Carioca, publicitário, flamenguista e editor do MacMagazine.com.br. Atualmente mora em Paris.
Ainda não é nada como o que a Apple apresentou no mês passado, mas é mais do que válido: a Editora Moderna apresentou recentemente a sua solução de livros didáticos no iPad, a qual chamou de Moderna Plus.
Segundo nos conta o leitor Arthur L. C., que teve acesso à ferramenta, as versões digitais dos livros-texto da editora são gratuitas para quem já possui as versões impressas. O aluno acessa o acervo do Moderna Plus, mediante um login criado a partir do código presente no seu livro.
Moderna Plus Tablet é a proposta em formato digital da Editora Moderna para o Ensino Médio. Ao todo, são 16 livros da Coleção Moderna Plus apoiados por recursos multimídia. Esse conteúdo vem acompanhado por um conjunto de ferramentas para professores e alunos.
O app é basicamente um leitor de PDFs, só que com alguns extras como navegação por capítulos, ampliação de imagens, marcação de texto e visualização de vídeos — ou seja, não deixa muito a desejar. “É uma boa iniciativa, mas dá pra melhorar”, comenta o Arthur. “Eu não estava esperando algo do nível apresentado pela Apple, mas diria que já é um bom começo para as publicações nacionais!”
Eis um vídeo de apresentação da iniciativa:
O aplicativo Moderna Plus requer o iOS 5.0 ou superior e não custa nada na App Store [3,5MB].
Sinto cheiro de sucesso. :-P De todos os Cameras+ e Instagrams da vida, tenho quase toda certeza que nenhum deles cobre a função principal do cinemagram: criar os famosos GIFs animados.
O processo é bem simples: 1. filme um pequeno vídeo, de dois ou três segundos; 2. anime a região desejada; 3. aplique um filtro e pronto! Resta agora apenas compartilhar via Twitter, Tumblr e/ou Facebook.
Apesar do belo ícone, a Factyle — startup canadense por trás do aplicativo — poderia ter caprichado um pouco mais na interface do aplicativo em si. Mas nada que não possa ser resolvido com uma atualização. ;-)
O cinemagram requer o iOS 5.0 ou superior, é compatível com iPhones/iPods touch e custa US$2 na App Store [11,9MB].
[via TNW]
Taí mais uma novidade do Adobe Photoshop CS6 — esta apresentada por Zorana Gee, gerente de produtos: linhas tracejadas e pontilhadas, totalmente customizáveis (incluindo preenchimento com gradientes). Quem diria que teríamos que aguardar tanto tempo pra isso chegar ao editor… Veja os anteriores: 1, 2. [Psdtuts+]
O governo norte-americano parece ter gostado da ideia de adotar a plataforma da Apple em seus diversos órgãos. Recentemente vimos que a Força Aérea do país planeja uma compra até 18.000 iPads para uso em suas aeronaves de carga.
Agora, a National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) divulgou que trocará seus BlackBerries por iPhones, deixando inclusive de dar suporte aos aparelhos da Research In Motion (RIM). De acordo com o memorando escrito por Joseph F. Klimavicz, CIO (Chief Information Officer) e diretor de computação de alto desempenho e comunicações, o suporte será encerrado já em 12 de maio.
A partir de agora, funcionários da NOAA trabalharão minimamente com iPhones 4 e/ou com iPads 2, todos rodando iOS 5 ou superior. Nada mau.
[via The Loop]
Dificilmente a Apple conseguirá faturar neste trimestre o mesmo do último, no qual bateu recordes de vendas de iPhones, iPads e Macs — até mesmo pela característica do período (Natal), que é muito mais propenso a um consumo elevado. Ainda assim, iProducts parecem estar fazendo bastante sucesso no começo do ano.
Por isso, as firmas Canaccord Genuity e Needham & Company aumentaram as estimativas de vendas da Maçã no período. Para Michael Walkley (da Canaccord), pesquisas no canal de distribuição indicaram que as vendas do iPhone 4S estão muito boas tanto nas três maiores operadoras norte-americanas quanto globalmente. Assim, Walkley aumentou sua estimativa de 30,1 milhões de aparelhos vendidos para 32,6 milhões. Consequentemente, o analista aumentou também a estimativa de valorização dos papéis da companhia (EPS — Earnings Per Share) ao longo do ano, passando de US$41,06 para US$42,81 — mirando um preço-alvo de US$655 por ação.
Já Charlie Wolf (da Needham), acha que os grandes responsáveis pelo bom desempenho da Apple serão os iPads e Macs. Para Wolf, a chegada do Kindle Fire e de tablets mais baratas deram mais impulso ao mercado, com o iPad adentrando de vez o setor corportativo. O sucesso da tablet da Maçã é tamanho que ela estaria inclusive gerando um “Efeito Halo”, no qual usuários estariam também optando por Macs como nova plataforma desktop. Com isso, a valorização dos papéis da Apple em 2012 ficaria em US$41,25, com um preço-alvo de US$620 — para 2013, Wolf acha que o EPS será de US$53.
Wolf acredita que o único risco da Apple é que ela não seja mais capaz de inovar no mesmo ritmo da era Steve Jobs — opinião que todos muito provavelmente compartilham. Mas isso, só o tempo dirá.
[via MacNN]
Mais algumas ofertas na App Store, nesta quinta-feira!
Lembrando que os aplicativos vêm com a nota disponível na seção de reviews oficial da loja e eu, Marcelo Melo, uso também uma nota baseada na minha própria experiência. Mas é seu aparelho, então a palavra final sobre o app sempre é sua.
A seleção de hoje:
Mad Chef
Nota na App Store: 4,5
Minha nota: 4,0
Pedidos e mais pedidos, e cabe a você, Mad Chef, conhecido internacionalmente, servir seus clientes da forma mais rápida possível, mantendo-os felizes, com receitas completamente malucas!
De acordo com a sua evolução, você poderá abrir novos restaurantes e, se for sucesso de crítica, tornar-se uma verdadeira estrela da cozinha. Os controles deste game de ação são fáceis, tornando-o bem divertido.
Quanto à interface, o game conta com gráficos estilo cartoon em 3D, muito coloridos, personagens engraçados, dezenas de utensílios e vários modos de jogo, garantindo diversão por horas!
Mad Chef é universal e compatível com o Game Center, requer o iOS 4.1 ou superior e está saindo de graça na App Store, apenas hoje [preço normal: US$1; 54,1MB]. Vale o download! ;-)
SmartPlayer
Nota na App Store: 5,0
Minha nota: 5,0
Procurando um substituto para o aplicativo Música (Music)? O SmartPlayer é uma ótima opção!
O utilitário conta com ferramentas muito bacanas, perfeitas para você, que gosta de mostrar para os amigos o que você está escutando ou simplesmente deseja um aplicativo com visual clean para ouvir suas músicas com estilo.
