Carioca, flamenguista e sócio/editor do MacMagazine.com.br.
I am a marketing and digital communication specialist who has recently moved to Paris from Rio de Janeiro. I successfully completed a mission in L’Oréal’s international recruitment department in order to create communication tools for recruitment business contests.
In my role as a project manager I was in charge of creating, management and delivering projects. Through them, I have been able to develop my communication and design skills, enhancing my ability to find opportunities in many different scenarios and be creative as well as organized. Team-working and fast decision-making are important characteristics that fulfill my profile.
MacMagazine is a blog about technology which the starting point is related to Apple. The proposal is to expand the thematic with other similar interests, such as internet, computing news, gadgets, electronics, etc. It’s one of the most recognized Apple and tech blogs in Brazil.
MacMagazine is a blog about technology which the starting point is related to Apple. The proposal is to expand the thematic with other similar interests, such as internet, computing news, gadgets, electronics, etc. It’s one of the most recognized Apple and tech blogs in Brazil.
The number one cosmetic company in the world — hired with a CDD (contrat à durée déterminée — limited time contract).
• Marketing strategy for the International Recruitment Department.
• Communication development for recruitment business games.
Sports marketing company from Artplan Group. Company responsible for events like Rio de Janeiro Marathon, Brazilian Kitesurf Championship, Footecon (the biggest soccer congress in Latin America) and others.
• Identification of new opportunities on the market.
• Customization of in-house projects according to client profile and sector.
• Project planning in creation, media, production and attendance coordination.
• Planning and development of publicity campaigns and promotional actions.
• Financial control and ROI analysis.
Sport marketing and entertainment company. Responsible for events like Lenny Kravitz show, Moby Tour, The Convoked (Coke) and others.
**Acquired by Dream Factory Sports in December 2008**
• Development and creation of projects from market demand.
• Financial viability study of the projects.
• Customer relationship, results analysis.
Event production and scenography company. Responsible for events like Rodrigo de Freitas Lagoon Christmas Tree, TIM Festival and others.
• Logo and visual identity development.
A diversified technology, media and financial multinational company.
• Lamps package designer that was sold in many countries: Brazil, Peru, Venezuela, Argentina, Chile and China.
• Training design and delivery for professionals (GE Illumination Institute).
• Point-of-sales animation and merchandising developer.
Assim como aconteceu em 2011 e em 2012, a Apple conquistou a primeira posição no BrandZ 2013, ranking que traz as 100 marcas mais valiosas do mundo de acordo com a Millward Brown. Entre as dez primeiras temos quatro gigantes do setor de tecnologias: Apple (+1%), Google (+5%), IBM (-3%) e Microsoft (-10%). Enquanto isso, a Samsung ficou entre as dez que mais subiram (+51%) e o Yahoo! foi uma das que voltaram ao ranking. O infográfico abaixo traz alguns dados interessantes do Top 100 Most Valuable Global Brands 2013 — mais informações podem ser encontradas nesta tabela [PDF; 11,1MB] e neste relatório [PDF; 31,9MB]. [AllThingsD]
Com a Copa do Mundo chegando, o Brasil está cada vez mais em evidência. Nada melhor do que conhecer uma cidade-sede do evento com um mapa/guia interativo de bolso, não é mesmo? O pessoal da Squadra Tecnologia não perdeu tempo e tratou de criar o MobUrb BH.
Trata-se de um aplicativo para turistas que pretendem visitar a cidade de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais. Com ele, usuários conseguem planejar sua viagem, seja “conhecendo” antecipadamente alguns pontos turísticos ou conversando com pessoas que estão passeando pela cidade. É possível filtrar as buscas dos pontos por categorias como baladas, bares, restaurantes, compras, cultura, hospedagem, lazer, saúde e muitas outras. Através dos Hot-Points, o usuário sabe exatamente quais pontos de interesse estão em alta em cada horário do dia, vendo ainda fotos, informações úteis, avaliações e comentários sobre eles.
Mas voltando ao planejamento da viagem, o bacana do app é que ele nos permite incluir pontos e eventos na agenda, inclusive sugerindo os melhores dias e horários para visitar um determinado ponto de interesse baseado num deslocamento otimizado. Dá ainda para fazer check-ins nos lugares, uma boa pedida para, depois da viagem, ter uma lista do locais que você conseguiu visitar.
Por falar em deslocamento, com o app podemos também ficar por dentro das opções de transporte disponíveis (consultar pontos de táxi, ônibus e estações do metrô, além de horários e itinerários) e traçar rotas para os pontos desejados. Quem quiser pode ainda compartilhar as fotos durante a viagem pelo próprio app. Claro que você pode fazer isso por outros apps como Instagrams da vida, mas o legal do MobUrb BH é que você pode organizar as fotos de acordo com as datas/locais visitados.
Por enquanto, o aplicativo está disponível apenas em português e em inglês, mas em breve ele ganhará suporte a mais idiomas. ;-)
| MobUrb BH – Turismo em grandes eventos Grátis | 15.6 MB | requer o iOS 5.0 ou superior. Compatível com iPhones/iPods touch. Desenvolvedor(a): Squadra Tecnologia. | [Código QR] |
Toda segunda-feira a Apple escolhe uma faixa de algum artista ou banda e a oferece para usuários da iTunes Store gratuitamente, como seu “Single da semana”. A faixa escolhida desta vez foi “Tanto Mar”, da banda Planar.
A banda se diferencia por não se preocupar com questões existenciais. Seu rock moderno, melódico, com ocasionais intervenções de harmonias pouco convencionais e texturas eletrônicas cativa o ouvinte sem causar estranheza. […] Despreendidos de raízes regionais ou mesmo nacionais, quatro músicos de distintas personalidades musicais contribuem por igual para a formação da identidade de um ser novo, autônomo e cosmopolita — o Planar.
Aproveitem! ;-) E não deixem de conferir também os atuais “App da semana” e “Filme da semana”, ambos trocados às quintas-feiras.
| “Tanto Mar” Grátis por uma semana! |
Dropbox, Google Drive, SkyDrive, CloudApp, Droplr… existem muitos serviços pelos quais podemos compartilhar arquivos. Mas se você está procurando algo realmente rápido e fácil, tem que conhecer o Minibox.
O vídeo abaixo demostra bem como ele funciona:
Basta arrastar o(s) arquivo(s) para o ícone do app na barra de menus, digitar o email do destinatário e clicar no botão de envio — a mensagem em si é opcional. Isso mesmo, você nem precisa esperar o upload do arquivo para enviá-lo!
Mas os diferenciais não param por aí: não existem limites, você pode enviar qualquer tipo de arquivo, de qualquer tamanho, seja eles quantos forem; os arquivos são mostrados numa galeria bem bacana, pela qual podemos copiar o link da URL, comentar (em breve), favoritar, fazer o download do arquivo e, é claro, compartilhar. Mandou uma imagem em RAW? Sem problemas, o serviço se encarrega de converter tudo para você. Além disso, ao fazer o upload de um arquivo, é possível agendar o envio do link para mais tarde — bastando pressionar o botão de envio e escolher o dia/hora do envio.
Os benefícios descritos acima são oferecidos de graça. Se você quiser ainda mais recursos como privacidade, criptografia, armazenamento para sempre — os arquivos enviados na conta gratuita expiram depois de 30 dias —, galerias personalizadas, entre outras coisas poderá optar pela versão Pro do serviço, a qual ainda está sem preço definido e sem data de lançamento.
| Minbox Grátis | 1.3 MB | requer o OS X 10.6 ou superior. Compatível com Macs de 64 bits. Desenvolvedor(a): Minbox Inc.. | [Código QR] |
Amanhã, 21 de maio, Tim Cook, Peter Oppenheimer e Phillip A. Bullock (CEO, CFO e chefe das operações de impostos da Apple, respectivamente) viajarão a Washington para conversar com senadores a respeito do montante de dinheiro que a empresa tem fora dos Estados Unidos. Hoje, a Apple publicou um documento [PDF] de 17 páginas(!) o qual reforça tudo aquilo que falamos na semana passada, incluindo a ideia de uma reforma tributária, o fato de ela ser uma das empresas que mais paga impostos (US$6 bilhões em 2012) e que não utiliza nenhuma artimanha para deixar de pagá-los — ou seja, tudo o que faz está de acordo com a lei.
