Marketing and Advertising | São Paulo Area, Brazil, BR
Experience
Jun
2011 - Present
Assistente em Pesquisa de Mídia / Grupo PPR
Clientes: Oi, Coca Cola (DellValle, Minute Maid, Kapo, I9, Gladiator and Burn), CCAA, Sul América, Batavo, Nycomed (Eparema and Xantinon), Suvinil, Andorinha, Gradiente and Petrobrás.
Dec
2010 -
May
2011
Estagiário em Pesquisa de Mídia / Grupo PPR
Clientes: Oi, Coca Cola (DellValle, Minute Maid, Kapo, I9, Gladiator and Burn), CCAA, Sul América, Batavo, Nycomed (Eparema and Xantinon), Suvinil, Andorinha, Zap and Petrobrás.
Sept
2010 -
Nov
2010
Estagiário de Marketing / Eletroshopping.com Comercio de Prod. Eletrônicos Ltda
Atribuições: O plano inicial de atividades foi o de desenvolver atividades de marketing online como: Interface com os veículos de mídia, envio e análise de peças para portais, interface com a área comercial e de criação da empresa e análise das campanhas de mídia interna do site.
14º Prêmio de Mídia Estadão - 2º lugar na categoria Digital com o tema: APERTE O PLAY:IN GAME AD CHEGOU PARA FICAR
13º Prêmio de Mídia Estadão - 1º lugar na categoria TV com o tema: O PAPEL DO MEDIA CENTER NA EVOLUÇÃO DA TV
Pessoal, achei um infográfico bem bacana que traz alguns dados sobre a forma em que as pessoas twitam. Se o fazem via o site Twitter.com, se utilizam aplicativos via mobile ou por outros meios.
Vocês podem encontrar a versão em inglês no site The Next Web que é um site bem bacana e que recomendo a sua leitura (Não fui eu quem fez a coletagem destes dados, apenas o traduzi para o português, portanto os créditos são todos do site TNW)!
No dia 25 de Outubro houve a premiação do 13º Prêmio de Mídia Estadão no Via Funchal. Nesse dia eu estava realmente ancioso... Reunimos vários amigos da faculdade para ir à festa e finalmente ao chegar lá, entrei num pequeno desespero tímido. Para todos os lados que eu olhava, tinha alguém concorrendo, seja estudante ou profissional.
Foi uma festa simplesmente incrível! Foi praticamente uma viagem a um mundo que eu nunca havia ido antes, tudo muito chick, tudo muito caprichado.
E após um Cocktail com os convidados, logo fomos direcionados para as mesas próximas ao palco. Começou a premiação com os vencedores da categoria estudante, primeiro foi meu amigo André recebendo o prêmio de melhor monografia em TV, juro que naquele momento gelei ainda mais... Estava tão ansioso para a entrega do prêmio de minha categoria, que minhas pernas chacoalhavam sem parar. E logo a hora chegou, anunciaram meu trabalho como um dos finalistas, aquilo já valeu muito pra mim, fiquei extremamente contente só por ser um dos finalistas, depois, anunciam minha outra amiga Suélen como 2ª colocada e eu como vencedor. Estava no ápice de felicidade! Não tinham palavras para tanta alegria.
Subi ao palco, recebi o prêmio e quando estava voltando à mesa, fui chamado novamente pelo apresentador do prêmio (um Locutor da Rádio Eldorado o qual não lembro o nome agora) que dizia para eu voltar ao palco, pois havia vencido também o prêmio Talento em Mídia, dado a melhor monografia dentre as cinco vencedoras.
Fui novamente ao palco, tomando muito cuidado para não tropeçar, pois o nervosismo era enorme. Recebi o segundo prêmio e um iPad. Voltei à mesa, tirei várias fotos, dei uma entrevista para a Rádio Eldorado, fui chamado para uma entrevista, foram milhões de coisas acontecendo no mesmo instante.
Após o prêmio, recebi votos de parabéns de vários amigos, professores e familiares. Como nunca consegui estágio na área, pensei que com o prêmio iam chover oportunidades, surgiram oportunidades boas! Muito boas por sinal, mas até agora, 1 mês depois não consegui nenhuma vaga, espero conseguir em breve!!! Mas isso serve como um grande atrativo no currículo e me faz ter cada vez mais vontade de participar ano que vem no 14º premio de Mídia Estadão que nos aguarde!!!"
Como disse no post antigo, o Felipe Proença ainda está na busca de um estágio em alguma agência de publicidade, caso alguém tenha uma oportunidade para ele, favor entrar em contato! Parabéns pelo Prêmio Felipe!
Olá pessoal! É com um grande prazer, que trago aqui para vocês um post com o ganhador da melhor monografia na categoria de estudante do 13º Prêmio de Mídia do Estadão! Com vocês, Felipe Proença!
" Como surgiu:
Fui convidado (convocado) pelo André a fazer esse post, mas feito com muito gosto e felicidade. Nele, vou falar sobre meu trabalho que concorreu e ganhou 2 prêmios no 13º Prêmio de Mídia Estadão. O tema do trabalho foi “Toca aí! Smartphones e aplicativos como mídia digital”. No post vou explicar tudo, desde sua elaboração até sua premiação.
A idéia de participar surgiu no começo do ano, estava tendo as primeiras aulas de Mídia na Cásper com o professor Joubert quando ele comentou sobre o prêmio com os alunos. Eu já possuía interesse na área, por gostar e ter curiosidade sobre como funcionavam os veículos de comunicação, preços, formato dos anúncios, entre outras coisas.
Comecei a pensar no tema desde o anúncio do professor e tive muitas dificuldades até encontrar o ideal. Havia recebido o trabalho vencedor dos 2 últimos anos (sobre Música independente como mídia e o outro sobre Celulares) e alguns outros muito bem colocados nos anos anteriores também. Li os trabalhos mais interessantes e busquei entender o que tinha destaque sobre cada tema.
Após esse estudo dos trabalhos anteriores, continuei a pensar em vários temas e alguns dias antes, minha amiga que estuda comigo, Nathália Gutierrez tinha ganhado um iPod Touch e todos os dias trazia um aplicativo novo, joguinhos de todos os tipos, desde um Bob Esponja que esticava e dizia algumas frases, passando por joguinhos onde se montava um CupCake até um Rock Band portátil. Após perceber que todos adoravam aqueles joguinhos e, mesmo sem possuir um iPod conheciam os aplicativos e sabiam manusear o aparelho, minha amiga me sugeriu fazer o trabalho sobre os próprios aplicativos.
Fiquei um pouco receoso sobre a idéia no inicio. O motivo da desconfiança foi justamente desenvolver um trabalho complexo sobre um aparelho que eu não conhecia, apenas brincava com ele alguns minutos por dia. Conversei com alguns professores que me apoiaram na idéia, acharam meu tema competitivo e muito interessante, com esse apoio me encorajei na idéia, achei que seria muito bom para eu desenvolver um trabalho do zero, com pouquíssimas informações e muita vontade de vencer o prêmio.
Desenvolvendo o trabalho:
Pronto, o tema estava escolhido, as datas estipuladas e a vontade era gigante! Para começar a desenvolver o trabalho, fiz um brainstorm sobre tudo relacionado ao tema, acredito que foi a melhor forma de encontrar sub-temas que fossem relevantes para o trabalho. Escrevi em um pequeno caderno quais seriam os capítulos e o que seria abordado em cada um deles. Decidi que seriam seis capítulos e que alguns deles possuiriam sub-capítulos para uma melhor desenvoltura.
