tanto encontrar, como corrigir o problema.

1 – Title, Meta Description e H1′s

Verifique os títulos e meta descriptions de suas páginas. Estão realmente descritivos e condizentes com os respectivos conteúdos ou estão spammados? De qualquer maneira, faça-os da maneira o mais descritiva e breve possível, sem focar tanto na repetição da palavra-chave da página, deixe algo limpo e somente voltado para usuários.

2 – Conteúdo

Da mesma maneira que o item anterior, o ideal é verificar a qualidade do conteúdo. Mesmo que o conteúdo seja relevante, é bom verificar de maneira criteriosa o quanto ele está otimizado para favorecer o aparecimento de palavras-chave e textos âncoras para links para outras páginas.

Outro item que deve ser levado em consideração é o conteúdo duplicado. Se você é conhecido por copiar conteúdo de outros sites, é uma boa hora para reescrever esses conteúdos.

3 – Meta Keywords

Embora atualmente elas sejam irrelevantes para os mecanismos de busca, procure não utilizar um excesso de palavras neste campo ou ainda utilizar termos que não estejam conectados ao seu assunto. Se atenha ao necessário à página, somente; ou nem use.

4 – Links

Caso você ainda não tenha feito, coloque o atributo rel=”nofollow” em links de parcerias (que podem ser caracterizados como troca de links). Se você tem um site e foi pago para inserir links para outros sites, coloque rel=”nofollow” nesses links também.

Em casos onde você compra links, o ideal é solicitar o cancelamento remoção destes links. Caso você não tenha como cancelá-los, solicite a inclusão do atributo rel=”nofollow” em todos eles.

5 – Outros Problemas

Naturalmente, qualquer forma de violação das diretrizes deve ser investigada e tratada da melhor maneira possível. Tipicamente estas técnicas violam as diretrizes, podem até acontecer acidentalmente e, por isso, é importante conhecê-las, para saber onde procurar os erros. Depois de corrigidos os problemas, hora do pedido de reconsideração.

Fazendo o Pedido de Reconsideração

Após revisar o seu site e identificar os problemas que infringem as diretrizes para webmasters você deve corrigi-los. Só depois disto você poderá fazer o pedido de reconsideração.

Para fazer este pedido, acesse o Google Webmaster Tools e em seguida acesse o formulário de pedido de reconsideração.

Neste formulário você deve escrever quais problemas foram detectados e como você os corrigiu. Você deve descrever claramente que o seu site já não está violando as diretrizes de qualidade e que você está comprometido a continuar com o bom trabalho do seu site.

É muito importante que você não coloque a culpa no seu servidor ou em um “estagiário”. É fundamental admitir o erro, mostrando conhecimento sobre o caso e, em seguida, mostrar quais ações foram realizadas. Você pode ainda fornecer um arquivo do Google Docs, com visibilidade pública, com mais detalhes do caso. Nada impede você em dar mais detalhes sobre o caso. Use e abuse dos detalhes, desde que eles sejam úteis para o profissional que está revisando o seu pedido de reconsideração.

Quem irá ler o meu Pedido de Reconsideração?

O Google indica que se o seu website não recebeu uma penalização algoritmica, em 100% dos casos o seu pedido será revisado por um profissional. Desta forma, seja atento ao preencher o pedido de reconsideração pois este é um pedido sério e é sim analisado manualmente por pessoas designadas para essa tarefa.

Vale lembrar que este profissional tem como tarefa revisar centenas ou milhares de pedidos por mês, então não tente enganá-lo, ocultando comentários sobre outras violações que você comete no seu site. Você deve corrigir TODOS os problemas que infringem as diretrizes de qualidade para conseguir a reconsideração.

Em quanto tempo o meu site irá voltar?

Se dentro de algumas semanas não ocorrer nenhuma diferença no tráfego seu site, você pode considerar a possibilidade de refazer o pedido. Entretanto, seja coerente, antes disso revise o site novamente e verifique se realmente ele está livre de motivos para não ter sido reconsiderado.

Com o pedido realizado resta apenas aguardar, mantendo o bom trabalho no site e continuar o acompanhamento de posicionamento e visitas.

Não é garantida rapidez na resposta nem certeza de que o site volta ao índice, mas é certo que o melhor é manter o trabalho de qualidade no site.


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Pedido de Reconsideração no Google



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November 05, 08:54 AM

Olá leitores da MestreSEO,

No último final de semana estive no FrontIn Sampa, um evento voltado a front-ends, onde palestrei sobre SEO, oferecendo dicas específicas para os profissionais da área. Os slides da palestra você confere agora e os comentários sobre o conteúdo estão logo após os slides. Espero que gostem!

Vídeo da Palestra

Slides da Palestra

Na oportunidade, lancei 10 dicas principais, as quais qualquer profissional front-end deva conhecer, para assim melhorar os seus projetos profissionais e pessoais. Vamos lá?

Webmaster Tools

O Google Webmaster Tools é uma plataforma do Google criada para ajudar os webmasters a encontrarem erros e problemas em seus sites. Já o Bing, que é da Microsoft, também possui a sua plataforma de ajuda a webmasters.

Títulos

Ainda que pareça uma dica muito básica, é fundamental relembrar que os títulos das páginas devam ser descritivos e que eles existam. Tanto o Webmaster Tools do Google, quanto do Bing, lhe ajudam na tarefa de identificar títulos ruins ou páginas sem títulos. Vale a pena conferir as dicas presentes neste artigo sobre títulos.

Imagens

É importante você saber que o Google, assim como nós humanos, adora imagens! Como profissional da área, lembre-se de que suas imagens devam ter nomes amigáveis, possuir sempre o atributo ALT e sejam sempre incluídas com contexto. Vale conferir este guia super interessante sobre imagens e SEO que temos aqui na MestreSEO.

URLs

Para URLs, o que vale lembrar é que o Google as usa para entender sobre o que se trata um documento na Internet. Por conta disto, quanto mais amigável é a sua URL, melhor as suas chances de aparecer bem posicionado nos resultados de busca. Este guia que temos aqui na MestreSEO trata sobre todos os aspectos de otimização de URLs para SEO.

Tempo de Carregamento

Desde 2010 o Google adicionou o tempo de carregamento de uma página como fator de rankeamento e por isto devemos nos preocupar com o que fornecemos aos usuários. É extremamente recomendável que você compacte os seus arquivos CSS, Javascript e quando possível, habilite a compactação gZip do seu servidor. Tudo isto contribui para que o seu site carregue mais rapidamente.

Em outra frente, recomendamos o uso da ferramenta PageSpeed e WebPageTest para avaliarem o desempenho das suas páginas e, com as sugestões, você poderá melhorar diversos elementos presentes em cada página.

Rich Snippets

Em 2009 o Google anunciou suporte aos microdados para enriquecerem os resultados de busca. É altamente recomendado que todos os profissionais de front-end saibam quais os padrões adotados pelo Google assim como conhecerem a ferramenta oficial do Google para testes de rich snippets.

Rel Author

As famosas “carinhas” que aparecem no Google tem um grande sentido. Para o usuário, é uma identificação com o autor da matéria. Para o Google é uma atribuição de quem realmente escreveu aquela matéria. Tudo isto culmina em aumentos de até 30% neste tipo de resultado rico. Aqui mesmo na MestreSEO você encontra um artigo explicando detalhadamente como implementar o Rel Author.

Sitemap.XML

Outro padrão adotado pelos mecanismos de busca é o chamado Sitemap.XML. Ele é um arquivo XML que contém uma listagem de todas, ou ao menos das principais, URLs do seu site. Você encontra um guia sobre Sitemap.XML aqui mesmo na MestreSEO.

AJAX

O Ajax é uma tecnologia sensacional que vem ajudando diversos sites serem mais interessantes aos usuários. Apesar disto, o Google tem sérios problemas em ler as requisições deste tipo de desenvolvimento. Aqui mesmo na MestreSEO temos um guia de como tornar o Ajax indexável ao Google e vale a pena você conferir mais detalhes.

Flash

A dica final é com relação ao Flash. Apesar de ser uma tecnologia sensacional, o Flash é uma “caixa preta” e o Google consegue extrair poucas informações deste tipo de arquivo. Conversamos há tempos aqui no blog da MestreSEO sobre a criação ou não de sites em Flash e continuamos com a mesma recomendação: utilize Flash onde realmente é necessário. Sempre que puder evite criar um site completo utilizando Flash pois o Google não irá extrair muito bem a informação.


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: SEO para Front-End



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October 17, 01:54 PM

Olá leitores da MestreSEO,

Ontem, o Google colocou a disposição dos usuários uma nova ferramenta chamada Disavow Links. Essa ferramenta dá ao usuário o poder de indicar ao Google quais links, que apontam para o seu site, ele não deseje ganhar relevância.

Essa ferramenta chega como uma grande ajuda os Webmasters a lidarem com o Google Penguim, a atualização do Google que pune sites que utilizam links provenientes de sites de baixa qualidade ou links pagos. Além disto, a ferramenta de Disavow Links pode ser usada em casos onde fontes duvidosas de links ou fontes hackeadas linkam para o seu site. Isto “acaba”, em teoria, com o tal temido problema de Negative SEO.

Como Funciona?

Acessando a URL https://www.google.com/webmasters/tools/disavow-links-main, o usuário terá acesso aos sites cadastrados no GWT – Google Webmaster Tools. Ao clicar em Disavow Links, o responsável pelo site poderá subir um simples arquivo de texto indicando os backlinks que o Google deve ignorar.

É possível desabilitar links que apontam para o seu site de maneira individual ou desabilitar backlinks de um domínio inteiro. Tudo o que você precisa é fazer um upload de um arquivo txt contendo uma URL por linha.

Vamos ver alguns exemplos:

# Contacted owner of spamdomain1.com on 7/1/2012 to

# ask for link removal but got no response
domain:spamdomain1.com
# Owner of spamdomain2.com removed most links, but missed these

http://www.spamdomain2.com/contentA.html

http://www.spamdomain2.com/contentB.html

http://www.spamdomain2.com/contentC.html

Os exemplos acima foram retirados do artigo oficial sobre a ferramenta de Disavow Links, no Blog Google Webmaster Central.

É importante frisar que o Google ignora os comentários com #, considerando apenas os links no arquivo .txt. Veja abaixo a tradução do exemplo:

# Contactei o dono do domínio spamdomain1.com em 1/7/2012 para

# pedir remoção de links mas não obtive reposta
domain:spamdomain1.com
# Dono do spamdomain2.com removei a maioria dos links, mas #faltaram esses:

http://www.spamdomain2.com/contentA.html

http://www.spamdomain2.com/contentB.html

http://www.spamdomain2.com/contentC.html

O Google recomenda um único arquivo de texto por website. Caso precise atualizar o arquivo, você deve fazer o download do arquivo atual, atualizar e fazer o upload novamente.

Tenha muito CUIDADO!

O Google recomenda que só faça a remoção de backlinks APENAS se o site recebeu alguma notificação de detecção de links não naturais, se o site recebe links de site SPAM ou se site recebe links de sites que vendem links.

Em todo caso, todo cuidado é pouco. Você deve ser muito cauteloso ao fazer uma requisição para o Google repudiar os links que apontam para o seu site, pois uma vez que o Google receber este arquivo, aqueles links serão desconsiderados na próxima vez que o Google encontrá-lo.

Vale ainda ressaltar que, caso você se arrependa de algum domínio que você tenha rejeitado, você poderá editar o arquivo e remover a linha que desconsidera o domínio em questão. Em seguida, o Google irá ver esta modificação e, apenas quando ele visitar o novo domínio, encontrando links apontando para você, ele fará a reconsideração destes links.

Caso precise implementar esse recurso no seu site e não tenha conhecimento avançado em SEO, recomendamos contratar uma Consultoria de SEO.


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Disavow Links – Ferramenta para Desconsiderar Backlinks



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August 02, 10:09 AM

Olá leitores da MestreSEO,

Você já se perguntou o que acontece quando você denuncia algo no Facebook? O que realmente acontece quando você clica naquele botão? Para o Facebook, nada é mais importante do que a segurança de seus usuários. Com uma comunidade de mais de 900 milhões de pessoas, o Facebook possui uma robusta infraestrutura para denúncias, composta por times do mundo todo, e sistemas tecnológicos inovadores.

Diante do cenário, trazemos um infográfico, originalmente publicado em inglês, aqui para a nossa comunidade. Clique para expandir:

Copie o código abaixo e cole em sua página


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Infográfico: Guia de Denúncias do Facebook



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July 10, 02:59 PM

Consegui! E assim começa uma nova jornada aqui na MestreSEO.

Para aqueles que me conhecem ou já escutaram algumas edições do MestreCast, lembram que um dos meus sonhos era palestrar em um evento internacional. No último ano cheguei a enviar uma proposta de palestra ao Pubcon Las Vegas mas infelizmente não fui selecionado.

Este ano, eu não estava nem um pouco focado no assunto de palestrar em eventos internacionais até que algo interessante aconteceu: o pessoal do SEOmoz resolveu receber propostas de palestras de toda a comunidade. E era a minha chance!

Pensei no tema, escrevi proposta. Pensei mais, escrevi mais. Pedi ao meu amigo Frank pra me ajudar. Reescrevemos mais uma vez. Foi aí, no último dia, que enviei a proposta.

Ontem, dia 07, recebi a resposta! Diante de 150 submissões de proposta de palestra, fui um dos selecionados!

Só tenho a agradecer a todos da MestreSEO, ao Elias pelo suporte, ao Frank pela paciência, a todos os amigos próximos e todos da comunidade. A nossa bandeira é uma só e tenho certeza que vou honrar o Brasil da melhor forma possível, “abrindo a porteira” para vocês.

A conquista é nossa! Vibre, pois o seu país estará representado no melhor evento de SEO do mundo!

Um abraço,

Ricotta


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Fábio Ricotta, é o Brasil no MozCon 2012



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July 06, 03:41 PM

Olá leitores da MestreSEO,

Ontem estive presente no youPIX, o maior festival de cultura de Internet do Brasil, onde fui convidado a palestrar sobre um assunto que sempre está na moda: SEO para Blogs. Na oportunidade levei ao público 10 dicas, algumas já conhecidas e outras inéditas.

Um dos patrocinadores do evento, a Vivo, fez toda a transmissão online e ainda disponibilizou a gravação do vídeo, então fiquem com ele.

Vídeo da Palestra: SEO para Blogs

Slides da Palestra: SEO para Blogs

Espero que tenham gostado e até a próxima oportunidade.


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: [Vídeo] 10 Dicas de SEO para Bombar o seu Blog



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June 27, 09:39 AM

Olá leitores da MestreSEO,

Um dos grandes problemas na Internet nos dias de hoje é o plágio ou roubo de conteúdo. Quanto mais escrevemos, existem sistemas, empresas, pessoas, focadas em replicar a mesma informação que você inseriu na rede, com ou sem intenção de prejudicar ou aproveitar do seu esforço.

Um exemplo simples nos dias de hoje é o clipping de notícias, algo tão “comum” em portais, acaba por ser uma das formas mais óbvias de replicação de conteúdo. Não vejo isto como uma “maldade” de algum portal, mas isto acaba por prejudicar a Internet como um todo.

Outro exemplo, que segue uma linha mais de aproveitamento, é a de replicadores de conteúdo. Sites como o iberoamerica.net, são alimentados por robôs, onde sua única função é copiar a matéria ou parte dela, com a intenção de lucrar com anúncios. Da mesma forma que a anterior, isto prejudica a qualidade da Internet como um todo.

Os Mecanismos de Busca

No meio de todo este caos estão os mecanismos de busca, mais especialmente o Google, com seu super robô de busca, o Googlebot, tenta identificar conteúdo na Internet, para processá-lo e disponibilizar para nós, usuários, uma informação simples e organizada.

Esta tarefa é extremamente dificultada quando se encontra a mesma informação em diversos lugares, simplesmente trocando a “casca” ou utilizando termos da própria Internet, mudando apenas o layout do website.

Diante deste dilema, o Google, principal mecanismo de busca no mundo, cria diversos algorítimos para tentar selecionar a fonte original, aquele indivíduo ou organização, responsável pela criação do conteúdo. Com isto, seu foco é apenas de oferecer aos usuários do mecanismo de busca os autores originais ou as fontes de maior confiança, sem replicar a mesma informação diversas vezes.

Mesmo que a vontade do Google seja de descobrir o autor da informação, ele ainda se limita a alguns fatores não divulgados, mas sabemos algumas formas de reforçar que ele enxergue quem é o criador do conteúdo.

Eu sou o Autor

Para exibir ao Google que você é o autor de um conteúdo podemos usar algumas fontes onde, dependendo da plataforma que você esteja trabalhando, fica mais fácil ou mais difícil.

Possui o WordPress, instale o WordPress SEO

Englobado pelo plugin WordPress SEO, o sistema RSS footer, é um dos plugins mais antigos que utilizamos aqui na MestreSEO. Ele simplesmente adiciona uma linha em cada item do seu Feed RSS, referenciando o artigo do seu blog como original.

Por exemplo, ao publicar uma matéria aqui na MestreSEO, existem diversos robôs que olham o nosso RSS, obtém o conteúdo do artigo e simplesmente replicam esta informação em outra página na Internet. Com o plugin ativado, a replicação do conteúdo acaba acrescentando um link para a minha página, que contém o artigo original.

É um método muito eficiente, uma vez que o Google enxergar que aquelas páginas, que possuem a mesma informação que o seu website, fazem referência ao seu website. É um belo sinal.

Não uso WordPress, mas protejo meu RSS

Ainda que você não tenha o WordPress, use a mesma ideia relatada para incrementar os seus arquivos de RSS. Acrescente sempre após cada matéria, uma referência para a URL do seu website que podemos encontrar aquele conteúdo. Desta forma você confirma ao Google quem é o autor da matéria.

Utilização de Proteção do Famoso Ctrl+C Ctrl+V

Ainda que tenhamos uma proteção para o nosso RSS, temos que nos proteger do famoso Ctrl+C Ctrl+V, que é uma das coisas mais praticadas no meio do “clipping”. Para se proteger destas cópias não autorizadas, você pode usar a ferramenta Tynt, que lhe dá a possibilidade de conseguir um link sempre que alguém copiar o seu conteúdo.

O que o Tynt faz é simples, toda vez que alguém usa o Ctrl+C Ctrl+V ele insere um link no final para o seu artigo, assim quando a pessoa publicar em outro website a sua matéria, ele irá conter uma referência para o conteúdo original.

Tudo o que você precisa fazer é se registrar no website, inserir o Javascript antes da sua tag BODY e pronto!

Informando ao Google pelo Sitemap.XML

Outra forma eficiente de se ter a autoridade necessária para o seu conteúdo é criando o arquivo de Sitemap.XML. Com ele você informa aos mecanismos de busca, Google e Bing, quais são as suas páginas, além de informar quando você tiver uma nova página publicada.

Para isto, você precisa criar o arquivo e enviá-lo através do Google Webmaster Tools e do Bing Webmaster Tools. Você pode ainda referenciar através do arquivo de robots.txt, como fazemos aqui na MestreSEO.

Informação do autor por rel=author

A marcação de autor teve seu suporte anunciada em Junho de 2011 pelo Google, onde o mesmo deu meios para os webmasters em combinação com o Google+, sua plataforma social. Com algumas pequenas conexões de HTML e configuração na rede social, você consegue mostrar ao Google, que existe uma pessoa por trás daquele conteúdo, referenciando o seu perfil no Google+:

Este tipo de marcação, ainda que não tenha confirmação do Google, pode ser um belo sinal para atestar que existe sim uma pessoa e não um robô, além de se verificar a autoridade da pessoa que está publicando aquele conteúdo.

Por exemplo, se eu sou uma pessoa “conhecida” pelo Google, como criador de conteúdo original, ele provavelmente dará os créditos da matéria para o meu portal. Já um usuário, “conhecido” por cópia de conteúdo e spam no Google+, não conseguirá a mesma autoridade.

Fatores Sociais

Ainda que não confirmados também, quanto mais sinais sociais o seu artigo receber, maiores as chances de você estabelecer o seu conteúdo como o original. Desta forma, não esqueça de posicionar botões de compartilhamento social próximo ao seu conteúdo, pois eles acabam por gerar referências para aquele conteúdo publicado em seu website.

Conclusões

Apesar da feroz competição por quem exibe a informação primeiro, o Google nos dá armas para mostrar quando realmente produzimos algo original. Basta um pouco de concentração e esforço para conseguir mostrar aos poucos, que você é o dono do que produz. Ainda que você decida não dar tantos sinais ao Google, eu recomendo, ao menos, vincular os seus artigos ao Google+ com a tag rel=author. Ela promete bastante.

Espero que tenham gostado destas dicas e até o próximo artigo!

Créditos da imagem para Cayusa.


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Cópia de Conteúdo – Mostre para o Google que Você é o Autor



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June 26, 01:58 PM

Olá leitores da MestreSEO,

Nos dias 09 e 10 de agosto de 2012, acontece a primeira edição do Search Masters Brasil, um evento com a proposta de reunir os maiores especialistas de SEO, Links Patrocinados, Web Analytics e Social Media na cidade maravilhosa, o Rio de Janeiro.