Atualização
Do comunicado para a imprensa de Carl Levis, senador americano de Michigan:
Uma investigação bipartidária feita pela Subcomissão Permanente de Investigações do Senado descobriu que a Apple usou uma complexa teia de entidades fora dos Estados Unidos — incluindo três subsidiárias as quais a empresa alega não serem residentes fiscais em nenhum país — a fim de evitar o pagamento de bilhões de dólares em impostos para os Estados Unidos.
“A Apple alega ser o maior contribuinte corporativo dos EUA, mas por tamanho e escala também está entre os que mais evitam impostos na América”, disse o senador John McCain.
A Apple se pronunciou, mas o Governo americano tratou de responder rapidamente. Aguardem, pois amanhã a coisa vai ferver! [The Loop]
Começando mais uma semana com várias ofertas na App Store!
A minha seleção do dia:
| Units - Unit Converter for your iPhone Grátis [preço normal: USD 1.99] 3.9 MB | requer o iOS 3.1.3 ou superior. Compatível com iPhones/iPods touch. Desenvolvedor(a): crossroad solutions. | [Código QR] |
| Nota na App Store: 4,5/5 | Minha nota: 4/5 |
Continua procurando um bom conversor para seu iPhone/iPod touch? O Units é uma boa opção de utilitário, em oferta na App Store.
Contando com uma interface bem simples mas elegante, o app vem com um jeitão de calculadora. Digite as medidas no teclado e os resultados são apresentados em um display na parte superior da tela. Caso deseje mudar o tipo de conversão, os botões “From” e “To” serão os responsáveis pelas trocas de unidades.
O Units guarda em sua memória as últimas unidades escolhidas para conversão para cada modo, permine que três conversões sejam salvas como favoritas com acesso mais rápido, e a unidade de câmbio é atualizada, diariamente, de maneira automática. Se você precisa de um conversor, vale dar uma chance para o Units! ;-)
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Aqui, apps com descontos de até US$5:
Aproveitem as ofertas e até amanhã! :-D
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As ofertas destacadas na coluna MM na App $tore são sempre por tempo limitado, então corra para aproveitá-las!
Enquanto aqui no Brasil o iPhone 5 nem sequer pode ser encontrado na Apple Online Store[1], na Índia a Maçã está se mostrando disposta até mesmo a “sair dos trilhos” para atrair mais consumidores.
De acordo com a ZDNet, a Apple implementou na Índia algumas medidas visando a tornar o iPhone mais acessível para consumidores locais. Uma delas é uma prática comum no Brasil: compras parceladas.
Mas há por lá algumas coisas que seriam muito benéficas para brasileiros, começando por descontos bacanas para quem adquire iPhones dando como entrada o seu smartphone antigo. Nesses casos, a Apple indiana dá abatimentos de 7.777 rupias (cerca de R$290) para estudantes e de 7.000 (~R$260) para não-estudantes.
Em parceria com a American Express, a Apple ainda oferece na Índia mais 10% de desconto na compra de iPhones com cartões de crédito da operadora — o equivalente a um mínimo de 6.000 rupias (~R$220), no caso de iPhones 4.
O mercado indiano é um dos maiores da atualidade[2], e a Apple sabe que, se dormir no ponto, perderá feio para concorrentes como Samsung e ZTE. Só é uma pena que a percepção dela não pareça ser a mesma com relação ao nosso país.
[via GigaOM]
por Marcell Almeida [@almeidamarcell]
Por padrão, toda vez que você tira uma screenshot no Mac, ela é salva na sua Mesa (Desktop). Mas e se você quiser guardar em outro lugar? Digamos que você queria salvar todas as suas screenshots no Dropbox, para facilitar o compartilhamento com seus amigos.
Neste texto, apresentarei duas alternativas para isso.
Inicie o Terminal, localizado em /Aplicativos/Utilitários/ — você pode usar o Spotlight ou o Launchpad para isso, também.
Com um único comando, você irá dizer o local aonde quer salvar suas screenshots. Por exemplo, se você quiser que elas fiquem salvas em alguma pasta no Dropbox, use o seguinte:
defaults write com.apple.screencapture location ~/Dropbox/public/Screenshots Logo depois, para que os comandos surtam efeito, é preciso rodar o seguinte:
killall SystemUIServer Encerre o Terminal e pronto! Agora toda a vez que você tirar uma screenshot, a imagem será salva na localização que você colocou.
Para voltar à configuração padrão, basta repetir os passos trocando o primeiro comando por este:
defaults write com.apple.screencapture location ~/Desktop/ Alguns outros posts interessantes/relacionados:
Este aplicativo também permite que você salve automaticamente as suas screenshots em uma pasta publica do Dropbox. E para usá-lo é muito simples: basta estar com o aplicativo rodando e tirar uma screenshot.
Importante ressaltar que o GrabBox está com um problema na versão atual e apenas a beta consegue salvar as fotos no Dropbox. Não me pergunte como uma versão beta funciona melhor que a estável! Apenas posso dizer que descobri essa informação pelo Twitter, após não ter conseguindo fazer o aplicativo funcionar.
Baixe a versão beta por aqui:
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Já que mudar a localização das imagens é bem simples e acreditando que é sempre melhor usar a menor quantidade possível de aplicativos, recomendo o primero método.
Caso você ainda não saiba ou simplesmente esqueceu como tirar screenshots no OS X, segue a lista abaixo:
E um extra: usando qualquer combinação acima e segurando Control, em vez de a imagem ser salva na Mesa (ou numa pasta personalizada), ela vai para a área de transferência e fica pronta para você colar aonde desejar.
Qualquer duvida, poste nos comentários; ficarei contente em ajudar no que eu puder! ;-)
Ao escrever o post no qual dei uma dica de como monitorar as informações do computador diretamente pelo ícone do aplicativo nativo Monitor de Atividade, disse que antes da chegada do OS X Mountain Lion eu utilizava muito o iStat Pro, um widget bastante poderoso que monitorava CPU, memória, discos (internos e externos), redes, temperaturas da máquina, ventoinhas, bateria, entre outras coisas.
O problema é que ele foi descontinuado e não é mais suportado pela Bjango. A desenvolvedora ainda investe no iStat Menus, um app que monitora as mesmas coisas e apresenta as informações na barra de menus do OS X. Ele é ótimo e vale cada centavo, mas alguns podem achar o seu preço (US$16) um pouco salgado.
É aí que entra o StatsBar. Desenvolvido pela FIPLAB, este utilitário custa apenas US$4. Ele não é tão completo e poderoso quanto o iStat Menus, mas cumpre muito bem o que promete.
Como podemos ver na imagem, ele apresenta as informações dos seguintes itens: CPU, memória, disco, rede e energia (bateria — disponível apenas em MacBooks, é claro). Acionado tanto por um ícone no Dock quanto na barra de menus — você escolhe essa opção nas preferências do app —, ele oferece ainda a possibilidade de “limparmos” a memória da máquina caso a RAM livre esteja num nível muito baixo. Se o usuário quiser, pode ainda ajustar essa limpeza automaticamente caso o nível caia para um número estabelecido.
Além disso, é possível mostrar a RAM livre (tanto em GB quanto em percentual) junto ao ícone do app, na barra de menus. Ele também já conta com gráficos Retina e permite que usuários escolham a opacidade da janela, assim como o intervalo de atualização das informações (de 1 a 30 segundos).
