Beatriz Palmeiro


E que pra Bia, a sonhadora
o mundo era azul
por beleza
Tudo que acontece se acontece era pra ser
Com certeza
E que pra Bia, a sonhadora o mundo era um balão que voava
No universo caipira
das festas de São João
Que Deus da todo mês
(Oswaldo Montenegro)

Posts

December 25, 10:23 AM

...desejo com minhas palavras atingir todas as raças e nações e transpor as barreiras intransponíveis da alma humana. E tocar aquele restinho de sensibilidade inerente a cada um.

E que nesse momento os homens usem sua razão como sua maior arma e seus sentidos como o melhor argumento. Que haja mais criatividade, mais amor, mais respeito, mais vida.

Que nesse instante os olhos sejam capazes de dizer quão rude fomos até hoje, dizer quantas lágrimas foram derrubadas, quantas vidas torturadas em prol daquilo que denominamos progresso. Que a partir de hoje a tão magnificente civilização humana supra as derrotas de antes.

Que os homens reverenciem a vida tanto quanto, se não mais, reverenciam a cobiça e a vaidade. Desejo que um sentimento de beleza enalteça exasperadamente os mais simples gestos de afeto.

Desejo que minhas palavras ecoem pelo universo como um grito desesperado de alguém que olha e não vê, que busca e não acha. Um grito de alguém que anseia por vida, carente de tempo, sufocada pela efemeridade da raça humana. Um grito de medo, medo que a soberba desfaça a tão sublime complexidade da vida.

Que minhas palavras cresçam ao ponto de serem percebidas por aqueles que acreditam que o dinheiro os alimentará, mesmo quando a última árvore não der mais frutos e o último peixe estiver morto no último rio que secou.

Que sejam capazes de mudar a história, de comover corações, paralisar músculos, de vislumbrar olhos, que transformem a vida no único objetivo. Que sejam capazes de tornar a história humana menos coberta de sangue. Capazes de emudecer qualquer gesto que impossibilite que o homem sonhe, pois sem sonho não há realização.

 

Um 2011 cheio de poesia para nós! ; )

 

(Escrevi esse texto há 8 anos. Na aula de redação da 3ª série do Ensino Médio, quando todos os desejos ainda pareciam possíveis... =) Com base no texto Meu ideal seria escrever... de Rubem Braga em A traição dos elegantes)

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December 24, 05:46 PM

Como treinar o seu dragão é uma animação da Dreamworks de 2009. Mas, só hoje, véspera de Natal, eu o assisti.

 

E nesses tempos de reflexão pensei em duas coisas enquanto assistia:

1. Conheça muito bem aquilo que você tem interesse em conquistar: clientes, usuários, amigos...

Compreenda o mundo alheio, saia da sua zona de conforto e entenda as razões pelas quais as coisas são como elas são. Não há força bruta que resista a uma boa técnica, não tente impor a sua linguagem sobre a do outro, isso o afasta não o acolhe.

 

2. Mantenha a mente aberta para novas formas de se fazer as coisas que estamos acostumados a fazer

Há milhares de maneiras de se fazer a mesma coisa. E um jeito não é melhor que o outro, só é mais adequado de acordo com cada situação. Esteja disposto a tentar fazer de um jeito novo, não é porque há cem anos algo é feito de uma determinada forma que torna aquilo uma verdade absoluta. Não é só o tempo de experiência que traz as melhores respostas, às vezes o olhar de alguém de fora traz ideias antes inexploradas. 

 

Além disso a animação é muito boa. É divertida, envolvente, bem desenhada... Dreamworks, né! ; )

É isso! Vejam, vale a pena! =)

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December 17, 08:41 PM

Café com Interação da sexta-feira do Interaction South America. Um exercício de reflexão sobre pensar fora da caixa. ; )

Uma intervenção do artista César Munhoz.

 

 

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October 12, 05:51 PM

Em 1993 a Macintosh TV era lançada numa tentativa de unir TV e computador em um só dispositivo.