Além das funções já citadas, pelo app é possível adicionar modos de timer para escutar aquela música antes de dormir, criação de playlists ao toque de um botão, integração com o Twitter, modos de customização de cores para a interface, suporte para telas Retina, controle por gestos e muito mais!
O SmartPlayer é compatível com iPhones/iPods touch — uma versão para iPads cairia bem — requer o iOS 4.0 ou superior e está saindo de graça na App Store por algumas horas [preço normal: US$1; 1MB]. Mesmo se perder a promoção, vale a pena comprar o app! ;-)
· · ·
Aqui, mais alguns apps disponíveis para o seu iGadget com descontos de até US$10:
Aproveitem as ofertas e até amanhã! ;-)
· · ·
Como a maioria dos jogos não está disponível na App Store brasileira, tenha sempre uma conta na loja norte-americana em mãos (e créditos disponíveis!). Ademais, ofertas são sempre por tempo limitado — corra para aproveitá-las!
O Federal Bureau of Investigation (FBI) publicou agora há pouco um documento de quase 200 páginas sobre a vida de Steve Jobs, o qual foi fichado por quase ter participado, em 1991, do conselho de exportação no governo de George H. W. Bush, ex-presidente dos Estados Unidos.
A papelada também fala sobre uma ameaça de bomba contra a Apple, registrada em 1985.
Imagino que outras informações curiosas surjam por aí, aos poucos.
[via Business Insider]
Depois de tornar seu app compatível com iPhones/iPods touch, o TED chegou agora ao iTunes U, transformando algumas de suas palestras em espécies de cursos gratuitos; por enquanto são apenas seis disponíveis (todos em inglês), mas o acervo deverá crescer com o tempo. [iTunes U]
Há alguns anos, comprávamos um celular e podíamos usá-lo até dizer “chega”, quando ele já estava num estado lastimável — e aí ninguém pensava em revendê-lo ou coisa do tipo. Hoje isso não se aplica mais, até porque muita gente troca de aparelho anualmente.
Por isso, na hora de avaliar que modelo comprar não basta levar em consideração visual, apps, características técnicas e afins, mas principalmente qual o ritmo de desvalorização do produto. E, neste quesito, ao menos segundo uma pesquisa realizada pela Priceonomics, a Apple está na frente.
Como dá pra ver pelo gráfico acima, após 18 meses iPhones costumam valer ainda 53% do preço original, enquanto smartphones com Android caem para 42% e BlackBerries para 41%. Um dos grandes pontos negativos do sistema operacional móvel do Google é que aparelhos antigos (às vezes nem tanto assim) não são capazes de rodar as últimas versões dele. O iOS 5, por sua vez, roda até mesmo em iPhones 3GS, que farão três anos(!) de lançados daqui a alguns meses.
Analisando os mesmos dados sob outra perspectiva, o gráfico a seguir mostra o custo total de posse de aparelhos — isto é, quanto você gasta com o hardware por mês. O iPhone foi o menor de todos, com US$13,20, seguido pelo BlackBerry e pelo Android:
Pra terminar, um gráfico geral de depreciação dos smartphones:
Se você estava buscando mais um motivo pelo qual optar por iPhones, taí. ;-)
[via TechCrunch]
Mais uma vez usuários da iTunes Store estão sofrendo com a ação de crackers. De acordo com um tópico no Apple Support Communities e com o The Globe Mail, diversas pessoas relataram que suas contas estão sendo invadidas por crackers em busca de Gift Cards e conteúdo na loja — até mesmo créditos do PayPal estariam sendo usados.
Crédito da foto: Mike Bowers.
Para remediar a situação, a Apple está reembolsando o valor roubado, mas não enxerga um problema real no sistema, mesmo com o número de reclamações crescendo bastante nos últimos dias.
A invasão não é justificada somente para angariar dinheiro: alguns desenvolvedores desonestos estão entrando nas contas para positivar reviews de seus próprios aplicativos — há dois anos, um desenvolvedor vietnamita teria entrado em mais de 400 contas, classificando seus apps com cinco estrelas. Algumas delas, inclusive, tiveram informações pessoais como endereço trocadas pelo invasor.
Quando questionada pelo The Globe Mail, a Apple respondeu de forma padrão: “Tomamos precauções para proteger as informações pessoais contra perda, roubo ou uso indevido.”
A recomendação para quem teve sua conta hackeada é a mesma de sempre: trocar a senha para uma mais segura, utilizando e misturando letras (em caixa alta e baixa) e números.
[via iDownloadBlog]
Corroborando o que Jim Dalrymple disse há uma semana, o AllThingsD falou agora há pouco que a Apple não realizará nenhum evento em fevereiro, mas março já começará com tudo.
A keynote de lançamento do novo iPad estaria marcada para a primeira semana de março — aposto dia 7/3, uma tradicional quarta-feira —, a qual será realizada em San Francisco (Califórnia, EUA). O palco mais uma vez deverá ser o Yerba Buena Center for the Arts, um dos preferidos da Maçã.
Se a Apple mantiver o mesmo cronograma do ano passado, quando saiu o iPad 2, o iPad 3 (ou como quer que ele venha a ser chamado) poderá chegar aos primeiros mercados no máximo uma semana ou dez dias depois do anúncio, ainda na primeira quinzena de março.
Atualização
E o próprio Dalrymple já deu sua bênção à previsão do AllThingsD.
A Electronic Arts liberou ontem gratuitamente Battlefield 3: Aftershock para iPads e iPhones/iPods touch, uma variação multiplayer de um game de tiro em primeira pessoa (FPS) da DICE. Infelizmente os reviews quanto a jogabilidade, acervo de mapas/armas e gráficos não são dos melhores, mas não deixa de ser um bom passatempo. [App Store]
Do nada, uma avalanche de “vazamentos”: 1, 2, 3. O último vem do site japonês MACお宝鑑定団のBlog, o qual trouxe a foto de um painel LCD da Sharp supostamente destinado ao iPad 3.
Essa tela de cristal líquido teria 9,7 polegadas e três cabos flat, com uma resolução XQGA de 1526×2048 pixels — um display “Retina”, como se tem falado por aí.
A Sharp já foi cotada como nova fornecedora de telas para a Apple, depois supostamente descartada e aí os boatos de um acordo retornaram.
[via 9to5Mac]
A Samsung já tinha conquistado uma vitória em Munique, onde ela ganhou o direito de comercializar o Galaxy Tab 10.1N e o Galaxy Nexus normalmente na Alemanha.
