Runner, Traveller, Psychologist...
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A Biblioteca Virtual em Saúde - Psicologia Brasil ou simplesmente (BVS-Psi Brasil) é referência na América Latina e brasileira em informação científica em Psicologia de qualidade, com bases de dados diversificadas e algumas com mais de 30 anos.
O Laboratório de Estudos de Imigração e Estrangeiros (LABIMI) tem como vinculação institucional a UERJ (Departamento de História e Pós-graduações em História e Relações Internacionais. Congrega pesquisadores dedicados ao estudo dos processos e práticas e-imigratórias e mantém relação com o grupo de pesquisa intitulado "Imigração Urbana e Diásporas Contemporâneas", registrado no CNPq.
Shared by arcoimPublicada sin interrupción durante 42 años, ha sido considerada como una de las revistas de psicología más importantes en lengua castellana
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Shared by arcoimUniversitas Psychologica:Panamerican Journal of Psychology covered by the main international indexes
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Em nosso próximo encontro discutiremos a ‘des/construção dos laços familiares’. Trata-se de tema com o qual nos deparamos todos os dias, das formas mais variadas. Não por acaso no encontro de sexta-feira teremos como convidados um juiz e uma psicanalista, além de uma assistente social com larga experiência de trabalho no poder judiciário.
Para saber mais sobre o próximo DI: http://bit.ly/JTPELk
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Gay rights in the US, state by state
Gay rights laws in America have evolved to allow — but in some cases ban — rights for gay, lesbian and transgender people on a range of issues, including marriage, hospital visitation, adoption, housing, employment and school bullying. The handling of gay rights issues vary by state and follow trends by region
• Gay rights: five activists reflect on the history of the movement in the US
• President Obama endorses gay marriage
• Open thread: Share your thoughts on gay rights in the US
No rastro das declarações dos candidatos à presidência dos EUA sobre casamento de homossexuais, o jornal ‘the guardian’ publicou um infográfico interessante. Nele podemos ver como nos EUA a garantia de direitos desse público está dividida regionalmente, com nítidas diferenças de uma parte a outra do país.
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Veja o primeiro post com a crônica da viagem. Os demais posts podem ser lidos em www.arcoim.posterous.com
Em nosso próximo encontro discutiremos a 'des/construção dos laços familiares'. Trata-se de tema com o qual nos deparamos todos os dias, das formas mais variadas. Não por acaso no encontro de sexta-feira teremos como convidados um juiz e uma psicanalista, além de uma assistente social com larga experiência de trabalho no poder judiciário.
Para saber mais sobre o próximo DI: http://bit.ly/JTPELk
Os dias em que fomos carinhosamente recebidos em West Orange foram ótimos para descobrirmos esse outro lado de NY que Nova Jersey significa.
A mansidão da cidade e suas casas, o alcance do transporte coletivo e a opção predominante pelo carro...o telefone público inexistente...isso nos fez pensar, mais uma vez, sobre as formas de organização urbana e do lugar da intervenção pública no nosso destino e nos das cidades...
Em Manhattan, em contrapartida, a despeito do bilhete de metrô custar 2,25 dólares você pode comprar um passe de sete dias, valendo para ônibus e podendo ser usado por até quatro pessoas, por 30 dólares...
Na hora de voltar, tempo para pensar no Rio de Janeiro à luz dos dias em NY, sabendo que a viagem foi inesquecível devido às mãos que às minhas se entrelaçaram.
Em tempo: a Barnes and Noble não é a única livraria da cidade, mas é, talvez, a última (ou uma das últimas) representante de 'rede' de livrarias de alcance nacional. Um passeio por ali pode trazer boas surpresas.
O Ground 0, onde o World Trade Center está sendo reinventado é um lugar que, mais uma vez, nos suscita a pensar sobre os dilemas que enfrentamos e o lugar dos EUA na política internacional ainda hoje.
Além disso, nas ruas e nas conversas vemos uma diversidade de pessoas que encontrou formas peculiares de articulação, as quais, em poucos sentidos, têm o Estado como provedor.
As redes de solidariedade parecem estar baseadas nas relações institucionais que passam pela religião, pela nacionalidade, pela etnia e pela família. A partir desses vetores é que a oportunidade de enfrentamento das dificuldades, de estabelecimento de vínculos e de constituição do sonho americano tomam forma para aqueles que, de um modo ou de outro, escolheram os EUA como destino.
Na volta para casa fiquei em mente com dois artigos da The New Yorker (April 23, 2012) que tem a ver com esse turbilhão: The Insanity of our gun laws (Jill Lepore) e Evening the odds: Is there a politics of inequality? (Nicholas Lemann)
Que uma das ruas que corta a cidade de ponta a ponta seja chamada Broadway e que tenhamos visto o maior número de policiais em Wall Street do que em qualquer outro lugar, talvez nos enseje, em outra oportunidade, algum escrito adicional.
O movimento de ocupação, que incendiou diversas cidades no planeta, aqui, em termos de presença física, está circunscrito a algumas poucas vozes, distribuídas em uma mesma sequência de escadas, ao menos nos dias que circulamos pela cidade.
Vozes silenciadas nos levam ao próximo lugar visitado: o edifício em que Charlie Parker viveu seus últimos dias, Av. B, em frente ao Tompkins Sq Pq. Quase que em uma linha horizontal diametralmente oposta, encontramos o mítico Blue Note e suas apresentações de jazz.
Não deixe de visitar uma as lojas do Housing Works. Nelas podemos comprar livros e roupas usadas, tudo por um preço e qualidade bastante atraentes. Na livraria que se encontra na Crosby St. temos ainda a oportunidade de apreciarmos shows de música e poesia que certamente terão seu lugar na memória assegurado.
O Central Park merece uma menção à parte. Muita beleza pode ser vista e ouvida ali, bem como nos demais parques da cidade (e você certamente terá vários deles, de tamanhos e estilos diversos, com feiras ou sem, em seu caminho).
Por mais que a Times Square esteja em nosso imaginário ver-se imerso no banho de luz da praça é algo estonteante e surpreendente. Nota-se que todos ali ficam um pouco perdidos, desorientados, aturdidos. Uma das perguntas talvez seja: o que é isso afinal?
Visitar o Grand Central Terminal, além de permitir apreciar sua arquitetura e lojas (uma das da Apple está ali, bem como a da deliciosa padaria Zarkos) é também um momento para fabularmos em torno dos dramas humanos que se apresentam nas contradições socioeconômicas e que marcam mais particularmente aqueles de maior vulnerabilidade. Cada tipo humano nos faz pensar acerca do alcance e do sentido do American Way of Life.
NY é um bom lugar para aqueles que amam as atividades outdoor. Lojas como a EMS, REI, Paragon (para esportes em geral) e The North Face deixarão qualquer um propenso a gastar. Prepare-se. Nem vou comentar a política de devolução dessas empresas...mas se você não conhece, basta dizer que é algo que você nunca viu no Brasil.
