Carioca, publicitário, flamenguista e editor do MacMagazine.com.br. Atualmente mora em Paris.
No mês passado a versão gratuita do OnLive Desktop chegou à App Store, mas já sabíamos que a empresa estava preparando planos pagos com extras. Hoje, o primeiro deles estreou: é o “Plus”, que custa US$5 mensais.
Além de acesso prioritário em relação aos usuários não-pagos, o plano inclui uma versão “acelerada via Gigabit” do Microsoft Internet Explorer 9 (com suporte a Flash) e abertura de PDFs via Adobe Reader. Além disso, usuários dispõem de armazenamento na nuvem (como o Dropbox) e de webmail (como o Gmail).
O OnLive Desktop requer o iOS 4.3 ou superior de iPads e não custa nada na App Store americana [4,8MB]. O produto é realmente incrível.
[via NYTimes.com]
No quinto vídeo de “sneak peek” do Photoshop CS6 (o quarto saiu na semana passada), Stephen Nielson, gerente de produtos da Adobe, trata de novidades em gerenciamento de presets e cita uma série outras bacaninhas que atenderão a pedidos de muitos usuários — adorei o atalho Cmd + J para duplicar múltiplas camadas ou grupos de camadas. [John Nack on Adobe]
Há algumas semanas, surgiu a informação de que a Força Aérea dos Estados Unidos estava planejando a compra de milhares de iPads, mas os planos parece que foram por água abaixo.
De acordo com o Nextgov, a aquisição de 2.861 iPads foi cancelada porque o governo americano se viu obrigado a utilizar o software GoodReader [US$5; 13,3MB; requer o iOS 4.0 ou superior de iPads] nas tablets, originalmente desenvolvido na Rússia.
Responsáveis pelo projeto afirmaram que não podem correr risco de segurança nenhum com uma implementação desse porte, por isso avaliarão a partir de agora outras opções (provavelmente “Made in USA”) de como utilizar tablets para substituir sacolas convencionais de manuais de voo. O projeto original poderia abranger a compra de até 18 mil iPads.
[via Network World]
Com relação ao rumor que surgiu no mês passado, especula-se agora que a abertura da store-in-store da Apple na Harrods, em Londres, poderá ocorrer em meados de março — coincidindo com a chegada do iPad 3 ao Reino Unido. Faz sentido, mas por ora a Apple não oficializou nada nem sobre a loja, nem sobre a tablet. [9to5Mac]
Prototype é um dos meus jogos favoritos no Xbox 360, e hoje anunciaram via Facebook que a primeira edição do quadrinho baseado no game já estava disponível no app Dark Horse Comics.
Pra a minha surpresa, não só encontrei o Prototype — dando sequência à história do primeiro jogo —, como baixei uma leva de outros títulos, muitos deles gratuitos e baseados em jogos, séries de TV ou filmes.
Numa lista breve: Dragon Age, Mass Effect, Buffy, the Vampire Slayer, Dollhouse, Falling Skies, Star Wars (em várias séries), The Terminator, Conan, Hellboy e por aí vai! Muito potencial pra crescer com mais conteúdo do gênero.
Como leitor ele segue o padrão dos concorrentes, com opção de ampliar/navegar pelos quadros e diálogos ou visualizar as páginas completas.
Dark Horse Comics é um app gratuito [4,1MB; requer o iOS 3.0 ou superior] e universal para iPads e iPhones/iPods touch. Os quadrinhos por lá variam entre zero e US$3 por edição, e dá pra montar uma boa coleção.
Se você está lendo esse post é porque gosta de comic books, certo? Então deve baixar também o Comics [9,4MB; requer o iOS 4.0 ou superior], outro gratuito e universal, com títulos como The Walking Dead, Fringe, Battlestar Galactica e, é claro, os clássicos e novos da Marvel, DC e cia.
Na semana passada comentamos uma polêmica sobre privacidade de usuários na qual diversos aplicativos da App Store coletavam informações da agenda (contatos) sem o consentimento do usuário — bote nesse bolo Path, Twitter, Facebook, foursquare, Instagram, Yelp e outros.
Hoje, surgiu uma resposta para o caso. Apple, Amazon, Google, HP, Microsoft e Research In Motion (RIM), juntamente à Procuradoria Geral da Califórnia, anunciaram que vão implementar novos padrões em suas lojas de apps, a fim de notificar usuários a respeito das políticas de privacidade.
Resumidamente, todos os apps disponíveis nas lojas que coletam ou precisam acessar algum tipo de dado privado do usuário deverão informar isso previamente, antes mesmo de o download ser feito. Ou seja, nas próprias lojas, sem precisar procurar por asteriscos ou textos com fonte tamanho seis, saberemos se o aplicativo vai ou não utilizar alguma informação privada.
Os desenvolvedores que não cumprirem as regras poderão sofrer represálias jurídicas de acordo com a lei californiana — justamente por esse motivo, todas as empresas se comprometeram em ajudar os desenvolvedores a se enquadrarem nos novos termos. Além disso, o acordo prevê também uma forma simples e funcional de usuários informarem caso um determinado app não esteja respeitando as novas regras de privacidade.
[via MacRumors]
Hoje mais cedo, Debby Sze Wan Chan, da ONG Students & Scholars Against Corporate Misbehavior, disse que o único jeito de as condições de trabalho melhorarem, na China, é através da pressão dos consumidores.
Agora, dois ex-trabalhadores (Guo Rui-qiang e Jia Jing-chuanque), que alegam terem sido envenenados em uma linha de produção de touchscreens, da Apple, escreveram uma carta aberta pedindo a mesma coisa: que consumidores ajudem na luta uma reforma dessas condições.
A carta foi compartilhada hoje pelo grupo SumOfUs, que recentemente anda aparecendo bastante na mídia quando o assunto é condições de trabalho nas fábricas de parceiras da Apple. Basicamente, os trabalhadores — que teriam sido contaminados por um limpador químico chamado “N-hexane”, e que sofreram danos neurológicos como consequência — pedem para que consumidores continuem assinando a petição, cobrando melhorias e atenção por parte da Apple.
[via BGR]
Hoje mais cedo comentamos que a iTunes Store japonesa estava recebendo novos conteúdos exclusivos remasterizados, mas não sabíamos que tratava-se de uma novidade global da iTunes Store.