Todavia, estava agendado para hoje, 9 de fevereiro, mais uma disputa envolvendo a versão atualizada do Galaxy Tab 10.1, criada especificamente para “fugir” das patentes da Maçã — dessa vez no Tribunal Regional de Düsseldorf. O resultado foi novamente positivo para a Samsung, que continuará vendendo a tablet normalmente no país.
“O Galaxy Tab 10.1N é agora suficientemente diferente da forma (design) registrada pela Apple. Não se pode mais falar em cópia quase idêntica”, afirmou o tribunal através de um comunicado.
[via Bloomberg]
Depois da Beta 4 da Muse, liberada no comecinho de novembro, por algum motivo qualquer acabamos deixar a quinta versão passar batido mas acaba de sair a Adobe Muse Beta 6, recheada de novidades.
De acordo com a Adobe, esse update trouxe mais de 80 novidades e aprimoramentos, incluindo mudanças no instalador do software, rolagem automática na tela de visualização, geração dinâmica de arquivos para o browser (sem a necessidade de ficar limpando o cache), melhorias em performance e muito mais.
A Muse Beta 6 pode ser baixada imediata e gratuitamente, em versões para Mac OS X e Windows. As betas anteriores a ela expirarão em 15 de março.
[via John Nack on Adobe]
Depois da RepairLabs e do Apple.pro, quem afirma agora ter colocado as mãos em um iPad 3 foi a iPatch, empresa de reparos de iGadgets do Reino Unido. De acordo com eles — e reafirmando os rumores passados —, o suposto design da próxima geração será praticamente o mesmo, contudo, algumas peças internas foram alteradas.
Confira as imagens:
Abaixo, vemos o que seriam os botões de aumentar/diminuir o volume, ligar/desligar, além do alternador mudo/rotação do iPad:
Aqui, os botões da atual geração:
Agora o microfone, que também teria mudado — bem parecido com aquele que mostramos em dezembro passado:
O componete responsável pela capacidade Wi-Fi também sofreria transformações:
Só me pergunto como uma assistência do Reino Unido colocaria as mãos no iPad 3. Tirando isso, tudo “normal”. :-P
[via Cult of Mac]
Um grupo intitulado “SwaggSec” hackeou servidores da Foxconn, a maior fabricante de eletrônicos do mundo, expondo nomes de usuários e senhas de clientes da fabricante — o que poderia permitir pedidos fraudulentos de empresas como Apple, Microsoft, IBM, Intel, Dell, entre outras.
De acordo com o grupo, não se trata de uma retaliação das condições de trabalho da empresa ou buscas por informações da próxima geração de iPhone — aparentemente eles fizeram por “simples diversão”.
Segundo o 9to5Mac, os logins e senhas realmente funcionavam, contudo a Foxconn desabilitou os servidores para que fraudes não ocorressem — o exploit foi descoberto através de uma vulnerabilidade do Internet Explorer que estava sendo usado por um empregado da Foxconn.
A fabricante não quis comentar o assunto, alegando ser um problema interno de segurança de rede.
[via MacRumors]
O mais novo comercial da Amazon.com é muito curioso por dois aspectos. Primeiro, porque ela admite que, ao menos com as tecnologias atuais, não dá para unir uma boa experiência de leitura sob a luz do sol com todos os benefícios que uma tablet multimídia pode proporcionar. Depois, ela ataca o iPad pelo *preço* dos Kindles; mas será que o *valor* compensa, especialmente falando do Fire? [IntoMobile]
Parece que a carta da Apple para a ETSI fez sucesso. O sempre bem informado Florian Mueller, do FOSS Patents, revelou que tanto a Cisco quanto a Microsoft apoiam a iniciativa da Maçã de pedir para que o instituto que estabeleça taxas de royalties adequadas para patentes consideradas essenciais de padrões de tecnologia.
Dan Lang, vice-presidente de propriedade intelectual e advogado geral adjunto da Cisco, afirmou que a empresa também “possui patentes que são essenciais para determinados padrões de tecnologia sem fio, criados com a ETSI ou com a plataforma de parceria da terceira geração [3GPP].” Lang disse ainda que a “Cisco compartilha a visão da Apple de que a indústria de telecomunicações será beneficiada se as aplicações dos termos FRAND forem mais transparentes e consistentes”, e que o órgão “deve conceder licenças sob os termos que sejam consistentes com as estruturas estabelecidas na carta da Apple.”
Veja, abaixo, o comunicado da Cisco:
Além dela, a Microsoft também expressou sua opinião a respeito do assunto — assim como outras gigantes do setor, a empresa também colaborou bastante para a criação de vários padrões da indústria. Resumidamente, a gigante de Redmond se posicionou da seguinte forma: 1. ela se compromete em sempre licenciar suas patentes essenciais sob os termos FRAND (Fair, Reasonable and Non-Discriminatory — justo, razoável e não-discriminatório), e não cobrar uma fortuna, como algumas empresas (Motorola e Samsung) querem; 2. ela não solicitará uma injunção contra qualquer produto baseado em patentes essenciais; 3. se compromete em licenciar as patentes essenciais para qualquer companhia interessada, sem exigir que elas licenciem suas patentes para a Microsoft — com exceção de quaisquer que também sejam essenciais para o padrão da indústria; 4. ela não transferirá patentes essenciais para qualquer outra empresa, a menos que a empresa se comprometa em aderir todos os pontos supracitados.
Bela atitude, não? Quem dera se todas elas fizessem o mesmo… Enquanto isso, o Google enviou a carta abaixo para o presidente da IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers — algo como Instituto de Engenharia Elétrica e Eletrônica):
Basicamente, o Google seguirá os mesmos passados da Motorola, defendendo suas patentes (mesmo as essenciais) com unhas e dentes. A empresa apoia incondicionalmente a posição da Motorola de que royalties de 2,25% do preço líquido de venda de produtos é “justa e razoável”, deixando ainda uma porta aberta para buscar liminares judiciais contra companhias que ainda estão negociando os termos. Ou seja, além de cobrar valores onerosos, o Google buscará injunções contra empresas/produtos que ainda não licenciaram suas patentes, como já fez com a Maçã — posicionamento completamente diferente de empresas como Apple, Cisco e Microsoft.
Para Mueller, o Google também traçou uma estratégia “opção de licença em dinheiro”, descrevendo-a como totalmente fora de sintonia com os termos FRAND. A estratégia é proibitiva, com o único propósito de forçar outras empresas a permitirem que o Google use suas patentes não-relacionadas a padrões — um exemplo: forçar a Apple a liberar o uso de patentes multi-touch. Ou seja, o Google suporta tudo que a Motorola está fazendo e continuará fazendo o mesmo depois da aquisição — obviamente, com muito mais recursos e com outras estratégias/objetivos, o que provavelmente potencializará o problema.