Esse processo de pensar, escrever, pesquisar e refazer os capítulos foi o mais difícil certamente. É muito mais difícil começar um projeto com uma folha em branco, do que desenvolver uma idéia já pré-estabelecida.
Depois de decidir sobre o que falaria no projeto, comecei a pesquisar absolutamente tudo o que vinha em mente sobre o tema. Decidi que primeiro falaria sobre a história da comunicação à distância. Sobre a parte histórica do tema, descobri coisas interessantes, como que a primeira forma de comunicação no formato mais parecido com o telefone foi descoberto em 1667 no formato daqueles clássicos 2 copos conectados por um fio de lã. Outra curiosidade que eu não tinha conhecimento era que o criador do telefone não era mais Graham Bell e sim um conhecido dele, Antônio Meucci. Minha dificuldade nessa etapa foi resumir a enorme história da telefonia em poucas páginas (já que o trabalho possui um limite de 30 páginas corridas, ou com uma pequena tolerância caso possuísse imagens).
Ainda no primeiro capítulo trabalhei visando explicar o que é um Smartphone e quais são suas funções. Nessa etapa, fui orientado pelos professores a criar um texto, onde qualquer pessoa que nunca havia usado um aparelho desses pudesse compreender tudo o que ele oferece. Falei sobre suas diferenças do celular comum, dados de mercado como a participação das marcas que produzem modelos de smartphones, os sistemas operacionais, entre outras características.
No segundo capítulo falei sobre a Apple(criadora do iPod, iPad e iPhone) e as características de seus produtos que o diferenciam de todos os outros smartphones. Procurei desenvolver nesses capítulos informações que mostrassem por que esses aparelhos eram superiores aos concorrentes. Contei sobre as funções dos principais aplicativos oferecidos pelo sistema e seu principal concorrente, a pirataria, os modelos falsificados produzidos na China que são vendidos por até cinco vezes menos comparadas ao originial.
No capítulo três deixei de falar diretamente sobre os Smarpthones e seus aplicativos e falei sobre a comunicação empresarial, como por exemplo, quais as necessidades das empresas quando tentam se comunicar com seus determinados públicos-alvo. Visei mostrar que a comunicação através da nova mídia Smartphone e fatos sobre a participação das empresas nas redes sociais. No quarto capítulo expliquei sobre as formas de criação e divulgação dos aplicativos, como os custos, quais as categorias mais procuradas pelos usuários, como eles buscam saber de novos aplicativos, previsões e tendências de mercado entre outros. Na segunda parte do quarto capítulo falei sobre o público usuário dos Smartphones, com classificações demográficas, psicográficas e diversas tabelas de empresas especializadas no estudo do público como a Nielsen e o Mídia Dados.
No quinto capítulo contei sobre alguns cases de sucesso, sendo três deles internacionais e dois nacionais. Nos cases ficou explícito que o mercado de aplicativos no Brasil ainda é muito pequeno e as empresas não realizam investimentos nele. Os cases mais criativos e premiados são do Japão, onde a tecnologia ainda está anos-luz a nossa frente e permite maior interatividade entre o consumidor e as marcas. E para finalizar o trabalho, no sexto e último capítulo voltei aos dados técnicos e mostrei o cenário atual do mercado mobile, como o market share das empresas de telefonia e a evolução do número de aparelhos celulares no país, que hoje chega a serem 1,1 pessoas por aparelho.
Enquanto escrevia o trabalho, montei com a ajuda de minha mãe quarto caixas de madeira (o trabalho precisa ser entregue em quatro vias) com abertura na tampa para colocar um vidro, pintei a caixa de preto e montei uma capa no mesmo formato da tela do iPhone, foi uma forma de tentar destacar o trabalho dos demais."
No próximo post, teremos mais detalhes referentes à premiação! No momento o Felipe está procurando estágio em uma agência de publicidade no departamento de mídia, então se você gostou da temática do trabalho do Felipe, pode indicá-lo à vontade, pois ele tem talento de sobra!
Segue o contato dele, e não se esqueçam de ler o próximo post com a 2ª parte da entrevista!
Para quem baixou o arquivo do meu trabalho que está disponível no post anterior pode reparar que existia algumas imagens aparentemente estranhas. Na verdade elas se tratam de um QR Code (Quick Response), que são códigos de barra em 2D. Estes códigos podem ocultar mensagens de texto, imagens, vídeos, links, além de outros conteúdos. Utilizei esta ferramenta em meu trabalho, porque achei que seria uma forma bacana de colocar hiperlinks em meu trabalho, dessa forma proporcionando uma experiência diferente aos leitores do mesmo (na minha ótica é bem mais legal, e fácil utilizar este recurso, do que sinalizar o endereço da página entre parênteses).
Este tipo de tecnologia já pode ser vista no mercado brasileiro (inclusive já é possível vê-lo até mesmo nas contas de luz da eletropaulo) e já ganhou espaço em outros países, como no Japão. Para decodificar o código, é necessário qualquer celular com câmera que tenha um aplicativo que possa ler o código (você pode encontrar estes programas facilmente pela web, até mesmo através de sua operadora de celular).
Vocês podem conferir e espalhar o QR Code que o transporta para o meu blog ao lado:
Veja abaixo um exemplo de uma peça publicitária para a Calvin Klein utilizando o QR Code como plataforma:
Este código pode ser impresso até mesmo em estampas da camisetas, ou qualquer outro local plano, e deixar as pessoas curiosas com o conteúdo que pode estar ali escondido.
Esta tecnologia poderia ser melhor aproveitada em campanhas publicitárias ou até mesmo a fim de facilitar a vida das pessoas, servindo como uma forma bacana para lhe transportar do conteúdo Offline para o Online.
Veja o vídeo abaixo que mostra melhor isto com a reprodução dos QR Codes em programas televisivos:
Se você quiser saber como instalar este aplicativo em seu celular, clique neste link e instale em seu celular o leitor de QR Codes
Está um pouco mais entendido do assunto? Então baixe o meu trabalho e visualize agora os conteúdos "escondidos" em meu trabalho!> O PAPEL DO MEDIA CENTER NA EVOLUÇÃO DA TV
Pessoal, não vou escrever muito sobre o trabalho por aqui, esta segunda parte será bem resumida e convido-os a fazer o download do trabalho na íntegra que estará completo com muitas informações bacanas pra quem deseja se aprofundar bem mais completo do que foi escrito aqui.
Gostaria de deixar lembrado aqui, que segunda feira 25/10/10 foi a festa de premiação e que eu pude ganhar o 1º lugar na categoria que estava participando com este trabalho!
Entrega do Prêmio
Como não tive direito a fazer um discurso, lá vai:
Queria agradecer à todos que estiveram do meu lado, que realmente acreditavam em mim e que sempre me deram forças. Muito Obrigado de verdade!
Queria agradecer também, aos meus grandes mestres que pude encontrar ao longo dos anos na Faculdade Cásper Líbero, muito obrigado especialmente ao meu professor José Eugênio de Menezes, com que tive aulas muito interessantes sobre a teoria da comunicação, aula que pude definir com clareza que minha área é mídia mesmo! Queria agradecer também ao meu professor de marketing Marcelo Rosa, que sempre teve paciência de me ouvir comentando sobre o meu blog, me dando várias dicas e com uma conversa sempre bacana sobre marketing. Muito obrigado ao meu professor Joubert, que me orientou para este trabalho vencedor. Muito Obrigado à todos vocês grandes mestres!
