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@arianefreitas

rock'n'roll, literature, journalism, marketing & photography.

[social media @ polvora! comunicação]

aka @lovemaltine & @hatemaltine.

Profile

Ariane Freitas

Social Media at Polvora! Comunicação
Media Production | São Paulo Area, Brazil, BR

Experience

  • Aug 2009 - Present

    Social Media / Polvora! Comunicação

    Responsável por monitoramento, mapeamento de discussões e comunidades e divulgação de conteúdo (seeding) relacionado às campanhas atendidas em redes sociais; acompanhamento de Casting para eventos, redação de textos (produção de conteúdo) e posts, alimentação de planilhas e relatórios com os dados para controle da repercussão de campanhas.

    Contas e campanhas já atendidas:
    Engenharia Que Transforma (Instituto Mauá de Tecnologia), Mamie Bella (O Boticário), Meu Milhão (Link Trade), Espalhe a Beleza do Natal (O Boticário), Por Dentro do Nove de Julho (Hospital 9 de Julho), Da Sua Conta (TCM-CE), Programa de Trainees (Coca-Cola FEMSA), Secrets Collection (O Boticário).
  • Nov 2008 - Present

    Owner / Vitroleiros

    Idealização e criação do site, montagem da equipe, fotografia, redação e edição de posts.

Education

  • 2008 - 2011

    Faculdade Cásper Líbero

    Jornalismo
  • 2008 - 2011

    Universidade de São Paulo

    Letras

Additional information

Websites:
Interests:
technology, social media, music, literature, digital photography, singing, playing the guitar, networking, news, comunication, writing, acting

Posts

  • July 26, 05:19 PM

    Travesseiro

    Shared by ariane freitas
    é.

    Eu estava acostumado a acordar com apenas seu travesseiro ao meu lado. Minhas manhãs eram sem você, mas o fato dele estar ali me dizia que você iria voltar. Não se deixa um travesseiro em cima da cama se, em pouco tempo, alguém não for utilizá-lo. Eu acordava sem você mas sabia (e lembrava) que de noite você sempre estaria ali.

    Hoje não. Quando acordei e percebi que você não estava, procurei por seu travesseiro, em vão. Não tê-la todas as amanhãs pareceu muito menor do que não ter seu travesseiro.

    A ausência dele era a ausência da certeza que você voltaria. O travesseiro é a nossa âncora. Onde ele repousa, é ali que confiamos repousar. Sem ele, não há você.

    Ao acordar sem seu travesseiro, acordei sem onde repousar.

    (Louback

    é.
  • July 26, 10:14 AM

    Nike Celebrates Big Butts, Again!

    Nike has revived the 2005 ad campaign that shows appreciation to the women with a larger posterior. The old advert showed just the booty for the most part but they’re back with a full body shot of a model on this one. Which one do you think is better?

    My Butt is Big
    and round like the letter C
    and ten thousand lunges
    have made it rounder
    but not smaller
    and that’s just fine
    it’s a space heater
    for my side of the bed
    it’s my ambassador
    to those who walk behind me
    it’s a border collie
    that herds skinny women
    away from the best deals
    at clothing sales
    my butt is big
    and that’s just fine
    and those who might scorn it
    are invited to kiss it
    Just do it

    The Original from 2005


    [Rizoh]

  • July 26, 04:49 PM

    2010 Tour de France - part II

    Shared by ariane freitas
    <3
    The 2010 Tour de France cycling race is now over, with Spain's Alberto Contador claiming his third win in Paris yesterday. Andy Schleck of Luxembourg finished 39 seconds back, and seven-time tour winner Lance Armstrong finished 23rd in his final Tour de France. This 97th running of the iconic race started in Rotterdam with 198 riders in 22 teams of nine, and finished yesterday, 3,642 km (2,263 mi) later in Paris, France on the Champs-Elysees. Collected here are a handful of images from the second half of the race - see part I for earlier photos. (41 photos total)

    The pack ride past sunflowers during the 184.5 km 14th stage of the 2010 Tour de France between Revel and Ax-Trois-Domaines, southern France in the Pyrenees region on July 18, 2010. (JOEL SAGET/AFP/Getty Images)




    Lance Armstrong - Paris - Andy Schleck - Tour de France - Luxembourg <3
  • July 26, 04:47 PM
  • July 26, 08:19 AM
  • July 20, 06:44 AM

    A thing of beauty in the making




    O grande efeito pernicioso do cativeiro prolongado é a habituação. Uma mansa e insidiosa infiltração do mal, que acaba por tender a confundir-se com a própria pele. O exercício da libertação tem muito que se lhe diga. Não se volta simplesmente a ser dono do próprio tempo. Antes, há ainda o pânico de ter, subitamente, e de novo, o poder da escolha sobre a inutilidade dos afazeres. O corpo ainda não está inteiramente desintoxicado. Mas faremos a cura em pequenos passos. Prescrições intensas de música, sol, mar, cinema, livros, amigos, amor. Aos poucos, aprende-se a desaprender tudo o que dói. E dói menos. Dói diferente. Os meus planos para dominar o mundo continuam em crescimento. O verão há-de ser o meu reino.




    ..~*~..




    a minha vontade era começar todos os meus posts com esta fotografia da Marylin.