“Don’t be evil”… Sei…
[via AppleInsider]
Ontem vimos o que seria a peça traseira do iPad 3. Agora, o Apple.pro mostrou [Google Translate] não só o mesmo lado como o outro — o que nós, consumidores, costumamos ver.
Como dá para perceber, não existe qualquer marcação (nome do gadget, capacidade, logo da FCC, entre outras coisas), indicando que a suposta peça é de um modelo de testes (protótipo). Ela seria bastante similar à do iPad 2, sendo praticamente impossível enxergarmos diferenças significativas.
O site também mostrou o que seriam os ímãs das Smart Covers para a nova geração do iPad.
[via MacRumors]
Em um artigo no blog da empresa, Jeff Price, CEO da TuneCore, explicou como é feito o pagamento de royalties do serviço iTunes Match, da Apple:
Uma pessoa tem uma canção em seu HDD. Ela clica na música e a escuta. Ninguém está sendo pago por isso. A mesma pessoa paga US$25 para [o serviço] iTunes Match. Ela agora clica na mesma música e a escuta através do serviço iTunes Match. Detentores de direitos autorais são pagos. Mesma ação, mesma canção, uma paga para o detentor dos direitos autorais, outra não. Isso é encontrar dinheiro onde detentores de direitos autorais nunca teriam conseguido. Alguns podem reclamar que não é muito dinheiro. Bem, antes você estava recebendo zero, agora você está ganhando alguma coisa.
Price informou que, pelos dois primeiros meses do serviço, a TuneCore recebeu um cheque de US$10.000 referente a royalties — o que o deixou bastante animado. Ele afirmou ainda que a Maçã fica com 30% das receitas — mesma porcentagem da iTunes e App Stores —, enquanto os outros 70% são divididos da seguinte forma: 88% para as gravadoras e 12% para os autores. Além disso, os royalties são divididos por artistas, de acordo com a quantidade de vezes que o usuário escutou uma determinada música através do iTunes Match (seja ela parte ou não do catálogo da loja).
Ao que tudo indica, além de Price, outros executivos de gravadoras também estão animados com as novas receitas, já que uma nova forma de monetização foi criada. Para termos uma ideia, se um usuário compra um CD (ou um álbum na iTunes Store) e assina o iTunes Match para ter suas músicas disponíveis a qualquer hora em qualquer lugar, a gravadora está ganhando duas vezes: na compra da música e na assinatura do serviço.
Comparativamente, no iTunes Match, as pessoas estão pagando uma taxa para ter acesso à sua própria biblioteca musical, diferentemente de Pandoras e Spotifys da vida, nos quais uma taxa é paga para escutar músicas oferecidas pelo serviço.
E pensar que algumas gravadoras menores não quiseram participar do iTunes Match, alegando que ele seria somente uma forma de legitimar as músicas piratas do usuário — ainda que fosse (não é o caso, já que nem a Apple nem as gravadoras anistiam o usuário) elas estariam gerando novas receitas, algo que não acontecia antes, como bem explicou Price. Vai entender…
[via MacRumors]
[…] o novo iPad teria uma resolução de tela duas vezes maior […] tendo um design praticamente idêntico ao seu antecessor, com cerca de um milímetro a mais na espessura. Também fomos informados de que o processador A6, que equipará o iPad 3, será significantemente mais poderoso na parte gráfica — nenhuma grande surpresa aqui. No entanto, de acordo com as nossas fontes, a surpresa seria que ele não é quad-core, permanecendo dual-core.
Se depender das fontes do The Verge, ainda não será dessa vez que veremos um iPad equipado com um processador quad-core — informação que vai de encontro com as fontes do BGR. Em um nota relacionada, eles cogitam ainda o lançamento do novo iPad em 29 de fevereiro.
Amanhã, 9 de fevereiro, às 10 horas, em frente à loja da Apple no Grand Central Terminal, os grupos SumOfUs e Change.org pretendem realizar um protesto que visa chamar atenção para o mais recente problema envolvendo a Maçã: as péssimas condições de trabalho nas fábricas chinesas [leia mais sobre o assunto: 1, 2, 3].
Cerca de 250.000 assinaturas (muitas delas de usuários Apple) foram coletadas em duas petições, nas quais os grupos pretendem cobrar da empresa uma postura mais severa para resolver os problemas de uma vez por todas — em uma delas, é sugerida uma estratégia de proteção para trabalhadores em épocas de lançamento de produtos, já que é exatamente nesse período que os empregados fazem mais horas extras, a fim de atingirem as rígidas metas de produção; consequentemente aumentando a taxa de suicídios e de acidentes nas fábricas. Além disso, as petições pedem também que a Apple publique a auditoria da Fair Labor Association, informando o nome das fornecedoras que violaram alguma regra e o que exatamente foi violado, deixando tudo o mais transparente possível.
Abaixo, um destaque de um dos documentos:
[…] você é a Apple. Você deveria pensar diferente. Eu quero continuar usando e amando os produtos que você faz, porque eles estão mudando o mundo, e já mudaram a minha vida. Mas eu também quero saber que, quando eu compro produtos de você, não é a custa de sofrimento humano.
Os protestos não se resumirão a Nova York, já que os grupos pretendem entregar as petições também nas cidades de Washington, San Francisco, Londres, Sydney e Bangalore — veja aqui os dois documentos: 1, 2.
Em julho do ano passado, a Apple havia descontinuado os MacBooks brancos, de policarbonato, mas um modelo havia sido mantido disponível apenas para instituições acadêmicas. Agora, nem isso: o produto como um todo foi declarado EOL’d (End of Life) — provavelmente porque os últimos estoques produzidos (até quando, ninguém sabe) acabaram de vez. [MacRumors]
As ações da Apple tiveram mais um dia superpositivo e subiram 1,67% em relação a ontem, fechando o dia valendo US$476,68 (com uma máxima também histórica de US$476,79). Diante da queda de 0,64% da NYSE:XOM, o valor de mercado da Maçã — agora em US$444,44 bilhões — já está agora US$40,54 bilhões à frente do da gigante petrolífera Exxon Mobil. Uau! [NASDAQ:AAPL]
Há menos de um mês, a Apple alugou um centro de pesquisas em Sunnyvale — a 11km de Cupertino — com uma área estimada em 20.000 metros quadrados. Hoje, a prefeitura da cidade emitiu um comunicado [PDF] anunciando o aluguel de mais escritórios por parte da Maçã.
A Apple ocupará uma área de cerca de 14.500 metros quadrados no Town Center Office, um local que deverá abrigar cerca de 400 empregados a partir do terceiro trimestre deste ano. O espaço fica vizinho a instalações da fabricante finlandesa Nokia.
E a Apple mostra que continua crescendo e se expandindo como nunca, tendo que buscar alternativas como essa para abrigar funcionários enquanto seu novo campus em formato de espaçonave não fica pronto, em Cupertino.
