Um setubalense vintão viciado em gadgets de ultima geração.
Diz que hoje vai estar um óptimo dia pra esta menina sair da gaveta (Tirada com o instagram)
Merece uma estátua! Não acredito que não tenha sido um ídolo para todos os que se consideram verdadeiros vitorianos. Foi ele um dos principais responsáveis pelo Bonfim a deitar por fora todos os domingos á tarde no inicio dos anos 90 (sim, porque naquele tempo o futebol era visto ao fim de semana em família no estádio, e não na TV durante a semana á noite como acontece hoje). Deixa-me imensas saudades ver o Bonfim completamente cheio (quantas e quantas vezes é que eu chegava ás portas de entrada e já não deixavam entrar porque já estava cheio, e ia toda a gente a correr para a próxima porta) e com toda a gente aos pulos de alegria e em êxtase a abanar as bandeiras e os cachecóis verdes e brancos. Foram os melhores anos vitorianos de que tenho memória.
Sinceramente, acho que um dos motivos para o VFC estar tão abandonado pelos setubalenses, e ter descido tanto em qualidade, teve que ver com a saída do Yekini. Foi nessa altura que muitos setubalenses deixaram de ir ao estádio (admito que fui um deles), o que fez com que os lucros baixassem, o que por sua vez fez com que o clube ficasse com menos fundos para contratar bons jogadores. Equipa sem bons jogadores não ganha, e equipa que não ganha não tem espectadores nos estádios. É um ciclo vicioso sem fim.
Descansa em paz, Yekini. Não serás esquecido, herói sadino.
A soberania, ou seja, o poder de decidir dos destinos de uma nação está nas mãos da nação que somos nós.
A informação desperta as consciências e mobiliza as vontades, façamos circular esta lista.
Pede-se a cada destinatário deste e-mail que o envie a um mínimo de vinte pessoas em sua lista de contatos, e por sua vez, peça a cada um deles que faça o mesmo.
Em três dias, a maioria das pessoas neste país lerá esta mensagem. Esta é uma idéia que realmente deve ser considerada e revista por todos os cidadãos.
Alteração da Constituição de Portugal para 2012 para poder atender o seguinte, que é da mais elementar justiça:
1. O deputado será pago apenas durante o seu mandato e não terá reforma proveniente do seu mandato.
2. O deputado vai contribuir para a Segurança Social de maneira igual aos restantes cidadãos. Todos os deputados (Passado, Presente e Futuro) passarão para o actual sistema de Segurança Social, imediatamente.
3. O deputado deve pagar seu plano de reforma, como todos os portugueses.
4. O deputado deixará de votar o seu próprio aumento salarial.
5. O deputado vai deixar o seu seguro de saúde atual e vai participar no mesmo sistema de saúde como todos os outros cidadãos portugueses. O deputado irá participar nos benefícios do regime da S. Social exatamente como todos os outros cidadãos portugueses e da mesma maneira.
6. O deputado também deve estar sujeito às mesmas leis que o resto dos portugueses. O fundo de pensões não pode ser usado para qualquer outra finalidade. Não haverá privilégios exclusivos.
7. Servir no Parlamento é uma honra, não uma carreira. Os deputados devem cumprir os seus mandatos (não mais de 2 mandatos), e, depois, procurar outro emprego.
O tempo para esta alteração à Constituição é AGORA. Forcemos os nossos políticos a fazerem uma revisão constitucional.
Assim é como se pode CORRIGIR ESTE ABUSO INSUPORTÁVEL DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA.
Se você concorda com o acima exposto, ENTÃO VÁ PARA A FRENTE.
Se não, PODE DESCARTÁ-LO.
Você é um dos meus 20 contatos.
Por favor, mantenha ISTO A CIRCULAR
Os carros de todas as marcas estão cada vez mais banais. Sem sal. Não despertam sensação nenhuma a quem os vê, e muito menos a quem os conduz. Os carros deixaram de servir como fontes de prazer aos petrolheads que têm gasolina a correr-lhes nas veias, para passarem a ser meros objectos de transporte entre o ponto A e o ponto B. Aliás, os carros é que nos guiam actualmente, com tantas ajudas electrónicas e mariquices que tiram por completo o prazer da condução. O que foi feito dos melhores hatchbacks jamais vendidos? 205GTi, R5 GT Turbo, Polo G40, Rover 114GTi, …? Foram todos substituídos por computadores ditadores de duas toneladas com rodas, que ordenam aos condutores como guiarem, onde guiarem, e quando guiarem. Se alguém quiser extrair um pouco de divertimento de um destes carros actuais, este actua de imediato todos os sensores do universo para que o condutor se sinta como um idoso de 80 anos no seu passeio dominical. Já não podemos fazer arranques nos semáforos com os pneus a gritar por misericórdia. Já não podemos fazer curvas em alta velocidade com a traseira a querer ultrapassar a frente do carro. Já não podemos praticamente nada que o carro não queira fazer. Nós já não conduzimos carros. Somos conduzidos por computadores com rodas. E os miúdos de hoje em dia nunca vão saber o que era o prazer de condução. É triste. Muito triste.
