Atila Velo
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Um chinês doidão resolveu fazer um iPad a partir do zero, gravou e postou no YouTube da China, o Youku (nome feio, hein?). E ele fez sua versão do tablet com peças de computador, tela sensível ao toque e uma carcaça que ele mesmo produziu. Claro que ele deve ter algum estudo de eletroeletrônica e provavelmente também trabalhou na linha de montagem dos iPads. Quem está acostumado com as interfaces da Microsoft poderia até preferir esta versão, que roda Windows XP.
Veja o processo acelerado nestes vídeos (geralmente há uma propaganda de 15 segundos antes do vídeo):
Provavelmente inspirados pelo consagrado infovídeo Social Media Revolution, o Discovery Brasil publicou em seu site um vídeo com diversas estatísticas sobre o universo das mídias sociais. O visual é agradável e os dados são interessantes e atualizados. Confira:
Clique aqui para assistir diretamente no site do Discovery Brasil.
Encontrei este texto no Facebook do amigo Vinícius Spanghero e não resisti a compartilhá-lo aqui. Não sei autor, fonte, data e nem revisei a correção do texto. De qualquer forma, a mensagem é fantástica!
Tá reclamando do Lula? Do Serra? Da Dilma? Do Arrruda? Do Sarney? Do Collor? Do Renan? Do Palocci? Do Delúbio? Da Roseanne Sarney? Do Jader Barbalho? Dos políticos distritais de Brasilia, do Jucá, do Kassab, dos mais de 300 picaretas do Congresso?
Brasileiro reclama de quê?
O Brasileiro é assim:
- Coloca nome em trabalho que não fez;
- Coloca nome de colega que faltou em lista de presença;
- Paga para alguém fazer seus trabalhos (de faculdade, escolar, etc.);
- Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas;
- Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas;
- Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração;
- Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, e até dentadura;
- Fala no celular enquanto dirige;
- Usa o telefone da empresa para ligar para o celular dos amigos (“me dá um toque que eu retorno”), assim o amigo não gasta;
- Trafega pela direita nos acostamentos quando há congestionamento;
- Para em filas duplas, triplas, em frente às escolas;
- Viola a lei do silêncio;
- Dirige após consumir bebida alcoólica;
- Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas;
- Espalha churrasqueira e mesas nas calçadas;
- Pega atestado médico sem estar doente, só para faltar ao trabalho;
- Faz “gato” de luz, de água e de tv a cabo;
- Registra imóveis no cartório com valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos;
- Compra recibo para abater na declaração de renda para pagar menos imposto;
- Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas;
- Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10, pede nota fiscal de 20;
- Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes;
- Estaciona em vagas exclusivas para deficientes e idosos;
- Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado;
- Compra produtos pirata com a plena consciência de que são pirata;
- Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca;
- Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem;
- Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA;
- Frequenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo do bicho;
- Leva, das empresas onde trabalha, pequenos objetos como clipes, envelopes, canetas, lápis… como se isso não fosse roubo;
- Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha;
- Falsifica tudo, tudo mesmo… só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado;
- Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem;
- Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve;
- E quer que os políticos sejam honestos! Escandaliza-se com o mensalão, o dinheiro na cueca, a farra das passagens aéreas…
Esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo povo, ou não?
Aliás, carteirinha falsa de estudante é uma coisa que se encaixa perfeitamente nessa lista! Brasileiro reclama de quê, afinal? Com que moral?
Sugiro adotarmos uma mudança de comportamento, começando por nós mesmos, onde for necessário!
A nossa moral e o nosso caráter definem quem somos. Vamos dar o bom exemplo!
Espalhe essa idéia!
“Fala-se tanto da necessidade deixar um planeta melhor para os nossos filhos e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores (educados, honestos, dignos, éticos, responsáveis) para o nosso planeta, através dos nossos exemplos…”
Para mostrar quão poderosa é a nova tecnologia utilizada na tela do smartphone Infuse 4G, da Samsung, a AT&T divulgou um comercial de 30 segundos relativamente simples, mas que ganhou a simpatia do público pelo realismo dos atores. Foi uma boa sacada utilizar o comportamento humano para enfatizar características de um produto tecnológico e ainda conseguir que muitas pessoas se identifiquem com a personagem.