Queria agradecer aos membros do meu grupo da Faculdade, meus queridos Vupts! Um grupo que me acolheu de braços abertos e que conseguimos fazer um trabalho em um ambiente super gostoso e que normalmente traz bons resultados, avante Vupt's! Inclusive, aí em baixo vai a foto da Tânia que foi junto comigo e que pode levar sorte pra mim no dia da premiação, valeu Tânia!!
Queria agradecer agora, aos meus pais, que sempre me apoiaram nesta profissão que resolvi seguir, que nunca duvidaram do meu potencial, até mesmo quando eu duvidava. É super bacana sentir este reconhecimento vindo de fora também, sendo avaliado e entregue por profissionais renomados da área, isso traz uma segurança ainda maior para mim como profissional, pois eu ainda almejo trabalhar em uma grande agência de publicidade, e sei que tenho vocação, e muito talento para isto! Posso até mesmo não conseguir entrar, mesmo com este prêmio debaixo dos braços, mas não será por isto que deixarei de continuar tentando, sei do valor que eu tenho e mostrarei isto com muito trabalho!
Muito obrigado ao meu amigo Thiago, que sempre esteve do meu lado, e que pode me ajudar com revisões de texto e escutar minhas conversas sobre o tema, as vezes quando eu falava somente de quão legal seria ganhar este prêmio e de quanto que me sentia longe do mesmo. Obrigado cara, este prêmio também é seu!
Muito Obrigado também a minha amiga de classe Beatriz Vivanco que pode fazer a capa do meu trabalho (se não fosse ela seria uma capa básica do Word qualquer hahahaha), ela que deu a cara do trabalho, e devo bastante a você, obrigado mesmo!
Obrigado a todos vocês que estão lendo este post, este prêmio foi de grande valor pra mim, é um reconhecimento que eu mesmo não esperava receber, e que espero contribuir cada vez mais com novas idéias e com bons trabalhos. Muito Obrigado!
YO ADRIAN, I DID IT!!!!!!
“it ain't about how hard ya hit. It's about how hard you can get it and keep moving forward. How much you can take and keepmoving forward”.
Vencedor do 1º Lugar na categoria de TV do 13º Prêmio de Mídia Do Estadão
Continuando...
PC-TV:
Houve uma grande explosão na popularidade de compartilhamento de conteúdo na internet, em função do custo benefício, além dos conteúdos que podem ser encontrados sem qualquer barreira ( algumas barreiras podem ser quebradas por meio de configuração de proxy), é possível encontrar grandes emissoras que começaram a distribuir seu conteúdo por meio da internet, através de streaming como a FOX e a Warner Channel (deixou de disponibilizar suas séries via web) por exemplo, e geravam receita através de propagandas que eram vistas no começo e no término de cada episódio. Junto com o estouro de compartilhamento, o Youtube e Vimeo surgiram para potencializar ainda mais este conceito com o compartilhamento e criação de vídeos pela internet. A partir da popularização destas novas ferramentas, veio também a problemática da forma de visualizar estes conteúdos. Isto porque quando baixamos filmes, seriados, novelas ou qualquer tipo de mídia, esperamos consumir o mesmo de uma forma agradável, com conforto e tudo mais, coisa que não é totalmente possível quando visualizada em uma tela de computador, por maior que ela seja, nada é comparado com uma tela de televisão (sem falar de que uma televisão normalmente se dispõe em um lugar que tenha sofás, puff's, camas e etc, o que permite um conforto maior, além de uma visão privilegiada da imagem).
Foi em função deste problema que muitas pessoas começaram a fazer a ligação de PC-TV, com isto as pessoas poderiam usar o televisor como uma extensão de seu monitor e ver seus filmes e seriados através da televisão (para que seja feita a ligação entre PC-TV é necessário que seu televisor tenha uma entrada VGA ou de HDMI, e seu computador o mesmo).
Um dos fatores mais importantes desta integração, foi a percepção que o mercado começou a dar para isto, pois agora, não era as grandes emissoras que faziam a programação diária da televisão, e sim o próprio telespectador, que fazia a própria programação de conteúdo de acordo com o que ele encontraria na web. Antes, alguns portais, como o da Rede Globo, disponibilizavam pequenos trechos de vídeos que podiam ser vistos com o resumo da novela do dia anterior, ou dos melhores momentos de um Reality Show, mas nada voltado para uma experiência de usar o pc como televisor mesmo, e além disto, acho que já disse antes que as emissoras preferiam aumentar o número de canais à cabo, do que criar uma plataforma que pudesse oferecer o mesmo e muito mais conteúdo por meio de streaming (existe também uma problemática quanto à conectividade precária que o Brasil possui, sendo difícil o uso desta tecnologia de forma satisfatória, é necessário que as operadoras de banda larga, se esforcem para oferecer um serviço decente com um preço justo, talvez isso possa mudar em função do aumento desta tecnologia inclusive, será investido mais para que possa ser gerado mais receita também).
O Media Center:
Outro aparelho que muitas vezes passa despercebido são os videogames, que podem ser utilizados também como media center, e possibilita a venda e consumo de mídia através de parcerias, como a ESPN que fez com o Xbox 360 para transmitir eventos ao vivo. Um media center ultrapassa o conceito dos PVR's, pois ele se trata do futuro ainda distante para a maioria, uma vez que ele seria o cérebro das casas do futuro, e que pudesse absorver todas as informações do seu dia a dia e costumes (seria possível fazer a leitura de sua fisionomia pelo espelho de seu banheiro, e o computador poderia dizer qual dieta seria a mais correta para você no dia, agendar uma consulta médica ou até prescrever um remédio para você, todas estas informações seriam armazenadas pelo media center, diferente de hoje que temos somente as músicas,videos,fotos e etc em só um local)
Alguns tipos de televisores já são encontrados no mercado com funcionalidades interessantes como o netcast, que permite a visualização de conteúdo por meio da internet, confira o vídeo abaixo um pouco mais desta tecnologia:
Se você se interessou em meu trabalho, confira ele na íntegra com muitas outras informações e pensamentos detalhados aqui mesmo: O PAPEL DO MEDIA CENTER NA EVOLUÇÃO DA TV
Como eu havia falado em um post anterior, acabei fazendo um trabalho para concorrer ao Prêmio de Mídia do Estadão na categoria de estudante, cujo o tema era sobre os Media Centers, suas funcionalidades, além de um novo jeito de se ver televisão. Falarei aqui brevemente das idéias que abordei no trabalho, como eu tinha prometido.
A televisão desde a sua existência conquista os seres humanos com sua "caixinha mágica", mas de uns tempos pra cá ela teve de dividir o espaço com os computadores e celulares principalmente, devido a interação que lhe foi permitida através das redes sociais que conectam todos os espectadores de certo programa (o exemplo é o uso de hashtags pelo twitter), além de outros meios como as mensagens de texto (SMS) como forma de interagir com o conteúdo exibido na televisão (este tipo de interação ja foi vista com o uso do telefone, e um exemplo seria o programa "Você Decide" em que o telespectador ligava para certo número e definia o final da história do programa).
Uma Breve História:
Em 1923 foi descoberta um dispositivo que seria o início da televisão, um dispositivo que permitiria a transmissão de imagens, e posteriormente esta tecnologia foi sendo aperfeiçoada, principalmente em função da 1ª e 2ª Guerra Mundial.
