The Last Guy (junho 2009 [sim, você leu "2009"]/maio 2013)
(100% dos troféus. Comentário em breve.)
Alien Breed 3: Descent (março/abril 2013)
(Platinado. Comentário em breve.)
Labyrinth Legends (abril 2013)
(100% dos troféus. Comentário em breve.)
Prince of Persia: The Two Thrones (abril 2013)
(Platinado. Comentário em breve.)
Prince of Persia: Warrior Within (abril 2013)
(Platinado. Comentário em breve.)
Spec Ops: The Line (março/abril 2013)
(Platinado. Comentário em breve.)
WARP (fevereiro 2013)
(100% dos troféus. Comentário em breve.)
Prince of Persia: The Sands of Time (março 2013)
(Platinado. Comentário em breve.)
Alien Breed 2: Assault (março 2013)
(Platinado. Comentário em breve.)
Alien Breed: Impact (fevereiro/março 2013)
(Platinado. Comentário em breve.)
(100% dos troféus. Comentário em breve.)
Deus Ex Human Revolution (fevereiro 2013)
(Platinado. Comentário em breve.)
Ratchet and Clank HD (fevereiro 2013)
(Platinado. Comentário em breve.)
(Platinado. Comentário em breve.)
Sound Shapes (janeiro 2013)
(Platinado. Comentário em breve.)
Sideway New York (janeiro 2013)
(100% dos troféus. Comentário em breve.)
Infamous: Festival of Blood (janeiro 2013)
(100% dos troféus. Comentário em breve.)
Tokyo Jungle (janeiro 2013)
(100% dos troféus. Comentário em breve.)
Rayman Origins (dezembro 2012)
(Platinado. Comentário em breve.)
Journey (dezembro 2012)
Jogo-surpresa de 2012, acabou levando vários prêmios de Melhor do Ano. Só não entendi por quê. Eu, particularmente, não vi nada de mais num jogo demasiadamente curto, simplista em termos de jogabilidade e decepcionante em termos de história. É bonito? Sim, é lindo. A trilha sonora é boa? Sim, é ótima. Mas fica nisso. Se bem que devo ressalvar que jogando online a experiência é bem melhor, e foi nesse modo que vivenciei os melhores momentos do jogo. Mas mesmo eles não me convenceram que Journey é grande coisa, muito menos que tenha sido o melhor do ano.
Jak and Daxter HD Collection (dezembro 2012)
Se há uma coisa que adoro é joguinho de plataforma. E a série Jak and Daxter tem lugar reservado em meu coração pelas boas lembranças de quando joguei o delicioso Jak 3 no PlayStation 2. Por isso, não pude deixar de comprar a trilogia completa remasterizada para PS3. E foi um imenso prazer reviver Jak 3 e conhecer os dois jogos antecessores. Pena que Jak 2, indo na ondinha de GTA, perdeu um pouco do rumo, mas nada que tire o brilho da série. Três platinas de puro deleite.
Quantum Conundrum (novembro/dezembro 2012)
Joguinho enjoado este aqui. Os quebra-cabeças são bem criativos, à la Portal, mas exigem tamanha precisão que torna algumas tarefas frustrantes. Até tentei completá-lo com 100% dos troféus, mas era muito sofrimento pra pouca recompensa.
Mais um quebra-cabeças interessante. Fazia tempo que eu o paquerava, e só agora pude jogá-lo. No fim, não achei nada especial, mas pelo menos tem uma estética visual cativante e uma trilha sonora bem bonitinha — o que é um elogio incomum vindo de mim, já que a primeira coisa que faço nos jogos é desativar a música.
Portal 2 (novembro 2012)
Um de meus jogos mais desejados, Portal 2 finalmente chegou à
PSN. Tão instigante quanto (mas muito mais fácil que) o primeiro, tem uma
campanha solo das mais agradáveis. O ponto alto é o modo cooperativo, um
belíssimo exercício de trabalho em equipe. Para mim, a experiência foi
ainda mais gratificante graças à companhia do inteligente e habilidoso @willian1969, com quem em breve partilharei o DLC Peer Review. Platina tranqüilíssima.