O evento já conta com 19 palestrantes e, segundo a organização, novas confirmações já estão por vir. Entre os confirmados podemos citar a grande Martha Gabriel, uma das maiores personalidades do marketing online brasileiro; Pedro Dias, o ex-Googler, que possuía o algoritmo em suas mãos; Paulo Teixeira, um dos desbravadores do SEO brasileiro e autor do primeiro livro de SEO do nosso país. Poderíamos citar toda a lista de palestrantes mas você mesmo pode conferir. Pela MestreSEO, eu, Fábio Ricotta, que estarei lá mostrando os meus conhecimentos na área e esperamos que vocês compareçam.

Como parceiros do Search Masters Brasil, temos a possibilidade de oferecer a vocês um desconto especial de 15% na inscrição do evento. Para isto, basta você clicar no botão de inscrição abaixo ou no formulário de cadastro utilizar o nosso código de desconto “MESTRESEO”, e assim você conseguirá inscrever-se com um valor reduzido.

Qual o tipo de conteúdo que vou encontrar?

Apesar da grade do evento ainda não estar divulgada, é bem provável que o Search Masters Brasil siga a sequencia dos grandes eventos nacionais de Search e Social, trazendo temas como:

  • SEO para Ecommerce
  • SEO para blogs
  • SEO para pequenas empresas
  • Buscas locais
  • Google Analytics
  • Táticas de Links Patrocinados
  • Táticas de Monetização
  • Estratégias de Facebook e outras redes sociais
  • Link Building
  • Busca Social
  • Dicas para Criação de Conteúdo
  • Planejamento de Campanhas Online

E com certeza teremos muitos outros assuntos derivados desta lista. É inscrever para aprender em dois dias sensacionais.

Onde será realizado?

Como descrevemos acima, o evento será realizado na cidade do Rio de Janeiro, no Centro de Convenções FIRJAN, que fica situado a três minutos do Aeroporto Santos Dumont e a dois minutos da estação de metrô Cinelândia. O endereço do Centro de Convenções FIRJAN é Avenida Graça Aranha, nº 1, no Centro.

Qual o valor do ingresso?

O investimento necessário para participar do evento é R$ 349,00 sem a utilização do cupom de desconto. Utilizando o nosso cupom de desconto, você economiza R$50,00 e seu ingresso fica por apenas R$296,65, podendo ser parcelado no PagSeguro!


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Search Masters Brasil – Evento de Search com 15% de Desconto



A MestreSEO é uma agência especializada em otimização de sites e links patrocinados. Confira também o nosso curso de SEO e o curso de Google Analytics.

June 14, 02:53 PM

Olá leitores da MestreSEO,

Em Março deste ano tivemos a oportunidade de apresentar uma palestra no evento Ecommerce Brasil, organizado pelo iMasters, para falar um pouco sobre Performance e Desempenho com Google Shopping. Na oportunidade, a palestra foi gravada e recentemente foi disponibilizada pela organização do Ecommerce Brasil, que você pode conferir logo abaixo.

A Palestra – Performance e Desempenho com Google Shopping

Os Slides

Para quem ainda não baixou ou deseja baixar os slides, você pode conferir diretamente no Slideshare:

SEO para Google Shopping
View more presentations from Fábio Ricotta

Espero que tenham gostado do vídeo e novamente eu gostaria de agradecer ao Tiago Baeta, organizador do Ecommerce Brasil, pela oportunidade de palestrar em seu evento.

Até o próximo artigo!


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Ecommerce Brasil – Performance e Desempenho com Google Shopping



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June 05, 10:59 AM

Quando o Google Analytics estreou sua nova versão de interface, uma das novidades que veio foi a possibilidade de se trabalhar com Dashboards (ou Painéis), recurso que ficou disponível para uso, exclusivamente, na nova interface lançada.

As Dashboards tem uma característica similar a de relatórios personalizados: justamente a facilidade de poder criar uma visão (ou relatório) que destaque as estatísticas e informações do seu site que você tem um interesse particular. Diferente dos relatórios personalizados, uma dashboard não vai criar todo um relatório que pode ser investigado profundamente, seu objetivo é um pouco diferente. Primeiro, vamos as Dashboards:

Quando você acessa a Dashboard pela primeira vez, ela já te dá um exemplo de como pode ser usada:

Veja que ela agrupa algumas informações de vários relatórios do Google Analytics de forma a proporcionar algumas respostas de forma rápida:

  • Como está a evolução de visitas do site?
  • De onde (medium/mídia) vem as visitas?
  • De que países vem as visitas?
  • Qual a conversão das visitas por fonte de tráfego?
  • E outras

Criar uma Dashboard: Painel Temas Populares

Tal como em relatórios personalizados, você pode também escolher o que mostrar em uma Dashboard e suas widgets. Por exemplo, é possível criar uma Dashboard para ver os principais termos de entrada do site agrupados por assunto. Para isso, clique no link + New Dashboard e escolha “Blank Canvas” na tela que aparece em seguida:

Em seguida, configure a tela seguinte de forma a mostrar uma tabela (a quarta opção, após Metric, Pie e Timeline – também interessantes), com as colunas configuradas conforme sugere a imagem abaixo (Dimensão: Keywords / Métricas: Unique Visitors e Bounce Rate), com o máximo de linhas (no caso, 10) e os respectivos filtros para o termo que você deseja, no meu caso, “termos de entrada que contenham a palavra SEO, mas excluindo a marca Mestre:”

Termine dando um título para a sua widget (a minha: “Keywords – SEO (sem marca)”) e salve para conferir o resultado. Veja que para responder a minha dúvida (quais os principais termos de entrada com a palavra SEO, excluindo termos com a marca Mestre) eu usei 2 filtros:

  • Apenas mostrar termos que contenham SEO: (\S+ )?seo( \S+)?
  • Não exibir termos que contenham a marca e suas variações: (\S+ )?(mestre|mestreseo)( \S+)

Assim, minha widget ficou:

Com ela, minha pergunta está respondida, eu posso ainda variar o período de tempo (escolher outros meses, semanas, dias) e ver os principais termos de entrada com a palavra SEO. Em seguida, basta criar outras widgets com outros assuntos populares, e ter a visão geral de interesse, segmentado por assunto, em uma mesma Dashboard:

Se você está em dúvida sobre quais temas escolher, comece utilizando o nome das categorias do seu site e sua Dashboard vai te dar uma visão geral sobre os termos e, neste caso, bounce rate da visitas. Lembre que a escolha de métricas é livre, você pode utilizar receita ou conversão (ou outras) de forma a obter a informação que lhe seja mais interessante.

Painel Social: Social Insights

Por último, que tal saber o que conversar com usuários de redes sociais? Que tal descobrir qual conteúdo traz os usuários das redes para o seu site e até acompanhar o volume de visitas que cada rede traz ao seu site? Veja a Dashboard abaixo, que eu chamei de Social Insights:

Com a Dashboard Social Insights, você consegue uma visão rápida, ao longo do tempo, sobre 2 respostas:

  • Quantas visitas minhas URLs compartilhadas em redes sociais trazem, segmentadas em visitas de Facebook, Twitter ou Google+
  • Quais das minhas URLs compartilhadas trazem mais visitas, segmentando em Facebook, Twitter ou Google+

Ou seja, você tem a lista imediata das páginas e conteúdos que mais estão agradando nas redes sociais (em cada rede, separadamente) e que mais estão atraindo visitas dessas redes. Considerando ainda a métrica de Bounce Rate ao lado de visitas, você tem também uma visão inicial sobre quanto das visitas ainda continuam navegando pelo site, após chegar nele.

E como configurar? Clique no link Social Insights e escolha em qual site você quer aplicar essa configuração. Simples assim.

Conclusão

Especialmente sobre a dashboard Social Insights, abra cada modelo de widget que eu propus e explore alternativas. Como eu disse acima, no artigo, procure também explorar outras visões, como: visitas e conversões, visitas e receita ou transações, liste URLs em Search, ao invés de keywords e outras possibilidades. E, de preferência, volte aqui neste artigo e compartilhe o link para sua Dashboard nos comentários.

Essas foram minhas ideias iniciais de Dashboard. Mais ideias você pode ver no nosso Curso de Google Analytics! E compartilhe as suas!


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Google Analytics Dashboards: Introdução, Search e Social. Use!



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May 30, 11:59 AM

Olá leitores da MestreSEO,

Quando estive no último evento internacional, o Linklove Boston, uma das coisas que mais me surpreendeu foi a quantidade de palestras que “deveriam” falar de Link Building, falando sobre criação de conteúdo. De forma indireta, a criação de conteúdo pode ser a base para um trabalho sólido de link building pois, com páginas ricas, interessantes para o usuário e que sejam chamativas, você consegue atrair naturalmente links. Esta foi a tendência do Linklove Boston e isso me cativou muito.

As Novas Mudanças do Google

Poucos meses depois, nos deparamos com uma grande e revolucionária atualização do Google: o Penguim Update. Como discutimos no MestreCast, esta atualização teve como efeito, o afastamento das técnicas de manipulação de links que conhecemos em SEO, objetivando um índice mais justo, real e que dê uma melhor satisfação aos usuários.

Com este update “na mesa”, paramos para pensar na MestreSEO em um reposicionamento estratégico, reforçando as nossas bases em conteúdo e nos afastando de vez de qualquer estratégia que possa ser considerada manipuladora. Afinal, a reputação é tudo para o nosso ramo.

Criação de Conteúdo de Forma mais Eficiente

Voltando ao Linklove Boston, tive a oportunidade de conhecer um trabalho do Daniel Butter, do SEO Gadget, que criou uma planilha no Google Docs, onde você entra com uma palavra-chave e ela lhe mostra diversos canais de conteúdo, que podem ser utilizadas para a elaboração de um material rico e chamativo, baseado no que as pessoas estão buscando e falando.

A Nossa Ferramenta para Geração de Ideias de Conteúdo

Diante desta planilha, tive a ideia de adaptá-la para o que usamos aqui na MestreSEO quando buscamos inspiração na criação de conteúdo. Com isto em mente, modifiquei toda a planilha adaptando-a para as buscas no Brasil e adicionando alguns novos canais de conteúdo.

Hoje, a planilha conta com as seguintes fontes:

  • Últimas notícias do Google News
  • Vídeos mais relacionados (Youtube)
  • Últimos Tweets (Topsy)
  • Tweets mais importantes (Topsy)
  • Últimos Posts de Blogs em Português (IceRocket)
  • Yahoo Answers (mais respondidas)
  • Yahoo Answers (últimos 30 dias)
  • Apresentações mais relevantes do Slideshare
  • Sugestões de Palavras relacionadas (Uber Suggest)
  • Termos mais buscados pelo Google Insights
  • Termos em ascensão pelo Google Insights

Com o conteúdo produzido pelos usuários nestas fontes, podemos ter uma noção do que o público produz e deseja na Internet. Assim, podemos adaptar ideias e criar as nossas próprias páginas relevantes.

Utilizando a Planilha

Para usar a planilha, basta seguir os passos abaixo:

  1. Acesse a planilha aqui
  2. Faça o login com a sua conta Google
  3. Clique em File > Make a Copy
  4. Entre com a sua palavra-chave na célula B3 e pressione ENTER. (para múltiplas palavras, use o separador ‘+’, por exemplo carros+usados)

Conclusões e Sugestões

Espero que vocês gostem da planilha na nossa língua e aproveitem mesmo para elaborar melhor o conteúdo que vocês exibem em seus sites. Tenha certeza de que produzindo o conteúdo que as pessoas querem, elas irão compartilhar em todas as formas, seja através do Twitter, Facebook, Google+ e até mesmo criando links para o seu site.

Eu estou à disposição para incluir novas fontes, basta fazer a sugestão aqui nos comentários.

Nos vemos na próxima!

Créditos da imagem para: Rennett Stowe


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Ferramenta para Geração de Ideias de Conteúdo



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May 22, 10:34 AM

Muito se discute sobre como otimizar campanhas de links patrocinados e conseguir os cliques mais baratos com um ROI (return on investment) cada vez maior. Porém antes de sair “otimizando,” é necessário que o analista entenda toda a engenharia por trás do leilão. Ter total domínio sobre as métricas também é fundamental para a assertividade de cada otimização.

Conceitos e Métricas Básicas no Google AdWords

A premissa Google: Fazer com que usuários e anunciantes tenham a melhor experiência possível ao utilizar seus serviços para que eles voltem a usar sempre.

Ser bom é pagar menos: Não existe mágica, algoritmos traduzem ações de usuários em métricas que por sua vez são utilizadas para definir quais anunciantes oferecem uma boa experiência para os usuários. Se você for bem “avaliado” pelos usuários consequentemente irá pagar menos para as melhores posições. As principais métricas de qualidade que temos são: CTR e Índice de Qualidade.

CTR – Click Through Rate: Seu cálculo é bem simples: Cliques / impressões * 100. Trazendo para o mundo real, esse é um indicador de qualidade do seu anúncio/palavras-chave. Um CTR muito baixo pode indicar que seu anúncio precisa ser melhorado e/ou que suas palavras-chave precisam ser reavaliadas. Outro fator a ser observado é a posição média do anúncio, uma posição ruim geralmente tem uma baixa taxa de cliques. O CTR é um dos maiores influenciadores do índice de qualidade e vai afetar diretamente o valor real que você terá que pagar por clique.

Observação: O CTR pode variar de acordo com a posição em que anúncio é exibido. O analista deve ter essa sensibilidade para avaliar se um CTR é bom ou ruim. Veja um exemplo prático:

Visível diferença de CTR entre as 3 primeiras posições (Pesquisa do Google: Parte Superior – 6,80%) em relação aos resultados que aparecem na coluna da direita (Pesquisa do Google: Outro – 1,64%).

Índice de qualidade (IQ ou quality score): Pode ser encontrado no nível de palavras-chave e vai de 1 a 10, sendo que quanto maior o Índice de Qualidade, menor os custos por clique e melhor a posição média do anúncio. O IQ é baseado em três fatores:

  • CTR: Uma boa taxa de cliques indica que os usuários estão gostando do seu anúncio, portanto quanto maior o CTR melhor para o IQ;
  • Relevância: Entre as palavras-chave da campanha, o anúncio de texto e a pesquisa do usuário;
  • Landing Page: Tempo de carregamento e contexto entre anúncio e página de destino. (Um site que utiliza boas técnicas de otimização – SEO – normalmente não precisa se preocupar com esse fator).

Uma “mão na roda”: No final de abril deste ano, o Google passou a disponibilizar um comparativo dos fatores de Índice de Qualidade em relação aos concorrentes. Veja: http://adwords-br.blogspot.com.br/2012/04/aumento-da-transparencia-no-indice-de.html

10 Dicas Rápidas para Estruturação de Campanhas

  1. Tenha em mente o seu público alvo geográfico e segmente a campanha de acordo com a localidade;
  2. Você pode separar campanhas por: Temas e Volume de buscas das palavras-chave;
  3. Ter diversos grupos de anúncios com poucas palavras-chave deixam a conta mais organizada e facilita nas análises;
  4. Lances de CPC e URL de destino no nível de palavra-chave ajudam a indicar para o Google que aquelas palavras-chave são realmente importantes e você está dando atenção especial para elas;
  5. Crie anúncios que tenham o principal termo da campanha no título e também no contexto. A dica aqui é usar palavras-chave dinâmicas na URL de destino para ter a repetição exata do termo buscado pelo usuário (Keyword:Palavra de escape);
  6. Sempre tenha 2 ou 3 anúncios por grupo para testar mensagens diferentes;
  7. Evite um número muito maior do que 3 anúncios se a sua verba for pequena, pois demoraria muito para termos um bom histórico de desempenho;
  8. Sempre que possível compare “banana com banana”. Se a diferença de cliques entre dois (ou mais) anúncios for muito grande, compará-los poderá induzir a análise a uma conclusão inválida;
  9. Não deixe o Google escolher qual é o seu melhor anúncio, pois eles não serão exibidos uniformemente, o que pode dificultar a análise dos resultados (item 8);
  10. Aguarde campanhas e anúncios acumularem uma quantidade interessante de cliques para começar a analisar e otimizar sua campanha sem precipitações.

Hands On: Otimização de Campanhas de AdWords

O tempo necessário para a primeira otimização vai variar muito de caso para caso. Campanhas pequenas demoram mais tempo para ter um bom histórico. É interessante termos ao menos 100 cliques por anúncio para iniciar o processo, mas se você tem uma campanha maior e os cliques são acumulados rapidamente. o tempo para a primeira otimização é menor, o ideal é você ter em mente um padrão de avaliação e utilizá-lo sempre.

  • Palavras-chave: Não deixe palavras-chave com baixo tráfego ou que não trazem resultados em sua conta, foque seus esforços e investimento onde realmente vale a pena. Sempre fique de olho nos relatórios de termos de pesquisa, pois eles te ajudam a descobrir como realmente os usuários buscam e convertem, também fique atento as correspondências de palavra-chave, normalmente custos e resultados variam bastantes entre cada correspondência;
  • Anúncios: Cada anúncio tem um CPC diferente do outro e isso ocorre porque o CTR deles nunca é o mesmo. Portanto, é fundamental, para a redução de custos, manter sempre o melhor anúncio veiculando. Pausar anúncios ruins e criar novos para entrar na “competição” é garantir que sua conta evolua naturalmente e tenha sempre um bom retorno sobre o investimento (ROI);
  • CTR ou Conversão? Se o seu anúncio tem um CTR baixo mas é o que mais converte, procure identificar o “call-to-action” e crie um novo anúncio a partir dele;
  • Melhores horários e regiões: É possível focar a sua campanha em determinadas cidades, dias da semana e até horários. Fique atento onde está o SEU resultado e foque.  Vale lembrar que se a sua verba está curta, ainda é possível focar em horários menos competitivos.

Dica Extra: As extensões de anúncios tornam a sua mensagem muito mais chamativa e costumam trazer ótimos resultados (e CTR’s) quando são apresentadas. Muitos anunciantes simplesmente ignoram o recurso, fique atento! Saiba mais sobre Extensões de anúncios.

Complementos de Conteúdo e Ferramentas

Conclusões

Tenha uma visão 360º sobre a sua conta, domine cada uma das métricas e faça o planejamento da sua estrutura de forma coerente e escalável. Mantenha sempre uma rotina de relatórios bem definida para nortear sua otimização.

Seja criativo nos anúncios, tenha um bom call-to-action e abuse das extensões para deixar a sua mensagem o mais chamativa possível. Ofereça sempre uma boa experiência aos seus visitantes mostrando no seu site o mesmo conteúdo que foi prometido nos anúncios, tenha uma landing-page de qualidade com um caminho de conversão bem definido.

Recomendo também que fiquem atentos as diretrizes de publicidade do Adwords, Blogs e o Fórum. É lá que você vai ficar por dentro das atualizações, conhecer novas estratégias e tirar suas dúvidas com todo o time de contribuidores e funcionários do Google

Como pudemos ver nesse artigo, não existe “receita” para garantir uma boa campanha, apenas a relevância, criatividade e algumas boas práticas. E você, concorda? Ainda tem alguma dúvida? Poste nos comentários e divulgue esse artigo!


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Otimização de Campanhas de AdWords – Grandes e Pequenos Investimentos



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May 10, 12:07 PM

Saudações, amigos da MestreSEO!

Estavam com saudade do MestreCast? Estavam na bronca? Reclamaram muito da gente?

Ok, vocês têm toda razão. Nós falhamos, nós ficamos ausentes, mas cá estamos de novo para mais uma edição deste querido podcast. O programa 60 está no ar e é especial.

Pegando o gancho num dos temas mais quentes do momento, o Penguin Update por parte do Google, nós reunimos nosso time e trouxemos um convidado pra lá de especial para debater tudo que vem acontecendo acerca do assunto.

Fábio Ricotta e Frank Marcel dividem a bancada com o grande Cassiano Travareli – sim, ele mesmo! – que faz a sua estréia em nossa mesa virtual de debates. Cassiano acrescentou bastante à discussão, especialmente por ter tido contato mais próximo com a atualização.

Confira tudo sobre o temido Pinguim e já saia do programa com diversas dicas de como se proteger ou se recuperar, em caso de punição.

Links Comentados

Whiteboard+ do Rand Fishkin – Google+
Auditing your Link Building Portfolio before Google’s Over-Optimization Penalty Hits
Update: Google “Bad” SEO Update – Now named Penguin Update
Google Penguin Update Recovery Tips & Advice
Google Launches “Penguin Update” Targeting Webspam In Search Results
Penguin Analysis: SEO Isn’t Dead, But You Need to Act Smarter (And 5 Easy Ways to Do So!)

Foto Willie – Ipad SERP

Músicas desta Edição

Sebteix – Tout pour le groove (album)
Revolution – Habitual Ritual
Revolution – Weekend Amnesia
Revolution – Obscure Terrain (end)

MestreCast #60

Estamos no iTunes!
MestreCast no iTunes


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Google Penguin Update



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Estamos de volta com o MestreCast 60. Ok, vocês podem estar bravos com a gente por conta dessa ausência longa. Quase um mês parado não é mesmo digno de aplausos, mas nós tivemos dias corridos, agendas, eventos e aí tudo se complicou. Mas para compensar tudo isso, voltamos com um tema bem quente: o Google Penguin Update. E aí? Como você viu essa nova atualização do algorítimo? Foi afetado? Não sabe ainda como funciona? Para isso fizemos um MestreCast com o Fábio Ricotta, Ique Muniz e Frank Marcel, além de um convidado especial e inédito: Cassiano Travareli faz sua estréia em nossa bancada virtual. Confira! Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Google Penguin Update A MestreSEO é uma agência especializada em otimização de sites e links patrocinados. Confira também o nosso curso de SEO e o curso de Google Analytics.