Para quem gosta de ter acesso a essas informações rapidamente e não faz questão de um relatório muito detalhado, o StatsBar pode ser uma ótima pedida!
| StatsBar - System Monitor USD 3.99 | 3.7 MB | requer o OS X 10.7 ou superior. Compatível com Macs de 64 bits. Desenvolvedor(a): FIPLAB Ltd. | [Código QR] |
O desempenho financeiro das Apple Retail Stores nos Estados Unidos continua impressionante, de dar inveja a qualquer outra varejista. Analisando as vendas por metro quadrado, as lojas da Maçã continuam vendendo duas vezes mais que as da Tiffany & Co., por exemplo. No último trimestre, o primeiro de 2013, a firma de Cupertino apresentou um crescimento de 7% no número de visitantes e uma nova receita recorde de US$57,60 por visitante. Nada mau. [asymco]
Feito para o casal acompanhar o período menstrual da mulher, o aplicativo Pocket Cycle tem uma interface objetiva, exibindo as datas do ciclo marcadas com cores leves. Para usá-lo, a ala feminina precisa apenas indicar informações básicas como sexo, data da última menstruação e quantos dias, em média, dura o seu ciclo. Já os namorados, maridos e companheiros podem sincronizar essas informações em seus dispositivos e saber quais as datas mais importantes durante essa época, como dia fértil e último dia da menstruação.
De forma simples, a tela principal da ferramenta mostra para a mulher 28 pontos coloridos (se o seu ciclo é de 28 dias) e cada um deles representa um dia no período menstrual, com o ponto na parte superior configurando o primeiro dia do ciclo e o grande, o dia atual. Os pontinhos vermelhos são os dias da menstruação, o azul é o da ovulação, os verdes são considerados os mais férteis e os na cor cinza são dias normais. Se aconteceu algo fora do comum e você precisar ajustar o dia em que está no ciclo, basta girar o botão para o ponto correto e salvar.
No entanto, a mulher que não tiver aquele ciclo regular de 28 dias vai precisar sempre ajustar manualmente o calendário para que os pontos coloridos informem os dias corretamente. Fora isso, o dispositivo não mantém o controle dos ciclos passados e, para o casal sincronizar os aplicativos, o benefício sai por US$2. Sincronizadas as ferramentas, eles só têm acesso às informações que elas quiserem — muito justo, né? Também por US$1 é oferecido o recurso para lembrar a mulher de tomar a pílula anticoncepcional, nada que um alarme no celular não faça.
Contudo, o Pocket Cycle também conta com alarmes para avisar o início e o término do período menstrual e dos dias férteis, sendo possível editar esses lembretes como linguagem cifrada para que só você entenda. Disponível de graça para iPads e iPhones/iPods touch — com recursos pagos dentro do aplicativo —, os dispositivos são personalizáveis e ideais para faciliar a vida de quem, por exemplo, quer programar uma gravidez.
Isso porque, de acordo com a Perigee, desenvolvedora do dispositivo, o app utiliza um método de dias padrão (SDM), pesquisado pelo Instituto para Saúde da Reprodução na Universidade de Georgetown, que ajuda a prever a fertilidade com precisão de até 95%. Nada mau!
| Pocket Cycle – Rastreando Período Menstrual & Fertilidade para vocês dois Grátis | 16.2 MB | requer o iOS 6.0 ou superior. Universal, compatível com iPads e iPhones/iPods touch. Desenvolvedor(a): Perigee. | [Código QR] |
Prosseguindo em nosso estudo, chegou a hora de trabalhar com estruturas de repetição. A partir de agora conseguiremos montar uma série de códigos bem legais, que vão permitir um estudo mais bacana de vocês.
♫ Time, Hans Zimmer, de “Inception” ♪
Fazendo uma análise do que já estudamos até aqui, temos o trabalho com variáveis, que nos permitem armazenar valores, e temos os condicionais, que permitem criar códigos que possuem mais de um fluxo possível de operação. Porém existe um tipo de situação em que o uso de variáveis e condicionais apenas não resolve tudo.
Em um cenário hipotético, imagine que você precisa criar um aplicativo que exibe uma listagem de frases de autores famosos, mas a quantidade dessas frases pode variar. A cada execução o sistema puxa uma base de dados que contém as frases e, consequentemente, a sua quantidade.
Esse tipo de situação não pode ser resolvida criando diversos campos de texto na tela e tratando com um IF quais seriam exibidos. Você não pode tentar “antecipar” uma quantidade e partir da premissa de que isso “serve na maioria dos casos”. Esse tipo de trabalho (em que uma base dinâmica define tanto a quantidade quanto o conteúdo de itens) possui uma abordagem com nome e sobrenome: automatização de tarefas.
A proposta não é você criar dez campos de texto na interface gráfica e “ajustar” no código quem aparece ou não. O ideal nesse tipo de código é que a própria criação dos elementos seja dinâmica. Até por uma questão lógica: “…se eu terei oito frases, só preciso criar oito campos de texto…”.
É dentro de todo esse cenário que entram os chamados repetidores, estruturas que permitem ao sistema executar um bloco de código repetidas vezes de acordo com um intervalo que nós definimos. Dessa maneira, com base no volume de dados, nós disparamos tanto a criação quanto a exibição dos conteúdos.
Seu uso é amplo e o exemplo da exibição dessas frases é apenas uma das possíveis abordagens. Podemos pensar também em criar painéis (ou grids) para mostrar diversas fotos, onde teríamos linhas e colunas criando uma matriz de elementos. Pense que, se um bloco de código vai rodar mais de uma ou duas vezes, possivelmente você poderia otimizá-lo usando um repetidor.
Essa otimização, além de facilitar o entendimento e a manutenção do código, nos leva inevitavelmente a uma bela redução no número de linhas do script. Pegando novamente o exemplo das frases, se nós tivéssemos que criar 10 campos, posicioná-los e definir seus textos na “unha”, teríamos por baixo mais de 30 linhas de código. Agora se criassemos um repetidor automatizando isso, conseguiríamos um resultado melhor com aproximadamente 5 linhas.
Então não tenham medo de estruturas de repetições. Elas estão lá para lhe ajudar (e muito). Já tive diversos alunos na Quaddro com traumas incríveis de FOR, WHILE e afins, mas após uma sequência bem conduzida de exercícios, eles não só entenderam como realmente gostavam de aplicá-los.
Sendo assim, vamos à prática para deixar tudo isso bem claro e tranquilo.
Vou começar com um dos repetidores mais úteis e famosos. Para isso vou criar um novo projeto chamado Repetidor_For.
Esta primeira imagem ilustra alguns comentários, conceitos e declarações do FOR:
Analisando o código nós podemos perceber que um FOR é uma estrutura que usa variáveis e condicionais. Sua declaração é baseada em uma variável que será aumentada até chegar ao limite definido. Nesse caso, a variável i começa com valor 0 e rodará o FOR enquanto seu valor for menor que 3.
Para o entendimento ficar bem tranquilo, vamos bancar o compilador (programa que lê e interpreta o que está no código):
…Ah, a variável i começa valendo 0, ok…
…o código dentro das chaves roda até a variável i valer 3, ok…
…cada vez que o FOR chegar ao fechamento das chaves, a variável i aumenta seu valor em 1, ok…
Obs.: imaginem tudo isso com a voz computadorizada Cellos. :-P
A ideia é bem simples. Tudo o que estiver dentro das chaves do FOR será executado repetidas vezes até que a condição definida seja falsa. Do jeito que está o nosso código, ele deve exibir três vezes a mensagem Repetiu no console (ninguém esqueceu a quebra de linha, né?!).
Por mais simples que esse código seja, ele já dá uma boa ideia dessa rotina de automatização. Aí você pergunta: “Danilo, e se eu quiser exibir um número até dez?” Sem problemas gafanhoto, façamos dois ajustes no nosso código:
Perceba que alterei minha condição de limite para menor IGUAL a 10, e também ajustei para que o printf exiba o valor atual da variável i. Essa é uma das formas mais práticas de entender o funcionamento de um repetidor.
Ao rodar esse código você terá 11 exibições da mensagem no console. “Ué, não era para ser 10?” Seria, se em vez de começar a variável com 0 nós começássemos com 1, ou então definir um limite apenas MENOR que 10 e não menor igual como está. Faça alguns testes com isso. ;-)
Aproveitando esse momento de abordagem de limites, fica o alerta para que vocês definam com atenção esses valores iniciais e finais. É aí que os novatos com extrema frequência testam coisas que podem travar um código e deixar o processador “chorando” em loop.
Um exemplo pode ser observado no código a seguir. Note que eu defini o valor inicial de 0, falei que ele vai rodar até o limite 3, mas configurei um decremento. Assim a cada execução o valor da variável diminui e, não tendo como chegar ao limite, esse código vai rodar por toda a eternidade.