Só faltava mesmo ler posts a falar da liberdade e do direito de greve para justificar mais esta greve. A liberdade de uns não pode tocar na liberdade de outros. Com tantas greves seguidas, com os preços dos combustíveis mais altos de sempre, com os transportes públicos constantemente parados, como é que uma pessoa trabalha por mais que queira? Aposto que nem 1% sabe o que a greve desta vez reinvindica, mas sabe-lhe bem ficar em casa a ver as tardes da Júlia em vez de estar no trabalho. Fazer greve é um direito, sim! Não ponho isso em causa antes que me comecem a chamar Adolf, mas o significado de greve não é faltar ao trabalho, e ficar em casa ou ir para o café! E aposto que se vai já marcar mais uma folg…perdão…greve, para daqui a pouquíssimo tempo. É assim que o país avança? Queixam-se que os preços estão altos, então param o país enterrando ainda mais a economia e impedindo quem queira trabalhar, de o fazer? Que falta de noção..! Sim, porque eu não ganho o suficiente para me poder dar ao luxo de ficar em casa a ver tv e dizer que estou em greve!
Vou ensinar-vos uma mézinha natural antiga para curar a tosse. Mil vezes mais eficaz que qualquer medicamento químico. (Com fotos)
Vão ao campo, procurem um cacto de “figos pita” e partam uma das folhas.
Tirem os picos, lavem e limpem
Cortem ao meio desde a ponta 90% até ao caule (não cortem até ao fim) e metam açúcar amarelo no corte
Façam um furo na parte que não está cortada e passem um fio para poderem pendurar a folha
De imediato começa a escorrer a seiva. Pendurem com um prato por baixo e deixem ir escorrendo por umas horas
Tomem a seiva de vez em quando e digam adeus á tosse de uma vez por todas!
Diz que a igreja fartou-se de inventar estórias acerca de virgens que deram à luz, de proibir as noivas com vida própria de se vestirem de branco no altar, de proibir protecções contra doenças e métodos contraceptivos, e dos padres já não poderem “brincar” à vontade com os virgens pequeninos. Vão-se virar para outros tipos de virgindades e começar a vender azeite extra virgem.
Clero: em busca de virgens há 2011 anos. Estão cada vez mais desesperados.
Setúbal está a perder a sua identidade a passos largos.
Foi a feira que saiu da cidade para ir para um campo de concentração numa localidade na periferia ao lado de uma vala de esgoto a céu aberto e no seu lugar construiram uma granda vergonha dum auditório que mais parece um pórtico da Lisnave e que praticamente não tem uso algum, a rotunda dos golfinhos que viu os bichos a serem atirados para o meio dos arbustos no final da avenida para fazerem companhia aos pombos que dedicam o seu dia-a-dia a sujarem-nos, e agora foi a parede centenária do mercado do Livramento que ruiu por negligência da empresa de construção. O que mais nos falta a nós, SETUBALENSES, perder?
Todas estas situações mostram o pouco respeito e condignidade que os vereadores têm para com a nossa cidade.
Agora até se dão ao luxo de partilhar artigos Afegãos porque por lá há mais noticias de “o drama, a tragédia, o horror”, apesar de não terem qualquer interesse ou impacto na nossa sociedade ocidental.
Mais uma bela peça jornalística do único jornal que tem duas funções: servir para colocar no fundo do balde do lixo, e para quando acaba o papel higiénico. Mas até nisso não é bom porque arranha.
Afegão conta com apoio da mãe
Estrangula mulher por só lhe dar filhas
Um afegão estrangulou até à morte a mulher por esta ter dado à luz a terceira filha do casal e não conseguir ter varões. O homem contou com a ajuda da própria mãe, que entretanto já foi detida pela polícia
O crime ocorreu no sábado passado, na localidade de Mahfalay, na província de Kunduz, dois meses após o nascimento da terceira filha do casal. Durante uma discussão sobre o género dos filhos, o homem exaltou-se e começou a estrangular a esposa, de 22 anos, contando com a ajuda da mãe, Wali Hazrata, que segurou os pés da nora.
