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February 08, 12:20 PM

Você pode não saber quem é Wanderley Alves dos Reis. Pode torcer o nariz para os gêneros mais populares da produção fonográfica nacional. Pode nem ter um fetiche por lingerie, mas com certeza, você sabe quem é Wando.

Integrante de banda-baile, feirante, caminhoneiro, ídolo, figura emblemática, autor de pérolas musicais da categoria “trilha sonora para o rala-e-rola“, Wando também foi ícone publicitário, responsável pela venda de 3 milhões calcinhas da rede varejista Eskala, estrelando a campanha da agência NBS.

Recentemente, participou de uma ação de transmedia storytelling da Leo Burnett, para o detergente em pó Ace.

Reconhecidamente, a Du Loren veiculou uma peça em seus perfis do Twitter e Facebook desejando melhoras ao cantor.

Wando era kitsch, era pop, representante máximo do romantismo libidinoso e despudoradamente açucarado. Quem nunca recorreu ao seu estilo numa cantada matadora, ou se pegou cantarolando “Fogo e paixão“ na vida?

E entendia, como poucos, do nosso negócio (ui!):

“Eu acho que em propaganda você tem que ser curto, grosso e criativo, senão não adianta. Só que isso não é nada fácil. Eu já fui feirante, e quando você trabalha em feira livre, você descobre que tem metade de um dia para vender todo o seu produto, senão você vai ter que levar pra casa ou dar pra alguém. Por isso, é mais fácil você tentar dar um jeito de vender tudo, mesmo que seja mais barato”.

“Eu sempre achei que temos que ter outra opção no palco, além da música que estou cantando. E de preferência um presentinho, porque as pessoas adoram ganhar alguma coisa. O mais comum por aí é jogar rosas, porque as mulheres continuam gostando delas, de preferência as vermelhas. No caso das maçãs e das calcinhas, elas surgiram a partir das músicas que eu fiz. As calcinhas passaram a fazer parte da minha carreira após um disco que se intitulou Tenda dos Prazeres. Eu resolvi botar a calcinha na capa, porque a calcinha é uma tenda e provavelmente cobre a parte mais íntima da mulher, de onde os homens arrancam os melhores prazeres”.

Obsceno, autêntico, Wando era aquele “que faz gostoso e que nos deixou”.

Mas sempre será, “luz, raio, estrela e luar“, muso inspirador da malemolência criativa “pra comer mulher“. Nosso “iaiá“, nosso “ioiô“.

February 06, 01:47 PM

Esta semana recebi do Severino Neto, nosso Diretor de Criação, a missão de escrever aqui no blog sobre minha relação com a Publicidade e a Gastronomia. Confesso que é difícil colocar isso em palavras. E se pudesse falar, ficaria falando sobre isso por horas e horas… Como isso não é possível, aqui vai uma singela contribuição de uma publicitária (não-redatora, deixemos isso claro) e cozinheira nas horas vagas.

Me apaixonei pelas panelas ainda menina, paixão que me acompanha até hoje, a qual resolvi dedicar mais tempo há alguns anos, quando decidi fazer o curso de Gastronomia. Foi aí que descobri todo o trabalho, estudo, técnica e dedicação que envolvem a profissão de chef de cozinha, profissão essa que, assim como a de publicitário há não muito tempo atrás, está passando por um processo de ‘glamourização’ com o advento dos chefs-celebridade, seus programas de TV e milhares de livros de culinária. Lógico que antes disso acontecer, muitos já lavaram pilhas de pratos e queimaram as mãos em panelas quentes, “ralaram” como quase todo publicitário.

Publicidade e Gastronomia dividem boas similaridades. Por exemplo, o processo criativo e o planejamento publicitário não são tão diferentes do desenvolvimento da receita de um prato. Em ambos, é preciso pesquisar o público, mercado, influências e referências diversas, testar combinações de cores e texturas para que, no fim, tudo faça sentido e o ‘layout’ fique harmonioso. Envolve, além de técnica e estudo, muita sensibilidade para despertar os sentidos e emoções.

Minha aventura no universo da Gastronomia, mesmo que a cozinha não passe hoje de um hobby de final de semana, só veio enriquecer e complementar meu trabalho como publicitária. E vice-versa.

Aí quando surge a oportunidade desses dois mundos se encontrarem, como nos anúncios de Gastronomia da UNIC, dou um jeitinho de meter a colher.

Juliene Tsutsumi é Planner na FCS, apaixonada por cozinha e por outras coisas que… preferimos não  comentar.

February 03, 11:16 AM

O Futebol Americano ainda está começando no Brasil, mas já temos campeonato nacional, liga e times organizados. Essa organização e comprometimento fazem com que o esporte ganhe mais adeptos e fãs a cada dia.