[via San Jose Mercury News]
A RepairLabs publicou hoje uma foto do que ela diz ser a peça traseira do iPad 3, ao lado da atual, do iPad 2:
Segundo eles as diferenças não são drásticas, mas podem indicar mudanças no formato da placa lógica da tablet, maior espaço para bateria, uma câmera atualizada e uma tela LCD diferente — embora não dê pra afirmar detalhes sobre cada um desses componentes, ainda.
Os caras da RepairLabs dizem ainda ter conversado com suas fontes sobre os rumores que indicam que esse novo iPad será um pouco mais grosso que o atual, e por enquanto eles negam a informação.
[via AppleInsider]
Sem uma nova versão beta há um mês, o iOS 5.1 poderá ser liberado para todos no dia 9 de março — isso se a referência acima, oriunda de novos perfis de operadora publicados hoje pela Apple, for mesmo quente. Espera-se que o update chegue junto ao iPad 3 (ou como quer que ele venha a ser chamado), mas é claro que ele também será compatível com iPhones/iPods touch. [Your Daily Mac]
Talvez eu tenha me precipitado, agora há pouco, ao comentar que uma das desvantagens do Tweetbot era ele não ter uma versão para iPads. Mas também, eu não tinha como saber que a Tapbots estava com uma carta na manga. ;-)
Sim, é verdade: acaba de chegar à App Store o Tweetbot para iPad.
O chato de o lançamento ter sido feito de forma separada é que o Tweetbot para iPad chega como um app independente na App Store, custando outros US$3 [9,1MB; requer o iOS 5.0 ou superior] — ou seja, o anterior não se tornou universal e continua focado em iPhones/iPods touch.
Ainda assim, a coisa parece valer muito a pena: a interface da versão compacta do Tweetbot foi muito bem adaptada para a tablet, com todos os seus sons e animações, diversos atalhos por gestos, múltiplas timelines, notificações instantâneas (via push) nativas, navegação customizável e muito mais.
Confira mais algumas screenshots:
Gostou? Aqui também tem um vídeo demonstrativo dele.
Mais um possível grande #WIN para a Apple: a Força Aérea dos Estados Unidos (United States Air Force) está com planos de adquirir um mínimo de 63 ou até um máximo de 18.000(!) iPads para uso em suas aeronaves de carga.
Se a coisa se proceder mesmo, essa será a maior compra individual de tablets já feita pelo governo norte-americano — e as chances de o iPad 2 ser o modelo escolhido são, evidentemente, muito grandes.
Assim como companhias aéreas diversas, a ideia da Força Aérea é usar os iPads para substituir toneladas de manuais de voo e afins, hoje impressos em papel.
[via Informationweek]
Se tem uma empresa que não dorme no ponto, é a FireCore: o aTV Flash (black) foi lançado oficialmente em meados de novembro, ganhou uma atualização no começo de dezembro, outra no meio de janeiro e agora acaba de chegar à sua versão 1.3.
A principal novidade é esta aqui:
A tela acima mostra a nova opção de backup de firmwares do aTV Flash (black), que se integrará com uma futura versão da ferramenta Seas0nPass e permitirá restaurações completas com apenas um clique.
Mas a FireCore não parou por aí: o update trouxe também suporte a vários novos idiomas (incluindo o português!), aprimoramentos na reprodução de conteúdos e uma série de outras melhorias/correções.
Quem já for usuário do software pode atualizá-lo imediatamente pelo menu Maintenance » Manage Extras. A todos os outros, ele está disponível para compra por US$30.
Afinal de contas, essa é uma utilidade e tanto para o iPad, não é Sr. Beting? No Jornal da Band, a coisa é muderna! :-P [Gizmodo Brasil]
Desde que foi lançada (ainda em fase beta) junto ao iPhone 4S, a Siri suporta apenas os idiomas inglês (com variantes para Estados Unidos, Reino Unido e Austrália), francês e alemão. Naquela época, ainda em outubro, uma página de FAQ sobre o recurso revelou que, em 2012, a assistente passaria a falar e entender também japonês, chinês, coreano, italiano e espanhol — e assim continua a coisa, por lá.
Hoje, o site DoNews afirmou [Google Translate] que a Apple está se preparando para liberar os idiomas chinês (apenas mandarim), japonês e russo(!) até o mês que vem. A expansão é esperada, mas a entrada do russo aí surpreende — e é até uma boa notícia se for quente, levantando a possibilidade de o português entrar no bolo também mais cedo do que imaginamos (que seria somente depois dos cinco supracitados), até porque a Rússia, assim como o Brasil, faz parte do BRIC.
Ao menos na China, o site especula ainda que a Siri será capaz de utilizar recursos de localização geográfica e navegação, até então restritos aos Estados Unidos.
Uma boa oportunidade para anúncios relacionados com a Siri no mês que vem poderá ser no aguardado evento de lançamento do novo iPad, o qual muito provavelmente também contará com a assistente embutida.
[via Penn Olson]
Um dos primeiros clientes de Twitter a se integrar com o sistema de login nativo do iOS 5, o Tweetbot acaba de chegar à sua versão 2.0. E, mais uma vez, a Tapbots mandou muito bem.
Entre as inúmeras novidades estão uma nova visualização para a timeline (com miniaturas de imagens), links coloridos e acessíveis com um toque, nova barra “Retweeted by”, ajustes de cores em células para um melhor contraste, nova interface para DMs (direct messages), barra de indicação de novos tweets, atualização automática de conteúdos a cada cinco minutos, integração com o Readability, nova opção de tamanho de fonte “Enorme”, aprimoramentos na performance de rolagem e muito mais.
Sou muito fã dos apps da Tapbots e usuário assíduo do Convertbot, do Calcbot e do Pastebot, porém não consegui migrar ainda para o Tweetbot porque ele só existe para iPhones/iPods touch. Sem uma versão para Mac e outra para iPad complica, até porque não tenho como fazer sincronização de leitura — como ocorre com o Echofon, meu atual cliente de preferência —, ainda que ele tenha suporte ao Tweet Marker (mas aí eu precisaria usar clientes diferentes).
O Tweetbot requer o iOS 4.1 ou superior e custa US$3 na App Store [9,8MB].
Falamos da kooaba em meados de 2011, quando ela lançou o aplicativo Déjà Vu. Nesta semana, outro projeto da empresa ainda não comentado por nós foi atualizado: trata-se do Shortcut, um aplicativo que, de acordo com a descrição da empresa, é literamente um atalho entre a vida real e a internet.