  • July 26, 10:34 AM

    volver

    Shared by ariane freitas
    (com as marcas já fico feliz)
    joga em mim tudo o que você tá sentindo em um ônibus em movimento e depois passa por cima e embaixo de mim a noite inteira depois fica dentro de mim no avião e permanece inteiro dentro do táxi até eu chegar em casa e contar as marcas que você me deixou escovar os dentes e pacientemente esperar você voltar pra mim.
    (com as marcas já fico feliz)
  • July 26, 09:25 AM

    Eminem diz que recebe ligações de Elton John toda semana

    Eminem contou em entrevista à revista "Spin" que recebe ligações de Elton John toda semana. O rapper afirma que John tem lhe dado apoio em sua reabilitação e lhe telefona regularmente para saber como ele está. Eminem diz que a longa vivência de Elton John no mundo do showbiz fez com que ele entendesse a sua situação de dependência de drogas. "Ele me dizia que eu começaria a ver coisas que eu estava ignorando nos últimos tempos e ele tinha razão", conta o rapper. "Eu andava e percebia 'Nossa, aquela árvore é incrível, olha todas essas folhas'". Leia mais (26/07/2010 - 08h55)
  • July 25, 11:51 PM
  • July 26, 07:04 AM

    voluptuous dolls

    Shared by ariane freitas
    melhores barbies


    (via karminaburana)

    melhores barbies
  • July 26, 07:02 AM

    Better Days

    Shared by ariane freitas
    bom dia, segunda-feira. :~

    Babee postou um cover bem foda dessa pérola no melhor blog de música brasileiro, o Boo Monster Bop. E eu fiquei obcecado, nunca tinha percebido a beleza e a fodeza de um modo geral desse disco do Nash e, particularmente, dessa música. Demais, demais. Curtam:

    O vídeo foi bloqueado no YouTube por infração de copyright, então fiquem com o cover que é bem bom e, na hora de comprar o disco, prefiram o tributo ao original.

    bom dia, segunda-feira. :~
  • July 25, 10:28 PM

    he was

    .

    se atrasa de propósito para não ver a fatia de torta de morango e creme sobre a mesa da confeitaria onde estou almoçando às cinco e meia da tarde, diz que na sexta bebeu sozinha em seu apartamento até apagar e que decidiu tirar os dois pés do abismo da criação, a rotina de trabalho é um santo remédio, e tem sonhado com a personagem do meu romance, o índio, mesmo sem ter passado da terceira página naquele dia no sofá desconfortável da minha sala frugal (o personagem usando a máscara de madeira só aparece na página doze), o rio não combina com organização e parece razoável ir ficando cada vez mais violenta, sim, mais e mais a cada ano, sei que estou velho demais para alguém da sua idade, essa é a parte engraçada (como é engraçada a sacola cheia de camisinhas todas diferentes que fica escancarada ao lado da sua cama de mocinha prodígio), ah, o que eu não daria por uma trilha sonora do queen, a versão mais gay da letra mais ingênua que houvesse, e uma platéia inteira rindo de nós, por um filme decente neste mês de lançamentos programados especialmente para as férias colegiais no momento exato em que você diz que nos imagina aos domingos no escuro do cinema, um apertando a mão do outro com toda delicadeza – e garanto que está tudo bem: somos dois rostos a menos antes dessa lua indecente sumir do céu, antes de eu voltar pro quarenta e quatro e colocar as garrafas de espumante que sobraram da quinta-feira na salinha de lixo seco do prédio e procurar somebody to love no youtube, deixar tocar a todo volume, ligar o celular depois de quase trinta horas carregando na tomada do banheiro, dois rostos a menos antes da asfixia, dos prazos de validade, do fim dos teus vinte e três anos, da última lâmpada no jardim da zero zero no baixo gávea, antes de tudo que é improvável e cruel cansar e retornar ao seu normal

    .


    Filed under: fuga
  • July 25, 08:26 PM


  • July 25, 02:52 PM
  • July 25, 08:39 PM

    frase do dia

    i'm not telling
    you it is going to
    be easy, i'm
    telling you it's
    going to be
    worth it.
  • July 25, 07:13 AM

    Fui cego

    Chegada a altura de confessar os seus crimes, o cobarde engoliu a saliva que o impedia de falar e proferiu uma frase que contrariava todo o seu pensamento: «Tenho sido cego mas agora vejo-te mais bela do que nunca.» Os cobardes possuem a notável capacidade de se anularem para sobreviverem.

  • July 25, 08:18 PM

    Photo

    Shared by ariane freitas
    sim


    sim
  • July 25, 12:38 PM
  • July 24, 03:45 PM

    Gi_de_Gisele

    disfarço coração partido com pornografia

  • July 24, 01:11 PM

    respostas a perguntas inexistentes (99)

    As paixões não têm todas a mesma duração. Há paixões de anos, meses, semanas, dias e até de poucos minutos ou segundos. A intensidade da paixão não tem nada a ver com a sua duração, embora normalmente as características de cada uma dessas paixões sejam diferentes.
    Posso apaixonar-me pela mulher que passa por mim na rua, e essa é uma paixão de dois ou três segundos. Posso apaixonar-me pela mulher que está a acampar mesmo em frente à minha tenda num Verão qualquer, e essa é uma paixão de alguns dias. Posso estar apaixonado pela mulher com quem vivo e essa é uma paixão de anos ou até de uma vida inteira.
    O problema das paixões é que elas às vezes nos fazem confusão. Uma paixão de dois segundos pela mulher que passa por nós na rua é um ruído de fundo na paixão de uma vida. Pode ser um ruído de fundo de apenas dois segundos mas ainda assim um ruído.
    Das poucas coisas que aprendi na vida acho que esta foi uma das mais importantes. Foi o que me ajudou a eliminar esse ruído de fundo da paixão de uma vida inteira.

Posts

  • July 29, 02:18 PM

    Filha de Madonna lança linha de roupas

    Lola (também conhecida como Lourdes Maria), a filha da diva pop Madonna, uniu-se à rede de fast-fashion Macy’s para criar uma coleção de roupas e acessórios. A tal coleção se chama “Material Girl” e estará nas lojas a partir do dia 3 de agosto. Nada de errado em adolescentes desenhando roupas para grandes marcas, mas as criações de Lola parecem indicar que ela não consegue se desligar da aura gigantesca da mãe.

    Começando pelo nome, Material Girl, que é uma das mais famosas músicas de Madonna. E depois, se analisado o lookbook da coleção – com a atriz Taylor Momsen -, vemos que as roupas são praticamente cópias do que a rainha do pop usava nos palcos na década de 80. Acho que está na hora da pequena Lola buscar uma identidade própria, se isso for possível…

    Enfim, fica a Material Girl original pra vocês curtirem.