E com o objetivo de difundir ainda mais o esporte, o Cuiabá Arsenal, time Campeão da Liga Brasileira de Futebol Americano em 2010 e do Pantanal Bowl, todo ano realiza “try out” – a popular “peneira”, para recrutar novos jogadores para o time.

Agora imaginem: como divulgar um Try out, se a maioria das pessoas não conhece o esporte, como se joga e quais são as regras?

Bom, nós demos um jeitinho de mostrar o futebol americano de uma maneira que todo cuiabano vai entender só de ouvir.

Espia aí o resultado:

February 01, 08:30 AM

No dia 14 de fevereiro comemora-se no hemisfério norte o Valentine’s Day, equivalente ao nosso Dia dos Namorados.

A data coincide com o festival pagão romano de Lupercalia, dedicado ao deus-lobo Lupercus, outra identidade do deus Pã, e à deusa Juno (Hera).

Na Idade Média, a igreja católica passou a comemorar nessa data o Dia de São Valentim, sacerdote romano que desafiou um decreto do imperador Claudius II, que impedia os soldados de casarem, pois prefeririam permanecer em casa a ir para a guerra. Por isso, Valentim foi julgado e morto.

Outra história conta que Valentim era defensor dos cristãos, apaixonado pela filha cega de seu carcereiro. Curou a moça só com a força de seu amor! (pausa para você se emocionar)

Cansados das campanhas cor-de-rosa, com laçarotes, corações, cupidos e todo tipo de clichês, alguns publicitários criaram o Occupy Valentine’s Day (http://occupyvday.tumblr.com/), para mostrar formas não-convencionais de comemorar a data.

Tudo muito lindo e romântico, mas… E quando o amor acaba? Para onde vão os cartões e presentes trocados?

Quando tudo termina em paz, vão para caixas e porões, onde permanecem até o próximo amor ou o primeiro episódio de saudade. Quando acaba em drama, vão direto para o lixo. Mas agora também podem ir para o Museu das Relações Terminadas (http://brokenships.com/).

Criado pelo ex-casal Drazen Grubisic e Olinka Vistica, e localizado em Zagreb, capital croata, o museu abriga objetos variados, de fofos ursinhos de pelúcia a maliciosos vibradores, passando por lingeries, um vestido de noiva, bibelôs e até próteses (!).

O primeiro item do acervo foi justamente um coelhinho de pelúcia que acompanhava os fundadores em suas viagens pelo mundo. A ideia deu tão certo que o museu passou a realizar exposições itinerantes por países como Alemanha, Índia, Estados Unidos e Argentina. Moradores das cidades visitadas enviam objetos para serem expostos e também escrevem textos descritivos para as peças.

E você, o que mandaria para lá?

January 23, 07:45 AM

Se um belo dia você acordasse e sua casa estivesse completamente em chamas, o que você salvaria do fogo? Fotos de família, documentos, sua coleção de HQ, sua carteira…

Michel Morin levando na mala do pai seus pertences antes de tudo queimar!

Pode parecer bobagem, mas essa resposta pode dizer muito sobre sua personalidade.
Diariamente, o projeto The Burning House entrevista pessoas ao redor do mundo e clica os objetos selecionados por elas. Do notebook ao vidro de esmalte, do cãozinho de estimação aos óculos 3D, as escolhas são sempre interessantes, engraçadas e, muitas vezes, surpreendentes.

Jimi não deixaria pra trás seus gadgets e um poster da Kate Perry!

Confira mais trabalhos dos caras aqui.
Twitter e Facebook

January 13, 03:05 PM

Fala a verdade, hoje você passou longe de escadas, chutou um gato preto antes que ele cruzasse na sua frente e tomou banho de sal grosso, certo? Se você não fez, alguém fez, afinal hoje é Sexta-Feira 13.

Para os “Zagallos” da vida, 13 é um número de sorte, mas a maioria ainda acha que dá azar. Não sei como, já que hoje antes de ser 13, É SEXTA, mas enfim.

Para comemorar ou espantar de vez a urucubaca, a galera da criação elencou algumas músicas que tem a cara deste dia atípico, polêmico e emblemático.

Aproveitem.

O problema é sobreviver ao @SeverinoNeto_

Musica de menininha da @Mythologika

O @dannielzoio entrou no espirito da coisa

@dvdvecna estourando tudo

@dhiegofeitosa mexendo com sangue

@rafabraguini o Zen da sexta 13

@Rafagel no melhor estilo @Rafagel

O old school @Calixtobn

Se de dia a sexta 13 já rendeu, imagina a noite.

Good Luck.

January 11, 09:46 AM

O embate entre os sexos ainda parece longe de terminar, apesar de toda a predisposição das partes para um entendimento.