Veja só a nova página “Masterizados para o iTunes”, na loja brasileira:
A Apple explica:
Masterizado para o iTunes significa que esses álbuns foram especialmente afinados para proporcionar um som de maior fidelidade no seu computador, som ou qualquer dispositivo Apple. Navegue por todos os gêneros musicais abaixo e volte sempre, já que continuaremos a adicionar mais músicas especificamente masterizadas para o iTunes.
O sub-título da página ainda diz “Ouça as músicas do jeito que os artistas e os engenheiros de som imaginaram”, o que mostra o forte interesse da Apple de promover o conteúdo da sua loja musical como tendo altíssima qualidade e fidelidade.
A Apple criou até uma seção do seu site dedicada a apresentar o selo “Mastered for iTunes”, trazendo um PDF completo sobre os detalhes e requerimentos desses arquivos e um conjunto de ferramentas destinadas a tal.
Ainda ontem, o Universal Music Group anunciou que uma série de álbuns populares de bandas e artistas como Madonna, Paul McCartney, Kaori Muraji, U2, John Coltrane e Bon Jovi estavam agora disponíveis com o novo selo, na iTunes Store.
Será que essas medidas já seriam suficientes, na visão de Neil Young? ;-)
[via 9to5Mac]
Mais um dia, mais um processo. Desta vez, a Apple foi acusada de infringir duas patentes (6.236.717 e 5.719.922) que cobrem transmissão simultânea de voz/dados em uma secretária eletrônica — a Maçã estaria infringindo os inventos com o recurso de mensagem de voz, presente no iPhone. Fazem parte do processo o iPhone original, o 3G, o 3GS e o 4 — o 4S está de fora, sabe-se lá o motivo. Estranhamente, tanto a primeira quanto a segunda gerações de iPads estão listadas no processo, mesmo não tendo qualquer recurso de mensagens de voz.
A patent troll da vez é a Brandywine Communications Technologies, que abriu um processo na Flórida (Estados Unidos). E para quem acha que é cisma nossa — apenas porque a Apple é a acusada —, a Verizon Wireless foi quem chamou a Brandywine assim. De acordo com a telecom, que processou a empresa recentemente, ela não passa de uma “companhia exploradora de patentes que está no mercado para cobrar direitos abrindo diversos processos”.
Para termos uma ideia, essas foram as empresas que já sentaram no banco dos réus por causa da Brandywine: Research In Motion (RIM), LG, Samsung, Nokia, Motorola, HTC, T-Mobile, AT&T, entre outras.
Aí, eu pergunto: até quando essa bagunça de patentes continuará assim? Já passou da hora de algum órgão internacional tomar uma providência e fazer uma bela de uma reforma nessa área.
[via GigaOM]
Qual tal posicionar o seu iPhone/iPod touch num lugar interessante e então deixá-lo fazer o trabalho de tirar fotos, automaticamente? Essa é a proposta do Spontaneon, desenvolvido pela empresa brasileira Jazzy Neon.
Mas o legal mesmo do app está no seu nome: ele se foca em tirar fotos espontâneas, quando as pessoas menos esperam. Então não há um timer definido de tantos segundos ou minutos — ele mesmo é que se encarrega de ir batendo fotos de maneira totalmente aleatória, às vezes com mais ou menos intensidade a depender do momento.
O Spontaneon conta com ajustes para modos de flash (automático, ligado e desligado — só para iPhones 4/4S neste caso, é claro), além de configurações internas para melhorar a qualidade das fotos.
Compatível com o iOS 4.3 ou superior, o Spontaneon pesa 3,5MB e não custa nada na App Store.
A Altec Lansing é mais uma das consagradas fabricantes de sistemas de som a lançar um modelo compatível com a tecnologia sem fio AirPlay, o inAir 5000.
Como funciona via Wi-Fi, o aparelho é capaz de se comunicar não só com iPads e iPhones/iPods touch, mas também com Macs. A configuração de acesso à rede é bem simples e o usuário pode, a qualquer momento, alterar o “nome” da caixa de som de acordo com a sua localização.
Veja só:
O inAir 5000 Wireless AirPlay Speaker (MA5000) chegará em breve ao mercado internacional, com preço sugerido de US$500.
[via Softpedia]
A britânica Adele está com tudo, mesmo! Depois de se recuperar de uma hemorragia nas cordas vocais, voltar a cantar, ganhar seis prêmios GRAMMY — entre eles os de maior destaque: “Gravação do Ano”, “Álbum do Ano” e “Música do Ano” — e de bater uma penca de recordes da maior premiação da música, a cantora acaba de bater mais um recorde, desta vez na iTunes Store.
A Columbia Records divulgou agora há pouco que o álbum ‟21” ultrapassou a marca de 2 milhões de vendas (double platinum, ou platina dupla) na loja da Apple, tornando-a a primeira cantora a realizar essa façanha. Além disso, seu trabalho teve a melhor semana de vendas desde que foi lançado — foram comercializados 730 mil unidades em todo o mundo (juntando lojas físicas e online).
E não para por aí: esta é a 21ª semana (não consecutiva) que o álbum fica na primeira posição do ranking Bilboard 200 — outro recorde para a britânica. Ao todo, foram vendidas mais de 18 milhões de cópias no mundo — sem falar nos mais de 20(!) certificados platinum nos Estados Unidos (7 para o single “Rolling in the Deep”, 4 para “Someone Like You”, 2 para “Set Fire to the Rain” e 7 para o álbum ‟21”).
[via The Loop]
Depois de um bom tempo de hiato, a GEVEY está agora de volta prometendo uma nova solução de desbloqueio para iPhones 4S, por ora restrita às seguintes versões de baseband: 1.0.11, 1.0.13 e 1.0.14.
O GEVEY Ultra S promete ser ainda mais simples e direto que antes, funcionando como uma espécie de mediador para o chip Micro-SIM do aparelho e realizando a partir daí um unlock untethered do device, sem a necessidade de jailbreak e compatível com ambas as versões 5.0 e 5.0.1 do iOS. Não é preciso discar nada, nem cortar nenhum chip.
O vídeo acima é longo, chato e mudo — mas mostra a coisa funcionando.
O produto deverá estar disponível a partir do início de março, inicialmente por US$55 (preço que tende a cair com o tempo). Ele já está disponível em pré-venda no Applenberry.