  • July 23, 10:28 PM

    #ficadica: Coleção Beatles e Sorteio de LP do Yellow Submarine no TMDQA!

    Tá entediado? Cansado? Procurando novidades? Querendo algo que encha os olhos? ACHOU. Nosso vizinho e parceiro Tony Aiex, que tem mais discos que amigos, contou no blog esse mês a história da coleção de vinis importados dos Beatles que herdou do pai. Pra celebrar o especial, que tem detalhes sobre os 13 discos e mais de 300 fotos exclusivas, ele está sorteando um LP de “Yellow Submarine”. Até domingo (25/7), dá pra participar e tentar levar o vinil bonitão pra casa. É só seguir o usuário @mdiscosqamigos no Twitter e twittar a seguinte frase:

    Eu quero esse LP dos Beatles, @mdiscosqamigos !! http://migre.me/YfgY

    Você pode tentar quantas vezes quiser.

    Curtiu? Mais legal que a promoção, só mesmo o especial do Tony. Corre lá no TMDQA dar uma olhada e depois conta pra gente o que achou. Os links estão aí embaixo. =D

    Especial The Beatles no Tenho Mais Discos Que Amigos!
    Parte 1 | Parte 2

    (ps: estou com uma invejinha booooa dessa coleção. faz parte, né? )

  • July 23, 03:54 PM

    Quer um Rock inovador? Conheça o Jamirulus


    LISTEN:


    Pessoas com seus 20 e tantos anos, um pouco mais, um pouco menos, podem se sentir perdidas quando ligam o rádio e ouvem as músicas que estão nas paradas nestes últimos anos e meses. Três tipos definem: pop rock emo/“colorido”, black music e Lady Gaga.

    Quando ouvi o som do Jamirulus, aquela esperança de buscar algo bom e diferente que não fosse restrito a um público de pseudo cults ou excêntricos musicais, que parecia ter morrido, veio à tona de novo.

    “O Jamirulus é uma banda com a energia do pop, o peso do rock e o groove do funk. A proposta da banda é inovar o cenário musical atual do Brasil, com um estilo diferenciado mas sem deixar o gosto popular de lado”, conta Simba, o guitarra do Jamirulus.

    Sete anos de banda. É um tempo longo suficiente para saber exatamente como agradar ao público. Os simpáticos e talentosos integrantes da banda desta #Entrevista são:

    Bruno Geddy – Vocal
    Leandro Piru – Baixo
    Yuri – Teclado e Guitarra
    Simba – Guitarra
    Don Boccalini – Bateria

    O primeiro álbum do grupo, denominado “54” está previsto para ser lançado no mês de agosto de 2010. O disco já foi gravado e está sendo finalizado em fase de mixagem. Os garotos prometem que logo menos estará disponível no site www.jamirulus.com.br, junto com um clipe novo.

    E neste fim de semana, nos dias 24 e 25 de julho, os caras vão tocar em Carapicuíba num evento de bandas independentes e domingo no evento da rádio Metropolitana no Itaim Paulista, zona leste de São Paulo.

    CONFIRA A #ENTREVISTA:

    Como a banda começou?

    O Jamirulus existe desde 5 de abril (05/04 – para quem não sabe, 54 é intitulado o nome do nosso priemiro álbum) de 2003, quando os amigos Leandro (Piru) e Phillip (Simba) começaram a fazer aulas de baixo e guitarra respectivamente, e o irmão de Piru, Guilherme (Don) começou a estudar bateria e decidiram montar uma banda. Vizinho de Piru, Daniel Broetto assumiu o posto de vocalista e um amigo de infãncia de Simba e Piru Carlos “Toss”, a outra guitarra. Estava formado o Jamirulus Anos mais tarde, por escolha própria, os membros Daniel e Carlos deixaram a banda e entraram Yuri Blackhammit na guitarra e teclados e seu colega de conservatório Bruno Geddy nos vocais. Formação atual da banda.

    Quais são as influências do Jamirulus?

    Nossas influências são todas possíveis, do pop ao rock, da MPB ao jazz e por aí vai: Red Hot Chili Peppers, Rush, Guns ‘n Roses, Charlie Brown Jr, Talisman….

    De onde veio o nome diferente e curioso da banda?

    Jamirulus veio de uma brincadeira entre Simba e Piru com uma amiga de escola que apelidamos de Jamirulus Octavius (antigo nome da banda). Pra ficar mais fácil deixamos só Jamirulus. Existe, inclusive, na internet e no nosso site, um vídeo nosso no CQC respondendo a essa pergunta no top five, graças a “brilhante” explicação do baixista. (risos)

    >>> Assista à explicação (…) que o baixista Piru deu sobre o nome Jamirulus ao CQC, programa da TV Bandeirantes:

    Contem sobre a participação de vocês em programas eventos.

    Além de programas de internet, aparecemos pela primeira vez no programa On Stage em guarulhos. Era um programa para bandas independentes que queriam dar uma divulgada no material, também tivemos a participação no programa Lu na TV (de onde foi tirado o video que foi pro Top Five do CQC) e tivemos uma breve aparição no programa do Jô Soares num cartaz anunciando o Manifesto Rock Fest (festival organizado pelo Piru com o Manifesto bar) onde apareceu nossa foto como banda de encerramento do evento que teve menção pelo Jô. Temos que agradecer, e muito, à banda Capital Inicial, pois no dia 1º de maio de 2010 tivemos a oportunidade de tocar com eles e sem dúvida foi uma experiência incrível.

    Para ganhar fama e notoriedade no mundo da música, é necessário ter Q.I. (quem indica) e “padrinhos”?