O corpo da jovem foi descoberto no próprio dia por vizinhos, que chamaram as autoridades. O suspeito, Sher Mohamed, colocou-se de imediato em fuga. A polícia suspeita que esteja a receber ajuda da milícia armada Arbaki, que beneficia de apoio político.
A mãe do suspeito foi entretanto detida. “Estamos a interrogar a mãe do alegado homicida. As primeiras informações indicam que Mohamed tinha ameaçado a mulher de morte caso ela lhe desse mais uma filha”, adiantou o porta-voz da polícia local, Syed Sarwar Hussaini.
No Afeganistão, o nascimento de um filho é motivo de celebração, mas o de uma rapariga é visto como um fardo. O crime foi denunciado por associações dos direitos humanos no país.
Onde é que estes jornalistas se formaram mesmo?
“As temperaturas avizinham-se frias. Muito frias. Há vários dias que vivemos neste pseudo-gelo. Mas nesta semana que passou, houve algo quente que serviu para aquecer. Aquecer os ânimos, pelo menos. Na passada quarta-feira, 25 de Janeiro, o Barcelona e o Real Madrid defrontaram-se, mais uma vez, mas desta, para a Taça do Rei.
O Barcelona vinha com vantagem do jogo da 1ª mão, depois de ter vencido por 2-1. Desta vez, o resultado foi um empate a 2 bolas, o que se mostrou insuficiente para que o clube de Madrid pudesse seguir em frente na competição.
Mais uma vez, o Real Madrid perdeu frente ao seu grande inimigo, o Barcelona. No entanto, há quem diga que foi um dos melhores jogos, se não o melhor que a equipa de Mourinho já fez contra o rival.
Eu concordo. Os fãs de futebol que assistiram ao jogo ficaram satisfeitos. Foi um jogo bem disputado. Contudo, foi enervante. E este é o cerne da questão. Todos nós temos o direito de escolher o clube que quisermos. Por um motivo ou por outro, temos sempre uma preferência. Para quem gosta de desporto, e em especial de futebol, sabe que um confronto entre estas duas equipas é sempre imperdível. A curiosidade é ainda maior quando, dentro de uma das equipas, se encontram portugueses de alto nível, como é o caso de Cristiano Ronaldo, Pepe e José Mourinho. Ou pelo menos, na minha óptica, deveria ser.
Muitos de nós, amantes do futebol, já tinha um clube preferido em Espanha, antes de alguma destas personalidades fazem parte da equipa madrilena. É legítimo e tem de se respeitar. No entanto, não sei o que leva uma pessoa a preferir o Barcelona, DEPOIS dos portugueses já estarem no Real. Porquê esta escolha? Em que é que se basearam?
Sempre quis respostas plausíveis a estas questões. Mas depois de muito observar e perguntar coisas deste género, a resposta, para mim, ficou clara. A esmagadora maioria dos portugueses que, hoje, torce pelo Barcelona, apenas o faz porque o Real Madrid tem portugueses na equipa. São portugueses controversos, de extremos. Têm pessoas que os veneram, outras que os odeiam. Mas isto justifica alguma coisa?
Aqui ninguém tem de venerar ninguém. Cada um gosta daquilo que gosta. Mas falamos de algo que se sobrepõe, claramente, ao aspecto futebolístico da coisa. Estou a falar do país. Do ser português. A nossa pátria.
Que raio de povo é o nosso que prefere “estrangeiros” em vez dos “tugas”? Andamos mergulhados na depressão, mas parece que somos nós próprios a meter-nos para baixo. Em vez de apoiarmos aqueles que, de certa forma, nos podem proporcionar bons momentos, insistimos no bota-abaixo.
É legítimo preferirmos o Messi ao Ronaldo. Mas já não é aceitável que se prefira o Messi porque o Ronaldo é português ou porque “tem a mania que é giro”. E isto acontece sim, e é triste. Muito triste.
E aqui não deixo de dizer o que penso. A esmagadora maioria das pessoas que, na passada quarta-feira, vi a desejarem a vitória do Barcelona, eram benfiquistas. Agora é aquela parte em que os benfas ficam chateados. Não fiquem. É a verdade. Basta-vos não ter palas nos olhos. Basta darem um pulo às redes sociais, Facebook e Twitter, e verem quem, maioritariamente, torce por um e outro clube.