O Lincoln Center e tudo que se pode ver ali (música clássica, jazz, ballet, ópera, musicais...) é um dos lugares inesquecíveis da viagem. Estar ali à noite, apenas sentado e olhando ao redor já é algo significante. A ópera também é algo que nos tocará, seja pelo que vemos no palco ou ao redor, nas pessoas com quem, anonimamente, compartilhamos essa experiência.
Os preços para a ópera são bastante diversos e certamente isso não será um empecilho para quem viaja, pelo contrário. Os ingressos de última hora ficam em torno de 25 dólares (embora possa dar um pouco de trabalho para conseguir) e para assistir ao espetáculo em pé paga-se 20 dólares. Mas há lugares de 30 e 35 dólares também, tudo podendo ser comprado presencialmente ou pela Internet.
As ruas próximas à sede da ONU reservam boas surpresas, além da visita ao predio das Nações Unidas, mesmo que apenas do lado de fora, não é perda de tempo.
A vitalidade da diversidade humana no campus da Columbia reproduz aquela das ruas, embora, ao menos no dia em que lá estivemos, haja significativamente menos negros e pardos do que brancos e asiáticos ali.
Os museus são um capítulo à parte e nem precisamos nos estender nisso, qualquer guia saberá falar do Museu de História Natural, do Metropolitan e do Moma, por exemplo. Tudo nesses lugares é muito vivo e percebe-se que esses estabelecimentos têm por objetivo que seu acervo seja visto e apreciado pelo maior número de pessoas possível...e fazem isso muito bem. Precisamos apenas destacar a Neue Gallery, o lugar para aqueles que querem ter contato com a arte alemã e austríaca da virada do século XIX para o XX. Klimt e Schiele são alguns exemplos do que podemos apreciar nesse museu. Tudo ali é tocante, inclusive o Café Sabarsky.
São nesses passeios que as faces, as contradições e os lugares se oferecem à descoberta. Um bom equilíbrio entre uso de mapas/guia, andanças e metrô é o suficiente para ficarmos encantados.
É claro que estamos falando de uma megalópole, a qual possui todos os problemas que já conhecemos dessa classe de cidade. Contudo, em que pese o tráfego pesado do fim-de-tarde chega a nos surpreender que ouçamos menos ruídos de carros e buzinas do que, por exemplo, no Rio de Janeiro. A relação entre pedestres, ciclistas e automóveis não é simples, mas, em geral, não se trata de um "salve-se quem puder".
Como foram nossas andanças?
O passeio pela parte norte da cidade apresenta-nos o Harlem, o Riverside Park e a Columbia University, além do Apollo Theater onde lendas da música já se apresentaram. Qualquer história do Jazz terá algo a dizer sobre esse local e quem assistiu à série de Ken Burns vai se lembrar desse Teatro.
Nos primeiros encontramos os chuveiros (3), pias (6) e vasos sanitários (3), divididos por sexo. Nos segundos, um banheiro com chuveiro, pia e vaso sanitário é utilizado por um hóspede por vez, havendo diversos deles em um mesmo andar. A difereça de preço entre os quartos e os respectivos banheiros é bem pequena e vale ser paga. Uma visita ao sítio web da YMCA apresentará toda a estrutura, a localização e os preços. Ao se hospedar lá temos o direito de utilizar a sauna e os aparelhos de ginástica/musculação do clube.
É difícil fugir do clichê...por isso é preciso dizer que NY é deslumbrante e é preciso ficar atento para não se exaurir completamente ante as possibilidades que se revelam diariamente. Andar pela cidade, andar mesmo, com mapa ou a esmo, flanar, já é por si fascinante.
Calendário e Programa do Curso de Atualização 'Diálogos Interdisciplinares', que será realizado na Uerj em 2012
O autor pretende com seu artigo apresentar as principais referências da noção de rede social. Para tanto, esclarece que o próprio desenvolvimento da noção advém de ‘uma busca progressiva de elaboração de um pensamento complexo e prático sobre a realidade social’ [21]. Nesse sentido, demandas práticas decorrentes de novos problemas que atravessam a sociedade exigem a complexificação de modelos teóricos que possam estar, minimamente, à altura das novas questões apresentadas.
A autora consegue, desde os momentos iniciais de seu artigo, responder a pergunta que nos apresenta com seu título. Ao descentrar a questão do uso de drogas do indivíduo para um Outro, aqui nomeado como a relação transgeracional que o antecede, Palatinik abre perspectivas interessantes de análise.
PALATINIK, E. ‘Por que atender mães de dependentes de drogas?’ In INEM, C. e ACSELRAD, G. (orgs), Ed. Imago, Rio de Janeiro, 1993: 212-218. A autora consegue, desde os momentos iniciais de seu artigo, responder a pergunta que nos apresenta com seu título. Ao descentrar a questão do uso de drogas do indivíduo para um Outro, aqui nomeado como a relação transgeracional que o antecede, Palatinik abre perspectivas interessantes de análise. Retomando alguns autores que tematizam a relação mãe/bebê - Winnicott, Spitz, por exemplo a autora contextualiza a idéia de dependência como caracterizando primo
Os autores apresentam no referido artigo um delineamento acerca das principais características das políticas de redução de danos [PRD]. Tal quadro é importante, pois nos auxilia na delimitação com outras formas político-institucionais de abordagem da questão das drogas - como os programas de justiça terapêutica, por exemplo - e permite ver as diferenças entre três países - Brasil, EUA e Reino Unido - quanto a suas referências nesse campo.
O artigo traz uma excelente contribuição para a análise das questões associadas ao tema ‘efeitos do uso de drogas’. Ao deslocá-las para o terreno da saúde do trabalho, evidencia os resultados nefastos que a falta de regulação do uso pode propiciar, notadamente àqueles que têm sua margem de escolha extremamente reduzida, como, no caso, os trabalhadores na indústria de cloro/soda.
O título do trabalho aponta por si o alvo a ser perseguido em sua elaboração: trata-se de um estudo comparativo entre seis diferentes regiões da Europa naquilo que tange à questão de uma política em matéria de drogas.
A autora apresenta em seu artigo um painel dos instrumentos jurídicos que desde os anos 80 vêm permitindo a garantia de direitos de pessoas vivendo com HIV/Aids. Importante destacar as modificações ocorridas nesse período, em particular, no que tange às formas de articulação política que permitiram o aprimoramento das estratégias de lutas em prol dos referidos direitos.
Reprodução do Chat realizado com Carolina Cunha Ribeiro a respeito de sua experiência como psicóloga e a escuta individualizada de crianças e adolescentes em Escondido, CA, em 24.11.2011
O artigo propõe um ponto de vista peculiar sobre a questão das drogas, sobretudo por tentar conciliar dois autores que guardam perspectivas epistemológicas distintas: Freire e Freud.