    Para ser reconhecido ter contatos e “padrinhos” é muito importante. Não nos lembramos de uma banda que ficou muito famosa sem ajuda de grandes produtoras ou gravadoras ou dinheiro para investir na divulgação de imagem. Nós do Jamirulus, como nossas letras dizem, acreditamos também em perseverança, acreditar nos seus sonhos, lutar, correr atras e fazer acontecer. Isso para nós é o principal, além do talento musical. Acreditamos que o cénario musical está sempre mudando. As bandas ditas como “coloridas” vieram talvez por abordar temas mais jovens, ou o modo como se vestem não sabemos dizer ao certo, o mundo musical é absurdamente vasto. O Jamirulus não é uma banda colorida e quer tentar trazer um estilo novo para os jovens e adultos do mundo inteiro.

    Na opinião do Jamirulus, existe ajuda entre as bandas menos divulgadas pela mídia que fazem parte do cenário independente?

    No cenário independente existe sim mais ajuda entre as bandas. Todas as bandas independentes deveriam pensar dessa forma, assim todos chegaremos juntos ao lugar mais alto.

    O Jamirulus indica alguma banda para quem está a fim de novidade?

    Estamos fazendo shows juntos com a banda LYS, parceiros de longa data com um som de primeira qualidade.

    Youtube

    Site Oficial

    Fotolog

    @jamirulus54

    Orkut

    Facebook

  • July 23, 01:06 PM

    Trilha internacional

    Roney Giah pode ser um nome novo para muita gente, mas tem mais de 20 anos de estrada, muita bagagem e história para contar. Seu apuro técnico e o caminho que percorreu o levou a poder transmitir uma arte cem porcento pessoal, já que é ele mesmo que se empresaria.

    O cantor e compositor brasileiro começou a estudar música formalmente aos seis anos de idade. De lá pra cá fez diversas aulas e cursos incluindo no currículo o Musicians Institute of Technology em Los Angeles e o Instituto de Áudio e Vídeo em São Paulo. Seu reconhecimento nacional veio com o primeiro CD, Semente (1997), com o qual concorreu aos prêmios Sharp e Visa e conquistou segundo lugar no Festival Berklee/Souza Lima. Alguns anos depois, em 2005, surgiu o álbum Mais Dias na Terra, que durou seis anos para ficar pronto. Pré-selecionado na edição de 2006 do Latin Grammy e do Prêmio TIM de Música, o álbum acompanhou internacionalização da carreira de Roney.

    Lá fora, já recebeu Menção Honrosa no Billboard World Song Contest e no The John Lennon Songwriting Contest, com curadoria de Yoko Ono. Participou da trilha sonora do filme No Pain, No Gain e assinou contrato com a gravadora inglesa Astranova Records, pela qual lançou uma espécie de coletânea, o Yesterday’s Tomorrow. Também foi indicado, recentemente, à edição de 2010 do festival The Musicoz Award e faz parte do Jingle Punks. Voltando à terra tupiniquim, o clipe de “Few People Laughing” foi incluído no início de julho na programação da MTV.

    Neste sábado 24 de julho, Roney fará o único show do ano por aqui. Lançamento do seu último CD Queimando a Moleira e gravação de DVD, a apresentação será no Grande Auditório do MASP (Av. Paulista, 1578, São Paulo), acompanhado pelos músicos da The Pop Chamber Orchestra. O show tem ingressos a preços populares (10 reais!) e também contará com a participação da Perseptom Banda Vocal.

    O álbum que será apresentado traz uma faceta mais tranquila de Roney Giah. Com menos traços da música brasileira – mas sem perder a identidade com a terra natal – o cantor leva melodias mais voltadas para o pop. As dezoito (!) músicas autorais de Queimando a Moleira variam entre ritmos calmos e animados, mas sem perder a sonoridade tranquila.

    Alguns instrumentos clássicos se juntam à voz e violão de Roney, como piano, baixo acústico, acordeom, violoncelo e clarinete. Curiosamente misturados, não chegam a parecer uma orquestra, mas dão às canções um toque de naturalidade. O som pode ser aproximado do chamber pop, estilo parecido com o baroque pop inglês dos anos 60 que adicionou, pela primeira vez, os instrumentos clássicos ao pop e rock. Mas vai além e dialoga com diversas influências, praticamente inumeráveis, do pop à bossa nova. O álbum também tem uma temática leve de romance e faz, algumas vezes, uma certa graça.


    Você vem de um histórico de estudo musical desde cedo na vida. Como isso ajudou ou influenciou no seu trabalho enquanto artista?

    Em tudo. Quanto mais se absorve, mais tem resultado no seu produto cultural. Quanto mais bebo do universo da música, mais ecoa na obra. Vejo o que eu faço e estudei como uma coisa só, como alimento e digestão, não são separados.

    E na inspiração?
    Depende, divido em setores. Tem o que eu vou falar, o tema, que percebo no dia-a-dia. Se estou numa padaria, o que escuto, o que passa no jornal, conversas também viram temas que fico atento para. E outra coisa é a inspiração musical, que para mim vem primeiro [antes da letra]. Sonho muito com melodias e acordes. E, depois dessas ideias, a temática depende de anotações diárias de temas que quero abordar. Faço um quebra-cabeça.

    Você é reconhecido lá fora, tendo recebido inclusive menção honrosa em prêmios importantes e lançado CD com gravadora inglesa. Você sente a diferença na recepção da sua música lá fora e no Brasil?
    Eu sinto. [risos] É uma coisa que eu acho importante ressaltar entre a cultura deles e a nossa. Cultura para eles é monstruosa financeiramente e deveria ser assim no Brasil, mais que borracha e laranja. Não se dá a devida importância financeira e, não é só isso, é cultural, política. E lá [fora], eles tem tudo isso. Não é só interesseiro, é muito mais sofisticado, tem o lado financeiro mas ele está sempre acoplado à importância da cultura e da manutenção da cultura. Percebo isso neles mais evidente do que em nós e isso reflete no dia-a-dia, na atenção, no carinho, na prontidão, nas ofertas e respostas, tudo feito com muito cuidado. Aqui está em desenvolvimento, tem um certo despreparo para lidar com um mercado deste tamanho.

