"Wein Sein Pettler, Hoc Est Verum." - M. Luther
O feminismo moderno nos detalha as dificuldades e sacrifícios dolorosos das sofomóricas para agradar ao macho, gritando a liberação dos padrões estéticos da beleza ocidental pelo descuido do selvagem, aquela que criou e fomentou a indústria de beleza agora conspira contra seu filho, mas, não são as mesmas a que idolatram o homem nos padrões físicos dos deuses gregos?
Homens lotam as academias buscando o ideal espartano dos heróis de cinema em parte por causa da intolerância feminina ao homem fraco, passando por dores físicas iguais ou piores, e naturalmente abominam a mulher masculinizada, musculosa, não exigindo o mesmo sacrifício e tolerando todo biótipo feminino, exceto o grotesco.
É claro que mexer nisso é um vespeiro de subjetividades, mas não é difícil notar que há um equilíbrio entre as partes, que a luta de sexos, aquela que tranpôs a luta de classes, quer destruir.
Eu abandonei o ativismo quando reconheci que a sociedade já foi revolucionada, pela fraqueza apologética dos fundamentos e pressupostos das aspirações espirituais a que fora fundada, não há causa nobre em simplesmente enriquecer um povo hedonista que mata bebês na justificativa que todo julgamento condenatório é hipócrita, os assassinos sinceros, naturais e honestos como qualquer serial killer, estão em postos de virtude erguidos em sua própria lama. Antes de uma liberação econômica, há de libertá-los dos cativeiro do pecado, e a esse serviço, só à espada.
Sim, a espada, aquela espada que de tanto cortar tornou o valor da tríade fato-valor-norma valores cristãos adotados até por não cristãos, e portanto a fonte da normatização ocidental, não veio sem espada o reconhecimento posterior de muitos males, como a escravidão, posições outrora aceitáveis foram repudiadas violentamente com efetividade. Não é com espanto que saímos da barbárie por um momento e estamos retornando, conforme a espada afrouxa, com nossas prisões desejando serem asilos, hospitais, colégios, playgrounds, e quando não se pune, se educa, afinal aplicar uma condenação e pagar uma multa de cinco centavos por cada vítima falecida não tem muita diferença, e a mensagem é clara: a vida do marginal vale mais que a da vítima. O bandido profissional, contrário a aquele que poderia ser recuperado, o acidental, volta a sociedade não arrependido mas com o passado esquecido, e seu desígnio foi realizado, com a vítima sendo ofertada em sacríficio ao Estado. Só regojizo que o débito não quitado, é com o doador da vida, que não tardará em exigir o justo pago.
Por não ter esperança percebo certa liberdade, e com ela a tolerância e o descanso mental, em não ter de selecionar nem vigiar amigos que possam condenar-me por associação, deixo o cargo do encontro à espontaneidade, em não contar com protestos e nem bandos afim de atrair atenção e fama à causa, mas com a autoridade que recebo por alguma inspiração que advém de muita observação, estou apto até a certas especulações, dada minha insignificância de fringe. Meu dilema político é somente o cuidado com meu posicionamento social e histórico numa sociedade ideologicamente corrompida, mas estou livre do maquiavelismo quando não ofertei minha mente à coletividade.
Não é tarefa fácil denunciar que o direcionado de programas assistenciais pode ser corrupto, salvo ignorância invencível ou estado famélico, o risco do moralista é tornar-se vítima da chantagem emocional que decorre a justificação de políticas de transferência e transformação de renda à lá Robin Hood sem notar que sob a guisa de caridade governamental com os pobres estamos fazendo, maior parte das vezes, caridade com o governo.
Observável que o orgulho do baixa renda americano é conseguir viver sem a necessidade de ajuda, os rednecks, blue collars, são tradicionais votantes do partido republicano, enquanto os democratas são urbanos esnobes de moral burguesa, já o orgulho brasileiro é vindicar a riqueza alheia usando do tributo.
É por isso que a ética do ladrão faz parte de discursos universitários da esquerda, o bandido, justificado pela “alta cultura” política, movido de sentimento libertário, somente e tão somente pensa “por que não roubo eu mesmo e poupo o trabalho do governo?”.
Muitos que se dizem de direita queixam-se de que esta não tem representação no mainstream político e comunicacional. Tudo é de esquerda agora, variando apenas na intensidade do igualitarismo apregoado. Porém, o termo “direita” é usado em todo o lado e temos a sensação de que ela existe e que se move. Ela tem representantes na televisão a verbalizar coisas supostamente de direita; e mais, alegadamente há gente de direita a escrever na imprensa e em blogues.