Nos idos de 1994 a Apple lançava uma espécie de iPad, computador de mão, tela sensível ao toque...

Nenhum desses dispositivos emplacou... Apesar de inovadores, apesar de hoje parecem tendências óbvias. E isso já aconteceu com outras gigantes da tecnologia como a Nokia, por exemplo, e por que? Para inovar não basta ter uma ideia arrojada, é preciso analisar a maturidade do mercado, a tecnologia disponível para desenvolvê-la e principalmente se os usuários estão prontos para essa inovação. Muitas vezes esses lançamentos trazem consigo uma ruptura tão grande no modelo mental das pessoas que não são aceitos, por não ser o momento ideal para tal transformação. Então... se você tiver uma ideia que só você acha boa, não se desespere, haverá o tempo de cultiva-la! ; ) Inspirado por Sete fracassos da Apple

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August 29, 07:26 PM

Tudo pode ser diferente depois de uma queda livre... Bem, na verdade tudo começa a ser diferente um mês antes... Quando fui pra Visconde de Mauá. Sim, uma semana sem internet e celular mudam muita coisa na sua vida. Quando as coisas não vão bem, o desejo é fuga. E viajar para mim foi isso. Voltando de Visconde partimos para o salto: o grand finale para retomar as energias e encarar a corrida de São Paulo, as incertezas e delícias de se trabalhar com algo que muda o tempo todo.

Primeiro salto de paraquedas from Bia Palmeiro on Vimeo.

Nesse mesmo tempo tive o prazer de me deparar com o blog da Maira Viana, exatamente nesse texto: "...A menina do sapato caramelo também duvida dela mesma o tempo inteiro. Mas mesmo assim ela caminha. E eu embarco em aviões e sigo em frente. Eu me recuso a andar pra trás. Eu tenho pressa de chegar... de viver as coisas!..." Que me traduz nesse momento! =) Lindo! Podemos seguir agora... abs! =)

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March 16, 06:39 PM

Aproveitando o ensejo do último post, resolvemos juntar num só lugar várias referências pesquisadas ao longo dos estudos sobre nossos amigos formulários. =) Tem coisa nova, tem coisa não tão nova assim (mas, que ainda faz sentido), tem um pouco de tudo, um começo para quem está confuso na hora de projetar campos, mensagens de erro, feedback, dicas de preenchimento, fluxo... No blog de Luke Wroblewski, um post sobre perguntas excludentes. E um pouco mais sobre o livro que deu origem ao post anterior. A smashingmagazine publicou dois (parte 1parte 2) posts sobre padrões em formulários de criação de conta. São resultado de uma pesquisa com 100 sites cujo sucesso depende do preenchimento do famigerado. São abordados, entre outras coisas, posicionamento na página, layout, alinhamento de rótulos e campos, melhor rótulo para o link, mensagens de erro e tooltips. Encontramos também considerações de um estudo de eyetracking em CXPartners. E uma proposta ousada de sign up e log in em um passo único, sem distinção entre os dois "tipos de usuários". Para quem trabalha com mobile... formulários em dispositivos móveis na smashingmagazine. O ponto de vista da Google, relacionando o desenho de formulários com taxa de conversão. Inspire-se com alguns patterns em PatternTap. O Nux espera ter sido útil, objetivo e simples o suficiente com esse post, assim como nós esperamos que os formulários sejam! ;)

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February 22, 06:37 PM

No dia 29 de janeiro, a seguinte pergunta foi lançada: E o que os campuseiros sabem sobre Arquitetura de Informação ? Aproveitando o clima tecnológico da semana da Campus Party, o NUX Abril quis saber quão conhecida está nossa área (AI, UX e afins) entre o pessoal de tecnologia (muitos deles desenvolvedores web, inclusive…).