    Quais são seus objetivos daqui pra frente? Tem essa de querer ampliar seu público no Brasil?
    Meu objetivo agora é cumprir os cronogramas. Por conta da velocidade com que tudo está acontecendo é tudo muito a curto prazo. Farei o show este sábado, gravando DVD, no segundo semestre vou divulgar meu CD [Queimando a Moleira] em Londres e Nova York. O próximo disco, Co’as Goela e Tudo, já está pronto. [Será lançado por aqui no começo de 2011.] Enquanto tô lá fora, vou aproveitar para gravar com a minha gravadora [inglesa] Astranova meu primeiro disco todo em inglês para o final de 2011. E será uma delícia porque vai ser um sonho de infância: a gente vai gravar na Abbey Road.

    Este seu disco, Queimando a Moleira, tem mais de pop e melodias mais tranquilas do que alguns trabalhos anteriores. Dá pra dizer que é resultado de amadurecimento musical? Novas experiências? Ou há uma gama de novas influências neste? O que causou o som mais tranquilo?
    Tudo isso. Tem maturidade, mas estou sempre inovando. Sou um fã assíduo desta postura a la David Bowie de nunca saberem o que você vai lançar. O próximo disco é inteiro a capella, por exemplo, eu e uma banda inteira no vocal imitando instrumentos com a boca nas minhas músicas. É também uma forma de surpreender. Mas acho que neste processo de surpreender constantemente, estar sempre trabalhando e os anos vão passando, obviamente ganha-se maturidade. Você vai se transformando no processo. Quero, inclusive, é me surpreender.

    Você cuida da sua própria carreira?
    Cuido, sem dúvida. Depois de 20 anos de carreira tenho grandes parceiros, essencial para a saúde da carreira, mas a organização geral são planejados por mim mesmo.

    Quais são os pontos positivos e negativos?
    Positivo é a liberdade, é impagável fazer um CD do jeito que eu quis, do jeito que estava na minha cabeça. O lado negativo é o tempo. É muito tempo de trabalho, consome do tempo que seria utilizado para o artístico, ter mais composições, etc. Mas hoje eu penso que tudo é um processo criativo, então, nos problemas diários e administrativos, acho que estes momentos são também um exercício de criatividade.

    Vai lá: Roney Giah & The Pop Chamber Orchestra, 24/07 às 20h30 – Grande Auditório do MASP – R$ 10 – Única apresentação.

  • July 21, 12:03 PM

    #ficadica: RECOVERY, Eminem

    Quem ainda não ouviu precisa dar uma chance. Recovery, o último álbum do rapper Eminem, foi lançado há um mês e já emplacou hit #1 no top americano por três semanas consecutivas: Love The Way You Lie, com a colaboração de Rihanna. Até agora, é o disco mais vendido do ano, com 741 mil cópias só na primeira semana nos EUA. No total, já ultrapassou um milhão e meio de cópias vendidas e tirou a indústria musical do limbo em que se encontrava no início de 2010.

    Além de Rihanna, há faixas com a participação de P!nk, Lil Wayne e Kobe — e também um trecho mágico de Changes, do Black Sabbath. Nas letras, o Eminem que todos conhecemos. Nem preciso dizer pra não esperar menos que TRANSTORNO, não é? Porque é disso que todo mundo gosta. Só pra constar: não chega a levar o posto de melhor disco do rapper, mas concorre fácil.

    Rapidinhas

    dar uma opiniãozinha não mata, né?

    Uma faixa: Going Through Changes

    Um clipe: Not Afraid

    Um hit: Love The Way You Lie

    Um escorregão: Won’t Back Down, com Pink

    Recovery, Eminem

    Tracklist

    1. COLD WIND BLOWS
    2. TALKIN’ 2 MYSELF FEAT. KOBE
    3. ON FIRE
    4. WON’T BACK DOWN FEAT. P!NK
    5. W.T.P.
    6. GOING THROUGH CHANGES
    7. NOT AFRAID
    8. SEDUCTION
    9. NO LOVE FEAT. LIL WAYNE
    10. SPACE BOUND
    11. CINDERELLA MAN
    12. 25 TO LIFE
    13. SO BAD
    14. ALMOST FAMOUS
    15. LOVE THE WAY YOU LIE FEAT. RIHANNA
    16. YOU’RE NEVER OVER

    Mais informações: Página do álbum na Wikipedia (en)

  • July 19, 09:41 AM

    Movimento e instrumento: Hans Zimmer

    Qual é a semelhança entre os filmes O Rei Leão (1994), Gladiador (2000), Pearl Harbor (2001), Piratas do Caribe (2007) e Hanibbal (2001)? Hans Zimmer. Compositor e produtor musical, Zimmer é o responsável por diversas trilhas sonoras cinematográficas de sucesso, além das citadas no início do parágrafo.

    Hans Florian Zimmer nasceu em Frankfurt, na Alemanha, e começou sua carreira como um simples tecladista de bandas. Em Londres, conheceu o compositor Stanley Meyer, com quem aprendeu e compôs. Através de Meyer, Hans Zimmer se lançou no cenário musical, misturando, com certa peculiaridade, arranjos instrumentais com música eletrônica. A técnica o levou mais longe do que imaginava. Hoje, Zimmer é considerado um dos pioneiros dessa integração.

    Em 1988, sua carreira deslanchou. A composição de Rain Man (1988), vencedor do Oscar de melhor filme do ano, do diretor Barry Levinson, trouxe ao compositor o prestígio que precisava para lançar o próprio nome. No ano seguinte, Zimmer encabeçou a trilha sonora de Driving Miss Daisy (1989), estrelado pelo veterano Morgan Freeman.

    Mas foi em 1990 que o músico soube o que é ser reconhecido. A trilha sonora de O Rei Leão, além de um Oscar, rendeu mais de 15 milhões de cópias vendidas. Só com o álbum, Zimmer recebeu um Globo de Ouro, um Tony, dois Grammys e certificados de prestígio da Academia.
    Posteriormente, o compositor assinou outros nomes como Missão Impossível 2 (2000), Falcão Negro em Perigo (2001), os dois últimos títulos e Piratas do Caribe e O Chamado (2002). Com Gladiador, o trabalho de Zimmer foi indicado ao Oscar, assim como em O Príncipe do Egito (1998). Aos 52 anos, Hans Zimmer parece não querer parar, tendo assinado, recentemente, a trilha sonora de Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008) e da adaptação cinematográfica O Código da Vinci (2006).