April 27, 09:35 AM

Olá leitores da MestreSEO,

Hoje eu tenho o imenso prazer de trazer, pela primeira vez, uma das maiores profissionais de marketing do Brasil para contar um pouco de sua jornada, ideias, inspirações e conceitos. A Martha Gabriel é a nossa convidada e de antemão, eu gostaria de agradecê-la pela oportunidade da entrevista e mais, pela oportunidade de escrever o prefácio da 2ª edição do seu livro que fala sobre Search. Sem dar mais pistas sobre o que vem pela frente, vamos lá, com vocês, Martha Gabriel:

Martha Gabriel, seja bem-vinda ao nosso blog! Você poderia contar para os nossos leitores quem é a Martha?

É um grande prazer participar do blog do MestreSEO. Sou fã do trabalho de vocês!

Para me apresentar para os leitores, acho que o que melhor me define é o fato de eu ser uma pessoa que vive intensamente, apaixonada pela vida e que acredita que a educação é a arma mais poderosa para transformar o mundo. A educação e conhecimento norteiam a minha vida desde que me lembro por gente :-)

Em termos mais técnicos, sou engenheira civil (UNICAMP), pós graduada em Marketing (ESPM), pós graduada em Design Gráfico (Belas Artes de SP), mestre e doutoranda em Artes (ECA/USP), autora de 4 livros, incluindo o best seller “Marketing na Era Digital” e o “SEM e SEO: Dominando o Marketing de Busca”, em cuja 2a edição recém lançada tive o prazer de ter o prefácio escrito por você (obrigada novamente!). Ministro palestras no Brasil e no exterior como keynote speaker, completando esse ano 50 palestras apresentadas entre USA, Europa e Ásia. Sou também artista — meus trabalhos são apresentados em diversos países — Espanha, Irlanda, USA (New York), Macedônia, China, Japão, Singapura, e também no Brasil.

Você está lançando a 2ª edição do seu livro, o “SEM e SEO: Dominando o Marketing de Busca”. Qual a principal mensagem que o seu novo livro está trazendo ao público?

Acredito que desde a primeira edição do livro a mensagem principal é mostrar a importância da busca no cenário digital e como desenvolver estratégias de marketing de busca. Nessa 2a edição, mantive a estrutura principal do livro, focada na metodologia de desenvolvimento de um plano de marketing de busca, mas atualizei todos os capítulos com as transformações que a busca sofreu nos últimos 3 anos, desde o lançamento da 1a edição em 2009. Aproveitei para também ampliar o conteúdo do livro com mais informações e links complementares que podem ser acessados por QRcodes.

Eu tive a oportunidade de ler o seu novo livro em primeira mão e achei a sua conexão entre o marketing tradicional com o marketing online fabulosa. Você poderia trazer um pouco da sua visão para os nossos leitores?

Sim, com prazer! Ao meu ver, o marketing é um só e as plataformas tradicionais e digitais se complementam o tempo todo para formar os melhor mix de comunicação. O digital sem o OFFline é manco, e o OFFline sem o digital é limitado. Além disso, acredito que para atuar com marketing nas plataformas online ou digitais, antes de tudo é preciso conhecer marketing, ou seja, compreender as dinâmicas de mercado e as disciplinas tradicionais que o regem – estratégia, planejamento, pesquisa de mercado, marketing de relacionamento, branding, entre muitas outras. A compreensão das disciplinas de marketing aliada ao conhecimento das plataformas estratégicas — sejam elas tradicionais (jornal, radio, TV, revistas, etc.) ou digitais (busca, mídias sociais, mobile, etc.) – leva à otimização dos resultados focados nos públicos-alvo.

Martha, como você vê o ambiente de Social Media integrando cada vez mais com a área de Search? Você, como grande profissional e visionária, concorda que o Google (e outros mecanismos de busca) devam extrair mais informações das pessoas para influenciar a ordem dos resultados de busca?

Temos testemunhado uma crescente interdependência da busca e das mídias sociais nos últimos anos – cada vez mais uma alimenta e depende da outra. Dessa forma, as estratégias de busca dependem cada vez mais de estratégias em mídias sociais (SMM) para conseguir relevância e personalização de resultados. Por outro lado, todos os objetos sociais (perfis, posts, textos, videos, localização, etc.) precisam cada vez mais de serem encontrados nas redes e no ambiente digital, dependendo, assim, cada vez mais de estratégias de busca – tanto paga, quanto orgânica.

Apesar de concordar que a extração de informações das pessoas e suas redes sociais pode favorecer a obtenção de relevância dos resultados de busca, por outro lado acredito que esse processo deveria ser muito mais discutido pela sociedade pois existem implicações de privacidade que talvez não fiquem muito claras inicialmente. Por exemplo, hoje, quando faço uma busca por “terrorismo” ou “aborto” ou “pena de morte” no Google, verei os perfis dos “meus amigos” que também fizeram busca por esses termo e eles eventualmente poderão influenciar os resultados que aparecem para mim. Nesse momento, podemos nos perguntar se saber quem já buscou por esses termos polêmicos não poderia levar a julgamentos ou interpretações inadequadas dessas pessoas. Na minha opinião, isso é uma exposição de privacidade dessas pessoas, que no modelo atual da busca no Google fica difícil de controlar. Os meus questionamentos não são apenas com o Google mas com o processo de nos “cloudificarmos” sem questionarmos quais as consequências, boas ou ruins, que podem resultar desse processo.

Qual a sua recomendação para quem está focado em marketing tradicional e deseja explorar mais a área de marketing online? Qual a principal dica que você daria para este tipo de profissional?

Para quem já tem os conhecimentos de marketing tradicional, aconselho fazer cursos que ampliem a sua formação para incluir as plataformas digitais e as novas habilidades necessárias no novo cenário, como integrar os ambientes ON e OFF, mensuração, etc.

Para quem ainda não conhece marketing e quer atuar com marketing nas plataformas digitais, aconselho que faça um curso de marketing primeiro ou um curso de marketing que já englobe o digital. Mas é essencial que as disciplinas tradicionais de marketing estejam presentes no programa – como já mencionei, para fazer marketing no ambiente digital é preciso conhecer tanto o marketing quanto as plataformas digitais.

Em termos de cursos na área de marketing (e marketing online), quais as pós graduações e cursos de especialização você indica?

Eu sou suspeita para responder essa pergunta pois criei junto com Philip Kotler e sou coordenadora do MBA em Marketing da HSM Educação. Assim, esse é o curso que indico para especialização na área de marketing — como acredito que existe apenas um marketing, que engloba o ambiente digital, esse curso foi criado com esse conceito em mente.

Para quem já tem conhecimentos em marketing e gostaria de complementar a formação se especializando nas plataformas digitais, existem inúmeros cursos de curta duração com foco específico em cada disciplina digital – busca, mídias sociais, mobile, mensuração e métricas, etc. — como os que vocês ministram na Mestre SEO, por exemplo, que são excelentes. As opções no mercado nacional são inúmeras, tanto em termos de tempo de duração quanto em investimento. A coisa mais importante na hora de escolher esses cursos mais curtos é avaliar a qualidade e experiência do(s) profissional(is) que os ministra(m) e a credibilidade da instituição que os oferece.

Eu tive a oportunidade de aprender com você em suas palestras o conceito de transmídia. Você poderia comentar com os nossos leitores um pouco deste conceito e sua visão de como o marketing “offline” pode/está influenciando as pesquisas no online?

Transmídia é o processo de se transmitir uma mensagem ou contar uma estória que transcenda uma única mídia de forma que cada mídia ou dispositivo diferente usado para transmitir a mensagem/estória contribua com suas forças e potencialidades. Ou seja, em um processo transmídia, várias mídias contribuem para construir uma mensagem/estória maior, que é composta por todas. Quando o que se transmite é uma estória, o processo é chamado de transmedia storytelling.

Apesar do conceito e processo de transmedia storytelling não serem novos, no cenário atual a transmídia passa a ser uma das melhores soluções para se desenvolver estratégias de marketing 360. Hoje, a comunicação de marketing é caracterizada por: a) proliferação de mídias que torna o ambiente altamente fragmentado; b) processo informacional cada vez mais rápido e eficiente para a criação e propagação de conteúdos; c) economia da atenção: as pessoas só prestam atenção no que é relevante para elas em meio a um tsunami de informações. Esses fatores são extremamente propícios para o desenvolvimento de estratégias trasmídia.

Quanto à influência do marketing offline no online, acredito que o processo seja mútuo – um alimenta, influencia e afeta o outro. Por exemplo, a televisão muitas vezes pauta os assuntos no Twitter e, ao mesmo tempo, as mídias sociais têm influenciado na programação da televisão. A navegação em segunda tela, ou cross-screen, é um processo cada vez mais comum – as pessoas assistem TV enquanto navegam em seus dispositivos móveis (tablets ou smartphones) e o que acontece na TV alimenta as suas redes sociais. Por outro lado, como essa tendência é cada vez mais forte, muitas ações de televisão ao vivo têm sido planejadas para a participação da segunda tela, como aconteceu no Super Bowl nesse ano (veja, por exemplo, este artigo). ON e OFF estão cada vez mais ONE.

Temos tantos conceitos e práticas no marketing online hoje, com muitos profissionais atuando em diversas funções. Pra você, Martha, para onde vamos nessa área? Quais são suas impressões para o marketing digital para um futuro próximo?

Acredito que o que está acontencendo hoje com o marketing no ambiente digital é o mesmo processo que aconteceu no começo da internet. Naquela época, 1995, existia a figura do “webmaster”, que era uma pessoa única que deveria fazer tudo em um website – design, programação, conteúdo, configuração de server, relacionamento com os públicos, etc, etc, etc. Com o amadurecimento da internet, várias áreas profissionais foram se desenvolvendo em torno do desenvolvimento de sites – hoje um site profissional conta com designers, arquitetos da informação, especialistas em métricas, programadores, conteudistas, jornalistas, profissionais de relacionamento, e assim por diante. A multidisciplinaridade integrando diversos tipos de profissionais foi o caminho natural.

Hoje, o mesmo processo se repete com o marketing no ambiente digital — ele está amadurecendo para se tornar cada vez mais multidisciplinar e colaborativo. A integração das inúmeras plataformas digitais com as plataformas tradicionais alinhadas por uma estratégia de marketing é muito mais complexa do que o desenvolvimento de um website. Assim, acredito que cada vez mais teremos uma configuração de equipes de marketing como uma orquestra — um “maestro”(CNO – Chief of Network Officer) e os diversos músicos que entendam e toquem muito bem os seus instrumentos, de forma que o resultado final seja uma música com total harmonia que encante e cative o público.

Tenho acompanhado as suas viagens ao redor do mundo para divulgar mais o seu conhecimento. Saindo um pouco do marketing, mas indo um pouco para o lado pessoal: quais os 3 lugares do mundo que mais lhe impressionaram? Quais paisagens?

Realmente eu viajo muito a trabalho, mas sempre viajei muito também por prazer. Na minha opinião, as viagens são momentos que intensificam a nossa existência — ampliam os nossos valores e nos tornam mais humildes. Sempre que abandonamos o familiar em direção ao desconhecido, nos transformamos em crianças novamente, seres que precisam dos outros para poder atuar no mundo. Quando estou em um país cuja lingua não domino, passo a depender dos outros o tempo todo para poder me alimentar, passear, etc. Quando nos deparamos com realidades e valores muito diferentes dos nossos, ampliamos nossos pontos de vista e abraçamos novas perspectivas. Assim, as viagens que mais gosto são as que me levam para lugares bastante diferentes do meu mundo.

Eu gosto muito da Europa, principalmente da Itália, mas as 3 viagens que mais me encantaram até o momento foram na África e Ásia – Tunísia, Turquia (Euro-Ásia) e Sri Lanka. A Tunísia concentra uma história densa e interessantíssima dentro de uma área do tamanho do estado de São Paulo – como a Tunísia fica no extremo norte da África, a 50 km apenas da Sicília (Itália, Europa), por lá passaram quase todas das mais importantes civilizações conhecidas, reunindo um dossiê histórico e geográfico fantástico – ruínas de Cartago, a ilha de Djerba, o deserto do Saara, os bérberes, medinas, coliseu romano. A Turquia é um país riquíssimo em história e tem raízes relacionadas com quase todas as civilizações na antiguidade. Além disso, a paisagem é belíssima, principalmente na Capadócia — surreal. O Sri Lanka é particularmente interessante pela coexistência de hinduísmo e budismo e pelos sitios antigos preservados como a citadela de Sigiriya e os templos e estátuas gigantes budistas… é uma viagem no tempo, parece que estamos dentro de um filme.

Por fim, você gostaria de deixar uma mensagem final para os nossos leitores?

Quem me conhece, sabe que adoro frases! Assim, fica aqui como reflexão, uma das minhas favoritas:

“Que os nossos esforços desafiem as impossibilidades. Lembrai-vos que as grandes proezas da história foram conquistas daquilo que parecia impossivel.” — Charles Chaplin


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Entrevista com Martha Gabriel



A MestreSEO é uma agência especializada em otimização de sites e links patrocinados. Confira também o nosso curso de SEO e o curso de Google Analytics.

April 24, 09:17 AM

No último ano aconteceu uma das atualizações mais importantes no Google Analytics, a inserção dos relatórios de “Funil Multicanal.” O principal propósito deste grupo de relatórios é nos permitir enxergar melhor como os diferentes canais (fontes de tráfego) estão envolvidos no processo de conversão dos visitantes do site, ou seja, oferece uma visão sobre:

  • Quantas vezes as pessoas acessam o site antes de converter (comprar, assinar, enviar o formulário de contato, …);
  • E de quantas formas diferentes elas acessam (por busca orgânica, acesso direto, redes sociais, busca paga, …)

Com esta visão mais generalizada, considerando o exemplo da imagem anterior, é possível notar que apesar de o último canal antes da conversão ter sido um acesso direto ao site, antes desse acesso direto, social media e busca orgânica foram 2 canais que também participaram do processo de compra. Talvez, uma promoção ou novidade disparada em redes sociais serviu para notificar as pessoas da novidade; em um segundo momento, elas fizeram busca orgânica para re-encontrar a novidade (e talvez marcá-la nos favoritos); e, finalmente, por um acesso direto, a conversão aconteceu.

O Funil Multicanal tem como principal função contar exatamente esta história: como os diferentes canais de visitas se relacionaram antes de uma conversão acontecer. Até antes do Multicanal, nossa visão ficava limitada a ver que o último canal da história gerava conversão. Com o Multicanal, é possível ver mais canais envolvidos e perceber como eles interagem.

Mais uma vez: na história de exemplo da imagem, eu vejo que o acesso direto foi o último passo da conversão, mas se eu não tivesse disparado uma ação em redes sociais e se não estivesse bem posicionado na busca orgânica relacionada, talvez as pessoas nunca chegassem a fazer o acesso direto, nem a conversão no site.

É esta visão maior de toda a história que o Funil Multicanal oferece e, por consequência, permite ver que todos estes canais de tráfego estão relacionados as conversões do site: como, com qual frequência e quanto cada canal tem colaborado nas conversões gerais do site. Simplesmente genial.

Por padrão, o Google Analytics guarda essas informações dos visitantes pelo intervalo de 30 dias: quantas interações com o site, quantos canais diferentes, quantas conversões, etc. É possível alterar este intervalo, mas esta configuração fica para um próximo artigo; por enquanto, vamos nos ater a entender as informações prestadas nos relatórios – E prepare a sua xícara de café, tem bastante informação vindo por aqui!

Relatórios do Funil Multicanal do GA

Como se trata de um sistema para análise de conversão, naturalmente, é preciso que você tenha no seu site a configuração de alguma forma de conversão: Goals (Metas) e/ou Ecommerce.

Suprido este pré-requisito, o Multicanal fica pronto para você usar e abusar das informações, mas com inteligência. Meus menus preferidos são o segundo “Assisted Conversions” e o terceiro “Top Conversion Paths,” que são aqueles onde se vê a mágica do Multicanal.

Para um melhor entendimento, vamos ver ao longo do artigo o seguinte cenário em Assisted Conversions (clique para abrir ampliado em nova janela/aba):

O que esta tabela informa é que o acesso direto participou de 31 conversões (não necessariamente sendo o último canal, ou único); busca orgânica participou de 20 conversões; tráfego de referência, 3; redes sociais, 3; busca paga, 2. Ou seja, estes foram os canais/fontes de tráfego que participaram das conversões do site, ora interagindo um com outro, ora sendo a última interação para conversão, enfim, diversas maneiras que são visíveis no Top Conversion Paths, que está um pouco mais a frente neste artigo.

Antes, os itens da tabela anterior:

  • Basic Channel Grouping: O nome do grupo de fonte de tráfego (direto, busca orgânica, paga, referência, …)
  • Assisted Conversions: Em quantas conversões o canal se envolveu, mas não foi o último passo
  • Assisted Conversion Value: Qual o valor gerado pelos processos de conversão que o canal se envolveu
  • Last Interaction Conversions: Em quantas conversões o canal foi o último passo (mesmo que o caminho de conversão tenha sido somente 1 passo)
  • Last Interaction Conversion Value: Qual o valor gerado pelo canal quando ele foi o último passo antes da conversão (mesmo que tenha sido o único passo – neste caso não tem assistência, somente conversão final)
  • Assisted / Last Interaction Conversions: Este é o mais engenhoso, é a divisão simples de Assisted Conversions/Last Interaction Conversions, mas seu resultado é de grande importância: oferece uma métrica sobre quanto um determinado canal é importante nas conversões.

Por exemplo, na tabela de exemplo, Organic é o segundo canal de maior número de assistências, porém, é o que tem maior valor na divisão (Assisted/Last), ou seja, ele tem muita força na assistência a conversões, embora não seja forte como último canal (provavelmente ele é um impulsionador para que as pessoas cheguem até o último canal – sem ele, provavelmente, menos pessoas chegariam ao último canal e à conversão).

É possível entender melhor estas assistências e conversões de última interação ao olhar o meu segundo menu favorito: Top Conversion Paths. Para o cenário da tabela anterior, veja a imagem abaixo sobre os principais caminhos de conversão com pelo menos 2 passos (clique para ampliar em nova aba/janela):

Se você ainda não abriu as imagens em abas/janelas separadas, faça-o agora – Será importante para o fluxo do artigo.

As colunas exibidas agora são somente 3:

  • Basic Channel Grouping Path: os caminhos percorridos para acontecerem conversões, ou seja, justamente os canais envolvidos em cada passo dos visitantes até chegarem a conversão
  • Conversions: quantas conversões aconteceram em um determinado caminho
  • Conversion Value: O valor gerado por aquele caminho de conversão

Agora vem o mais importante da interpretação do Funil Multi-canal: Veja na tabela Assisted Conversions que Social Network está associada a 3 assistências a conversão que geraram o valor $3.00 para o site; e também a 1 Last Interaction, que gerou valor 1. Para entender exatamente o que isto significa, veja na tabela Top Conversion Paths que o canal Social Network se envolveu em 4 caminhos de conversão:

  • Linha 6: penúltimo passo antes da conversão (conta para Assisted Conversions)
  • Linha 23: último passo antes da conversão (conta para Last Interaction Conversion)
  • Linha 24: segundo passo no caminho de conversão (conta para Assisted Conversions)
  • Linha 25: 3 primeiros passos no caminho de conversão (conta como 1 Assisted Conversion, embora tenha acontecido 3 vezes no caminho)

Ou seja, o valor registrado no Assisted Conversions é uma contagem simples de quantos caminhos o canal esteve envolvido sem ser o último passo. O Last Interaction Conversion é uma contagem simples de quantas vezes o canal foi o último passo do caminho de conversão.

E se o canal se envolver no processo e ainda for o último canal de conversão? Neste caso, o GA vai contar isoladamente as duas participações, ou seja, uma coisa não exclui a outra. Na linha 12 da tabela Top Conversion Paths, o caminho de conversão é aberto pelo canal Direct, seguido por 2 interações de busca orgânica e encerra com acesso pelo Direct novamente. Neste caso, o canal Direct leva uma Assisted Conversion por ter participado do caminho sem ser o último passo e leva um Last Interaction Conversion por ter sido o último passo para conversão.

Isso nos leva para o dilema: e como o valor gerado é atribuído a Assisted ou Last Interaction Conversion? É a mesma lógica da contagem de assistências e última interação: Se o canal participou de um caminho que gerou o valor 1 e outro caminho que gerou o valor 5, então seu Assisted Conversion Value é 6, a soma simples de valores gerados por caminhos de conversão que o canal participou.

Da mesma forma, o Last Interaction Value de um canal é atribuído pela soma de todos valores gerados nos caminhos de conversão em que este canal foi o último passo para conversão. Voltando ao exemplo sobre Social Network:

  • Seu Assisted Conversion Value é 3, pois ele participou de 3 caminhos de conversão (linhas 6, 24 e 25) que somadas geraram o valor 3;
  • Seu Last Interaction Value é 1, pois no caminho da linha 24, ele foi o último passo da conversão que gerou valor 1.

