Jornalista, pesquisador e consultor de comunicação/ mídias digitais. Ouço muito, leio em demasia e acredito na frase "cinema é a maior diversão". Multimeios, multidisciplinar & multicultural: conheça meus projetos online.
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O Mashable passeou pela nova versão do serviço de geolocalização do Google. Em texto, eles também exploram os novos caminhos do serviço. O Google Maps ressurge mais interativo. Agora, é possível encontrar boas dicas para explorar as redondezas.
Chegou atrasado. O waze, aplicativo para celulares que circula há algum tempo, já havia apontado o caminho. Trata-se de uma opção mais interessante para se orientar no trânsito: os usuários apontam congestionamentos, colisões entre carros dentre outros problemas.
Com o intercâmbio entre os usuários, as rotas surgem mais interessantes no waze. O Google Maps centra sua forma em algoritmo. Ou seja, o waze é um mapa dinâmico, algo importante para se guiar nos mutantes centros urbanos.
Desculpem o descaminho. Estou organizando minha vida digital. É algo necessário. Meus feeds, por exemplo, precisam de uma boa atualizada. Então, meu encontro com a blogosfera só chega em abril.
Não sumi. O ritmo diminuiu, mas posso ser encontrado nas mídias sociais. É por lá, por exemplo, que você acompanha minha mostra pessoal de documentários. Nesse mês, é o que basicamente irei ver. Serão dois títulos por dia. É um desejo antigo que encontrou a universidade. Meu projeto de pesquisa no mestrado enfoca documentário e cibercultura (outro dia fala sobre).
Os melhores filmes ganham comentários no Instagram: instagram.com/charlescade. Já tudo que estou vendo vai parar no Getglue: getglue.com/charlescade. Estrelas indicam o grau de satisfação que os filmes me deram.
No final, farei uma lista com os melhores. O projeto ainda está no início, mas o lindo Sem Sol, que nesse ano completa 30 anos, certamente será incluído. Abaixo, a parte inicial do filme.
Cancelado há um ano, o seriado Luck agora continua online. O drama sobre corrida de cavalos prossegue graças ao roteirista John Perrotta, que apresenta num blog novos desdobramentos da história.
A maioria dos aparelhos móveis não é multitarefa. Essa limitação muitas vezes se traduz em vantagem: o foco é maior numa determinada atividade. Entretanto, utilizar mais de um programa ao mesmo tempo faz falta em casos específicos. Algo que o Ubuntu tenta sanar.
Belo projeto mostra a mudança de rota que algumas pessoas fizeram para encontrar seu verdadeiro norte. A fotógrafa Marilia Pedroso abre a série. Lembra o livro Trabalhe 4 Horas por Semana, de Timothy Ferriss.
Documentário sobre a revolução das fitas VHS. Vi a minha adolescência nesse trailer. O diretor, Josh Johnson, conseguiu a verba para realizar o filme via Kickstarter.
Um noticiário personalizado, no qual avatares apresentam atualizações de seus sites jornalísticos preferidos. Essa é a proposta da startup Guide. Demo acima. Ainda está num estágio embrionário. Impressiona pela dinâmica similar ao do telejornal, mas a apresentadora virtual tem o mesmo entusiamo da moça do GPS.
Não estranhe. Nos bastidores, os robôs já são aliados das empresas jornalísticas, dando uma força na estratégia digital. Garimpam dados e indicam caminhos, como determinar a frequência ideal de publicação de novos textos, o ritmo de mudança das notícias em destaque na página inicial, o horário mais propício para compartilhar conteúdo pelo Twitter…
Quais as entidades no mundo capazes de criar normas autoaplicáveis para vários milhões de pessoas? Alguém pode falar China, Índia e os nove outros países com mais de 100 milhões de habitantes.
Só que existem outros exemplos pouco pensados por essa perspectiva: empresas como Apple, Microsoft, sites como Facebook, Google, Twitter, ou serviços como Instagram e similares. Estamos assistindo hoje aos primeiros passos da era dos sites “legisladores”.