    Para quem presta atenção, Piratas do Caribe e Gladiador são exemplos que bem caracterizam o estilo Zimmer, que mistura o tom forte dos metálicos com batidas de efeito e vocais sintetizados. O estilo também é muito bem exemplificado pelo trabalho realizado em O Pacificador (1997) e em Maré Vermelha (1995). Para tons mais calmos, Zimmer trás melodias simplistas, como em Pearl Harbor e O Chamado, não poupando oscilações entre o leve e o pesado. Para Os Simpsons: O Filme (2007) e Melhor Impossível (1997), o trabalho é o de musicar e alegrar, ao mesmo tempo.
    Recentemente, o trabalho de Zimmer concorreu ao Oscar de Melhor Trilha sonora pela composição que deu vida ao filme Sherlock Holmes, perdendo para o realizado em Up (2009), de composição de Michael Giacchino. O músico também é o responsável pela trilha de Sherlock Holmes (2010).

    As composições de Hans Zimmer, além de serem influência para as melodias de outros profissionais, como James Horner- que assinou o filme Tróia (2004), por exemplo- trazem ao trabalho de cinema uma magia inexplicável. Muito além das imagens, as trilhas, ainda que não notadas, nem valorizadas como deveriam, são grandes bases de produção e sentimento. O trabalho de Zimmer, assim como o de outros compositores, é o de registrar cada filme como singular.

  • July 16, 11:36 AM

    Levanta São Paulo: Sampa Music Festival II

    Sampa Music Festival 2 contará com Cine, Catch Side, Replace, Gloria e outros no palco em setembro

    Os festivais estão em alta e bem coloridos em São Paulo. Depois do Yes!Rock Music Fest e da primeira edição em maio, haverá mais um Sampa Music Festival em setembro. No dia 19, a partir das 10 horas, o Espaço Victory receberá vários grupos de Pop Rock a Hardcore.

    Para começar a sensação Cine será a principal atração que levará o show do seu primeiro DVD. O rock ficará por conta da banda Gloria, além do hardcore do Rancore. Entre outras atrações, haverá Catch Side e os recém-contratados de Rick Bonadio, V.O.W.E. e Replace (foto). E estas não são todas as bandas, ou seja, haverá ainda muito mais!

    Animou? Ainda dá tempo, até o dia 31, de comprar ingressos a R$ 25! Corre lá! O segundo lote custará R$ 30. Você pode acompanhar no site do festival mais informações como sobre os locais de compra dos ingressos.

    Pra anotar:
    Quando?
    19 de setembro, 10 horas
    Onde? Espaço Victory, Rua Major Ângelo Zanchi, 825, próximo ao Metrô Penha
    Quanto? Ingressos promocionais R$25 até dia 31
    Mais informações: www.sampamusicfestival.com.br

  • July 07, 10:50 PM

    aprecie sem moderação

    uma dica pra quem, como eu, anda num corre impossível e/ou passando por uma OVERDOSE de hormônios/sentimentos e o que quer que seja. dá para ouvir em loop o dia todo.

    [quem desconhece precisa assistir urgente, quem conhece aproveita pra lembrar. ]

    wyclef jean, niia & jerry wonda no acústico de “sweetest girl”, single do sexto álbum de jean (de 2007).

    she used to be the sweetest girl ever / now she like sour ameretta / she wears a dress to the T like the letter / and if you make it rain she will be under the weather…

    ps: como meu combustível é música e estou na fase vinde a mim, respeito muito quem me mandar dicas de sons que valham a pena. pode ser aqui nos comentários, via reply no meu twitter ou recado na last.fm. que tal?

  • July 06, 05:19 PM

    Notas sinceras

    A banda JudeAirplane, de São Carlos, leva um estilo alternativo com letras que falam sobre fé, provando que é possível, sim, fazer música cristã de qualidade e diferente

    As músicas trazem um ritmo gostoso, que lembra o alternativo, indie e até o ska. São boas para acompanharam tanto uma manhã tranquila, quanto um dia corrido. Ao prestar atenção na letra, parece que sai da alma do músico, o som parece ser a nota que transmite a vida dele.

    E ele fala muito de “fé”, mas de uma forma humana. É como compartilhar o que acredita, de forma sincera e íntima. Mesmo com seu tom espiritual, não é música tradicional do louvor cristão, nem aqueles clichês gospel que, por mais que possam ser feitos com o coração, são repetitivos. JudeAirplane é a fé cantada com sinceridade e inovação. Eles cobrem uma lacuna da música contemporânea tanto no estilo musical, quanto nas palavras, que refletem um olhar humano e humilde sobre o cristianismo.

    Alan Dias (vocal, guitarra e o responsável pelas composições), Davi Aono (baixo e vocal) e Israel Aono (bateria e backvocal) se conhecem há mais ou menos 15 anos. Na adolescência, Alan e Davi tinham uma banda que Israel sempre acompanhava e apoiava. “Após o término [desta banda] eu, que era somente guitarra solo, e o Davi, o primeiro vocal e violão, continuamos ainda pra matar o tempo e a vontade de tocar, pois crescemos com isso”, conta Alan. Logo Israel passou a acompanhar a dupla na bateria e, com o tempo, formaram um novo grupo. “Decidimos que o Davi seria o novo baixista e, sinceramente, foi a melhor decisão”, lembra o vocalista, que assumiu este posto de surpresa. “Devagar tentava encaixar essa minha voz – estranha – nas nossas músicas.”