E se o canal participar de um caminho e ainda for o último passo deste mesmo caminho de conversão? É a mesma lógica denovo: o valor gerado entra nas duas contagens. Mais uma vez o exemplo da linha 12: o canal Direct participou da geração do valor 1 e ainda foi a última interação do caminho que gerou o valor 1. Assim, o valor gerado neste caminho de conversão vai somar tanto no Assisted Conversion Value, quanto no Last Interaction Value do canal Direct.

Atribuição de Crédito por Canal

Atenção! É importante observar que o Google Analytics não distribui o valor gerado em um caminho de conversão entre os passos, pelo contrário, ele passa o valor integral para todos. O que quer dizer que, se um determinado caminho, por exemplo, linha 19 na tabela Top Conversion Paths (Referral > Organic > Direct) gerasse R$3.000,00 de valor, o Google Analytics iria somar R$3.000,00 para o Assisted Conversion Value do canal Organic e também iria somar R$3.000,00 para o canal Referral, além de também somar R3.000,00 ao Last Interaction Value do canal Direct.

E se o canal participar no meio do caminho e ainda for o último passo da conversão? Você já sabe: o valor gerado vai ser somado integralmente para Assisted e também para Last Interaction Conversion.

Sendo assim, é um erro assumir que, em nossa tabela de Assisted Conversions, o canal Organic foi responsável (no sentido de único responsável) por gerar $20 de valor de conversão. Uma conta do tipo “investi $2, recebi $20, logo o ROI foi 10″ não é correta. O canal foi co-responsável, ou seja, ele se envolveu na geração do valor $20, mas teve outros canais envolvidos também (provavelmente, na maior parte dos casos).

Com todo esse entendimento de distribuição de valores em nossas mentes, chegamos a pergunta final e mais perigosa de todas: Como atribuir o valor gerado em um caminho de conversão aos respectivos canais envolvidos? Voltando ao exemplo de R$3.000,00 gerados em um caminho Referral > Organic > Direct, seria correto distribuir R$1.000,00 para cada canal?

Muito provavelmente, não. A atribuição de valores por canal é um assunto muito delicado e cheio de detalhes mais complexos do que a distribuição por média aritmética permite cobrir. Se você estiver interessado em desbravar esta área, eu sugiro começar pelo artigo (em inglês) Multi-channel Attribution: Definitions, Models and a Reality Check, do Avinash Kaushik – no artigo, ele esclarece bastante sobre o assunto, especialmente sobre a complexidade envolvida em se fazer a atribuição/distribuição de méritos entre os canais de conversão.

Funil Multicanal no Google Analytics

Mesmo sem a precisão de uma atribuição de valores para os canais em seus caminhos de conversão, o Funil Multicanal do Google Analytics é uma ferramenta muito poderosa no auxílio a tomadas de decisão e trabalhos de todo dia. Recaptulando:

  • Ele permite ver como as pessoas interagem com as diferentes fontes de tráfego até chegarem a conversão;
  • Ele permite identificar quais canais mais aparecem no meio do caminho (como influenciadores), mas que talvez não tenham tanta presença como último passo antes da conversão acontecer;
  • Ele permite ver como os diferentes canais influenciam a receita/valor gerado no site

E isto é somente a ponta, uma pequena parte da superfície deste imenso Iceberg, o Funil Multicanal. Dentro dele, ainda podemos analisar itens como:

  • O que acontece com as visitas que começam em busca orgânica? (ou outro canal de sua preferência para análise)
  • Quais canais levam os visitantes a converterem por busca paga? (ou outro canal)
  • Quantos dias passam até o visitante converter?
  • Quantas interações acontecem antes de uma conversão?
  • Minha ação em redes sociais tem sido positiva? Em Facebook? Em Twitter?

E muitas outras questões que vão ficar para os próximos artigos e para o nosso exclusivo Curso de Google Analytics. Você já usou o Funil Multicanal? Conte como foi nos comentários!


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Funil MultiCanal no Google Analytics – Assistência e Conversão



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April 24, 08:26 AM

Olá leitores da MestreSEO,

No próximo Sábado, dia 28 de Abril, estarei em Belo Horizonte, desta vez como aluno, para aprender mais sobre Monetização de Sites. O curso organizado pelo SEM Dúvida traz como professores 2 grandes referências na área: Maurício Zane, da Adpop, e Jhonny Jessé (Coca Gelada), da Agência AO5. Ambos os professores já participaram do MestreCast conosco, nos programas de “Monetização com muito gelo“, “Táticas para Adsense“, “O Mercado de SEO no Brasil” e por fim no cast mais recente “O Vencedor do Desafio“.

Detalhes do Curso

Como dito anteriormente, o curso será ministrado por dois professores já conhecidos por vocês, o Maurício Zane e Jhonny Jessé, que irão abordar os seguintes temas:

Monetização

  • De onde viemos e pra aonde vamos
  • Como funciona o bolo publicitário
  • Google Adwords vs Google Adsense
  • Como funcionam demais programas de afiliados
  • Adsense em números
  • Mercado Livre
  • Submarino
  • Lomadee
  • Afilio
  • Cases de Sucesso

Gerenciamento da Conta

  • Ativação da conta
  • Como receber
  • Conta empresarial x Conta Física
  • Dados Financeiros e Bancários
  • Imposto de Renda para Publishers do Google Adsense
  • Conta empresarial

Google Adsense

  • Entendendo a nova interface do Google AdSense
  • Como adiciionar a publicidade no site
  • O que são critérios?
  • Tipos de blocos
  • Tamanhos e formatos
  • Como criar canais
  • Como escolher nichos
  • Como filtrar anúncios
  • Integração com Analytics
  • Tirando proveito do Google Analytics
  • Diretrizes

Oficina de Blog (aplicado a monetização)

  • WordPress
  • SEO
  • Social
  • Layout
  • Cores
  • Page Layout (google update)
  • Dois layouts no blog
  • Blocos nas categorias e outras páginas

Conteúdo

  • Como escolher nichos
  • Hype
  • CPC vs Volume de Busca
  • Estratégias de conteúdo avançadas

Benefícios

Todo aluno do Sem Dúvida, além de muito conhecimento, sai ganhando:

  • 60 dias de acesso gratuito à SEOmoz Pro
  • 30 dias de acesso gratuito à Majestic SEO
  • 30 dias de assinatura Ouro na Mestre SEO

Inscrição

O curso já está nas últimas vagas, pois já adquiri a minha e a do Frank Marcel, então é melhor correr para fazer a sua inscrição. A inscrição é feita pelo site do Sem Dúvida e pode ser dividida em até 12x pelo PagSeguro.

Nos vemos lá!


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Curso de Monetização de Sites em Belo Horizonte



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April 23, 09:58 AM

Olá leitores da MestreSEO,

Toda vez que ministro uma das nossas turmas do Curso de SEO, eu faço questão de ser o professor do módulo de Black Hat. Em todas as 19 oportunidades, eu inicio o módulo narrando para todos os nossos alunos as diretrizes para webmasters, um conjunto de regras e dicas que o Google descreve como imprescindíveis para o seu site estar listado nos resultados de busca.

O Google divide as diretrizes em 3 áreas: Diretrizes de conteúdo e design, Diretrizes técnicas e as Diretrizes de qualidade. Logo no texto de introdução, o buscador ressalta que caso você decida não implementar as sugestões referenciadas nas diretrizes de conteúdo e design; e nas diretrizes técnicas, é recomendado que você preste atenção às “Diretrizes de qualidade”, que destacam algumas práticas ilícitas que podem levar à remoção de seu site do índice do Google ou à ação manual ou por algoritmos de spam.

Ainda que eu repasse as diretrizes com os alunos do curso, vejo sempre que muitas delas são violadas por estratégias antigas, defasadas e que sua implementação é quase sempre instigada pelo mantra: “ahhh o meu concorrente faz isso e está no 1º lugar, vou fazer o mesmo”. Muita calma, vamos discutir melhor.

Você Não Tem a Visão Completa

Em um dos meus embates mais importantes da minha carreira profissional com o ex-googler (na época era um googler) Pedro Dias, discutimos a SERP para a palavra-chave “otimização de sites”, onde eu ressaltava um site que visualmente violava as diretrizes para webmasters por conta de uma rede de links que ele “organizava”. Na oportunidade, a frase do Pedro foi muito desprezada por mim, mas ele disse exatamente: “Ricotta, você não tem a visão completa”. Em outras palavras, o que o Pedro, na oportunidade queria me dizer é que existiam outros fatores para que aquele website em questão estivesse posicionado.

O website poderia estar violando as diretrizes, mas talvez a “estratégia” que eu ressaltei não estivesse fazendo qualquer efeito. Talvez ainda, o Google soubesse do problema e estaria aguardando alguma punição de forma algorítmica. Talvez até o nome do domínio estivesse influenciando no posicionamento.

Entenderam o ponto? Existiam diversos fatores que eu não estava visualizando e talvez até hoje não tenha pensado, que estavam fazendo a diferença no momento. O que podemos extrair disso é que nem sempre, o que estamos vendo é o que influencia o Google. Não podemos “copiar” uma estratégia de um concorrente sem pensar no fato de que ele pode estar violando as diretrizes e, em algum momento, ele pode ser penalizado e, se você copiá-lo, irá ser penalizado também.

As Redes de Links

Tratando especificamente de redes de links, ela é uma das estratégias que mais vejo alunos do curso praticando até o momento que descobrem que é uma violação das diretrizes. O Google é bem claro neste ponto:

Não participe de esquemas em que os links são usados para aumentar a classificação do seu site ou que utilizem o PageRank. Evite, principalmente, links para autores de spam ou para “más vizinhanças” na web, já que esses tipos de link podem prejudicar a classificação do seu site.

Exemplos clássicos de “esquemas de links” ou “redes de links” são os famosos sites que você pode pensar em criar, onde os mesmos referenciam sites que sejam seus também. O problema aqui é a intenção. Se você cria um blog para a sua empresa, que fica hospedado em outro domínio e faz referências ao site da empresa em alguns momentos, você está ok. Mas se você cria diversos sites de apoio, cada um focando uma área, onde cada um deles referencia o outro, através de links, isto pode gerar uma violação das diretrizes.

Veja por exemplo o caso mais recente da Home Depot. A empresa, através de uma carta aos seus parceiros solicitando que eles criem um link com determinadas palavras-chave no texto âncora, além de endossar que o link seja escondido. É uma prática totalmente ilícita, tanto pelo lado da criação dos links, quanto escondê-los.

Outras Ações do Google

Provando a sua luta contra as redes de links, o Google começou a identificar, policiar e desindexar, programas que garantiam o ganho de links para melhorar o seu posicionamento nas buscas. Uma das primeiras “vítimas” foi a famosa rede BuildMyRank.com, que confirmou ter quase toda sua rede desindexada no Google no dia 19 de Março.

Vale lembrar ainda os casos da Forbes, Overstok e JC Penny que também tentaram manipular o Google através da compra de links.

O Google Ainda Oferece Alertas

Ainda que pareça complicado entender o que o Google “enxerga” o que são as redes de links, existem várias informações em fóruns de que o Google está enviando desde o começo de Abril uma mensagem avisando de possíveis links “artificiais” ou “não naturais” apontando para o seu site.

A mensagem, neste caso em inglês, está composta desta forma:

Dear site owner or webmaster of ….

We’ve detected that some of your site’s pages may be using techniques that are outside Google’s Webmaster Guidelines.

Specifically, look for possibly artificial or unnatural links pointing to your site that could be intended to manipulate PageRank. Examples of unnatural linking could include buying links to pass PageRank or participating in link schemes.

We encourage you to make changes to your site so that it meets our quality guidelines. Once you’ve made these changes, please submit your site for reconsideration in Google’s search results.

If you find unnatural links to your site that you are unable to control or remove, please provide the details in your reconsideration request.

If you have any questions about how to resolve this issue, please see our Webmaster Help Forum for support.

Sincerely,

Google Search Quality Team

Resumindo a carta em bom português, o Google entende um conjunto de links como artificiais e está avisando os webmasters. Até aí tudo bem, mas eu gostaria de chamar a atenção para a frase “please provide the details in your reconsideration request”, a qual me leva a um pensamento: será que com os detalhes de como o webmaster adquiriu os links, o Google pode identificar as redes de links como o BuildMyRank.com e desconsiderá-los de seu índice / grafo de links.

Conclusões

Como disse no início do artigo, recomendo sempre a leitura das diretrizes para webmasters. Elas indicam o que você não deve fazer para ter uma vida saudável do seu site em todo o período de existência. Um profissional de SEO deve ter sempre as diretrizes em mente todos os dias de seu trabalho como profissional.

Não entendo ainda de onde as estratégias de links aparecem ou quem educa os profissionais com este tipo de “conto de fadas”, mas o que eu posso afirmar a vocês é que esta é uma estratégia que está evidência no radar do Google. Não é sábio investir em manipulações de links, ainda mais em um momento como este.

Fica aqui o convite a todos os leitores, leiam e revisem os seus sites baseado nas diretrizes para webmasters. Correr riscos, nem sempre é inteligente quando se tem uma marca, uma reputação e uma ética a defender: a sua.

Créditos da imagem para Thomas Hawk.


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: O Google na Caça das Redes de Links



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April 20, 09:32 AM

Olá, amigos!

Seria mais um dia de conversarmos um pouco mais sobre o Facebook em nossa coluna, mas peço uma licença à todos para trocarmos um pouco de rede social.

Vocês podem até torcer o nariz, dizer que não vai vingar, que não tem ibope e nunca terá, mas o Google+ está aí, está crescendo e, portanto, seria bacana comentar um pouco sobre ele.

Nossa coluna semanal traz uma breve lista de boas práticas, um top de ações que devem ser levadas em conta caso você deseje dar um pouco mais de atenção ao Google+, que andou repaginando seu visual (para alegria dos críticos, já que algumas coisas lembram bem o Facebook) e, segundo a própria empresa, alcança cerca de 170 milhões de usuários no mundo.

A MestreSEO já abordou a rede social direta e indiretamente, trazendo pontos estratégicos que podem influenciar nas SERPs, seja em termos de valorização de um conteúdo, personalização ou destaque a um autor dos textos que possua perfil lá dentro.

Tem até palestra do Fábio Ricotta (a qual adaptei para apresentar também em Ribeirão Preto, recentemente) que comenta bastante sobre o valor do +1.

Enfim, o Google+ tem sua importância e, para você que já está nele ou está começando, segue abaixo uma lista de ações para seu trabalho:

Trabalhe o Conteúdo

A primeira dica é básica e vale para qualquer rede social. Tudo bem, você já deve ter ouvido ou lido por aí que o conteúdo, quando bem trabalhado, chama mais atenção do usuário e tende a ser mais “socialmente compartilhável”.

No Google+, o discurso não é muito diferente. Mas há alguns pontos a serem considerados: a rede social permite o uso de negrito, itálico e outras firulas para deixar a postagem mais atraente.

Colocar o texto entre asteriscos, por exemplo, dá o efeito negrito, enquanto o underscore _ deixa o texto em itálico. Neste link, você encontra estes e demais atalhos permitidos pelo Google+.

Não esqueça que é bom maneirar nos negritos e itálicos. Utilize o primeiro para ressaltar keywords, pontos importantes de um post, mas sem exageros.

O Google recomenda, em suas práticas, tentar fazer perguntas aos seus seguidores durante uma postagem, estimulando-os a marcar +1 ou comentar. Também é uma boa pensar em mencionar marcas ou usuários com o + antes do nome (exatamente com o @ no Facebook).

Na Semana e No Trabalho

A Simply Measured, uma das ferramentas de análise de redes sociais que temos por aí, soltou recentemente um levantamento estatístico das postagens no Google+.

Englobando marcas, círculos e outros dados interessantes, a pesquisa trouxe também uma importante informação: “a maioria dos posts no Google+ acontece durante a semana e durante o horário de trabalho”.

  • 86% do engajamento acontece durante o período de trabalho (Entre 5 e 17h)
  • 89% de todo o engajamento acontece nos dias de semana
  • Quarta é o dia mais popular para empresas postarem e para usuários engajarem com estes posts
  • O mais alto nível de engajamento com posts de marcas acontece entre 9 e 10h da manhã

Já um estudo do Google confronta a informação, dizendo que a maioria dos usuários está online na rede social entre 13 e 15h, sendo de 10 às 13h o melhor período para se postar um conteúdo.

Outra informação relevante da Simply Measured diz respeito ao tipo de conteúdo que engaja mais os usuários. O apelo visual, pra variar, se destacou consideravelmente.

Círculos, círculos

Talvez a melhor segmentação entre as principais redes sociais (Twitter e Facebook na lista), os Círculos do G+ podem e devem ser utilizados para perfis e páginas.

Fácil de usar, os círculos podem ser uma boa para atingir diferentes tipos de usuário, fazer um contato diferente com parceiros e publicar informações exclusivas. Lembre-se que, como uma marca, você só pode montar círculos com outras marcas, sendo que elas precisam te acompanhar também.

Vamos pegar um exemplo prático, imaginando uma possível organização do perfil do nosso aniversariante da semana, Fábio Ricotta:

Como um bom estudioso de SEO, o Fábio pode montar um círculo recheado de pessoas influentes na área. Também pode reunir, em um outro círculo, apenas o seus colegas de MestreSEO, para compartilhar algum conteúdo relevante para ser discutido internamente, ou ainda pode criar um círculo com as empresas que fornecem conteúdo de SEO para ler as notícias…

Enfim, as possibilidades são imensas. Lembre-se sempre que o Google+ permite que você escolhe qual círculo deseja postar determinado conteúdo. Assim, você pode segmentar bem o jeito que escreve, o que compartilha e atingir diretamente o público desejado.

Hangouts!

A grande atração do Google+ deve ser usada. O Hangout é uma arma poderosa e ganha cada vez mais espaço. Só pegarmos como exemplo o a dupla Pedro Dias e Ariel, que periodicamente reúne os amantes do SEO para discussões relevantes.

O seu uso é simples. Os participantes se juntam de maneira fácil também. Com uma boa conexão de Internet, toda transmissão fica em excelente qualidade e a possibilidade de reunir até 10 usuários dá margem para diversas ações interessantes.

Faça como os ex-Googlers acima, reúna o pessoal que acompanha teu trabalho, dê voz a eles. Ou então, faça uma reunião com outros especialistas, promova um debate interessante que possa, ou não, contar com o público. Um exemplo foi o hangout feito pelo NY Times durante as finais do basquete universitário, com três repórteres da casa e cinco fãs.

Aliás, o NY Times é certamente um grande case de como o hangout funciona para relacionamento com os fãs. Também é da famosa empresa de comunicação norte-americana o primeiro lugar como a que mais engaja no Google+, conforme esta pesquisa.

Interaja, sempre!

Não é uma dica, nem o segredo da felicidade, mas interagir é básico e essencial. Como já falamos em conselhos para o Facebook (até citei o caso “FX” em minha palestra no TcheSEO), não deixe seu usuário seguidor sem resposta, sem um comentário. Fale com ele, responda os comentários, agradeça se o +1 fizer sucesso…

Outro ponto é envolver o usuário para criar tópicos e postagens. O famoso e clássico “O que você quer ver…?” ou “Que tal um post…?” sempre funciona!

Por fim, resumo as outras dicas em simples frases:

  • Seja original: não é porque o Google+ é mais novo e menos acessado que você não dará atenção ao seu conteúdo. Poste de forma única, apenas para seus seguidores por lá. Não copie o mesmo texto do Facebook ou Twitter
  • Verifique a sua página colocando o badge do Google+ em seu site. Além disso, você “informa” a seu público que possui uma página na rede social
  • Esteja lá: se você criou um espaço no Google+, cuide dele. Poste, comente, interaja. Não deixe o local abandonado (como eu tenho feito)

E Mensure!

Não se esqueça, claro, de mensurar todo trabalho. O Google Analytics já possui espaços que retornam resultados do Google+ para determinados sites e anunciou que, logo logo, uma nova e interessante área estará disponível integrando as duas contas.

Você pode ver um preview aqui, no grupo de SEO no Facebook, em um screeshot enviado pelo Leandro Pugliesi.


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Boas Práticas para o Trabalho no Google+



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April 13, 10:40 AM

Olá, amigos!

Gostaria de voltar à minha coluna semanal do Facebook abordando um tópico um pouco diferente. Todo mundo acompanhou a “bomba factual” que foi a compra do Instagram por parte da nossa querida rede social, pela bagatela de US$ 1 bilhão.

Partindo desta notícia e das movimentações recentes, decidi elaborar mais uma reportagem do que um texto ensinando ou noticiando a novidade. Para tanto, segui páginas e pessoas que acompanharam o caso e até lançaram suas opiniões. Com base em suas referências, montei a coluna da semana para colaborar no entendimento e opinião de vocês.

A Compra

Com 17 meses de vida, a empresa que lançou um dos aplicativos mais famosos da Apple Store explodiu em termos de valorização com a negociação. O Instagram estava com um preço “fixado” em cerca de US$ 550 milhões, mas o Facebook arrebatou, no dia 9 de abril, pelo dobro. A notícia foi confirmada em diversos portais e sites, inclusive no blog oficial do app.

Mas qual o motivo?

Mr. Zuckerberg fez aquele discurso social de praxe, comemorando a parceria com o Instagram: “Por anos, nós focamos em criar a melhor experiência no compartilhamento de fotos com amigos e família. Agora, poderemos trabalhar ainda mais de perto com o time do Instagram para também oferecer as melhores experiências em compartilhar belas fotos no celular com as pessoas, baseados nos seus interesses”.