Foi feita a primeira transmissão ao vivo em 1936 na coroação do Rei Jorge VI e a televisão à cores surgiu somente em 1954. Os televisores foram popularizados nos EUA em 1950, sendo feita a transmissão de tele jornais e eventos esportivos, e foi na mesma época que os televisores vieram para o Brasil (na época, ainda os televisores preto e branco) pelas mãos de Assis Chateaubriand que trouxe aproximadamente 200 aparelhos que foram espalhados por lugares que tinham bastante movimento. Foi Assis também que inaugurou a primeira emissora brasileira, a Tv Tupi.
A qualidade das imagens dos televisores da época era muito precária, por conta de interferências e alcance da frequência no sinal (que falhava muitas vezes por barreiras físicas como prédios, por exemplo). Vendo esta oportunidade de mercado, que algumas empresas foram criadas a fim de oferecer uma imagem sem interferências aos telespectadores, nasceu ai as empresas de Tv a Cabo.
Em 1972 a Time Inc.’s Home Box Office (HBO), começou a oferecer um serviço que até então era inovador, era cobrado uma taxa extra, além do já pago pela assinatura de uma programação de TV a cabo, e através deste serviço, era oferecido ao telespectador filmes de longa metragem e de eventos esportivos “ao vivo”, sem comerciais (conhecido por nós como conteúdo pay peer view). Este sistema funcionava na medida em que o conteúdo era distribuído através de satélites para as operadoras de TV a cabo, e elas repassavam para os assinantes o sinal do canal. Por conta desta iniciativa da HBO, novos canais surgiram para a programação de TV a cabo para a assinatura básica, não sendo necessário o pagamento extra.
No final dos anos 80 surgiram modelos de televisores com o som estéreo (duas saídas para som, sendo uma do lado direito e outra no esquerdo), e no final dos anos 90 houve um grande investimento por parte das empresas para a invenção de televisores em que fossem possíveis imagens melhores, e através destes esforços que surgiram os televisores de tela plana, os de plasma e de LCD (veja o vídeo abaixo para ver as diferenças entre a Tv de Plasma e a Tv de LCD).
Quando a Tv digital chegou ao Brasil, especulou-se bastante sobre a interatividade que ela traria, mas só foi possível ver a qualidade superior de imagem, e serviços de EPG (Eletronic Program Guide) que já podiam ser vistos com os serviços de operadoras a cabo. Ficou faltando apenas o T-Commerce e o T-Banking que eram dois recursos esperados para quem acompanhava o assunto.
É possível observar uma posição dos canais de televisão quanto ao conteúdo, eles preferem criar outro canal só para exibir reprises de programas vistos em outros canais, do que disponibiliza-los por meio de streaming na internet, e isto até faz um pouco de sentido, uma vez que a emissora poderá arrecadar mais dinheiro com a venda de espaço publicitário (poderia ser feito o mesmo em portais da internet, acredito que seria até mais vantajoso em função do impacto que a propaganda teria).Boa parte da população trabalha 8 horas diárias durante a semana, e poucos destes conseguem ver programas de seu gosto nos horários em que são exibidos, vendo esta oportunidade de mercado, que empresas como a TiVo, criaram os PVR's (Personal Video Recorders) que possibilitam a gravação de conteúdo televisivo, para que assim o usuário possa ver o programa gravado na hora em que desejar. Alguns modelos até baixam conteúdo pela internet por meio de programas de compartilhamento P2P, que é hoje um dos "fantasmas" para as empresas que geram conteúdo (comentarei um pouco mais disto na 2ª parte do post). O PVR veio para tomar o lugar de aparelhos de DVD e me arrisco até em falar dos dispositivos Blu-Ray (assim como os VHR foram substituídos pelo mesmo), e algumas de suas funcionalidades foram aderidas aos televisores, assim como os "aparelhinhos" de televisores a cabo (se-top boxes) que agora disponibilizam a gravação de programas, guia de programação na tela da tv, etc.
Esta primeira parte eu resolvi colocar alguns pontos históricos, importantes para que possamos ter uma ótica um pouco mais aguçada, para que possamos entender melhor as ferramentas que a tecnologia nos vem propondo. Na segunda parte abordarei sobre as formas de conteúdo, comentarei mais sobre a interatividade, dentre outros assuntos relacionados.
Chegamos à 3ª e ultima parte dos meus post’s sobre o curso de planejamento em mídias sociais que fiz pela #Digitalks. Nesta ultima parte falarei um pouco sobre a ultima palestra dada no dia, pela Vivian Vianna que contou um pouco sobre o planejamento de estratégias.
Mais uma vez se falou bastante sobre o relacionamento que deve ser criado e conquistado aos poucos junto ao público, além do fato de criar assuntos informativos, que sejam úteis para aqueles que acessam o seu site. Através destes cuidados é possível gerar um bom relacionamento com o público a fim de obter também um destaque maior nas páginas de busca, uma vez que se consegue uma relevância maior no Google, por exemplo.
Uma forma de dispor o conteúdo da sua empresa de uma forma mais organizada e “humanizada” é através das redes sociais, já que ela consegue chegar até o consumidor levando informações pertinentes para ele (caso contrário, usar as redes sociais não passa de um gasto de energia). Outra defesa importante ao usar vários tipos de redes sociais, se deve ao fato de estar em mais lugares na web e com isso a sua marca tem mais chances de aparecer nas buscas sem pagar por isto. É muito importante também, saber os atributos e funcionalidades que cada rede social oferece, ao modo de usá-la corretamente e potencializar os seus serviços, um exemplo seria o uso do Formspring para o atendimento ao consumidor.
Chegamos novamente no assunto sobre o link building, que se trata da construção de link’s que retornam ao seu site, através de comentários feitos em sites cujo assunto é relacionado a sua empresa, por exemplo, ou linkando palavras-chaves utilizadas no seu blog/site a fim de aumentar o Page Rank de sua página, o preenchimento da guia de tags é outra ação importante para tornar maior a visibilidade de seu site. A nomeação das fotos utilizadas em seu post é outra coisa que ajuda a melhorar as buscas de seu site (não deixar a foto com o nome codificado, e sim colocando um título correto a ela).
Métricas:
Na internet, tudo é mensurável. E por conta disto, podemos conhecer melhor nosso público a fim de melhorar nosso conteúdo, serviço e/ou produto. Podemos descobrir por qual meio ele chega em nosso site, por quais assuntos ele se interessa e formas de melhorarmos nossas ações pela rede. Algumas formas de trabalhar com estas métricas é virar usuário do Google Analytics, que oferece ferramentas super interessantes e gratuitas que fazem a medição de tráfego de seu site. Outra ferramenta interessante é o redutor de URL bit.ly que oferece alguns dados importantes também de acesso, além de poder customizar seu link. Ambas as ferramentas que citei anteriormente são gratuitas e de confiança, mas infelizmente ficarei devendo algumas que podem ser usadas para a medição de tráfego via redes sociais (fui informado que é possível encontrar somente ferramentas pagas que fornecem dados confiáveis).
Bem pessoal, minha intenção com esta série de post’s era de informar de forma ampla sobre o conteúdo que pude ver na palestra, como vocês podem ter percebido eu já escrevo bastante e se fosse aprofundar mais ainda as matérias acabaria se tornando uma leitura pesada e cansativa (coloquei abaixo dos textos as apresentações que podem ser vistas no slideshare a fim de ajudar quem queira se aprofundar e ver os conteúdos com mais detalhes). Prometo fazer mais pra frente post’s aprofundando mais a técnica do SEO e de formas mais didáticas de empregar técnicas e idéias em seus próprios sites, blogs e afins.
