Cláudia Simas

Posts

July 12, 12:25 PM
Endereço bacanudo: http://cacau.me

Inté!
December 27, 09:56 PM
Quando olhar para o céu do Brasil
Repara bem que pintou
Alguém que brilha e sorri 

Dói de tanto medir a distância
Saber que não vou te tocar
Além da lembrança
A tua falta é sol sem calor
E está aqui mas se foi
Virou estrela, a nossa estrela no céu

Feliz Natal, minha estrela, onde você estiver.
December 21, 07:04 PM
December 20, 10:43 AM

Caro Jon,

Encontrei um moço bem parecido com você no último sábado e por conta disso, desde então, tenho pensado bastante em você. Já há mais de um que não nos vemos e sua amiga aqui está morrendo de saudades!

Tenho estado muito fechada, introspectiva até demais ultimamente e sei que, como você sempre faz ao me ver assim, você vai insistir em descobrir meus pensamentos. Já posso lhe adiantar, meu querido, que repetirei a resposta que você já conhece. Sigo sentindo o peso do mundo em minhas costas e desta vez aliada à desesperança de pensar que, mais uma vez quando parece que tudo via se ajeitar, algo me joga de volta ao fundo do poço. Sim, meu amigo, certamente é mais uma de minhas paranoias, de minhas pirações. Sinto-me cada vez mais louca nesse mundo injusto no qual somos obrigados a fincar os pés na realidade e deixar os sonhos de lado. Me consterna admitir que não ouso mais, que não sonho mais, que não posso ou não quero mais tentar tocar o céu porque a dura verdade da vida é que ele só é atingível para os pássaros ou para as estrelas, e que a única forma que temos de voar é libertando o espírito. Mas não me vejo mais capaz disso. Estou cética. Mais do que nunca. Por mais dolorosa que seja, agora eu só queria as verdades que tanto me prometem. Por ora, só vejo as mentiras. E mentiras me cansam...

Não quero ser forte. Não vou ser forte. Quero ser resgatada, libertada, salva. Nos meus sonhos, seria algo arrebatador, brilhante e divino como um anjo. E parece que posso lhe ouvir me repreender ao ler estas palavras tolas: "não existem anjos por aqui, minha querida; seria uma boa briga, mas eles preferiram cair na estrada ontem à noite". Mas você me conhece bem e sabe que eu sou assim, nego o romance com todas as forças mas no fundo sou uma refém dos heróis de carne e osso. Um imã para aqueles que, como eu, tem planos gigantescos e muito pouca praticidade ou para aqueles que tem a suficiente má sorte de se achar na beira de rio e do nada se perceber no meio do mar revolto.

Sei, meu amigo, que você já passou por muita coisa e te admiro muito por isso. Sei que faço drama frente aos sufocos da vida real mas esta sou eu e você sabe. E preciso de você por perto, me olhando nos olhos, me mostrando que é possível seguir adiante e lutar com orgulho e sem arrependimentos pelo que se acredita.

Você é o meu anjo, meu querido, e preciso de você hoje mais do que nunca. Acho que cabe a você  operar esse tal milagre já que meus anjos salvadores por um motivo ou outro me abandonam ou abandonaram. Mas com você é diferente. Você traz a ordem de volta ao meu mundo, deixa tudo no seu devido lugar e nunca, nunca me decepciona. Mesmo quando estamos no limite, na beira do precipício ou no caminho da represa que está prestes e estourar, você sempre sabe que eu preciso de você e você está comigo. Mas agora só mesmo um milagre porque meu coração está arrasado e minha consciência me tortura me obrigando a enfrentar o que é preciso. Eu sou fraca, e não sei o que fazer. Sigo conselhos do mundo e eles estão escritos na areia, mas a maré está enchendo. Só mesmo com um milagre.





December 05, 01:28 PM

Só eu achei esses comerciais bem parecidos entre si?

Stella Artois x Itaipava:



Bud Light para a NFL x Brahma para o Campeonato Brasileiro:



December 08, 09:42 PM

Dalva Maria Simas do Couto
08/06/1943 - 27/11/2011

Saudades

A doçura que se expandia de seus lábios a fez estimada 
por todos aqueles que a cercavam.
Deus é testemunha da estima e do afeto que devotava 
aos seus e aos que dela se aproximassem.
Jamais será esquecida.
É digna da paz celestial pela afeição que na Terra soube espalhar.
Assim viverá eternamente na Glória do Senhor 
e na memória daqueles que a amaram.
Senhor dai-lhe o merecido descanso.

August 09, 09:26 PM


Ne Me Laisse Pas L'aimer
Pourtant c'est lui que tu veux
Et tu m'oublies peu à peu
Je sais qu'un jour viendra
Tu tomberas dans ses bras
Mais il est déjà trop tard
Mais tu l'aime déjà
Un jour il fera mouche
Tu tomberas sur sa couche

Tu ne peux pas résister
Quand il vient te parler
Je vois tes yeux
Qui s'accrochent à ses yeux
Non tu ne peux pas résister
Il sait que c'est plus fort que toi
Et comme il te veux
Un jour il t'aura

Mais tu te prends à son jeu
Il est bien trop dangereux
Ah non tu ne vois pas

Comme il s'amuse de toi

Il ne faut plus le revoir
Il fera ton désespoir
Jamais oh non jamais
Ne le revois plus jamais

Il ne faut plus le revoir
Il ne faut plus le revoir
Il ne faut plus le revoir
June 08, 05:43 PM
Voltei no tempo. Hoje pela manhã foi como se o tempo tivesse voltado a 1986. Estou de volta à sétima série, ao pátio do Colégio Santa Maria, às mesinhas da Degrau Lanchonete, aos bancos dos ônibus da Flores, aos corredores do CCAA. E, onde quer que fosse, sempre que tinha uma musiquinha rolando, não tardava a tocar Legião Urbana. Era a hora e a vez do disco DOIS - O Disco - que tinha, entre outras, "Daniel Na Cova Dos Leões", "Quase Sem Querer", "Acrilic On Canvas" (uma de minhas favoritas ever), "Tempo Perdido", "Andrea Doria" (outra das favoritas ever), "Fábrica", "Índios" e "Eduardo e Mônica". 


Naquela época eu mal havia beijado na boca. Tinha várias paixões e subsequentes desilusões intensas. E eu não entendia como a Mônica podia olhar pro Eduardo - que tinha 16 - porque na verdade eu morria de ciúmes, achando que eram tipos como a safada da Mônica que não deixavam o Eduardo que só tinha 16 olhar para as meninas de 13, como eu. Ou seja, queria me convencer que a Mônica era uma retardada, fazendo medicina e dando confiança pro pirralho que podia ser da minha turma no cursinho de inglês. Com o passar do tempo fui me acostumando com a ideia de rapazes fascinados por garotas mais velhas e fui aprendendo a curtir a baladinha que era sobre muito mais do que só isso. 

Era a história bem humorada de um casal cheio de diferenças que ralou pra ficar junto. Não um casal que superou as diferenças, mas que aprendeu a viver com elas. Porque cada detalhe bizarro de um acrescentava algo inesperado ao outro, um novo ponto de vista, uma jeito diferente de viver, perspectivas diversas, fora de suas próprias curvas. E só assim, juntos e separados, eles seguraram legal a barra mais pesada que tiveram. Era difícil imaginar tanta diferença danto certo, mas hoje, às vésperas do dia dos namorados, a agência África, a O2 Filmes e a Vivo conseguiram fazer um filminho publicitário (dirigido por Nando Olival) só para o youtube, que respeitou a simplicidade da letra de Renato Russo e colocou na telinha as espectativas de toda uma geração. 


Eduardo e Mônica talvez já estejam separados, mas devem ser daqueles casais que continuam amigos de vida inteira. Se juntos ainda, talvez estejam comemorando suas Bodas de Prata. Não com festa pomposa - que seria a cara do Eduardo - mas com mais uma viagem. Não interessa o final. O legal é o durante, que fez parte da vida de muitos adolescentes, como eu.
June 02, 06:22 PM

Imagem original aqui.
May 11, 04:58 PM
Obrigada, Cazô!
April 13, 09:48 PM

Não, não tenho filhos. Mas tenho sobrinhos, afilhados e várias crianças que amo com toda a força do meu ser. É por eles que participo deste manifesto.

CARTA ABERTA ÀS MÃES E PAIS

Que futuro terão nossos filhos?