O fato é que Mark e seu Facebook se aproveitaram de uma onda crescente há algum tempo. Abocanharam, talvez, o mais popular aplicativo de fotos do mundo mobile e, em se tratando de penetração neste mercado móvel, Zuckerberg sabe que precisa ganhar terreno, já que o Facebook ainda está engatinhando por lá.

O Instagram conquistou, em seu período de vida, cerca de 30 milhões de usuários apenas no sistema iOS. No primeiro dia do lançamento para Android, mais de 1 milhão de pessoas instalaram o aplicativo. Dias após a chegada, esse número já deve ter crescido absurdamente.

“Este é um importante marco para o Facebook porque é a primeira vez que adquirimos um produto e uma empresa com tantos usuários”, completou Zuckerberg, que garantiu: “nós não planejamos fazer muito mais disso (comprar uma empresa por tanto dinheiro), se houver alguma”.

Adição ou “Atropelamento”?

Mark comemora o fato de trabalhar junto com um novo time. Comemora a união das duas marcas para o bem de todos. Mas será que é por aí? Dois artigos matadores chamam a atenção para um lado extremamente importante e que faz total sentido: o Facebook temia o Instagram e, por isso, abocanhou a concorrência e não “adicionou um parceiro”.

Emily Price, no Mashable, traz um cenário expandido e bate nesta tecla de compra de concorrente. Ela diz que “para o Facebook, estar no jogo do mobile significa ser um dos apps que você usa no seu celular com mais frequência. Portanto, enquanto para o Instagram foi um grande ganho para a empresa, a grande vitória do Facebook é a equipe que foi adquirida na compra”.

Mas talvez ninguém tenha sido tão crítico e preciso quanto Om Malik. Em seu blog, o GigaOM, o autor traduz a frase de Mark Zuckerberg citada no tópico acima de uma maneira bem pesada:

O Facebook estava se borrando de medo e sabia que, pela primeira vez na sua vida, tinha um competidor que podia não só comer seu almoço, mas também destruir seus planos futuros. Por que? Porque o Facebook é essencialmente sobre fotos e o Instagram achou e atacou seu calcanhar de aquiles: o compartilhamento de fotos em mobile.

Malik vai mais adiante na sua análise e crítica mais uma vez o fato do Facebook não ser uma plataforma de mobile confiável e eficiente. Para ele, esse é o grande ponto e, de quebra, ainda analisa que o sentimento criado pela vinda do Instagram aos celulares motivou ainda mais essa movimentação financeira.

Analisem por um instante: o Instagram tem um apelo muito forte pelo lado sentimental, do usuário, justamente por conta dessa facilidade em compartilhar belas fotos, com ou sem os populares filtros. Por outro lado, o Facebook não possui tanto apelo sentimental, apesar da grande popularidade como rede social.

As pessoas gostam do Facebook, as pessoas usam o Facebook, mas as pessoas amam o Instagram. O Facebook tem uma ausência de alma, enquanto o Instagram é todo alma e emoção”, finaliza.

Opiniões, opiniões

Além de noticiar o fato da compra do Instagram pelo Facebook, diversos sites especializados e portais de notícia foram além e trouxeram análises sobre a movimentação.

Obviamente as opiniões divergem bastante e, se você quiser acompanhar os pontos de vista, trago abaixo uma lista de bons artigos falando sobre o tema:

CBS News – Facebook buys Instagram… But for what?

Guardian – Instagram and Facebook. Another tech bubble

Forbes – Instagram acquisition affirms Facebook is a bad investment

MacWorld – What Facebook’s purchase means for Instagram

Social Media Today – What Facebook really acquired from Instagram

Ricq – What Facebook’s Instagram purchase means for marketers

WebPro News – Facebook and Instagram represent an important shift in social marketing strategy

Mas e o seu uso?

O que pouco se falou, ainda, é como o Facebook vai explorar a sua nova aquisição. Muita gente já apareceu nas redes sociais com idéias como “filtros extras pagos, para gerar um lucro” ou “plano premium”, etc.

Conversando com o Fábio Ricotta na hora da elaboração deste texto, levantamos a possibilidade do Facebook tentar capitalizar em cima das imagens e da plataforma, descobrindo alguma maneira de inserir anúncios no meio do aplicativo. É uma possibilidade.

Não acreditamos, porém, que o Instagram perderá sua característica e seu visual simples. Navegar por ele, postar, curtir e comentar fotos deve continuar sendo uma tarefa bem fácil, na maneira que fez o app se tornar o sucesso que é hoje.

Outra possibilidade é o Facebook desenvolver uma aplicação dentro de sua rede social, fazendo com que visualizemos nossas contas do Instagram, as pessoas que seguimos e as fotos. Como se tivéssemos um Instagram dentro do Facebook, em versão ampliada a do mobile. (vide o app Instapad para iPad, é um modelo exemplo)

De concreto mesmo, nada. O jeito é esperar.

Para concluir, um pensamento interessante: Os usuários tornaram o Instagram o que ele é hoje, deram ao aplicativo essa popularidade e destaque. O Facebook, portanto, não comprou uma empresa. Adquiriu, sim, uma equipe competente tecnicamente e uma base de usuários fiel, que só cresce.

Malandro, esse Mark Zuckerberg…

E você?

E você? O que achou desta manobra do Facebook?

Acredita que o Instagram vai se complicar como um aplicativo, agora nas mãos do poderoso Mark?

Foi mesmo um “abocanhamento” de um competidor perigoso?

Deixe nos comentários a sua visão sobre tudo isso!


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: O Facebook, o Instagram e o Domínio



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April 11, 10:33 AM

Saudações, amigos!

Estamos prontos para mais um MestreCast. O programa 59 vai abordar um dos tópicos quentes dos últimos tempos, englobando a turma das notícias, seja na redação ou nas assessorias.

O Jornalismo está cada vez mais digital, e por estar neste mundo online, não demorou para que a profissão conhecesse o lado de Search e Marketing. O resultado deste “encontro” é uma adaptação das funções, com empresas e profissionais aprendendo um pouco sobre o nosso mundo.

Para tratar sobre todo esse cenário, convidei dois jornalistas que atuam nos dois campos. O primeiro já é experiente na função e tem um histórico em nossa comunidade: Klaus Junginger, o ComputerKlaus. Ao lado dele, trouxe um profissional que está dentro de um jornal, vivendo essa mudança de perto: Guilherme Conter, da Gazeta do Povo, de Curitiba.

A dupla falou sobre como está essa transição do Jornalismo, como os profissionais estão se preparando e passou dicas e insights de como pensar Jornalismo com o SEO ao lado. Acompanhe também discussões interessantes sobre Google News, aplicativos de notícias e outros tópicos.

Links Comentados

Klaus – Google News 10 anos

Músicas desta Edição

Marc Robberttson – Evasion (album)
Matti Paalanen – Roomful of Emptiness (album)
Trafic de Blues – Time to Funk (abraços)
Sebteix – Volta (end)

MestreCast #59

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Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Jornalismo e SEO



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Estamos prontos para mais um MestreCast! E é hora de notícias, é hora de apuração! Sim, nosso programa 59 chega para abordar uma classe gigante, que está cada vez mais digital e preocupada em adaptar as suas funções para o mundo que já existe dentro da Internet. O Jornalismo ganha espaço no MestreCast e a edição 59 vai abordar a mistura da profissão com o SEO, Search e até mesmo um pouco de Social. Para fazer este programa especial, convidamos duas pessoas experientes no assunto: Klaus Junginger, o ComputerKlaus, e Guilherme Conter! Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Jornalismo e SEO A MestreSEO é uma agência especializada em otimização de sites e links patrocinados. Confira também o nosso curso de SEO e o curso de Google Analytics.

March 28, 08:58 AM

Saudações, amigos da MestreSEO!

Chegamos com tudo para um programa diferente. Testando um formato que copiamos do colega Ubiratan Cunha, resolvemos responder às dúvidas dos nossos ouvintes em uma edição interativa.

Chamada de “Pergunte aos Mestres”, a ideia deste podcast (que acontecerá esporadicamente) é justamente receber as questões de vocês e, através de uma votação em nosso perfil do Google Moderator, selecionar as principais para que nosso time de especialistas responda.

A primeira edição, que corresponde ao MestreCast 58, contou com a mesa formada por Ique Muniz, Fábio Ricotta e Frank Marcel, que solucionaram dúvidas relacionadas a SEO, Google, Facebook e Google Analytics.

Agradecemos a todos que enviaram mais de 40 perguntas e, principalmente, quem foi selecionado: Heberson Barbosa, Pedro Villalobos, Lucas H Maia, André Silva, Ubiratan Cunha, João Paulo B, Binho, Pedro Mendes, Ricardo Oliveira, Alexandre, Koala, Lui Belfort, Maiara Urbano e Gisele.

Links Comentados

Martin MacDonald – Estudo Google Suggest

Músicas desta Edição

Grace Valhalla – Valhalla Rising (album)
Jocire – Jocire (album)
Best Like a G6 House-Electro Remix
Anitek – Nightlife (end)

MestreCast #58

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Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Pergunte aos Mestres 1



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Vamos estrear um novo formato neste nosso humilde podcast. Deixando de ser apenas um podcast de SEO, o MestreCast chega para abordar diversos temas em um só, mas acrescentando uma dose de interatividade. Pois é, lançamos (depois de copiar a idéia do amigo Mochileiro, Ubiratan Cunha) o "Pergunte aos Mestres", uma edição que será voltada exclusivamente ao ouvinte. Através do sistema do Google Moderator, vamos selecionar as principais dúvidas de quem nos acompanha e responder na gravação. Confira a primeira edição! Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Pergunte aos Mestres 1 A MestreSEO é uma agência especializada em otimização de sites e links patrocinados. Confira também o nosso curso de SEO e o curso de Google Analytics.

March 21, 03:07 PM

Saudações, amigos da MestreSEO!

Vamos para mais um MestreCast? Pois chegou a hora da edição 57 de nosso programa de debates e notícias. Neste programa, reunimos novamente a nossa tropa de elite local para tratar de notícias recentes do mundo do Search.

Certamente vocês leram sobre o novo report do Google Analytics, focando em mostrar o desempenho de redes sociais e possibilitando uma melhor mensuração destes sites que nos ajudam dia a dia. Esta novidade foi o centro da discussão entre Ique Muniz, Fábio Ricotta, Frank Marcel e Domicio Neto.

Também falamos sobre o Pinterest, que decidiu travar os seus links com nofollow após todo mundo abusar da situação. Pra encerrar, comentamos sobre o uso de redes sociais.

Neste MestreCast, entenda quais os benefícios da novidade do GA, saiba que é importante esperar por mais atualizações, como fazer tracking com multi channel, veja os pontos de vista sobre ações no Pinterest, como usar seu twitter como personal branding e, por fim, veja como um baiano se enrosca para começar o programa.

Links Comentados

Novidade Google Analytics – Relatório de Social
Social Data Hub
Pinterest com NoFollow
Twitter como Personal Branding

Músicas desta Edição

Anitek – Instrumentals vol.9 (album)
Anitek – East Rain
Anitek – The Better Kids
Anitek – Supervisor Crew
Trafic de Blues – From Saint Denis
ULI – Pickguard

MestreCast #57

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Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Redes Sociais: Analytics, Mensuração e Uso



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Chegou a hora de outro MestreCast! Sim, ok, falhamos na sequência novamente, mas a agenda de nossos convidados anda bastante lotada e, por isso, precisamos adiar a conclusão deste programa 57, que agora está prontinho! Vocês acompanharam a notícia do Google Analytics, que fez atualizações na sua interface, focando em relatórios de social media. Agora é hora de entender um pouco mais sobre a novidade com o nosso time de elite formado por Fábio Ricotta, Frank Marcel e Domicio Neto. Aproveite também as dicas de Social passadas no programa! Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Redes Sociais: Analytics, Mensuração e Uso A MestreSEO é uma agência especializada em otimização de sites e links patrocinados. Confira também o nosso curso de SEO e o curso de Google Analytics.

March 15, 09:27 AM

Olá, amigos!

Já é fato para todo mundo a mudança das páginas do Facebook, se tornando agora timelines assim como os Perfis. Só que nem toda mudança traz só coisa boa (aliás, muitos têm reclamado da alteração).

Um dos pontos mais sentidos pelo pessoal que atua no Facebook foi a exclusão da welcome tab, ou seja, não dá mais para colocar uma página ou aplicação como sendo a primeira a ser vista por um usuário ao chegar em sua página de empresa.

Pensando nessa ausência, decidi trazer para vocês algumas possibilidades que servem como alternativa:

E agora, José?

A primeira saída é a mais simples. Comentei por cima sobre ela no artigo destacando a nova timeline. Você tem, no topo de sua página, um grade espaço visual para explorar. A Imagem de Capa é agora a porta de entrada para o usuário e um conteúdo atrativo ali pode chamar mais atenção.

Há muitas empresas investindo nessa imagem. Outras, exagerando. Postamos na fan page da MestreSEO uma imagem que dá um aviso importante: juntamente com a timeline, vieram as novas guidelines para uso e as imagens de capa também têm suas regras específicas. Fique atento, pois está proibido:

  • Incluir preço ou informação de compra, como “40% off” ou “Faça o download em nosso site”
  • Colar informações de contato como endereço, email, mailing, ou qualquer outra informação que deve ser inserida na página de “Sobre”
  • Inserir referências às funcionalidades do Facebook como “Curtir” ou “Compartilhar”, ou uma seta apontando da Imagem para essas funcionalidades
  • Destacar chamadas de Ação (CTA), como “Adquira Agora!” ou “Conte para os Amigos”

Além disso, não é preciso reforçar que as imagens não podem ser falsas, enganosas ou coisas do tipo.

Inspire-se em algumas empresas que já fizeram boas capas. Apele para um de seus produtos e não se esqueça de usar imagens de alta resolução e qualidade, para que elas fiquem com melhor visibilidade ao serem encolhidas para caber nas dimensões da capa (851px X 315px).

Mas e a Aba Personalizada?

Você deve estar se perguntando: o que eu faço agora com aquela aba que criei, caprichada?

Calma, não se desespere. Existem algumas saídas para trabalhar com ela. Primeiramente, use o novo recurso do Facebook de alterar a imagem de um aplicativo. Algo que era inconveniente para a maioria antes, agora é fácil de ser mexido.

Troque, também, a ordem dos programas na pequena lista de três aplicativos que são mostrados em destaque na timeline para páginas. Com isso, você poderá chamar um pouquinho da atenção do usuário. Fiz uma brincadeira na MestreSEO, apontando para a aba de Welcome que tínhamos antigamente:

Não é garantido que você vai atrair mais cliques neste ícone por conta da alteração, sendo mais criativo e criando uma imagem ou texto com call to action. Mesmo assim, qualquer tática deve ser considerada na hora de tentar atrair o usuário para clicar naquela aba que você criou.

Pin e Estrela

As novas features de destaque de uma postagem dentro da página podem ajudar. Tanto o botão de estrela, como a opção de pin (fixar no topo) são saídas boas, se você souber explorar o conteúdo.

Traduzindo:

1) Faça uma postagem simples de linkagem da sua aba personalizada. Com a imagem criativa alterada, trabalhe no título e no texto do link. Como a maioria de vocês deve saber, é possível editar o link que será postado e é aí que sua criatividade entra para bolar um conteúdo legal para chamar o usuário para sua aba.

2) Depois use o botão de destaque para ampliar a publicação ou fixe no topo (assim ela sempre estará no alto da página, logo abaixo da imagem de capa, dos ícones de aplicativos, etc).

Se quiser, faça uma foto apresentando sua empresa imitando, ou não, a sua aba personalizada. Depois destaque a foto e fixe para aumentar o tamanho. Não se esqueça de colocar, na legenda da imagem, o endereço de seu site ou de sua aba.

Os Ads Salvam!

Além de alterar o visual das páginas, inserindo a Timeline, o Facebook também promoveu mudanças na sua área de Ads. Novos formatos e funcionalidades foram inseridos (sim, estou devendo o artigo ainda) e, o que pode ajudar a divulgar uma aba personalizada é a possibilidade de direcionar um anúncio para ela.

Sendo assim, pense em anúncios direcionados para a aba de welcome. Divulgue sua página de empresa apontando para esta aba. Se você pretende angariar novos fãs, trabalhe no Ad para que ele seja atraente.

Ao clicar, o usuário será jogado para a aba e, aí sim, será recebido com um “welcome” no mesmo procedimento da fanpage clássica.

De Fora pra Dentro

Uma sacada bastante interessante é apelar para os ícones de redes sociais de seu site ou blog. Algumas empresas já estão adotando a estratégia de, naquela caixinha com o logo do Facebook, colocar o link diretamente para a aba de welcome.

Assim, quando um usuário vier de fora para o Facebook, cairá numa aba personalizada, como uma mensagem de curtir ou alguma frase que o receba bem na rede social. Um exemplo que vi por aí foi da loja gringa CK Products:

Não se esqueça de reformular sua aba para o tamanho maior, já que agora as landing pages têm 810px de largura máxima. Se for apontar para o botão Curtir, repare que o mesmo agora encontra-se na ponta direita superior da tela.

Estas foram algumas opções bases que quis dividir com vocês aqui na nossa coluna de Facebook. São idéias que podem ser exploradas mais a fundo por cada um de vocês, que têm contato próximo com as páginas e precisam sempre trazer mais tráfego e angariar novos fãs.

Quaisquer outras idéias ou sugestões, compartilhem aí nos comentários.

Um abraço!


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Alternativas para a Welcome Tab com a Timeline



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March 13, 09:16 AM

Olá leitores,

Meu nome é Ubiratan Cunha e trabalho como designer aqui na MestreSEO. Hoje vou compartilhar algumas dicas sobre o uso de datas em posts e como isso afeta suas visitas.

Se você possui um site em WordPress, também ensinarei como retirar datas de artigos e comentários.

Impacto das datas na sua visitação

Após realizar uma pesquisa no Google por um determinado termo ou frase, o usuário busca nos resultados pelos posts mais atuais e relevantes. Nessa hora, bons conteúdos, que possuem datas mais antigas, podem ser deixados de lado por passarem a sensação de que estão datados ou desatualizados.

A experiência tem nos mostrado que a simples ação de retirar as datas das suas publicações afeta diretamente as visitas, principalmente em posts mais velhos. Sendo assim, ensinarei como você pode fazer isso no seu site em WordPress.

Vale destacar que caso o Google não encontre uma data em seu post, ele utilizará a data dos comentários. Portanto, teremos que retirar as datas dos comentários também.

Retirar datas de posts

Antes de iniciar, vale lembrar que nem todos os temas de WordPress são construídos da mesma maneira e, portanto, podem haver diferenças na hora de localizar as funções que mostrarei. Se encontrar dificuldades, faça uma pesquisa no diretório de seu tema a fim de localizar os arquivos que contém a função responsável por imprimir as datas.

Geralmente, os arquivos que vamos precisar modificar são:

  • index.php (geralmente a homepage)
  • category.php (categorias)
  • archives.php (arquivos)
  • author.php (página de autor)
  • search.php (página de pesquisa)

Você pode encontrá-los acessando a raiz de instalação do site e fazendo o seguinte caminho:

wp-content > themes > seu-tema

Se não encontrar algum dos arquivos listados acima, não se preocupe, pois com excessão do index.php, os demais são opcionais e podem não ser utilizados no tema.

A começar pela index.php, procure e remova a seguinte função: <?php the_time(“d M Y”); ?>, responsável por exibir a data da publicação. Para quem tem alguma intimidade com WordPress, ela costuma estar dentro do Loop. Confira a imagem abaixo:

Faça o mesmo com os demais arquivos e você terá removido as datas dos posts!

Removendo as datas dos comentários

Se seu tema foi criado antes do WordPress 2.7, essa ação será mais fácil, pois basta remover a seguinte função do arquivo comments.php:

<?php comment_date(); ?>

A partir da versão 2.7 do WordPress foi introduzida uma nova função chamada wp_list_comments(). Ela gera automaticamente todas as informações relacionadas aos comentários, tais como: autor, avatar, data e muito mais. Se por um lado este novo recurso facilitou a vida de quem trabalha com WordPress, por outro dificultou um pouco mais a customização dessas informações.

Felizmente, essa nova função aceita o que chamamos de “callback function”. Que nada mais é que uma função que sobre-escreve a exibição padrão fornecida pela wp_list_comments. Pode parecer confuso, mas não é. Vamos aprender como utilizar este recurso.