Quase quatro meses de jejum me deixaram bem desanimado pra voltar aos videogames. Nada mais recomendado, nesses casos, do que pegar um jogo curtinho, só pra se reambientar. Edição aperfeiçoada de um jogo em Flash (http://www.closuregame.com/closure.php), Closure é um instigante e inovador quebra-cabeças baseado em luz e sombras. Inevitável compará-lo a Limbo, devido a estética monocromática de ambos; mas as comparações terminam aqui, já que Limbo é muito mais imersivo e "literário", ao passo que Closure é basicamente uma seqüência de quebra-cabeças isolados que talvez tenham uma história por trás, a qual não consegui decifrar. Mas não é um jogo ruim, não. Só que é fácil e curtinho demais — o que, no fim das contas, era justamente o que eu estava querendo.
Sly 3 (julho 2012)
Após descobrir (e adorar) Sly Cooper em seu primeiro jogo e continuar gostando após sua seqüência (Sly Cooper 2: Band of Thieves), não pude deixar de me decepcionar com este fim de trilogia. Sly 3
é chato, chato, chato. O trio de protagonistas ganhou a desnecessária
adição de quatro personagens, os controles de Sly funcionam mal e, pra
completar, a platina requer repetir diversos cenários e minijogos com
limite de tempo ou outras imposições. Espero que voltem a acertar a mão
no quarto jogo da série, que será lançado em breve.
Nada como revisitar um clássico idolatrado. Shadow of the Colossus foi um de meus jogos favoritos no PS2 (ao lado de Metal Gear Solid 3: Snake Eater e Hot Shots Golf: Fore!). A versão remasterizada para PS3 entrou em minha lista de desejos desde o dia de seu anúncio, dois anos atrás. Como o pobrão aqui não pode comprar nada durante o lançamento, o jeito foi aguardar uma promoção, que acabou ocorrendo recentemente na PSN. O jogo, de fato, ficou bonitão em 720p. De resto, a jogabilidade está igual à do original, embora muitos achem que algo ficou errado na forma como o protagonista se comporta nas batalhas. A platina foi meio difícil, tendo requerido sete jogadas (quatro em modo Normal, uma em modo Difícil, uma corrida contra o relógio em Normal e outra em Difícil). Mas valeu a pena: não só porque é uma platina que dá gosto exibir na prateleira mas também porque reviver um jogo dessa magnitude é sempre motivo do maior prazer.
Just Cause 2 (julho 2012)
Surpresa total. Eu nunca havia ouvido falar desta série e, quando veio de brinde na PlayStation Plus, abri o jogo só pra ver como era. Quando me dei conta, já estava há quase uma hora jogando sem parar. Divertidíssimo. No fim, essa primeira hora de diversão se estendeu por mais de 100 horas até a obtenção da platina, culpa dos milhares (literalmente milhares; não é força de expressão) de colecionáveis.
Infamous 2 (julho 2012)
O primeiro Infamous foi legalzinho mas nada extraordinário. Posso dizer o mesmo deste aqui. Pelo menos não foi um passatempo desagradável. Platina das mais fáceis.
Gostei tanto do Sly Cooper original que não resisti à tentação quando toda a trilogia entrou em promoção na PSN. Sly 2 é gostoso como o primeiro, só um tiquinho repetitivo mais pro fim. Mesmo assim, foi um passatempo dos mais agradáveis. E outra platina facinha, também.