Confira um vídeo que explica o funcionamento do app:
Como podemos ver, com o Shortcut é possível fotografar qualquer coisa (desde artigos de jornais a revistas, anúncios, etc.), que a versão online do conteúdo é “automagicamente” encontrada, facilitando bastante o trabalho de compartilhamento, seja por email, Facebook, Twitter ou SMS. O usuário pode, ainda, participar de discussões online sobre o conteúdo através do próprio app.
Ele cobre mais de 1.000 publicações, incluindo The USA Today (EUA), The Washington Post (EUA), The New York Post (EUA), LA Times (EUA), Vancouver Sun (Canadá), Toronto Star (Canadá), Daily Mail (Reino Unido), The Independent (Reino Unido), The Daily Telegraph (Reino Unido), Le Monde (França), La Tribune (França), Neue Zuercher Zeitung (Suíça), Basler Zeitung (Suíça), The Australian (Austrália), Herald Sun (Austrália), Mainichi RT (Japão), International Herald Tribune, entre outros — porém, nada foi informado sobre conteúdos brasileiros.
O Shortcut requer o iOS 3.0 ou superior, é compatível com iPhones/iPods touch, suporta os idiomas inglês, francês, alemão e italiano, e não custa nada na App Store [1,1MB].
[via Brainstorm9]
Em fase beta desde o comecinho de janeiro, o Chrome 17 chegou hoje ao canal estável — com duas semanas de atraso, considerando o ritmo padronizado pelo Google, que é de seis em seis semanas.
Neste update, o Google focou-se em performance e segurança, trazendo um pré-carregamento mais inteligente e constante de páginas via omnibox, novas APIs para extensões, proteção embutida contra downloads maliciosos (principalmente de arquivos executáveis) e outras melhorias gerais.
A nova versão está no build 17.0.963.46 e pode ser baixada imediata e gratuitamente para Mac OS X, Windows, Linux e Chrome Frame.
Lançado internacionalmente no ano passado, a belíssima dock station Zeppelin Air acaba de chegar ao Brasil pelas mãos da Som Maior — importadora e distribuidora oficial da Bowers & Wilkins por aqui.
O grande diferencial do produto está logo no seu nome: ele conta agora com a tecnologia AirPlay, permitindo que músicas sejam transmitidas pelo ar de qualquer lugar da sua casa. Ainda assim, a B&W manteve um dock central para iPads, iPhones ou iPods, que também recarrega o iGadget enquanto ele é utilizado.
O Zeppelin Air obteve mudanças significativas em sua acústica, como a adição de mais 2 amplificadores — ele possui agora um amplificador por falante, contando ainda com melhorias no seu DSP (processador de áudio). Se você tiver mais de um Zeppelin Air, é possível utilizá-los em um elegante sistema para múltiplos cômodos — sim, reproduzindo a mesma música simultaneamente. :-)
O Zeppelin Air custa R$2.490 na loja online da Som Maior, está com disponibilidade imediata e conta com dois anos de garantia contra defeitos de fabricação.
· · ·
Pioneira no Brasil na importação de equipamentos de alta qualidade, a Som Maior firmou-se como a distribuidora mais respeitada do mercado, representando várias das melhores marcas mundiais, como B&W, Meridian, SIM2, Rotel, NAD, Jeff Rowland, Conrad-Johnson, Clearaudio, Wadia Digital, M&K, Classé, McCormack, Avalon, AudioQuest, Wireworld e outras. Dispõe de laboratórios e técnicos altamente especializados, com dezenas de anos de experiência, proporcionando um serviço de assistência técnica do mais alto nível.
No final de 2011, a Gannett, empresa que — entre outros — publica o jornal USA Today, fez um investimento pesado para que todos os seus jornalistas sejam devidamente equipados com iGadgets, a fim de dar todas as ferramentas necessárias para que eles consigam cobrir notícias de qualquer lugar.
Para isso, a empresa publicou um FAQ (Frequently Asked Questions — perguntas mais frequentes) com o intuito de acabar com as dúvidas sobre a transição, que foi reproduzido na íntegra por Jim Romenesko. Algumas delas chamam a atenção, como as em destaque, abaixo:
Por que escolher o iPhone em vez de um aparelho que roda o Android?
No lançamento e ao longo do tempo, é importante para a Gannett gerenciar aplicativos e fluxos de trabalho através de uma tecnologia consistente. Nosso treinamento e suporte será muito melhor se nos concentrarmos em um único dispositivo, com um único sistema operacional. Dispositivos Android têm capacidade sólidas; no entanto, a grande variedade de versões e de inconsistentes funcionalidades entregues por fornecedores/dispositivos fez com que o Android fosse descartado da nossa iniciativa.
O que devo fazer com esse novo dispositivo?
O iPhone 4S permite que você faça um jornalismo melhor, mais oportuno. Claro que é útil ter um telefone, mensagens de texto e recursos de email para se comunicar com fontes e colegas. Mas há também muitas funções básicas de um telefone inteligente — gravador de voz, câmera de vídeo, câmera fotográfica, etc. — que permitem capturar notas ou imagens que você pode usar em seu relatório. Os aparelhos podem executar aplicativos específicos que podem fazer quase tudo — ajudá-lo a capturar e anotar registros públicos, transcrever entrevistas, mapear seu caminho para uma cena, ouvir uma rádio da polícia, encontrar fontes próximas que estão transmitindo suas localizações, entrar em canais de mídia social, fazer pesquisas reversas em números de telefone, executar verificações de fundo, etc. Nós iremos recomendar apps que podem fazer todas essas coisas — e mostrar-lhe como usá-los — mas isso não deve limitá-lo. Você encontrará diversas ferramentas para potencializar seu jornalismo usando este dispositivo, e nós encorajamos você a experimentá-lo.
Eu gosto do meu dispositivo que não é um iPhone. Posso ficar com ele?
Se o dipositivo for da empresa, a resposta é não. O iPhone é o único dispositivo que pode fazer todas as coisas que queremos que você seja capaz de fazer. (Um exemplo concreto entre muitos: fazer o upload de vídeos para o seu site local […] é suportado apenas por um app de iPhone.) Além disso, o iPhone é o único dispositivo para o qual temos suporte, treinamento e dados ilimitados alinhados. Se o dispositivo é seu e você paga a conta, a empresa vai emitir um iPhone 4S totalmente pago para você. Cabe a você decidir se quer continuar mantendo seu telefone pessoal (por sua conta própria). Se você quiser trocar de aparelho, mantendo o seu número de telefone, teremos o maior prazer em transferir esse número para o iPhone. Claro, se você deixar a empresa, receberá esse número de volta.
Como podemos ver, o ecossistema da Apple parece ser equivalentemente vantajoso para empresas, apesar de alguns profissionais de TI não pensarem dessa forma. A Gannett não foi a primeira — nesta semana mesmo comentamos o movimento da Halliburton — e também não será a última a adotar os produtos da Maçã como únicas ferramentas de trabalho. Todavia, isso mais uma vez comprova o sucesso da Apple no mercado corporativo.