Se todo moralista acidental é conservador, então esquerdistas são o ápice do reacionarismo. Para que acredite na virtude dos pastores políticos terei de analizar suas obras, e por elas nota-se que a bancada evangélica está à defender o cristianismo por acidente: Essas igrejas milionárias não investem um centavo em universidades de apologética, a exemplo do sucesso de Biola. A regra “Put your money where your mouth is!” não é atendida. O medo principal é impostos e perder alguma influência, que o cristianismo como um todo esteja difamado e carente de uma revolução intelectual que coloque o país nos trilhos da civilização não os entende remediar, talvez por estarem afundados no problema e serem em parte a causa dele.
O que é recebido por oferta e dízimo vão para a construção de templos faraônicos triunfais e patrimônio pessoal mas nunca para o engajamento acadêmico com a cultura secular e pós-cristã que ferve as universidades, o anti-intelectualismo da ala radical começa a dar seus frutos ao abandonar o campus, quando não são engolidos pelos seculares.
Não é que o secular esteja bem, a falta de oposição também o enfraqueceu, causando passos além das pernas, caindo em escândalos bem denunciados à sociedade, é que a democracia brasileira é gangsterista, não intelectual, argumentos são substituídos por urros, a moralidade é substituída por histeria, a verdade é vencida por números, e não se sabe quem criou quem, mas tem sido difícil ao progressista competir com o emocionalismo pentecostal, que tem conseguido seguir os conceitos esquerdistas de “mob mentality” com muito mais eficiência. Nisso, a bancada evangélica confia sua permanência e é a razão principal de seu risonhismo, recebendo voto até de cristãos conservadores por simples desespero.
Trabalho realizado em sala para a disciplina de Direito Penal
Com o advento da modernidade, o preconceito ao judeu, que vinha desde a época medieval com o conflito da cristandade com imigrantes semitas, ganhou nova roupagem com o cientificismo que usava da ciência para explicar a inferioridade de outros grupos. Por muito tempo a antropologia tratou de dividir os homens em raças usando de seu conhecimento o que parou de ser uma postura científica aceitável por causa do nacional socialismo alemão, forçando a área antropológica a substituir o termo raça por etnia.
Todavia o termo vem sido resgatado para justificar políticas de discriminação positiva, como cotas. A discriminação positiva, ou affirmative action (ação afirmativa) visa corrigir políticas discriminatórias negativas do passado, substituindo proibições por privilégios e assim simular políticas similares do passado onde havia privilégios para uma raça. Contudo, essas políticas foram justificadas na sua temporalidade de provisões transitórias, porém, não se sabe exatamente o que objetiva e possui duração indeterminada. Por exemplo, Thomas Sowell, economista negro americano, diz que na Índia havia reservas de trabalho para grupos específicos, o que iniciou em 1949 até os dias de hoje não encontraram fim.
Um dos problemas dessas políticas é criarem um sentimento de injustiça aos não direcionados, havendo reclamação de caucasianos em igual posição de pobreza serem não admitidos por causa de sua cor, e não por seus méritos, enquanto negros bem sucedidos tomam seus lugares, estagnando sua ascensão social, ou seja, a história se repete e talvez no futuro novas políticas de ação afirmativa sejam reclamadas em um eterno conflito de grupos raciais.
O povo judeu, perseguidos por políticas discriminatórias justificadas por cientistas da época, obteve maior atenção internacional o que gerou o Moderno Estado de Israel e desde então, os judeus provaram sua excepcionalidade contemplando o respeito por opções religiosas, sexuais e desenvolveu importantes conquistas tecnológicas e científicas, contudo a prudência ditou que o racismo é crime quando justificou o quase extermínio do povo judeu, mas resguardou-se em combater a discriminação, não usando de políticas afimativas para imigrantes judeus no mundo todo, o que poderia gerar um sentimento de rancor e revolta que poderia trazer o fantasma hitlerista de volta. O povo judeu recebe igual tratamento em todo o mundo, o que não os impede de ascender socialmente principalmente nos Estados Unidos, onde são considerados poderosos e prósperos, como os Rotschild, Soros entre tantos outros.
Também no Brasil, recebendo tratamento análogo ao trabalho escravo, imigrantes italianos e japoneses ascenderam socialmente sem a ação afirmativa, dando-lhes oportunidades iguais de ascenderem segundo seus próprios méritos. Contudo o negro, sendo o mais prejudicado, como os índios, aguarda reparação de pessoas que não escravizaram nem apoiaram tais políticas, o que fere o senso de justiça, que precisa de um injusto e estes, estão mortos.