Aproveitamos o sentimento de indignação e tristeza que nos abalou nos últimos dias para convoca-los para uma mobilização pelo futuro das nossas crianças. A tragédia absurda ocorrida na escola em Realengo (Rio de Janeiro) é resultado de uma estrutura complexa que tem regido nossa vida em sociedade. O problema vai muito além de um sujeito qualquer decidir invadir uma escola e atirar em crianças. Armas não nascem em árvores.

A coisa está feia: choramos por essas crianças, mas não podemos nos deixar abater pelo medo, nem nos submeter aos valores deturpados que têm regido nossa sociedade propiciando esse tipo de crime. Não vamos apenas chorar e reclamar: vamos assumir nossa responsabilidade, refletir, trocar ideias e compartilhar planos de ação por um futuro melhor. Então, mães e pais, como realizar uma revolução que seja capaz de mudar esses valores sociais inadequados?

Vamos agir, fazer barulho, promover mudanças! Acreditamos na mudança a longo prazo. Precisamos começar a investir nas novas gerações: a esperança está na infância. Vamos fazer nossa parte: ensinar nossos filhos pra que façam a deles.

Se desejamos alcançar uma paz real no mundo, temos de começar pelas crianças. Gandhi

O que estamos fazendo com a infância de nossas crianças?

Com frequência pais e mães passam o dia longe dos filhos porque precisam trabalhar para manter a dinâmica do consumo desenfreado. Terceirizam os cuidados e a educação deles a pessoas cujos valores pessoais pensam conhecer e que não são os valores familiares. Acabamos dedicando pouco tempo de qualidade, quando eles mais precisam da convivência familiar. Assim, como é possível orientar, entender, detectar e reverter tanta influência externa a que estão expostos na nossa longa ausência? Estamos educando ou estamos nos enganando?

O que vemos hoje são crianças massacradas e hiperestimuladas a serem adultos competitivos desde a pré-escola. Estão constantemente expostos à padronização, competição, preconceito, discriminação, humilhação, bullying, violência, erotização precoce, consumo desenfreado, culto ao corpo, etc.

O estímulo ao consumo desenfreado é uma das maiores causas da insatisfação compulsiva de nossa sociedade e de tantos casos de depressão e episódios de violência. Daí o desejo de consumo ser a maior causa de crime entre jovens. O ter superou o ser. Isso porque a aparência é mais importante do que o caráter. Precisamos ensinar nossos filhos que a felicidade não está no que possuímos, mas no que somos. Afinal, somos o exemplo e eles repetem tudo o que fazemos e o modo como nos comportamos. E o que ensinamos a nossos filhos sobre o consumo? Como nos comportamos como consumidores? Onde levamos nossos filhos para passear com mais frequência? Em shoppings?

Quanto tempo nossos filhos passam na frente da TV? 10 desenhos por dia são 5 horas em frente à TV sentados, sem se movimentar, sem se exercitar, sendo bombardeados por mensagens nem sempre educativas e por publicidade mentirosa que incentiva o consumo desde cedo, inclusive de alimentos nada saudáveis. Mais tempo do que passam na escola ou mesmo conosco que somos seus pais!

Porque os brinquedos voltados para os meninos são geralmente incentivadores do comportamento violento como armas, guerras, monstros, luta? A masculinidade devia ser representada pela violência? Será que isso não contribui para a banalização da violência desde a infância? Quando o atirador entrou na escola com armas em punho, as crianças acharam que ele estava brincando.

Nós cidadãos precisamos apoiar ações em que acreditamos e cobrar do Estado sua implementação, como o controle de armas, segurança nas escolas, mudança na legislação penal, etc. Mas acima de qualquer coisa precisamos de pessoas melhores. Isso inclui educação formal e apoio emocional desde a infância. É hora de pensar nos filhos que queremos deixar para o mundo, para que eles possam começar a vida fazendo seu melhor. Criança precisa brincar para se desenvolver de forma sadia. É na brincadeira que elas se descobrem como indivíduos e aprendem a se relacionar com o mundo.

Nós pais precisamos dedicar mais tempo de convivência com nossos filhos e estar atentos aos sinais que mostram se estão indo bem ou não. Colocamos os filhos no mundo e somos responsáveis por eles! Eles precisam se sentir amados e amparados. Vamos orientá-los para que eles sejam médicos por amor não por status, que sejam políticos para melhorar a sociedade não por poder, funcionários públicos por competência e não pela estabilidade, juízes justos, advogados e jornalistas comprometidos com a verdade e a ética, enfim!

Precisamos cobrar mais responsabilidade das escolas que precisam se preocupar mais em educar de verdade e para um futuro de paz. Chega de escolas que tratam alunos como clientes.

Não temos mais tempo a perder. Ou todos nós, cedo ou tarde, faremos parte da estatística da violência. Convidamos todos a começar hoje. Sabemos que não é fácil. E alguma coisa nessa vida é? Vamos olhar com mais atenção para nossos filhos, vamos ser pais mais presentes, vamos cobrar mais da sociedade que nos ajude a preparar crianças melhores para um mundo melhor! Nossa proposta aqui é de união e ação para promover uma verdadeira mudança social. A mudança do medo para o AMOR, do individualismo para a FRATERNIDADE e para a EMPATIA, da violência para a GENTILEZA e a PAZ.

Ana Cláudia Bessa
Cristiane Iannacconi
Letícia Dawahri
Luciana Ivanike
Monique Futscher
Renata Matteoni
June 08, 02:39 PM
Dia desses me chateei. Muito. E quando fico assim, deveras e tão chateada a ponto de registrar publicamente o estado de chateação, eu entro em fossa feroz mesmo, como quem toma um toco. Choro, me tranco em casa, dificilmente atendo o telefone e recorro ao kit de emergência: uma prateleira de DVDs com os filmes mais propícios para meus dias de choradeira (Clube da Luta, Snach, Cães de Aluguel, O Poderoso Chefão e Kill BIll). 

Mas parece que admitir a ostrice não é suficiente. O cosmos compreende tal estado de espírito e fica na espreita. Se eu dou mole, já vem o universo dando recadinhos na forma de música e tratando de me manter com o coração apertado. Seja no rádio do vizinho, na trilha sonora da novela, no blip de um conhecido via twitter ou até passando na frente da Casas Bahia. Saco isso!

Eu já intencionava fazer isso há um tempão: listar tais músicas e compartilhar com o mundo o meu “Top Down Songs”. Então, aproveitando que a borocoxice tá passando, seguem as músicas que o mundo sempre toca pra mim quando não me é dignamente possível simplesmente curtí-las, independente do motivo que originou o momento deprê (não necessariamente em ordem e sem preconceito de estilo, ok?). Já vou logo avisando: “chove lá fora e aqui / faz tanto frio”, pra mim, é fichinha perto do que você está prestes a ler.

Wish You Were Here - Pink Floyd 
A mais cliché de todas obviamente estaria na minha lista porque, afinal, sou uma pessoa óbvia e previsível. Não tem o que explicar. E sim, eu sei que a música não composta pra ser romântica. E daí?
“We're just two lost souls
Swimming in a fish bowl,
Year after year,
Running over the same old ground.
What have we found?
The same old fears
Wish you were here”

All By Myself - Celine Dion 
Ok, talvez Wish You Were Here não seja tão cliché quanto eu pensava se comparado a All by myself. Ouvir essa música em condições normais de temperatura e pressão seria até para chorar de rir tamanha... sei lá, breguice? Mas se você estiver um cadinho fragilizada, aí ferrou. Imagina a pessoa ligando pra todo mundo e ninguém em casa? Triste, minha gente. Muito triste. Dica: é pra cantar junto, aos berros, usando uma garrafa de vodka como microfone e com a maquiagem borrada. Libertador.
“Livin'alone
I think of all the friends I've known
When I dial the telephone
Nobody's home”

Against All Odds (Take A Look At Me Now) - Phil Collins
A fiel tradução da crueldade e insensibilidade do outro para com você. Olha para trás, seu miserável! Estou aqui chorando, jogada no chão, me humilhando e você ainda tem coragem de ir embora? Ah! Como dói doído. É pra ouvir tomando porre de qualquer coisa que esteja acessível no bar de casa. Mas tenho ouvir com o Phill. Se for com a Mariah tenho vontade de cortar os pulsos, não pela letra, mas pelo que ela fez com a música.
"I wish I could just make you turn around
Turn around to see me cry
There's so much I need to say to you
So many reasons why
You're the only one who really knew me at all"

Night Must Fall - Hoodoo Gurus
Essa é terrível porque ela te pega desprevinido. Você ouviu uma vez e se ligou só no no refrãozinho “is it that time / is it that time”. Na segunda vez você lembra “ah, é aquela música de surfista e tal”, mas aí, mais atento, percebe que ela mete um “never thought we'd ever end / I can't afford to lose more friends.” na lata. Nessa hora o estômago embrulha e se engole em seco e se lembra no nome da música. Ferrou...
“I’m just trying to catch my breath.
A heart that beats itself to death,
Panic stricken by the thought
You’re not here for my support.
(But its that time)
Is it that time?
A curtain has to fall.
(Yes, it’s that time)
Is it that time?
The writing’s on the wall.”