O autor apresenta em sua comunicação os limites da noção de prevenção, em particular aquela que poderia ser entendida como ‘primária’. Interessa ao professor Lazarus mostrar a insuficiência da idéia de ‘prevenção’ quando associada à concepção de isolamento, de proteção integral, de evitamento, sobretudo no que tange ao uso de drogas.
Resenha do capítulo ‘O envolvimento de crianças e adolescentes nas facções de drogas e no combate armado’, do livro Crianças no tráfico, de Lucke Dowdney, Ed. 7letras, Rio de Janeiro, 2003: 120-141.
Entre potencialidades e limites, temores e esperanças – notas sobre a sociedade civil e a globalização – José Maria Gomez. Sociedade civil e políticas públicas: balanço e perspectivas In Sociedade e Políticas, Joana Garcia e outras (org). Ed. Revan, Rio de Janeiro, 2003: 11-25
Fragmentos de artigo escrito por juiz francês que passa em revista as dificuldades do trabalho na reintegração familiar e o lugar da equipe técnica interdisciplinar
Lê-se na introdução: "Este livro é uma versão corrigida de minha dissertação de mestrado, apresentada em 2006, junto ao Programa de Pós-graduação em História Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ele se ocupa da temática da morte e do sepultamento dos escravos africanos recém-chegados da África, no Cemitério dos Pretos Novos, no Rio de Janeiro. Nosso foco é o processo de criação e extinção desse campo-santo, entre 1722 e 1830."
Comentário da parte inicial do livro Crianças do tráfico, Luke Dowdney, Ed. 7letras, Rio de Janeiro, 2003.
Resenha elaborada no âmbito do curso 'Drogas e Aids: políticas públicas e alternativas democráticas' - Uerj/LPP
Coletâneas de artigos sobre adoção, organizada pela equipe de psicólogos da então 1a Vara da Infância e da Juventude - RJ em 2004
Resenha elaborada no âmbito do seminário ‘Drogas, Políticas Públicas e propostas pedagógicas alternativas’, vinculado ao LPP-Uerj: http://www.lpp-uerj.net/lpp/programas_exibir.asp?tipo=2&COD_PROGRAMA=8
Tese de doutorado de Sylvia Nabinger, que realizou pesquisa de campo para analisar a trajetória na europa dos adotados brasileiros.
Importante documento elaborado pela Associação Brasileira de Magistrados e Promotores da Infância e da Juventude e pela Associação de Assistentes Sociais e Psicólogos do TJSP. Nesse documento são apresentados critérios e argumentos sobre em que condições deveria haver uma vara exclusiva da infância e juventude, bem como critérios e argumentos sobre a constituição de sua equipe técnica. Dada a inexistência de referências sobre esses temas, em particular no que tange à equipe técnica, trata-se de documento fundamental para o estudo da inserção de seus profissionais no poder judiciário.
Tradução do artigo "Justice: que valent les expertises psychologiques" disponível nesta coleção
Apresentamos abaixo três matérias publicadas na FSP há alguns anos. As três matérias giram em torno dos casos João Herbert e Fabiano do Carmo. Ambos os casos ilustram à perfeição não só a diferença entre haver ou não segurança jurídica no que se refere à adoção, mas também esse ponto preciso em que norma e lei tocam diretamente qualquer discussão sobre produção de subjetividade.
Trecho da entrevista concedida por Jacques Derrida à revista Magazine Littéraire, nº 430, abril/2004: 28 -
“THESIS TIME MANAGEMENT” BY: KÄTHE LEMON Tradução Juliana Barros Lilian Fróes *Gerenciamento de tempo para realização de tese Por Käthe Lemon A idéia de gerenciamento de tempo é embutida na maioria dos estudantes durante o período universitário, mas o foco nessa habilidade diminui durante o período de pós-graduação. A ironia é que a maioria dos estudantes necessita dessa habilidade mais ainda quando estão procurando trabalhar em sua tese ou dissertação. Escrever uma tese requer habilidade para gerenciar o tempo tanto a curto prazo quanto a longo prazo, pois isso é um longo projeto que não po
O Prof. Rusen é atualmente um dos maiores especialistas em teoria da história. Sua obra, além de tratar de temas tradicionais da meta-história, como consciência histórica, metodologia e narrativa, aborda também questões sobre didática da história, memória traumática, história comparada e identidade. Além de vários artigos, já foram traduzidos para o português três de seus principais livros: "Razão histórica", "Reconstrução do Passado" e "História viva", todos publicados pela Editora da UnB. No dia 18/10/2010 o professor Jörn Rüsen, da Universidade de Witten-Herdecke, ministrou o workshop "O que é meta-história" no Programa de Pós-Graduação em História da UNIRIO, o qual se pautou no texto disponibilizado aqui. http://historiaunirio.com.br/ppg/c.php?c=noticias&id=MTM3
Comunicações e síntese dos laboratórios realizados no seminário sobre psicologia jurídica organizado pela Uerj e pela VIJ-RJ em 2002.
Dissertação de Silvia Ignez Ramos, defendida do PPGPS-Uerj em 2010.
Comunicações proferidas no encontro.
comunicações proferidas no encontro.
Comunicações proferidas.
Comunicações proferidas no 3º Encontro de Psicólogos Jurídicos do TJRJ, em 2001.
Comunicações proferidas no 2º Encontro de Psicólogos Jurídicos do TJRJ, em 2000.
Comunicações proferidas no 1ºEncontro dos Psicologos Jurídicos do TJRJ em 1999.
RESUMO DO CURSO “ENFRENTAMENTO DO ABUSO SEXUAL NA CRIANÇA E ADOLESCENTE”, MINISTRADO PELO PROF. TILMAN FÜRNISS EM 10 E 11.10.2001 NO CENTRO EDUCACIONAL SÃO CAMILO, BH.
Vers une reconnaissance de la pluriparentalité? Esprit, mars-avril 2000, n. 273. Tradução José César Coimbra
Esta versão do artigo de Canguilhem foi publicada na revista Impulso, n.26, da Universidade Metodista de Piracicaba, disponível em: http://www.unimep.br/phpg/editora/revistaspdf/impulso26.pdf Originalmente, contudo, o texto em português foi publicado na Revista Tempo Brasileiro. N. 30/31, jul./dez. Rio de Janeiro: 1972, com o título ‘O que é a Psicologia?’. Trata-se de artigo ainda atual acerca das questões envolvidas na definição do que seja a Psicologia. Não por acaso, no affaire d'Outreau, a comissão interministerial constituída para avaliar o caso remete em suas conclusões às questões que Canguilhem já delimitava aqui.