Por meio dos “termos de uso” dos seus produtos (aquele documento que a maioria das pessoas não lê), essas empresas criam direitos e deveres, decidem o que pode circular ou não, gerando efeitos imediatos na vida dos seus usuários.
- Ronaldo Lemos, na Folha.
Texto da Forbes traz bons exemplos de pessoas que estão faturando como o consumo colaborativo. São citados recursos como Neighborgoods.net, DogVacay, Poshmark, RelayRides e Liquid. Através deles, pessoas compartilham, trocam ou vendem produtos ou serviços. Para o jornal O Globo, a chave da economia verde passa por essa postura.
O assunto já virou tema de livro: Mesh – O Futuro dos Negócios é Compartilhar, de Lisa Gansky. Acima, a autora fala sobre o conceito na TED.
The bells and whistles that magazine publishers are adding to digital magazines remind me of enhanced ebooks, which book publishers got very excited about a couple of years back. They hoped that by adding video and music to an ebook, they could charge more for it. Fast forward to 2013 and enhanced ebooks are widely considered a flop. So far, readers simply haven’t been interested in paying more for them. Book publishers have scaled efforts back and are no longer trying to charge higher prices for enhanced editions.
Do paidcontent.org. “É a economia, estúpido!”
Michel Gondry + Audrey Tautou. Como não se apaixonar? O filme é baseado no livro A Espuma dos Dias (1947), de Boris Vian.
“We’re not a site for light, viral, multimedia-sharing without text. We’re a site where people share ideas and thoughts. So the same type of people who write answers are going to be the same types of people who write on blogs.”
Marc Bodnick, executivo de produtos e negócios do site de perguntas e respostas, explica o propósito da nova ferramenta. Ao invés do monopólio da imagem encontrado em diversos serviços (Tumblr, Pinterest…), a plataforma de blogs do Quora quer destacar a produção textual autoral, não apenas a curadoria de criações alheias.
Embora grande parte do conteúdo (original ou encontrado em outros destinos) seja disponibilizado em sites de relacionamento como Twitter e Facebook, desde o ano passado é possível notar boa movimentação nas ferramentas de publicação digital. Medium, Svbtle e Feathers são algumas propostas que buscam repensar a blogosfera.
Depois do faroeste Bravura Indômita, os versáteis irmãos Coen lançam uma cinebiografia baseada na vida do cantor folk Dave Van Ronk. Com Oscar Isaac, Carey Mulligan, Justin Timberlake, John Goodman, Adam Driver (de Girls).
Randy Moore escolheu como locação de seu filme o playground de Mickey Mouse. De tom crítico ao universo Disney, Escape from Tomorrow (trecho acima) foi produzido em sigilo; ao longo de 3 anos, o cineasta realizou filmagens clandestinas no parque de diversões do conglomerado de entretenimento. Anda fazendo barulho no Sundance 2013.
Deve virar caso de justiça. Para a New Yorker, Escape from Tomorrow remete à série fotográfica Food Chain Barbie (“Cadeia Alimentar da Barbie”), de Thomas Forsythe. No final da década de 1990, o artista mostrou Barbie sob ataque de vários aparelhos vintage. O objetivo era criticar o mito da beleza convencional e a aceitação social das mulheres como objetos. A Mattel, que produz a boneca, processou Forsythe por violações de direitos autorais.
“I want people to feel good about listening to this record, to get some kind of peace. It’s just got something magical about it.”
Martin Gore, o compositor de letras soturnas como Walking In My Shoes, explica o próximo lançamento de uma das minhas bandas preferidas. Delta Machine chega em 26 de março. O primeiro single parece exemplificar o novo clima do DM: Heaven.
Delta Machine
1 Welcome To My World
2 Angel
3 Heaven
4 Secret To The End
5 My Little Universe
6 Slow
7 Broken
8 The Child Inside
9 Soft Touch/Raw Nerve
10 Should Be Higher
11 Alone
12 Soothe My Soul
13 Goodbye
Calvin Harris + Ellie Goulding - I Need Your Love