Last Kiss - Pearl Jam
Se Night Must Fall engana a alguns, Last Kiss nem se fala. É cilada, Bino!!! O ritmo é bonitinho, parece trilha de filme dos anos 50, mas gente!, a música é uma tristeza só. A pessoa acha a mulher da vida dele e ela morre nos seus braços após um acidente de carro?!?! Ô dó! E eu choro muito. Instantaneamente. 
“I lifted her head, she looked at me and said;
"Hold me darling just a little while."
I held her close I kissed her - our last kiss,
I found the love that I knew I had missed.
Well now she's gone even though I hold her tight,
I lost my love, my life that night.”

Acrilic on Canvas - Legião Urbana
É saudade, é culpa, é raiva e é pedido de desculpas. É tudo misturado. E é aquela velha história de cada um acreditando na verdade que lhe convém. Ou fingindo que acredita. 
“Mas então, por que eu finjo
Que acredito no que invento?
Nada disso aconteceu assim
Não foi desse jeito
Ninguém sofreu
É só você que me provoca essa saudade vazia
Tentando pintar essas flores com o nome
De "amor-perfeito"
E "não-te-esqueças-de-mim”

Joga na sua cara que você é um merda. Cometeu o pecado mortal de acomodar-se e pôs tudo a perder. Sem mais.
“You cry out in your sleep
All my failings exposed
And there's taste in my mouth
As desperation takes hold
Just that something so good
Just can't function no more”

You Oughta Know - Alanis Morissette
É o tapa na cara que você queria ter dado mas não teve coragem. Tudo o que queria vomitar sobre quem te arrasou, mas você engole. E você se divide em achar que tem toda a razão do mundo ou é só recalcado por ter sido trocado por outro. E perde o sono.
“'Cause the joke that you laid in the bed
That was me, and I'm not going to fade as soon
As you close your eyes, and you know it
And everytime I scratch my nails
Down someone else's back, I hope you feel itWell, can you feel it?”

Tem dúzias de músicas para se amargurar em períodos de baixo astral e autopiedade. Daria pra citar mais um monte: Se Puder Sem Medo (Oswaldo Montenegro), Everybody Hurts (R.E.M), Trocando em Miúdos (Chico Buarque), Nothing Compares to You (Snead O’Connor), Mentiras (Adriana Calcanhoto), Kaylegh (Marilion), Don't Speak (No Doubt), So Sad About Us (The Who), e por aí vai. Mas as que estão destacadas são aquelas que sempre tocam quando meu coração está um bocadinho mais apertado. É batata. Dorme com um barulho desses...
March 25, 12:57 PM
Ontem foi dia de Twestival mundo afora. Aqui no Rio, o evento organizado pelos queridos Cláudia Catherine e Roney Belhassof aconteceu no restaurante Andy's Brasil no Leblon. Além de rever muita gente boa que entrou na minha vida através do @tudoemsimas, também pude conhecer o próprio Andy's do qual eu só havia ouvido falar (muito bem) até então. O Twestival Rio desse ano (o logo ao lado foi criado pela talentosa @happymoon) adotou a Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa (CACCST), fundada em 2005 e que tem por finalidade apoiar as crianças portadoras de Neoplasia (câncer infantil). Para ajudar a garantir que as famílias das crianças deem início e continuidade ao tratamento da doença, a CACCST oferece hospedagem, alimentação e transporte até os hospitais de tratamento, com retorno à Instituição. Além disso, distribuem apoio nutricional para as famílias carentes dessas crianças mensalmente, que também contam com serviço de Assistência Social (toda a família), Orientação Psicológica, Odontológica, Pedagógica, Recreação e outras atividades de cunho social. 

Marcou passo e não se ligou no evento global mais social do Twitter? Sem grilos, ainda dá para ajudar: visite o site do Twestival da sua cidade e veja as opções de doação. Para quem participou presencialmente do Twestival Rio, cada $10,00 em doações dava um cupom para sorteio e eu fui contemplada com a Box da 5ª temporada completa de Lost - A Jornada de Volta - Edição Estendida (região 4). Como não sou fã ardorosa da série que arrebatou corações mundo afora, faço aqui uma proposta aos meus amigos e fãs da série: vamos fazer um leilãozinho em benefício da mesma CACCST? Vai funcionar assim: lance inicial de R$ 10,00 e lances incrementais de R$3,00. Começamos hoje e temos até o próximo sábado (2 de abril) para batermos o martelo. O box será entregue via Sedex após a comprovação do depósito em minha conta do valor referente ao arremate e publicarei aqui a prestação de contas da doação à CACCST

Tudo bem que você já viu a série toda na TV ou baixou todos os episódios via torrent, mas um box é sempre um box, não? Você pode começar ou completar sua coleção ou dar o box de presente para um amigo ou familiar e, ao mesmo tempo, ainda dar uma ajudinha básica a uma instituição que faz um trabalho maravilhoso e precisa de toda ajuda possível. E então, quem me ajuda a fazer essa boa ação?
March 28, 08:40 PM
Não, queridos! Não traí o movimento. Minha passagem pelo carnaval baiano obviamente não foi no "fervo" de Salvador. Só passei pela capital para pegar o catamarã rumo a Morro de São Paulo, ilha do arquipélago de Tinharé onde não se chega de carro. De catamarã foram 3 horas de viagem. Dormi a primeira hora um tanto desconfortável nas cadeiras da embarcação e passei as outras duas na proa, sob o sol forte e com a mente vazia diante de tanto mar. Aliás, há muito tempo eu não sabia o que era ficar tanto tempo sem pensar em nada só olhando pro horizonte. As boas impressões começam quando já se é possível visualizar a ilha ainda na embarcação. Muito verde, um farol e casas bonitas. As más impressões já começam também na chegada: os turistas são abordados por dezenas carregadores de malas com seus respectivos de mão. Podemos ver a subida íngreme e sabemos de antemão que não existem ruas asfaltadas e assim, rodinhas das malas são completamente inúteis. No site de informações da ilha aconselha-se a negociar o preço com os carregadores, mas eles se aproveitam da quantidade de gringos, do cansaço de 3 horas de mar aberto e da taxa obrigatória de R$ 10,00 referente à taxa de turismo e empurram esse valor como se fosse tabelado. Mas esse é o único senão de Morro: tudo é capitalizado. Como a ilha é destino certo de europeus e israelenses (muitos israelenses, sério) os preços acabam um tanto inflacionados e existe pouca gentileza. Mas relaxe, não é nada que tire o brilho da viagem.

Ficamos na pousada Sarifa do Morro e logo na chegada no fim da tarde já pulamos na convidativa piscina do lugar. Os funcionários são nota 10: a Joyce, o Lula (que também é instrutor de mergulho), o Adriano e o Cris que de tão faz-tudo, também é cozinheiro de mão cheia de doces e salgados. A Safira fica entre a Primeira e a Segunda Praia. Sim, as praias não tem nome e são conhecidas por Primeira, Segunda, Terceira e Quarta. É possível chegar em todas elas a pé. Só tem mesmo que preparar a canela porque haja ladeira e escadinhas. Praias e passeios de dia, Vila à noite. É até possível comer nas praias, mas para comer muito bem, tem que ir mesmo à Vila. Lá, a cada refeição você tem vontade de ajoelhar a agradecer a Deus por estar vivo. Baratinho tem o Sabor da Terra, dos mesmos donos da Safira que serve comida baiana por kilo, à la carte e PF. Na mesma faixa de preço e com um tanto mais de refinamento você acha o Ponto de Encontro, procure a simpática Renata e peça uma Tortilha de Cebola Caramelada ou um Crepe de Filé au Poivre. Tem música ao vivo do próprio restaurante e do restaurante vizinho, que se revezam na cantoria típica dos barzinhos brasileiros. Gastando um pouquinho mais você pode ir ao Mar dos Corais, da Chef Marluce. Lindo e delicioso, bem de frente para a Feira de Artesanato da Vila, eles servem cozinha internacional por um preço bastante razoável. Destaque para a cocada de forno com sorvete de abacaxi.