Tradução do artigo 'Justice: Que valent les expertises psychologiques?', de Claudine Bert
Análise e comentários críticos sobre o trabalho dos psicólogos em processos judiciais, a partir dos problemas ocorridos no 'affaire d'Outreau'.
BIBLIOGRAFIA - A noção de perdão em autores da filosofia e da psicanálise Arendt, H- A condição Humana, São Paulo, Forense Universitária, 1993, Capítulo 5 “Ação” Ricouer, P- A memória, a história, o esquecimento, Campinas, UNICAMP, 2007, Epíl ogo “O perdão difícil” Derrida, J, Roudinesco, E- De que amanhã.., Rio de Janeiro, Zahar, 2001, cap. 8 “Penas de morte” Derrida, Jacques. O perdão, a verdade, a reconciliacão: qual gênero? In: Nascime nto, Evandro (Org.). Jacques Derrida: pensar a desconstrucão. Sao Paulo: Estacão Liberdade, 2005. p.45-92. Duque-Estrada, Paulo Cesar. Acontecimentos e
Dissertação de 1997, na qual se realizou o estudo da noção de a posteriori em Freud e Lacan, avaliando-se sua importância para a compreensão da função do tempo e da memória na psicanálise.
arcoim's review: "Poesia Completa. S. Paulo: Leya, 2010.
50
Fui andando...
Meus passos não eram para chegar porque não havia
chegada
Nem desejos de ficar parado no meio do caminho.
Fui andando...
82
{...] E aquele
Que não morou nunca em seus próprios abismos
Nem andou em promiscuidade com os seus fantasmas
Não foi marcado. Não será marcado. Nunca será exposto
Às fraquezas, ao desalento, ao amor, ao poema.
146
Tudo aquilo que nos leva a coisa nenhuma
e que você não pode vender no mercado
como, por exemplo, o coração verde
dos pássaros,
serve para poesia
...
Tudo aquilo que a nossa
civilização rejeita,pisa e mija em cima,
serve para poesia
300
Repetir repetir - até ficar diferente.
Repetir é um dom do estilo.
319
Há que apenas saber errar bem o seu idioma.
324
Me procurei a vida inteira e não me achei - pelo
que fui salvo.
345
Tem mais presença em mim o que me falta."
LEYA (2010), Hardcover
arcoim's review: "São Paulo: Centauro, 2006, 224p.
Jean Duvignaud
Prefácio, 7-16
MH evoca o depoimento da testemunha, que só tem sentido em relação a um grupo do qual esta faz parte, porque pressupõe um evento real vivido outrora em comum e, através desse evento, depende do contexto de referência no qual atualmente transitam o grupo e o indivíduo que o atesta. 12
Recorremos a testemunhos para reforçar ou enfraquecer e também para completar o que sabemos de um evento sobre o qual já temos alguma informação, embora muitas circunstâncias a ele relativas permaneçam obscuras para nós. O primeiro testemunho a que podemos recorrer será sempre o nosso. Quando diz: "não acredito no que vejo", a pessoa sente que nela coexistem dois seres - um, o ser sensível, é uma espécie de testemunha que vem depor sobre o que viu, e o eu que realmente não viu, mas que talvez tenha visto outrora e talvez tenha formado uma opinião com base no testemunho de outros. 29+110o homem é duplo...
base comum, noções comuns 39
intuição sensível = estado de consciência puramente individual 42, ela está sempre no presente 60
O que chamamos de sentimento da unidade do nosso eu, em que às vezes enxergamos um princípio original de coesão dos estados, no fundo não é senão a consciência que temos a cada instante de pertencer ao mesmo tempo a diversos ambientes - mas ela só existe no presente. 64
história: não uma sucessão cronológica de eventos e datas, mas tudo o ue faz com que um período se distinga dos outros, do qual os livros e as narrativas em geral nos apresentam apenas um quadro muito esquemático e incompleto 79. Compilação dos fatos que ocuparam maior lugar na memória dos homens. 100
Na realidade, existem muitas memórias coletivas. 105
tempo coletivo ou social 118
A memória dos pais vai ainda mais longe, talvez porque o grupo que eles formavam outrora não foi inteiramente absorvido na família ampliada. 151"
Centauro (2009), Paperback
arcoim's review: "11 O ser que vem é o ser qualquer. ...o termo que, permanecendo impensado em cada um, condiciona o significado de todos os outros é o adjectivo quodlibet. quodlibet ens naõ é 'o ser, qualquer ser, mas 'o ser que, seja como for, não é indiferente... 12 ...a singularidade exposta como tal é qual-quer, istoé, amável. 15 A antinomia do individual e do universal tem a sua origem na linguagem. 16 ...o exemplo é um objecto singular que, digamos assim, se dá a ver como tal, mostra a sua singularidade. 18 A verdade não pode manifestar-se a si própria sem manifestar o falso, que no entanto não é separado dela e expulso para outro lugar... 22 Espinosa pensa o comum (Et, II, lema II) Decisiva é, aqui, a ideia de uma comunidade inessencial, de uma conformidade quenão diz de modo nenhum respeito a uma essência. 23 Não é a indiferença da naturea comum em relação às singularidades, mas a indiferença do comum e do próprio, do género e da espécie, da essência e do acidente que constitui o qualquer. Qualqueré a coisa com todas as suas propriedades, mas nenhuma delas consittui diferença. É neste sentido que deve ser lida a doutrina desses filósofos medievais para quem a passagem da potência ao acto, da forma comum à singularidade, não é um acontecimento cumprdo de uma vez por todas, masuma série infinita de oscilações modais. 24 Comum e próprio, género e indivíduo são apneas as duas vertentes que descem a partir do cume do qualquer. O ser que gera nesta linha é o ser qualquer e a maneira como passa do comum ao próprio e do próprio ao comum chama-se uso - ou então ethos. 25 [Agio = à vontade, espaço livre, intervalo.] Na topologia desta aggada, o essencial não é tanto a distinção cartográfica entre Éden e Gehinnom, mas mais o lugar adjacente que cadahomem infalivelmente recebe...O que cada criatura tem de mais próprio torna-se a sua substituibilidade, o seu ser no lugar do outro. 30 ética é a maneira que não nos acontece nem nos funda, mas nos gera. 33 ...propriamente qualquer é o ser que pode não ser, que pode a sua própria impotência. 47 ...qualquer, é o pequeno deslocamento que cada coisa deverá efectuar no mundo messiânico. A sua beatitutde é adeuma potência que só vem depois do acto, de uma matéria que não está sob a forma, mas circunda-a e constitui a sua auréola. 