Sobre o Samsung Infuse 4G: tela “Super AMOLED Plus” (o nome tá ficando brega!) de 4.1 polegadas, espessura varia de 8,9 mm a 9,24 mm, 132 mm de altura e 71 mm de largura, sistema Android 2.2 e 131 gramas.
Navegando no Twitter, às vezes leio uma “bio” (aquele textinho descritivo dos perfis) engraçadinha e fico com comichão para alterar a “bio” do meu perfil. Pouco tempo depois, leio outra “bio” que satiriza quem escreve coisa engraçadinha na “bio”. Acho fantástico e sinto vontade de criar minha própria sátira de “bios” engraçadinhas. Então encontro uma “bio” minimalista, abstrata, criativa, que também me inspira. No fim das contas, me encanto com tantas que eu precisaria de uns vinte perfis para agregar tanto estilo de “bio”!
É mais ou menos esse um efeito negativo que as mídias sociais causam em nós, especialmente em nosso lado profissional. A revista Você S/A de maio, cuja matéria de capa fala sobre a “Epidemia Workaholic”, aponta esta questão.
A angústia por atualização profissional e estar “por dentro” do que acontece ganhou força com os avanços tecnológicos e, ultimamente, por causa das mídias sociais.
Isso ocorre porque os sites de relacionamento aumentam o poder de comparação das pessoas. Se entrar no Facebook, um profissional encontrará uma série de coisas legais que seus amigos acabaram de fazer. Entrando no LinkedIn, ele tem acesso a milhares de currículos de gente de seu mercado, idade ou formação. Com o Twitter, descobre as ideias de cada um e o que eles têm feito da vida ultimamente. Diante desse cenário, o profissional olha para seu currículo e tempo, que são limitados, e os compara com as infinitas possibilidades de formação, relacionamento e modo de vida que pipocam na tela à sua frente. Obviamente, o resultado é a angústia de não ter realizado quase nada.¹
As comparações injustas
Talvez nosso cérebro não consiga entender que os feitos, personalidades, carreiras e sucessos que vemos nos perfis alheios são individuais – cada um tem um conjunto de características e conquistas, mas um único perfil não apresenta todas as características desejáveis de uma só vez. Afinal, ninguém é perfeito e capaz de ser bom em tudo. Dessa forma, acabamos por nos comparar com um amontoado injusto de informações sobre sucesso.
Antes das mídias sociais, tínhamos contato com muitas pessoas de sucesso, que haviam realizado e conquistado coisas fantásticas, talentosas e inspiradoras. Éramos conformados em não sermos ricos como o Eike Batista ou visionários como o Steve Jobs. Entretanto, a maior diferença está na percepção horizontalizada que temos agora: estas pessoas de sucesso são tangíveis nas mídias sociais. Podemos interagir com todas elas. Pessoas que antes pareciam viver num mundo à parte, agora compartilham momentos cotidianos parecidos com momentos das nossas vidas. Assim, nos sentimos mais próximos delas, pertencentes ao mesmo patamar, como seres humanos da mesma categoria.
A partir daí, automaticamente começamos a nos questionar por que elas têm tanto sucesso e nós não (com reforço dos neurônios espelho?). Afinal, elas não são iluminadas ou tão especiais assim, porque estão lá conosco, tuitando e compartilhando fotos no Facebook.
Além da aproximação com as pessoas mais ilustres, por meio das mídias sociais também pudemos conhecer melhor as pessoas que antes pareciam “comuns” e “sem graça”. Esses insossos bem-sucedidos agora causam grande inveja porque conseguem diversos feitos que nós não conseguimos.
Eu preciso de tudo ao mesmo tempo agora!
Como pode aquele tapado terminando um mestrado? E aquele feioso saindo com a mais gata da academia? Que absurdo! Aquele sujeito que não saía do bar durante a faculdade se tornou gerente?!
Precisamos entender que não podemos – e nem precisamos – conquistar e atingir tudo o que nossos colegas têm. Assim como não precisamos de uma “bio” no Twitter que seja engraçada, sacada, satírica e minimalista, tudo ao mesmo tempo agora. Não precisamos participar de todos os jogos que nossos amigos jogam no Facebook, nem todas as badges que eles conquistam no Foursquare. No mundo “real”, pense em como seria inviável participarmos de todas as palestras que nossos colegas vão ou termos todos os carros bacanas que eles têm.