Um pouco sobre quem respondeu a pesquisa

Perfil dos participantes - Infográfico de Silas Augusto
Sobre usabilidade
Apenas 6,67% não soube responder o que é usabilidade. Com o restante houve quase um consenso quanto ao o que é isso afinal… Em quase todas as definições enviadas lemos: facilidade de uso de uma interface (física ou não) e uma forma de melhorar a produtividade. No longínquo 2005, a Amyris Fernandez (especialista em usabilidade) fez uma abordagem bem legal sobre o tema no WebInsider. Apesar de antigo, o conteúdo ainda é muito relevante. A Wikipédia também reúne um conteúdo interessante, citando a famosa ISO 9241-11: "pela definição da International Organization for Standardization, usabilidade é a medida pela qual um produto pode ser usado por usuários específicos para alcançar objetivos específicos com efetividade, eficiência e satisfação em um contexto de uso específico". Mas, a grande questão é: fica a cargo de quem aplicar a usabilidade nos projetos? E é nesse quesito que as opiniões divergem…

O que o pessoal respondeu

Respostas dos participantes - Infográfico de Silas Augusto

Centrado no usuário. Esse foi o mais próximo que chegamos… Concluímos então que o problema está em ligar a teoria a prática. Ok! Sabe-se o que é usabilidade, mas e aí? Quem faz isso acontecer? Como faz isso?
Primeiro, algumas respostas básicas:
Não, não somos designers
Não, não somos nós que definimos cor, tamanho e tipo da letra
Não somos nós que criamos um ícone XYZ
Não, não somos um ‘webmaster’ (o famigerado ser mitológico que fazia TUDO nos primórdios da web)
Não temos que saber minúcias da implementação de infraestrutura e relacionados
Também não precisamos codificar
Sim, somos nós que planejamos a navegação, a hierarquia da informação, rótulos, design patterns

Nós que vamos a campo conhecer o usuário, seus hábitos, seus anseios… Também representamos aquela vozinha inconsciente que, de tempos em tempos, fazem as pessoas envolvidas nos projetos lembrarem que láááááááá no final vai ter uma pessoa (sim, parece estranho, mas é a realidade, meu caro) usando isso que estão desenvolvendo agora. E o mais importante… Não, não estamos competindo com ninguém! Cada um tem seu papel no processo criativo, cada um tem seu momento. O nosso é facilitar o diálogo, permitir a comunicação, envolver desenvolvimento e criação desde o início com seus inputs sempre ricos. Criar o melhor produto, revolucionar… Para nossos amigos tecnólogos, uma boa definição de um Arquiteto de Informação seria: um analista de sistemas que vê o mundo com olhos de designer, que levanta os requisitos do sistema do ponto de vista do usuário e não da tecnologia disponível. Não se pensa uma solução porque ela é mais fácil de implantar, porque é a mais barata, por que está na moda ou é a mais bonita, mas porque é a que gera melhor experiência para o usuário. Na definição da Wikipédia temos algo semelhante a isso:
…Não por acaso, a Arquitetura de Informações guarda muitas semelhanças com aquela sua ancestral (Arquitetura tradicional). A principal delas é a característica de ser centrada no ser humano: como a informação só pode existir em "comunidades de sentido", a Arquitetura de Informações trata primeiramente de pessoas, buscando assegurar-lhes conforto e, somente depois, de tecnologia.
Bom, é isso… Esperamos ter elucidado um pouco essa questão!

E você o que acha? Abs!

Outros posts sobre o papel do AI

(Postado originalmente no Blog NUX Abril)