O que eu recomendo fortemente é o El Sitio. Lá você vai conhecer a Veronika, da Letônia para a Bahia, que fala seis idiomas e é uma simpatia só. Especializado em carnes e massas, serve a melhor banana flambada que já sonhei saborear na vida. Você ainda lê recadinhos do mundo inteiro nas mesas, cadeiras e paredes do lugar. Peça a caneta pilot e deixe seu recado também! Nessa altura você você já deverá estar ouvindo uma forte e gostosa batucada. Não se espante: bem em frente ao El Sitio fica o carrinho de Pastel do Foom e é o próprio Foom que arma a batucada. Atenção para o Vitor, que toca violão com uma maestria que poucas vezes vi na vida! Como dizem os baianos, o garoto é Massa! Coma um pastel, tome uma caipirinha e dance alegremente bem ali no meio da rua mesmo músicas do Brasil inteiro. Show de Bola!

Estou longe de ser especialista em frutos do mar. Procurei por uma lagosta e me recomendaram o Sambass Café. Fica no comecinho da Segunda Praia e eu repasso a recomendação sem medo. Se der sorte, você será atendido pelo Lui, um baiano arretado e super atencioso. Prepare-se para desprezar as moscas (lembre-se que você estará na areia da praia) e deguste uma saborosa e bem servida lagosta por menos de R$ 50,00. Delícia!

A noite em Morro não tem muitas opções. Os bares e restaurantes à beira mar até que tinham suas programações. Rolou um lual e uma festa patrocinada pela Skoll. E existem duas casas noturnas, a Pulsar e a Toca do Morcego, e o Teatro. As duas casas noturnas ficam bem próximas uma da outra, bem pertinho da Vila. Já o Teatro fica a mais de meia hora de caminhada e uma escadaria de aproximadamente 200 degraus. É preciso muita atenção e paciência porque o atendimento não é grande coisa em nenhuma delas. 

A estadia valeu cada minuto. Morro de São Paulo é lindo e nunca vi tanta gente bonita junta num lugar tão pequeno. Fizemos de tudo por lá, menos passeio de barco em volta da ilha que me arrependo de não ter insistido mais para fazermos. Voltei revigorada para mais uma reviravolta na vida e pronta para todos os desafios que devem se revelar em breve. O fato é que deveria ser absolutamente proibido morrer sem conhecer Morro de São Paulo. Eu, já “Morro” de saudades...
February 24, 11:31 AM
Descobri essa maravilha via twitter, indicado como um blog clássico pela @revistabula. São fotos raras, e normalmente belíssimas, de celebridades da música e do cinema.

Essa da Elizabeth Taylor é uma de minhas favoritas, ever.


Viciei perdidamente.

Enjoy: http://www.thisisnotporn.net/
February 21, 10:16 PM

Aí você se pega no meio dos versos de uma música super brega, que fala da dor imensa que o sujeito sente ao se deparar com um fio de cabelo num paletó que ele não devia lavar há meses. Sua breguice pode ser até mais suave mas, sim, ela está lá. No seu caso o tal fio de cabelo é uma foto, um email, um tweet, ou a falta disso tudo. O pior fio de cabelo de todos porque você pensa que se livrou dele e, quando menos espera, lá está ele lhe falando ná-na-nâ-ná. E você se toca do quanto você é covarde por não ter tentado mais quando podia. Ou patético por se exposto tanto correndo atrás quando já não devia. Ou só burro mesmo porque não é possível ainda sentir essa ausência onipresente. Essa saudade doída. Que sai do coração para apertar o peito e ser sentida na nuca. Dói. Como dói.

February 13, 09:42 AM
Muda tudo de novo, mas dessa vez com medo e sensação de derrota. Nem cabe a palavra da moda, desapegar-se, pois pouco tenho ainda ao que me apegar. É desfazer. É sensação de desperdício. É desfazer-se. E evito parar pra pensar. Tudo piora quando penso. Venho e vejo o blog vazio. E constato que ele está assim porque a vida segue um tanto vazia. O coração também. Mantenho o nariz empinado dizendo que não preciso de mais do coração. Nele já tem a família, já tem os amigos-irmãos-queridos-de-todas-as-horas, já tem os outros amigos, já tem o futebol, a música, os livros e o cinema. Mas é balela. Falta a falta de fôlego. Isso eu não posso me dar.
Antigamente vinha aqui confessar, palpitar, compartilhar. Agora fica tudo subentendido nas entrelinhas ou telinhas do twitter e do facebook. A maioria acredita nessa fanfarronice. Mérito meu, que disfarço bem o vazio, ou desatenção delas. Não importa. Algumas poucas pessoas percebem o descabido. Mandam afagos em forma de palavras, beijos, carícias, versos ou prosa que revisito a todo momento e tento me reconhecer no que eles enxergam de mim. Me sinto idiota. Dramaqueen. Penso no tanque de roupa que não tenho pra lavar e concluo que esse é o problema. E fim da análise.

Shut me up.


The Strokes: "You Only Live Once" - HD from Warren Fu on Vimeo.
December 31, 01:46 PM
A cada ano que passa, sinto que de 31 de dezembro de um ano para o 1 de janeiro de outro não passa de... uma noite. Vira-se calendário mas continua sendo só um dia após o outro. Não consigo mais me encher de esperanças de que com a mudança de um dígito no calendário minha vida vai mudar. Quero acreditar em novas oportunidades, novos ciclos, mas estou sem energia para tanto. 
Entretanto, sei que sou uma pessoa de extrema sorte por ter à minha volta pessoas que não são como eu e, para elas, um novo tempo de renovação e esperança está por começar. E é a cada um de vocês, que abrilhantam meu cotidiano com suas presenças inspiradoras e iluminadas que eu dedico toda a energia que eu consigo capturar do fundo do meu ser para desejar que 2011 seja fantástico, maravilhoso, sem igual, muito melhor do que 2010 e apenas bonzinho se comparado com o que serão 2012, 2013, etc.
Vocês, aqui, no twitter, no Rio ou em Resende, fizeram com que 2010 não fosse completamente inútil e esquecível. Espero retribuir em 2011 ajudando a realizar seus sonhos, compartilhando alegrias ou apenas estando presente quando de mim precisarem. Muito obrigada por existirem!
December 28, 05:06 PM

E ainda não tenho cortinas. Janelas grandes, e a iluminação exterior que enche de amarelo o quarto recém habitado. Soubesse eu fazer poesia, faria. Não sabendo, pedi. E A.B. atendeu. Compreendendo, como sempre, mais do que eu mesma.

Cortinas de Lumiére


Se saudade fosse
sólida como parede
a luz do mundo, lá fora
usaria tal tela
pra contar uma estória

De uma nova chance
Da liberdade
De um canto só seu
De uma música que só você dança

December 24, 04:42 PM

Não sou mais tão religiosa como a criança carola que fui um dia. Natal para mim é pouquíssimo mais que uma reunião de família. Importante para abraçar apertado meu pai e minha mãe e lembrá-los do quanto sou grata por tudo o que me deram. Importante para ligar aos amigos e dizer-lhes o quando são amados. E importante para me lembrar de que eu não deveria precisar do Natal para isso.
Então, antes de listar esse lembrete como uma nova resolução de Ano Novo, deixo aqui meus sinceros votos que o Natal de vocês seja belo, singelo, tranquilo e na companhia de quem mais lhes seja caro. Que este espírito de alegria invada seus lares e nele permaneça por todo o Ano Novo. O importante é ser feliz! Sempre e para sempre!

December 05, 09:17 AM
Ela já viu esses sintomas. Nenhuma, ou quase nenhuma, vontade de atender o telefone. Ostrice profunda. Muda os móveis de lugar como se isso mudasse a sua vida sem graça. Não quer sol, não quer rua. Preguiça de tudo. De mundo. Daquela absurda, que não deixa nem trocar o canal da TV.
Não é que ela se arrependa, mas ela sabe que poderia ter feito diferente. Daqui a pouco vai ouvir um comentário inadequado e foge. Ela sempre foge. Muda de mundo mais uma vez. Muita gente boa ficou pra trás porque ela precisou se esconder, se fechar e só perdeu. Perdeu um pouco de si nos outros que sumiram no tempo.
Uma hora ela cresce. Será?
November 19, 11:15 AM

Recebi por email.
Meus amigos me conhecem bem...