A menos que a sua ideia seja esquentar o processador da máquina do chefe ou então ver a bateria do iPhone de um “amigo” secar, tome cuidado com loops infinitos. Já perdi as contas de quantas vezes em sala de aula os alunos testavam FOR e falavam coisas como “ficou lento”, ou então “tem algo estranho…”, rs. A estrutura é fácil, pessoal; é só prestar atenção nos valores definidos.
Uma vez que vocês tenham aprendido e testado os conceitos básicos de FOR, o melhor caminho agora é a prática. Vou adotar aqui uma metodologia que usamos em todos os cursos da Quaddro: desafios. A partir de agora, dependendo do tema dos artigos, vou procurar sempre bolar uns desafios para vocês exercitarem o que aprenderam.
Esse tema de repetição com FOR nos dá uma margem bacana, então vou definir aqui três desafios com níveis de dificuldade gradativos.
» DESAFIO 1: NÚMEROS ÍMPARES
Você deve montar um FOR que exiba todos os números impares de 1 até 20. Existem diversas abordagens possíveis. Vocês podem mesclar tudo o que aprenderam até agora usando variáveis e condicionais, também.
Quero que as mensagens no console fiquem assim:
» DESAFIO 2: EXIBIR TABUADA
Você deve criar uma variável definindo um número inteiro entre 1 e 10. Depois, deve exibir a chamada da tabuada desse número. Por fim, deve criar um FOR que exiba a tabuada desse número.
Quero que as mensagens no console fiquem assim:
» DESAFIO 3: MATRIZ
Você deve criar uma estrutura que exiba uma matriz 10×10 com a contagem de 1 até 100 — isso quer dizer uma exibição de 10 linhas e 10 colunas. Perceba que os valores menores que 10 possuem um algarismo ZERO antes deles. ;-)
Quero que as mensagens no console fiquem assim:
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Acho que está bom, né?! Esses serão bons estudos para vocês. Façam com calma e, se quiserem, rabisquem em um papel — ajuda bastante nesse começo. Para os que estiverem realmente começando em programação a coisa não está tão fácil, por isso o termo “desafio”. Mas essa é a premissa: você só grava um conceito quando sofre para entender e fazer sozinho. Balançar a cabeça dizendo que entendeu não quer dizer nada.
Criei um tópico no fórum da Quaddro para debater os códigos dos desafios e ajudar nas dúvidas de vocês. Tá com dúvida ou resolveu o código e quer compartilhar?! Posta lá! ;-)
Um abraço e até a próxima.
Fim de semana tem MacMagazine no Ar, mas também tem “Estreando na App Store”. Confira a seleção de apps/jogos da semana! ;-)
| Gravity Guy 2 USD 0.99 | 35 MB | requer o iOS 4.3 ou superior. Universal, compatível com iPads e iPhones/iPods touch. Desenvolvedor(a): Miniclip.com. | [Código QR] |
Uma estilo de jogo que faz muito sucesso é o de “corrida sem fim” (“endless running”), que veio à tona graças à série Temple Run. Alguns desenvolvedores copiam se inspiram demais, outros são criativos o suficiente para ter o seu próprio sucesso. Um bom exemplo disso é Gravity Guy, da empresa MiniClip — também responsável pela distribuição de ótimos jogos.
Nesta semana chegou a sequência desse game, no qual a gravidade não existe e estratégia é muito importante. É hora de correr com Gravity Guy 2!
Em um mundo onde as leis da gravidade foram quebradas, um cara corajoso foi mantido em cativeiro por se rebelar e desafiando as regras! Sendo o primeiro a ir contra o sistema, ele viu que estava em perigo e na necessidade de correr para salvar sua vida.
Os controles são bem simples: apenas dois botões, um para elevar a plataforma e outro de propulsão. Dessa forma qualquer um pode jogar, mas isso não deixa a jogabilidade fácil. Na verdade a adaptação com o ambiente demora um pouco, mas nada que impeça a diversão depois de umas três corridas.
O personagem inicial é o Neon, mas outros seis podem ser desbloqueados através de moedas conseguidas não tão dificilmente nas corridas. Cada corredor tem uma habilidade específica a qual ajuda o jogador através de bônus. Os últimos requerem *muitas* moedas mas, cá entre nós, se todos estivessem disponíveis, enjoaríamos muito rápido.
De qualquer forma, para os apressados, moedas podem ser adquiridas via compras dentro do app (In-App Purchase) no valor de US$2 a US$20, fornecendo 50.000 e 1.000.000 de moedas respectivamente. Caso não queira gastar alguns dólares, assista a um vídeo dentro do jogo ou entre com sua conta no Facebook para ganhar algumas de brinde, podendo gastar com alguns poderes.
Gravity Guy 2 já está entre os jogos mais baixados da App Store e custa apenas US$1! Que tal comprar agora mesmo e comparar sua pontuação com a de seus amigos pelos placares do Game Center? :-P
| Bombcats Grátis | 117.3 MB | requer o iOS 5.0 ou superior. Universal, compatível com iPads e iPhones/iPods touch. Desenvolvedor(a): Chillingo Ltd. | [Código QR] |
Adivinhe quem lançou mais um perfeito passatempo? A Chillingo! Engraçadinhos e violentos gatinhos irão salvar seu tédio em Bombcats!
Sete bonitos, mas voláteis felinos prontos para explodir em ação para salvar os seus amigos peludos presos. Prepare sua mira e atire estas vaquinhas detonantes em toda a tela!
Neste game o entretenimento é o mais diversificado possível. São 42 objetivos pra você alcançar enquanto está na fila do banco/hospital, na espera de qualquer atendimento ou simplesmente entediado.
Vestir os felinos é um opcional. Um guarda-roupa bem variado fica disponível para comprar algumas roupas, vestimentas e acessórios através de pedras preciosas, conquistadas em cada uma das 190 fases! Ademais, upgrades e melhorias também podem ser compradas.
Grátis e universal, é um joguinho demasiadamente interessante com um estilo de quebra-cabeça que vai te viciar, portanto, não pode faltar no seu iGadget! :-P
| Velozes & Furiosos 6: O Jogo Grátis | 176.3 MB | requer o iOS 4.3 ou superior. Universal, compatível com iPads e iPhones/iPods touch. Desenvolvedor(a): Kabam. | [Código QR] |
O filme Velozes e Furiosos 6 estreará no Brasil na próxima sexta-feira, 24 de maio, e o jogo já chegou à App Store para entrarmos no clima da alta velocidade. O game foi desenvolvido pela empresa Kabam, famosa por outros jogos multiplayer, com autorização da Universal Studios.
Confira o trailer de Velozes & Furiosos 6: O Jogo:
Entre no mundo de Velozes & Furiosos 6. Ganhe grana e respeito dos “Mais Velozes” pilotos enquanto arranca e derrapa nas ruas de Londres. Junte-se à equipe Velozes & Furiosos se preparando para executar uma série de tarefas no mais novo modo missões.
Além de gráficos incríveis, novos modos de jogo, desafios e missões viciantes, é possível personalizar o carro desde regulagens internas à lataria, vinis e outros detalhes externos.
A jogabilidade é bem parecida com a de CSR Racing: você começa com uma quantidade de combustível para correr em algumas pistas ou rachas e, quando acaba, é preciso esperar o reabastecimento, que dura alguns minutos. Para os apressados, as compras dentro do app (In-App Purchases) são necessárias pra que a diversão não pare. Os valores vão de US$2 a US$100!
Clique/toque parar ampliar a imagem e ver os detalhes dos gráficos.
Um ponto negativo é a incompatibilidade com iPods touch de terceira e quarta gerações, mesmo aparecendo na parte de requerimentos do jogo, na descrição do aplicativo — isso inclusive gerou reviews negativos para ele.
Corra com os melhores carros, pegue os rachas mais perigosos e comente aqui o que achou do game!
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É isso, pessoal. Não esqueçam de comentar seus lançamentos favoritos da semana! :-)
Sábado é dia de MacMagazine no Ar! :-D Infelizmente não conseguimos gravar na semana passada, mas como prometido estamos de volta.
