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March 26, 02:32 PM
Tentamos permanecer, mas o correr de si supera... e navegamos pelo impreciso do não saber por onde. Tentamos permanecer, mas a vida empurra e diz: Vai, menino, faz céu do abismo.

By Camila Passatuto
March 26, 02:22 PM
Em tempos insanos querem comercializar os pensamentos, a poesia dos atos, os regalos solenes desprovidos de intenções... Em tempos cegos querem lucrar para ego, para o bolso, para o poder minúsculo... 
E ficamos a observar o abismo daquilo que poderia ser montanha.
By Camila Passatuto
March 26, 02:02 PM
Quando tudo é esquete na vida... Tendenciosas as tendências.
Nos perdemos nas possibilidades em nuvens; nada mais para sempre, nada mais tão longo para que longe daqui a memória recorde. Tudo tende ao esquecimento. Quem consome quer raso, quem cria quer fácil... 
Nessa época em que tudo é esquete na vida.

By Camila Passatuto
September 23, 06:10 PM

Não se preocupe comigo. Não só de versos vive quem versa... Quase dois meses sem poder o que todos pensam que posso. Ah, mas olhe o que colecionei nesse tempo; espadas inglesas, charutos cubanos, meninas moinhos e garotos escarlates.
Algumas ligações entre goles de cerveja alemã, quadros a limitar tintas e mentes a limiar verbos. E imagine as possibilidades que rondaram que beijaram e por vil vontade dos deuses que nunca vi, não penetraram os papéis, não emocionaram as viúvas, não acalantaram as crianças, não tombaram os embriagados, não mataram filhos de qualquer legislativo...


Renuncio todo e qualquer esforço para o artificialismo da virgem cultura que não quer partir dos dedos que prescrevem o pecado do ser. Chego a pensar, oh Deus dos cordeiros, serei adorno pecaminoso por criar e salvar almas, apenas dedilhando nessa máquina escura a qual me curvo para apreciar o som de suas tortas teclas.


Não se preocupe comigo. Não só de cria vive o criador... E os rescaldos de nosso mundo - mesquinho e sempre respirando na escala de produção - deforma meu rosto, minha estadia em mim, a distimia que sou e a constância que me acalma... Oh, inferno moderno, dos relógios, dos tempos, do pouco, da imparcialidade, dos falsos pensadores, dos rápidos filósofos, das putas enjoadas, dos ferros sem força... Ah, mundo... Não se deforme comigo e com os meus alguma-coisa; é que pensamos devagar, que amamos devagar, que somos devagar... Temos morte lenta no íntimo de quem nos permite ser eterno escólio ou improviso de falar.


Não se preocupe comigo. Caso não apareça mais com meus verbos, caso não emocione mais com meus textos, caso o acaso me leve como dente-de-leão pelo vento; estarei pensamento pairando sobre quem bem quiser fazer o que sempre amei...

Estarei verso, meu filho.


Camila Passatuto


July 28, 06:57 PM

Não reclame desse meu jeito alegremente insatisfeito, das mãos nos bolsos, do balançar maquinário do tronco ou do olhar que parece penetrar em cada célula, em cada micromolécula que estiver no alcance.

Nem pense em achar ruim quando discurso sobre o passado, o mesmo, que nunca modifico a essência, mas sim o cenário e personagens. Não queira sentir raiva de minha certeza, nem torcer o nariz para meus anseios nulos. Não remova minha razão, nem introduza algo ruim junto aos meus tesouros... Não chegue perto, porém não fique longe a ponto de não poder não me ver brilhar.

Não elogie minhas nano-atitudes, nem declare adoração ao meu sorriso, não caia no meu olhar, não toque minha pele, nem sonhe com o meu sabor.

Não fique triste se meu orgulho pisar muito forte. Não deseje o futuro... Não corra na minha frente. Gosto de tropeçar primeiro e sozinha.

Mas não reclame.

 Não sorria a toa ao meu lado, nem me ofereça alimentos em praça pública, não fale mal do meu amigo mendigo, nem se vanglorie por suas amizades futilmente cultivadas em solo duro.