Ok, somos competitivos, mas precisamos refletir sobre o que realmente é importante e viável para nós. Senão, vamos acabar frustrados por não ter tudo o que os outros têm, profissionalmente e em outros aspectos da vida também.
Referência bibliográfica
¹ Você S/A. São Paulo: Editora Abril, edição 155, maio de 2011, 96p. “Epidemia Workaholic”, GIARDINO, Andrea, OHL, Murilo e VIEIRA, Vanessa, p. 35-36.
Com base em Kotler e Keller, vamos lembrar a essência do marketing e descobrir porquê seu papel principal não é vender.
Todo indivíduo envolvido em marketing, propaganda, relações públicas e administração, se puder ser classificado como “profissional”, deve ter, em algum momento de sua carreira, folheado o gigantesco e aclamado livro “Administração de Marketing” (Philip Kotler e Kevin Lane Keller). O problema é que temos memória curta e a terrível tendência ao imediatismo, a buscar resultados tangíveis em curto prazo (vendas, lucro). E isso acontece com diretores, consultores, assistentes e estagiários.
Por isso, gostaria de relembrar o comecinho deste livro, apelidado de “a bíblia do marketing”. Minha intenção é resgatar a consciência de que o objetivo de nenhuma estratégia de marketing pode ser vender, vender e vender (inclusive no marketing digital). Algo que está muito claro nas palavras do Sr. Kotler: “… empresas [que] assumem uma visão de negócios de curto prazo, direcionada para vendas, [...] vão acabar por não satisfazer os acionistas, os funcionários, os fornecedores e os parceiros de canal…” (Kotler, p. 3).
O que é Marketing?
Kotler e Keller (p. 4) começam oferecendo a definição de marketing da American Marketing Association: “o marketing é uma função organizacional e um conjunto de processos que envolvem a criação, a comunicação e a entrega de valor para os clientes, bem como a administração do relacionamento com eles, de modo que beneficie a organização e seu público interessado”. Em seguida, acrescentam: “Vemos a administração de marketing como a arte e a ciência da escolha de mercados-alvo e da captação, manutenção e fidelização de clientes por meio da criação, da entrega e da comunicação de um valor superior para o cliente” (Kotler, p. 4).
O objetivo do marketing não é vender?
Em suas palavras, os autores referem-se a dois tipos de definições de marketing, ‘social’ e ‘gerencial’. A ideia central de acrescentar valor à sociedade seria uma visão mais ‘social’, enquanto que, de acordo com uma visão mais ‘gerencial’, o conceito seria mais próximo de “a arte de vender produtos” (Kotler, p.4). Na sequência, os autores lançam mão de uma frase que pode ser chocante para os executivos que há muito tempo não têm contato com literatura especializada: “De fato, as pessoas se surpreendem quando ouvem que a parte mais importante do marketing não é vender! Vendas são a ponta do iceberg do marketing” (Kotler, p.4).
Quem vende é o balconista, o vendedor, o corretor, a ferramenta de e-commerce. Marketing é muito, muito, muito mais do que isso. Fico chateado quando contratam um profissional de marketing esperando que ele, subutilizado, administre vendas. Kotler e Keller prosseguem, desta vez citando uma frase de Peter Drucker, “um dos principais teóricos da administração”:
Pode-se considerar que sempre haverá a necessidade de vender. Mas o objetivo do marketing é tornar supérfluo o esforço de venda. O objetivo do marketing é conhecer e entender o cliente tão bem que o produto ou o serviço seja adequado a ele e se venda sozinho. Idealmente, o marketing deveria resultar em um cliente disposto a comprar. A única coisa necessária então seria tornar o produto ou o serviço disponível. (Drucker apud Kotler, p. 64-65)
Então, quais seriam os principais papeis do marketing na internet?