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December 28, 06:34 PM

Como trabalho de conclusão de uma disciplina da pós em Arquitetura de Informação, fizemos um teste de usabilidade com o aplicativo Brasileirão Placar. Foi um teste bem informal com apenas dois participantes (um pré-teste e um teste), mas que nos trouxe um feedback bem interessante sobre o aplicativo. Além de confirmar algumas limitações que já conhecíamos, os usuários questionaram outras coisas que não havíamos previsto. Além disso, é totalmente diferente testar algo que você tenha participado do desenvolvimento, porque você conhece os limites do sistema e o porque deles, foi uma experiência muito rica e gratificante. Para o pré-teste, o usuário selecionado não possuia iPhone, o que trouxe uma outra visão sobre a experiência com o aplicativo e, para o teste um outro usuário que já estava familiarizado com a proposta de interação do aparelho. Testamos grande parte das funcionalidades do aplicativo, exceto a tela de Jogos (Ao vivo e Ficha de Jogo). Dentro da disciplina, as etapas para elaboração do teste foram:
- levantar o público-alvo
- conhecer o aplicativo (para os integrantes do grupo que não participaram do desenvolvimento da app)
- elaborar o roteiro de teste de acordo com a análise heurística praticada anteriormente
- aplicar o teste afim de ajustar o roteiro para o teste final
- refinar o roteiro - aplicar o teste
- tabular as informações coletadas durante o teste
- elaborar uma lista de prioridades (pode ser também um relatório ou uma apresentação)
O que colhemos de informação do usuário resultou na tabela de prioridades lá de cima.
Espero que esse post elucide um pouco o tema testes de usabilidade... Abs! =)
(Postado originalmente no Blog NUX Abril)

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December 01, 03:32 PM

O Interaction South America 09, promovido pelo IxDA vários capítulos, inclusive o de São Paulo, teve três dias de evento que prometiam... Conforme apresentação do IxDA SP:

“Pretende apresentar e discutir as principais linhas de pesquisa na área do design de interação, bem como incentivar o network entre profissionais da comunidade, apresentando e promovendo a disciplina nos mais variados círculos de conhecimento: design, ciências da computação, arquitetura, entre outros.”

Os palestrantes pareciam muito bons. Muitos gringos, muitos trabalhos acadêmicos, workshops...

As impressões trazidas de uma AI um tanto quanto fora do convencional... O que quero aqui é levantar questões que me intrigam mundo a fora e que, excepcionalmente, vieram a tona diante das discussões promovidas no Interaction.

Muito o que ouvi foi: DEPENDE!

Os trabalhos acadêmicos apresentados na tarde de sexta traziam muito essa discussão, o que é bom para um não é bom para todos e por aí vai... Jogos violentos estimulam comportamentos semelhantes? Depende... Personalização torna o descarte dos insumos tecnológicos mais lento? Depende... Questões delicadas... Afinal, sejamos Arquitetos de Informação, sejamos Designers de Interação, lidamos diariamente com indivíduos... e toda sua complexidade humana.

Quando pesquisava para meu trabalho de conclusão de curso da graduação: ‘Semiótica aplicada a projetos de interface em softwares educacionais infantis’, me deparei com a mesma questão. Estudei um sofware francês muito interessante, mas com uma proposta de interação totalmente diferente da aplicada aqui no Brasil. Como conclusão se a proposta francesa era melhor que a nossa ou não me deparei com um sonoro DEPENDE... Porque as soluções encontradas para a tecnologia por si só não conseguem solucionar problemas de processos (no caso de sistemas), nem culturais (no caso de softwares educativos e jogos, por exemplo). Porque, felizmente, a pecinha atrás do computador ainda dita algumas regras (ufa!).

Além disso, duas questões mais filosóficas que me perseguem e foram, supostamente, levantadas no evento:

Primeira questão

Renata Shimabukuro, da TAMAGO trouxe um case fantástico de testes feitos no site do programa infantil Cocoricó da TV Cultura, realizado com crianças de até 6 anos. Um trabalho lindo! =) Trabalhei com crianças a maior parte da minha vida profissional e sou apaixonada por elas e por esse processo de aprendizagem fantástico que se dá nessas cabecinhas férteis. E desde então penso em algo que a Renata falou: as crianças não lêem! Não adianta colocar texto nos sites, pois elas não lêem... Bom, ok! Todas as idades são assim, mas as crianças em especial precisam ser estimuladas a lerem, a entenderem as coisas que estão fazendo... Como fazer isso num mundo tão imagético? Como lidar com essa limitação sem, inconscientemente, forçarmos as crianças a crescerem nadando no raso?