Participaram deste 39º episódio o núcleo do podcast — formado por Rafael Fischmann, Breno Masi e Eduardo Marques —, com a participação especial do Renato Ribeiro, diretor da IDS Tecnologia e especialista em segurança, o qual já escreveu vários artigos bacanas para nós.
02:30 — Bate-papo com o Renato sobre certificações Apple10:48 — Breno na Google I/0 2013, em San Francisco21:13 — Bill Gates e Thorsten Heins falando mal de tablets, BBM para iOS26:16 — Adobe Creative Cloud, Pixelmator 2.235:07 — Verificação de dois passos em Apple IDs brasileiros39:52 — 50 bilhões de downloads na App Store44:20 — iTunes 11.0.3, nova interface para updates50:17 — Emails de leitores58:48 — Promoção do iPod nanoQuer tirar alguma dúvida geral, fomentar alguma discussão, enviar críticas ou sugestões, debater algo dito no nosso podcast? Envie um email para noar@macmagazine.com.br, quem sabe ele poderá ser lido/respondido no próximo episódio. ;-)
| MacMagazine no Ar Episódio: #039 | [Código QR] |
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Sábado é dia de MacMagazine no Ar! :-D Infelizmente não conseguimos gravar na semana passada, mas como prometido estamos de volta. Participaram deste 39º episódio o núcleo do podcast — formado por Rafael Fischmann, Breno Masi e Eduardo Marques —, com a participação especial do Renato Ribeiro, diretor da IDS Tecnologia e especialista em segurança, o qual já escreveu vários artigos bacanas para nós. 02:30 — Bate-papo com o Renato sobre certificações Apple 10:48 — Breno na Google I/0 2013, em San Francisco 21:13 — Bill Gates e Thorsten Heins falando mal de tablets, BBM para iOS 26:16 — Adobe Creative Cloud, Pixelmator 2.2 35:07 — Verificação de dois passos em Apple IDs brasileiros 39:52 — 50 bilhões de downloads na App Store 44:20 — iTunes 11.0.3, nova interface para updates 50:17 — Emails de leitores 58:48 — Promoção do iPod nano Quer tirar alguma dúvida geral, fomentar alguma discussão, enviar críticas ou sugestões, debater algo dito no nosso podcast? Envie um email para noar@macmagazine.com.br, quem sabe ele poderá ser lido/respondido no próximo episódio. ;-) MacMagazine no Ar Episódio: #039 Gravação: 17 de maio de 2013 Duração: 01:01:41 Trilha sonora: Iron Maiden [Código QR] O podcast também está disponível num feed RSS e num perfil do portal SoundCloud.
Novidades da versão 3.3.0
Abra-Ca-Bacon! É uma linda noite de primavera e os Bad Piggies aprenderam alguns truques mágicos — e o primeiro é fazer os ovos desaparecerem! Mas não se preocupe, os Angry Birds têm algumas cartas na manga… como os totalmente novos PORTAIS MÁGICOS!
- 36 níveis mágicos novos!
- PORTAIS: recursso totalmente novo que deixa você se transportar magicamente dentro do nível!
- Novo poder: a caixa mágica AllakaBAM que explode!
- Novo tema de carnaval completamente maluco, cheio de porcos palhaços, chapéus mágicos e muitas surpresas!
Recentemente passamos a falar de atualizações de apps/jogos apenas em nossas redes sociais (Twitter, Facebook e Google+), mas esse update de Angry Birds Seasons merece um post. Para promovê-lo, a Rovio chamou ninguém menos que Simon Pierro, famoso ilusionista (ou mágico de iPad, como ele mesmo se denomina). Bem bacana, não? ;-)
| Angry Birds Seasons USD 0.99 | 38 MB | requer o iOS 4.3 ou superior. Compatível com iPhones/iPods touch. Desenvolvedor(a): Rovio Entertainment Ltd. | [Código QR] |
| Angry Birds Seasons HD USD 2.99 | 49.7 MB | requer o iOS 4.3 ou superior. Compatível com iPads. Desenvolvedor(a): Rovio Entertainment Ltd. | [Código QR] |
[dica do Paulo Bruning]
Taí um app surpreenderá muita gente. Pelo nome, não é possível termos ideia do que ele realmente faz, mas veja só do que o ScoreCleaner Notes é capaz:
Alguma vez você já quis anotar uma melodia quando não existe nenhum lápis ou papel, nenhum instrumento ou computador por perto — apenas você e seu iPhone? Você tem curiosidade para saber como a música que você está cantarolando ficaria em notas musicais?
Com Notas ScoreCleaner você pode tocar, cantar ou assobiar qualquer melodia e imediatamente transformá-la em nota musical.
Ele é basicamente um Google Tradutor, só que para músicas. E o resultado parece impressionante, veja só:
Para que tudo funcione perfeitamente, porém, é preciso seguir algumas dicas básicas como cantar uma nota de cada vez (sem harmonias, letras, etc.), manter um ritmo constante e, se o app não entender muito bem o que está sendo cantado, colocar o iPhone um pouco mais distante.
Assim como a Siri, todo o processo de reconhecimento é feito na nuvem e, por isso, é necessário uma conexão com a internet. As notas ficam armazenadas no aplicativo e na nuvem, e podem ser compartilhadas via email, Twitter e Facebook. Através de uma assinatura no ScoreCleaner Cloud, é possível sincronizar as notas com o ScoreCleaner para OS X, a fim de editar e dar aquele retoque final.
O ScoreCleaner Notes é compatível com iPhones/iPods touch e custa apenas US$1. Já a versão desktop é compatível o OS X 10.6 ou superior e sai por 99 euros (cerca de R$260), porém é possível testá-lo por 14 dias corridos.
| ScoreCleaner Notes USD 0.99 | 11.9 MB | requer o iOS 5.0 ou superior. Compatível com iPhones/iPods touch. Desenvolvedor(a): DoReMIR Music Research AB. | [Código QR] |
| ScoreCleaner [site oficial] € 99 | 20,9 MB | requer o OS X 10.6 ou superior. |
[via Brainstorm9]
Semanalmente, nosso moderador Ramon Nicotari seleciona de três a cinco tópicos que estejam rolando no nosso Fórum para serem destacados por aqui.
Eles são escolhidos de acordo com o nosso bom senso, pelo número de respostas, atualidade do assunto e quão úteis eles podem ser para o público como um todo.
Vamos aos links desta semana?
Boas discussões, pessoal! ;-)
Em meados de julho do ano passado, falamos aqui no site sobre uma “membrana” 3D para iPads que prometia oferecer uma boa experiência sem a necessidade de óculos especiais. Pois ela agora está entre nós e, após alguns dias de testes, trazemos para vocês finalmente o nosso parecer sobre o produto.
A criação é de uma startup brasileira, a Magoo Tecnologia. Trata-se de uma espécie de cobertura para a tela do iPad (qualquer geração, Retina ou não — menos iPads mini), com uma borda preta feita de ABS e uma membrana resistente que, a olho nu, simplesmente parece uma folha de plástico com várias pequenas linhas pretas.
Aos experts de plantão, estamos falando de uma mescla das tecnologias lenticular e paralaxe — uma ideia do André W. Zanuto, um dos sócios da Magoo.
A Magoo 3D não requer uso de óculos, mas tem, sim, algumas particularidades. A primeira e mais importante de todas é o seu app (gratuito, é claro), necessário para que se possa aproveitar a experiência tridimensional. É ele, o responsável por “converter” os conteúdos apresentados na tela para um formato que permita ao usuário ter essa sensação especial virtualizada.
| Magoo 3D Grátis | 18.1 MB | requer o iOS 5.0 ou superior. Compatível com iPads. Desenvolvedor(a): Magoo. | [Código QR] |
A interface do aplicativo não é das melhores, mas ele é bem completo: permite que o usuário navegue pelo seu feed do Instagram, por vídeos do YouTube e também pelas fotos e vídeos armazenados localmente no seu Rolo de Câmera.
É interessante observar que, ao ser aberto, o app automaticamente aumenta o brilho do iPad para o máximo. Isso porque a película em si já “filtra” um pouco a visualização da tela, então manter o brilho no máximo é fundamental para ter uma boa experiência com a coisa.