52 Porque se os homens, em vez de procurarem ainda uma identidade própria na forma agora imprópria e insesata da indvidualidade, conseguissem aderir a esta impropriedade como tal e fazer do do seu ser-assim não uma identidade e uma propriedade individual mas uma singularidade sem identidade, uma singularidade comum e absolutamente exposta, se os homens pudessem naõ ser-assim, não terem esta ou aquela identidade biográfica particular, mas serem apenas o assim, a sua exterioridade singular e o seu rosto, então a humanidade acederia pela primeira vez a uma comunidade sem pressupostos e sem sujeitos, uma comunicação que não conheceria já o incomunicável. 53 Qualquer é a figura da singularidade pura. A singularidade qq não tem identidade, não é determinada relativamente a um conceito, mas tão-somente é simplesmente indeterminada, ela é determinada apenas através da sua relação com uma idéia, isto é, com a totalidade das suas possibilidades. [fores: soleira, à porta] 66 Qual pode ser a política da singularidade qualquer, ou seja, de um ser cuja comunidade não é mediada por nenhuma condição de pertença (o ser vermelho, italiano, comunista) nem pela simples ausência de condições (comunidade negativa, tal como foi recentemente proposta em França por Blanchot), mas pela própria pertença? 67 Porque o facto novo da política que vem é que ela não será já a luta pela conquista ou controlo do Estado, mas luta entre o Estado e o não-Estado (a humanidade), disjunção irremediável entre as singularidades quaisquer e a organização estatal. Um ser que fosse radicalmente privado de toda a identidade representável seria para o Estado absolutamente irrelevante. 71 [referências o ser e o tempo, parágrafo 9; Tractatus, proposição 6.44] O Irreparável é o facto de as coisas serem como são, deste ou daquele modo, entregues sem remédio à sua maneira de ser. Irreperáveis são os estados de coisas, sejam elas como forem: tristes ou alegres, cruéis ou felizes. Como és, como é o mundo - é isto o Irreparável. 83 a redenção não é um acontecimento em que aquilo que era profano se torna sagrado e aquilo que tinha sido perdido é encontrado. A redenção é, pelo contrário, a perda irreperável do perdido, o definitivo carácter profano do profano. Mas, precisamente por isso, eles atingem agora o seu fim - um limite advém. 86 Ver simplesmente algo no seu ser-assim: irreparável, mas nem por isso necessário; assim, mas nem por isso contingente - é isto o amor."
arcoim's review: "Danielle Cohen-Lévinas Entre eles - M. Blanchot e E. Lévinas...Onde eles estão, chegar ao impossível. (61-85) 70 O encontro com outrem é experiência de palavra e de escrita, para o fora, para o neutro, mesmo que, sob alguns aspectos, essa experiência talvez esteja mais próxima para Blanchot do motivo da comunidade, tal como ela é pensada por Bataille, do que da relação ética levininasiana. A comunidade se define para Blanchot como possibilidade de estar unto e como momento irruptivo de contestação de uma sociedade burgeusa e liberal. Assim, ela tem a tarefa de contestar a ordem estabelecida e, assim, de manter uma exigência política durável e subterrânea dentro do que B. chama de a comunidade dos maantes, a comunidade dos moribundos e a comunidade literária. Ao mesmo tempo, o elã do encontro esquissado na escrita, é o encontro em sim, ou seja a comunidade, o espaço que ela mostra - o neutro. 71 O amigo é aquele que suporta o desastre. 80 O não saber do desastre precede, tal ele é incomensurável, a iniciativa do saber como ato de conservação e de memória. Blachot 87-88 Eduardo Prado Coeolho Impressões sobre a notícia da morte de Blachot. Uma testemunha de sempre J.Derrida (89-99) Discurso de Derrida durante a cerimônica de cremação de Blachot. A escrita e sua temporalidade: M.Blanchot e E.Lévinas Magali Mendes de Menezes (125-137) 133-134 Talvez fosse possível aqui traçar um paralelo com o conceito de experiência em WB, ou seja, a experiência é sempre uma vivência coletiva. Mas como a experiência extremamente própria da escrita (por isso única) pode se tornar comum? 134 comunidade incofessável = comunidade de todos 135 Assim, a comunidade, ao contrário de Lévinas quando pensa o espaço social, não é o espaço de regate necessário de toda medida, mas é a perpetuação da desmedida sempre instaurada pelo Outro(s). Para pensar esse espaço desmedido da comunidade, Blanchot faz referência a GB, principalmente a sua obra Coupable escrita entre 1939 e 1943, ou seja, não uma obra sobre a experiência da guerra, mas esccrita a partir de seu horizonte. Diante de tanta barbárie, por que ainda fazemos apelo à comunidade? 136 "[GB]Tomar a morte do Outro como a única morte que me concerne, é isso que me coloca fora de mim mesmo e é a única separação que pode me abrir, em sua impossibilidade, a abertura de uma comunidade". "[JLN} a comunidade não se mantém senão como o lugar - o não-lugar - onde não há nada a deter, segredo de não ter nenhum segredo" Morrer para poder escrever: cruzamentos entre Kafka e Blachot. Tatiana Levy (151-161) 151 Desdobrar-se, substituir a intimidade do sujeito pelo fora da linguagem, eis o projeto moderno da literatura segundo Blachot."
arcoim's review: "'Ao mostrar ocmo a economia de fato atua, os autores oferecem algo que a atual teoria econômica não proporciona: apresentam uma teoria que explica de maneira completa e natural como a economia dos EUA e, na verdade, a economia mundial mergulhou na crise em curso. E o que talvez desperte ainda mais interesse: essa teoria estabelece condições para que se compreenda o que precisa ser feita para escaparmos do atoleiro'
'Em sua acepção original, na forma latina antiga e medieval, spiritus animalis, a palavra animal tema mesma raiz etimológica de 'animação', no sentido de força vital. Porém, na economia moderna, espírito animal adquiriu significado um tanto diferente; agora, como termo econômico, refere-se a certo elemento peculiar com a ambiguidade e com a incerteza. Denota nosso relacionamento peculiar com a ambiguidade e com a incerteza. Às vezes, somos paralisados pela dúvida. No entanto, outras vezes, somos revigorados e energizados por ela, superando nossos medos e indecisões."