Segunda questão

O uso de fones de ouvido... Robson Santos, do INdT trouxe uma pesquisa a respeito do que é mais utilizado nos aparelhos celulares e o resultado foi: MÚSICA. Quando os “tocadores” de mp3 se proliferaram, percebi quando estava no ônibus e metrô, pessoas de todas as gerações com seus foninhos no ouvido... Bom, até aí, não há problema algum... É ótimo aliás, a tecnologia atingindo cada vez uma parcela maior da população. Ótimo! Mas, penso o quanto isso aliviou estar em um transporte público tão caótico como o de são Paulo, já pensaram nisso? Andem de metrô as 18h rumo a Sé equipados com seus fones e depois sem eles e sintam a diferença. A música é uma fuga... O que não seria mal se não se tornasse mais um fator alienante.

Bom e o que tudo isso tem a ver com AI? Nada... Mas, tem a ver com pessoas, portanto tem a ver com interação, tem a ver com pensar, tem a ver com entender o mundo em que vivemos e não só as telas que projetamos...

Adorei o evento, muito bem organizado, ganhamos um pendrive e pudemos copiar os papers e apresentações logo no primeiro dia das palestras (coisa rara de se ver em eventos semelhantes), gostei muito disso! Só fiquei chateada por ter de optar por qual paper assistir, especialmente por estarem separados por blocos de temas relacionados, o que dificultava ainda mais a escolha... Mas, enfim... Saldo positivo para o evento!

Três pontos que foram citados de alguma forma na maioria das palestras:
- usabilidade e interação andam juntas, parece óbvio, mas não é...
- pensemos ‘multiplataforma’
- como visualizar coisas que não são visíveis?
- interfaces são corpos de conhecimento e como tais variam de cultura para cultura

Parabéns aos organizadores!

Algumas apresentações estão disponíveis em no slideshare. E as fotos estão no flickr!

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November 12, 03:31 PM

No dia 8 de novembro a MacMagazine publicou um review sobre a recém-lançada app para iPhone da Abril: Brasileirão Placar. O lançamento gerou certo burburinho e isso super positivo, pois durante o planejamento e desenvolvimento do aplicativo muitas questões foram levantadas e discutidas até que chegássemos no resultado apresentado. O aplicativo possui Classificação (tanto da Série A quanto da Série B), Jogos, acompanhamento Ao Vivo de partidas e Notícias diversas relacionadas ao esporte. Está disponível de graça na App Store.
fonte: MacMagazine
Planejar a Arquitetura de Informação para aplicativos iPhone é um desafio e tanto... Além de quebrar muitos paradigmas da arquitetura para web, temos que seguir infinitas regras e padrões estabelecidos pela Apple.
Wireframes desenvolvidos no planejamento da app
Mas, ao ler o seguinte trecho no review da MM, penso que valeu o esforço: "...O app da Placar é muito bem construído, bonito e fácil de usar, funcionando como um híbrido de aplicativo nativo do iPhone OS com web app..." Além dos comentários dos usuários, claro!
Por falar nisso... toda opinião é bem vinda! Baixem a app, testem, questionem, contestem, elogiem...

É isso...  =)
(post original em NUX Abril)