Não me ofereça à falsa arte, nem a apoie na minha presença...

Não use andaimes.

Não cochile enquanto eu não estiver com sono, não coma tudo sem oferecer, não obedeça... não me deixe obedecer.

Não seja obsoletamente ruim com os outros.

Não seja simples por burrice, nem complexa por medo.

Não me desafie, não fuja, não ria daquilo que me faz chorar.

Não goste de coisa pouca para a mente, caso não gostar de coisa muita.

Não goste de nada... é mais seguro.

Não aspire todo o pó... Não aspire todo o pó, menina...


By Camila Passatuto
February 13, 12:31 PM
Precisamos desenhar ritmos que resultem em dança de almas... precisamos tanto de um baile avulso de nós, liberto de formas e cores, somente com a essência do que fomos e a posse de nosso não ser. 
 By Camila Passatuto
February 07, 03:27 PM
Entendo o medo de vocês; ela escapa tão rápido, tão leve, tão vida... que assusta qualquer momento de horas sombrias... eu entendo o cuidado de levar no colo e observá-la caminhar entre os nadas de sua mente cheia do inexistente. Entendo as lágrimas, os gritos, os sermões e o malicioso carinho... Eu entendo o prender em seus braços e lamento o escape daquela que ninho não fez em lugar algum desse nosso espaço.


By Camila Passatuto
August 02, 11:26 PM
Deve haver uma sagrada atitude que santifique a putaria poesia dos versos saficos que gritam redondilhas molhadas na minha cabeça. Talvez uma loucura resulte em solução amarga e alcoólica para beber e debilitar o ato épico de acalmar as palavras que não me deixam dormir.


By Camila Passatuto
May 29, 11:15 PM

Ninguém vai te parar; segue forte com o que pode e a verdade nas mãos. Ninguém poderá roubar o seu melhor, se o seu melhor estiver incutido na sala de cada coração que por ti passou ligeiro, mas levou do teu olhar prosa limpa, poesia sagaz e amor... esse que nunca foi passageiro.

By Camila Passatuto

May 16, 10:11 PM
Quem vai ouvir minha felicidade quando ela acordar?... e essa, perdida, chamando por nomes que já se foram, sem entender a real situação, vai renegar o novo e voltar para a UTI da solidão.


By Camila Passatuto
May 08, 02:25 AM
O visão turva esclarece muita coisa; talvez não muita, talvez não coisas, talvez não seja a visão... Talvez seja a alma querendo sair pelos olhos, talvez seja a liberdade do não ver... Talvez seja só minha escuridão, aqui curiosa, querendo saber o que faz tanta luz cá fora. 


By Camila Passatuto
January 27, 02:11 PM

Risos, silêncio, corpos,
chão
risos
silêncio
corpos lançados, gemidos, fecho ecler abrindo,
celular tocando
silêncio
ranger, colchão, som, corpo no corpo,
gemidos, roupas, mãos,
click, apaga, luz,
vozes, poucas, palavras,
silêncio,
gemidos,
caí algo, sobe algo,
silêncio não mais
sintonia, força, vontade,
frenesi
e paz...



(by Camila Passatuto)
December 23, 11:12 PM

Cada um pede socorro de um jeito diferente e oculto... Quase nunca ninguém percebe, ninguém nota as anotações, ninguém importa o importante... É que cada um pede de um jeito, de um feito quase feio de timidez... 

By Camila Passatuto

December 08, 05:11 PM
Sentimento é coisa sagrada. Coisa que guardo e não dou. Mas se é sagrado deve correr mundo ... Mas se é sagrado, é meu e corre para quem venero. Sentimento é coisa amarga, doce, safada... Coisa que não dou, feitiço que só a uma afaga. 
 
By Camila Passatuto
December 03, 07:44 PM
Tenho medo da fome de viver; comer muito rápido... se engasgar, se acabar e não perceber, esquecer que tem mais gente para comer. É, eu tenho medo, mas não receio o prato limpo... 
By Camila Passatuto
November 23, 08:36 PM
Quando encontramos alguém que desperta nosso lado bom... adormecido por tanto tempo... ficamos com medo, tentamos errar para justificar um suposto engano. Mas não tem jeito, não há erro no mundo diante do encontro certo de almas certas com objetivos certos no tempo certo que desfaça o destino certo.