    Há pouco mais de um ano na estrada, JudeAirplane já lançou seu EP Um no MySpace. As tiragens físicas são vendidas por dez reais depois dos shows. A gravação, corrida e conciliada entre o estudo e o trabalho dos meninos, juntou as primeiras músicas do trio. “Elas trazem lembranças boas, lembranças de como era difícil fazer algo diferente, lembrança de como foi bom passar por certas coisas”, conta o compositor, Alan.

    Ainda sozinho nas letras, o vocalista espera poder contar um dia com seus amigos. “Escrevo desde os 11 anos, já fui ajudado em algumas músicas pelo Israel e Davi. Mas espero um dia letras inteiras, seria interessante, conheço a capacidade deles.” O agregado da banda, Gabriel, já estava presente no teclado e trompete, mas o álbum leva também outros instrumentos, que trazem diversidade e variedade às músicas. E eles não param: “logo logo vai chegar o EP 2, acho que essa experiência amadureceu um pouco a gente e vamos fazer melhor”.

    Nas influências, os músicos contam com muita qualidade e quantidade, incluindo Elvis para todos. A variedade de gostos talvez explique a dificuldade que até eles tem para definir seu som. “Hoje em dia tudo que é diferente é influência, tudo que renova e evolui a música”, tenta explicar Alan. Falando em estilos musicais, o trio vai além do que se usa atualmente para denominar as músicas ligadas ao cristianismo. “Com certeza não estamos muito encaixados no padrão atual de artistas gospel”, afirma Israel. “Não gosto de todas as bandas gospel, assim como não gosto de muitas não-gospel. [Mas] tem muita banda cristã aí me surpreendendo, com letras e mensagens que realmente me inspiram”, diz Alan que, como Davi lembra, fala do grupo Crombie. Davi ainda menciona da banda Palavrantiga, que Israel também destaca.

    Fé e arte é uma dupla natural para JudeAirplane. Alan, o “cara das ideias”, como define o baixista, explica: “Arte, pra mim, é onde tem alguma música boa, várias luzes, muitas cores ou esses três juntos. E, por final, tem uma simples mensagem em meio a tudo isso. A fé é uma arte, ou se torna uma arte talvez. Acreditar no que você não vê e cantar sobre isso, fazer o possível pra construir um processo criativo e atrativo pra mostrar uma simples mensagem, pra mostrar no que temos fé, é uma arte.”

    Esta arte da banda leva a bandeira da fé deles. “Devemos utilizar tudo o que temos e sabemos fazer para expressar a nossa fé, e a arte é isso mesmo!”, se empolga o baterista Israel. “Pra mim viver é uma grande oportunidade que Deus me deu, e mostrar que essa oportunidade não foi em vão é o meu propósito”, explica Davi. “E pra levar isso pra música só com inspiração.”

    Nos planos futuros dos rapazes, está viver da música. E, conta Davi, “continuar com o projeto, sempre inovando, sempre descobrindo coisas novas”. Virão para shows? “São Paulo? Claro.” Israel já lembra a próxima data: “Temos um evento agendado para o dia 14/08, o LOVE2010 no Carioca Club”. O evento, um festival de música que tem por objetivo “promover o Amor através da arte”, é do LOVE7, um projeto idealizado por Rafael Amaral, que também cuida da carreira do JudeAirplane. Ao lado do trio, também tocará o americano Shawn MacDonald, a banda Palavrantiga e o Crombie. “Esperamos que seja o primeiro [festival] de vários”, se anima Israel, que, junto com seus amigos, ainda tem muito caminho pela frente.

  • July 02, 10:08 AM

    A paixão Velvet segundo The Kills

    Ouvi hoje no Popload: versão do The Kills para “Pale Blue Eyes”, do Velvet.

    “Pale Blue Eyes” é a quarta faixa do Lado A do disco “The Velvet Underground”, gravado por Lou Reed e companhia em 1969. Teoricamente, a música é inspirada em uma high school sweetheart de olhos azuis. O disco não tem a Nico – quem assume os vocais femininos é Maureen Tucker, percussionista.

    Por aqui, a música delicinha foi regravada por Marisa Monte há um tempinho.

    Menos conhecido do que o clássico “The Velvet Underground & Nico” (o disco da banana & Andy Warhol), “The Velvet Underground” tem momentos memoráveis – ouça “Candy Says” e “Some Kinda Love”.

    (Pra ouvir deitada no chão, de preferência entorpecida & acompanhada)

Posts

  • July 06, 08:55 PM

    #354 (bitches be crazy)

    há sempre uma mulher
    pra salvar você de outra

    e assim que ela o salva
    está pronta para destruí-lo.

    em ruiva de cima a baixo
    de CHARLES BUKOWSKI


    (eu precisava voltar aqui e achei bukowski oportuno)


  • May 03, 03:19 PM

    #353




    “No matter how careful you are, there’s going to be the sense you missed something, the collapsed feeling under your skin that you didn’t experience it all. There’s that fallen heart feeling that you rushed right through the moments where you should’ve been paying attention. Well, get used to that feeling. That’s how your whole life will feel some day. This is all practice. None of this matters. We’re just warming up.”

    —Chuck Palahniuk, Invisible Monsters. Chapter two.


  • April 22, 08:12 AM

    #352


    Nós não passamos de produtos.
    Chuck Palahniuk

    (Não coloquei o livro em que achei o pensamento simplesmente porque essa é a ideia que Palahniuk repete à exaustão nas três últimas obras que li: Fight Club, Diário e Monstros Invisíveis. Achei que coubesse deixar assim, em aberto, como ideia dele, não de um livro específico.)