Campus
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Fragmentos
Storified by jcesar coimbra · Thu, Mar 01 2012 04:23:22
Rio de Janeiro, Igreja da Candelária<br><a href="http://post.ly/2nkYq" onmousedown="UntrustedLink.bootstrap($(this), "sAQACySy7AQA53k0_rLuHf_wUjM6RHQnpQxwYQjJQ2z5Teg", event, bagof({}));" rel="nofollow" target="_blank" wotsearchprocessed="true">http://post.ly/2nkYq</a><div wotsearchtarget="_p_gjxgwwlr.post.ly" style="display: inline-block; cursor: pointer; width: 16px; height: 16px;"> </div>
Jose Cesar Coimbra
Jose Cesar Coimbra
Facebook (4)
Rio de Janeiro, pão de açúcar - http://on.fb.me/rsPnew
Fragmentos
Storified by jcesar coimbra · Thu, Oct 27 2011 02:31:17
Negocio de Familia: Yoani Sanches en El Pais http://t.co/wVLaFYT
Cuba: impressões de viagem 17 - Cienfuegos<br> <a href="http://post.ly/38vZu" onmousedown="UntrustedLink.bootstrap($(this), "TAQDhEEKFAQAVEsONc8gMRZ3MRM3EdGA7fVZrjj3ffwee6g", event, bagof({}));" rel="nofollow" target="_blank" wotsearchprocessed="true">http://post.ly/38vZu</a><div wotsearchtarget="_p_gm4hmwtv.post.ly" style="display: inline-block; cursor: pointer; width: 16px; height: 16px;"> </div>
Cuba: impressões de viagem 16 - Cienfuegos<br> <a href="http://post.ly/38S5Q" onmousedown="UntrustedLink.bootstrap($(this), "-AQD-rTrTAQA2O4tl87uZqIn7uXqbp3h1byeFtR8YiHCMLQ", event, bagof({}));" rel="nofollow" target="_blank" wotsearchprocessed="true">http://post.ly/38S5Q</a><div wotsearchtarget="_p_gm4fgnkr.post.ly" style="display: inline-block; cursor: pointer; width: 16px; height: 16px;"> </div>
Cuba: impressões de viagem 15 - Trininad/Topes de Collantes<br> <a href="http://post.ly/384xp" onmousedown="UntrustedLink.bootstrap($(this), "HAQBtdwUCAQBI5m7jarPjFGxTgANBBNYRlycQzOTJC_QYtg", event, bagof({}));" rel="nofollow" target="_blank" wotsearchprocessed="true">http://post.ly/384xp</a><div wotsearchtarget="_p_gm4di6dq.post.ly" style="display: inline-block; cursor: pointer; width: 16px; height: 16px;"> </div>
Cuba: impressões de viagem 14 - Trininad<br> <a href="http://post.ly/37iCZ" onmousedown="UntrustedLink.bootstrap($(this), "tAQAN4-leAQB9gfnqoRdtmZH1pGMmjZ0Z2REHpitGQ5fiwA", event, bagof({}));" rel="nofollow" target="_blank" wotsearchprocessed="true">http://post.ly/37iCZ</a><div wotsearchtarget="_p_gm3wsq22.post.ly" style="display: inline-block; cursor: pointer; width: 16px; height: 16px;"> </div>
| Boletim nº 57 - Mandato II - de 24/5/12 a 31/5/12 | ||
| Quem tem medo da transparência? |
| Não há tempo a perder na luta por mais transparência na relação do poder público com a sociedade. Diante do importante passo representado, em âmbito nacional, pela Lei de Acesso à Informação, que entrou em vigor no Brasil no último 16 de maio, é preciso agir logo para garantir, o quanto antes, a sua imediata regulamentação estadual. Só assim será possível, de fato, a aplicação da nova lei no Rio de Janeiro. Com esse propósito, os deputados Marcelo Freixo, Luiz Paulo, Gilberto Palmares e Paulo Ramos deram entrada nesta quarta-feira (23/5) em Projeto de Lei para regulamentar no estado os novos procedimentos de acesso a informações públicas. "A aprovação desse projeto será um passo relevante para a consolidação da democracia. Não há, afinal, democracia para valer sem a garantia efetiva de instrumentos de controle social da gestão pública. A transparência é um dos mais importantes meios de prevenção do mau uso do dinheiro público e da violação dos direitos humanos pelo próprio Estado. O sigilo jamais pode ser a regra na gestão de dados públicos", afirma Freixo, que decidiu, inclusive, tornar públicos aqui o seu contracheque e a sua declaração de bens. Conheça o texto do Projeto de Lei |
| O Rio de João, para Marcelo |
| João Rugani, de 8 anos, o garoto aí do desenho, escala corajosamente o Pão de Açúcar, sob as bençãos de um radiante e sorridente sol amarelo... Marcelo Freixo fica comovido quando ganha de presente, com a paisagem de traços infantis, um grande abraço do menino. Essa linda mensagem de força e otimismo arrematou a manhã do último domingo (20/5), que reuniu a militância do PSOL em uma animada ciranda na orla de Copacabana, embalada pelo som de Lúcio Sanfilippo e pelo sonho da construção coletiva de um Rio de Janeiro digno do futuro de João. |
| Explica Cabral |
| Nesta terça-feira (22/5), na escadaria da Alerj, sob forte aparato policial, manifestantes com guardanapos na cabeça promoveram um ato em defesa da criação de uma CPI para investigar as perigosas relações entre o Governo Sérgio Cabral e a empreiteira Delta. Leia mais |
| Saúde não é balcão de negócios |
| "Eu vou votar contra as contas do Governo do Estado porque é o mínimo de respeito que temos que ter com o usuário do Sistema Público de Saúde porque aquilo virou um balcão de negócios, as pessoas estão morrendo, vem para cá e as contas são aprovadas como se fizesse tudo corretamente como manda a Lei. Não fazem, todo mundo sabe. O Tribunal de Contas não deveria ter essa postura. E as OSs? E os contratos com as Organizações Sociais? Investiga para ver. Por que não faz licitação? Apura direito essas contas, tanto do Tribunal de Contas quanto do Ministério Público. Não fazem, jogam para cá porque sabem que aqui tem maioria esmagadora do Governo, tem 85%, e aprovam qualquer coisa. (…) O Tribunal de Contas não poderia tratar isso aqui como se fosse um pequeno problema técnico, isso é problema de desvio de verba. Claro, o Governo não cumpre o que a Constituição determina no Orçamento da Saúde. Então, são reparos, são pequenos detalhes, verbas aplicadas em lugares indevidos. Como em lugares indevidos? O que significa verba aplicada em lugar indevido? O Tribunal de Contas deveria nos explicar, porque tecnicamente eu não sei o significado disso. Politicamente eu sei, tecnicamente eu não sei. Qual é o significado de verba aplicada em lugar indevido? Caixa dois é lugar indevido? Conta no exterior é lugar indevido?", questionou Marcelo Freixo, nesta quinta-feira (24/5), ao criticar o fato de o TCE ter aprovado as contas do Governo. |