Resistance 2 (junho 2012)Este aqui foi uma de minhas maiores decepções no PS3. Após jogar o antológico Resistance: Fall of Man, em 2009, fiquei ansioso por pegar sua continuação, que acabei comprando no ano seguinte. Adquiri por uma barganha no site da britânica Game.co, mas, após jogá-lo por um dia, concluí que as 10 libras que paguei por ele foram 10 libras a mais do que devia ter pago. Por algum motivo (talvez um produto dos retardados "focus groups"), os desenvolvedores mexeram em time que estava ganhando e mudaram várias características que eram o charme da franquia, entre elas a paleta de cores e o uso de múltiplas armas. Em outras palavras: ficou um jogo sem personalidade, igual a qualquer outro de tiro em primeira pessoa. Por isso, ficou encostado aqui em casa durante mais de dois anos. Retomei-o agora por total falta de opções. No fim, achei até razoável. Obtive todos os troféus individuais, mas nem pagando tentarei a platina, que é famosa por suas ridículas exigências no modo online, uma idéia de jerico que posteriormente os próprios produtores assumiram como um erro.
Trine 2 (maio 2012)
Eu cobiçava Trine 2 desde seu lançamento, ano passado. Se tivesse tido um desconto na PSN, teria comprado sem pensar duas vezes. Como não teve, fiquei esperando uma boa ocasião. Para minha dupla sorte, o jogo veio de graça para assinantes da PlayStation Plus. A sorte foi dupla porque 1º) o jogo foi gratuito e 2º) surpreendentemente acabei detestando o jogo (e o teria detestado ainda mais se tive pago por ele). A história não é de todo ruim, mas os quebra-cabeças são tão fora de contexto que tiram todo o prazer de um jogo desse tipo. A platina, por sua vez, é tão fácil que pode ser obtida antes da metade da história. E, tirando um troféu de prata, todos os outros 11 são de ouro, uma raridade. Por "gratidão", fui até o fim da campanha (e em modo de combate Difícil, lógico), mas não condeno quem abandonou esse jogo chato logo após ter platinado.
Assassin's Creed Broterhood (abril/maio 2012)
Comprei em promoção na PSN (se bem que, se tivesse esperado mais um mês, pegaria um preço ainda melhor; mas a bola de cristal estava sem pilha, então dancei). Não curti muito, não. Esperava uma evolução do AC2, mas não vi nada de mais. De bom, só o mapinha mostrando os colecionáveis. Já o modo multijogador me surpreendeu positivamente, principalmente os cenários Wanted. As arenas Manhunt e Chest Capture, embora também interessantes, não me agradaram: não curto jogos em equipe em que meus companheiros são meus piores inimigos. Seja como for, esse é o primeiro jogo em que gostei mais do modo online do que da campanha individual. Platina trabalhosa mas nada complicada.
God of War II (abril 2012)
Disparado o meu favorito da série. Tudo nele reflete a preocupação em corrigir e melhorar o que havia de errado (e certo) em GoW 1. É realmente um jogo de encher os olhos. Outra platina, também em modo Difícil.
God of War (abril 2012)
Alguém no TrocaJogo ofereceu sua God of War Collection por meu Darksiders. Aceitei. Eu estava mesmo a fim de ver como ficaram os gráficos no PS3. E, de fato, é surpreendente o resultado final. O jogo continua divertido mas deixa evidentes algumas más implementações, perdoáveis numa estréia de franquia. Embora a platina pudesse ser conquistada em modo Fácil, fui de Difícil porque é assim que homem joga.
Castlevania: Lords of Shadow (abril 2012)
Comprei esse jogo ano passado, juntamente com Vanquish, no Dia do Jogo Justo. Mas nunca tive saco com ele. A cada dois ou três meses eu tentava jogá-lo e sempre desistia após cansar de brigar com os controles mal implementados. Além disso, o jogo em si não me seduziu. Recentemente, por falta de alternativas, dei a ele uma última chance. Aos poucos fui me acostumando com os comandos e até perdi a antipatia pela história. Platina tranqüila.
God of War - Ghost of Sparta (março 2012)
Outra remasterização provinda do PSP, integrante do pacote promocional da PSN. Curtinho mas divertido, me rendeu outra platina fácil (mais ainda que a de Chains of Olympus).
God of War - Chains of Olympus (março 2012)
Comprei esta remasterização (original do PSP) numa promoção da PSN. Bacaninha, até. Alguns desafios extras são complicadinhos, mas nada que assuste demais. Platinei o jogo em 3 dias.