By Camila Passatuto
December 27, 10:22 PM
Sento aqui...
Não consigo versar, tudo que penso colocar na folha não me agrada, não satisfaz, não traz gozo literal, lateral, de quem anda empoeirado de letras miúdas, frases quase nulas de existência caligráfica.
Não consigo contar, um conto, dois contos e perco a conta do que estava querendo. Eu perdi o meio e o fim, não sei se é preguiça incutida na alma de marfim, mas mesmo assim, tento atento e não consigo.
Certa manhã eu tinha poesia, mas não ejaculei...
Outra noite, eu podia puxar a carroça dos poetas e assim ganhar esmolas, migalhas de inspirações, mas depois de tanta estrada, perceberia que eles são da mesma laia desse pobre aqui, nos bolsos nem versos, nem moedas... Procuram pelos caminhos tortos as musas, feias ou belas, boas ou apenas adocicadas.
Outra madrugada e fui caçar musas em florestas virgens, mas percebi que elas não existem para minhas flechas, eu deveria envolver uma, mas isso não nasce verso, apenas ninho cheio de pirralhos que para o meu mudo sono não seria o melhor remédio.
Não consigo versar.
Apenas sento em meu mundo real, acaricio um copo d’água, penso que é uísque... Lanço meu cansado olhar para lá do verde que pinta o horizonte... Do meu lado tem folha, tem tinta... Mas é do outro lado da cidade que as minhas palavras rondam, é em algum olhar pequeno, em alguma pele alva, em algum negro cabelo, em algum grave som, em algum pedaço de mim que aqui não está... É por lá que andam meus versos
... e eu não consigo versar.
November 02, 09:49 PM
Prefiro sair; e na rua assistir pessoas. Andar de metro e fazer meu curta-metragem, olhar aquele garoto drogado e fazer meu documentário, ver aquela menina tímida de minha timidez e fazer uma comédia romântica... Prefiro sair; e na rua assistir minha realidade.
By Camila Passatuto
May 29, 11:46 PM

Escutei por aí que quem tem o dom ou até mesmo a vontade de escrever deve fazer isso de forma consciente e construtiva. Já escutei gente falando que poesia não leva a nada e que prosa é que mostra quem tem pulso firme.

Eu poderia ficar irritada com o segundo depoimento, mas isso acendeu em mim uma vontade danada de pensar. Pensei muito e não paro de pensar. Então, resolvi colocar no papel tudo o que me passou pela cabeça, tudo o que acho...

Acho que minha opinião é válida, até por demais, eu diria. Não que eu seja uma grande escritora renomada ou algo do tipo, passo até longe disso. Tenho apenas 21 anos (quase 22) ...escrevo desde os 11 anos, quando ainda na escola fundei um jornal alternativo/fora da lei/ e mais que underground, com propósito de informar os alunos do perigo que havia da escola ser fechada por motivos políticos. (informo que a escola não foi fechada, alunos, professores e parte da população lutaram para que tal injustiça não ocorresse). Voltando ao assunto, escrevo desde sempre, com 19 anos construí uma página na internet, o blog Lapiseira e Papel, oficializando minha paixão pela escrita. (nem sei se isso é possível: oficializar paixões). Hoje o blog está um pouco (muito) abandonado por motivos extradesconhecidos, mas em 2007/2008 viveu momentos de êxtase literário. Tudo bem, vou admitir que tenho medo de usar a palavra: literário, mas tenho bala na agulha para arriscar falar isso (eu acho). Hoje possuo cinco blogs, no Lapiseira e Papel até o momento estão postados cerca de 47 poemas. Estou esclarecendo e informando certas coisas para poder desenvolver o assunto que tanto não me deixa em paz.