Primeiramente, abra seu arquivo comments.php, procure a função wp_list_comments e passe o seguinte parâmetro:

Abra o arquivo functions.php e vamos criar essa função (a callback function) que está sendo chamada pela wp_list_comments. Para isso, basta colar o seguinte bloco de código (modelo de callback fornecido pelo Codex do WordPress):

function mytheme_comment($comment, $args, $depth) {
$GLOBALS['comment'] = $comment; ?>
<li <?php comment_class(); ?> id="li-comment-<?php comment_ID() ?>">
<div id="comment-<?php comment_ID(); ?>">
<div>
<?php echo get_avatar($comment,$size='48',$default='<path_to_url>' ); ?>

<?php printf(__('<cite>%s</cite> <span>says:</span>'), get_comment_author_link()) ?>
</div>
<?php if ($comment->comment_approved == '0') : ?>
<em><?php _e('Your comment is awaiting moderation.') ?></em>
<br />
<?php endif; ?>

<div><a href="<?php echo htmlspecialchars( get_comment_link( $comment->comment_ID ) )
 ?>"><?php printf(__('%1$s at %2$s'),
get_comment_date(),  get_comment_time()) ?></a><?php edit_comment_link(__('(Edit)'),'  ','') ?></div>

<?php comment_text() ?>

<div>
<?php comment_reply_link(array_merge( $args, array('depth' => $depth, 'max_depth' => $args['max_depth']))) ?>
</div>
</div>
<?php
}

Importante: O nome da função tem que ser o mesmo inserido na wp_list_comments.

Esta função está agora sendo responsável por toda a exibição dos comentários. Basta procurar dentro dela pela seguinte linha de código e removê-la:

Pronto! A data de comentário terá sido removida. Lembre-se entretanto, que como modificamos o processo de criação dos comentários, pode ser que algum elemento do seu CSS tenha perdido a referência. Faça os ajustes necssários para que o layout não pareça “quebrado” para o visitante.

Conclusão

Agora, é aguardar o bot do Google visitar seu site e atualizá-lo no índice. Com isso feito, acompanhe pelo Analytics o impacto desta mudança e veja se surtiu os efeitos desejados.

Espero que tenham gostado da dica! Deixem suas dúvidas e impressões nos comentários que terei o maior prazer em responder. Um grande abraço e até a próxima!

Crédito da imagem: http://www.flickr.com/photos/dafnecholet/


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Aumente suas Visitas Retirando as Datas dos Posts



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March 07, 08:39 AM

Saudações, amigos da MestreSEO!

Hora de cumprirmos a promessa e entregarmos um programa especial. Há quase dois meses, lançamos o famoso Desafio da MestreSEO em sua quarta edição e, no último dia 15, conhecemos o site vencedor.

Agora chegou o momento de sabermos quem foi o autor da obra. Para tanto, o MestreCast 56 chega para entrevistar o campeão. E, para a surpresa de muita gente, o nosso número 1 deste ano tem apenas 14 anos!

Conheçam Victor Gamarra, garoto de Nazaré Paulista, que montou belas e criativas estratégias para vencer o Desafio.

O jovem campeão foi entrevistado por Ique Muniz, Fábio Ricotta e Mauricio Zane, que já está de olho no menino prodígio do SEO nacional.

Músicas desta Edição

Project System 12 – Lost in White (album)

MestreCast #56

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Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: O Vencedor do Desafio



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Nós prometemos e nós cumprimos! Conforme anunciado no início de janeiro, com a chegada do 4º Desafio da MestreSEO, vamos entrevistar aquele que se destacou em pouco mais de um mês de competição para rankear "Katipsoi Zunontee" no Google. O grande campeão do Desafio vem do interior de São Paulo e pasmem: tem apenas 14 anos. Conheçam um pouco mais de Victor Gamarra, que desde o começo esteve no topo e levou a competição com bastante propriedade. Saiba como ele se portou no Desafio, as táticas usadas e muito mais! Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: O Vencedor do Desafio A MestreSEO é uma agência especializada em otimização de sites e links patrocinados. Confira também o nosso curso de SEO e o curso de Google Analytics.

March 02, 11:38 AM

Visando cada vez mais entregar o melhor conteúdo aos seus usuários, o Google modificou seu algoritmo e implementou uma nova instrução que permite-o saber quem é o autor de um certo texto disponível na internet.

Em seus estudos, o google percebeu que certas pessoas são reconhecidas por serem bons autores e que as pessoas confiam mais em seus textos por já terem lido outros textos anteriores deste mesmo autor ou porque este autor é uma referência em um determinado tema, por exemplo o Fábio Ricotta em SEO.

De posse dessa informação agora é possível para o google informar em seus resultados o perfil da pessoa que escreveu o texto juntamente com a foto, dando assim muito mais destaque aos resultados de bons autores. Veja um exemplo abaixo:

Na imagem acima sublinhei em verde as principais mudanças, onde a Foto aparece em destaque, o nome de quem publicou e tambem “More by” que é saiba mais sobre a pessoa.

Como Implementar a Rel Author

Antes de tudo é fundamental que você possua uma conta no Google Plus. Se tiver dúvidas sobre o funcionamento, veja mais sobre o funcionamento do Google Plus aqui neste tutorial.

Uma vez que sua conta já está criada, é necessário configura-la.

Dentro do seu perfil no Google plus, clique no botão de perfil no alto e depois no botão Editar perfil a direita. Agora procure pela caixinha Colaborador de, e após clicar sobre ela você estará editando-a. Agora clique em Adicionar Link Personalizado e você preencherá o endereço de seu site conforme visto na imagem:

Existem dois meios de implementar a rel autor. Em sites com apenas um autor e em sites com vários autores.

Sites com apenas um autor

Sites que possuem apenas um autor podem atribuir a este autor todo o conteúdo daquele site, ou seja, uma pessoa será a autora de tudo que existir em um determinado site. Esta implementação é mais simples e pode ser feita facilmente da seguinte forma:

Você precisa criar um link contendo a rel=author em todas as páginas do site para o seu perfil no Google Plus, o mesmo perfil onde você mais cedo criou o link mostrando o site o qual você é um colaborador.

O link deve ser da seguinte forma:

<a rel="author"
href="https://plus.google.com/115790889988444601243/">Eduardo Gasparetto no Google+</a>

Como obter a url do seu perfil no Google Plus

Primeiramente clique no botão de perfil no alto da janela, aqui mostrado em (1), após isso copie a url como mostrado em (2) até antes da barra (/). Esta é a url do seu perfil do Google Plus.

Dica de como colocar o link em todas as páginas

Uma dica de como colocar rapidamente o link em todas as páginas sem ter que editar texto por texto ou o html é colocando na barra lateral o link, como por exemplo:  ”Siga-nos no Google Plus”, e desta forma todas as páginas do site terão o link.

Outro meio é colocar na sua Bio, aquele espaço no final do artigo onde existe um texto falando sobre a pessoa que escreveu o artigo. Caso seu site não tenha isso, existe um plugin de wordpress que facilita muito, o nome dele é Author Bio Box. Preenchendo seu perfil na aba usuários do wordpress, este plugin colocará esta descrição ao final de seus textos.

Pronto! Se você fez tudo certo, linkando o perfil do Google Plus para seu site e seu site para o perfil do Google Plus, já deve estar tudo funcionando. No final do artigo ensinarei como testar se a implementação está correta.

Mas e quando você escreve para vários sites ou no caso de sites possuem contribuição de vários autores é necessário um processo diferente para a atribuição da autoria.

Implementando em sites com muitos autores

Este é o processo um pouco mais complexo. Antes de partir para a prática, acho importante explicar o que o Google espera encontrar:

Normalmente sites em que possuem vários autores possuem uma página onde é possível visualizar todos os posts de determinado autor, esta é sua página de biografia ou BIO. Todos os seus posts devem possuir um rel=”Author” para esta página de BIO, e esta página deve possuir um rel=”me” apontando para o Google Plus. Este por sua vez deve ter a entrada Colaborador de (explicado mais acima) apontando para sua página de BIO do site em que você escreve.

Vamos aprender na prática:

Em cada post você precisa referenciar com a rel=”author” a sua página de autor do site, veja um exemplo. Para automatizar esta tarefa pode-se colocar na assinatura do autor que é inserida ao final dos artigos.

Exemplo:

<a rel="author" href="http://www.cnet.com/profile/iamjaygreene/">Jay Greene</a>

O segundo passo é colocar a Rel=”me” apontando para o seu perfil do Google Plus na sua página de autor. Veja:

Exemplo:

<a rel="me" href="https://plus.google.com/105240469625818678725/">
<img src="//www.google.com/images/icons/ui/gprofile_button-16.png"> </a>

Não esqueça de ir no seu perfil do Google Plus e referenciar a página de autor como um site que você é Colaborador de, desta forma fechando o ciclo. Este modo de identificar seus textos em vários sites é muito bom para jornalistas que usam SEO em seu trabalho.

Como testar a Rel=Author

O Google disponibiliza uma área dentro do Google Webmaster Tools para que você possa testar se está funcionando sua autoria. Acesse o seguinte endereço:

http://www.google.com/webmasters/tools/richsnippets

Você deverá ver uma resposta parecida com a imagem abaixo, mostrando sua foto de perfil do Google Plus com a confirmação em verde:

Caso você receber algo parecido com a imagem abaixo, você fez alguma coisa errada.

Conclusão

Assumir a autoria por aquilo que você escreve pode ser o diferencial para trazer mais tráfego a seu site ou mesmo para trabalhar a sua marca pessoal. Acredito que cada vez mais o Google pretende tornar as buscas pessoais usando o que ele aprende sobre seus usuários no Google Plus.

Espero que tenham gostado. Qualquer dúvida deixem comentários.


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: O que é a Rel=Author?



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March 01, 12:06 PM

Olá pessoal,

Desde que ingressei na área de SEO, uma das coisas que sempre tento fazer é acompanhar as tendências do mercado. Seja indo em eventos, seguindo pessoas no Twitter, acompanhando blogs ou ainda perfis do Facebook, a vontade de absorver conteúdo, com a maior velocidade e qualidade possível é o meu objeto de desejo quando estou na Internet.

Recentemente, tomei conhecimento de um projeto muito bacana, o Inbound.org, idealizado e criado por duas mentes brilhantes, o Rand Fishkin, do SEOmoz, e o Dharmesh Shah, da HubSpot. Neste projeto, eles criaram um agregador de notícias para a área de marketing online, onde todo o conteúdo postado é gerenciado pela comunidade e organizado em diversas categorias super relevantes.

O interessante ao meu ver é que muitos profissionais e blogueiros da área de SEO, Links Patrocinados, Analytics e Social Media, estão notando que o Inbound.org é uma bela fonte de referência de tráfego qualificado e até mesmo, muitos, como eu, estão utilizando ele como fonte de estudo e descoberta de novos conteúdos de qualidade.

Ainda em termos de itens interessantes do projeto é que é possível votar nas notícias, algo nativo de agregadores, e ainda temos um local para discussão do tema.

Eu achei o projeto muito bacana e recomendo que vocês acompanhem o agregador através dos seus feeds e seu Twitter. Vale lembrar que eles tem muitas opções de RSS feed, separados por categoria, ou seja, se você quiser apenas os links de SEO, basta clicar aqui, ou ainda se você quiser somente os de Design / UX, basta clicar aqui. Para ver todos os RSS de categoria, visite este endereço.

Para os que são mais aficionados pelo Twitter, o Inbound.org tem um perfil oficial que tweeta as principais notícias do dia. Vale a pena seguir.

Um abraço e até a próxima oportunidade!


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Inbound.org – Um agregador de notícias de marketing online



A MestreSEO é uma agência especializada em otimização de sites e links patrocinados. Confira também o nosso curso de SEO e o curso de Google Analytics.

February 29, 02:44 PM

Olá, amigos!

Depois de um tempinho sem novidades, o Facebook voltou com força total em mais uma conferência para anunciar grandes mudanças em duas das suas principais áreas. A polêmica timeline, que invadiu os perfis e incomodou muita gente, está de volta: agora nas fan pages.

A mudança é bem significativa e realmente parecida com a que foi feita no perfil. Certamente teremos um novo barulho negativo por parte dos usuários e, segundo informações do próprio Facebook, as timelines nas fan pages entram pra valer apenas no dia 30 de março.

Outra novidade anunciada envolve os Ads do Facebook, que terão novos formatos e alterações na maneira de visualizá-los. Neste artigo, vamos detalhar a linha do tempo e, posteriormente, falamos dos anúncios.

Timeline para todos

Ao dar de cara com a timeline nas fan pages, a impressão é que estamos num perfil novo de alguém. Mas alguns pontos precisam ser destacados.

O primeiro deles é o fim da welcome tab. Tão aclamada como essencial para receber os novos visitantes e os não-fãs, as abas de abertura deixam de existir como opção nesta timeline para empresas.

Agora, é preciso apelar para a imagem de capa, aquela mesma que tem no Perfil, no topo da linha. Tal imagem deve ser pensada de maneira que atraia o usuário assim que ele entrar na sua fan page.

Outra novidade é o destaque de posts. Se você publica algo importante, que precisa prender mais a atenção de quem navega pela sua timeline, basta clicar na estrela no topo direito da postagem. Assim, ela será ampliada e destacada imediatamente. Uma boa alternativa.

Clicando no lápis ao lado da estrela, é possível alterar algumas opções da postagem. Uma das novidades é poder fixar no topo da timeline, outra maneira de destacar uma publicação, mas sem alterar seu formato original.

Aplicativos escondidos

Um ponto que pode ter desanimado alguns é a forma como os aplicativos são exibidos. Aquele tradicional menu à esquerda, abaixo da foto, foi eliminado e para ver todas as apps é preciso clicar numa modesta seta ao final das quatro aplicações em destaque.

A exceção do menu de Fotos, todos os outros ícones podem ser trocados de posição para que ocupem os outros três espaços em destaque. Para isso, dentro desse menu dos apps, use mais uma vez o botão do lápis para editar e trocar a ordem.

Ícone alterável

Uma das grandes dores de cabeça de quem usa aplicativos de terceiros no Facebook envolvia os ícones dos apps. Pagemodo, Static HTML e outras aplicações têm seus ícones e não era possível alterar a imagem exibida no menu dos aplicativos.

Com a nova timeline, o Facebook colocou a opção de editar as configurações do app, inclusive mexer nesta imagem que sempre incomodou. A personalização está completa.

Contato direto

Um dos boatos já lançados foi implementado nesta nova alteração de timeline. É permitido agora entrar em contato direto com a marca através de mensagens privadas, desde que a empresa habilite a funcionalidade na sua fan page.

Painel administrativo

Talvez essa seja uma das mais bacanas novidades implementadas nessa timeline para fan pages. No topo direito da tela principal, existe um ícone de painel que abre todas as opções internas para que o administrador visualize o desempenho recente de sua fan page.

Na caixa do painel, é possível checar os recentes curtidores, as atividades de quem já é fã, as mensagens recebidas na fan page e um pequeno Insights com os principais dados. Todos os quatro stats vêm com o link “Ver todos” para visualizar os números em sua totalidade.

Essas são as mudanças principais da nova página para empresas no Facebook. Logo volto com outro artigo focando apenas na área de Ads.

Um abraço!


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Timeline para Empresas no Facebook



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February 16, 08:46 AM

Saudações, amigos!

Chegamos para o MestreCast 55 e já anotando um recorde para este humilde programa. Vocês enfrentarão uma maratona podcastal, já que esta edição está beeeem longa.

Pois é. Para quem gosta de ouvir nossos debates e nossos convidados, o programa 55 é um prato cheio. Lembram da pesquisa sobre o mapeamento do mercado de SEO no Brasil? Montamos uma mesa redonda para conversar sobre alguns resultados.

E foi realmente uma mesa. Já que estamos falando de recorde, o MestreCast desta semana tem SEIS participantes!

Ique Muniz e Fábio Ricotta recebem os amigos Juliano Barbosa (AO5), Alberto André (Seleto), Pablo Augusto (Nuva) e Mauricio Zane (o retardatário) para um grande debate.

Neste MestreCast, ouça, entre outras coisas: uma discussão sobre trabalhar para uma agência; como negociar e vender SEO; a relação entre ganho/performance; idéias para fortalecer e amadurecer o mercado; uma discussão sobre a característica do profissional de SEO e muito mais.

Como falado no início do post, é o maior programa já gravado. São quase Três Horas de duração e esperamos que vocês curtam, apesar do longo tempo! E quem está interessado em fazer o curso SEM Dúvida, ouça até o final. Tem promoção!

Links Comentados

Curso SEM Dúvida
Imagem Pedro Dias – Estratégias de Link Building

Músicas desta Edição

Matteo Cargnelutti – Moods (album)
Lovely Girls are Blind – Gennervilliers (album)
Marcos Alves – The Online Single (album)
Suchtmaschine – Kra! (album)
Javagore – Babastone (album)
ULI – Anfunk (album)

MestreCast #55

Estamos no iTunes!
MestreCast no iTunes


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: O Mercado de SEO no Brasil



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Depois de uma semana de pausa, pois fizemos um MestreCast live direto da Campus Party, voltamos com nossas gravações. E voltamos no embalo! Amigos ouvintes, se preparem: temos uma edição 55 muito extensa, batendo um recorde de duração. Quem acompanhou nossa pesquisa sobre o mercado de SEO vai gostar do debate promovido neste programa, que recebe seis participantes. São quase três horas de muita informação e troca de experiências para todos. Esperamos que vocês aguentem a absorvam tudo! Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: O Mercado de SEO no Brasil A MestreSEO é uma agência especializada em otimização de sites e links patrocinados. Confira também o nosso curso de SEO e o curso de Google Analytics.

February 14, 08:28 AM

Olá leitores da MestreSEO,

Na última semana, divulgamos o mapeamento do mercado brasileiro que realizamos com mais de 200 profissionais. A pesquisa foi um sucesso e tivemos belos feedbacks e sugestões para novas pesquisas. Com a proposta de continuar a entender melhor o nosso mercado, estamos lançando uma nova pesquisa que visa mapear os cargos e salários dos profissionais de SEO do Brasil, algo que é muito controverso, principalmente pelas diferenças entre os mercados regionais.

A Pesquisa

A pesquisa é muito simples: separamos 4 perguntas básicas para entender melhor os profissionais:

  1. Qual estado do Brasil você trabalha?
  2. Qual o seu grau de escolaridade?
  3. Qual o seu cargo dentro da sua empresa?
  4. Qual o valor do seu salário?

Participe


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Pesquisa – Salários e Cargos do SEO Brasileiro



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February 10, 08:39 AM

Olá leitores da MestreSEO,

Ontem eu tive o prazer de palestrar pelo 3º ano seguido na Campus Party, o evento que mais reúne geeks, nerds e aficionados por tecnologia por 7 dias em São Paulo. Com o convite do Edney Souza e Bia Granja, pude dar ao público uma enxurrada de dicas de como maximizar as visitas de seus blogs, com ações muito simples e diretas.

Como de costume, venho aqui compartilhar com vocês a apresentação para que todos possam ter acesso ao material oferecido no evento.

A Apresentação – SEO para Blogs

Principais Pontos da Palestra

Os principais pontos discutidos na palestra foram:

  1. Existem 4,7 milhões sites utilizando WordPress!;
  2. O plugin Wodpress SEO é um plugin que possui excelentes funcionalidades para um blog em WordPress;
  3. Para criar um grupo de artigos relacionados no seu blog, utilize o plugin nrelate Related Content;
  4. Para mensurar o seu blog, utilize o Google Analytics com o plugin Google Analytics for WordPress
  5. Não esqueça de otimizar o tempo de carregamento do seu blog. Para isto você pode utilizar o W3 Total Cache;
  6. Não esqueça de implementar os botões de social media (Twitter, Facebook e +1). Eles podem direcionar muitas visitas para o seu blog;
  7. O botão de +1 influencia certos grupos sociais em como o seu site irá aparecer nos resultados do Google;
  8. Segmente o seu tráfego de redes sociais através do Google Analytics para saber quais delas merecem mais atenção;
  9. Monitore a sua busca interna através do Google Analytics para que assim, você saiba o que deve privilegiar em sua home page ou termos de novos conteúdos;
  10. Para criar conteúdo focando “hypes”, fique de olho em portais, redes sociais e até mesmo na televisão;
  11. Para nichos, a dica é utilizar redes sociais, interagindo com o público, tais como Yahoo! Respostas, Twitter, Facebook, Google+ e outras;
  12. A reotimização de conteúdo é uma das estratégias mais interessantes para fazer em blogs que já possuem uma quantidade boa de conteúdo publicado. Você pode conseguir muito mais visitas apenas ajustando as suas postagens antigas.

Conclusões

Ainda que você não possua um blog, entenda as estratégias que são passadas na apresentação e aplique em seu site. Muitas das dicas e técnicas aqui relatadas funcionam em todos os tipos de sites, em diferentes nichos, para diferentes pessoas. Aproveite e faça hoje mesmo, para conseguir ainda mais visitas.

Espero que tenham gostado e até a próxima palestra!


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: SEO para Blogs – Ganhando Milhares de Visitas



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February 09, 09:41 AM

Olá leitores da MestreSEO,

No final de 2011, com a divulgação de uma pesquisa da Datadial sobre o mercado de SEO no mundo, ficamos muito interessados em fazer o primeiro mapeamento do mercado brasileiro. Diante desta motivação, criamos 22 perguntas, que foram respondidas por 210 profissionais, sendo eles, profissionais liberais, profissionais em agências, profissionais in-house e até mesmo empresários. Com este espaço amostral, temos confiança que realizamos um belo mapeamento do mercado de SEO brasileiro e hoje estamos aqui para divulgá-lo.