O que mais posso dizer?
=S
November 11, 10:16 AM
Vou fazer uma jabazinho de leve aqui, mas porque a ação merece! Olhem só o que a Absolut está aprontando:
Na próxima semana, entre os dias 16 e 20 de novembro, das 21 às 22 h, ela realizará uma ação inédita de Light Painting, ao vivo e especialmente para o Facebook. Para isso, elegeu dois artistas visionários que foram desafiados a criar algo excepcional utilizando uma garrafa vazia de Absolut GLIMMER, preenchida com lâmpadas Led.
Com posse da garrafa iluminada, o calígrafo Haruo Kaneko será o responsável por dar vida às palavras escolhidas, que escritas em um ambiente escuro e captadas pelas lentes do fotógrafo Gustavo Ferri, se transformarão em uma verdadeira obra de arte, irradiando cores e energia pra quem vê por meio dos cristais presentes na embalagem de GLIMMER.
Para participar, basta enviar, no horário definido, via Facebook ou Twitter da marca, uma palavra que personifique a pergunta: “O que você quer tornar excepcional agora?” ou então que represente o que é excepcional para você naquele momento. Os artistas selecionarão 20 palavras por sessão (serão 5 no total) e, a partir delas, criarão imagens com a técnica do Light Painting, que serão exibidas ao vivo no Facebook. Serão apenas 100 pessoas escolhidas.
Para os que ficaram curiosos e quiserem saber como o Light Painting é preparado, podem acompanhar o vídeo com o making of do processo, já postado no site e nas redes sociais de ABSOLUT ou aqui.
Não percam!!!

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September 26, 07:55 PM

Eis que me aventurarei a tentar explicar-lhes os motivos da minha contrariedade ao tal apitaço que se desenha ser a “estratégia” da torcida rubro-negra para desestabilizar o adversário na partida de hoje pela atrasada 14a rodada do Brasileirão:

1) Não acho que nem o time ora adversário nem sua estrela maior merecem tanta atenção da Nação assim. Não damos essa “moral” para outros rivais mais contundentes, aqueles que estão quase à nossa altura e, portanto, não entendo mesmo essa mobilização toda. Como postei mais cedo, eu preferia mesmo que essa energia não pudesse ser revertida em estímulo para qualquer um deles (ou será que alguém acha que não falarão disso lá na preleção do vestiário de visitantes?). Queria essa energia toda empenhada no apoio total e irrestrito ao Flamengo em campo. E só.

2) Tampouco acho que o idealizador deste “movimento” merece que ele seja bem sucedido. Imaginem o grande barato que seria este elemento ouvir não mais do que os apitos de seus 9 ou 10 asseclas e amargar (junto a seu misterioso patrocinador) o prejuízo do valor gasto pelo 30.000 brinquedinhos?

3) Apitaço é artifício de torcida sem garganta (e eu já digo isso há anos, como disse às vésperas da final da CB/2006). A Magnética não precisa disso. Sempre tivemos o grito como arma. Adoraria que continuássemos assim.

Cada um com a sua opinião. Eu só queria registrar a minha…


September 26, 07:00 AM

Ficar quase duas semanas sem aparecer por aqui dá nisso: muita coisa para falar, para comentar. É o Flamengo dentro e fora dos campos mexendo com nossos corações. Vamos lá!

Vagner Love

Eu preciso falar do Love. Preciso muito. Alguns de vocês devem ter visto minha participação no último “O que é isso, Nivinha” lá no Urublog. Lá eu explodi toda a fúria e decepção que hoje sinto pelo distinto senhor Vagner. E por isso me chamaram de louca (e até de gorda, vejam só!) mas eu estou muito, muito decepcionada com o jogador. Aceito que cada um tenha sua opinião e, mesmo que discordando, temos a obrigação social de respeitar. O que não aceito e não respeito é que este senhor venha a público dizer que se a mandatária sair do clube, ele sai no dia seguinte. Que amor é esse? A quem é ele fiel? Alguns vão dizer que ele já está de saída, organizando sua volta ao CSKA e, assim, a declaração seria falastrona apenas para aproveitar o período eleitoral. Mas eu não consigo tolerar isso. É do Flamengo que estamos falando, caramba! Mais uma vez: Flamengo, aquele que deve estar sempre acima de tudo. Mas tem que o ser de verdade, não de acordo com as conveniências de uns e outros. Depois deste episódio Love teve uma atuação pífia contra o Grêmio e, para a grande maioria da torcida aparentemente, começou a se redimir na vitória contra o Atlético Goianiense ao fazer a assistência dos dois gols da partida. Eu não consigo enxergar isso. Alguém esclarecido me descontamine, por favor! Me convença que estou errada! Passei a ver todas as ações do atacante com desconfiança. “Garrei abuso” como dizem por aí. Vi as assistências, é claro, mas o que não esqueço são as quatro – q-u-a-t-r-o! – oportunidades perdidas por ele (incluindo o pênalti ridicularmente cobrado e um gol aberto), seja por egoísmo ou pela sua irritante de mania de querer sair para comemorar antes da conclusão da jogada. Assim complica!

Atlético GO 1 x 2 Flamengo

Foi no sufoco. Um primeiro tempo, como diria a amiga Renata Graciano, “mais do mesmo”. Os mesmo erros, a mesma apatia, o mesmo elenco desmotivado, a mesma zaga (ou a ausência dela) de sempre. Um gol mais do mesmo com a zaga deixando o adversário pro Felipe cuidar. E o Felipe insistindo em achar que todo o mundo chuta rasteiro a gol. Mas Felipe tem crédito comigo enquanto a zaga o deixar desprotegido obrigando o moço a fazer ao menos uma defesa monstra por partida – o que também aconteceu neste jogo, pouco depois do gol do dragão. Só depois destes dois sustos seguidos é que acordamos e conseguimos arrancar o empate pela direita ainda no primeiro tempo. Brilha a estrela do estreiante Cleber Santana! No intervalo, Adryan (sumido) e Cáceres (cansado?!) deram lugar a Liédson e Bottinelli e… funcionou! Voltamos com alguma vontade, ainda que longe da garra e da raça que devíamos ter o tempo todo em todas as partidas do returno (não apenas por 45 minutos como temos nos apresentado com frequência). Mas voilà! Virada com gol do Lacraia e a corda afrouxando levemente no pescoço do Urubu. Espero que a uruca do Lacraia tenho levado também a que cerca o time. Comemoramos a quebra da sequência de resultados desfavoráveis mas tenhamos em mente que era o dragão, soprando mais fumaça do que fogo. Não dá para comemorar o resultado em si. Temos muito o que trabalhar ainda.

Flamengo x Ronaldinho

Na sequência do lanterna vem o vice-líder. Mas de vice a gente entende. E de canja de galinha (que junto com prudência não faz mal a ninguém) também. Não me preocupo com o time motivado, bem arrumado e entrosado que eles tem. Me preocupo com o Flamengo. Sempre o nosso maior adversário. Temo pela expectativa do reencontro com o gaúcho. Dentro e fora do gramado. Ele vai querer mostrar quem ganhou e quem perdeu na novela em que antagonizou com Clube de Regatas do Flamengo. E o que eu mais temo é que nós entremos nesse jogo dele. E quando digo nós, eu me refiro a nós mesmos: a torcida. Passando recibo. Entre o apelo do Clube para que nada seja jogado ao campo, uma bandeira desastrosamente vergonhosa e apitos (?!) eu tive uma epifania: imaginei o Engenhão cheio como vai estar, torcendo de coração aberto em pura exaltação ao Flamengo. Sem uma menção sequer ao “significativo” adversário ou qualquer uma de suas “estrelas”. O silêncio ensurdecedor de um desprezo cantado em rubro-negro apenas para os rubro-negros, dentro e fora de campo. Que eles sintam o poder da magnética em sua forma mais pura: Flamengo apenas. Epifania ou utopia? O que será?

Não importa onde ou quando. Nem que eu implique com dois ou três que por ora te defendam com a bola aos pés. O importante é que você Conte Comigo, Mengão! Sempre!