Ninguém me tira da cabeça que muita desta “azia” contra o Real Madrid tem essencialmente um nome: Cristiano Ronaldo. Não se esquecem do famoso “manguito” que fez na última vez que esteve no Estádio da Luz. E a partir daí, o número de haters cresceu em flecha. Felizmente, houve aqueles que souberam separar as águas. É que aqui ninguém é obrigado a gostar do Ronaldo. O que é estúpido é quando metem este tipo de situação à frente do orgulho de ser português. Porque todos nós sabemos o quanto o futebol é importante o país, por muito que custe a admitir a certas pessoas.
Mas é que se ele é grande dentro de campo, na boca dos “aziados” é ainda maior. Para eles, até deve ser o rapaz a pagar a nossa crise, “porque tem muito dinheiro”. Deixem-se de se fazerem de coitadinhos, mas é. Falar mal dos outros e daquilo que é nosso não faz com que a vossa vida deixe de ser medíocre. Bem pelo contrário. Aprendam a gostar do que é nosso, e não apenas do que vem de fora. Não somos obrigados a gostar de tudo o que é português. Nunca disse isso, nem nunca o direi. Mas chega a ser nojento a forma como tratamos aquilo que é “nosso”. Simplesmente não nos valorizamos. E quando vemos alguém bem sucedido, tendemos sempre a pensar que é “arrogante”, “estúpido”, “burro”, ou então ainda melhor, “que não merece aquilo que tem”. A inveja é um sentimento muito feio, mas a ignorância devia pagar imposto.
Não se esqueçam. Hoje eles, mas amanhã pode ser um dos vossos. E se isso acontecer, vocês não vão gostar de ver os “nossos” a falar mal daquilo que, na teoria, deveriam apoiar. E aí, talvez se revoltem. Nessa altura, venham falar comigo. Terei todo o prazer em vos dizer: “Aguenta! Não chora!””.
O presidente da república portuguesa tentou ontem explicar as declarações que fez na sexta-feira sobre os seus rendimentos e que lhe valeram fortes críticas. Eis a última declaração de rendimentos que depositou no Tribunal Constitucional (2010)
Trabalho dependente
Em 2010, Cavaco Silva reportou rendimentos de trabalho dependente que ascenderam a 138.942,02 euros
Pensões
Entre o fundo de pensões do Banco de Portugal e a reforma da Caixa Geral de Aposentações, o presidente da república recebeu em 2010 141.519,56 euros
Depósitos à ordem
De acordo com a declaração entregue no Tribunal Constitucional, Cavaco Silva era, em 2010, titular de quatro contas à ordem, cujo valor total era de 41.417,16 euros, distribuídos da seguinte forma: BCP (16.881,65 euros); BPI (5543,24 euros); CGD (10.688,15 euros); Montepio Geral (6.304,12 euros)
Depósitos a prazo
Cavaco Silva surgia, em 2010, como titular de cinco depósitos a prazo:
BCP (185.000,00 euros);
BCP (175.000,00 euros);
BPI (91.000,00 euros);
BPI (141.000,00 euros);
CGD (20.000,00 euros)
PPR
O presidente da república é detentor de um plano de poupança reforma que, no final de 2010, tinha 53.016,21 euros
Obrigações
Cavaco Silva reportou também uma aplicação em obrigações, constituída na CGD, que era de 15.000,00 euros.
Acções
O presidente da república declarou ter 101.960 ações de 10 empresas portuguesas, incluindo da Jerónimo Martins e do BCP.
Subvenção vitalícia
Cavaco Silva foi primeiro-ministro entre 1985 e 1995 e tería direito a receber, todos os meses, uma subvenção vitalícia, mas renunciou a este direito.
Vencimento do presidente
Em 2011, os aposentados que prestam serviço remunerado em serviços públicos ou ocupam cargos públicos, passaram a ter de optar entre receber o vencimento ou a pensão. Cavaco Silva optou pelas reformas, prescindindo assim do vencimento de 6523 euros que a lei atribui ao Chefe de Estado.
Despesas de representação
Apesar de não receber o vencimento de Presidente da República, Cavaco Silva tem direito a receber o valor referente às despesas de representação que rondam os 2900 euros.
Entre trabalho dependente, pensões e aplicações financeiras, o casal Cavaco Silva fechou o ano com a miséria de 999.894,95 euros. Bem longe dos 1300 euros que ele apregoa.
Obviamente, demita-se!