É, chegou a hora de uns e outros transformarem pesos de papel em smartphones… ;-)
[via Redmond Pie]
O designer Evan You gostou tanto do app Clear, da Realmac Software, que se impôs o desafio de recriá-lo em HTML5 e CSS3. E conseguiu, com uma precisão incrível — ótimo para quem ainda não teve a oportunidade de experimentar o aplicativo. É claro que se trata apenas da interface funcional, não dá pra substituir o app por ela — e acho que a Realmac não gostaria nem um pouco se o fizesse. [HTML5 Clear]
[via iPhone in Canada Blog]
Demorou, mas finalmente alguém fugiu do formato padrão de pulseiras para iPods nano de sexta geração e resolveu dar outra utilidade para os seus relógios: uma versão de bolso, o iPocketWatch — criação de Edwin Conan.
O acessório tem versões quadradas e circulares, presas a uma case (feita de alumínio) com corrente de 30cm, mas infelizmente ainda não virou realidade: ele está tentando se viabilizar pelo Pozible, um site australiano parecido com o Kickstarter. Por enquanto, já conseguiu 655 dos 6.000 dólares australianos necessários.
Um investimento mínimo de 40 dólares australianos (cerca de R$73) já garante uma unidade do produto, caso ele seja mesmo lançado.
[via iLounge News]
Mais uma dica do aplicativo Mail — igualmente simples, porém útil. :-)
Em vez de sair enviando um monte de links por aí, saiba que você pode muito bem selecionar uma palavra/frase e, de acordo com o contexto, adicionar um link nela — exatamente como fazemos nos artigos aqui do site.
Para isso, basta selecionar o texto e usar o atalho Command + K. Assim, uma janela aparecerá.
Basta então digitar (ou copiar & colar) uma determinada URL, clicar em “OK” e pronto — seu link passou a ser contextual, em vez de ficar jogado no meio de um texto.
Obviamente existem outras maneiras de se fazer isso. Uma delas é selecionar o texto, clicar com o botão direito em cima dele, escolhendo a opção Link » Adicionar Link… (Add Link…). Outra forma é através do menu Editar » Adicionar Link… — o resultado é o mesmo. Caso queira remover um link, basta seguir os mesmos passos, escolhendo a opção “Remover Link” (Remove Link).
Outra dica: normalmente, ao enviar um email no texto, o próprio aplicativo já o converte em link para o destino — basta clicar nele que automaticamente uma nova janela de composição é aberta. Contudo, se você quiser atrelar um endereço de email a algum nome ou, até mesmo, a uma determinada parte de um texto, basta seguir os mesmos passos descritos acima e, em vez de colocar uma URL, coloque mailto:fulano@dominio.com.br (troque o final, claro).
[via The Loop]
Primeiro, veio uma screenshot e informações; depois, uma negação de um porta-voz da Microsoft; aí, o The Daily retrucou; e hoje de madrugada, finalmente, o bate-e-rebate ainda continuava.
Agora há pouco, os editores Peter Ha e Matt Hickey, do The Daily, publicaram um novo artigo reafirmando que o Office que viram de fato é real e foi demonstrado por um empregado da Microsoft — nada de alguém terceirizado ou coisa do tipo. A única questão é que o build não era o final, o que “dá o direito” de a Microsoft negar qualquer coisa.
Eles citam ainda que há outro empregado da Microsoft muito mais envolvido no projeto que já lhes confirmou múltiplas vezes sobre a existência dele; tal pessoa garante que a Microsoft lançará uma versão do Office para iOS em breve.
Ao que tudo indica, a Microsoft está levando a sua interface “Metro” para o máximo possível de lugares, a fim de acostumar usuários com ela antes da chegada oficial do Windows 8. O que não se sabe, ainda, é se esse Office para iPads poderá acessar documentos na nuvem, armazenados no Microsoft SkyDrive, mas um ícone não-funcional no build testado por eles indica que sim.
No final das contas a Microsoft não deve nada a ninguém, mas na minha opinião seria mais adequado se ela tivesse ignorado qualquer pedido de comentários a respeito da matéria do que negar a existência de algo que pode vir a se tornar realidade dentro de algumas semanas. Depois, como é que fica?
A Apple comprou a Anobit (empresa israelense especializada em armazenamento flash) e, além disso, pretende abrir um centro de pesquisas no país. Nada mais natural, então, do que começar a contratar pessoas.
Para isso, segundo informa o Al-Monitor, ela está buscando um “recrutador técnico”, o qual será responsável por localizar, escolher e entrevistar talentos a fim de contratar os melhores profissionais para a empresa.
A pessoa também trabalhará diretamente com os departamentos de pesquisa e desenvolvimento (P&D) e recursos humanos, mantendo sempre contato com a equipe americana de recrutamento de engenheiros de hardware, garantindo assim que as atividades locais estejam alinhadas com as necessidades da companhia.
Dada a importância da vaga, a lista de exigências/experiências para assumir o cargo não é pequena — o profissional precisa ter um histórico acadêmico de primeira classe, ótima experiência em recrutamento nas áreas de hardware e software, experiência de trabalho em multinacionais, além de diversas habilidades como, por exemplo, espírito de liderança.
Israel definitivamente entrou no radar da firma de Cupertino, e com certeza muitas notícias da empresa aparecerão por lá, a partir de agora.
[via MacNN]
Abençoado seja o xScope.
Este aplicativo para Mac é uma ajuda e tanto para testar a interface de apps em iPads e iPhones/iPods touch, além de ter um kit de ferramentas que complementam suas funções no próprio desktop.
Esta função de “espelhar” sua tela nos iGadgets é a grande estrela do xScope, pois você pode ir editando a interface — no Photoshop, por exemplo — e acompanhar as mudanças de imediato na tela do iPhone (Retina ou não) ou do iPad.
Pra que isso serve? As telas do iPhone/iPad podem ter uma leve variação de cores, brilho e contraste, deixando a mesma imagem excelente no seu monitor, mas um tanto diferente na tela menor. Além disso, principalmente no caso do Retina Display, não adianta deixar o zoom com 50% ou redimensionar a imagem: você só verá o resultado final no próprio iPhone 4/4S (e tudo indica que em breve também no iPad 3).
Houve um tempo em que, para fazer esses testes, eu exportava a imagem, enviava para o iPhone/iPad e via no próprio álbum — também conhecido como “método pré-histórico”, hehe! Depois cheguei a usar o Review, um app que só funcionava no iPhone, era todo bugado e, sem explicações, sumiu da App Store.
