se não quiser seguir as leis...
Amy Lioness: já chegou e esse é meu. (Taken with picplz at Shopping Plaza Sul in São Paulo.)
i just love Pokémon.
When it comes to giving the Pokemon a boost is visual quality, artist Jonas Jödicke is the man for the job. Check out more of his amazing work here.
Estive limpando alguns arquivos do meu computador pessoal nesse fim de semana e encontrei fotos de alguém recente que preferiu ir embora da minha vida. Foi complicado ver tudo de novo e, inconscientemente, trazer à memória momentos bons que hoje não fazem mais sentido. Não fazem mais sentido porque olhando pela perspectiva de hoje, nas circunstâncias que vivo nesses dias a minha escolha seria diferente. Ainda assim, não esperava encontrar mais resquícios do que eu vivi.
Ao mesmo tempo, estava tocando no iTunes – shuffle – a música “Have Your Way”, da Britt Nicole – ironicamente apresentada pelo motivo das fotos, logo no comecinho de tudo. Enquanto eu clicava nas fotos e ouvia a letra da música, minhas emoções se misturavam às sensações do que via com as verdades da poesia. Por um lado, uma certa melancolia – já vencida – tentava me conquistar e por outro “… feels like I’ve been here forever, why can’t You just intervene? Just have your way” tentava me acalmar.
Como disse a Xuxa, aqui corre sangue nas veias e obviamente tive alguns minutos de pensar: “Poxa, por que? Por que não deu certo? Parecia tudo tão perfeito. Onde foi que nos perdemos?”. E quanto mais a canção avançava, chegando nos trechos como “So, I’ll stop search for answers”, sentia como se para cada segundo de dúvida, Deus tinha uma melodia de refrigério. Para cada segundo de conflito, Ele tinha um poema de paz. E quando a música alcançou seu ápice “(Even if) I feel so ashamed and so cold, remind me You take the broken things and turn them into beautiful”, tomei coragem e deletei as últimas imagens que restavam de um erro. Um grande erro.
As vezes, a gente acredita nas pessoas e as pessoas machucam a gente. A gente acredita que o bem está com a gente, mas de repente ele vai embora e nos deixa sozinhos. Para quem não acredita, tudo já está superado. Tudo já está passado. Tudo já está resolvido. Mas restaram muitas perguntas sem respostas, como muitos relacionamentos que vem vão, que hoje são e amanhã não são mais. E essas dúvidas já não me consomem mais, porque há uma maneira maior, um propósito maior que me dá certeza que todas as coisas cooperam para o meu bem – até os rompimentos da vida.
Não fiquei abatido, nem entristecido. Não senti saudade e nem tive vontade ou motivos para viver de novo o que vivi.
Tive, na verdade, um novo encontro comigo mesmo. Encontrei-me com meus valores de novo, com o que eu tenho de bom, com a verdade que eu vivo. E sem perceber, Britt Nicole estava cantando de novo não me dando novas respostas ou respostas que esperava. Mas a canção me dava mais motivos para continuar e prosseguir. E entender que sempre há novidade de vida. Sempre há coisas novas pra mim e pra ele – sim, por que não?
E no fim das contas me dei conta que estou bem melhor agora. Porque Ele fez da maneira dele, transformando o que era feio em coisas bonitas – como diz a canção – me dando a mesma serenidade de transformar meu fardo em asas – de novo e sempre.
Faltam poucos dias para o meu aniversário e é bem comum eu ficar pensativo nesse período. Acho normal, uma vez que um monte de gente prefere ter inferno astral ou coisas do tipo dias antes da data de nascimento. Na verdade, acho que uma série de ~novas~ coisas contribuíram para essa minha resignação.
Tirando os trocadilhos e o bullying sobre o número 24, penso que é uma idade de transição mesmo. Acho que os 23 anos é a última desculpa para ser chamado de moleque nas atitudes. Quando a gente fala 24 anos, a coisa começa a ficar mais séria – já que os 25, 26 e 27 anos ficam mais próximos do que antes e, com eles, aquela maturidade social que todo mundo nos cobra. E eu também me cobro – talvez, mais do que deveria. Mais até do que a idade me permite ser cobrado.