September 13, 07:00 PM

Acabei de almoçar e saí correndo do restaurante da empresa. O motivo? Não queria ver o Globo Esporte. Não queria (re)ver o jogo de ontem. Nâo queria (re)viver a sensação de nadar e morrer na praia.

A garotada jogou bem. Perdemos no confronto com o talento individual. Os nossos não são mais melhores que os outros. Mas me pergunto em que nível eles estariam jogando agora se o conjunto de ontem, somado a Cáceres e Gonzáles, estivesse treinando e jogando juntos desde a primeira possibilidade. Já era. Não aconteceu. A grande incógnita é: o que falta para Dorival, Zinho e o bispo enxergarem que esse é o melhor caminho? Vamos finalmente buscar alguma coerência ou vamos continuar brincando de quebra-cabeças e começando do zero a cada rodada? Tenho fé de que eles sabem o que precisa ser feito. E espero que o façam, a despeito das forças externas (diretores falastrões e empresários e sabe-se mais o que).

Não temos tempo para isso. Temos 14 jogos. Nove em casa. Nos orgulhamos tanto da pseudo-arrancada de 2007 e de como a Camisa 12 se fez presente e indispensável, não é mesmo? Está na hora de mostrarmos que somos capazes de fazer algo tão grandioso quanto. Não pela presidente, nem por um ou outro jogador, por ninguém. Pelo Flamengo, apenas. Esbravejemos o que for necessário. Reclamemos muito na internet, afinal adoramos fazer isso. Façamos as contas torturantes. Especulemos. Façamos campanha contra a vereadora e o que mais acharmos que seja conveniente para mostrar nosso descontentamento. Mas não percamos a oportunidade de nos mostrar gigantes na hora que mais importa: a cada um nos 90 minutos em campo destas próximas 14 partidas. E, se não for para ser assim, se for para nos apequenarmos como fazem os pobres mortais das arquibancadas opostas que, mal e porcamente, só se enchem quando o time está no alto da tabela (ou em dia de festa, campanha ou promoção), que abandonemos a alcunha de Nação. Eu odiaria ter que fazer isso.


September 10, 07:00 PM

Agora a onda é essa: cada derrota vem com lotes de 3 ou 4 gols. Se há algum tempo reclamamos da zaga, pelo menos tínhamos gana para reverter o quadro e fazer mais gols do que tomávamos. Só que desde que viramos frigideira de técnico (do Andrade até agora) nada mais funcionou do meio para frente. O que temos hoje é um grupo sem reação sem iniciativa e sem criatividade.

Eu fico aqui cobrando que o time de futebol faça a sua parte e esqueça os problemas do Clube de Regatas. Estou aqui de fora e é muito cômodo para mim cobrar isso. Mas é desumano. Não tem como isolar as coisas e, pelo andar da carruagem, ainda vamos amargar muitas derrotas doídas até que o clube comece a se ajeitar, o dinheiro volte a entrar e o departamento de futebol seja blindado destas interferências político-administrativas.

No momento, tudo o que posso fazer pelo Flamengo é me expor à chacota. Porque se vou a campo e vejo um time desorganizado e sem vontade, me sinto achincalhada. Como se ouvisse os jogadores descendo para o vestiário e rindo da minha cara: “rapaz! viu aquela doida? achei que a garganta dela ia estourar quando não cruzei essa última bola. tadinha, falta uma tanque para ela, né…” Fora dos estádios então a coisa fica triste. Dar a cara aqui, no twitter ou na portaria do prédio é ouvir todo e qualquer tipo de gracinha, referentes ao time, à diretoria ou até ao piscineiro do clube. O Flamengo sempre foi alvo das piadas maldosas dos adversários que, incapazes de elevarem-se ao nosso nível, sempre preferiram nos puxar para baixo. E eu sempre me diverti com isso, afinal as derrapadas do Flamengo eram suas únicas alegrias. Mas agora, o que estão fazendo com o Flamengo (de dentro do próprio Flamengo) e seus mais caros patrimônios (marca e torcida) é cobri-los com vergonha.

Mas não arredo o pé. Sigo aqui, ali e acolá dando a cara a tapa, sim. O que era prazer hoje é obrigação: não vou abandonar o Flamengo agora. Casei com o Flamengo quando nasci e me comprometi então amá-lo e respeitá-lo, na saúde e na doença. E todos os dias eu digo sim a ele. Hoje mais do que nunca, porque meu amor está debilitado. Vou torcer pelo clube dentro e fora do campo por uma razão muito simples: não dá para esperar uma nova gestão, uma nova diretoria. Qualquer reação tem que começar agora, a 16 jogos do fim do Brasileiro. Não dá para esperar mais. Se eu e você não podemos entrar no campo ou escalar o time, podemos ao menos pegar nosso time no colo e o carregar a um abrigo confortável, longe das intempéries da atualidade rubro-negra. É pegar ou largar. E aceitarmos as consequências.


September 05, 07:00 PM

Tem gente que até esquece, mas tem jogo hoje em casa contra a Ponte Preta. No meio do turbilhão rubro-negro da semana, voilà, eis que temos uma tabela a cumprir e um Campeonato Brasileiro para salvar. E aí me perguntam porque eu implico com Dorival: simplesmente porque ele não mudará nada no esquema para enfrentar a Ponte. Ou seja, seguiremos no improviso e eu tô garrando abuso dessa palavra por causa disso.

Sabemos que o elenco não é grande coisa, mas tem que haver lógica, tem que haver método. Tem que chegar no clube e começar do começo, com cada um na sua posição original. Não é simplesmente pegar carona no improviso do técnico anterior (que já lá atrás não conseguia grandes resultados) e tocar desse ponto. Tá errado! Analisou? Beleza. Uma vez observadas as deficiências originais, aí sim parte-se para as experimentações. Mas pelo amor de Deus: não fique repetindo a mesmíssima fórmula esperando resultados diferentes. É insano, para não dizer estúpido.

Adryan está novamente fora da relação. O garoto de ouro, ouro da casa, que precisava ser tratado com todo o zelo e cuidado - tanto física quanto psicologicamente – não funciona no improviso do ataque e, simples assim, decreta-se que não serve. Ou seja, nós que precisamos de um puro camisa 10 estamos jogando o nosso na geladeira. Juro que não entendo isso.

Vamos no 4-3-3 de sempre do Dorival que na prática vira um confuso 5-2-2-1 totalmente retranqueiro. Vamos sem Cáceres e Gonzales, com Thiago Medeiros e Ibson, talvez Muralha ou Airton. O texto está confuso propositalmente porque essa meiúca aí é confusa mesmo. E eu fico aqui, confusa e tensa, achando que a qualquer momento voltaremos ao status de bando. O grande barato é que eu torço mesmo é para ser só uma sensação, torço para estar errada com Dorival, torço para morder a língua com Ibson e Léo Moura e por aí vai. Afinal eu torço sempre pelo Flamengo, “mesmo quando ele não vai bem”! (para ler ao som de Djavan: Boa Noite).


September 03, 07:00 PM

O Mengão não ajudou, mas o 100º encontro das meninas do Lulucast foi nota 100! Em vídeo e ao vivo pelo Youtube falamos de Flamengo e Internacional, sobre o jogo contra a Ponte, Léo Moura e, é claro, Lulus! Muito obrigada pelo convite, meninas, foi um grande prazer participar! Vida longa e próspera ao Lulucast!

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Participantes: @CrisMarassi@Cissa_Morena@danisouto e @NivinhaFla com os convidados Bruno VeronezzeLivinho, e Marcellinha (que teve problemas com a conexão).


September 02, 07:00 PM

O jogo contra o Inter ainda não acabou. Começo esta postagem faltando uns 15 minutos e não vislumbro a menor chance de alguma reação. Tudo errado. Um time que não marca, não arma e não consegue manter a bola no campo adversário certamente vai sofrer uma goleada, a segunda da era Dorival, bem no dia das “comemorações” do 400º jogo de Léo Moura.

É fácil entender o jogo de hoje se olharmos apenas as finalizações: foram mais de 25 para o Inter contra 6 do Flamengo. Para começo de conversa, nenhum dos laterais funcionou hoje. Léo Moura mais omisso que nunca e Ramon inacreditável e inexplicavelmente atrapalhado. Nenhum cruzamento saiu dos pés dos dois. Negueba, mais do que nunca, insistindo num drible excedente para perder a bola. Ibson foi implacável na apatia e ainda nos brindou com uma falta mal cobrada a nosso favor que originou o terceiro gol colorado. Isso no meio de incontáveis bobeiras generalizadas. Muito difícil assim, gente.