Apesar de conhecer outros aplicativos com essa função de mirroring, queria um específico para arrumar os pixels fielmente e me ajudar nesse tipo de teste — ou prévia, se preferirem.
O xScope é matador nesse critério.
Primeiro, porque a conexão entre as máquinas é muito fácil: abrir o aplicativo no Mac e, no app do iPhone (ou iPad) selecionar o nome do seu desktop. A partir daí você “encaixa” o pedaço da tela que quer fixar no mobile, trava com o cadeadinho da interface e pode sair editando.
O espelhamento não é em tempo real, então rola um delay, mas que realmente não interefe na ideia de acompanhar as mudanças. Os pixels são fielmente representados para nenhum designer chato exigente botar defeito.
Além do “Mirror”, o xScope deixa um conjunto de ícones na barra de menus do Mac OS X para usar a qualquer momento, como o Dimensions.
A ideia é que você posicione o cursor sobre uma imagem, espaço ou qualquer área delimitada na tela para ele passar as dimensões em pixels. Isso facilita bastante para ver o tamanho de um banner num site, por exemplo, ou mesmo medir a largura/altura de uma imagem qualquer.
Essa tem a função de colocar réguas de pixels “por cima” da tela para medir algum espaço, permitindo mudar sua posição, tamanho e ângulo para ajustar no item que você queira medir.
Deixa uma moldura na tela seguindo a resolução de diversos devices — iPhone (com ou sem Retina Display) na vertical ou horizontal, iPad, Android e até em monitores de polegadas diversas. No caso no iPhone, por exemplo, você pode colocar a moldura em torno da imagem que quiser e adicionar guias visuas da GUI do iOS, como status bar, teclado e outras.
A “Lupa” nada mais é que… uma lupa. A ideia é dar um belo zoom onde o cursor estiver posicionado (ou onde a janela estiver, dependendo da configuração) para ver a cor do pixel centralizado na seleção.
O nome deste item também não deixa muita dúvida, adicionando guias sobre a tela para ajudar em alinhamentos, medidas, etc.
A função posiciona uma área delimitada sobre a tela, podendo marcar o espaço de um banner, por exemplo. Essa área também pode ser dividida em partes (grids), dependendo do uso final, e é possível salvar, carregar e criar mais de uma caixa na mesma tela.
Pra completar o kit, esse é o mais básico, marcando a posição do cursor com a distância vertical e horizontal — coordenadas x, y — a partir do primeiro pixel da tela ou de um ponto específico.
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Eu disse que era uma ajuda e tanto para facilitar a etapa de design de apps e também de sites ou qualquer criação gráfica produzida num Mac. O bichinho da Iconfactory custa US$30 na Mac App Store [8,4MB; requer o OS X 10.6.6 ou superior] e seu auxiliar xScope Mirror é gratuito [~800KB; requer o iOS 4.0 ou superior] e universal para iPads e iPhones/iPods touch. Lembre-se: é um investimento.
Confiram as outras dicas de design de interface aqui do site! ;-)
De ontem pra hoje, a Apple anunciou e liberou uma série de novidades na iTunes Store do Japão, incluindo downloads via 3G, iTunes Plus, iTunes in the Cloud, ringtones, conteúdos remasterizados, Complete My Album e muito mais. A loja está mais completa do que nunca, mas ainda falta o iTunes Match. [MacRumors]
O “pega pra capar” entre Apple e Proview continua, lá na China — desta vez mais especificamente em Xangai, um dos principais mercados da Apple no país. Conforme conta a Reuters, advogados de ambas as empresas defenderam suas posições em um tribunal — a Maçã afirmando que comprou os diretos da marca iPad há dez anos da Proview, e esta dizendo que os direitos em questão foram vendidos por uma de suas subsidiárias, sem a autorização da Proview Shenzhen, verdadeira detentora deles.
O que mais chamou a atenção na disputa foram as declarações dos advogados. Veja algumas abaixo, começando pela Proview:
A Apple não tem o direito de vender iPads utilizando este nome.
A firma de Cupertino rebateu:
A Proview não tem produto, não tem mercado, não tem consumidores e não tem fornecedores. Ela não tem nada. A Apple tem ótimas vendas na China. Os fãs fazem filas para comprar os produtos da Apple. O banimento, se executado, prejudicará tanto as vendas da Apple como também o interesse do povo chinês.
Só que o time jurídico da Proview não está nem aí para isso:
Não importa se as pessoas ficarão chateadas se você não puder vender iPads na China. Esse não é o caso. O tribunal deve decidir de acordo com a lei. Você verdadeiramente precisa vender o produto? Você não pode vendê-lo usando um nome diferente?
Quem vai levar? Não sabemos quando o veredito será dado, porém advogados da Proview acreditam que não vai demorar muito para sabermos a resposta do tribunal de Xangai — vale ressaltar que mais de 100(!) jornalistas estão no local, acompanhando a disputa.
Enquanto isso, a Apple aguarda a decisão da apelação daquele primeiro processo que ela perdeu para a Proview — foi ele que gerou essa história de banir o iPad na China [1, 2]. A decisão está marcada para 29 de fevereiro.
Leia mais sobre a confusão entre as duas empresas aqui.
[via Fortune Tech]
Não falamos dele enquanto estava com a fase de investimentos aberta no Kickstarter, mas felizmente ele se viabilizou até 15 de janeiro e angariou mais do dobro do que precisava: US$41 mil!
Falo do Quad Lock, um novo suporte para iPhones criado pela Annex Products:
O Quad Lock pode ser afixado a paredes, carros, motos/bicicletas e afins com adesivo 3M ou parafuso, deixando o iPhone 4/4S bem preso e permitindo que ele seja rotacionado tanto na vertical quanto na horizontal.
O vídeo promocional é bastante explicativo:
O produto está em fase de pré-venda e suas primeiras unidades deverão começar a ser despachadas até o final do mês que vem. Seu kit completo sai por 70 dólares australianos (cerca de R$125).
[via Cult of Mac]
O desenvolvedor brasileiro Alexandre Nascimento, o “AppleBoy”, acaba de lançar na App Store o iMissa — mais um aplicativo religioso para iPhones/iPods touch, destinado a cristãos.
O app traz a liturgia diária, orações, santo do dia e acesso ao podcast “Tempo com Deus” — boa parte do conteúdo atualizado diariamente, via internet. Ainda mais funcionalidades são prometidas para breve.