Me cobro ser bom o suficiente no meu trabalho. Me cobro ser bom o suficiente na minha família. Me cobro ser responsável o suficiente com minhas coisas. Me cobro ser centrado demais, certinho demais, cheio de princípios e valores demais em diversos assuntos. Se é mau ou bom, não sei.
Não sou um completo estúpido em não saber que muita gente sabe que eu sou assim. Lógico que eu sei. Lógico que me julgam. Lógico que me medem. Lógico que me lançam na cova. Mas o bom é que eu consigo sair dessas prisões, dessas rodas de escárnio, desses dedos de acusação todos os dias. E está aí a graça da vida, independente de responsabilidades e idade.
Mesmo com tudo isso, chegar aos 24 anos sendo quem eu sou me faz feliz. Já levei tanto tapa na cara de pessoas que confiei, já fui mal interpretado e traido por tanta gente que me apeguei, ajudei e me dispus… e de nada serviu para me parar, para me fazer retroceder na minha conduta, nos meu valores. Enquanto o mundo se prostra para um sistema falido e pessoas sempre mal intencionadas, sempre egocentricas, sempre hedonistas, eu viajo na contramão: sendo aquilo que ninguém mais é, ninguém mais gosta, ninguém mais vê. Porém, o que todo mundo sente falta. Saudade.
Por isso, ainda aos 23 tenho 23,9 novos motivos para continuar melhor; continuar mais suficiente; continuar mais responsável; continuar mais centrado; continuar a não me vender por qualquer valor, por qualquer nota, pra qualquer um. E outros 23,9 novos motivos para sorrir, brincar e ser feliz.
Porque a diferença entre as pessoas não está no corte de cabelo, na marca das roupas ou nos lugares que frequentam.
Mas a diferença entre mim e todas as outras é a verdade: eu não vivo uma mentira, uma fase, um corpo, um estilo. Não sou como (esses/) os covardes.
L.
“Eu quero estar neste lugar onde o pecado é perdoado
e as culpas são levadas.
Eu quero estar neste lugar onde o amor não se esfrie
e o fogo não se apague.
Eu quero estar neste lugar onde o poder não me corrompa,
Riquezas não me ceguem.
Eu quero estar neste lugar onde o mundo não me atraia,
Paixões não me seduzam.
Meu anseio é permanecer em Teu amor.
Em Tua presença, Senhor.”
Na última segunda-feira, tive uma aula excepcional na FAAP sobre as origens das redes sociais.
Como jornalista e um profissional que trabalha especificamente com essas ferramentas, entender que elas são bem antigas foi fundamental. Em suma: o conceito já existe desde os anos 70, na era em que os censos foram criados. Porém, ao invés de medir apenas categorias – como o numérico de quantas coisas se tem dentro de casa, sexo e idade – filósofos e estudiosos disseram que o ideal era medir a rede de relacionamento das pessoas para responder com precisão essas perguntas. Porém, a falta de tecnologia e mão de obra fez com que esse processo ficasse nulo. Hoje, isso é totalmente possível porque a tecnologia nos permite mapear esse comportamento.
Mas o que tem a ver a origens das redes sociais com os abutres? Explico.
Os abutres, por sua natureza, são pássaros que se alimentam de restos orgânicos – carnes ou folhas. Muito parecidos com outras aves que tem o mesmo hábito, os abutres tiveram várias analogias no velho mundo. Mas a verdade é que são pássaros que se alimentam de restos. Essa semana, desabafei no meu twitter sobre as pessoas que são abutres: que se alimentam de expectativas alheias e que no fim de tudo acabam se contentando com os restos.