Na segunda parte das palestras feitas pela #Digitalks, Luiz Augusto Barros ministrou uma palestra mais focada em estratégias para Redes Sociais. Luiz é diretor de operações da Media Factory, uma empresa que faz todo este serviço de mensuração de resultados. A palestra foi super bacana, o cara é uma figura e trouxe descontração e muita informação para os presentes.
Ele optou por trazer uma breve história da internet no mundo e aqui no Brasil, falando também de como as pessoas lidavam com a tecnologia em diferentes tempos. Ele citou também o tempo médio em que os brasileiros se mantém conectados na rede, mostrando que este longo período conectado pode vir a ser em função da qualidade insatisfatória da velocidade de banda dos brasileiros.
Ele dividiu a história da internet em 3 partes:
1.0- A Era dos Sites, Portais e Buscas por Diretórios (94~03)
>Método de search complicado
> Era Yahoo, em que era disponível diretórios que ajudavam os internautas a achar conteúdos catalogados (isto era manual mesmo, pessoas!) pelo buscador. O seu declínio veio em função do grande crescimento de novos sites e este diretório ficou defasado.
2.0- A Era do Search e da participação dos usuários (03~10)
> Os usuários ajudavam os sites de busca a fim de informar a relevância do conteúdo dos sites por meio do PageRank.
>Era Altavista, em que robôs (croller) passavam catalogando páginas automaticamente, e foi a explosão pela busca através de palavras chave (o grande Bum da Web 2.0). Seu declínio veio em função da venda de palavras chave com conteúdos pornográficos (fazendo uma busca por filhotes de cachorro, era encontrado algum site com conteúdo pornográfico, coisas do gênero).
> Era Google, "não importa o que você diz, o que importa é o que dizem sobre você" (backlink).
3.0- A Era das Redes Sociais e buscas por semântica (2010)
> Buscas mais inteligentes, por meio do contexto
> Aplicativos dentro de redes sociais, permitindo uma interação maior entre os usuários
> Redes sociais começando a serem vistas nos televisores.
Foi bem interessante quando ele comentou que as marcas levam agora o consumidor para um ambiente "neutro" como as redes sociais, uma vez que as pessoas comentam e que é possível ver o produto como ele realmente é, algo um pouco mais próximo do real, diferente do que vemos nos comerciais de televisão por exemplo. É super importante analisar o ambiente para que possamos desenvolver estratégias que tragam resultados satisfatórios para a nossa marca, no caso da internet, isto torna-se um estudo bem amplo, uma vez que é necessário saber onde o seu target navega, o que ele faz quando está conectado,o que ele procura na internet, dentre outros fatores. Desta forma é possível saber como divulgar a sua marca, para que ela atinja o publico alvo em questão.
O palestrante usou como exemplo também, o case do Second Life, como forma de alertar os profissionais para que não cometam o mesmo erro, uma vez que muitas empresas entraram neste "mundo virtual" apenas por ser uma mídia nova, não houve um objetivo traçado e por conta disto, fracassaram.
"..é moderno, temos que estar nisso" (isso me lembra algumas empresas que criam app para celulares ou que resolveram entrar no mundo dos tablets, se não houver um objetivo em mente, foi um "dinheiro pro lixo")
O Google:
Foi comentado em diversas palestras sobre a importância de estar ocupando as 10 posições na página inicial do Google, quando é digitado o nome de sua empresa, uma vez que muitas pessoas não passam da 1ª página do buscador, além de poder "administrar" o que falam sobre a sua empresa. A solução para ocupar esta primeira página, seria entrando em diversas redes sociais, além de publicar conteúdos relevantes periodicamente.
O Google começou a ganhar dinheiro através dos links patrocinados, por conta do CPC (custo por clicks). Por meio de um leilão por palavras chave entre os anunciantes, ele decide a favor da empresa que ofereça um retorno maior para ele (uma palavra chave vendida por 0,20 centavos pode ser muito mais interessante do que uma palavra que seja vendida por 0,80 centavos se o conteúdo do site da primeira for mais interessante do que o da segunda empresa). O Google quer realmente que os links patrocinados sejam clicados e por conta disto que ele se importa pelo quality score, que influencia diretamente no CPC (como no exemplo dado acima).
Muitos dos que trabalham já neste mercado online, ja se deparam com a sigla ROI, e ela se trata de um calculo de quanto que se é investido, e de quanto se obtém de retorno financeiro. Algumas formas que podem chegar a melhorar o ROI de sua empresa é:
> Organizando o conteúdo gerado pela sua empresa (deixar sempre as palavras mais importantes em negrito, para dar mais visibilidade para os trollers, focar o seu site em somente um assunto, desta forma você pode se tornar referência no assunto).
> Saber o que o seu público procura na internet.
> Saber como o seu target navega pelo seu site e como ele chegou lá.
> Fazer links patrocinados.
> Atualizar o conteúdo de seu site periodicamente (trollers do Google passam em função da frequência em que se é gerado novos conteúdos, é possível descobrir a ultima vez que um troller passou pelo seu site quando clicado "em cache" na pesquisa do Google).
> Backlink (ser considerado relevante por outros sites que ja são considerados relevantes). Trabalhar com as redes sociais pode potencializar este processo, além de comentar e manter um relacionamento com outros canais.
As Redes Sociais:
Interagir com o seu consumidor é algo necessário, a fim de criar um relacionamento com ele, desta forma é possível humanizar mais ainda a sua marca, além de você poder aprender cada vez mais com o seu target. É necessário reforçar mais uma vez, na importância de pertencer a 1ª página do Google, e para mater isto, é necessário a frequência na publicação de novos conteúdos.
Um case interessante que o palestrante nos trouxe, foi o da cantora Mallu Magalhães, que estourou pela web, graças a um viral feito junto com o Myspace, que sugeria a amizade com cantora.
Um profissional do ramo deve saber as particularidades de cada rede social, para que possa explorar a mesma, além de poder "linkar" seu conteúdo. Algo bem bacana (que comecei inclusive a utilizar para divulgar meu blog nas redes sociais) foi o redutor de links personalizado, através dele é possível até fazer a mensuração de clicks além de diversos dados interessantes. Neste mercado, é necessário fazer uso das métricas, para poder melhorar e expandir os seus negócios, por conta disto é interessante montar uma planilha semanal com a estratégia e resultados alcançados com os dados fornecidos pelo Google Analytics.
No dia 18 de setembro, como havia dito em meu ultimo post, houve um curso cujo tema era sobre planejamento em mídias sociais, promovido pela #digitalks. Foi um evento pago em um hotel aqui em São Paulo mesmo. Preciso enfatizar que o atendimento deles foi super bacana (houve um probleminha com a entrega de meu certificado no término do evento, e segunda de manhã eles ja me enviaram por e-mail, não havendo a necessidade de reclamação), foi um evento muito bem planejado e de que eu gostei muito. Vou falar brevemente sobre as palestras e disponibilizar alguns vídeos e de slides fornecidos pelo evento, dividirei todo conteúdo por 3 posts (foram 8 horas de curso galera). Vale lembrar que sempre que vejo algum evento como este, costumo divulgar em meu twitter, ou até mesmo aqui no blog, caso eu tenha tempo, então se você gosta de conversar/estudar sobre marketing digital, me siga no twitter.