O machismo politicamente correto nos conta que a mulher só é digna de proteção especial enquanto atrelada a seu marido criminoso, fora disso, como nos conta diversos casos recentes, o criminoso masculino é uma vítima da sociedade e a morte dessas mulheres não passa de crime comum. Mas ainda comemoram a Maria de Penha como uma vitória, os homens só tem a agradecer pelo feminismo.
Por que soa criminoso a perseguição política mundial aos comunistas em pleno homicídio soviético enquanto ainda hoje perseguimos politicamente grupos similares como os nazistas é de espantar os sentidos morais. Conta-se como ditadura o tratamento criminoso dado à grupos para-militares comunistas a favor de ditadura, especialmente a cubana, enquanto proibimos os nazistas de se organizarem militarmente, sem tratamento diverso. Diz-se censura midiática à jornalistas da máquina de propaganda soviética enquanto censuramos publicações anti-semitas ou racistas. Se alguém foi injustamente acusado é sim injustiça, mas erros e ineficiência sempre fará parte de Estados gigantes, como era o regime militar, mas nós sabemos quem mais é em favor de Estados obesos.
A questão é meramente de escândalo, enquanto uma ideologia assassina milhões sobre o ideal racista é dado como criminosa, a que assassinou bilhões em nome de um ideal classista continua livre, e culpando Pinochet ignorando o sucesso chileno. O importante é matar não em nome da raça, mas de classe, ao ladrão, aquele que faz uma mini-revolução à dois no beco de forma privada e contingente, encontra sua presidenta no Brasil, somos verdadeiramente um sucesso democrático vendo que todos possuem representação.
Há certa de 36 artigos de Gary North no site monergismo traduzidos por Felipe Sabino. Aos bilíngues, basta o site oficial do sucessor espiritual do Rev. Rushdoony.
O primeiro divine right a ser reconhecido é o do pater familia, sim, antes de se começar a criticar o direito divino admoestando contra o poder absoluto do rei, a primeira autoridade que deve ser reconhecida como possuidora de um direito divino é o pai de família, pois do poder patriarcal nasce a pátria, outra autoridade que se pode imaginar é o do pastoreio espiritual. E da mesma forma que o direito vem com um dever, o pai abusivo perde o poder quando ira a Deus, o pastor perde a autoridade quando torna-se herege, afinal, é dito que quem quer ser o maior seja o servidor.
Mesmo em fontes passadas os reconhecidos por toda a cristandade como governos por direito divino não tiveram incorruptos, mas também não houve impunições, quando Saulo desobedeceu a Deus, foi requerido a Samuel que ungisse um novo rei, que foi Davi, que sendo adúltero e homicida, foi severamente castigado.
Modernamente esse direito de regência foi dado a Santo Constantino por sinal em batalha, Santo Constantino não foi incorrupto, tendo controversialmente sentenciado de morte sua esposa e filho mais velho, Fausta e Crispo, e a Igreja tem feito o trabalho de limitar o Imperador, resguardando para si a guarda da autoridade.
Não deve haver discussão entre cristãos sobre o natural direito de governar ser um direito divino, também se por causa da corrupção de reis esse direito inexiste, somente se esse poder é absoluto ou não.
A maior prova que os cristãos conciliaram a obediência à autoridade com o tiranicídio é que em tempos de perseguição, não obedeceram seus respectivos governos e corajosamente tomaram cicuta em massa.
Let us now praise famous men
and our fathers that begat us
such as did bear rule
in their kingdoms
men renowned for their power
leaders of the people
by their counsel
and by their knowledge
such as found out
musical tunes and
recited verses in writing
All these were honoured
in their generation
and for the glory of our times
but some there be
which have no memorial
who have perished as though
they have never been
Their bodies are
buried in peace
but their name liveth
for evermore.
A chave para entender o excepcionalismo judeu não é genética, e sim a cultura. A depreciação genética se iniciou com o moderno uso da ciência para justificar a superioriedade e inferioriedade de uma etnia sobre a outra, na base do racismo está o cientificismo e sua luta contra freios morais à ciência.
Não é que a genética não tinha um espaço, mas é compreensível que não é possível acusar-me herdeiro de família tradicionais ricas sem base genética, acusando-lhes de racismo ao ser refutado pois sou culturalmente sua prole, é racismo apenas se considerado geneticamente inferior por pertencer à outra família, algo que não passou por mentes judias, cujo excepcionalismo não era genético, e sim teológico. Considerando que as tradicionais famílias judaicas durariam séculos e construiríam nações prosperadas segundo o promessa divina, havia a necessidade de resguardar o vínculo familiar para manter o pacto intacto, por isso quando Salomão casou-se com uma estrangeira, o pacto foi ofendido.