Primeiro lugar nos trending topics do comportamento humano, o assunto ganha mais espaço, principalmente o virtual, em uma discussão múltipla, ampla e complexa.
Homens cuidam da casa e dos filhos. Mulheres assumem a direção de máquinas pesadas e nações. Homens choram com uma cena emocionante. Mulheres gostam de relacionamentos sem compromisso. Homens (e mulheres) sentem. Mulheres (e homens) pensam.
E não há nada de estranho ou fora da ordem.
Por isso, é cada vez mais complicada para alguns a tarefa de catalogar em suas cabecinhas o que seriam as “coisas de menina“ e os “assuntos de homem“.
A diferença que faz a presença de um segundo X ou de um Y no código genético continua sendo altamente inspirador para os variados campos do conhecimento, inclusive a publicidade.

O que bem poucos ainda perceberam é que não existem respostas fechadas ou verdades absolutas sobre este tema. E também que não é preciso entender como o outro funciona, como um aparelho que vem com manual de instruções.
Porque não cabem generalizações no que é pessoal. Cada corpo responde de uma forma específica a um toque específico, reage de uma maneira diferente a um estímulo diferente.
Então, não há esperança de uma convivência pacífica, em um mundo onde calcinhas no box do banheiro e tampas do assento sanitário levantadas simplesmente coexistam, onde não existam mais conflitos pela posse do controle remoto ou pela escolha do lado da cama? Há.

Talvez o segredo seja tão somente algo que nos falta na maior parte do tempo, independente de gênero: a empatia.
Nunca é simples. Não é fácil ver o mundo pelos olhos do outro, ainda mais sem julgar nem fazer malabarismos mentais para descobrir quais motivos o levam a ser e agir assim.
Talvez baste apreciar a beleza imperfeita que o par personifica, com (e não apesar de) todas as manias e características que fazem desta pessoa alguém especial entre bilhões.
Fazer com que o masculino que há em um ame o feminino que há no outro. E vice-versa.

Hana Pesut é uma fotógrafa canadense. Inspirado pelo cotidiano, seu trabalho destaca-se pela sensibilidade em registrar o comum de forma inusitada.
O projeto “Switcheroo“ propõe uma mudança de papéis entre casais, clicados em suas próprias roupas e novamente, nas poses originais, após a troca de figurino.
O que poderia ser grotesco ou ridículo mostra, de forma bem-humorada, como é difícil se colocar na pele do outro.

http://sincerelyhana.com/projects/switcheroo/

Conheça mais sobre Hana aqui:
http://sincerelyhana.com

January 06, 09:55 AM

Vai começar a temporada do esporte favorito de milhares de brasileiros: acompanhar a vida dos 12 confinados no BBB 12. Seus porres, alegrias, tristezas, pitís e possíveis romances, enfim, tudo o que se relaciona às atitudes dessas pessoas será tema das conversas durante o cafezinho, assunto de mesa de bar e discussões nas redes sociais.

É da vida deles que vamos falar agora

Veremos os participantes nos TT`s do Twitter e naqueles memes de Facebook, “se você acha fulana do BBB uma vaca, compartilhe”. Não temos como escapar, esquivar ou fingir que eles não existem. Mesmo que você deteste, uma hora vai acabar caindo em uma conversa sobre o Big Brother, seja sobre a bunda de uma das participantes ou uma discussão filosófica sobre as teses do Grande Irmão, aquilo que você viu na faculdade.

O fato é que a população gosta, a Globo investe, a mídia consome e as empresas injetam grandes verbas para aparecer no programa. E não tenham aquela falsa impressão de que o programa está em decadência, desgastado, com baixa audiência, onde ninguém mais quer patrocinar. O BBB ainda dá caldo sim e os gerentes de marketing ainda sonham em ter suas marcas e produtos fazendo parte do programa.

Se você quiser uma desculpa para quando perguntarem por que você sabe tanto sobre BBB, pode dizer que acompanha o programa com um olhar profissional, analisando os cases de marketing, como as marcas estão trabalhando, o que é sucesso e o que é fracasso, porque para isso o BBB é perfeito. Não há como negar.