[via TNW]
Você sabia que, através do Mission Control (da função Exposé) do OS X Lion, é possível ver todos os documentos recentemente abertos de um determinado aplicativo?
Funciona assim: com o aplicativo em questão ativado (nesse caso acima, o Pixelmator), basta pressionar Control + ↓ (seta pra baixo) ou deslizar três dedos para baixo, no trackpad. Com isso, todos os documentos abertos recentemente aparecerão ali, entre o Dock e os arquivos abertos.
Caso você utilize bastante um determinado editor de texto, de imagem, ou qualquer outro aplicativo que trabalhe com arquivos (não vale, por exemplo, um navegador), essa opção pode salvar alguns bons segundos. ;-)
Lembrando que, com o Exposé ativado, basta apertar a tecla Tab para ir navegando entre os aplicativos abertos no OS X, exibindo assim todos os janelas relacionadas a eles.
Se você quiser, pode ainda configurar novos atalhos para o recurso. Basta entrar nas Preferências do Sistema (System Preferences), na área Mission Control, e fazer os ajustes devidos — a função pode inclusive ser ativada através do cantos da tela (botão Hot Corners…).
[via Mac.AppStorm]
Depois de vir com o estranhíssimo Cube, a Logitech está agora de volta com o Touch Mouse M600 — um concorrente direto para o Magic Mouse, da Apple.
Com um formato de gota, o periférico conta com uma superfície toda sensível ao toque, mas também usa parte da tecnologia apresentada com o Cube — possibilitando cliques esquerdo e direito, bem como rolagem na vertical ou na horizontal.
O Touch Mouse M600 utiliza conectividade RF de 2,4GHz (roda numa única pilha AA), comunicando-se com um tradicional receptor USB minúsculo. A Logitech diz que ele é direcionado ao Windows 7, mas não vejo por que não funcionaria bem no Mac OS X.
O produto chegará ao mercado internacional ainda neste mês, por US$70.
Depois de fazer grande sucesso com as suas cases de proteção extrema para iPads, a G-Form tomou agora um caminho que já era esperado e lançou os dois primeiros modelos para iPhones 4/4S: a X-Protect e a Extreme Grid.
Apesar da imagem ao lado, ambas estão disponíveis não só na cor amarela, mas também numa versão toda preta. Elas utilizam o mesmo material especial e a tecnologia Reactive Protection Technology (RPT) das outras, proporcionando uma superproteção para o smartphone da Apple.
Como não poderia deixar de faltar, os caras da G-Form gravaram um vídeo demonstrando as capacidades do produto — desta vez, dando uma tacada de hóquei a 132km/h num iPhone totalmente funcional, filmando e recebendo chamadas.
Ambos os modelos já estão disponíveis em pré-venda, cada um por US$40. Eles começarão a ser despachados ainda antes do final deste mês.
Se você quer dar um visual nostálgico/clássico para o seu iPhone 4/4S, “there’s a case for that!” E, neste caso, elas vêm da Shreer Delights.
Como esta, do Macintosh 128k:
Ou uma linha em homenagem aos iMacs G3 coloridos:
Se você preferir, tem também uma do primeiro iPod:
Cada uma sai por US$45, sem contar o frete. Não sei, não, mas algo me diz que isso não vai chegar bem aos ouvidos da Apple… Quem quiser, que aproveite logo. ;-)
[dica do Gustavo Justo, via Core77]
[Uma pesquisa recente] da eMarketer sugeriu que a receita do Twitter com publicidade poderá superar meio bilhão de dólares até 2014. Isso significaria que ele irá triplicar os US$139,5 milhões que anúncios geraram no ano passado.
Enquanto falamos de uma *previsão* de dois anos à frente, para o Twitter, a Apple no último trimestre faturou US$46,33 bilhões — o que, em 97 dias do trimestre, significa US$477,6 milhões (bem próximo de meio bilhão diário). Sim, é uma comparação louca (até injusta), mas estamos falando de duas empresas do ramo de tecnologia. E imaginem só como a Apple estará, até 2014… [TNW]
A Motorola quer morder 2,25% das vendas de iPhones para licenciar suas patentes para a Apple. Obviamente a Maçã achou o valor abusivo, e está tomando providências para remediar a situação. A última, como conta o The Wall Street Journal, consistiu em enviar uma carta ao Instituto Europeu de Padrões de Telecomunicações (European Telecommunications Standards Institute), pedindo ao órgão que estabeleça taxas de royalties adequadas para patentes consideradas essenciais de padrões de tecnologia (nesse caso, tecnologia sem fio).
A carta foi enviada em 11 de novembro de 2011, mas só agora tornou-se “pública”:
Para a Apple, a solução seria baseada em três princípios: taxa de remuneração adequada, base de royalties comum e a proibição de injunção — quando o assunto cobre patentes essenciais, bem diferente do caso envolvendo a Samsung, que cobre patentes de design.
O instituto, que participa das definições das normas relacionadas a padrões GSM, 3G/UMTS e 4G (LTE), poderá ajudar a Apple, forçando a Motorola a cobrar preços justos por suas patentes. Para o advogado da Maçã que escreveu a carta, “é evidente que a indústria sofre com a falta de adesão consistente aos princípios FRAND (Fair, Reasonable, and Non-Discriminatory) no que diz respeito a padrões de celular”.
Em uma nota relacionada, a Apple possui algumas patentes de tecnologias padrões da indústria, como MPEG H.264 e HTML5. Entre outras formas de contribuição, a empresa *não* cobra royalties de alguma delas, já que o objetivo é promover a interoperabilidade e evitar limites de propriedade que retardam o progresso da tecnologia — novamente: essas patentes são bem diferentes da usadas, por exemplos, nas diversas disputas com a Samsung. Nelas, a grande maioria é relacionada a design e recursos de produtos.
Enquanto isso, o Google — que já reclamou bastante da guerra de patentes — comprou a Motorola Mobility e afirma que continuará licenciando as patentes FRAND da empresa, nos mesmos termos de antes.
De maneira nenhuma estamos afirmando que a Apple é boazinha e a Motorola o Google mau. Contudo, há de se buscar um ponto de equilíbrio no que tange a patentes FRAND pois, sinceramente, 2,25% não me parece nada algo “justo, razoável e não-discriminatório”.
[via 9to5Mac, FOSS Patents]
Quarta-feira de boas ofertas na App Store!
Lembrando que os aplicativos vêm com a nota disponível na seção de reviews oficial da loja e eu, Marcelo Melo, uso também uma nota baseada na minha própria experiência. Mas é seu aparelho, então a palavra final sobre o app sempre é sua.