Vanquish (2011 e 2012)
Este aqui era meu grande nêmesis. Desde que o comprei, ano passado, eu temia o momento em que precisaria enfrentar os seis desafios táticos que levavam ao troféu de platina. O três primeiros foram conquistados em agosto de 2011. O quarto, dificílimo, exigiu duas semanas. O quinto foi uma babinha que consumiu menos de uma hora.
Agora, o Desafio 6, meus amigos...
Vou contar uma coisa: o Desafio 6 de Vanquish é uma das tarefas mais brutais que já experimentei nos videogames. Cada uma de suas cinco partes tem de ser estudada com profundidade, planejada nos mínimos detalhes e posta em execução de forma absolutamente perfeita. Erros não são perdoados. Morreu? Comece de novo a partir da parte 1.
Todas são difíceis, mas as partes 4 e 5 são um caso à parte. A fase inicial dessas duas exige movimentos absolutamente precisos; qualquer engano leva o jogador a ser assolado por uma horda invencível de inimigos ou ser alvo fácil de chefes poderosíssimos. Mas, com tempo e persistência, o jogador acaba desenvolvendo uma estratégia que lhe permitirá exterminar os inimigos um a um, de forma implacável.
Só que não basta!
O conhecimento total dos componentes do jogo e a perfeição na execução não são suficientes para o sucesso nesse desafio. Falta um importante ingrediente, às vezes mais importante que todos os outros somados: sorte. Em vários pontos, especialmente na parte 5, fatores aleatórios conspiram para que você esteja na hora errada no mais errado dos locais. É o momento em que você tenta escapar de um inimigo e escolhe se refugiar justamente onde outro robô acaba de lançar uma granada mortal; é o momento em que você leva um tiro sem grandes conseqüências mas está ao lado de robozinhos que percebem sua temporária vulnerabilidade e partem para cima de forma feroz e inevitável. Muito pior: é o momento em que você não fez absolutamente nada errado, está com o nível de saúde em 100% e mesmo assim um tiro, um só tiro, de um dos chefes da parte 5 o mata instantaneamente. Isso mesmo: na última parte, após ininterruptos 20 minutos de jogo, um imprevisível tiro de sniper anula todo o esforço aplicado até então.
Por essas e outras é que minha platina de Vanquish, conquistada no dia 17 de março de 2012, às 10h57:17, é o troféu de que mais tenho orgulho, o mais reluzente de todos que enfeitam minha prateleira virtual.
Sly Cooper and the Thievius Racconnus (março 2012)
Outro presente da PlayStation Plus, outra platina facinha, conquistada em dois dias. Eu merecia uma moleza dessas depois de passar dois meses inteiros apenas na caça ao troféu máximo de Bioshock 2. Este Sly Cooper até que é bem gostosinho de jogar. O estilo gráfico e a movimentação do jogador lembram bastante a série Crash Bandicoot, do PS1 e PS2. Só que isso não é elogio: nunca fui fã de Crash Bandicoot. Mas Sly Cooper tem uma abordagem diferente, tanto na ambientação quanto na jogabilidade, que torna o jogo extremamente charmoso e divertido. Já cogito jogar os outros da série. Se vierem de presente, como este, melhor ainda!
Bioshock 2 (janeiro a março 2012)
Este aqui é velhinho. Completei a campanha individual em 2010, mas desisti de tentar a platina porque requeria jogar em modo multijogador, que detesto. Mas recentemente descobri que os troféus online não são difíceis; só requerem um pouco de dedicação, como foi o caso de Red Dead Redemption. Seduzido pela platina relativamente fácil, comecei a freqüentar as arenas em janeiro. No fim, gastei muito mais tempo do que pensei — em grande parte devido à minha incompetência nesse tipo de batalha —, mas valeu a pena e nem foi tão chato assim.
Hydrophobia (fevereiro 2012)
Jogo facinho e curtinho, que veio grátis na PlayStation Plus há alguns meses e estava na fila mofando. Levei dois dias para completar 100%; isso porque alguns objetivos eram bugados e necessitaram de muito cuidado (e administração de becapes nos pontos salvos) para evitar jogar tudo de novo a partir do zero.