Escrever poemas não é uma coisa simples, mas não vou dizer que é tarefa difícil para mim, não posso cair na humildade hipócrita e mentirosa. Tenho facilidade nos versos, no ritmo e no tapa na cara. Mas voltando, quero dizer aqui que fazer poesia exige muito. É como pintar um quadro, precisamos de muito conteúdo, saber que tinta usar, conhecer as cores, suas várias combinações, estudar e compreender todas as escolas artísticas, literárias, ter estilo e tantas outras coisas.

Pode ter certeza que quando surge uma poesia de minha autoria em qualquer um de meus blogs, não foi apenas explosão de inspiração. Por trás de cada texto, cada poema, cada frase, existe muito estudo. Mas não se engane com a palavra: estudo.

.

Um artista não se faz apenas de livros. Muitas vezes é preciso estudar uma dor, uma perda, uma raiva... Estudar melhor sua mulher, cada poro, a maciez dos lábios, o que é quente por entre as pernas... Estudar o carinho de uma criança e a voz de um idoso.

É necessário muito estudo para ser poeta.

Mas e sentimento?

Um dia, lembro-me bem, foi no ano de 2007, uma colega de faculdade fez para mim a seguinte pergunta: “Camila, você escreve o que você sente?”. Naquela época estava transbordando angústia de meus olhos, a resposta foi: “Escrevo porque sinto muito, não me pergunte mais nada, apenas leia.”

Aquele sentir muito na minha resposta, incutido no contexto, parecia um lamentar muito. Mas não era isso que a alma queria falar. Escrevo quando os sentimentos estão explosivos. Algumas pessoas podem falar que é escrita de desabafo, mas arrebato, falo que sentimento em mim é trabalhado, então, é quase manipulação de sentir.

O ato da escrita é orgasmático. Junta-se conhecimento, sentimento e entendimento.

Sei que existem por aí pessoas que apenas escrevem, são simples, não possuem rituais ou coisas do tipo.

Só queria expor uma, das várias formas que devem existir, de “construção elaborada da escrita”. Não pense que esse texto é para me autoafirmar, quem me conhece, ou melhor, conhece minha escrita, sabe que isso não se faz necessário. Mas seguir e concluir o pensamento essa base se torna essencial.

Outro ponto que queria citar é a brevidade de alguns textos, poemas e autores.

Algum tempo atrás conheci por meio do Twitter alguns novos escritores de haicais, também pude tomar conhecimento de certos estilos e postagens de textos breves, selecionados em tags como: #curtaconto #miniconto #microconto.

Encantei-me com essas tais iniciativas que surgiram na rede social Twitter que permite apenas as postagens de 140 caracteres por vez. Tornar uma rede social que aparentemente parece tão sem sentido e fútil em algo que promove e incentiva a produção escrita é mágico (como diria uma pessoa especial).

Não vou falar de qualidade geral do que é produzido, mas existem bons escritores no meio.

Já ouvi criticas contra o #curtaconto #miniconto #microconto, fiquei pensando com os meus botões, as pessoas reclamam demais, isso é um fato lamentável, lamentável quando as reclamações atacam algo produtivo. Não sejamos tão tradicionais e nem extremistas. A escrita prolongada, minuciosa, detalhista, dissertativa não irá sumir, nem perde peso ou coisas do tipo. Só que nos deram espaço, pequeno, mas deram, então, fizemos breves textos.

Pode me perguntar se é um tipo de revolução literária. Bom, não deixa de ser. A brevidade esta em alta e deve ganhar mais espaço, não duvide.

Vejo muitos concursos de microcontos, frases e coisas do tipo.

As pessoas não estão deixando de ler livros, blogs com textos extensos? Creio que não, pois quem tem o hábito da leitura, sempre estará a ler, seja grande ou pequeno o conteúdo.

Quem escreve haicais e microcontos (com qualidade) eu comparo com os fotógrafos que são apaixonados por fotos em macro. Uma foto panorâmica seria livro, você pode olhar milhares de componentes e depois de um tempo concluir seu pensamento, a foto panorâmica encanta por sua extensão, mas a macro é no ponto, é detalhista, está afinco no detalhe, é direta...

Haicais e microcontos... é isso, entende?