A primeira palestra do dia, foi dada pela Gil Castillo, em que se falou um pouco da nova forma que o consumidor se porta perante as marcas e aos recursos tecnológicos que possuímos em mãos. Nessa parte ela citou alguns pensamentos como o de Albert Eistein "Três grandes bombas foram deflagradas no séc. XX: a atômica, a demográfica e a Bomba da Informação", e indicou o livro "Cibercultura" por Pierre Lévy (confeço que ja ouvi falar várias vezes, mas só agora vou atraz deste livro). Gil também comentou sobre a economia de nicho (ela ilustrou esta expressão em função do termo "a cauda longa" em que é possível ver um número de consumo através de nichos). Se falou bastante também sobre as análises em que alguma marca precisa fazer para entrar nas redes sociais, buscando sempre saber onde que seu target habita, além de saber o que estão falando sobre seu produto e/ou serviço, assim como tomar medidas para deixar a marca com uma visibilidade satisfatória na internet, com a criação de um relacionamento da marca com seus consumidores, afim de que seja criado conteúdo informativo pela marca, por exemplo. Logo abaixo, segue um vídeo produzido pela Agência Click, que mostra um pouco da importância de estar presente nas redes sociais.
Um case interessante que a palestrante nos trouxe para ilustrar este novo poder que os consumidores tem em mãos, foi o do Subway. Este case é bem bacana, porque mostra que por conta da iniciativa de uma pessoa, foi espalhado um e-mail informando como deveria ser colocado o queijo nos lanches da casa. Houve uma pressão dos consumidores, o que gerou uma mudança do posicionamento da empresa, que resolveu incorporar esta medida, distribuindo em todas as lojas, a forma correta de se colocar o queijo nos lanches.
A palestrante nos mostrou outro case interessante, que foi sobre o caso Tecnisa, em que as pessoas gostavam dos imóveis da empresa, mas não lembravam da marca, e para converter isto, eles resolveram mudar o posicionamento da empresa, entrando de cabeça nas redes sociais. Eles entraram em diversas redes sociais, possibilitando um vinculo maior com os clientes. Uma informação bem bacana aqui, é de saber que a Tecnisa foi a 1ª a vender um imóvel pelo twitter (na verdade, a negociação começou a ser feita pelo twitter).
Gil terminou a primeira parte das palestras com um dos cases mais famosos da política americana, que foi o caso Obama. Uma campanha política que mexeu com o sentimento dos eleitores, além do uso constante por meio de redes sociais, para a criação de um relacionamento com o seu eleitorado. Foi feito um life streaming do candidato, além da criação de uma rede social do partido. Logo após a eleição do novo presidente, manteve-se a rede social, com a mudança do endereço da página, através desta rede social, os eleitores poderiam "ajudar" o novo presidente a governar, e o primeiro uso desta após a eleição foi com o compartilhamento de histórias de cada pessoa, para que fossem compiladas e entregues no senado a fim de solucionar a questão da saúde pública no país (através do envio destes relatos, foi feito uma análise quantitativa através do zip code, para que fosse visto os problemas que cada região continha). Além destes casos, foi criado comerciais colaborativos em que o eleitor participava do comercial com o envio de fotos ou vídeos, além da participaçlão inesperada de empresas, como foi o caso de uma empresa de animação gráfica que estava no começo, e fez uma animação do candidato Obama, MUITO BACANA por sinal, segue abaixo para vocês verem!
Outra participação foi incluida na campanha política como foi o caso da Obama Girl (que era um quadro de um programa humorístico dos EUA em que cada candidato a presidência tinha sua admiradora feminina. Esta ação até foi "copiada" recentemente aqui no Brasil, quando se lançou o Dilma Boy, que foi descoberto pelo partido político e hoje participa até de comícios, segue abaixo ambos os vídeos:
Obama Girl
Dilma Boy
Outro case bem bacana que pude ver, foi sobre a cobertura das eleições no Iran, sendo que vários jornalistas tiveram de sair do país, e o twitter serviu para transmitir informações que ocorriam no país através de Hashtags #IranElection . Após ver a solução que as pessoas haviam tomado para "globalizar" as informações, o governo decidiu ir atrás das pessoas que estavam passando fotos, vídeos, etc pelo twitter e rastreavam elas através da localidade informada no twitter, e foi por conta disto que pessoas ao redor do mundo inteiro mudaram a localidade para o Iran, afim de confundir o governo local.
Essa palestra foi super bacana, pois pude conferir de perto o que havia sido feito no tão chamado caso Obama (sabia das coisas que foram feitas, mas não com tanta profundidade como foi mostrado), além de mostrar de fato esse sentimento que as pessoas tem agora com a tecnologia, e que fora potencializada pela Web 3.0 (Redes Sociais). Mostra que as pessoas estão se manifestando emocionalmente agora por meio de "máquinas" em que tudo é mensurável, e que podemos utilizar isto para solucionar muitos problemas, como gerar outros, por conta disto é necessário uma conversa contínua sobre o tema, para que nós publicitários, assim como outras profissões, possam colaborar com a evolução da raça humana.
Um pensamento bacana que guardei desta palestra foi: "quando algumas pessoas falam que a internet é uma mídia barata, pode ser um engano, já que é necessário pessoas qualificadas para alimentar estas novas mídias"
Nesta quarta feira (01/set) pude presenciar uma palestra em minha faculdade cujo tema eram os sistemas de busca e de tudo que é relacionado ao mesmo (SEO, SEM, etc).
A palestra foi ministrada por Flávio Luizetto, que já possui 6 anos de experiência na área de marketing e publicidade. Para darem uma olhada em seu currículo cliquem AQUI.
No evento, Flávio comentou amplamente sobre o tema, algo mais voltado para dar uma "nossão" do mercado para os perdidos do mundo online.
Dentre algumas coisas, ele citou que é super importante definir as metas que devem ser trabalhadas no ambiente online, além de comentar que o número de ações existentes na rede, se deve principalmente em função da infra estrutura, que nos permite criar e utilizar novos recursos/aplicativos. Ele deu como exemplo os e-mails, que antigamente eram pagos, e ao longo do tempo foi criado espaço para o e-mail gratuito, e este mesmo permitiu o uso de uma nova ferramenta para fazer propaganda, o e-mail marketing .
Foi falado também dos números da conectividade do Brasil, algo que pode conter uma problemática, uma vez que não existe uma infra estrutura satisfatória da internet. Flávio comentou que as horas em que os brasileiros permanecem conectados na internet, pode ser devido muitas vezes pela falta de rapidez da internet (demora para carregar um vídeo no youtube, baixar algum filme, etc), como também pode ser em função do sucesso das redes sociais, já que o povo brasileiro utiliza estas novas mídias de forma intensa.