Acho muito bonito o discurso das pessoas que são autosuficientes. Que dizem que não precisam de pessoas ou que estão apenas por diversão, usando outros corpos para o bem de si mesmos. O discurso é sempre cheio de respostas para questões pessoais cheias de amargura. O que acontece é que essas pessoas não passam de abutres, pois se alimentam das expectativas de outras pessoas para conseguirem manter o sua aparência, sua fama, seu ego terrível. Sobre as redes sociais, não imagine o Facebook ou Ttwitter. Imagine as pessoas com quem esses carentes (de si mesmos) se relacionam…
Melhor: pense mais amplo, mais além… relacionamentos, pessoas e comportamentos que os “abutres” possuem, nos déficits que vieram ao longo da jornada. E, muitas vezes, na falta de caráter mesmo e de maturidade necessária para entender um romance. Ao contrário de muita gente, eu acredito em Amor e creio que ele exista. E ele não é um sentimento, apesar de sua premissa ser sentimental, vir da alma. O Amor é um conjunto de muitas coisas e ações que nos fazem estar bem, completos, amparados, respeitados e, sobretudo, cuidados.
Os abutres usam, disperdiçam, falam, competem, deleitam-se com as emoções, com as falas, com o comportamento dos outros. Se alimentam dessas ações sem o menor pudor. Ficam por ficar, amam por não saber o real sentido dessa palavra; não são cúmplices, não são amigos, não são interesses, não são um NÓS. E as “redes sociais”, os relacionamentos, o comportamento, com quem os abutres lidam podem ou não influenciar isso – em muito, não são os culpados por essas ações. Porém, me pergunto: até quando as pessoas vão ter um prazer sadomasoquista de brincar com os outros? De iludir pessoas? De descartar corações como se descarta uma pilha?
Uma resposta que não tenho e penso que muito pouca gente sabe.
O que me consola, não como desgraça mas como fruto das ações, é que os abutres sempre ficam com os restos: acabam se contentando com qualquer um. Se apaixonando pelo primeiro que virem. Se entregando ao primeiro arrebatador engano que lhes aparecem. E a rede de relacionamentos dessa pessoa se fecha e agora ele não está mais no centro de tudo, ele é a periferia do gráfico, o último a se alimentar. E é aí que vem a diferença entre mim e os abutres: agora são eles os Leandros, Pedros, Josés, Franciscos de uma nova história vivendo o outro lado da moeda, conhecendo o amargo sabor de não serem correspondidos.
Os dias corridos tem me impedido de atualizar com a frequência que eu gostaria, mas venho compartilhar algumas novidades. Aliás, as novidades são sempre muito boas. E mesmo quando elas sejam surpresas não tão boas, acabam sendo importante para as experiências que a gente tem que passar na vida.
Ando feliz. Mas é aquela felicidade serena.
Não é aquela felicidade forçada, obrigando quem me acompanha e está comigo a engolir as ações efusivas, desesperadas e festeiras. É aquela felicidade aquietada, madura, singela, simples. Aquela que a gente sente e sabe que estava esperando pela gente – na sua totalidade. Sinceramente, não sei que é a felicidade que tem a essência serena ou se sou eu que estou calmo e tranquilo, sem querer ser o que não sou, sem bajular quem não quero e sem viver uma vida covarde.
Há uma música que diz “Andar em novidade em todo o tempo, numa esperança que jamais se apaga”. Penso que estou exatamente nessas duas afirmações, já que tenho experimentado um gosto novo nas coisas: um novo trabalho, novas amizades, novos lugares – e novas responsabilidades, novas posturas e um exercício novo de amadurecer. E espernaçoso, ainda que todas as coisas possam ser contra mim.
Tem havido dias bons. E como todos normais que somos, há também os dias ruins. Mas para eles, há uma premissa que diz: “Basta para cada dia o seu mal” e aí quando amanhece, Ele nos dá uma nova enésima segunda chance para fazermos tudo completamente diferente – sem julgar ou dispôr pelo o que passou no dia passado.
Aliás, que tempo bom. Embora o Inverno insista em querer dar as suas caras, chegando antes de tempo, levo comigo um sorriso no rosto e uma serenidade de transformar meu fardo em asas.
Não, esse título não tem crase.