O iMissa requer o iOS 4.3 ou superior e custa US$1 na App Store [4,3MB].
Mais uma vez, vamos brincar um pouquinho — valorizando os que de fato leem o artigo. ;-)
Ganharão códigos promocionais do iMissa os 5 primeiros seguidores do @MacMagazine que derem RT no nosso tweet sobre este post — só que no estilo antigo de RT, adicionando na frente da mensagem qual o feriado católico correspondente ao dia de hoje.
Exemplo:
Sexta-feira santa RT @MacMagazine: iMissa é mais um app católico que chega para iPhones/iPods touch – http://mcmgz.in/6f1
Atenção: se você for um dos ganhadores *não* apague o tweet após o término da promoção, ou você poderá ser banido. Caso você seja um deles e não saiba como resgatar o seu promo code, confira nossa vídeo-aula explicativa.
Boa sorte! ;-)
A última vez que falamos do Money Care aqui no site foi em setembro passado, mas ele foi lançado originalmente no comecinho de abril de 2011. Agora, o desenvolvedor Alessandro Figueiredo se viu numa situação bastante chata: o design do seu aplicativo foi descaradamente copiado por uma empresa que aparenta ser chinesa.
COPY — Eis o Money Care [US$3; 3MB; requer o iOS 4.0 ou superior de iPhones/iPods touch]:
PASTE — Aqui, o iCashBook [US$2; 1,8MB; requer o iOS 3.1 ou superior de iPhones/iPods touch]:
O iCashBook é de “autoria” de uma empresa denominada iMyFang, da China. Ela já foi denunciada pelo Alessandro para a Apple, que aguarda um retorno sobre o caso — esperamos que o app em questão seja removido da loja.
Ao contrário do que aconteceu nestes dias com o jogo “Pokémon Yellow”, não vejo, neste caso, como colocar a culpa na Apple. Ela tem que zelar por marcas registradas e ficar ligada sempre que puder em cópias como essa, mas é impossível ter controle sobre qualquer tipo de trabalho alheio, até porque não é tão simples provar a origem de determinada criação. No caso do Alessandro felizmente deve ser fácil, visto que há um espaço muito grande entre as liberações dos aplicativos.
O nome de Tim Cook, CEO da Apple, está listado como “convidado” ou “confirmado” entre os participantes de uma mesa-redonda intitulada “Cancer and Corporate America: Business as Usual?”, a ser realizada em 15 de março durante a 17ª NCCN Annual Conference da National Comprehensive Cancer Network. A participação dele teria muito a ver não só com a doença que matou Steve Jobs, mas com os incentivos que a Apple tem dado para pesquisas médicas. [The TechBlock]
Atualização
E o nome de Cook sumiu agora da página do evento. Provavelmente ele recusou o convite ou não poderia comparecer na data/hora marcada.
Falamos dessa reportagem da ABC na semana passada, conferimos os primeiros detalhes anteontem e hoje de madrugada tivemos acesso a dois vídeos com pedaços do documentário do programa “Nightline”, pouco antes de ele ser veiculado por completo na televisão americana.
Quem estiver nos Estados Unidos pode assistir à matéria completa aqui, e os primeiros 5-6 minutos dela também estão disponíveis para todos no YouTube.
A seguir, compilamos alguns dos destaques que ela trouxe:
Agora há pouco, noticiamos também que uma ONG afirmou que a Foxconn se preparou previamente para as visitas da Fair Labor Association, “escondendo” trabalhadores menores de idade.
Para esses empregados, não poderia haver nada melhor do que essa atenção toda que a mídia está dando para as condições de trabalho proporcionadas pela Foxconn e por outras gigantes chinesas. A tendência, espero, é que as coisas melhorem bastante por lá.
Não é incomum ouvirmos casos de Apple Retail Stores sendo roubadas, mas é raro, sim, que um crime desses seja cometido por um empregado da própria loja.
Aparentemente, foi o que aconteceu na Apple Store Northlake Mall, em Charlotte (Carolina do Norte, Estados Unidos). A loja foi aberta há poucos meses, no finalzinho de agosto passado.
A polícia local está atrás do principal suspeito pelo roubo de 25 iPhones da loja, o qual certamente tinha acesso à “Genius Room” da loja. Desses, 23 eram modelos 4S — um prejuízo avaliado em mais de US$16.000.
Os roubos teriam ocorrido aos poucos, de acordo com o jornal The Charlotte Observer, entre 1º de dezembro e 11 de janeiro.
[via MacRumors]
Depois que ele foi adaptado para ser jogado em desktops, o próximo passo não deve ter sido muito difícil: a ZeptoLab acaba de lançar seu grande sucesso Cut the Rope na Mac App Store.
Logo de cara estão inclusas 250 fases em 10 caixas, uma mecânica toda adaptada para o mouse, líderes e conquistas (provavelmente ganhará suporte ao Game Center, no OS X Mountain Lion) e tudo o que já conhecemos do game e do seu simpático personagem Om Nom.
Cut the Rope requer o OS X 10.5 ou superior e custa US$5 na App Store americana [133MB]. Ainda mais fases são prometidas para breve, liberadas via updates.
[via TechCrunch]
As músicas do álbum “1”, dos Beatles, são as primeiras da banda, na iTunes Store, disponibilizadas como toques exclusivos (ou até mesmo alertas) para iPhones. Se você é fã de carteirinha e quer transformar Help!, She Loves You ou qualquer outra música em seu toque oficial, basta comprar o álbum (US$13) ou uma das 27 faixas (US$1,29 cada). ;-) [TNW]
Um ou mais fãs de Steve Jobs resolveram criar uma linha do tempo (timeline) para o falecido cofundador e ex-CEO da Apple no Facebook. A página já está supercompleta e é uma maneira interessante e diferente de saber mais sobre a vida do gênio — vale muito a pena conferir. [Stevie Paul Jobs]
P.S.: Sim, o primeiro nome está errado — acredito que porque “stevepauljobs” já estava tomado.
Nós não chegamos a acompanhar esse caso, mas desde 2007 a Apple brigava contra uma empresa especializada em criações mobile para a web do Reino Unido, devido a um pedido de registro de marca realizado um ano antes.
Hoje, a firma em questão anunciou que saiu vitoriosa no caso e poderá continuar se chamando Wapple. A determinação veio diretamente do Intellectual Property Office britânico, o qual entendeu a distinção do nome da empresa considerando que ele na verdade deriva da sigla WAP (Wireless Application Protocol).