Dorival acertou quando botou esse povo para treinar (até disse antes do jogo contra o Sport que estávamos no caminho certo) mas  ele peca ao insistir (tal como Joel) em improvisos descabidos. E improvisando os moleques eles simplesmente não rendem e acabarão sendo fritados pela imprensa sem piedade. Não dá para enxergar que os garotos entram e saem o resultado não muda? Não dá para ver que está passando da hora de mexer nos “intocáveis” que escancaradamente não rendem há tempos? O nome disso é insanidade: continuar a fazer sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes. Insanidade.

Uma vitória no Beira Rio com o Flamengo atual seria praticamente uma utopia, mas o placar final impressiona. Na verdade ele expõe a fragilidade do esquema pseudo-ofensivo de Dorival. Não haverá ofensividade enquanto não tivermos alguém para armar, para servir Love e Liédson (quando este estiver 100%, se e quando isso acontecer, afinal é do Lacraia que estamos falando, né?) e Adriano (idem aqui). E oremos, minha gente. Oremos com força porque vem aí três jogos sem Cáceres e Gonzales.

Conte comigo, Mengão!

Cláudia

PS: Não chega dessa palhaçada de jogo X pro Léo Moura? Em 2010, no jogo 300, ganhávamos de 2 x 0 e cedemos o empate para o Avaí. No mínimo não é de bom agouro. No mínimo.


August 26, 07:00 PM

Findo o clássico de encerramento do primeiro turno eu só consigo pensar em uma coisa: nossos três meses de apatia até a chegada de Dorival Jr. vão fazer muita, muita falta. O que vimos hoje foi um time razoavelmente compacto, buscando ajustes e equilíbrio entre juventude e experiência. Só que deveríamos ter passado por esta fase entre abril e maio (já com atraso).

Começamos focados, mandando no jogo. Ousamos até adiantar a marcação e anulamos completamente as opções ofensivas do adversário. Mostramos vontade e disposição. Destaque para Cáceres monstruoso no desarme e Luiz Antônio jogando por si e pelo Léo Moura e ainda pelo Ibson (que falhou miseravelmente em praticamente todas as suas participações no clássico). Acredito mesmo que hoje, sem Renato em campo, a melhor opção seria lançar Bottinelli que serviria como recurso na cobrança de faltas. Hoje foi Welinton que, confiante após salvar um gol feito, arriscou-se pela lateral e até cobrou falta.

Bernardo Monteiro/VIPCOMM

Pecamos em não matar o jogo no primeiro tempo. Não dá para deixar um clássico passar em branco assim. Voltamos inexplicavelmente desarrumados para o segundo tempo. Hoje o garoto Adryan não foi bem, demorou a entrar no jogo e, combinado com a nulidade do Ibson, comprometemos ainda mais nosso meio. Botafogo cresceu e tentou aparecer. Sorte nossa que foi mais no “abafa” do que na efetividade.

Mas estou sim bastante confiante. Agora sei que temos vontade. Temos atitude digna dos rubro-negros que somos. Temos coração novamente! Os adversários não nos enfrentarão mais com displicência. E, por isso mesmo, precisamos urgentemente acelerar nossos ajustes e evoluir (precisamos estruturar como fazer melhor uso – o quanto antes – do Liédson, por exemplo). E precisamos jogar sério sempre. Não dá para jogar apenas 45 minutos por jogo (e não foi a primeira vez que fizemos isso nesta temporada).

Podemos dizer que o primeiro turno turno já acabou tarde? Até podemos, mas ainda falta o jogo adiado contra o galo. Parece que achamos o caminho.

Pra cima deles, Mengão!

Cláudia

PS 1: Darei minhas impressões sobre a volta do Adriano ainda esta semana.

PS 2: Até quando essa violência escrota e absurda? Adversário não é inimigo. Quem pensa assim é bandido.

Na sequência deste tweet o @AndreL89 informou que a polícia parou esse “grupo” em Deodoro evitando provavelmente a tragédia anunciada. Mas, até quando?


August 25, 07:00 PM

Acreditem, e como!

Entre tantos e fantásticos espaços rubro-negros, modestamente, hoje inauguramos mais um.

Como sugere o nome, urubuservando sempre, pois é preciso zelar pelo que se ama. E é assim, com registros e pitacos pessoais que prestaremos nossas homenagens à história do Clube de Regatas do Flamengo e à sua linda e fantástica torcida. Esperamos estar à altura dos dois!

A casa é nossa e sua também! Fique à vontade.

“Lutemos sempre com valor infindo
Ardentemente com denodo e fé
Que o teu futuro ainda será
Mais lindo,
Que o teu presente,
Que tão lindo é”

August 23, 07:17 PM

Fim do primeiro turno de um brasileirão de arrasar qualquer coração rubro-negro. Sim, foi cruel a realidade no ano do centenário do nosso futebol. Difícil até resumir: o terceiro treineiro no ano, (mais) uma campanha pífia na Libertadores, um carioca insosso, dívidas com rescisões faraônicas, meia dúzia de jogadores encostados (seja pelo DM ou por critério (ou falta dele) do treinador), contratações infrutíferas, brigas e bravatas de bastidores… Os números do ano até agora podem até mascarar como “medíocres” o primeiro semestre + primeiro turno horrorosos do Flamengo: 45 jogos, 23 vitórias, 10 empates, 12 derrotas; 71 gols pró e 50 gols contra*. Queremos mais. Merecemos mais.

Durante este período, nós, torcedores, pedíamos postura, comprometimento, profissionalismo. Respeito pelO Mais Querido. O mínimo, oras! E está aí a prova de que acertamos ao clamar por treinos decentemente planejados todo esse tempo. Nós, a torcida reverenciada por Nelson Rodrigues – o mais rubro-negro dos tricolores e aniversariante centenário do dia – que profetizou o que passaríamos nesta temporada: “o adepto de qualquer outro clube recebe um gol, uma derrota, com uma tristeza maior ou menor, que não afeta as raízes do ser. O torcedor rubro-negro, não. Se entra um gol adversário, ele se crispa, ele arqueja, ele vidra os olhos, ele agoniza, ele sangra como um césar apunhalado”. Um semestre inteiro sangrando pela camisa rubro-negra, a “bastilha inexpugnável”, injustamente defendida por um bando de impuros desmerecedores de tal honraria que nos impuseram, semana após semana, um hercúleo exercício de paciência.

E o Bola foi testemunha do meu sofrimento neste período, momentos de puro desânimo e falta de fé (por mais que me doa reconhecer isso). Os impuros seguem envergando o Manto Sagrado, mas me parecem menos bando agora. Sai  diretoria, entra diretoria; vai técnico, vem técnico; vai ídolo, volta ídolo; respiramos e seguimos em frente. Começando o ano com sete meses de atraso e, meu lado Polyana, comemorando simplesmente o abandono da inércia. Falta um joguinho para o returno e me apego às coincidências que nos impõem os deuses do mundo da bola para afirmar sem medo que ainda há muito jogo pela frente. Confiemos!

Por ora nos despedimos deste espaço especial que é Bola. Agradeço imensamente, em meu nome e pelo Arthur, ao Vitor pelo convite (me desculpo também pelos furos. Sorry, amigo!) e a cada um que nos visitou por aqui.

Saudações Rubro-Negras, sempre!

E até breve (Ou “hasta!” como diria o Arthur)!

@claudiasimas & @achrispin

(*) Fonte: http://magiarubronegra.com.br

Nota: Publicado originalmente no Bola Pra Quem Sabe.


Profile

Procurement Analyst at Rio 2016 Organizing Committee for the Olympic Games
International Affairs | Rio de Janeiro Area, Brazil, BR

Summary

• More than 10 years of experience in Foreign Trade
• Specialized in routines for importing equipments and raw materials (for tire industry and pay TV / print media).
• Able to plan and control raw materials (inventory of paper and ink for newsprint), as well as research and acquisition (negotiation and purchase) of general supplies and equipment – including their spare parts – in the international market.
• Deeply knowledgeable of the procedures of importing industrial goods (writing commercial proposals, choosing suppliers, consolidating shipments, firming subcontracts – Brazil and abroad, specifying customs' classification of goods, researching taxes, analyzing documents – including contracts in Portuguese, English and French, estimating taxes and fees and analyzing the appropriate foreign financial instruments).
• Able to calculate the aggregate costs of imports (estimated and actual), and to work in reducing their final cost.
• Knowledgeable in research and development of new suppliers of goods, materials and services aimed at building relationships through collaborative and synergistic partnerships, subject to free and fair competition.
Specialties: I am an International Relations Professional, expert in procurement and logistics for international trade (imports and exports). I am also able to analyze proposals, to suggest strategies and to lead negotiations as well as projects development and analysis of viability and application of international structures. I have proficiency in languages, MS Office Applications and ERP (SAP-R/3 and J.D.Edwards), and easiness in relationship with partners and assimilation of new tasks.