Ainda me apego ao trecho de Davi, onde ele diz para si mesmo: “Espera em Deus, pois ainda eu O louvarei”. Esperar não é fácil. Nunca foi. Humanos são imediatistas, mimados por natureza, gostam de ter/ser do seu jeito, sem intromissões, sem críticas, sem laços.
Mas hoje vou escrever um texto simples e curto: ninguém disse que seria fácil, ninguém disse que seria rápido, ninguém disse que não seria doloroso e muito menos que seria colorido. Mudar, crescer, amadurecer e reconhecer o quão dependente nós somos – de Deus, de relacionamentos, de ajuda, de Paz – requer uma habilidade única. Não, não será fácil. Não, não será rápido. Não, não será indolor. E não: não será colorido. Não se assuste se acordar e, mesmo com um dia lindo, seus olhos conseguirem ver um céu cinza, um dia cinza e não ver a graça e a beleza das cores no seu dia. Não se assuste se, ao precisar de ajuda, poucas mãos estiverem estendidas. E não se assuste se você quiser chorar – de dor (aquela chatinha que fica dentro da gente e vira uma besta-fera no início da noite).
Porém, Alguém disse que não nos deixaria só. Pode demorar, pode doer, pode ser difícil – mas não estamos sozinhos.
A necessidade de escrever esse texto já se arrasta por uns 3, 4 dias.
Posso dizer que as coisas tem mudado durante os últimos dias. E mudado para melhor!
A vida tem me trazido uma brisa fresca e um tempo de serenidade. Graças a Deus, Autor e Consumador de todas as coisas, não me pego mais bebendo da minha própria lágrima por uma pessoa, uma situação, uma relacionamento falido. Superado como está, meu maior desejo é os caminhos não se cruzem mais. Nem os desejos, nem as vidas, nem nada. Uma história que teve um final, independente de feliz ou não, teve um final.
Sobre a Felicidade, bem… ela tem me visitado todo fim de tarde na esquina da Haddock Lobo com a Luís Coelho, na região da Consolação. E a Felicidade é um conjunto de muitas coisas, inclusive de puxões de orelha literais e figurativos. Tem se manifestado nos almoços entre colegas de trabalho, nos telefonemas de duas grandes amigas, de uma leitura bíblica, de uma música boa no iPod, na paz ao me deitar na cama e até nas orações que faço pela manhã – aprendi a agradecer a Deus assim que chega a alvorada, antes da loucura do dia onde eu possa me distrair e esquecer da dádiva de saber que Ele me deu uma infinita nova chance de fazer tudo diferente outra vez.
Sei que ainda há muito mais, andando numa esperança que nunca se apagou. Sou um homem esperançoso, irrelutavelmente esperançoso. E mesmo nos dias onde é difícil esboçar um sorriso qualquer, Deus tem me dado pessoas e situações que me fazem entender que todas as coisas cooperam para o meu bem. Não preciso forçar uma felicidade falida, um rosto bonitinho numa foto qualquer, uma roda de amigos desconhecidos e muito menos barganhar a minha alegria por qualquer nota – e um possível desejo barato. Não vivo de mentira, nem de mentiras. Viver de verdade é um desafio que somente os de carne e osso conseguem. Aqueles que são construídos por um sistema, por uma pessoa, por uma aparência sucumbem à aridez dos dias, da falta de amor no olhar dos outros e nas inúmeras portas que são fechadas, propositalmente ou não, na nossa cara.
Em suma, os motivos para sorrir são maiores do que os que tenho para chorar.
Esforços concentrados numa Pós-Graduação próxima, tempo dedicado aos amigos mais achegados que irmãos e, claro, bloqueios e escudos abaixados para a tal Felicidade small size que me encontra no início de todas as noites, em frente à Bella Paulista – entre muitos outros motivos.
Os motivos que me deixavam triste já são passado. Aliás, ficaram a quase 6 centenas de quilômetros de São Paulo. Amém!