  • April 15, 04:51 PM

    #351


    You are not a beautiful and unique snowflake. You are the same decaying organic matter as everyone else, and we are all part of the same compost pile.

    em Fight Club
    de CHUCK PALAHNIUK


  • April 06, 08:43 AM

    #350



    o problema era que você precisava ficar constantemente escolhendo entre uma opção horrível e outra pavorosa, e, independente da sua escolha, eles cortavam mais um pedaço da sua carne, até que não restasse mais nada para descarnar. por volta dos 25 anos, a maioria das pessoas estava liquidada. uma maldita nação inteira de desgraçados dirigindo carros, comendo, tendo bebês, fazendo todas as coisas da pior maneira possível, como votar em candidatos à presidência que os fizessem lembrar de si mesmos.


    em MISTO QUENTE
    de CHARLES BUKOWSKI


  • April 05, 08:34 AM

    #349



    não há nenhuma razão para que um homem seja obrigado a expor sua vida para o mundo - pois o mundo não é capaz de entender certas coisas. mas com pessoas cujo afeto desejamos manter, é diferente.


    em DE PROFUNDIS
    de OSCAR WILDE


  • April 05, 12:44 AM

    #348



    only after disaster can we be ressurected.


    in FIGHT CLUB
    by CHUCK PALAHNIUK


  • April 05, 12:26 AM
    estou envergonhada por não postar há tanto tempo. no último mês, o blog fez um ano.
    queria ter comemorado, transportado tudo para wordpress, animado todo mundo. QUAL O QUÊ.
    perdão. estou tão atarefada que perdi o tesão.

    mas juro: grifatexto não morreu.


  • March 21, 04:06 PM

    #347



    Sua escrita, você andando pela rua, toda a sua vida exibida em cada ação física. Como você mantém os ombros, diz Angel. É tudo arte. O que você faz com as mãos, você está sempre tagarelando sua história de vida.
    em Diário
    de CHUCK PALAHNIUK


  • February 12, 09:00 AM

    #346

    a palavra jazz, no seu trajeto rumo a respeitabilidade, significou primeiro sexo, depois dança, então música.
    em Ecos da Era do Jazz
    de F.SCOTT FITZGERALD


  • February 11, 09:00 AM

    #345

    precisava de amor, mas não o tipo de amor que a maioria das pessoas costumava dar e no qual se consumiam.
    em Misto Quente
    de CHARLES BUKOWSKI


  • February 10, 09:00 AM

    #344

    o seu mal não era que soubesse tão pouco sobre a vida, mas que soubesse tanto!
    em De Profundis
    de OSCAR WILDE


  • February 09, 09:00 AM

    #343

    O inferno é aqui. A cabeça da gente é um inferno.
    Cazuza

    http://vitroleiros.org :)


  • February 08, 09:00 AM

    #342

    aprendemos que há muito sexo por aí, se ao menos soubéssemos...

    em Ecos da Era do Jazz
    por F. SCOTT FITZGERALD


  • February 07, 02:50 PM

    #341

    o amor que lhe dotava não era de natureza sexual. só desejava que me envolvesse na brancura de sua roupa engomada e que juntos pudéssemos desaparecer para sempre da face da terra.

    em Misto Quente
    de Charles Bukowski

    Já tive tantos amores assim que até perdi a conta...


  • January 22, 08:00 PM
  • January 10, 08:23 PM

    #329


    Você pode perdoar um idiota, afinal, ele sempre corre na mesma direção e não desaponta ninguém.

    em Misto Quente
    de CHARLES BUKOWSKI


  • January 07, 11:16 AM

    #328 [desejo - a melhor palavra pra começar o ano]



    If you’re cured, you’re cured of desire. Who wants to be cured of desire?
    (última frase do filme "My Zinc Bed")

    grifo enviado por Jessica Grant Craveiro, via Google Wave.


  • December 29, 11:41 PM

    #happynewyear

    Queridos,

    No começo do ano, quando eu coloquei o grifatexto no ar, eu não imaginei que fossem gostar tanto. Que fossem acolher um projeto que eu há tanto tempo queria desenvolver e não sabia como. Fiquei feliz demais com a receptividade, com a colaboração e o carinho. Esse blog hoje existe porque vocês me motivam todos os dias, comentando, retwittando, mandando grifos no email e no google wave. Não fosse essa comunicação, os emails motivadores e mesmo os puxões de orelha pelo atraso em posts, acho que o projeto teria morrido já com a minha falta de tempo -- porque murchar ele murchou, e significativamente.

    Obrigada de verdade, e desculpem pelo abandono. Já estou providenciando para que nos próximos meses nem a falta de tempo impeça o blog de caminhar mais rápido. Espero que continuem de olho e contribuindo comigo aqui. Afinal, essa é a ideia desde o início: compartilhar.

    Feliz Ano Novo a todos,





  • December 17, 04:50 PM

    #327



    É estranho, mas as coisas boas e os dias agradáveis nós narramos depressa, e não há muito que ouvir sobre eles, enquanto as coisas desconfortáveis, palpitantes e até mesmo horríveis podem dar uma boa história e levar um bom tempo para contar.
    em O Hobbit
    de TOLKIEN



    Grifo sugerido por Igor Moretto via Google Wave.
    Quer participar da nossa wave de sugestões? Manda um email com seu @googlewave.com pra grifatexto@gmail.com que eu adiciono você! =)



  • December 13, 08:25 PM

    #326

    sempre reclamava do barulho dos vizinhos. um dia foi reclamar do silêncio, mas eles tinham se mudado. nunca mais conseguiu dormir.
    de DANIEL PELLIZARI


  • November 24, 09:54 PM

    #325

    sexo é obviamente a tragicomédia. não escrevo sobre ele como instrumento de uma obsessão, escrevo sobre ele como uma peça de teatro engraçada, da qual você tem que chorar, um pouco, entre um ato e outro.
    em notas de um velho safado
    de CHARLES BUKOWSKI


  • November 14, 10:50 PM

    #324




    a vida, vamos dizer, aos 22, 23, ainda apresenta novidades suficientes para que eu seja alguma espécie de Romântico fudido.
    em notas de um velho safado
    de CHARLES BUKOWSKI


    Entendo.


  • November 12, 08:43 PM

    #323

    AMANHÃ SEMPRE PARECE A MESMA COISA! É ESSE O PROBLEMA!
    em Hollywood
    de BUKOWSKI


  • November 12, 08:38 PM

    #322

    Women look great naked.
    em SEX
    de MADONNA

    Nunca concordei tanto com a Madonna.


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