Mas não para por aí: com a película aplicada ao iPad, a visualização só fica boa com ele afastado cerca de 50cm dos olhos — o equivalente, mais ou menos, a segurar o iPad com os dois braços esticados. Daí já dá pra imaginar que ficar segurando ele não seria lá muito confortável, então o ideal é apoiá-lo numa mesa usando a sua própria Smart Cover, se você quiser.
É fisicamente impossível mostrarmos a coisa em vídeo, mas fizemos um mesmo assim só para vocês terem uma ideia e verem o produto montado no iPad e mostrando uma imagem convertida pelo app:
O feito dos caras da Magoo com essa membrana é sensacional, afinal, há poucos que discordem que usar óculos para ver conteúdos em 3D seja algo bem chato. Ainda assim, preciso ser sincero: no ano passado, quando fiquei sabendo sobre o produto, eu esperava mais da experiência.
Há certas fotos e/ou vídeos em que a sensação de tridimensionalidade fica bastante aparente e fazem a experiência valer a pena, mas na maioria dos exemplos que testei desde que recebi o produto eu não posso dizer o mesmo. O app permite inclusive que você ajuste a “intensidade” do efeito 3D, o que ajuda em certos casos, mas é evidente que ele depende muito do que está sendo apresentado na tela.
É um acessório interessante, simples de instalar e de usar, e que com certeza adiciona uma experiência extra e diferenciada em seus momentos de entretenimento com o iPad. Mas é algo para ser usado apenas eventualmente, ótimo para impressionar os amigos. ;-) Se a coisa já está assim hoje, imagino o que teremos daqui a 2-3 anos — inclusive evoluções da própria membrana da Magoo.
A Magoo 3D já está à venda pelo seu site oficial, saindo por R$150 para o modelo destinado a iPads de primeira geração e R$200 para todos os outros.
Esta promoção será exclusiva para quem curte a nossa página no Facebook, mas certifique-se também de já estar cadastrado no nosso banco de dados de promoções.
Para participar, basta acessar a página da promoção (clicando no botão abaixo) e confirmar que você quer participar — no máximo até as 16-17 horas (pelo horário de Brasília) da próxima quarta-feira, 22 de maio.
Logo após a data/horário limite, faremos o sorteio de uma Magoo 3D entre os participantes.
Eis as regras da promoção:
Boa sorte a todos! ;-)
Eu não curti muito o visual do conceito criado por Sam Beckett, mas é inegável que ele foi o que fez mais sentido entre todos os que já vi. Veja que não estamos falando de uma televisão de 50 polegadas e sim na ideia de a Apple ser a criadora de uma nova interface/experiência para os serviços que são atualmente disponibilizados pelas provedoras de conteúdo. Isso exigiria uma negociação pesada, mas acho que o caminho é bem por aí. E repare que o vídeo nem aborda a questão de apps, algo que mudaria completamente a relação que temos hoje com a TV. [iDownloadBlog]
Más notícias para quem está aguardando o lançamento do “iRadio”, suposto novo serviço de streaming de músicas da Apple. Nós já falamos bastante sobre ele aqui no MacMagazine e, até então, as negociações estavam difíceis, mas bem encaminhadas.
Todavia, o The Verge informou hoje que, mesmo com a Universal querendo ver o lançamento o mais rápido possível, a Sony e a BMG estariam travando o acerto.
A primeira coisa que deve vir à cabeça de um monte de gente é: “Como o Google conseguiu lançar o Google Play Music All Access e a Apple ainda está nessa situação?” Na verdade, isso é mais fácil de entender do que parece. O serviço do Google é bem parecido com os já estabelecidos Spotify e Rdio, por isso as bases para um acordo já estavam conhecidas, definidas. Já a Apple pretende fazer algo parecido com o Pandora, mas misturando serviço de rádio com recursos on-demand, o que exige que um novo acordo seja escrito, do zero. Além disso, o Google teria concordado em adiantar o pagamento de royalties, enquanto a Apple se recusaria a fazer isso — ela teria concordado em pagar às gravadoras um percentual da receita com publicidade, uma taxa por música tocada e um mínimo garantido.
Será que dará tempo de a Apple apresentar o “iRadio” — ou seja lá qual for o nome do serviço — na WWDC 2013? Estamos na torcida, até porque o Google Play Music não está disponível no Brasil. Levando em conta que a iTunes Store e o iTunes Match já estão por aqui, é plausível acreditar que esse novo produto da Apple seja lançado em território nacional, também.
Atualização
A CNET News trouxe mais informações sobre os impasses do acordo entre Apple e Sony. Segundo eles, um dos principais detalhes é o valor que a Apple irá pagar por músicas fracionadas, ou seja, quando o usuário ouve apenas alguns segundos e pula para a seguinte. Outros pontos poderiam também estar gerando discórdia, mas esse seria o maior deles.
Ansioso pelo iOS 7? Ocupe seu tempo com ótimas dicas de aplicativos e jogos em oferta na App Store!
A minha seleção do dia:
| Gangstar Rio: City of Saints $4.99 [esta promoção já foi encerrada!]878.3 MB | requer o iOS 4.3 ou superior. Universal, compatível com iPads e iPhones/iPods touch. Desenvolvedor(a): Gameloft. | [Código QR] |
| Nota na App Store: 4/5 | Minha nota: 4,5/5 |
Gangstar Rio: City of Saints é um jogo em estilo GTA que traz toda a ação e violência da franquia de sucesso da Gameloft para a Cidade Maravilhosa.
Contando com suporte ao nosso idioma e cinco diferentes cenários em 3D — favelas, praias, centro, etc —, o jogo traz uma trilha sonora bem eclética, misturando hip-hop, electro e funk, incluindo nomes como M.I.A., Bonde do Rolê e MV Bill.
No total são mais de 60 missões variadas, com algumas dezenas de eventos que lhe proporcionarão horas e horas de diversão. Acabe com políticos corruptos, garanta a segurança de testemunhas, entregue encomendas, roube automóveis, descubra quem tentou acabar com você e, sobretudo, sobreviva. Vale o download! ;-)
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Aqui, apps com descontos de até US$10:
Aproveitem as ofertas e tenham um bom final de semana! ;-)
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As ofertas destacadas na coluna MM na App $tore são sempre por tempo limitado, então corra para aproveitá-las!
Alguém aqui já ouviu falar do Festival Osga de Filmes Universitários?
O “Osga” é um festival de vídeos universitários que já vem sendo produzido desde 2005, e que começou com a finalidade de desenvolver os conhecimentos em edição não-linear (meio digital) de áudio e vídeo para alunos do terceiro semestre de Publicidade e Propaganda da Universidade da Amazônia. Seu nome é uma brincadeira feita com um dos maiores festivais de filmes do mundo, o “Oscar”, e simboliza, de uma maneira bem divertida, a “maior premiação de vídeos universitários da Amazônia”.
Desde o ano passado o Festival está aberto para todas as instituições de ensino que possuem cursos ligados às áreas do audiovisual. Em 2012 eles também lançaram um aplicativo para iOS — e para Android — pelo qual o usuário pode acompanhar as notícias sobre o Festival, ver os curtas inscritos/premiados, enviar fotos para serem publicadas na fanpage do Osga, etc. Nesta semana ele foi atualizado e, além de um novo layout, ganhou notificações para novos vídeos/notícias, ver as fotos postadas no Instagram do Festival e a possibilidade de adicionar o calendário do evento no aparelho.
As inscrições para o evento de 2013, que acontecerá no dia 25 de maio, já estão encerradas. Mas se você curte edição de áudio e vídeo, vale a pena dar uma conferida. ;-)
| Festival OSGA Belém Grátis | 4.3 MB | requer o iOS 5.0 ou superior. Compatível com iPhones/iPods touch. Desenvolvedor(a): OnHands!. | [Código QR] |
O final de semana está chegando e um filme cai sempre bem, não é mesmo? Ontem falamos do “Filme da semana”, ao qual a Apple oferece aluguel por apenas US$1 (SD) ou US$2 (HD). Mas além dele, a Maçã separou outros filmes que estão com o aluguel por apenas US$2 (SD) ou US$3 (HD) na iTunes Store brasileira, entre eles “O Sorriso De Monalisa”, “Click”, “Jerry Maguire – A Grande Virada”, “O Colecionador de Ossos” e “O Quarto do Pânico”. Aproveitem! ;-) [iTunes Store]
O Pentágono liberou dispositivos da Apple para serem utilizados em suas redes, preparando o palco para que a fabricante de iPhones e iPads compita com a Samsung e com a BlackBerry nas vendas militares.