Experience

  • Nov 2012 - Present
    Procurement Analyst / Rio 2016 Organizing Committee for the Olympic Games
  • Jul 2011 - Present
    Import/Export Senior Analist / KION Group Material Handling Solutions
  • Dec 2009 - Present
    Import/Export Specialist / Pernod Ricard
    Responsible for Drawback issues (whole cicle - import/export and reports) as well as the import process for part of wines and spirts from several origins worldwide. I am also responsible for importing all promo materials used for marketing purposes.
  • Sept 2008 - Present
    Senior Purchases / Michelin
    Responsible for purchasing part of the MRO products (items such as fasteners, conveyors, cleaning goods, plumbing, packaging, oils, etc.) Worked in the purchasing of imported goods, regardless of the nature of the product and also for contracting part of manufacturing of machines and equipments.
  • Mar 2005 - Present
    Import Analyst - Projects / Machines / Michelin
    Managed the whole import process of all machinery and equipment – new and used – for the installation of a brand new plant, alongside the expansion projects of two other plants of the company working directly in obtaining and using tax benefits, without compromising the schedules determined by the respective boards.
  • Feb 2002 - Present
    Purchases / Infoglobo
    Responsible for purchasing machines, equipments, their parts and all auxiliary material for production.
  • 1997 - Present
    Purchases / Globosat
    Responsible for purchasing and imports of equipments and spare parts. Developed specific logistics projects to cover international events such as the 1998 Soccer World Cup, and the Olympic Games in Sydney/2000. Developed the Annual Budget for the department. Assisted in the development and implementation of "Integrated System for Purchases, Import and Inventory Management'' as well as the development of Project B2B, among other projects and activities.

Education

  • 1998 - 2001
    Universidade Estácio de Sá

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May 07, 05:12 PM

Fenômeno Occupy – De onde veio, o que é? por Cafe22 no Videolog.tv.

Desde a primavera árabe temos visto crescentes mobilizações populares materializadas pela Internet. Agora é no ocidente que cidadãos se reúnem espontaneamente em espaços públicos em mais de 1500 cidades. Depois de passar pelo menos 20 horas entre as pessoas do OcupaRio, o Roney tenta explicar nesse vídeo o que acha que está acontecendo.

June 02, 01:24 PM

Leanderson Silva (@Lesilva) fala das mudanças que a Igreja Evangélica está passando para se ajustar a uma geração mais questionadora e crítica.

A Geração Y na Igreja por Cafe22 no Videolog.tv.

June 02, 10:18 AM

Fala de Roney Belhassof (@Roneyb)

A visão de um leigo de como poderia ser a escola para nos preparar para uma economia que é cada vez menos baseada em produtos físicos e cada vez mais em produtos digitais como design, livros, músicas, filmes e ambientes virtuais (jogos) entre outros

Repensando a escola do zero por Cafe22 no Videolog.tv.

Links

June 02, 08:45 PM

Fala de Márcia Naidin (@Viva_)

“Expressionismo no Cinema Alemão”. O nome é assustador, as imagens (dos filmes) também. Mas espero falar um pouco o que foi este movimento estético e mostrar muitas fotos (e cenas) para ajudar a identificar suas características.

Cinema Impressionista Alemão por Cafe22 no Videolog.tv.

June 02, 09:55 AM

Fala de Antonio Azevedo (@AntonioAzevedo):

Minha experiência com barefoot running  Já a algum tempo fui acompanhando noticias sobre o que é chamado “corrida descalço” e me interessei em conhecer os fundamentos científicos e a prática da coisa. Achei muito interessante e útil e gostaria de compartilhar.

Correndo descalço: Relato de um iniciante por Cafe22 no Videolog.tv.

Links úteis:

June 02, 08:46 AM

Ramon Bispo (@ramonpage) apresenta uma sucinta divagação sobre o porquê de participar de comunidades.

Comunidades por Cafe22 no Videolog.tv.

June 02, 08:23 AM

Mariana Puppin (@maripuppin) fala sobre como são realizados os testes com remédios novos

Pesquisa Clínica: desmitificando a ideia de cobaias humanas por Cafe22 no Videolog.tv.

June 02, 08:14 AM

Natália Soares (@nataliah) fala sobre a sua experiência viajando sozinha de férias para outro país

Viajar Sozinha – A experiência de uma jovem brasileira de férias na Argentina por Cafe22 no Videolog.tv.

May 30, 09:21 PM

Essa edição do Café 22 foi o início de uma parceria que esperamos que seja duradoura: Fomos abrigados pelo Estudo de Bom.

O Estudo de Bom é um espaço criado para ajudar jovens a descobrir (ou talvez redescobrir) a paixão pelo conhecimento, pela pesquisa e pelo estudo.

Desta vez tivemos 26 participantes e foi um ótimo número. O bastante para ter algumas pessoas novas, mas não para formar grupos de papos paralelos que ocorriam com mais de 40 pessoas.

Essa provavelmente foi a edição onde o tempo de cada fala foi mais respeitado. Isso deve ter acontecido em parte porque estamos pegando o jeito e em parte por termos conseguido um contador regressivo de bom tamanho que ficava diante dos falantes (dá para ouvir o alarme dele em alguns dos vídeos).

Nossa regra são seis apresentações por edição, mas como só foram apresentadas sete falas decidimos não abrir votação e apresentar todas elas, foi ótimo. Todos que quiseram falar tiveram espaço e não ficou cansativo.

Aqui estão os falantes desse Café:

  1. Natália Pupin (@Nataliah): Viajando sozinha
  2. Mariana Pupin (@MariPupin): Pesquisa Clínica – Desmitificando a Cobaia Humana
  3. Ramon Page (@RamonPage): Comunidades
  4. Antonio Azevedo (@AntonioAzevedo): Correndo descalço – Primeiras Impressões
  5. Márcia Naidin (@Viva_): Impressionismo Alemão
  6. Roney Belhassof (@roneyb): Repensando a escola do zero
  7. Leanderson Silva (@Lesilva): A Geração Y na Igreja
May 12, 07:41 PM

Foto: renatamiyagusku

Boas notícias! Estamos preparando um Café 22 fresquinho para vocês. O primeiro Café 22 de 2011 será no sábado, 28 de maio.

Há algumas mudanças em relação às edições anteriores, portanto pedimos que você leia atentamente os tópicos a seguir:

- Desta vez o Café 22 vai ser pequeno, pois será num espaço ultra-aconchegante onde só cabem 28 pessoas.

- O formulário de inscrição já está disponível.

- Se você nunca foi ao Café 22, basta indicar no formulário quem convidou você para o Café. Deve ser uma pessoa que já foi a uma edição anterior. Fazemos isso para você ter um testemunho em primeira mão de como o Café é bacana e já chegar lá sabendo o que esperar.

- Se você já foi a uma edição anterior, pode convidar quantas pessoas você quiser para esta edição, lembrando que as confirmações de inscrição vão ser por ordem de chegada. (E faz o favor de falar bem da gente para os novatos.)

- Desta vez vamos confirmar as inscrições apenas após o pagamento da taxa de inscrição através de depósito bancário. Os números das contas (uma do Itaú e outra do Bradesco) estarão disponíveis junto com o formulário. As inscrições serão encerradas dia 21 de maio ou quando lotar, o que acontecer primeiro.

- Todo mundo pode propor temas de palestra através do formulário. Os temas serão votados pelos participantes para escolhermos 6 falas. A comissão de déspotas esclarecidos que organiza o evento tem poder final de decisão sobre essa escolha e decide os casos nebulosos.

- Lembrando que as palestras são curtas. O resumo deve caber em 420 caracteres (3 tweets), e a apresentação em si deve ter não mais que 15 minutos. O tema? Algo apaixonante para você. Se tudo correr bem, quando você terminar de falar nós estaremos apaixonados também.

Café de verdade se faz assim.

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