E não venha me dizer que qualquer um pode fazê-los. Pois, quem “lê” sabe se a foto foi tirada no automático ou trabalhada no manual.

Pois é, é assim. Tudo parece ser tão simples quando lido com os olhos rápidos e desajeitados.

Escrever é trabalho árduo.

Quem escreve e sabe disso pode ter certeza que deixa na boca de quem lê um sabor suave, aquele de quem acaba de ler algo bom, gostoso...


By Camila Passatuto

May 09, 09:06 PM

Corre rua, leva para longe o meu destino

Deixe para os tristes apenas guias rasas...

Corre rua, cruze minhas pernas, me faça queda

E os tristes irão nos assistir fugir, cair, fugir.


Rua das vielas escuras, dos becos molhados

Guarde para mim um canto quente e seguro.

Rua das desgraças afiadas em lamentos sutis,

Abraça-me com seus mistérios, guarda-me de mim...


Rua em suma presença dos negros vultos

Seja minha mãe e embale meu corpo com carinho,

Proteja-me de meus desejos e me leve por você, por você

E os tristes... Esses irão nos assisti cair, fugir...



By Camila Passatuto

May 09, 09:45 PM
Estive por algum tempo reparando a situação.
As pessoas andam estranhas, talvez seja culpa minha... Mas também não tenho culpa de não entender pessoas. Oras!
Existem pessoas que gostam de confusão. Qualquer ação é motivo, qualquer respiro errado é um tiro, cuidado!
Mas fico me corroendo, pois motivos vãos são esses.
Olho para mim e pergunto: o que te faz guerrear?
Ah, Camila! A injustiça.
Sim, injustiça comigo e com qualquer outra pessoa, até mesmo injustiça com inimigo me faz revoltar.
E tem gente brigando por louça na pia, tem gente se mordendo por uma semana de atraso, tem gente pensando que o mundo gira em torno de suas preocupações, mas... E o que eu tenho a ver com isso? E se for eu a culpada dos pratos sujos, do atraso e das preocupações... Tem como ver que não me importo? Não!
As pessoas sempre vão preferir a confusão, não sei, é tão mais fácil esquecer...
Tem gente que está reclamando porque escrevo. Sim!
Não pode mais escrever do jeito que se quer escrever. Tem gente falando que é lixo tudo isso.
Ah! Que seja.
Ando mesmo em meio a muito lixo e vou escrevendo. Emociono alguns, causo náuseas em outros, mas o mundo precisa disso.
Tem gente reclamando demais.
Cuidado!
Estão de nariz torcido com meus poemas, meus textos e frases.
Estive por algum tempo reparando a situação.
As pessoas andam estranhas, talvez seja culpa minha... Mas também não tenho culpa de não entender pessoas. Oras!
Estão querendo mais confusão, mas eu sou assim...
Quando escrevo, parece que estou no botequim, tudo tão manso... Mesmo que eu fale da mais profunda dor.
Tem gente querendo confusão com poeta, mas tome cuidado. Vocês têm o poder de reclamar e eu tenho o poder de todo o resto...

By Camila Passatuto
May 08, 08:43 PM

Sou a mistura do típico caipira paulista,
Do malandro carioca e
Do relax mineirinho...
Sou cheio de jeitinho.

By Camila Passatuto

May 08, 08:37 PM

Vamos escrever.
Mesa de bar, cada um sem par, pega caneta, rabisca uma palavra...
Vamos escrever, só isso.

By Camila Passatuto

May 08, 08:38 PM

Estava correndo,
Estava era chovendo...
Não do céu caía água,
Mas dos olhos.

Estava chovendo.

By Camila Passatuto

May 08, 08:36 PM
Gosto de me afogar em The Doors.
Depois passar pela suavidade de Joan Baez.
E deixar a mente solta para sentir o som do ex-pink floyd, Syd Barrett.
Sem economizar vontade, me perco pelas letras de Russo...o Renato.
The Cure desperta um querer estranho...aumento o som e The Funeral Party faz arrepiar.
Quando desejo nostalgia transbordando, Soundgarden e Garotos Podres na agulha.
Gary Moore faz o corpo querer mexer, mas é Little Richard com Lucille que realiza isso com excelência.