Por isso é imaginável que sim, a maldição sobre Cam recai sobre seu vínculo familiar com a geração de Noé, tendo implicações genéticas, mas Noé não acusou Cam de ser geneticamente inferior, sua discriminação adveio de uma transgressão à Lei de Deus ao expor a nudez de seu pai. Não é preciso notar que a terceira guerra púnica destruiu o que restou dos caananitas, e também a visão alienígena à tradição judia e cristã de que os caananitas tornaram-se negros.
Mas é visível que a maldição que recorre sobre a áfrica é a mesma que recorre sobre todo pecador, essa advém do pecado original, o mal africano é sua idolatria e sua dança com o esquerdismo, a mesma maldição que sobrevõa a nação brasileira, que sofre aguardo do cumprimento da profecia apocalíptica.
If not from the Bible, from where should people get their values and morals? The university? The New York Times editorial page? They have been wrong on virtually every great issue of good and evil in our generation. They mocked Ronald Reagan for calling the Soviet Union an “evil empire.” More than any other group in the world, Western intellectuals supported Stalin, Mao and other Communist monsters. They are utterly morally confused concerning one of the most morally clear conflicts of our time — the Israeli-Palestinian/Arab conflict. The universities and their media supporters have taught a generation of Americans the idiocy that men and women are basically the same. And they are the institutions that teach that America’s founders were essentially moral reprobates — sexist and racist rich white men.
Dennis Prager, aqui.
Não é impossível distinguir o homossexual do infértil.
De Samuel e Isaac se justifica o casamento entre estéreis, da possibilidade de erro médico confundindo o casal e da união em uma só carne, pois a mulher foi feita do homem, e não o homem foi feito do homem, e a mulher da mulher. Por essa união consequentemente, após algum período, mesmo que todo casal perca a capacidade de concretizar herdeiros, não constitui no fim do casamento, somente desconstituído pela morte, vencida pelo novo corpo angelical ressurecto no novo reino.
Também há de se considerar ao órfão a necessidade de uma família perfeita, que discrimina famílias viciadas incluindo aí, os unidos de mesmo sexo. Não se pode ceder à chantagens emocionais que apelam à corrupção do coração e a paixão pelo pecado da luxúria transvestido de amor livre, considerando que o parentesco homossexual é tão nocivo quanto o parentesco de pais incapazes.
Pode o amor ser pecaminoso? Toda a tradição doutrinária cristã ensina que há uma coisa chamada amor invertido, pervertido. Os seres humanos são criados para o amor, como criaturas do Deus que é amor. Ainda assim essa ordenação divina é corrompida sempre que as pessoas se afastam de Deus ou amam outras coisas mais do que Deus.
Jesus disse, “Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim…” (Mt 10:37). Amor a Deus deve ter precedência sobre o amor aos nossos parentes, apesar do amor aos parentes ser uma ordem do quarto mandamento.
A vontade de Deus sendo a estrela guia de nossa identidade e auto-determinação. O que isso significa para o comportamento sexual pode ser visto no ensinamento de Jesus sobre o divórcio. Ao responder à pergunta dos Fariseus quanto a possibilidade do divórcio, Jesus cita a criação dos seres humanos. Aqui ele vê Deus expressando seu propósito para as criaturas: a criação confirma que Deus criou os seres humanos como macho e fêmea. Assim, deixa o homem pai e mãe para se unir a sua mulher, e os dois se tornam uma só carne.
Esquerdistas começarão a olhar com bons olhos a teocracia quando descobrirem a razão pela qual pastores protestantes usam a mesma toga que funcionários públicos como juízes, alguns são empregados de Ministério de Assuntos Eclesiásticos, e recebem fundos advindo de impostos até mesmo de infiéis, razão de desconfiar que o aumento do secularismo europeu possa se dever a impopularidade disso, e não à presença impopular de pastores em câmaras de deputados que nos causa choro. Até lá, o dinheiro fazendário dos impostos cobrados de fiéis irão financiando as causas amigas do governo, afinal, o amor é livre, mas não grátis, e a esquerda continuará com essa cara quando visitar a europa:
Algumas razões pela qual nenhum brasileiro quer ser escandinavo:
O preço de ser europeu é abandonar preconceitos e aspirações laicistas, chegando ao ponto de transformar o pastor em funcionário público e nacionalizar a igreja, mas os escandinavos brasileiros só o são quando convém aumentar o poder estatal, mas na europa serão como vampiros, fugindo de cruzes e símbolos religiosos em toda parte dos órgãos públicos, que estão lá realmente para evitar o vampirismo dos nossos estimados parasitas. Cabe a nós imitá-los e colocarmos cruzes nesses ambientes para desestimulá-los a ocupar tais postos para sugar o nosso sangue.