- Identificar o público-alvo da marca e detalhar seu comportamento online: hábitos de navegação, preferências de mídia, tempo online, quando e o que ele compra na internet, que tipo de conteúdo ele consome, qual sua postura perante novidades (adopters), etc.;
- Descobrir como desenvolver diferenciais num ambiente tão competitivo como a internet, enfrentando ferramentas de comparação de preços, diversas informações disponíveis, agressores da marca, dificuldades em disseminar mensagens (propaganda) comerciais sem que haja demanda por elas, atenção dispersa do público (sempre navegando em múltiplas abas, enquanto escuta música, conversa, etc.), entre outras variáveis típicas do ambiente digital;
- Analisar o mercado e os concorrentes: o que eles têm feito em seus produtos e serviços, preços, negociações, comunicação, branding, parcerias, inovações tecnológicas, etc.;
- Desenvolver meios para engajar e fidelizar clientes, um assunto frequentemente associado às estratégias de SMM (social media marketing) e de CRM (customer relationship management);
- Propor estratégias para engajar os colaboradores e fornecedores no meio digital, com o objetivo de aumentar a produtividade, integração e até mesmo gerar buzz positivo sobre a marca (com muita instrução e cuidado);
- Utilizar as incontáveis e úteis ferramentas disponíveis na internet para acompanhar tendências, monitorar sua marca e seu nicho, ficar sabendo de informações importantes antes dos concorrentes, montar gráficos e apresentações que facilitem a compreensão de dados, melhorar a comunicação e a produtividade internas, etc.;
- Definir um posicionamento e buscar que ele seja estabelecido;
- Explorar diferentes ações para colocar a marca em evidência, buscando conquistar todos os shares (mind, heart, market), incentivar a aproximação entre marca e público e trabalhar os valores percebidos na marca (branding);
- Pesquisar e aplicar estratégicas e ferramentas de relacionamento com todos os públicos (clientes, parceiros, colaboradores) para resolver problemas, obter feedback, tirar dúvidas, prevenir crises, etc.;
- Entre diversas outras atividades que, em sua maior parte, está indiretamente vinculada às vendas.
É claro que toda empresa precisa de lucro para sobreviver e que lucro é obtido por meio das vendas. Entretanto, para nos diferenciarmos do perfil de “chefe de loja”, aquele que só quer vender mais e o mais rápido possível, precisamos mudar a nossa forma de pensar e das pessoas à nossa volta sobre como atingir os melhores resultados.
Realizar uma promoção que dê 50% de desconto ou colocar diversos anúncios podem trazer resultados em curto prazo, mas não sustentarão suas vendas. Marketing deve focar no que antecede (e também no que sucede) a venda, deve ser aquilo que prepara o caminho para que o fluxo de negociações esteja sempre acontecendo, com harmonia, credibilidade e estabilidade.
Bibliografia
KOTLER, Philip e KELLER, Kevin Lane. Administração de Marketing: a bíblia do marketing. 12ª edição. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007, p. 3-4.
DRUCKER, Peter apud KOTLER, Philip. Management: tasks, responsibilities, practices. Nova York: Harper and Row, 1973, p. 64-65.
Já ouviu falar na série de filmes curtas-metragens The Hire? Dizem que, apesar de o conteúdo de marcas ser produzido há muito tempo, o termo branded content foi utilizado pela primeira vez para descrever estes filmes – em 2001.
Foram filmes curtos, com cerca de dez minutos de duração repletos de ação e valores relacionados ao universo da marca. Mesmo tendo como protagonista o astro Clive Owen, contando com outros célebres nomes como Gary Oldman, Madonna e Mickey Rourke e diretores de peso como Ang Lee, John Woo e Tony Scott, o centro das histórias é o produto da marca. Qual marca? BMW, a fabricante de carros de luxo.
Em vez de adotar a velha fórmula da propaganda tradicional com seus comerciais de 30 ou 60 segundos, a marca investiu neste formato inovador, com liberdade criativa para contar histórias (sem ladainha enfadonha sobre a motorização, gadgets ou opcionais dos veículos).
Distribuição
Os filmes não foram exibidos nos cinemas (exceto no festival de Cannes, onde estrearam), nem na televisão. Foram veiculados apenas trailers que convidavam o público a assistir aos filmes no site da marca – uma grande sacada de crossmedia para a época.