| Em defesa das universidades públicas |
| "O Governador Sérgio Cabral, que gosta tanto de Paris, deveria ter imaginado quantas universidades públicas naquela Cidade ganham investimento; o quanto o ensino público de Paris é estratégico para o crescimento do país. (...) O Orçamento do Estado em 2011, foi de 56 bilhões. O Orçamento do Estado em 2012 foi de 61 bilhões. Então, o Estado arrecadou mais, o Orçamento do Estado aumentou consideravelmente, é isso que eles dizem que é euforia total. Mas, o investimento, o percentual de investimento desse orçamento nas universidades como um todo, não só na Uerj, somando as três, em 2011, foi de 1,4% apenas do Orçamento para as três universidades, em 2012, que o Orçamento aumentou, o percentual foi para 1,3%, diminuiu. Então, se investiu menos do Orçamento, se arrecada mais e no lugar de se dar um percentual maior, não, deu um percentual menor. É evidente que mostra o desprestígio que o ensino público tem diante deste Governo", disse Marcelo Freixo ao comentar a audiência pública de Educação realizada nesta quarta-feira (23/5). Leia mais ou veja o pronunciamento de Freixo aqui |
| UPP: pacificação ou colonização? |
| Marcelo Freixo ministrou a aula inaugural do Curso de Direitos Humanos do Complexo do Alemão no sábado (19/5). Com o tema UPP, os alunos questionaram a inoperância do Estado com relação à Saúde e à Segurança Pública. "Define-se as prioridades quando se define o orçamento. A UPP Social não tem orçamento e acaba agenciando a entrada de empresas privadas na comunidade. A UPP Social regulamenta a entrada dos bancos, da SKY. Enquanto isso, não se sabe quais as maiores necessidades e demandas da comunidade. Esse levantamento deveria ser o carro-chefe da UPP Social, mas não há mecanismos para se ouvir a comunidade", afirmou Marcelo Freixo ao pontuar as críticas feitas pelos alunos à UPP Social. Assista parte da palestra aqui |
| Marcelo Freixo debate com alunos da PUC-Rio |
| "Cerca de 200 alunos da PUC-Rio participaram na sexta-feira, 18/5 , de debate com o deputado estadual Marcelo Freixo, o ex-secretário de Segurança Pública Marcelo Itagiba, o delegado da Polícia Civil Orlando Zaccone, e o presidente da Associação de Moradores do Morro da Babilônia/Chapéu Mangueira, Carlos Paulo, sobre a segurança pública do Rio de Janeiro". Leia mais |
| Trabalho Escravo, nunca! |
| A Câmara dos Deputados finalmente aprovou a PEC 438, que expropria terras onde tenham sido encontrados trabalhadores em condição análoga à escravidão. Embora tenha ocorrido 124 anos após a Lei Áurea, os ruralistas resistiram a aprovação, e com a força da pressão popular, foram derrotados. Assista ao emocionante discurso de Chico durante a votação, e veja como votou cada deputado. |
| Engodo oficial? |
| A partir de uma "consulta pública", o Ministério das Cidades baixou portaria para regulamentar "deslocamentos involuntários" provocados por intervenções urbanas vinculadas aos megaeventos. Porque a portaria omite o caráter seletivo das remoções - que atingem populações vulneráveis e desrespeitam o direito à moradia garantido pela Constituição Federal e por tratados internacionais - foi elaborado um manifesto contra a falácia da medida governamental. O documento é assinado pelo vereador Eliomar Coelho e por movimentos da sociedade civil organizada, entre eles o Fórum Comunitário do Porto |
| Deu na imprensa |
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| Deu no twitter |
| "Todos têm direito a defesa, mas é estranho o ex-ministro da Justiça aceitar defender o Cachoeira, principalmente pela natureza do crime". Siga-nos @MarceloFreixo |
| Programe-se |
| • Aniversário do Cinco • Funk de protesto no Chapéu Mangueira • Segurança Pública em Niterói • Saúde no Sistema Penitenciário • Enfrentar a tortura |
Roda moinho, roda pião … Roda Viva
"O governo (de Cabral) não tem coragem para abrir investigação sobre a (empreiteira) Delta, porque aí o governo desmorona", disse Marcelo Freixo ao ser sabatinado por jornalistas no programa Roda Viva, exibido ao vivo na segunda-feira (14/5). Chico Buarque deixou a lição ao cantar: "A gente quer ter voz ativa/ No nosso destino mandar (…) A gente vai contra a corrente/ Até não poder resistir". Veja o Roda Viva
| Roda Viva com Freixo |
Marcelo Freixo estará ao vivo no programa Roda Viva, da TV Brasil, na segunda-feira (14/5), às 23h. Na roda de entrevistadores estarão os jornalistas Marcelo Beraba (Estadão), Luciano Suassuna (Portal IG), Plínio Fraga (Revista Piauí), Fernando Canzia (Folha) e Cristian Klein (Valor Econômico), mediados por Mário Sérgio Conti. O Roda Viva também tem a participação do cartunista Paulo Caruso. A TV Brasil é sintonizada nos canais 2 (analógico), 116 (Sky), 18 (NET), 234 (GVT) e 900 (Oi). |
Gay rights in the US, state by state
Gay rights laws in America have evolved to allow — but in some cases ban — rights for gay, lesbian and transgender people on a range of issues, including marriage, hospital visitation, adoption, housing, employment and school bullying. The handling of gay rights issues vary by state and follow trends by region
• Gay rights: five activists reflect on the history of the movement in the US
• President Obama endorses gay marriage
• Open thread: Share your thoughts on gay rights in the US
No rastro das declarações dos candidatos à presidência dos EUA sobre casamento de homossexuais, o jornal 'the guardian' publicou um infográfico interessante. Nele podemos ver como nos EUA a garantia de direitos desse público está dividida regionalmente, com nítidas diferenças de uma parte a outra do país.