Mas afinal qual é a virtude da família tradicional?
Quando notarem que perderão a guerra dos números, de perpetuarem as suas gerações, transmitindo e construindo riqueza e poder para que seus filhos excedam seu potencial e façam o mesmo, afim de seu nome durar séculos e milênios como a semente de Abraão, os seculares descobrirão que não basta pregar que darwinismo é verdadeiro, mas que estão agindo contra sua própria sobrevivência tentando justificar-se nas falhas de sua própria incapacidade de relacionamento, causada pela cultura anti-cristã que criaram. A esses de duro coração, só serve o divórcio, a adoção de seus filhos acidentais espalhados pelo mundo pelo Estado, e a extinção. E os aderentes do casamento tradicional, coisa que nem os romanos e gregos achavam conflito, em cada vez mais se tornando uma atividade puramente cristã, os evangélicos e pastores discriminados como tolos e retrógrados, sobreviverão.
Eis que daí a promiscuidade, seja homossexual ou hétero, que se baseia no consumo do outro, como qualquer produto capitalista, é um mal, liberado pela liberação sexual, pois o relacionamento é a entrega, não um fim em si mesmo, se tornando uma atividade egoísta que vitimiza o caminho da vida, a prosperidade e as futuras gerações sob o altar do prazer.
Também é notável que a mulher, praticante do feminismo, diminui o homem como animal sem auto-controle que se fornece à chantagem de justificá-la em troca de favores sexuais, quando não o consegue fazer ao homem casto, que não se permite dominar, é capaz de atribuir-lhe homossexualismo, por crer ser o domínio próprio um comportamento anti-natural. É por isso que a persuasão de argumentos pornográficos, e o machismo que daí deriva, são alienígenas ao cristão, porém tem servido ao homem secular.
Ao Estado, que vê nas famílias uma competição de poder, percebe que desestruturá-la pode ser mais beneficioso que prosperá-las, afinal, sua natureza totalitária não pode permitir qualquer outra aliança estranha ao seu controle, seja à igreja, à escola, e ao outro. Quando a aliança ao Estado é a única aliança que sobrar, o controle total será facilitado, é mais fácil dominar iguais que diferentes, e o Brasil continua sendo meramente uma fazenda gigante, onde leões e veados são obrigados a conviver.
“Fiscal conservatives” recoil from this kind of talk like homophobes at a bathhouse: The sooner some judge somewhere takes gay marriage off the table, the sooner the Right can go back to talking about debt and Obamacare without being dismissed as uptight theocratic bigots. But it doesn’t work like that. Most of the social liberalism comes with quite a price tag. The most reliable constituency for Big Government is single women, for whom the state is a girl’s best friend, the sugar daddy whose checks never bounce. A society in which a majority of births are out of wedlock cannot be other than a Big Government welfare society. Ruining a nation’s finances is one thing; debauching its human capital is far harder to fix.
Mark Steyn, aqui.
When we sum up these things, we arrive, as I say, at the most curious result: In the world of the Left on the campuses, there are ‘human rights’ to be vindicated all over the globe, but strictly speaking, there are no ‘humans,’ for there is no such thing as human nature. And because there are no moral truths, there are no ‘rights’ that are truly meaningful.
Da retórica vazia dos direitos humanos, aqui.
O funcionalista é o novo aristocrata, assim como a derrocada do último foi sua incorporação ao Estado em busca de privilégios, o primeiro está enraizado profundamente por ter sido avaliado por ignorantes vaidosos que ocupam espaços impedindo qualquer debate de idéias que vão contra os tabus que pregam, a sua opção política vem travestida de conhecimento e fonte sugada verozmente por ignorantes em busca de salvar-se do mercado passando pelo filtro ideológico concurseiro, não é muito diferente do fascisto-empresário que busca no protecionismo do Estado a proteção à sua mediocridade em face do livre mercado e da meritocracia. Do ensino de moral e bons costumes sem conotação religiosa travestida de conscientização, a criança é trabalhada a copiar a moralidade do ignorante maior, o professor-pastor-pai, o cego guia o outro cego à fonte de exploração: o produtivo, mas ninguém ou muito poucos são ensinados à produtividade, a vaidade é correspondida em ser rei em seu país e lavador de pratos em outro. Pouco sabia eu, o quão sábios eram a “turma do fundão”, quem não sabe nada já sabe mais de quem sabe errado.
C-Heads Magazine, March 2012 (+)
photographer: Louise Smit
Eliza Baker (Viviens)
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