Segundo Scott Donaton, em citação encontrada no blog Diário de um Redator, o formato de The Hire foi ousado ao inverter conceitos publicitários:
“Pedir que um consumidor busque por conta própria a mensagem publicitária, abra espaço para ela no hard drive do seu computador com o seu download e depois perca ainda mais tempo assistindo-a era algo pra lá de arriscado. A BMW ainda ia de encontro a outra vaca sagrada do negócio: para que os filmes tivessem a grandiosidade exigida, era necessário inverter as fatias do orçamento. Normalmente, um anunciante gasta 10% do seu orçamento para produzir os comerciais e 90% para distribuí-lo ao consumidor – comprando tempo de publicidade e espaço nas redes de televisão, revistas, jornais, outdoors e coisas do gênero. No entanto, para produzir os filmes com essa alta qualidade que fizessem jus ao alto padrão técnico e estético, a BMW teve de comprometer chocantes 90% do orçamento na produção. Com isso, sobraram apenas 10% para promover os filmes e atrair clientes em potencial para o seu site para baixar os filmes e assisti-los. Isso foi feito mediante comerciais em TV e jornais, mas também por meio de comerciais nos cinemas que imitavam os trailers de filmes.”
Buzz
A ação gerou mídia espontânea em grandes veículos de comunicação e muitos comentários entre o público, que recomendava e discutia a respeito dos filmes pela internet. Em apenas quatro meses, os filmes tiveram mais de 11 milhões de visualizações e, no ano seguinte, chegou a impressionantes 55 milhões. Até hoje, os filmes são assistidos diariamente na internet e continua a gerar mídia (este post é um bom exemplo, rs).
Versões em DVD foram distribuídas em concessionárias e encartadas junto com a revista Vanity Fair, mas foram tão procurados que se esgotaram rapidamente.
Resultados de The Hire
No ano de seu lançamento, 2001, a BMW teve um aumento de 12,5% em suas vendas, muito mais visitas às concessionárias do que no ano anterior e, nos dois anos seguintes, os números continuaram a aumentar.
A campanha foi considerada um grande sucesso, conseguindo vincular o entretenimento à marca, transmitindo os valores e conceitos em torno do produto e sem aqueles velhos medos de associar coisas negativas – como violência, sangue e morte, presentes nos filmes – à marca.
Assista aos “episódios” de The Hire
Outros cases que surgiram depois
- American Express: o comediante Jerry Seinfeld e o Super-Homem em curtos filmes de humor;
- Pirelli: John Malkovich e Naomi Campbell no curta-metragem “The Call”;
- Gatorade: releitura do clássico “Em Busca do Cálice Sagrado” (1975), do grupo Monty Python;
- Nike: “The Black Mamba”, com Bruce Willis, Danny Trejo, Kobe Bryant e dirigido por Robert Rodriguez;
- BMW: de volta ao branded content com o documentário “Activate the Future”;
- Mini: “Hammer & Coop”, uma série criada para promover o veículo Mini.
Fontes:
Há alguns dias, meu amigo Danilo Dias compartilhou, no Facebook, um link do site Catraca Livre que indicava o que eles apelidaram de “Dalí Digital”: um site cuja proposta é disponibilizar para consulta um vasto acervo do gênio Salvador Dalí, um dos surrealistas mais conhecidos do mundo. Você deve se lembrar, pelo menos, dos relógios derretendo no deserto, né?
Concordei com ele que a iniciativa e a facilidade de acesso (estão lá 130 obras para conhecermos) eram excelentes. Entretanto, a navegação na galeria do “Dalí Digital” deixa muito a desejar: parece que o site foi feito nos anos 90 de tão engessado e ineficiente que é.
Galeria de Arte 2.0
Para minha surpresa, semana passada pude conhecer outro projeto que une tecnologia e arte: o Google Art Project. Este, por sua vez, é o oposto do “Dalí Digital” em termos de navegação e apresentação. É que ele utiliza a mesma tecnologia do nosso querido, amado e odiado Google Street View (aquele que utilizamos para ver o telefone da pizzaria e para conhecer a fachada do lugar onde queremos e ir, mas que reclamamos por ter fotografado a nossa casa). Ou seja, podemos “andar” por diversos museus europeus e conferir as obras de arte em exposição. Em alguns casos, um botãozinho com o sinal de adição [+] aparece e, se selecionado, exibe uma imagem do quadro com resolução melhor e informações adicionais.