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October 05, 01:21 PM


Try Trunfo - Foto de Silvio Tanaka


Começamos bem o EBAI desse ano, a 
Try criou uma dinâmica muito interessante, todos os participantes receberam 16 fichas de uma personalidade da área (Jared Spool, Donald Norman...), o objetivo era trocar sua personalidade com outros participantes para completar o seu Try Trunfo e concorrer a livros. O pessoal realmente se entreteve com isso, todos nos sentimos na escola de novo trocando figurinhas. Muito bem produzido, parabéns Elis (@elisfer)! =D Só não sei se o networking foi sua conseqüência, pois acabamos nos fixando tanto nas fichas que às vezes até esquecíamos de nos apresentar uns aos outros, mas valeu a brincadeira. Nos divertimos muito!
A maratona de palestras (13 ao todo) iniciou-se com a Silvia Melo e o Fabrício Teixeira, da AgênciaClick, falando sobre o case do portal da Fiat, desde 2006 no ar, trouxeram métricas que comprovam como o planejamento web resulta em um número maior de vendas e, também, como foi o processo de concepção do conceito. O quanto foi importante ter liberdade no início do projeto, para trazer inovação ao case, e depois voltar para as premissas do projeto. E que os testes servem para aprimorar pequenas coisas e não validar a idéia. Seguimos com a Maria Célia Furtado, da Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb), apresentando seu case Internet e Interatividade para a Participação Pública, sobre como estabelecer princípios e definições para projetos web que estimulem essa participação por meio da ampliação do diálogo entre Administração Pública e cidadãos. A terceira palestra, orquestrada pela Gisele Rossi Araújo e pela Tâmara Baia, da organização OpenBossa vinculada ao Instituto Nokia de Tecnologia (INdT) deu um banho de paixão e experiência. Falaram sobre pesquisas em tecnologias móveis. Expuseram como produzem seus protótipos, inclusive de hardware, para analisarem como ocorre a interação do usuário com o aparelho. Citaram as dificuldades enfrentadas em projetar para os diferentes devices. Destaque, também, para como o Scrum é inserido no processo, em especial, aos workshops criativos -que é muito próximo de uma iniciativa que estamos implantando aqui no NUX que são nossas segundas dedicadas a projetos mirabolantes =). Distribuíram um Planning Poker personalizado para quem fez perguntas, A-D-O-R-E-I-!. O paper enviado ao EBAI está disponível para download.

Open Bossa (INdT) - Planning Poker
Iniciando as palestras da tarde, Ricardo Grandinetti Teixeira, da fhios falou sobre Design centrado no usuário. Gil Barros veio causando (e esclarecendo) muitas dúvidas em relação a posição do Arquiteto de Informação, cargos e o nosso papel dentro do planejamento da experiência do usuário. Muito rico e inquietante. Para fechar o dia Andrew Hinton ratificou o que o Gil Barros já tinha semeado e seguiu na mesma linha de discussão sobre a macro e micro AI -e o caminho é mesmo esse, uma grande área cuja finalidade é a experiência do usuário que engloba a Arquitetura de Informação do dia-a-dia. Muita boa a palestra, principalmente por deixar claro que os gringos tem as mesmas dúvidas e anseios que nós, está na hora de nos valorizarmos mais... A apresentação está disponível no slideshare.

UX ou AI?

Assim encerramos o primeiro dia. Cansados, mas satisfeitíssimos com a qualidade das apresentações e o clima do evento.

Segundo dia...