As perguntas

Com base no estudo da Datadial, adaptamos e criamos novas perguntas para a realidade do nosso mercado. Abaixo, você pode conferir as 22 perguntas realizadas aos nossos entrevistados:

  1. Você atende clientes em todo o Brasil ou apenas em um estado?
  2. Que tipo de negócio você é?
  3. Quantas pessoas trabalham com SEO no seu negócio?
  4. Você oferece outros serviços em seu negócio além de SEO?
  5. Quantos clientes o seu negócio gerencia?
  6. O seu contrato com clientes é baseado em tempo de trabalho?
  7. Qual o tipo de contrato que você realiza?
  8. Na média, quanto você cobra mensalmente dos seus clientes por um serviço de SEO?
  9. Na média, por quanto tempo você permanece com seus clientes?
  10. O que você considera como principal problema para os seus negócios hoje?
  11. Qual a sua maior barreira quando vende SEO?
  12. Qual a principal forma de geração de leads do seu negócio?
  13. Quais estratégias abaixo você tipicamente inclui em uma campanha?
  14. Quais estratégias de link building você mais utiliza em suas campanhas?
  15. Você compra links?
  16. Quais ferramentas você utiliza?
  17. Quais ferramentas de pesquisa de palavra-chave você utiliza?
  18. Quanto tempo em média você investe criando um relatório para seu cliente?
  19. Quais informações você provê em seus relatórios?
  20. O que você fazia antes de ser um profissional de SEO?
  21. Qual a principal características você considera ser importante para um profissional da SEO?
  22. Alguma vez você teve um site penalizado?

Os dados

Copie o código abaixo e cole em sua página

Conclusões

Com estes dados em mãos, pretendemos lançar novas pesquisas e até mesmo manter uma pesquisa anual do segmento, para entendermos a evolução do mercado de SEO no Brasil. Esperamos que vocês tenham gostado da pesquisa e estamos abertos a sugestões de novas pesquisas.


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Pesquisa – Mapeamos o Mercado de SEO no Brasil



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February 07, 06:43 AM

Olá, amigos!

Fizemos, na semana passada, um artigo introdutório sobre o Pinterest – a rede social com apelo visual que está bombando lá fora e, devagarinho, chamando a atenção por aqui. A repercussão foi bacana e muita gente manifestou interesse em participar, ao menos para ver como funciona.

Trouxe, entre os tópicos citados, um vídeo do amigo Ruben Quinones, da Path Interactive. Ao lado da colega de trabalho Sarah Dryden, Ruben comentou sobre a rede social de maneira breve, porém elucidando os principais pontos do Pinterest.

Neste primeiro artigo, a idéia era também contar com a participação dele. Fizemos uma entrevista rápida que seria colocada no texto, mas, em virtude da agenda, a conversa ficou para depois.

Sendo assim, trago agora um pouco mais sobre o Pinterest – agora na visão de quem já está em contato com a ferramenta há algum tempo e tem uma agência de marketing por trás. Ruben Quinones fala novamente para nossa comunidade, agora sobre esta nova rede:

Ique: Ruben, o que podemos fazer com o Pinterest?

Ruben: Se eu fosse descrever o Pinterest usando ferramentas já conhecidas da social media, definiria em um cruzamento entre Delicious e Flickr. O Pinterest é um site onde, através de imagens, você pode destacar seus gostos, preferências e estilo. Diferente de outros sites de fotos, ele organiza em um mural virtual que pode ser categorizado, enviado para o Facebook ou tuitado.

Assim como a maioria das redes sociais, você pode seguir usuários e ser seguido nos pinboards. Num curto período de tempo, o Pinterest já se colocou entre as dez maiores redes e parte responsável por isso está o plugin para os navegadores, que facilita o acesso à ferramenta durante a navegação na Internet. Se você gosta de uma imagem, você pode “pinnar” sem sair do site que se encontra e, mesmo ser ver, você terá esse pin visto, comentado, curtido ou replicado pelos seus seguidores.

I: Podemos utilizá-lo para negócios, como uma oportunidade de branding, por exemplo?

R: Como um profissional de marketing, sempre que você tiver uma oportunidade de participar de um site que te coloque diante de novos usuários em potencial, você precisa considerá-la. Assim como o Flickr, é permitido taggear fotos com termos e palavras relevantes, relacionando-as com pesquisas por marcas. Basicamente, através das imagens, as marcas podem ganhar mais espaço digital. Eu ainda não sou um heavy user do Pinterest, mas estou envolvido como um profissional e tenho visto que tem provido tantas visitas quanto visitas orgânicas para alguns de nossos sites.

I: Como as pessoas estão usando o Pinterest aí nos EUA?

R: Mostrar determinados gostos, favoritar sites via imagens ao invés de links e, como previsto, uma lista de compras. Imagine você tentar favoritar uma página com seus vestidos favoritos (eu não uso vestidos!), mas você não lembra como a peça é? Você terá que clicar em site por site para achar aquele vestido que você gostou. Com o Pinterest, você tem tudo em um quadro como referência.

I: Existe algum benefício para o SEO ou outra área de marketing?

R: Sim! Assim com o Flickr, você pode taggear suas palavras-chave nas fotos. No entanto, eu ainda não vi o Pinterest indexado no Google Images, mas acredito que ainda será. Mas há outro elemento também importante: quando você executa o “Pin” numa imagem, você adiciona um link para onde a imagem está. Por um tempo, esses links eram “do follow”, mas, recentemente, foram trackeados com “no follow”. Mesmo assim, eles rapidamente estão se tornando uma fonte forte de referência e tráfego para muitos sites. Na nossa agência, temos clientes onde o Pinterest é um dos primeiros em tráfego para eles.

Nem todo site se encaixa com a rede. Se você tem uma página com alto apelo visual com fotos, infográficos, imagens de produtos, aí você deve considerar investir no Pinterest. Se você é um varejista, você fortemente deve considerar o Pinterest. Alguns exemplos de sites incluem: arquitetura (se há fotos), imóveis, floristas, planejamento de eventos, moda, etc.

O Pinterest provê o botão “Pin It”, onde os donos de sites podem colocá-lo ao lado das suas fotos para facilitar que sua audiência clique e compartilhe as imagens em seus boards.

As marcas já estão tirando proveito desta nova rede e estão vindo com campanhas criativas. Um exemplo: Lands’ End Canvas, um varejista de roupas, recentemente montou uma campanha no Pinterest premiando dez usuários com cartões-presente de US$ 250,00 que criassem boards usando fotos de produtos da loja. Trata-se de uma boa maneira de mobilizar usuários para destacar fotos de sua marca.

I: Por favor, mande mais alguma dica ou informação sobre.

R: É fácil ficar sobrecarregado com tanta rede social existente por aí, então eu tenho uma regra: Se eu ouvi sobre uma rede por três vezes, eu vou lá investigar. Ao contrário do Quora, outra rede muito falada ano passado, o Pinterest não dá sinais de recuo. Se você atua com marketing, é difícil ignorar o tráfego que a rede está gerando. E se você tem um cliente que encaixa com ela, está na hora de considerar como uma das estratégias.

Só mais uma coisa – e espero que você mantenha isso no texto. Eu estou impressionado com a sua importância no Brasil. Recentemente pesquisei por Ique Muniz e fiquei impressionado. Espero um dia ser como você hahahaha


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Entrevista: Ruben Quinones e o Pinterest



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February 02, 01:11 PM

Olá, amigos!

Não sei se vocês estão de olho no barulho recente das redes sociais e notícias especializadas, mas parece que tem algo novo “na praça” e, do jeito que estamos acostumados a ver, logo a moda vai pegar por aqui e se tornar mais uma febre.

Você já ouviu falar no Pinterest? Se não, ainda vai ouvir ou ler (bastante).

Com apelo puramente visual, o Pinterest é mais uma ferramenta para viciar usuários a compartilhar conteúdo durante as navegadas diárias pela Internet. Com uma interface simples e poucos menus de navegação, o objetivo é “alfinetar” aquelas imagens, fotos e outros arquivos visuais que chamaram a atenção em um determinado site.

Aqui no Brasil a coisa ainda está meio devagar. Algumas pessoas já têm conta por lá (eu também) e, dentro deste grupo, há quem use até com frequência. O Pinterest cresceu rápido e já criou até seu aplicativo de Timeline para o Facebook, permitindo replicar nas atualizações que um usuário “pinnou” determinado conteúdo.

Lá fora, a moda está forte. Chamado por alguns de “twitter visual” e, por outros, de “visual bookmarker”, o Pinterest ganha cada vez mais usuários, aumenta em número de visitantes únicos e, consequentemente, chega às páginas de grandes portais ressaltando a sua presença no mundo das redes sociais.

Atualmente, estima-se que a rede tem mais de 7 milhões de usuários.

Como usar?

De cara, ao acessar o site do Pinterest, você descobre que é preciso ser convidado para participar da brincadeira (é bem provável que logo isso deixe de ser uma regra, dada a popularidade crescente). Peça para algum amigo ou faça um request pelo botão em destaque na home para entrar.

Assim como o Twitter, o Pinterest permite que você siga e seja seguido. Assim, você determina quem serão os usuários que terão seus pins replicados em sua tela principal. É possível visualizar apenas estes “amigos” ou ainda segmentar pelas postagens mais populares ou, por fim, categorias do site (esportes, artes, tecnologia, etc).

Para “alfinetar” as suas imagens preferidas nos sites que visita, basta configurar o botão “Pin It” em seus bookmarks. Geralmente, ao começar a usar a ferramenta, você será encaminhado para a página do botão.

Caso não encontre essa opção facilmente, basta clicar no menu About no topo direito da sua tela:

Arraste o botão “Pin It” ao centro do destaque azul para sua barra de favoritos e está tudo certo.

Indo ao seu perfil (através da sua foto), é possível organizar seus Boards, ou quadros. Trata-se de uma simples categorização dos seus posts – assim fica mais simples organizar os “assuntos” das suas imagens.

Por fim, para sincronizar suas atividades do Pinterest com a sua Timeline do Facebook, basta ir na sua foto no topo direito, clicar em Settings (onde você pode editar seu perfil) e rolar a tela até encontrar as opções “link to Facebook” e “add to timeline”.

Mas afinal, qual o objetivo?

O Pinterest se define como um “mediador de gostos e interesses”. Cada “alfinetada” marcada pode revelar coisas em comum entre dois usuários e é com base nesse tipo de comportamento que a rede foi criada.

Mas, como qualquer sucesso de um site ou ferramenta online, sempre é possível ir mais além. Não se trata apenas de um compartilhamento de imagens e, por isso, profissionais começam a descobrir possibilidades para usá-lo em favor de uma empresa, seja para o marketing ou para a venda de produtos/serviços.

Para clarear um pouco mais as oportunidades, recorri ao amigo Ruben Quinones, que alguns devem ter visto no último Social Media Brasil. Ele também foi entrevistado por mim na coluna de Facebook.

Ruben já fez um vídeo sobre o Pinterest na Path.TV, o canal de sua agência em Chicago, nos Estados Unidos, e está de olho no crescimento da ferramenta. Quem está com o inglês afiado, pode conferir:

Como já dissemos, com o apelo puramente visual, portanto aqueles que usam e abusam das imagens para fazer uma divulgação ou vender algum produto/serviço podem já pensar em montar suas contas no Pinterest.

Algumas idéias

Comentei, no comecinho do artigo, do crescimento de sites falando sobre o Pinterest. Para fazer este artigo, busquei alguns links lá fora e, nesta gama de fontes, deparei-me com algumas possibilidades de negócios e de coisas que já estão sendo feitas.

Como o Pinterest é uma ferramenta visual, é necessário investir em imagens. Você precisa de um blog, site ou portal que receba as visitas e, claro, possua imagens atraentes para serem “pinnadas” pelos usuários.

Estes pins serão jogados para a home da rede social e estarão visíveis aos amigos da pessoa que favoritou o conteúdo. Assim, aumenta-se a chance de receber futuros visitantes vindos do Pinterest. Isto é possível por conta do link maroto que é colocado como fonte, assim que visualizo um pin em tamanho real:

Vitrine Virtual

E é nesse espírito que entra a veia comercial. Algumas pessoas publicam itens em seus Pinterests diretamente de uma página de produto. Intencionalmente, ou não, o pin nos dá a chance de olhar um produto e, na hora, clicar no link para ir direto ao site da loja.

Traduzindo em imagem, exemplifico na montagem:

Fonte de tráfego

Pessoas influentes da social media já estão descobrindo que o Pinterest pode ser uma boa plataforma de divulgação visual. Imagine você, criador de infográficos, ou você, que encomendou esse tipo de arte para divulgar dados de seu site.

Um board de social ou de infográfico é um bom local para divulgação e popularização de infográficos. Jeff Bullas, que compartilha e ensina conteúdos de Facebook e Social Media, já está ligado nessa dica:

A Sacada Master

Donos de e-commerce, vendedores e anunciantes de serviços, produtos e etc. O Pinterest tem uma sacada que é matadora para você que apela para as imagens para vender. Enquanto produzia esse artigo, deparei com algumas imagens com uma barra de preços no topo, como uma oferta.

Curioso, pois pensei: “os malandros já descobriram o apelo visual e estão editando as fotos, colocando o preço para a galera dar pin”.

Mas, como diria Zagallo, “fomos surpreendidos novamente” ao verificar que a tarja de preço não fazia parte da imagem. Trata-se de um efeito do próprio Pinterest.

Pois é! Você pode marcar um preço de produto, acompanhado do link para o site mostrado no primeiro exemplo acima:

Para colocar essa tarja, basta dar pin em uma imagem e, na hora de escrever a sua descrição, insira o “$” e o valor. Automaticamente, o exemplo da imagem receberá a tarja para você visualizar o resultado.

Um ponto importante é que ele só faz a alteração com “$”. Outras moedas com símbolos diferentes como libra e euro não ganharam essa formatação. Testei R$ e, por conta do cifrão, a tarja entrou, mas o “R” não é inserido.

Partindo dessas idéias, use a criatividade, pense visualmente e fique de olho para explorar essa rede social que só cresce.

Em breve, trarei entrevistas e novos artigos sobre o Pinterest.

Um abraço!

imagem via: Science Notebook


Confira o artigo original publicado pela MestreSEO: Você Conhece o Pinterest?



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Posts

June 21, 08:35 PM

Blz xará? Num post do Matt sobre o Panda, ele cita ? a se fazer p/ determinar se o site ‘merece’ qualificação. Dentre elas: “Você colocaria seus dados de cartão de crédito nesse site?”, pergunta: Mesmo não sendo e-com, um certificado no meu site ajuda?

Boa pergunta enviada pelo FabioLima! O Google Panda é um novo update nos algoritmos do Google que veio para ficar. Como objetivo geral, ele visa aumentar a qualidade dos resultados apresentados em pesquisas através da eliminação de resultados poucos relevantes. E para o Panda, pouco relevante é muitas vezes sinônimo de pouco conteúdo, ou conteúdo duplicado, ou ainda excesso de anúncios em uma página (e falta de conteúdo).

O artigo citado pelo Fabio é o More Guidance on Building a High-Quality Site, no qual o Google indica 23 perguntas a se fazer para medir a qualidade de um site (por acaso alguém ficou com a impressão que estas seriam as perguntas que um “revisor manual” de sites precisa fazer para decidir se o site será penalizado ou não?); e uma das perguntas é:

Você se sentiria tranquilo em fornecer os dados do seu cartão de crédito para este site?

Faz sentido. Se você confia no site, então são grandes as chances de ele ser um site de qualidade. Dado este cenário, é comum que ecommerces exibam selos de certificação de segurança (hacker safe, certsign, entre outros).

Mas a pergunta foi: Ter certificação de segurança ajuda no Google? Ajuda a sobreviver ao Panda? Duvido. É relativamente simples mostrar um selo de certificação de segurança. Mas, com certeza, uma vez que seu site seja realmente seguro, isso conta pontos: O Google jamais vai encontrar brechas para inserção de malware ou hacks, vai ver sempre a indicação de uma plataforma atualizada em uso e por aí afora. E isso é bom.

Não é o selo em si que vai fazer o Google “gostar” do site, mas sim o fato de o site ser realmente seguro. Quando o Google lançar seu próprio sistema de validação de segurança de sites, aí sim tirar a certificação Google pode facilitar a confiança do Google no site. Mas isso resultar em rankings melhores é outra história.

#fikdik – Panda = The Furious Five + Master Shifu

Lembre-se que o Panda se apoia em 5 princípios básicos:

  1. Eliminar conteúdo duplicado
  2. Eliminar sites inundados com publicidade
  3. Eliminar sites que decepcionam usuários
  4. Eliminar sites que combinam os itens anteriores de alguma maneira
  5. Oferecer conteúdo de qualidade aos usuários

Por último, esteja sempre atento as orientações do Mestre Shifu.

Parênteses: problemática essa limitação de caracteres para pergunta no Formspring, as vezes é preciso decifrar o que o pessoal manda!

February 03, 08:39 AM

Eu tenho cerca de 4 sites, todos de assuntos distintos, seria black hat eu criar um link na lateral dos 3 sites enviando link para meu outro site ? ( Se somar as paginas dos 3 sites são quase 15000 paginas que se transformariam em link) Grato.

O debate de troca de links é bem interessante também, envolve questões que vão além de ter links recíprocos, trocados com outros sites ou não. Obviamente, por base a resposta é sempre “não faça troca de links,” pois é a recomendação que existe na própria lista de diretrizes para webmasters do Google:

Não participe de esquemas em que os links são usados para aumentar a classificação do seu site ou que utilizem o PageRank

Onde esquemas englobam:

  • Links com intenção de manipular o PageRank.
  • Links para spammers e “más vizinhanças” na web.
  • Excesso de links recíprocos ou excesso de esquemas de troca de links (“Direcione seu link para o meu site que eu direciono para o seu”).
  • Compra e venda de links aprovados pelo PageRank

Navegando pela ajuda do Google para webmasters a fora, você acaba encontrando outras explicações sobre tudo isso, que é aonde a discussão fica interessante.

Como está ali na lista de esquemas de links, o “excesso de links recíprocos” é um problema. O que é difícil medir, na maior parte dos casos, é justamente esse excesso. O que é excessivo? 1000 links? 10? 45.640? Seria somente essa troca de sidebar, que acaba por gerar milhares de links?

Esse tipo de resposta é difícil de encontrar, a quantidade vem até a ser uma questão subjetiva. Talvez esteja atrelada a um percentual: “se 30% dos backlinks forem provindos de troca de links, então é manipulação de PageRank.”

Isso tudo leva a outro ponto, que não encontrei por lá: o perfil de backlinks. Digamos que o  ”normal” seja um website ter links de diversas fontes, como outros blogs da área, alguns blogs que nem são da área, links de redes sociais, agregadores de conteúdo, as vezes diretórios, talvez sites de notícias ou fóruns e por aí afora. Tudo isso compõe o perfil de backlinks de um site, que é onde está a chave da discussão.

Quando o perfil de backlinks de um site é bem diversificado e distribuido, tem-se, provavelmente, um site mais interessante do que um que tenha o perfil de backlinks concentrado em 1 ou 2 pontos: somente links de diretórios, somente links de fóruns (e poucos fóruns); ou a maioria dos links é de troca de links com 2 ou 3, talvez mais sites.

Em especial, quando o perfil de backlinks de um site foge do seu padrão, para um novo radicalmente diferente, como milhares de links de fóruns, ou comentários em blogs, ou mesmo links na sidebar/footer de outros sites e sem nenhuma razão aparente, então pode ser o caso de o Google olhar com novos olhos aquele perfil de backlinks.

#fikdik

“Então já entendi. Não devo trocar links, certo?” Errado. O Google não é contra a troca de links em si, nem mesmo contra a compra/venda de links. O Google é contra o uso desses artifícios para manipulação de rankings, ou seja, enquanto você não envolver o PageRank na troca de links, está tudo bem.

Utilize o atributo rel=nofollow nos links e apenas “troque tráfego” entre os sites, não PageRank/Link Juice. Quando um determinado conteúdo de um dos sites for realmente útil para complementar o conteúdo do outro, faça o link ao longo do conteúdo, como eu fiz aqui com o link para as diretrizes do Google.

Mas atenção, se você abusar dessa troca de links no conteúdo, voltamos a estaca zero.

Pessoalmente, nos sites de laboratório na MestreSEO, blogs no caso, vi toda uma rede ser penalizada no Google após a troca de links simples na sidebar. Adicionalmente, após a remoção da troca de links e pedido de reconsideração, os sites foram libertados da penalização. Mas #fikdik.

February 02, 10:13 AM

Como você vê a indexação dos posts dos forums do Orkut?

Particularmente ainda não encontrei o Orkut nas pesquisas que tenho feito. O que eu já encontrei relacionado ao Orkut foi do próprio fórum de ajuda do Google (google.com/…/orkut/forum/p/….) que não é conteúdo do Orkut, mas sim do Google. Mas é fato, as comunidades estão no Google:

Aproveitando a consulta, já ativei o SERP Overlay da mozBar na consulta específica sobre comunidades do Orkut para ver como poderiam estar sendo posicionadas. Curiosamente, pela base de dados da Open Site Explorer, o volume de backlinks pode não estar sendo tão relevante: os 3 primeiros não tem backlinks, o quarto tem Page Authority 54 e de 4 links e 3 root domains.

Infelizmente, a OSE parece que está meio perdida nas informações (clique para ampliar):

Mas ainda assim, considerando a questão social, onde os links não são exatamente o que mais importa, começa a ser interessante avaliar como os conteúdos do Orkut vão aparecer nos rankings. Em termos de volume de membros na comunidade, a ordenação correta seria:

  1. Orkut Manager (segundo na busca)
  2. MMORPG (primeiro)
  3. Nova Consciência (quarto)
  4. Blush (terceiro)

Complementando, lá nos idos de janeiro de 2008 eu havia postado no meu blog sobre PageRank no Orkut, então, mais um fator que pode empurrar as páginas do Orkut pra cima nas buscas no Google.