Se você fuçar e encontrar a saída do museu ainda poderá conhecer os arredores, pois o sistema do Art Project parece estar integrado com o sistema do Street View.
Clique aqui e conheça o Google Art Project
Vale a pena conhecer, indicar para os amigos e avisar aos professores de plantão!
Grasshopper é uma empresa que oferece o serviço de telefonia virtual para empreendedores. É como se fosse um PABX sofisticado e virtualizado: você escolhe um número, grava sua mensagem, adiciona extensões para departamentos (mesmo se a empresa for somente você, apenas para dar credibilidade), recebe chamadas encaminhadas em qualquer lugar onde estiver, põe chamadas em espera com musiquinha, recebe fax e mensagens de voz por e-mail. Mas não se empolgue: eles atendem apenas a América do Norte.
Então por que estamos falando sobre eles? Porque em 2009, quando os EUA passavam por dificuldades consequentes da crise econômica, eles produziram um vídeo muito bacana sobre empreendedorismo, para estimular as pequenas iniciativas que, juntas, fazem uma grande diferença na economia.
A seguir, você pode conferir o vídeo (alltype) em inglês e, mais abaixo, nossa tradução livre. Enjoy it!
Tradução livre da transcrição, por Atila Velo
Você se lembra de quando era criança e pensava que podia fazer qualquer coisa? Você ainda pode. Pois muito do que consideramos impossível é fácil de superar. Porque, caso você ainda não tenha percebido, vivemos num lugar onde uma única pessoa pode fazer diferença. Quer uma prova?
Olhe para as pessoas que construíram o nosso país (EUA): nossos pais, avós, nossas tias, tios. Eles eram imigrantes, recém-chegados, prontos para deixar suas marcas. Talvez tenham vindo com pouco dinheiro, ou talvez não tivessem nada exceto uma única e brilhante ideia.
Essas pessoas eram pensadores, fazedores, inovadores. Até que chegaram com o nome empreendedores. Eles (os empreendedores) mudam a forma como pensamos sobre o que é possível. Eles têm uma visão clara de como a vida pode ser melhor para todos nós, mesmo quando os tempos são difíceis.
Neste momento, é difícil ver quando nossa visão está tumultuada por obstáculos. Mas turbulência cria oportunidades para sucesso, realização, e nos estimula a descobrir novas maneiras de fazer as coisas.
Então, atrás de quais oportunidades você irá e por quê?
Se você é um empreendedor, você sabe que o risco não é a recompensa. Não, as recompensas são conduzir à inovação, mudando a vida das pessoas, criando empregos, impulsionando o crescimento e fazendo um mundo melhor.
Empreendedores estão por toda a parte. Eles cuidam de pequenos negócios que sustentam nossa economia; criam ferramentas que ajudam você a ficar conectado com amigos, família e colegas ao redor do mundo. E estão encontrando novas maneiras de ajudar a resolver os problemas mais antigos da nossa sociedade.
Você conhece um empreendedor? Empreendedores podem ser qualquer pessoa, até mesmo você. Então agarre a oportunidade para criar o emprego que você sempre quis. Ajude a curar a economia, faça a diferença. Leve o seu negócio a novos patamares.
E o mais importante: lembre-se de quando você era criança, quando tudo estava ao seu alcance, e então diga a si mesmo, com a voz baixa, mas com determinação: “tudo ainda está”.
Que modelo de negócios apresenta mais potencial: da Ferrari ou das Casas Bahia? Por mais que o segmento de luxo também esteja num momento positivo, a maior base de consumidores no Brasil está no meio do losango social. Losango?
Sim, uma pesquisa da Cetelem BGN revelou que não temos mais uma pirâmide social no Brasil, em que a base é composta pelos mais pobres, nem mesmo uma pirâmide invertida, com as classes D e E no topo mais largo, dominando o consumo. O que temos agora é um losango, ou seja, a classe C, localizada no centro da forma geométrica, representa 53% da população brasileira, com 101 milhões de pessoas. E do ponto de vista econômico, ela é superativa.