O palestrante comentou bastante sobre o Google, explicando um pouco melhor como a empresa foi criada e como ela funciona, além dos recursos que a empresa oferece gratuitamente. O Google possui um sistema de busca baseado na semântica, favorecendo um resultado favorável quanto ao conteúdo, além de organizar informações que são criadas pelos usuários da internet (isto pode não parecer ser tão importante, mas devemos pensar na quantidade de conteúdo que é criada todos os dias e distribuídas pela rede). Além destes conceitos, ele explicou também que não foi o Google que criou todo este sistema, na verdade ele já funcionava pelo Yahoo, e ambos ganham dinheiro com o sistema de link's patrocinados, em que acontece um "leilão" de palavras que acabam aparecendo nas buscas das pessoas por ordem de relevância. Fávio comentou também que já existe a busca por imagens (search image) em que se pode fazer esquemas de anúncios por meio de fotos também. Foi bem bacana a hora em que Flávio comentou sobre a forma em que as pessoas utilizam a internet, eu também acho isto muito importante, porque é por conta da observação dos hábitos de consumo pela rede, que nós publicitários poderemos saber formas interessantes de atingir o nosso público, além de ser importante para a evolução na forma de se fazer/consumir novas mídias e conteúdos. Ele utilizou as redes sociais e os e-mails para ilustrar esta visão, comentando sobre a forma em que nossos pais, por exemplo, agem no orkut, com seus emails, e etc. Pude conhecer novas ferramentas que o Google oferece gratuitamente, como o Google Insights, que oferece um estudo quanto as tendências de busca. Neste site é possível verificar as palavras mais procuradas por região, sexo, idade entre outros. Com estes estudos oferecidos por esta ferramenta, é possível multiplicar a visibilidade do produto em que você pretende anunciar pela internet, gastando até menos para um resultado bem satisfatório. É uma ferramenta bem bacana, pretendo dar uma estudada nela posteriormente! Para finalizar a palestra, Fábio comentou sobre o SMM (Social Media Marketing), sendo que através deste, é feito um planejamento para administrar e atingir as pessoas por meio das redes sociais. Ele citou alguns pontos importantes que devem ser seguidos nesta área, sendo:
1º Monitoramento (o que falam de mim?) 2º Relacionamento (Fonte + Usuário) 3º Inserção (Post, Conteúdo ) 4 º Estatística (Métrica de Resultados) 5º Relatório (Tudo é mensurável)
Um pensamento bem bacana que guardei desta palestra, foi quando Fábio disse: "Para quem mexe com marketing digital, ou com internet, deve-se errar por tentar, e não errar por não ter tentado".
Vou fechar este post com uma recomendação de uma palestra que irei, que tem o foco voltado para esta área de SMM. Ela será aqui em São Paulo no dia 18/setembro, e está sendo feita pela Digitalks. É uma palestra paga, mas existe desconto para estudantes e acredito que valha a pena investir nisso quem gosta desta parte de marketing digital/mídia online.
Olá pessoal, estive um bom tempo afastado, sem escrever aqui no blog, porque estava focado em um trabalho para concorrer ao Prêmio De Mídia do Estadão, na categoria de televisão. A proposta do meu trabalho, foi de mostrar a importância da criação e adaptação de modelos para uma televisão digital com internet. Muitas notícias saíram sobre a interatividade, e de outros recursos que a tv digital traria para o público, mas foi com a conexão entre PC-TV em que foi-se observado uma mudança significativa na forma de se ver televisão. No trabalho, mostrei a importância em que os media centers possuem, além de falar da popularização de seu irmão mais novo, o PVR (personal video recorder). Este ultimo, acabou se popularizando pela utilização dos mesmos por empresas de televisão a cabo, e o mais conhecido seria o TiVo, mas é possível encontrar modelos "genéricos" que oferecem um conforto maior para as pessoas. Comentei ao longo do trabalho, a criação de portais voltados para o acesso de conteúdo televisivo pela internet, assim como a Rede Globosat está fazendo, outras emissoras começarão, ou deveriam fazer o mesmo. Vou procurar me informar melhor e verei se posso compartilhar com vocês o arquivo do trabalho, se for permitido colocarei aqui para download. Queria agradecer aqueles que me ajudaram neste projeto, em especial a minha amiga Beatriz Vivanco, que fez a capa para este trabalho, e para meu grande amigo Thiago, que me ajudou ao longo do tempo, tornando possível a entrega a tempo! Discorrerei no próximo post, de forma mais detalhada sobre este assunto, aguardem!
Nesta terça, dia 08/06 participei de uma palestra sobre Branding Digital na Trevisan Escola de Negócios.
Eu não conhecia esta instituição, mas o atendimento deles foi muito satisfatório, me responderam com rapidez os meus e-mails, mas ainda possuem alguns atrasos, como a disponibilização dos slides da palestra via e-mail (acho legal vocês da Trevisan criarem um perfil no Slideshare, seria muito mais fácil e rápido). Ainda estou esperando também o comprovante desta palestra, coisa que irei precisar porque faltei em minha faculdade para prestigiar o evento.
Enfim, o Palestrante foi Marcos Hiller, que se não me engano faz parte do grupo docente de MBA da Trevisan. Nesta palestra ele conversou conosco de forma amigável, algo um pouco mais informal, coisa que só foi possível de acordo com o pequeno número de pessoas que foram prestigiar o evento. Isto foi bem legal, porque tornou o ambiente mais descontraído, o que possibilitou certos comentários de quem estava assistindo. Ele falou um pouco sobre o conceito de Branding, ligado diretamente aos hábitos que temos, uma vez que ele dispunha de certos gadgets que hoje em dia são vistos como obsoletos e encontrados somente em museus, enquanto que sua sobrinha de 4 anos (que simboliza ai a geração Y) já consome os valores e conceitos, além de aprender com as marcas de forma harmônica. É bem interessante observar isto, uma vez que os moldes de ensino continuam os mesmos, mas a forma de aprender já é bem diferente (acho que isso é uma prova que a forma em que se leciona deve ser discutida urgentemente!).
Uma coisa interessante que o palestrante disse é que "os produtos que consomem os meios", antigamente os produtos eram jogados nas casas das pessoas através das mídias tradicionais, e hoje em dia as pessoas que procuram trazer os produtos pra dentro de casa. Uma coisa que eu achei muito legal foi das possibilidades levantadas pelo palestrante sobre a falta de incentivo na veiculação de campanhas em mídias digitais, e duas opções que surgiram foram:
a) Os clientes podem ser cabeças duras ainda e não acreditam neste espaço.
b) A veiculação na internet não é viável para as agências de publicidade, uma vez que as mesmas recebem uma bonificação de acordo com a quantidade de clientes levados para certo canal de televisão por exemplo.
Hiller comentou também sobre o conceito em que "A marca é uma promessa". Quando uma pessoa adquiri algum produto, ele deseja estar pertencente a uma certa tribo ou grupo de pessoas, ela deseja trazer para ela os valores que a marca já possui. É a mesma ideia em que eu pude conferir na palestra da Impacta em que o palestrante Marcelo Trevisani (seria dele essa Trevisan Escola de Negócios? Sobrenome parecido não? xD) disse que "o consumidor sonha com VALOR, e não com o preço".
O palestrante fechou a noite nos mostrando algumas peças produzidas para revistas em que tinham campanhas mal feitas de acordo com o planejamento de Branding da marca, e mostrou por ultimo uma campanha que conseguiu usar corretamente os mesmos conceitos. Uma frase que resume este ultimo exemplo é que "Uma publicidade/campanha mal feita, se torna uma propaganda gratuita para o seu concorrente, aquele que é líder de mercado".
No ultimo sábado, dia 29/05 fui em mais uma palestra do Grupo Impacta cujo tema abordado fora o Marketing Digital trazendo como sub tema apresentações sobre Branding com Marcelo Trevisani, planejamento estratégico digital com Felipe Morais e mídias sociais com Gustavo Tijolo. O evento era para ter ocorrido na Faculdade Impacta, que é próxima do metrô Santa Cruz, mas o número de inscrições forçou com que fosse mudado a localização, sendo realizado no Teatro Gazeta. Infelizmente não achei a apresentação do Gustavo Tijolo sobre mídias sociais, mas existem informações legais nas apresentações dos outros dois palestrantes.