“Estamos bastante satisfeitos com o resultado, e incrivelmente orgulhosos. O caso é uma vitória da verdade sobre táticas. Autoconfiança é sempre crítica quando se está estabelecendo e desenvolvendo qualquer negócio de tecnologia, e ainda mais quando você está inaugurando um mercado, como nós estávamos. A ação tomada pela Apple para se opor à nossa marca testou nossa determinação e estamos supercontentes com esse resultado”, afirmou Anne Thomas, uma das fundadoras e COO da Wapple.
A Wapple também ganhou forte apoio em sua argumentação pelo fato de que, na época em que foi fundada, o iPhone ainda não existia — ou seja, ela não teria usado esse nome para se promover dentro do mercado mobile atualmente dominado pela Apple. Entre suas principais clientes estão Microsoft, Google e MTV.
[via Mobile Entertainment]
Em uma entrevista para o AppleInsider, Debby Sze Wan Chan, da ONG Students & Scholars Against Corporate Misbehavior, afirmou que a Foxconn estava preparada para as visitas da Fair Labor Association e que alguns trabalhadores de 16 e 17 anos foram dispensados ou transferidos para outros departamentos no dia da visita.
Para quem não sabe, a idade mínima para se trabalhar, de acordo com o código de conduta da Apple, são 16 anos. Contudo, a idade exige uma série de medidas e proteções (quantidade de trabalho, tarefa realizada, entre outras coisas) que, supostamente, não são aplicadas nas fábricas da Foxconn. Segundo Wan Chan, a declaração de Tim Cook (CEO da Apple), na qual ele afirma que a empresa se preocupa com cada trabalhador de sua cadeia mundial de suprimentos, não é verdadeira. “O feedback dos trabalhadores nos mostra que eles não sentem essa preocupação. Na maior parte do tempo, eles sabem que os representantes da empresa estão dentro das fábricas. O problema não é que a Apple não conhece os problemas reais de seus fornecedores. Eles sabem, mas eles não se importam”, disse ela.
A Sacom criou uma petição através da qual luta pelo fim do trabalho estudantil, salários decentes, treinamentos (incluindo saúde e segurança), pela formação de um sindicato genuíno através de eleição democrática e recompensas para vítimas caso o código de conduta seja descumprido. Há dois anos, a organização tenta entrar em contato com a Apple a fim de entregar o material — eles inclusive já foram até Cupertino, porém, não obtiveram sucesso na empreitada.
Wan Chan confirma ainda que as matérias do NYTimes e da CNN retratam bem a realidade do país e das condições de trabalho, dizendo ainda que os empregados das fábricas são tratados como máquinas. O governo local ainda incentivaria isso, solicitando a escolas que enviem estudantes para estágios na Foxconn.
Mesmo com o recente aumento de salário, a Sacom acredita que o pagamento ainda está longe do que podemos chamar de justo, suficiente. Na média, empregados ganham US$214, sendo que ainda precisam pagar US$24 pelos dormitórios e US$32-US$48 pelas refeições. “Sem fazer muitas horas extras, o salário não é suficiente para eles viverem”, afirmou Wan Chan.
Obviamente, este não é um problema somente da Apple, já que outras empresas também utilizam os serviços da Foxconn. Apesar dos problemas, Wan Chan disse que entrevistou um trabalhador da linha de produção da Nokia e que a finlandesa tenta garantir, no mínimo, um dia de folga por semana para seus trabalhadores — em linhas de produção de outras empresas, normalmente a folga é de duas em duas semanas.
Como resolver o problema (ou, no mínimo, amenizá-lo)? Para Wan Chan, os consumidores devem colocar pressão em cima das empresas. Essa seria a forma mais eficaz de se lutar por melhores condições de trabalho.
Antes, Macs eram máquinas bem mais caras que a concorrência. Hoje, nem tanto. Pelo contrário, um MacBook Air possivelmente é mais barato que qualquer notebook similar. Então, não foi com surpresa que essa notícia me pegou. De acordo com o tópicos nos fóruns tonymacx86 e netkas.org, a vida dos “Hackintoshers” será facilitada com a chegada do OS X Mountain Lion — pelo menos se as coisas continuarem como estão.
O suporte a placas gráficas (GPUs — Graphics Processing Unit, ou Unidade de Processamento Gráfico) sempre foi uma dor de cabeça para quem gosta de rodar o OS X em hardwares não-autorizados. Com o novo sistema, parece que as coisas estão mais fáceis, já que ele suporta nativamente as placas AMD Radeon HD 6950 e 6970 — a primeira inclusive foi reconhecida sem modificações até mesmo quando um usuário voltou a utilizar o OS X Lion após testar o novo sistema.
Em outro tópico, vemos que o suporte a placas NVIDIA 5xx também é reconhecido nativamente — um usuário comentou ainda que a GTX 570 roda melhor no OS X Moutain Lion, sem qualquer modificação, do que no Lion com remendos aplicados.
É claro que existem inconsistências, como fazer o boot do Mountain Lion para o OS X Lion — parece não funcionar caso a GPU 6950 esteja conectada a um display ou utilizando o OS X Mountain Lion via VMware Fusion. Todavia, nada mais normal quando estamos falando da primeira versão de testes de um novo sistema operacional.
Voltando ao assunto do primeiro parágrafo, vendendo Macs e iGadgets do jeito que está, definitivamente os “Hackintoshers” não são uma preocupação tão forte para a Maçã — por isso não me surpreende essa facilidade em rodar tudo quanto é tipo de GPU no novo sistema.
[via 9to5Mac]
O Skitch para iPad acaba de ser atualizado para a versão 1.0.3, trazendo uma nova ferramenta de desenho (retângulos com cantos arredondados), controles parentais (é possível configurar o acesso à internet, rolo da câmera, fotos e mapeamento de recursos), correções visando uma maior estabilidade e, entre outros, a inclusão do português. Ele requer o iOS 5.0 ou superior, pesa 7,7MB e é gratuito. [App Store]
Esta história é daquelas, inacreditáveis. Na Holanda, um homem de 49 anos estava dirigindo sua van quando foi cercado por alguns indivíduos que, aparentemente sem qualquer motivo, abriram fogo contra o carro.
Imagem meramente ilustrativa.