Meio digital na classe C
No meio digital, os dados são impressionantes, com o crescente aumento do acesso à informática (assista ao vídeo abaixo), à banda larga e tevê paga, e também aos smartphones – inclusive com plano de dados. O tráfego de dados móveis no Brasil deve quadruplicar nos próximos quatro anos, devendo-se muito mais à ascensão da classe C do que à nova cultura dos tablets.
Do total de usuários de celular no Brasil, 54,9% são da classe C. Entre os 101 milhões de pessoas da classe C, 66% têm aparelhos que conseguem acessar a internet, entre computadores, celulares e laptops.
Juventude popular e economicamente ativa
Renato Meirelles, do instituto de pesquisas Data Popular, afirma que é preciso superar algumas barreiras culturais se quisermos direcionar nosso negócio a este público. Muitas marcas não querem ser reconhecidas como populares, não se aproximam do público, não conhecem a cultura e a vida dessas pessoas e, por isso, acabam errando em suas estratégias.
Mas será possível ignorar a classe C, sendo que ela representa 80% dos internautas e responde por 76% do consumo no País? Percentualmente, o acesso à internet tem maior penetração nas classes A e B, mas em quantidade total a C já domina a grande rede.
Renato também destaca que, nas classes populares, os mais jovens têm mais influência, pois 68% deles estudaram mais do que seus pais, fazendo com que tenham mais conhecimento, influência nas compras e facilidade para obter melhores salários.
E você, vai de Ferrari ou de Fiat?
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Profile
Summary
Gosto de dizer que meu trabalho é sustentado por três bases: a liberdade e potencial de inovação da criação publicitária, os sólidos conceitos de marketing e um profundo amor pela internet.
Escutamos exaustivamente nos últimos anos que a internet vem conquistando a atenção do consumidor e a verba publicitária, transformando a forma como consumimos e nos relacionamos. Especialistas comentam que a criação de conteúdo relevante e um bom trabalho nas mídias sociais são as formas mais eficientes para engajar consumidores, conseguir novos clientes, criar valor para a marca e até mesmo aumentar as vendas. Esse é o meu trabalho.
Já estive em projetos de marcas como Globo, Kiss FM, Instituto Mauá de Tecnologia, Koleston, Curriculum.com.br, Universidade Cruzeiro do Sul, Hypermarcas, FEI, Salvador Bus, ACSP, Prosini, Dr. Scholl's, entre outras.
Conhecimento das principais mídias sociais (Twitter, Facebook, Orkut, Flickr, YouTube, blog em WordPress, Blogger, entre outros) e internet em geral (SEM, campanhas digitais, links patrocinados, navegabilidade, arquitetura da informação, tendências da web, analytics, design, etc.).
Experience
- Jul 2010 - PresentMídia Social / UseBrainz
- Mar 2010 - PresentMídia Social / Instituto Mauá de Tecnologia
- Oct 2009 - PresentMídia Social / Kiss FM
- Sept 2009 - PresentMídia Social / Universidade Cruzeiro do Sul
- Jul 2008 - PresentWebwriter / Orange Design
- Apr 2008 - PresentDiretor de arte freelancer / Salsanova
- Sept 2007 - PresentDesigner Gráfico / Editora Grupo Gerência
Education
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2004 - 2007FAENAC
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Ê, Brasil. Infelizmente, é Brasil.

O melhor jeito de descontar a raiva, é escrevendo, não tem outro jeito, então lá vai…
Hoje, assim que entramos no Congresso, disse pro Guga ( nosso produtor ): Depois de sair daqui tem que tomar banho de sal grosso, o ambiente é muito pesado.
Mal sabia eu…
Eu gosto de fazer matéria em Brasília,…
“Esta vila é um refúgio, próximo à capital de SP, linda e inesquecível. Construções rústicas e antiquíssimas, museus (destaque para o ferroviário, da antiga São Paulo Railway), comida caseira, neblina,…”
“Revolver, 1966. Great album. Can’t say it is their best one, because all of them are best! \o/”
36 others are also listening to The Beatles on GetGlue.com
Blog, com bastante conteúdo, da loja virtual de perfumes e cosméticos Sépha. Investir em branded content é mais do que recomendável, mas a modelo da foto ilustrativa não está anoréxica, não? o.O

Um novo acordo global, ACTA, poderá permitir que as corporações policiem o que fazemos na Internet. Na última semana, conseguimos, com sucesso, adiar os projetos de lei de censura nos EUA - se agirmos agora, poderemos fazer o Parlamento Europeu enterrar esse tratado - Inclua sua voz!