De longa data, sabemos que há realmente um volume de conteúdo e informações gigantesco no Orkut, são milhões de usuários escrevendo sobre milhões de assuntos nas comunidades da rede, assim, o Orkut tem o que o Google diz que é necessário, o conteúdo. O impasse fica por conta da qualidade e, finalmente, backlinks para esse conteúdo.

Buscando o título das comunidades do Orkut no Google, algumas aparecem, mas, curiosamente, na busca encontro da nova consciencia, quem aparece é o Facebook:

Pois é, mas o Orkut está chegando. Acredito que o Orkut precisa ainda mudar seu posicionamento e sua imagem frente ao público para realmente se tornar um canal o qual as pessoas procurem para divulgar suas informações visando inclusive os rankings no Google.

O domínio do Orkut em si é realmente bem forte. A questão é fazer uma boa distribuição dessa força internamente para conquistar os rankings. Aí Orkut, precisando de ajuda, manda um email!

February 02, 08:15 AM

Frank, para dar uma maior relevancia em determinada palavra em seu texto, é inserido o código strong, assim os buscadores e internautas vem sua palavra como “importante”. No entanto estou abrindo uma loja virtual e inserido nas palavras itens inclusos, de

Ok, a pergunta não terminou, mas foi possível entender o rumo e levantar os pontos a serem esclarecidos.

Inicialmente, a resposta vai para o ok, usar o strong é legal. Já a sua importância para rankings não é tão relevante assim. Qualquer outro fator derruba o strong facilmente. Por outro lado, o seu uso como efeito visual é bem interessante.

Fungindo da história de rankings, e relevância, e coisa e tal, o strong é um efeito visual que deve ser usado nos textos para se dar destaque a uma determinada palavra, frase ou trecho do conteúdo. Especialmente, deve ser usado para chamar a atenção a partes importantes da leitura.

Neste sentido, o strong tem muito mais utilidade do que prover melhores rankings, hoje em dia. Junto dos seus amigos itálico ou sublinhado (que nem deve ser usado para não misturar com backlinks), todos oferecem o mesmo potencial de rankings e todos funcionam muito bem nos efeitos visuais.

#fikdik

Lá no SEOmoz, o Rand Fishkin divulgou informações já há bastante tempo dando conta de que não existe diferença entre usar <strong> ou <b> no objetivo de obter melhores rankings e que o itálico teria alguma mínima vantagem. Eu não me lembro mais se foi vídeo ou artigo no SEOmoz, então vou ficar devendo o link dessa vez.

Mas por falar em relevância de keywords e elementos para SEO, fica a lista do que eu vejo como prioridades para uso da keyword:

  1. Nome de domínio (por enquanto)
  2. Backlinks (devem durar bastante tempo ainda)
  3. Título da página (também deve durar bastante tempo)
  4. Conteúdo (óbvio)
  5. URL
  6. Heading tags
  7. Alt text
  8. Meta description
  9. O resto (meta keywords – se quiser usar, negrito, itálico, etc.)

Por enquanto foram os elementos que eu lembrei, você concorda? Discorda? Comente e vote:


January 27, 06:10 PM

Frank qul a diferença entre popularidade e pagerank, tenho uma dificuldade enorme em descolar links que apontam para meu site dando voto a maioria deles é NoFollow apontam meu site mas não passam voto onde e como posso administrar isto

Acaba que PageRank é o conceito mais fácil de definir. Popularidade é um tanto quanto subjetivo, tem as suas nuances referenciando PageRank, tem o lado que bate com o senso comum sobre popularidade. Então vamos lá: O que é PageRank?

O que é PageRank?

PageRank foi o nome dado ao algoritmo que fez o mundo das Search Engines mudar e se definir como conhecemos hoje. Desenvolvido por Sergey Brin e Larry Page (por isso o nome PageRank – o Ranking do Page), fundadores do Google.

O PageRank foi a base de funcionamento do Google nos seus primeiros anos de vida e sua linha de funcionamento teve origem no conceito de referências bibliográficas: mesmo com alguns poucos anos de escola, nós já aprendemos que ao fazer um trabalho ou pesquisa, precisamos identificar a bibliografia utilizada como base de tal pesquisa, ou seja, indicar as fontes autoritárias que embasaram o trabalho desenvolvido.

O PageRank original seguia a mesma linha, em uma analogia com links. Page e Brin entenderam que quando um documento na Internet possui um link para um outro documento, é sinal de que este segundo documento é uma autoridade que embasou o primeiro, logo, tem grandes chances de ser mais importante. Quando terceiros e quartos documentos também possuem um link para aquele segundo, tratam-se de sinais que reforçam ainda mais a importância dele; da mesma forma que acontece com referências bibliográficas – um trabalho muito citado como base em outros livros e publicações, muito provavelmente é uma autoridade no assunto.

E daí o frenesi em conseguir tantos links quanto fosse possível. Em especial, o Google potencializou a atenção que se dava ao PageRank quando o transformou em um valor visível – a famosa barra do Google que mostra o valor de 0 a 10 ou n/a para cada documento na web (html, sitemap.xml, pdf, etc) – que, para completar, se atualizava apenas algumas vezes no ano. Ainda hoje, a atualização do PageRank é períodica.

Imediatamente, todos perceberam que quanto maior o PageRank de uma página, mais importante era o link que partia dali. E quanto mais links, mais PageRank – E quanto mais PageRank, mais importância o Google dava ao documento.

Mas isso são tempos remotos, de quando o Google ainda estava iniciando. Com o passar do tempo, todas Search Engines perceberam que não bastava fazer uma contagem de links, era necessário avaliar outros pontos:

  • Proximidade de conteúdos dos documentos hiperlinkados
  • Importância (PageRank) do documento com o link
  • Texto âncora utilizado no link
  • Autoridade do domínio
  • Índices de manipulação, repetição de texto âncora

E a cada novo “empecilho” colocado por Search Engines para classificar os resultados em uma busca, os estudiosos dos resultados de busca achavam uma nova maneira de se destacar; de onde os engenheiros das Search Engines tentavam minimizar os efeitos; e o ciclo se renova até hoje.

Hoje, o PageRank não é mais o mesmo de quando foi criado, sofreu algumas alterações. Mas mais do que mudar o PageRank, o Google mudou a forma como classifica os resultados além do PageRank, considerando personalizações, localização geográfica, histórico de busca e muitos outros fatores além do PageRank.

Embora ele não seja mais um fator decisivo para o posicionamento de uma página, ele ainda entra na composição do algoritmo de classificação, uma vez que os links e a filosofia de referências ainda está presente.

PageRank Hoje

Fora a definição técnica e algoritmica do PageRank, hoje ele representa também o conceito de importância dos documentos da web dentro de uma escala de 0 a 10, ou 0% a !00%, ou fraco a forte, ou qualquer outra que você quiser definir.

Ainda, o PageRank também representa a distribuição dessa importância de um documento, ou seja, a idéia de que quando uma página contém um link para outra, a primeira “passa PageRank” para a segunda – dá o voto de que a segunda é uma página de qualidade.

Em termos mais gerais, falar em PageRank, Link Juice, força da página, importância da página, autoridade da página ou até mesmo popularidade da página, tudo gira em torno do mesmo conceito: cada documento da web tem uma relevância diferente, relevância a qual as Search Engines tentam medir e, em alguns casos, tentam representar:

  • O Google, com o PageRank
  • O SEOmoz, com o Page Authority, Domain Authority, mozRank, mozTrust, etc.
  • A comunidade de SEO com Link Juice, popularidade, relevância, importância, etc.

Por falar em popularidade…

Popularidade

Popularidade é um conceito muito mais amplo e por isso é mais difícil acertar uma definição do que o algoritmo do PageRank, que tem sua definição clara.

Considerando este contexto de links e rankings, a popularidade de uma página representa justamente o mesmo conceito que PageRank, Link Juice e afins – a relevância da página. Assim, ao mesmo tempo que existe diferença entre PageRank e Popularidade, também não existe – depende da interpretação do momento.

Se estamos falando do PageRank no sentido de Link Juice, Popularidade é a mesma coisa. Se estamos falando do algoritmo e métodos de classificação, o PageRank é um conceito específico e a Popularidade é um conceito mais amplo e abstrato.

Em outra vertente, também há de se encontrar menções a “Popularidade de Links” (link popularity), que trata de uma forma de referenciar a quantidade de links e, na maior parte das vezes, misturado a qualidade dos links, ou seja, considerando não só quantos votos existem para a página, mas quem está votando.

Por isso, a popularidade é um conceito mais versátil, que na maioria dos casos vai ter o significado atrelado ao contexto no qual está sendo utilizado, mas de modo geral, vai estar sempre esbarrando na relevância de uma página.

Nofollow Links e SEO

Com a história de PageRank e Popularidade resolvidas, podemos falar de links Nofollow e SEO.

Com tanto spam de links acontecendo para todo lado em decorrência da necessidade de conseguir links para ter PageRank e tudo o mais, surgiu o valor nofollow para o atributo rel da tag <a> da programação HTML. Por exemplo:

<a href="http://formspring.frankmarcel.com/" rel="nofollow">link com nofollow</a>

O nofollow no atributo rel, a princípio, serve para impedir o link de “passar PageRank” para a página destino. No caso, se eu tivesse feito o link da maneira acima nesta página, este documento não passaria PageRank para o domínio formspring.frankmarcel.com através deste link devido ao uso do nofollow.

Como definição conceitual/teórica para o Nofollow, o quadro acima ainda é válido. Já nos fins práticos, o nofollow é um tanto quanto obscuro, questionado e questionável.

Por algum momento após o lançamento do nofollow, o Google tanto não passava PageRank, quanto não seguia o link. Algum tempo depois, o seu crawler continuou sem passar Link Juice, porém passou a seguir os links com a finalidade de descobrir o conteúdo referenciado, mesmo sem passar força para ele.

Pois bem, o propósito inicial de evitar passar Link Juice para spammers acabou sendo o uso menos comum do nofollow. No fim das contas, o nofollow foi muito utilizado para “Esculpir PageRank” dentro do próprio website, ou seja, escolher alguns links internos para ter o atributo nofollow, a fim de passar mais PageRank em outros links, “mais importantes.”

Soa bem, não é mesmo? Porém, quando o Google viu este cenário se repetindo e viu que diversos webmasters com menor conhecimento estavam prejudicando os seus sites com a prática do PageRank Scupting, ele resolveu assumir as rédias da situação, tirar do webmaster a decisão absoluta sobre qual link ele vota ou não e resolveu decidir por conta própria quais links eram spam e, por isso, deveriam ser desconsiderados.

E esse foi o último posicionamento oficial do Google: deixar os SEOs sem a certeza sobre o funcionamento do nofollow:

  • Se funciona ou não
  • Em que caso funciona
  • Em que caso não funciona

Na época da revelação sobre o PageRank, o Googler Matt Cutts informou que já fazia 6 meses que o nofollow não funcionava mais como os SEOs estavam imaginando, e de lá para cá, nenhuma certeza e alguns testes atestando que o nofollow funciona quando usado para PageRank Sculpting, mas testes que não inspiraram a confiança da comunidade.

Assim, a questão do nofollow ainda é obscura e o senso comum é que dependendo da relevância da fonte e do destino do link, o nofollow é descartado e o link passa PageRank. Ou seja, o Google estaria arbitrariamente decidindo quando um link passa Juice e quando não passa.

Nota final: o contrário de um link nofollow é denominado link dofollow – o link que passa juice.

Links DoFollow – Como conseguir?

Aí está toda a mágica do SEO e estratégias de Link Building. Curiosamente, as principais formas de conseguir links dofollow estão associadas a produção de conteúdo:

  • Infográficos
  • Guest Posts
  • Artigos
  • Widgets
  • Link baits
  • etc.

Ter conteúdo interessante/relevante acaba sendo uma maneira eficiente de conseguir bons links. As idéias são diversas, como listas, entrevistas, pesquisas, reviews e muitas outras formas de conteúdo que eventualmente acabam atraindo links.

Contudo, o leitor atento já entendeu que não se trata exatamente de links dofollow ou nofollow. É claro que links dofollow são muito mais interessantes, mas não se perde nada em ter links nofollow, pelo contrário, links nofollow são oportunidades de, sim, receber Link Juice – depende somente de ter o conteúdo relevante e não ser link de uma página spam, a princípio.

Nos nossos projetos na MestreSEO, eu tento sempre explicar esses contextos e condições sobre links, PageRank e nofollow para nossos clientes. Nos cursos de SEO, é muito comum que esta questão seja levantada também, para não mencionar comentários, Twitter, Formspring e etc.

Com este artigo, acho que fica possível indicar para todas essas pessoas um conteúdo que esclareça toda a questão. Obrigado por perguntar!

January 14, 08:08 PM

Frank, Sou novo no SEO e nos últimos meses aconteceu 2 vezes algo estranho com meu BLOG. O que ocorre é que o Google manda todas as minhas páginas que estão bem posicionadas no índice para página 10 ou mais e depois normaliza, sabe o que pode ser?

Talvez seja uma diferença de DataCenters. Em um, mais atualizado, o seu blog já foi analisado, posicionado e etc. No outro, o seu blog ainda não foi atualizado e por isso você não vê o seu site bem posicionado.

Há também relatos sobre o chamado Google Dance, que é justamente esse efeito io-io que acontece com alguns websites, geralmente, websites mais novos. A explicação seria o fato de o Google não ter uma estabilidade sobre a confiança e validade do site.

Por último, pode ser algum problema intermitente com servidor, alguma falha no blog que esteja fazendo o Google disparar alguma flag de penalidade. Se você acompanha as páginas de busca como um todo e não somente os seus rankings, talvez você possa identificar algum problema de conteúdo duplicado, que estaria fazendo o seu site “desaparecer” dos resultados de busca.

#fikdik

Por padrão, o Google não exibe resultados duplicados em suas páginas de pesquisa, mas há uma maneira de fazer com que os “resultados omitidos muito similares aos já apresentados” apareçam nas SERPs: o caminho é adicionar o parâmetro filter com valor zero na URL.

Ao fazer uma busca o Google gera uma URL que pode ser parecida com http://www.google.com.br/search?q=palavras, na verdade, com muitos mais parâmetros além do “q” – independente da quantidade, o que você precisa fazer é adicionar &filter=0 na URL, assim ele exibe os resultados omitidos e você consegue identificar se uma página de resultado de busca teve resultados otimidos por duplicação de conteúdo.

A URL final seria http://www.google.com.br/search?q=palavras&filter=0 – mais os outros parâmetros.

January 12, 06:45 PM

Olá Frank, Eu tenho uma dúvida!! Praticamente todas empresas utilizam sua assinatura no email. Junto a assinatura vem o site da mesma. Isso prejudica ou ajuda em relação a SEO?? O buscador vê? entende como spam?

Bom, diretamente, isso vai depender se o Google indexa ou não esse email. Se o robô de busca do Google consegue acessar o conteúdo do email, avaliar seus links, aí sim. Como isso é muito improvável de acontecer, link no email praticamente não tem valor nenhum.

Por outro lado, indiretamente isso tem valor sim. Quem recebe teu email, recebe junto o seu site. É como ter um cartão de negócio/cartão de apresentação pessoal. Se você ou sua empresa tem um site, é mandatório que seu site vá para o seu cartão. Facilita para que as pessoas encontrem você. Em um caso mais extremo, facilita até que você consiga um link diretamente, quem sabe.

#fikdik

Não só em cartão e email, mas também em redes sociais – Twitter, Facebook, LinkedIn, Orkut, … – camisetas, canecas, chaveiros, caneta e por aí afora. Sempre que possível, propagar o endereço do site é uma excelente idéia.

January 12, 06:10 PM

Olá Frank, (Luiz da Brasil na Web) tudo bem por ai? Procurei alguns artigos na Mestre SEO mas queria lhe perguntar: Vocês tem ou você particularmente já comentou algo sobre a redução do volume de resultados de busca do Google? Como mantemos registr

Pergunta legal. Curiosamente, hoje, lancei um artigo na área de assinantes da MestreSEO justamente sobre a questão de volume de páginas indexadas de um site e como conseguir levantar índices sobre a performance desse volume de resultados. Obviamente, é necessário diversos parâmetros para comparação. Minhas sugestões ficam em torno de checar mesmo quantidade de páginas no índice do Google e como usar o Google Analytics para levantar informação relacionada.

O artigo na MestreSEO: Quantas páginas do meu site o Google conhece?

E, em complemento, no artigo sobre análise de sites com o Google Analytics que publiquei no meu blog de SEO, eu explico como levantar páginas úteis para resultados de busca com o Google Analytics. É uma boa métrica.

Do outro lado da história, não o volume de resultados de busca de um site especificamente, mas o volume de resultados em uma busca, eu não faço nenhum acompanhamento e sei que é bem comum que os resultados variem bastante, mesmo consultas em minutos consecutivos. E existe uma série de razões para isso:

  • O Google aplicar um determinado padrão de resultados para o comportamento
  • Diferentes dataceners
  • Personalização de resultados
  • Localização
  • entre outros

Voltando a questão de volume de páginas de um site no índice do Google, quando este volume diminui, não necessariamente implica em algo negativo. Se você alterou o site, mudou URLs, passou a utilizar a meta tag robots com noindex, passou a utilizar canonical tag, etc, etc; várias coisas podem resultar em redução de páginas indexadas e não ser um ponto negativo.

Mesma coisa para o outro lado: um aumento repentino de páginas indexadas pode significar conteúdo duplicado ou alguma liberação de regra no robots.txt ou meta tag robots.

Decidir isso depende mesmo de ter controle sobre o que acontece com o site e ter histórico, ter o acompanhamento dos valores para entender suas variações.

#fikdik

Como manter um registro do volume de resultados de um site? Muito simples: SEO Pandora. Essa ferramenta também está entre os benefícios que o assinante Ouro da MestreSEO tem. Ela faz automaticamente o registro de diversas informações que ao longo do tempo se provaram essenciais nos projetos que já desenvolvi.

A SEO Pandora registra menções de marca, volume de backlinks, volume de páginas indexadas nas Search Engines e nos verticais do Google, além de volume de bookmarks no Delicious. Para completar, permite fazer anotações relacionadas a datas para que você saiba o que aconteceu em determinado período. #fikdik.

January 11, 08:23 PM

Olá caro Marcel! Enviei um post em alguns diggs, certo!? em meia hora ou poucos menos 2 Diggs tiverem indexação. Já os demais levaram alguns dias. Hoje faz 20 dias e 4 Diggs com meu post ainda não foram indexados. Qual a solução mais viável?

Essa pergunta é realmente muito legal. As vezes nós passamos um bom tempo com Link Building e um ponto importante é justamente verificar a indexação das páginas que possuem backlinks para nossos sites. Muitos se esquecem disso ou não dão a devida atenção, mas a acaba que boa parte dos links criados ficam atrelados a novas páginas que, evidentemente, precisam ser encontradas pelo Google e consideradas como com alguma relevância para a página ser indexada e para o link ter valor de fato.

Ok, mas agora que você abriu os olhos para este detalhe e vai sair atrás dos conteúdos que você criou e tem backlinks para o seu site, bem como monitorar a indexação das novas páginas com novos links, o que fazer quando for constatado que uma dessas páginas não está indexada?

#fikdik

Partindo do princípio que você utiliza Link Building justamente para melhorar o posicionamento do seu site, nada melhor do que usar a mesma estratégia para as páginas que tem links para o seu site; naturalmente, elas ficarão mais relevante (ou relevante o suficiente para o Google considerar) e, por consequência, o seu site fica mais relevante. É… #fikdik.

Em todos os casos, vale a pena considerar que a velocidade de indexação do Google varia de site para site e pode ser normal levar um tempo maior. São vários fatores a se considerar.

January 11, 06:51 PM

Olá Frank, tudo bem? Parabéns pelo excelente trabalho que vem fazendo na Mestre SEO. Me ofereceram os serviços da http://www.wspider.com. Os consultores disseram que basta adquirir o pacote e é feita o SEO Offpage do meu site, sem utilizar blackhat. V

Obrigado! Eu e todo o pessoal por lá procuramos sempre construir coisas boas. Vamos a WSpider.

Nunca tinha ouvido falar desta ferramenta, mas o processo descrito por lá faz parte mesmo de um desenvolvimento de SEO. Um monte de programação pode realmente fazer a WSpider tirar as conclusões que ela busca – em um site estático. Talvez ela tenha problemas com sites dinâmicos.

Ceder o acesso FTP e permitir tudo isso… bom, não no meu site. Eu, pessoalmente, não senti confiança. Faltou no site também (ou eu não achei) depoimentos, lista de clientes, trial, demo, enfim, algo que mostre que a ferramenta caminha por onde promete. O processo descrito é bem útil. Mas eu não entregaria o meu site não…

#fikdik

Quando o assunto é ferramenta que faz SEO sozinha eu realmente fico com um pé atras. Ferramentas de análise ou diagnóstico podem ajudar realmente, despertar a atenção para pontos que passaram desapercebidos, mas daí a fazer SEO automaticamente vai um longo caminho.

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