January 04, 02:35 PM

Desde o final de 2011 (parece distante quando se diz assim, não?), notícias sobre animais vítimas de crueldade vêm ganhando espaço na mídia. Sobre isso, há duas possibilidades,completamente opostas: ou o ser humano está realmente mais negligente e cruel, ou mais sensível ao sofrimento daqueles que não podem se defender sozinhos. Preferimos acreditar na segunda opção. E por favor, vamos evitar aquele tipo de polêmica inútil e sem resposta, “por que defender animais quando há tantas crianças precisando de ajuda?“. Simplesmente ajude, da forma e a quem você julgar que mereça. Mas lembre-se: todo ato de violência, contra qualquer forma de vida, é um ato criminoso. E como tal, deve ser punido.O fato é que humanos e animais, especialmente cães, têm muito mais em comum do que podemos supor.Somos igualmente capazes de gestos de lealdade e afeto desinteressado, ainda que os cães exercitem melhor essa capacidade. Apreciamos, nós e nossos amigos de quatro patas, a segurança e o aconchego de um lar, o carinho que acompanha as refeições, o gole de água fresca para amenizar o calor. Também precisamos de um afago para afastar a dor, a ansiedade e o medo. Como eles, somos cheios de manias. Não mastigamos chinelos, mas encontramos outras formas de chamar a atenção, preferindo, por vezes, a reprovação à indiferença. Também estocamos comida e outras coisas que nunca mais vamos encontrar ou das quais vamos precisar. Reagimos a estímulos. Competimos e marcamos nosso território (ainda bem que não urinando, seria um tanto “deselegante”). Nós e eles sabemos brincar. E gostamos de fazer isso juntos. E o mais importante: somos, em igual intensidade, fãs dos aromas, paisagens, do vento batendo no rosto-focinho. Da sensação indescritível de liberdade que só um passeio de carro em dia de sol, de janelas abertas, pode oferecer.

Se você curtiu o texto e está disposto a experimentar a relação de amor incondicional que só nossos amigos bichos sabem construir, procure uma entidade de proteção animal e seja o tutor de um cãozinho (ou gatinho) abandonado. Não compre, retire um animal das ruas e o leve para sua vida. Nós conhecemos e gostamos do trabalho da Associação Voz Animal – AVA-MT.
Acesse: www.avamt.org.br ou http://www.facebook.com/profile.php?id=100002412438941

January 03, 03:28 PM


Na década de 40, os Estúdios Disney atravessavam uma grave crise financeira, que teve início com o fracasso de “Fantasia“ nas bilheterias.
Com o início da Segunda Guerra Mundial, os estúdios foram tomados pelo exército e Disney acabou forçado a produzir cartoons para treinar as tropas, além de criar designs cômicos para insígnias da aeronáutica.
Como forma de recuperar o prestígio e a saúde financeira de seus empreendimentos, Walt decidiu realizar pacotes de curtas-metragens, convidando grandes nomes entre artistas e autores para participarem do projeto. “A bilheteria seguirá a qualidade“, afirmava aos seus executivos.

“A animação realça a arte; suas possibilidades são infinitas.” – Salvador Dalí

Avesso ao glamour do universo artístico-cinematográfico, Disney foi apresentado pelo amigo Jack Warner ao casal Salvador e Gala Dalí durante uma das poucas festas a que compareceu. A partir desta ocasião, Dalí e Disney iniciaram uma amizade alimentada pela arte.
Disney era fascinado pelas técnicas modernas de arte e as havia experimentado em 1939, na sequência abstrata de “Fantasia”. Assim, propôs a Dalí uma parceria. O trabalho do pintor era preparar seis minutos combinando animação a dançarinos ao vivo e efeitos especiais para um filme no mesmo formato de “Fantasia”.
Como trilha, Disney planejou usar “Destino”, uma balada romântica do compositor mexicano Armando Dominguez, interpretada pela cantora e dançarina sul-americana Dora Luz. A palavra “Destino” entusiasmou Dalí, que começou a criar desenhos imaginativos, selvagens, para ilustrar suas emoções.
Dalí descrevia a futura obra como “uma exposição mágica do problema da vida no labirinto do tempo”. Já Walt dizia que “Destino“ seria “apenas uma simples história sobre uma jovem garota em busca do verdadeiro amor”.
John Hench foi chamado para ensinar a Salvador Dalí a técnica de animação Disney. Gala, esposa e musa, frequentemente acompanhava Dalí ao estúdio para inspirar, interpretar ou apenas observar o marido.
Enquanto isso, Dalí e Hench criavam uma nova técnica, combinando surrealismo e animação, um método inspirado pelo trabalho de Freud no subconsciente e na inserção de imagens ocultas duplas no trabalho de arte. Dalí apresentaria uma imagem que o espectador reconheceria como sendo uma coisa e, lentamente, forçaria o espectador a visualizar formas estranhas na imagem, revelando algo completamente diferente.
Disney queria que a animação deixasse de ser coisa de criança e se tornasse de vez uma forma de arte.
Após consumir cerca de 9 meses de trabalho da dupla, o projeto foi cancelado devido a problemas financeiros. “Destino” ficou engavetado até 2003 quando Roy Disney, o sobrinho de Walt, resolveu aproveitar a canção-tema na voz de Dora Luz, os rascunhos da história e uma série de 15 pinturas originais de Dalí para concluir o trabalho.
25 pessoas retomaram os storyboards originais. Roy dirigiu a animação seguindo algumas orientações de Gala Dalí e de John Hench.
Premiado como Melhor Curta nos festivais de Melbourne (Austrália) e no Rhode Island Internacional (EUA), o resultado é uma obra incrível, com a marca da genialidade de Disney e de Dalí.

Photos

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