Eu poderia escrever toda a letra dessa canção para arrancar dos meus lábios o peso das palavras que tenho de engolir todos os dias.
Mas ainda que eu tentasse, jamais conseguiria fazê-lo tão como Etta. Não acho desumano, nem triste e nem me sinto inferior às outras pessoas com seus corações ímpares em dizer que fui um tolo. E isso não me faz covarde.
Covarde é quem não se entrega.
L.
E as estações mudaram mesmo.
Mas vou chorar só um pouquinho, porque só os covardes não sofrem. E nem se arriscam.
Depois de uma longa conversa com Deus – porque sim, eu converso com Deus – me aquietei. Lembrei na hora do que Davi, no auge do seu poder, domínio e representatividade, disse consigo mesmo: “Por que está abatida, minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus e ainda o louvará”. Sabe, é difícil escrever sobre essas coisas quando temo que, quem lê, seja cético. Mas preciso dizer que fiz a mesma coisa. E por isso me aquietei.
Com a mudança das estações, nossa alma se debate. Porque a nossa alma é mesmo uma sem vergonha e displicente, milita contra o céu em minúscula que temos dentro de nós – o Espírito – tentando vencer e se impor a qualquer custo. Ainda que seja a preço de lágrima e dor. A alma indisciplinada transforma a maior das alegrias em tristeza perpétua, tirando o foco dos dias de júbilo para dias de luto – e a gente não vive em novidade de vida. Uma coisa muito triste.
Nessa paz, que transcende a todo o entendimento humano – acredite!, comecei a lembrar dos meus valores. Do que eu tenho, do que consegui e do que sou. Percebi que quando a gente se sujeita a alguma coisa ou alguém, a gente tem por impulso se anular para que o outro sobressaia – em puro ato de amor, muitas vezes. E louvável, sério. Mas essa “anulação” faz a gente se retrair, como inanição. Trouxe, então, à minha memória aquilo que me dá esperança. Pessoas que amo e que me amam; coisas que tenho e que conquistei com meu esforço, amplamente recompensado por isso; palavras amigas de pessoas próximas que me conhecem e sabem da minha verdade, amigos mais achegados que irmãos…. tesouros esses que a gente não consegue valorizar em diversos momentos e agora consigo mensurar com mais precisão.
Penso que deixar-se por causa de outra situação ou por alguém é como o verão que, de tão quente, nos sufoca e nos faz esquecer de suas reais intenções: queimar. O Sol nada mais faz do que queimar – além de todas as outras coisas, cientificamente falando. Ele queima a nossa pele, altera nosso organismo. O Verão da alma altera no nosso caráter, o nosso bem-estar, nós mesmos.
Espero ansiosamente pelo Outono, que traz consigo a calmaria, a colheita e as diversas folhas que forram o chão. A estação dos apaixonados – olha que coisa, né!? – está chegando e creio que com ela vou continuar quieto, colhendo bons frutos de uma história que me rendi por completo. Não há culpados ou vilões nas queimaduras de verão. A gente sabe que o Sol queima. E a gente sabe que é preciso usar filtro solar. Ou seja, a gente sabe que pode se machucar. E a gente sabe que se machuca- feio. Cabe a nós nos prevenirmos.
Escrevo isso porque sei que não existem superhomens e nem super-heróis. Eu não sou um deles.
Haverá saudade. Haverá algumas lágrimas. Haverá alguns dias tristes. Haverá arrependimentos.
Mas também haverá bom futuro, novos desafios, novo tempo.
Haverá lugares novos com pessoas novas, afinal é Outorno! E, principalmente, haverá novos sorrisos e a bebida não será mais lágrima.
Vou chorar só um pouquinho. Mas só os covardes não sofrem.
Para todas as coisas existe um propósito. Logo, para cada estação – inverno ou verão, outono ou primavera – existe um porquê.
E, sabe, nunca estive tão preparado para passar por Mudanças. Mudar faz bem. Venha outono com a sua brisa fresca, seu tempo calmo e suas folhas secas para preparar o meu caminho! Obrigado Deus!!