Os iGadgets aprovados precisam necessariamente rodar o iOS 6.0 ou superior. Ainda de acordo com a Bloomberg, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos tem mais de 600 mil dispositivos móveis, os quais incluem 470 mil BlackBerries, 41 mil iGadgets e 8,7 mil aparelhos com Android. Muitos iPhones e Androids não estavam conectados às redes militares, exceto para testes. Segundo o The Verge, eles estão tomando providências para reduzir esse tempo de aprovação de novos sistemas/aparelhos para um prazo menor que 12 meses.
Você precisa lembrar de que isso foi antes de o iPhone ser anunciado, ninguém sabia do que ele seria capaz… No final das contas, havia um chip no qual eles estavam interessados em pagar um preço máximo tal que estava abaixo do nosso custo previsto. Eu não conseguia enxergar. Não era uma das coisas que você poderia compensar com volume. Acabou que o custo previsto estava errado e o volume foi 100x o que qualquer um teria imaginado.
A lição que eu aprendi com isso foi que, embora discutamos em cima de dados por aqui, muitas vezes na minha carreira eu acabei tomando decisões com base no meu instinto, e eu deveria ter seguido isso. Meu instinto me disse para falar sim.
—Paul Otellini, ex-CEO da Intel, numa entrevista para o The Atlantic.
Alguém aqui consegue imaginar como seria o mundo hoje se o iPhone, lá em 2007, fosse lançado com um chip Intel? No mínimo, a fabricante de processadores estaria muito melhor posicionada na guerra mobile — hoje ela está perdendo feio para a ARM. Além disso, a Apple não teria recorrido à Samsung para a fabricação de chips. E, sem os planos da Apple em mãos, as coisas poderiam estar diferentes até mesmo para a sul-coreana. Incrível o poder de uma decisão equivocada! [AppleInsider]
Os rumores de um iOS 7 mais “flat” estão deixando muitos animados, mas há também um grupo grande de pessoas que está preocupada com isso e nem aprovou o último update do app Podcasts. Afinal, há bastante gente por aí que ama interfaces realistas, que usam a técnica do skeuomorphism.
É o caso da dupla brasileira Fernando Sciessere e Everson Siqueira, responsável pelo jogo iMimic — lançado originalmente em setembro de 2011. Quase dois anos depois, eles estão agora de volta com mais um trabalho de babar: uma calculadora vintage para iPads.
Esta é a MaxiCalc:
Os caras estão trabalhando há meses no projeto e certamente as fotos deste artigo (nem as screenshots na App Store) não fazem jus à experiência de usá-lo. Cada detalhe foi pixelitricamente pensado, do display VFD (circa 1970/80) às teclas, animações e até sons — os quais podem ser desligados, é claro —, todos gravados a partir de calculadoras, objetos mecânicos e produtos eletrônicos reais, com equipamento profissional de estúdio.
Com o tablet na vertical, os números ficam maiores e o usuário tem acesso a todas as funções básicas da calculadora. Em modo paisagem, como esperado, ela se torna uma calculadora científica de verdade e na esquerda você ainda ganha uma fita (ou rolo) com o histórico de contas — também hiper-realista. Trabalho impecável.
A MaxiCalc traz todas as funções que você poderia esperar, incluindo as básicas porcentagem, potência ao quadrado, fatorial, raiz quadrada, entre outras, além de avançadas/trigonométricas tais como seno, coseno, tangente, etc.
Os números do display podem ser copiados e colados aonde você quiser, a fita pode ser enviada via email, seus cálculos podem ser impressos via AirPrint e muito mais. E aproveitem, pois ela está em promoção de lançamento com 50% de desconto por poucos dias. ;-)
| MaxiCalc: Calculadora com Fita de Papel Vintage anos 80, Números Grandes e Memória USD 0.99 [preço normal: USD 1.99] 18.5 MB | requer o iOS 5.0 ou superior. Compatível com iPads. Desenvolvedor(a): Fernando Sciessere. | [Código QR] |
Mais uma vez, vamos brincar um pouquinho — valorizando os que de fato leem o artigo. ;-)
Ganharão códigos promocionais da MaxiCalc os 5 primeiros seguidores do @MacMagazine que derem RT no nosso tweet sobre este post — só que no estilo antigo de RT, adicionando na frente da mensagem qual número aparece no visor da segunda imagem que ilustra este artigo.
Exemplo:
53105 RT @MacMagazine: MaxiCalc é provavelmente a calculadora vintage mais realista que você já viu para iPads • http://mcmgz.in/eks
Atenção: se você for um dos ganhadores *não* apague o tweet após o término da promoção, ou você poderá ser banido. Caso você seja um deles e não saiba como resgatar o seu promo code, confira nossa vídeo-aula explicativa.
Boa sorte! ;-)
O iOS 7 está quase saindo do forno — ao menos em versão beta para desenvolvedores, na WWDC 2013. Lá entre o pessoal de Cupertino, evidentemente, os testes já estão ocorrendo à toda.
Mas não é só uma grande reformulação visual que é esperada para a sétima versão do sistema operacional móvel da Apple. Ano a ano, a Apple traz nesses upgrades dezenas ou até centenas de novidades — algumas mais significativas; outras menos —, e em 2013 não será diferente.
Enquanto estamos na expectativa, vários membros da equipe MacMagazine se reuniram para trazer, neste post, seus listas de desejos para o iOS 7. Vamos conhecê-las! ;-)
Como três é o número mágico, resolvi focar em três áreas que me incomodam bastante e precisam melhorar no iOS.
Telefone
O iPhone é o melhor smartphone do mundo, mas quando o assunto é a função telefone, o Nokia lanterninha era melhor em muita coisa! :-P Alguém me explica por que, até hoje, não temos uma rediscagem (redial) automática em caso de linha ocupada e lista negra (blacklist) para bloquear ligação de certos números? Seria legal ver isso no iOS 7.
iCloud
Compartilhar Fotos (Photo Stream) e armazenamento de arquivos: duas coisas que definitivamente não curto. Sobre o primeiro, vale a pena conferir este post de Peter Nixey. Concordo 100% com ele: a Apple precisa se livrar do Compartilhar Fotos e criar um Rolo de Câmera universal, o qual fica sincronizado em todos os iDevices, assim como os álbum criados com essas fotos. Resumindo: ou as fotos/vídeos estão no Rolo de Câmera ou em algum álbum — tudo sincronizado em todos os seus dispositivos — bem diferente de hoje, que uma imagem pode estar no Rolo, no Photo Stream e num álbum!
Eu tenho vários arquivos armazenados no iCloud e acessíveis pelo Pixelmator. O que acontece se tentar acessar esses arquivos de uma outra máquina que não seja minha? Impossível. A Apple precisa criar algo na linha do Cloud Mate, dando a oportunidade de usuários “entrarem” no iCloud e pegarem novamente seus arquivos, independentemente de estar ou não com o aplicativo instalado.
SMS, iMessage e FaceTime
Simplesmente não funcionam como deveriam. Histórico que não fica sincronizado direito em todos os iGadgets, notificações que não desaparecem do iPad quanto vistas no iPhone, conversas agrupadas erradamente (quando uma pessoa recebe a mensagem pelo número de telefone e envia pelo email), entre outras muitas coisas. Sem falar que FaceTime deveria ser algo integrado ao aplicativo Mensagens, já que ele se enquadra na categoria “comunicação”. Tá na hora de melhorar isso, Apple, ainda mais agora, com a chegada do Hangouts.
Minha wish list é até bem pequena.