E quando sinto uma alegria triste...esse sentimento difuso, para não dizer difícil, de entender. Eu procuro um som camarada, com aquele sorriso de canto e olhos perdidos.

Ei, hippie, vai um samba?





By Camila Passatuto

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  • Paralelepípedo
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  • Poesia em Obá
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Profile

Diretora de Arte
Marketing and Advertising | São Paulo Area, Brazil, BR

Summary

Publicitária.

Graduada em Publicidade e Propaganda e Comunicação Empresarial também pela universidade Anhembi Morumbi.

Especializações: Planejamento, criação, redação publicitária, gestão de conteúdo para redes sociais, direção de arte para mídias on e off, sites, ilustração, editoração e revisão.
Conhecimento avançado - Creative Adobe.
Técnicas de SEO (Search Engine Optimization), Google Analytics e Campanha de E-mail Marketing.

Experience

  • Feb 2012 - Present
    Diretora de Arte / Imagem e Mídia Comunicação e Mkt Digital
    Criação de arte para Mídias Digitais (Facebook, Instagram, Blogs) Peças para divulgação Desenvolvimento de Páginas Internas no Facebook. Criação de layouts para sites. Material Gráfico On e Off. Elaboração de apresentações em PPT dinâmicas e estáticas. Campanhas de E-mail Mkt (Design, Redação e Disparos) Setores atendidos: Turístico, Político, Moda e Comunicação.
  • Jan 2012 - Present
    Diretora de Arte e Sócia-Proprietária / Canecas Joinha E-commerce
    Responsável pelo desenvolvimento do design para canecas personalizadas. Criação de peças gráficas: promocionais e layouts em geral. Criação de Mailing e organização de Banco de Dados. Campanha de E-mail Marketing (Design, Redação e Disparos) Assistência à área de mídia social e administrativa. Assistência na criação de campanhas para mkt digital. Redação para blog e perfis sociais da empresa.
  • Mar 2011 - Present
    Redactor / Marketing Assistant / Conceito Brazil
    Redação em Blog, Twitter, Tumblr e Facebook. Planejamento de SEO para site. Editoração de jornal interno e informativos. Redação de e-mail marketing com foco em feiras internacionais. Elaboração de campanhas internas e externas para captação de clientes. (B2B) Revisão geral de textos. Criação de Peças Gráficas. Estratégias e planejamento online. Assistência à assessoria de imprensa. Assistência à gestão de projetos para captação de empresas para feiras internacionais. Ex: MIPIM (França - Paris),100% Design (Japão - Shanghai), Americas Food & Beverage Show (EUA - Florida). Assistência à gestão de projetos para eventos de investimento e feiras nacionais. Ex: Paraguay Invest, Panama Invest, Equipousada. Unificação, coordenação e atualização de Mailings. Implantação de ferramenta CRM e administração de sistema. Trabalhos para as empresas do Grupo Conceito Brazil e Parceiras: Coordenação das mídias sociais do setor de turismo - Conceito Brazil Lufthansa City Center Assistência geral para a Câmera de Comércio Brasil Panamá Trabalho Voluntário com o gerenciamento do informativo mensal da SAMJU (Associação Comunitária Amigos do Juquehy). Diagramação, prospecção de anunciantes e finalização.
  • Aug 2008 - Present
    Estágiaria Criação / Planejamento / Agcom
    Desenvolvimento de conteúdo para sites. Diagramação e criação de anúncios impressos e newsletter. Roteirização e acompanhamento de filmagem de vídeo-aulas para o curso de Gastronomia da Universidade Anhembi Morumbi. Coordenação de fluxo de trabalho.

Education

  • 2006 - 2010
    Universidade Anhembi Morumbi
    Comunicação Social in Publicidade e Propaganda / Gestão de Comunicação Empresarial
    Activities: TCC - Produto: Levitare
  • 2004 - 2005
    Escola Técnica Estadual Vasco Antônio Venchiarutti
    Técnico in Design de Interiores
  • 2003 - 2005
    Escola Técnica Estadual Vasco Antônio Venchiarutti
    Estudante in Ensino Médio

Additional Information

Honors:
Entrevista cedida para o portal Amo Marketing: http://amomarketing.com.br/?p=7050
Interests:
Redação Publicitária, Planejamento, Criação, Marketing Digital, Marketing de Conteúdo, Revisão, Editoração, Diagramação, Ilustração, Designer Gráfico.