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Leia mais sobre o ACTA:
- ACTA: poloneses vão às ruas protestar contra acordo antipirataria (Terra Brasil)
- http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0„OI5575829-EI12884,00-ACTA+poloneses+vao+as+ruas+protesta+contra+acordo+antipirataria.html
- Se você achava que SOPA era ruim, espere até conhecer o ACTA (em inglês) (Forbes)
- http://www.forbes.com/sites/erikkain/2012/01/23/if-you-thought-sopa-was-bad-just-wait-until-you-meet-acta/
- ACTA vs. SOPA: Cinco razões pelas quais o ACTA é a ameaça mais assustadora para a liberdade na Internet (em inglês) (IB Times)
- http://www.ibtimes.com/articles/286925/20120124/acta-sopa-reasons-scarier-threat-internet-freedom.htm?cid=2
- O tratado secreto: ACTA e seu impacto no acesso a medicamentos (em inglês)
- http://www.msfaccess.org/content/secret-treaty-anti-counterfeiting-trade-agreement-acta-and-its-impact-access-medicines
Agora tem gadget até para a tiazinha da limpeza. Eu achei fantástico!
Leia mais sobre o Hom-Bot da LG clicando aqui.
Social Media Revolution 2011
Dados atualizados sobre o fenômeno das mídias sociais pelo mundo.
Muitos profissionais de webwriting (os webwriters) defendem a teoria da pirâmide invertida. É uma estratégia de distribuição de conteúdo relevante ao longo do texto, de forma decrescente. Recomenda começar com o conteúdo mais interessante a partir do lead (olho), continuar no texto e finalizar com informações complementares, secundárias.
É uma teoria esperta. Se o começo do texto não for cativante, o leitor não terminará a leitura. Além disso, antes de ler, muitas pessoas apenas “passam os olhos” pelo texto, começando pela parte superior esquerda. Lá devem estar argumentos e palavras-chave para despertar interesse pelo conteúdo.
Minha única ressalva é: não leve esta recomendação da pirâmide invertida ao extremo. Guarde uma ou duas cartas na manga para jogá-las no meio e no final do seu texto. Um vídeo, uma imagem, uma citação, uma seleção de links para saber mais ou mesmo um detalhe interessante podem fazer este papel no final do texto. Lembre-se da estrutura básica da redação: ela precisa ter um fim e, se não for um grand finale, certamente frustrará os leitores.
Seja conciso e vá direto ao ponto, entregue o ouro rapidamente para ganhar a atenção, informar e cativar seu leitor. Entretanto, guarde algumas boas moedas ou outras preciosidades para o final, mesmo que isso demande mais trabalho (pesquisa, pauta). O seu leitor agradecerá!
A melhor propaganda de leite de TODOS OS TEMPOS.
Uma maravilha de criação publicitária.
O incrível conceito, criado pela agência Lowe para esta marca líder de mercado no Vietnã, é de que “vacas felizes dão leite mais fresco”.
Uau! Merece Cannes! #NOT
Faltam apenas 10 episódios para eu terminar a série. Já estou com saudades… Engraçada esta relação que desenvolvemos com os personagens, que parecem continuar vivos em nossa imaginação!
Me pergunto como é possível acreditar nisso. Como diria Al Jourgensen, “Lies Lies Lies”.
Simetria - uma interessante experiência visual cheia de paradoxos e conceitos contrastantes.
This is a Tumblr Cloud I generated from my blog posts between Dec 2008 and Apr 2011 containing my top 25 used words.
Top 5 blogs I reblogged the most:
Não sou um ávido leitor de VIP, mas estou com a impressão de que ela não era assim antes. Depois do lançamento da revista ALFA, também pela editora Abril, parece que eles transformaram a VIP numa revista para o homem inseguro, que precisa ser orientado, tal qual fazem com as mulheres nas revistas Nova, Atrevida, Gloss, Claudia, entre outras. Concorda ou estou equivocado?
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