Além da mudança no visual, o que eu espero é uma reformulação da Central de Notificações. Fora “o básico” — ter a opção de ligar/desligar o Wi-Fi, Bluetooth e os dados — o que eu mais gostaria é de uma mudança nas bolinhas (“xizinhos”) para excluir as notificações. Para quem tem um dedo meio grande, como o meu, tem horas que é meio complicado acertá-las. Vivo tocando mais de uma vez para conseguir acertar…
Em tópicos:
Vamos lá, eis o que eu selecionei.
Home Screen
Tela bloqueada
Geral
Contatos
Notas
Fotos
Mensagens
FaceTime
Mapas
Siri
Busca
É, acho que está bom… :-P
Eu poderia fazer uma lista genérica, pensando no sistema como um todo, mas prefiro falar do que mais *me* interessa, pessoalmente.
Em tópicos:
Com isso, eu já ficaria bem satisfeito. :-)
Acredito (e desejo) que o iOS 7 será o primeiro grande passo do sistema desde que ele foi originalmente apresentado, em 2007. Não acho que veremos como destaque as coisas “novas”, e sim grandes evoluções dos recursos que já conhecemos.
Além de uma interface bem remodelada, recursos já existentes podem ganhar uma reforma bem profunda, como por exemplo a Siri, que deve ganhar n novos recursos, idiomas e melhorias, principalmente devido à espreita do Google e até mesmo pela sua chegada aos Macs, que abrirá diversas portas.
Design e integração: acho que são as duas teclas que a Apple deve bater no iOS 7.
Em primeiro lugar, a Siri precisa falar o nosso idioma. Só isso me satisfaria 50%, já que uso a assistente diariamente. A integração com mais apps, mais funções e mais agilidade nas respostas são também necessidades.
O recurso Compartilhar Fotos deveria ficar mais colaborativo/interativo. Por exemplo, se eu criasse uma galeria de fotos, deveria haver a opção de outras pessoas adicionarem fotos nesse compartilhamento, além de poder assinarem o conteúdo sem precisar do meu convite — uma configuração opcional.
Na App Store eu aumentaria o limite de 50MB para 100MB para downloads via 3G/4G, *pelo menos*. Alguns desenvolvedores se desdobram pra não ultrapassarem os atuais 50MB e não dependermos de Wi-Fi. Apesar de as operadoras não ajudarem muito com conectividade e limite mensal, acho que já está na hora de esse número aumentar novamente.
Visualmente eu não mudaria muita coisa na Tela Inicial, até porque não quero nada quadrado (aka Windows Phone). Mas qualquer coisa que a deixe mais suave e menos enjoativa será bem-vinda, como por exemplo a retirada daquele reflexo de todos os ícones. Ah, widgets seriam *muito* bacanas.
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E vocês, além de tudo o que foi dito, o que mais gostariam de ver chegando no iOS 7?
Comentem!
Se você conhece o site HumorTadela, vai se divertir com o novo aplicativo criado pelo Grupo Verisoft: Talking Tadelino.
Seguindo a linha do antigo SmackTalk!, o personagem repete tudo o que você fala com uma voz bem cômica. Além de movimentar a boca ao falar, o Tadelino também abre/fecha os olhos, mexe as sobrancelhas, os braços e os pés… tudo isso para “dar” mais vida ao personagem.
Se quiser deixar o seu amiguinho mais arrumado, quatro roupas (rocker, agente secreto, black power e surfista) estão disponíveis para compra via In-App Purchases. Caso não queira gastar para deixá-lo mais bonitinho, você pode apresentar o app para seus amigos pelo Facebook. Assim, ganha moedas que podem ser usadas para comprar os diferentes looks.
Não é aquele app que vai ficar na primeira tela do seu iPhone, mas não quer dizer que você não vai se divertir um pouco com ele. ;-)
| Talking Tadelino Grátis | 47.1 MB | requer o iOS 6.0 ou superior. Compatível com iPhones/iPods touch. Desenvolvedor(a): IT Games. | [Código QR] |
Toda sexta-feira, o pessoal do AppyFridays seleciona e destaca três aplicativos para Mac com ótimos descontos.
Eis as de hoje, válidas até o próximo domingo (19/5).
| Bluenote USD 4.99 [preço normal: USD 9.99] 3.7 MB | requer o OS X 10.7.5 ou superior. Compatível com Macs de 64 bits. Desenvolvedor(a): Nadim Kobeissi. | [Código QR] |
Gerencie suas notas, tarefas e senhas em um só lugar.
| Multimon - Multiple menu bars and monitor management USD 3.99 [preço normal: USD 9.99] 7.4 MB | requer o OS X 10.6 ou superior. Compatível com Macs de 64 bits. Desenvolvedor(a): Aaron Ng. | [Código QR] |
Configure vários monitores no seu Mac.
| Font Kit Mix USD 2.99 [preço normal: USD 9.99] 6.2 MB | requer o OS X 10.6.8 ou superior. Compatível com Macs. Desenvolvedor(a): Belight Software, ltd. | [Código QR] |
Coleção de fontes.
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Aproveitem! :-)
por Marcelo Alves
O Kobo Mini é o leitor de ebooks mais acessível da fabricante Kobo, e um dos mais baratos no Brasil. Quem vende o Kobo Mini por aqui é a Livraria Cultura, pelo preço de R$290 à vista ou em até 10 vezes de R$30.
Na “família” Kobo também temos o Kobo Touch, que é praticamente igual ao Mini, mas com uma tela de 6 polegadas e leitor de cartão microSD; além do Kobo Glo, que tem tudo o que o Kobo Touch tem mas com luz de fundo para leitura em ambientes pouco iluminados.
O Kobo Mini tem uma tela de 5 polegadas, acompanha cabo para transferir arquivos e carregar o aparelho, possui Wi-Fi para atualizar suas estatísticas de leitura e sincronizar seus livros e 2GB de memória — descontando o sistema operacional, sobra mais de 1GB para os ebooks, algo em torno de 1.000 livros! A Kobo possui aplicativos para iPhone e iPad, bem como Mac e PC; é possível começar a ler um livro no Kobo e continuar em qualquer outro sistema.
| Kobo Livraria Cultura Grátis | 28.2 MB | requer o iOS 5.0 ou superior. Universal, compatível com iPads e iPhones/iPods touch. Desenvolvedor(a): Kobo Inc.. | [Código QR] |
A tela do Kobo Mini é de e-ink, o que significa que não emite luz e quase não existem reflexos.
Por ser uma tela menor que as dos outros ereaders, decidi ir até uma loja da Cultura para poder pegar nele e ver se me sentiria confortável lendo diariamente. Como já tinha imaginado, o tamanho é ótimo e quando comparado ao Kobo Touch, a diferença não é tão grande quanto pensei que seria.
Um dos grandes prós da linha Kobo é que podemos ler vários tipos de arquivos de qualquer fonte disponível, diferentemente do Kindle que ficamos presos à Amazon. Eu por exemplo tenho vários ePubs de várias fontes diferentes, como a própria loja da Kobo, a da Livraria Cultura. Também existem vários ebooks gratuitos em sites como o Projeto Gutenberg, entre outros.
A Kobo tem um software para sincronizar com Macs e PCs, mas você pode transferir os ebooks usando o Finder/Explorer. Eu gosto de usar o calibre, um software gratuito e muito fácil, que sincroniza livros e de edita metadados. Como o aparelho possui Wi-Fi, também é possível comprar livros diretamente por ele.
Comprei meu Kobo Mini já faz mais de um mês, li Robinson Crusoe, O Guia do Mochileiro das Galáxias e estou terminando o segundo da série de Douglas Adams, O Restaurante no Fim do Universo. Só carreguei ele no dia em que comprei, e a bateria ainda está em 40%! Tenho usado-o quase diariamente em casa e no ônibus, e a experiência tem sido muito positiva.
Para quem ainda não experimentou ler num ereader, acho que vale a pena ir a uma loja e brincar um pouco com um. A velocidade de atualização da tela é rápida (mais do que virar uma página manualmente), a bateria é muito boa, é possível armazenar milhares de livros, o preço é bom e o espaço que o leitor ocupa é mínimo.
Qualquer dúvida de vocês, responderei nos comentários! ;-)