A difícil seleção de hoje:
Need for Speed Hot Pursuit para iPad
Nota na App Store: 4,0
Minha nota: 4,0
Jogo de sucesso da EA Games na App Store, Need for Speed Hot Pursuit está como oferta do dia por um preço imperdível!
O jogo conta com dezenas de verdadeiras máquinas de corrida, permitindo que você seja o fujitivo ou a polícia, fugindo ou interceptando carros em altíssima velocidade, em manobras de tirar o fôlego!
O título também conta com modos multiplayer via Wi-Fi ou Bluetooth e ainda suporte ao ranking e conquistas próprio (fica devendo no suporte ao Game Center), que aumentam ainda mais a diversão. Os gráficos são bons e o gameplay é tradicional, utilizando o acelerômetro, transformando seu iPad em um volante.
Need for Speed Hot Pursuit para iPad requer o iOS 3.0 ou superior e está saindo por apenas US$1 na App Store, apenas hoje [preço normal: US$10; 383MB]. O game também está disponível para iPhones/iPods touch, neste caso saindo por US$5.
Monster Island
Nota na App Store: 4,5
Minha nota: 4,0
Espante os visitantes da Monster Island no divertido joguinho da Mini Clip.
O jogo, muito colorido, conta com 5 diferentes montros-bomba, cada qual com sua habilidade, em 3 mundos com mais de 200 puzzles que garantem horas de diversão. O gameplay é divertido, mas com o tempo torna-se um pouco repetitivo. Os controles são fáceis e intuitivos, o que torna o app recomendável para todas as idades.
Monster Island é compatível com telas Retina, conta com suporte ao Game Center, com líderes e conquistas, permite que você escute suas músicas da biblioteca do iPhone/iPod enquanto joga, requer o iOS 3.1.3 ou superior e está saindo de graça na App Store por tempo limitado [preço normal: US$1; 19MB].
· · ·
Aqui, mais alguns apps disponíveis para o seu iGadget com descontos de até US$3:
Aproveitem as ofertas e até amanhã! ;-)
· · ·
Como a maioria dos jogos não está disponível na App Store brasileira, tenha sempre uma conta na loja norte-americana em mãos (e créditos disponíveis!). Ademais, ofertas são sempre por tempo limitado — corra para aproveitá-las!
Como se não bastassem outros problemas causados pelo Mac OS X 10.7.3, a terceira atualização do Lion também trouxe uma inesperada incompatibilidade com as últimas versões do QuarkXPress.
Felizmente, usuários já bolaram uma solução temporária, nos próprios fóruns da Quark: abra as preferências do programa, vá até a seção “XTensions Manager” e selecione a opção “Always”. Também recomenda-se reparar as permissões do Mac e reiniciar a máquina.
A Quark está ciente e trabalhando no bug — deveria ter feito isso antes, né, enquanto o 10.7.3 estava em fase beta —, mas não deu previsão de quanto liberará uma atualização para seus aplicativos.
[dica do Fabio Pavão, via Planet Quark]
Olá, leitores fotógrafos (profissionais ou aspirantes) e admiradores da fotografia! Não é a primeira vez que vejo esse tipo de “montagem” com iPhones e iPads, mas, depois de um post publicado no blog oficial do Flickr, achei legal compartilhar algumas artes com vocês… ;-)
Para tirar uma fotografia “com o iPhone/iPad” não precisa necessariamente se referir às suas respectivas câmeras, mas também aos aparelhos como composição da fotografia.
Aí vai uma sequência de imagens que encontrei pelo Flickr!
iTrapped, por Ryan Pendleton.
I is for iPhone, iPad, iPod, por Tim Sismey.
A Touch Sensitive, por Tim Sismey.
iPhone Portrait, por Riyazi Muzammil.
Aleksandra Vader, por Pawel Dudziak.
iPhone Montage, por Sam Brill.
Algum de vocês já criou alguma colagem(?) desse tipo? Quero ver se alguém supera esses exemplos aí de cima… desafio de criatividade, hehe!
A divulgação dos resultados financeiros dela sempre vem um bom tempo depois dos da AT&T e da Verizon Wireless, mas taí: a Sprint Nextel anunciou hoje seus números referentes ao quarto trimestre de 2011, e finalmente trouxe dados atualizados sobre o smartphone da Apple.
A operadora comercializou 1,8 milhão de iPhones no período — 40% deles para novos clientes, o que fez do trimestre o seu melhor em termos de expansão de base de assinantes desde 2005. Foram 1,6 milhão de novos clientes no período.
Ficamos assim, portanto: AT&T com 7,6 milhões, Verizon com 4,2 milhões e Sprint com 1,8 milhão. Como a Apple vendeu um total de 37,04 milhões de iPhones no Q4 2011, pode-se dizer que as três telecoms norte-americanas representam pouco mais de um terço do todo.
[via TechCrunch]
Tavis McCourt, da Morgan Keegan, chegou à seguinte conclusão: existe quase que uma “recessão” no mercado global de smartphones e é tudo culpa da Apple, que abacanhou grande parte das receitas e dos lucros.
Para McCourt, a Apple simplesmente dominou o quarto trimestre de 2011, tomando para si cerca de 50% das receitas e 80% dos lucros do mercado. Para termos uma ideia, o faturamento da indústria cresceu 34% no último trimestre, contudo, se tirarmos a Apple, o número despenca para apenas 0,4%!
A indústria de celulares parece estar entrando em uma espécie de recessão, com o crescimento global desacelerando substancialmente para os mais baixos níveis desde 2009. Parece que no Q1 2012 ele irá declinar ano a ano, em termos unitários, se ocorrer a sazonalidade normal. Historicamente, isso só aconteceu durante recessões globais significativas. […] Tirando a Samsung, está ficando cada vez mais difícil de entender onde o resto dos concorrentes irá obter os dólares de P&D [pesquisa e desenvolvimento] para competir a longo prazo, dado o encolhimento de suas rentabilidades. Talvez a Microsoft e o Google tenham a resposta.
Research In Motion (RIM), Nokia, HTC, Motorola… todas apresentaram resultados bem aquém de seus tamanhos — não é à toa que, juntas, Apple e Samsung ficaram com mais de 90% dos lucros da indústria.
Sinceramente, não quero nem pesar se o próximo iPhone chegar mais ou menos em outubro, trazendo todas aquelas novidades que fizeram o iPhone 4S ser o #epicFAIL que é. “Imagine the Possibilities.” :-P
[via Barrons.com]
É mole ou quer mais?! Esse ano a série Os Simpsons exibirá seu quingentésimo episódio. [Smelly Cat]
O chefão da Warner declara: "Não temos planos de encerrar Fringe nessa temporada." Será? Espero que sim, afinal, essa é uma das melhores séries da atualidade! [Ligado em Série].