Posts

Houses of the Holy foi um disco de mudança e evolução para Led Zeppelin. Quem curte a divindade que é a banda, vai concordar comigo. Mas Houses of the Holy não impressiona apenas por sua qualidade instrumental, dê uma olhada na capa aí de cima.

Projetada por Storm Thorgerson (designer responsável também por trabalhos com Pink Floyd), crianças nuas e pintadas de prata escalam a famosa Calçada dos Gigantes, na Irlanda do Norte. 

O monumento natural formado há 60 milhões de anos atrás por explosões vulcânicas resultou em um dos mais raros lugares do mundo e foi elemento para umas das mais conhecidas e renomadas capas do mundo do rock.

Salve Led! 

Por @CamilaPassatuto

Já ouviu falar em Tracy Marander?

Então, meus caros… longe de ser a bombástica Courtney Love ou a linda Tobi Vail, Tracy Marander é a namorada de Kurt que mais me agrada, apenas por fotografar a capa do álbum mais instigante da banda.

A foto foi tirada em uma apresentação do Nirvana na galeria de arte Reko Muse, no estado de Washington.

Bleach foi lançado em 1989 e relançado - por outra gravadora - em 1992. Suas vendas chegam a 4 milhões de álbuns no mundo todo!

Bom, é isso… 

Salve Kurt! Salve Bleach! Salve Marander!

Por @CamilaPassatuto

Hei, você sabe o que o Elvis Presley tem a ver com o melhor disco punk da história? Sabe quem foi o fotógrafo dessa capa?

Vamos lá: London Calling (1979), o terceiro álbum do The Clash, rompe as barreiras do tempo e até hoje não há nada mais jovem e com a pura atitude punk, política e libertária. (é, o disco é foda mesmo).

Historinha: Em 1956, o rapaz que seria considerado o rei do rock, lança seu primeiro disco e é esse que o The Clash usa como referência no L.C. O fotágrafo responsável pela capa do Clash foi Pennie Smith, considerada a foto mais rock’n’roll de todos os tempos pela revista britânica Q Magazine, a imagem mostra o Paul Simonon e seu baixo (que não deve ter durado muito após esse click, rs).

London Calling, salve!

Por @CamilaPassatuto

Strange Days, o segundo disco da minha banda favorita dos anos 60. Entro em vertigem com a faixa When The Musics Over, são 10 minutos de tesão musical, baby.

Vamos à capa.

Sem dúvida essa é a capa mais irreverente do The Doors. A foto foi tirada no bairro de Sniffen Court (NY), pelo fotógrafo que adorava clicar o Jim Morrison; o famoso Joel Brodsky

Por @CamilaPassatuto

Goo, o sexto álbum do Sonic Youth; uma das capas mais famosas no mundo do rock alternativo. 

A capa é uma releitura da foto do casal Maurren Hindley e David Smith, testemunhas do caso “Assassinato Mouro” com Ian Brady e Myra Hindley como seral killers, isso na década de 60 (Inglaterra).

Por @CamilaPassatuto

A banda Deep Purple formada em 1968 na Inglaterra abre a nossa galeria de capas com o seu segundo álbum The Book of Taliesyn, lançado em dezembro de 1968.

Esse álbum está longe da sonoridade de Child in Time, faixa clássica do quarto álbum da banda, lançado em 1970 com toda aquela explosion stone das guitarras e vocais, porém The Book of Taliesyn me agrada bastante com composições bem elaboradas, tanto das letras como de todo o conjunto instrumental.

Sem dúvidas The Book of Taliesyn é uma obra de arte de capa e som.

Salve!

por @CamilaPassatuto

Audio

abcdefghijklmnopqrstuvwxyz abcdefghijklmnopqrstuvwxyz