No total, cinco tiros foram disparados. Enquanto quatro deles não acertaram a vítima, um tinha endereço certo: o peito. Felizmente, lá estava um iPhone para salvar a vida desse cidadão.
Eu tinha não apenas um, mas seis anjos sob meus ombros. A bala atravessou o iPhone e em seguida foi levemente para o meu peito. Meu iPhone me salvou.
Hoje o iPhone “salvador” está guardado, em um lugar especial na casa da vítima.
Esse aí nunca mais compra outro aparelho! :-P
[via AppAdvice]
Confirmando a informação divulgada anteriormente, a Apple Store, Amsterdam será mesmo inaugurada em 3 de março (um sábado), às 10 horas. A loja fica localizada em Leidseplein, número 25, e seu prédio abriga também os escritórios da Maçã no país. Por um acaso, alguém visitará Amsterdã nessa data? :-P [ifoAppleStore.com]
Poucos dias após atualizar seus relatórios ambientais, a Apple confirmou hoje à KTVZ que construirá um novo data center enorme em Prineville, no Estado americano de Oregon. A novidade já era aguardada desde o começo de dezembro passado.
Atualmente a Apple tem usado toda essa infraestrutura para atender principalmente aos requerimentos de serviços como iCloud e iTunes Match, mas Deus sabe o que mais vem por aí. É natural que cada vez mais produtos sejam direcionados e/ou integrados com a nuvem, e ao mesmo tempo a base de usuários da empresa não para de crescer.
De acordo com a reportagem, a Apple pagou US$5,6 milhões ao Condado de Crook por uma área de 160 acres (quase 650 mil metros quadrados), coincidentemente próxima a um data center gigantesco do Facebook. O projeto é conhecido internamente pelo codinome “Maverick”.
Kristin Huguet, porta-voz da Apple, se limitou a confirmar que a propriedade foi de fato adquirida e que as instalações planejadas para lá serão totalmente “verdes” — isto é, amigáveis ao meio ambiente. Não se sabe ainda as dimensões do novo data center nem quando a sua construção será iniciada na prática.
[via MacRumors]
Depois do que vimos anteontem, mais dois vídeos da ABC destacando um pouco da sua reportagem completa sobre as fábricas da Foxconn na China. Imagens e declarações inéditas de instalações e empregados, muito bacana mesmo. [9to5Mac]
Depois da última resposta de Peter Ha, editor do The Daily, ele ainda veio com mais pedras pra cima da Microsoft:
Ou seja, tem ainda mais vindo por aí.
E a Microsoft retrucou:
Já sabem, né: onde tem fumaça…
Saiu agora há pouco, na App Store, a versão 4.1 do cliente oficial do Twitter para iOS — desta vez com novidades apenas para iPhones/iPods touch, ainda que não tenham sido poucas.
Entre as mudanças estão a volta do atalho de deslizar (swipe) para atalhos, copy & paste de tweets e perfis, personalização de fonte, alerta de confirmação para buscar por mais amigos, melhorias em mensagens diretas (DMs), aprimoramentos em performance, mais detalhes sobre tweets, badges de perfis verificados em resultados de buscas, entre outras.
O Twitter requer o iOS 4.0 ou superior e não custa nada na App Store [8,4MB].
[obrigado a todos que nos enviaram esta dica!]
Por incrível que pareça, Gene Munster, da Piper Jaffray, resolveu deixar a rumorejada “iTV” um pouco de lado e falou sobre os Macs, os quais andam “esquecidos” por analistas desde que iGadgets tornaram-se o$ queridinho$ da Apple.
Baseado em uma recente pesquisa do NPD Group, Munster afirma que as vendas de Macs, nos Estados Unidos, estão bem abaixo do previsto. Enquanto estimativas dão conta de um crescimento global na casa dos 20% para o atual trimestre, até agora as vendas aumentaram apenas 1% nos EUA, se compararmos com o mesmo período de 2011. Porém, para o analista, a introdução de novos modelos de MacBooks Air e as vendas internacionais ajudarão o número a subir novamente, fechando o Q1 2012 com com crescimento entre 17% e 22%, com vendas entre 4,4 e 4,6 milhões de Macs.
Já os iPhones continuarão fazendo bonito, comercializando algo entre 32 e 34 milhões de unidades. Os iPods, por sua vez, manterão a tendência de baixa; nada foi comentado, desta vez a respeitos dos iPads.
[via MacRumors]
Como muito de vocês já devem ter reparado, o Dashboard do OS X Lion, por padrão, é mostrado como um espaço. Desta forma, ele não é mais ativado como uma camada por cima do Desktop — veja a imagem abaixo:
Se você não curtiu esse novo comportamento do recurso, saiba que é muito simples voltar ao modo antigo. Basta entrar nas Preferências do Sistema (System Preferences), ir à área Mission Control e desmarcar a primeira opção (Mostrar Dashboard como um espaço, ou Show Dashboard as a space).
Assim, ele voltará aos tempos de Tiger, Leopard e Snow Leopard.
Contudo, saiba que usado-o desse modo, ele não ficará mais acessível pelo Mission Control. Veja uma tela do Mission Control com o Dashboard sendo usado como um espaço:
Agora, com o Dashboard funcionando como uma camada em cima da Mesa (Desktop):
Como podemos ver, ele não aparece mais como um espaço, sendo acessível somente por atalhos ou pelo próprio app (dentro da pasta de aplicativos).
E aí, como você prefere usar o Dashboard? Compartilhe com a gente, nos comentários! ;-)
Já vimos diversos tipos de aplicações da técnica de realidade aumentada (augmented reality), mas uma exposição fotográfica, até onde eu sei, é algo inédito. Foi exatamente isso o que concebeu o português Nuno Serrão, ao lançar o “Project Paperclip”.
A exposição consiste em imagens as quais contam com QR Codes que podem ser lidos por um app para iPhones/iPods touch [gratuito; 83,9MB; requer o iOS 4.3 ou superior] e então reproduzem arquivos de áudio especiais para situar o observador no ambiente virtual. Três delas estão disponíveis online.
A experiência é única a cada utilização, pois o algoritmo do aplicativo utiliza processamento em tempo real de variáveis do local onde o visitante utiliza o app, tais como: a hora do dia, o nível de ruido existente na sala, a sua voz, o movimento e localização do utilizador, entre muitas outras.