Começamos o sábado com Alessandro Dias, do INdT de Manaus contando sua experiência sobre como provar em uma apresentação o valor do trabalho do Instituto de Pesquisa. Em seguida, Leandro Gejfinbein, da Globo.com apresentou a nova estruturação do centro de AI na empresa e o uso do Scrum - muito semelhante ao momento que vivemos aqui na Abril Digital. Ainda pela manhã, Paola Sales veio da Itália contar como a Experientia vem trabalhando na pesquisa sobre diferenças culturais e sua influência na experiência do usuário, através de testes em protótipos em papel, muita paixão aqui também. Feliphe Lavor, da Calandra Soluções nos presenteou com a primeira palestra dessa edição que tratava TI e AI juntas, seu case era uma rede social desenvolvida para o report de horas e tarefas em um ambiente corporativo. O que particularmente nos deixou muito felizes, porque é uma vitória enorme termos pessoas de TI aliadas em prol do disseminação do conhecimento sobre UX/AI. Sem contar que esse sistema pode ser facilmente linkado com o conceito de comunicação rápida e constante difundida pelo Scrum. A tarde começou com Frederick van AmstelEdyd junges e Rodrigo Freese Gonzatto, do Instituto Faber Ludens, que apresentaram o projetoConectando Conteúdos. O projeto segue a linha colaborativa - como a proposta apresentada no EBAI do ano passado pelo Fred. Dentre as idéias do projeto a mais destacada foi a de intra-etiquetas: etiquetas específicas dentro dos conteúdos. Foi legal ver os alunos do Instituto expor as pesquisas desenvolvidas lá. Só ficamos com uma dúvida sobre o que diferencia a proposta de folcsonomia apresentada do que temos hoje, pois a intra-etiqueta não valerá, também, como etiqueta? Gostaríamos de entender melhor... A apresentação já está disponível. Quase no finalzinho, Rafael Kiso da Embraer novamente apontou para um futuro próspero com seu case que une TI e UX, no projeto da nova interface para administração de chamados de manutenção em aviões. Para fechar o dia (e o evento), Felipe Memória, hoje na HUGE, veio nos contar sua experiência no exterior e, como o Gil, sacudir nossas idéias. Excepcional! Resumindo... Falou-se muito em:
- Mobile e os desafios enfrentados pelos diferentes devices
- Aderência ao Scrum
- Valorização do Brasil no mercado de UX, pois estamos no mesmo caminho que os gringos (Felipe Memória comprovou isso em sua palestra)
- TI incorporando UX em seus processos (ponto para nós =P)
- Tenha a dedicação e a paixão exalados em uma startup!
- AI ou UX? Precisamos de cargos? Quão importante são as documentações?

E tantas outras perguntas que o tema envolvem... (ah! as perguntas... elas dão um outro post! Aguardem... =P)

Mais fotos do EBAI, por Silvio Tanaka
(post original em NUX Abril)

 

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Profile

Analista de produtos em UX at Terra Networks Brasil
Internet | São Paulo Area, Brazil, BR

Summary

Realização de pesquisas com usuários, análise heurística e benchmark. Levantamento de requisitos junto aos usuários e stakeholders, definição de fluxos e priorização de funcionalidades em relação às necessidades de negócio sempre com ênfase na experiência do usuário
Specialties: Arquitetura de informação, usabilidade e pesquisa com usuários

Experience

  • Sept 2010 - Present
    Analista de produtos em UX / Terra Networks Brasil
    Realização de pesquisas com usuários para SONORA, Terra TV e portal
  • Aug 2009 - Sept 2010
    Arquiteta de Informação / Grupo Abril - Mídias
    Responsável pela Arquitetura da Informação e Usabilidade de produtos da Abril, tais como autenticação única para os sites da casa, aplicativos para iPhone e gerenciador de conteúdo
  • Feb 2009 - Jul 2009
    Especialista de sistemas / IBM
    Criação e gerenciamento de documentação para a competência de ‘Processos e qualidade’. Desde a criação dos processos, bem como sua taxonomia, checklists de qualidade e padrões de documentação a serem utilizados
  • Nov 2008 - Jan 2009
    Analista de usabilidade / Try Consultoria e Pesquisas
    Aplicação de testes de usabilidade –com usuários, comparativos, benchmark e análise heurística- e análise dos resultados. Bem como, planejamento e desenvolvimento de Arquitetura de Informação e sua documentação
  • Jun 2005 - Oct 2008
    Instrutora de informática / Colégio Salesiano Santa Teresinha
    Ministrando oficinas e atuando na criação de tutoriais. Edição de vídeos. Construção de interfaces de usuários. Criação de capas de CDs, banners, cartões virtuais comemorativos e apresentações. Criação e manutenção de conteúdos web

Education

  • 2008 - 2009
    Faculdade Impacta de Tecnologia
    Pós Graduação in Arquitetura de Informação
  • 2004 - 2007
    Faculdade de Tecnologia de São Paulo
    Graduação in Informática com ênfase em Gestão de Negócios

Additional Information

Websites:

Photos

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