---------- Mensagem encaminhada ----------
De: 2a Mostra Nacional de Praticas em Psicologia <contato@pol.org.br>
Data: 11 de maio de 2012 13:38
Assunto: O Rio tambem esta ligado na 2a Mostra Nacional
Para: PSILIG@gmail.com
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INSCRIÇÕES GRATUITAS
PARA EFEITO DE OBTENÇÃO DO CERTIFICADO, OPCIONAL E PAGO, FAZ-SE NECESSÁRIO A INSCRIÇÃO ATRAVÉS DO SITE DA EMERJ –
|
Boletim nº 68 – 08/05/2012
Notícias
- Reunião entre FENPB e MEC aponta enfrentamento da discriminação
Representantes do Fórum de Entidades Nacionais da Psicologia Brasileira (FENPB) reuniram-se na quinta-feira (03/05) com o Ministro da Educação, Aloizio Mercadante, para tratar de temas ligados à Psicologia e à Educação no Brasil. Durante o encontro, foram discutidas alternativas de combate à violência e ao preconceito nas escolas, tais como homofobia, bullying, racismo, além das maneiras como a Psicologia pode contribuir com políticas públicas de educação. Leia mais
- CFP e outras profissões da saúde apontam problemas no PL do Ato Médico
Profissionais da saúde e estudantes lotaram, na quarta-feira (25), a Comissão de Educação do Senado Federal, que realizou Audiência Pública para debater o Projeto de Lei nº 268/2002, conhecido como PL do Ato Médico. A Audiência foi requerida pelo senador Cássio Cunha Lima (PSBD-PB), relator da matéria nesta comissão. O projeto tramita no Congresso há 10 anos sem ter alcançado consenso dado a graves problemas presentes na proposta. Leia mais
- Debate discute desafios e Paradoxos da Atuação em Medidas Socioeducativas em Meio Aberto: a Articulação entre o ECA e o Sinase
O Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas (Crepop) do Conselho Federal de Psicologia realizou nesta quinta-feira, 3 de maio de 2012, na sede do CFP, o debate online Desafios e Paradoxos da Atuação em Medidas Socioeducativas em Meio Aberto: a Articulação entre o ECA e o Sinase. Leia mais
- Frente Nacional Drogas e Direitos Humanos coordena debate online "Cidadania e Dignidade na Política Nacional sobre Drogas"
A Frente Nacional Drogas e Direitos Humanos coordenou na quinta-feira, 3 de maio de 2012, o debate on-line sobre o tema “Cidadania e Dignidade na Política Nacional sobre Drogas”. Leia mais
- Audiência pública discute políticas de drogas e relatório da 4ª Inspeção Nacional de Direitos Humanos
Uma audiência pública foi realizada na manhã desta quinta-feira (3/5), no Senado Federal, com o objetivo de discutir o Relatório da 4ª Inspeção Nacional de Direitos Humanos do CFP, que trouxe o resultado de vistorias em 68 instituições de internação para usuário de drogas, em 24 estados brasileiros e no Distrito Federal. O coordenador da Comissão de Direitos Humanos do Conselho Federal de Psicologia (CFP), Pedro Paulo Bicalho, representou o CFP no evento. Leia mais
- Frente Nacional Drogas e Direitos Humanos pede atenção especial a parlamentares na Política sobre Drogas
Na tarde da quarta-feira (02/05) o presidente do Conselho Federal de Psicologia (CFP), Humberto Verona, representantes do Movimento Nacional da População em Situação de Rua (MNPR) e do Sindicato dos Psicólogos do Estado de São Paulo foram ao Congresso Nacional visitar parlamentares para apresentar a Frente Nacional Drogas e Direitos Humanos (FNDDH) e para solicitar uma atenção especial dos parlamentares à Política Nacional sobre Drogas. Leia mais
- Novo Estatuto da Ulapsi é aprovado em Assembleia
O Conselho Federal de Psicologia (CFP) participou na quinta-feira (26) da assembleia que antecedeu o IV Congresso da União Latino-Americana de Entidades de Psicologia (ULAPSI), em Montevidéu, Uruguai. Os participantes aprovaram o novo Estatuto, que acrescentou à gestão da ULAPSI o cargo de Secretário Administrativo aos já existentes de Secretário Executivo e Tesoureiro. Durante o Congresso o CFP apresentou diversos simpósios. Leia mais
- Artigos para edição especial da Revista Ciência e Profissão podem
ser enviados até 18 de maioA Revista Psicologia Ciência e Profissão lançará um número especial em 2012 sobre o tema Psicologia: 50 anos de profissão no Brasil. Profissionais e pesquisadores da área da Psicologia podem submeter artigos sobre o tema até o dia 18 de maio de 2012. Leia mais
- Campanha contra medicalização é tema internacional
O Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade, do Brasil, participou de reunião com o Fórumadd, da Argentina, para tratar da luta contra a patologização e medicalização da infância. O encontro entre os fóruns aconteceu em Buenos Aires, durante os dias 30 de abril e 1º de maio. A conselheira Marilene Proença representou o Conselho Federal de Psicologia (CFP). Leia mais
Agenda
- 2ª Mostra Nacional de Práticas em Psicologia. Compromisso
com a construção do bem comum – 20 a 22 de setembro
de 2012. Anhembi, SP.Publicações
Conheça o CFP nas redes sociais:
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RIO - O Tribunal Superior do Trabalho (TST) regulamentou, no início deste ano, o teletrabalho entre seus servidores. Em sua primeira sessão de 2012, em fevereiro, a instituição aprovou ato que define critérios e requisitos para a realização de tarefas fora de suas dependências, mediante controle de acesso e avaliação permanente do desempenho e das condições de trabalho.
De acordo com a normatização adotada pelo TST, a realização do teletrabalho é facultativa, a critério do gestor de cada unidade, e restrita às atribuições em que seja possível, em função da característica do serviço, mensurar objetivamente o desempenho do servidor – por meio de estipulação de metas de desempenho diárias, semanais e/ou mensais. As metas para os servidores que optarem por trabalhar remotamente serão no mínimo 15% superiores à estipulada para o trabalho presencial.
O teletrabalho é vedado a servidores em estágio probatório, àqueles que tenham subordinados e aos que tenham sofrido penalidades disciplinares. Por outro lado, o ato dá prioridade aos profissionais com deficiência, e limita a 30% o número de servidores de cada unidade autorizados a trabalhar fora do TST. Já os setores que prestam atendimento ao público interno e externo têm de manter sua plena capacidade de funcionamento.
A Universidade Fernando Pessoa lançou o call for posters para o II Colóquio “A Justiça em análise, dedicado ao tema " Os menores e a Justiça", que será organizado por Ana Sacau e Glória Jólluskin.
O objectivo deste colóquio é contribuir para a identificação e compreensão da situação actual dos distintos processos e fenómenos relacionados com os processos judiciais nos quais estão envolvidos menores, desde uma vertente multidisciplinar.
Pretendemos que este evento seja um espaço onde os intervenientes possam trocar experiências sobre as diferentes problemáticas associadas à realidade destes menores, assim como partilhar não só resultados, mas também trabalhos em processo, permitindo fazer um balanço sobre a investigação e intervenção social.
Comissão CientíficaProf. Doutora Ana Sacau, UFP
Prof. Doutora Gloria Jólluskin, UFP
Prof. Doutora Ana Sani; UFP
Prof. Doutor José Soares Martins; UFP
Prof. Doutor João Casqueira, UFP
Prof. Doutor Luís Santos, UFP
Prof. Doutora Sónia Caridade, UFPComissão Organizadora
Prof. Doutora Gloria Jolluskin, UFP
Prof. Doutora Ana Sacau, UFP
Mestre Andreia de Castro-Rodrigues
Mestre Filipa Rua
Mestre Ana Oliveira
Contactos e Informações:
Gabinete de Comunicação e Imagem (secretariado)
Praça 9 de Abril, 349 – 4249-004 Porto
Fax: +351 225 508 269
gci@ufp.edu.pt
http://justica.ufp.edu.ptUniversidade Fernando Pessoa
Praça 9 de Abril, 349
4249-004 Porto – Portugal
Telf. + 351 22 507 13 00
Fax: + 351 22 550 82 69
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