Veja só:
A exposição está aberta desde 11 de fevereiro Centro das Artes — na Madeira, em Portugal. O conceito “tenta transportar o visitante para um estado que lhe permita uma mais profunda interpretação das fotografias”; evidentemente, quanto melhores os fones de ouvido, mais bacana a experiência.
Legal, né? ;-)
Esquentou: depois que a Microsoft negou o furo do The Daily sobre o Office no iPad, o editor da publicação, Peter Ha, veio agora a público reafirmar que a imagem em questão não é falsa e que o software “foi demonstrado por uma pessoa da Microsoft”. Ele também compartilhou outra imagem, com o ícone do app:
[via TNW]
As ações da Apple subiram hoje 2,54% e fecharam o dia valendo US$514,85, novo recorde histórico para a companhia. A marca volta após alguns dias de instabilidade desde o último registro, em 14 de fevereiro. O valor de mercado da Maçã acaba de superar os US$480 bilhões. [NASDAQ:AAPL]
A coisa é tão polêmica que a Apple teve que adiar agora, pela segunda vez, o prazo para aplicativos da Mac App Store adotarem suas novas regras de sandboxing [área fechada do Mac Dev Center]. O novo prazo é 1º de junho, tempo suficiente para desenvolvedores se adaptarem aos requerimentos do OS X 10.7.3 e às novas APIs do recém-lançado Xcode 4.3. [Apple]
Já faz muitos meses desde que a Apple lançou o aplicativo Cards, ele ganhou uma atualização em dezembro porém pedidos continuam indisponíveis no Brasil. Pra quem não quiser mais esperar, trazemos aqui uma alternativa: o Touchnote.
Como já dá pra ver pela screenshot acima, um dos primeiros diferenciais do Touchnote é que ele possui versões tanto para iPhones/iPods touch quanto para iPads, sem falar em outras plataformas móveis. Além disso, seus preços são inferiores aos cobrados pela Apple e eles despacham cartões para qualquer lugar do planeta — embora o prazo máximo possa ser de até três semanas.
O Touchnote está disponível na App Store em duas versões separadas, ambas gratuitas: iPhones/iPods touch [6,1MB; requer o iOS 3.2 ou superior], iPads [9,4MB; requer o iOS 4.0 ou superior].
[via iPad.AppStorm]
A Qualcomm anunciou hoje a quinta geração de chips Gobi, capazes de se conectar a redes LTE, LD-LTE, TD-SCDMA, HSPA+ e EV-DO. O bacana dessa nova família de chips é que eles suportam também diversas bandas, usadas tanto na Ásia quanto nos Estados Unidos, abrindo espaço para aparelhos globais de verdade.
Os novos chips foram criados para tablets e notebooks (muito possivelmente também serve para smartphones), e são compatíveis com as arquiteturas ARM e Intel (x86).
Esse seria um chip perfeito para equipar a próxima geração de iPads, que deverá ser anunciada daqui a pouco, em 7 de março. Com ele, a Apple poderia fabricar um único aparelho compatível com redes 4G americanas, europeias e asiáticas, além de manter retrocompatibilidade com redes 3G — as do Brasil, por exemplo.
Quer mais? As redes da China Mobile, maior operadora do mundo, utilizam a tecnologia LD-LTE (4G) e TD-SCDMA (3G). Ou seja, um futuro iPhone equipado com esses novos chips Gobi da Qualcomm resolveria de uma vez por todas o problema de compatibilidade dos iGadgets, abrindo ainda mais o mercado para a Apple — para quem não sabe, a Maçã acabou de firmar parceria com a China Telecom, a terceira maior da China.
O único problema é que a Qualcomm não mencionou nenhuma informação a respeito da disponibilidade dos novos chips. Todavia, nada impede de a Apple já ter algum tipo de preferência, tendo acesso à nova tecnologia antes da concorrência — motivo$ para isso, não faltam.
[via 9to5Mac]
De vez em quando, aparecem por aí apps brasileiros que dão orgulho de nos representar lá fora. O mais novo deles é o Cartalog, do desenvolvedor Lucas Mendes Menge — mesmo criador do jogo Undead Attack! Pinball.
O aplicativo oferece uma forma fácil e versátil de se criar catálogos, menus/cardápios e portfólios no iPad, com designs de muito bom gosto.
O Cartalog conta com inúmeras opções de personalização de layout com cores, imagens e tipografias, movimento de objetos via drag & drop, fotos em tela cheia, proteção com senha, compartilhamento via email (com exportação/importação via iTunes) e visualização de catálogos com suporte a VoiceOver.
Compatível com o iOS 5.0 ou superior, o Cartalog custa US$6 e pesa 15,3MB na App Store. Ele está disponível tanto em português quanto em inglês.
Mais uma vez, vamos brincar um pouquinho — valorizando os que de fato leem o artigo. ;-)
Ganharão códigos promocionais do Cartalog os 3 primeiros seguidores do @MacMagazine que derem RT no nosso tweet sobre este post — só que no estilo antigo de RT, adicionando na frente da mensagem qual o nome do app menos “log”.
Exemplo:
Email RT @MacMagazine: Cartalog possibilita a criação de belos catálogos, portfólios e afins no iPad – http://mcmgz.in/6eb
Atenção: se você for um dos ganhadores *não* apague o tweet após o término da promoção, ou você poderá ser banido. Caso você seja um deles e não saiba como resgatar o seu promo code, confira nossa vídeo-aula explicativa.
Boa sorte! ;-)
Porta-voz da Microsoft:
A matéria do The Daily é baseada em rumores e especulações imprecisos.
Não temos mais comentários.
Taí a resposta da gigante de Redmond, em relação ao que surgiu mais cedo. Aguardemos algumas semanas para saber mesmo se isso é verdade ou não. [Bits]
No vídeo, uma narração de Michael Caine tirada diretamente do filme “O Grande Truque” – dirigido por Nolan – é ilustrada por cenas da atual trilogia Batman.
“Batman Begins”, “The Dark Knight” e “The Dark Knight Rises” são vistos como os três atos de um truque – tal qual Nolan nos apresentou no seu filme de 2006.
É mole ou quer mais?! Esse ano a série Os Simpsons exibirá seu quingentésimo episódio. [Smelly Cat]
O chefão da Warner declara: "Não temos planos de encerrar Fringe nessa temporada." Será? Espero que sim, afinal, essa é uma das melhores séries da atualidade! [Ligado em Série].