Borderlands (janeiro/fevereiro 2012)
Comprei Borderlands por uma ninharia na PlayStation Plus já faz um tempão, mas nunca tive pique de pegá-lo pra valer. Em janeiro, por falta de opções, decidi dar uma chance ao jogo. De fato, não é grande coisa mesmo. Mas, como sou fominha e não posso ver jogo incompleto, fui até o fim e conquistei a platina. Os 100% foram bem mais trabalhosos, já que os DLCs são chatos, malfeitos, repetitivos e artificialmente longos. E o maior deles é bem dificinho também.
Crysis (janeiro 2012)
Outra oferta imperdível da PlayStation Plus, comprei Crysis por US$ 10. Fácil que dá até dó, platinei em menos de 3 dias. Isso porque joguei no modo 'Delta', o mais difícil do jogo. É até gostosinho, mas nada que faça jus à adoração que os jogadores de PC tinham por ele.
L.A. Noire (dezembro 2011)
Essas ofertas da PlayStation Plus são mesmo uma dádiva. L.A. Noire, com todos os DLCs, por US$ 24,49, não dava pra deixar passar. Pena que o jogo não correspondeu à minha expectativa. Os gráficos e a trilha sonora são admiráveis, mas a jogabilidade é um pé no saco, culpa da inconsistência dos interrogatórios que são a espinha dorsal da experiência. Platinei relativamente rápido, apesar do inferno que é procurar trocentos colecionáveis que não têm lugar definido pra aparecer.
Red Dead Redemption (novembro/dezembro 2011)
Aluguei Red Dead Redemption por 3 dias na época de seu lançamento e gostei muito. Passado mais de um ano, hoje finalmente tenho uma cópia. Infelizmente o fogo baixou um pouco e não me diverti tanto quanto desejava. Mesmo assim, foi um passatempo bem agradável. Não tentei a platina porque exige competir online, o que abomino. Aproveitei para jogar o DLC Undead Nightmare, pelo qual eu tinha grandes expectativas mas achei repetitivo e sem graça.
Dead Nation (10-21 outubro 2011)
De todos os jogos que joguei até hoje, estou para ver um mais ladrão que Dead Nation. Inimigos às pencas saindo de lugares improváveis, checkpoints esparsos e aleatoriedade suspeita nos baús de munição são alguns dos empecilhos artificiais que o jogo cria para incrementar a dificuldade. E, sim, o jogo é bem difícil nos modos mais avançados. Mas, como sou putinha de troféus, ignorei todos esses defeitos e fui em busca da platina, conquistada com relativa tranqüilidade.
Costume Quest (5-9 outubro 2011)
No Halloween do ano passado, Costume Quest foi lançado na PSN com boa aclamação da crítica. Na época testei a demo e gostei bastante. Mas, com vários jogos na fila, deixei para comprá-lo mais tarde. Por sorte, neste mês ele veio como brinde para assinantes do PlayStation Plus. Baixei imediatamente. E comecei a jogar rapidinho também, já que tinha acabado de zerar o sombrio Demon's Souls e precisava de algo mais levinho para depois enfrentar Dead Nation e, principalmente, o postergadíssimo Desafio 6 de Vanquish. E, realmente, Costume Quest é leve, além de divertido e muito facinho. Conquistei 100% dos troféus básicos (os que faltam são de um DLC que não sei se compro ou se espero pra ver se também vem de graça no PlayStation Plus).
Demon's Souls (9 setembro–2 outubro 2011)
Demon's Souls é considerado um dos jogos mais difíceis do PS3, e foi justamente isso que me cativou e me fez comprá-lo. No fim, acabei nem achando tão complicado, mas a culpa foi do modo covarde como joguei, evitando lutas e resolvendo tudo na base da magia ou de flechas. Em outras palavras: um verdadeiro e asqueroso camper! Consegui a platina, mas fiquei com um peso na consciência, como se tivesse trapaceado para obtê-la.
Uma coisa é certa: quando eu comprar o sucessor 'Dark Souls', vou jogá-lo como homem, mesmo que leve ainda mais tempo do que as quase 200 horas que gastei em 'Demon's Souls'.
Infamous (10–21 agosto 2011)
Nem vou me aprofundar muito sobre Infamous. Jogo irregular, com algumas idéias boas e outras muito mal implementadas. Além disso, é fácil demais. Pior é que tive de jogá-lo duas vezes, que é o mínimo exigido para a platina, que, diga-se de passagem, foi a mais baba e também a mais chata de conseguir: sair caçando 350 colecionáveis não é tarefa das mais agradáveis.
Limbo (24–28 julho 2011)
Falaram muito de Limbo na mídia, sempre incluindo-o no exclusivo círculo de jogos-arte. Honestamente, não achei tanta coisa. Não é ruim, muito pelo contrário. Mas colocá-lo na mesma liga de Shadow of the Colossus e Braid é exagero. No máximo, está junto com Flower, o que já é um baita elogio. Zerei-o com 100% dos troféus, o que exigiu completá-lo com no máximo 5 mortes e vencer um nível passado totalmente no escuro (desafios que não são pra qualquer um, modéstia à parte).
PixelJunk Shooter 2 (14–22 julho 2011)
Meu entusiasmo com o primeiro PixelJunk Shooter foi tão grande quanto a decepção com o jogo: curto demais e fácil demais, apesar do visual encantador e da jogabilidade agradável. Só comprei o PJS 2 porque estava em oferta na PSN, mas no fim valeu a pena, pois é bem melhor que o anterior. Mais um com 100% dos troféus, porque não estou pra brincadeiras.
Vanquish (1–24 julho 2011)
Ignorei Vanquish quando de seu lançamento; não me chamou a atenção. Mas, quando o jogo foi incluído na promoção do último Dia do Jogo Justo, decidi pesquisar a seu respeito. E adorei o que vi. Parecia ser bem diferente do que rola atualmente. E tinha cara de ser bem dificinho, coisa que aprecio.
Comprei e não me arrependi, pois as surpresas são muitas. Completei-o em modo 'Hard', que não deu tanto trabalho assim. Agora está liberado o modo 'God Hard', mas nem vou tentá-lo, já que vencê-lo (além de ser absurdamente difícil) não dá absolutamente nenhuma recompensa, o que me lembra o maldito modo 'Titan' de God of War III: muito trabalho pra nada.
O problema mesmo é encarar os seis desafios extras, obrigatórios para a platina. Cinco deles já conquistei. Agora, o sexto, amigos... O sexto deveria entrar na lista das tarefas mais difíceis da história do videogame. Mas vou tentar assim mesmo.
Darksiders (15–28 junho 2011)
Fiquei encantado quando joguei o demo de Darksiders, ano passado — um dos demos mais generosos da PSN, com um nível inteiro, que se leva duas horas para completar. Estilão Devil May Cry e God of War, com tudo que esse gênero oferece de bom: variedade de armas e golpes, que podem ser incrementados à medida que o jogo prossegue; cenários portentosos; diversidade de inimigos; chefes desafiantes; e por aí vai.
Completei o jogo de forma gloriosa, com um troféu de platina.
Uncharted 2: Among Thieves (4–13 junho 2011)
O primeiro jogo da série (Uncharted: Drake's Fortune) é um lixo repetitivo e superestimado. Por esse motivo, só agora, dois anos após o lançamento, estou dando uma chance a Uncharted 2: Among Thieves.
De fato, o jogo é muito superior ao primeiro. A receitinha de bolo "escalada-tiroteio-filminho" continua existindo, mas desta vez com a adição de saborosos ingredientes, como as perseguições a pé e a antológica aventura no trem.
Pena que, assim como na primeira versão, o fim do jogo vire um samba do crioulo doido, envolvendo seres com poderes sobre-humanos que não combinam com a história narrada até então.
Completei com platina.