Gostei muito da primeira palestra sobre Branding, o palestrante comentou de forma ampla sobre a importância da marca na vida dos consumidores, além da necessidade de mudar a visão de muitas empresas que infelizmente preferem anunciar em mídias mais tradicionais, sendo que poderiam obter o mesmo ou um resultado muito melhor com um custo reduzido se apostasse mais em novas mídias como plataformas para internet, marketing mobile e etc. Ele falou mais e mostrou isso em números, já que nos dias de hoje a maioria das pessoas estão conectadas, seja no computador enquanto assistem televisão, ou com o seu aparelho celular, além da vinda da televisão digital, e com isto o consumidor passa mais tempo sendo impactado por marcas, como também entra em um novo nível de experiência com as mesmas. Ele também comentou sobre a importância da relevância do anuncio para o consumidor, porque diferente das mídias tradicionais, a internet é um espaço que precisa ser conquistado, e citou o case do Ford Fiesta 2011 em que foram cedidos cerca de 100 carros do modelo europeu para um grupo de pessoas dos EUA para que estes pudessem fazer suas avaliações sobre o carro, além de possibilitar na mudança de algumas coisas para que agradassem mais o público americano, sendo construído e modificado por consumidores da marca Ford. A Fiat está fazendo algo parecido com o Fiat Milo que tem conta com a agência Click, em que o automóvel está sendo construído de acordo com as necessidades das pessoas.
Marcelo também comentou com poucas palavras, o que eu também acredito como ser a essência do conceito do que é Branding, em que "Branding é a conexão entre vida e emoção" e "o consumidor sonhar com VALOR, e não com o PREÇO".
A segunda palestra feita pelo Felipe Morais foi sobre Planejamento Estratégico Digital, e nela ele falou um pouco da importância de um planejamento para realizar alguma ação na internet, ou em outras mídias digitais, sendo que muitos ainda pensam que é só colocar a sua marca na internet, não avaliando os sites ou mídias sociais corretas para darem resultados para cada cliente. Ele falou também um pouco sobre o perfil profissional de um planejador digital, em que este deve estar sempre atento no comportamento das pessoas, tomar conhecimento de diversas tribos e como estas se relacionam, etc. Acredito que um planejador deve estar em contato constante com o profissional de pesquisas para que seu trabalho fique melhor. Ele falou um pouco também sobre o e-comerce, sobre o comportamento dos consumidores virtuais, em que estes procuram depoimentos de quem já é usuário de certo produto, em busca de ter o conhecimento de seus pontos positivos e negativos. Uma coisa interessante em sua apresentação foi os números e informações de pesquisas como em que "92% das pessoas não passam da primeira página do google ao efetuar uma pesquisa", e com isto muitas empresas perdem consumidores por não investirem em links patrocinados, que possuem um preço de baixo custo.
A ultima palestra foi sobre Mídias Sociais e foi ministrada por Gustavo Tijolo, e ele contou um pouco da importância das mídias sociais como forma de criar um vinculo maior da marca com os seus consumidores, além de conseguir "humanizar" a marca com esta ferramenta. Também foi dito que muitas empresas dizem que ainda tem "medo" de entrar em redes sociais, porque não estão preparados para "aguentarem o tranco", mas como o palestrante falou: "mas a sua marca já está sendo falada na rede, e você não vai fazer nada sobre isso?"
Vendo estes profissionais palestrarem sobre marketing e mídias digitais, eu posso ver que não estou errado quando eu digo que é necessário incentivar as empresas e os clientes de agências para entrarem com mais vontade no meio das mídias digitais, pois através delas é possível notar uma diferença no entretenimento oferecido entre a marca e seus consumidores. Fecho este post com um pensamento em que acredito: "Não é porque o cliente acha que eles está certo querendo somente ficar nas mídias tradicionais, que você está errado em sempre propor também mídias alternativas, como as digitais de acordo com a campanha, tendo em vista no impacto que gera nos consumidores e na verba sendo usada economicamente de forma consciente"
Esta Tecnologia é muito legal! Eu acho muito interessante como as novidades tecnológicas se comportam, ja que ano passado em várias palestras sobre tecnologia e comunicação me apontaram como os smartphones fossem os novos computadores, realmente são, mas acredito que este projeto possa dar uma reduzida na venda de celulares e dos tablets que estão chegando com tudo também, pelo mesmo motivo que os smartphones puderam invadir o mercado de câmeras fotográficas, mp3 players e etc.
Claro que todos estes Gadgets não serão extintos e sim aperfeiçoados, mas a idéia é de facilidade, uma forma mais simples e dinâmica para que possamos de fato "conversar" com os computadores que estão nos cercando, seria como ter mais um braço ou até mesmo como o nome do projeto, ter um sexto sentido, o sentido máquina.
Um tempinho atrás pude também dar uma olhada em um vídeo que a Nokia fez com dados de tendência, segue abaixo o vídeo para que vocês conferirem:
Bem legal não? Claro que o vídeo da Nokia já integra toda idéia do "computador invisível", conhecido também como as casas inteligentes, mas acredito que o projeto sexto sentido seja talvez um começo para que esta idéia da conversação entre homem X máquina seja mais dinâmica e simples.
Um ponto interessante também é o preço sugerido para este dispositivo, sendo comparado com o preço de um smartphone, mas acho que isto possa demorar ainda de chegar no mercado, ainda mais no mercado brasileiro que já tem dificuldades de distribuir novos recursos tecnológicos para o público, devido a falta de apoio do governo que só ajuda empresas que tem seus produtos fabricados no Brasil.
Acredito que o mercado publicitário já consegue enxergar um pouco utilizando o "sexto sentido", na medida em que é criado novas formas de divulgar marcas, e acima disso, criar uma forte experiência do consumidor com as mesmas.
Compartilho com vocês o trabalho que fiz para a agência experimental Vupt! da qual faço parte, com informações interessantes para quem deseja saber um pouco mais da área de mídia em publicidade e propaganda. A intenção do trabalho era ter contato com alguma agência de publicidade e a agência determinada pelo professor no nosso caso seria a Young & Rubicam. Infelizmente não consegui muito material da agência propriamente dito, e por conta disso coloquei informações gerais de uma estrutura que podemos encontrar dentro de um departamento de mídia.
Usei como referência alguns itens encontrados na internet e o livro "Planejamento de mídia" escrito por Paulo Tamanaha (livro que recomendo para quem deseja se aprofundar no assunto).
Assisti neste sábado a coletiva de imprensa do novo programa dirigido por Marcos Mion, e fiquei muito contente com a proposta do programa. Eu sou suspeito para falar do assunto, já que admiro muito o trabalho do Mion, acompanho a carreira dele desde a época em que ele tinha o programa "piores clipes do mundo". Não vou falar da história dele, mas tenho comentar sobre as críticas e a pressão que o programa enfrenta, já que a ultima vez que Marcos Mion deixou a MTV para trabalhar na Band as coisas não deram muito certo, e por conta disso as pessoas ja dão como fato que o programa será um fracasso. Até posso entender (não muito) essa resistência que as pessoas tem devido ao passado, mas é aquela coisa, eu sou uma pessoa que aprende e muito com as derrotas e os meus erros e com o Mion isso não deve ser diferente, e ele vai mostrar isso com o trabalho proporcionando muito entretenimento para o publico. Na coletiva de imprensa foram divulgados alguns patrocinadores confirmados tendo como a coca-cola, ford, dentre outras já apoiando o programa.
A ideia do programa é muito legal, gostei quando foi dito que o programa terá um quadro com um super herói chamado "superstição" um herói brasileiro que irá ajudar as pessoas com um "jeitinho brasileiro" (não o jeitinho brasileiro que é geradora de preconceitos no exterior, e sim o jeito brasileiro de ser guerreiro e buscar meios alternativos para completar o seu objetivo). Acredito que a missão dos Legendários seja a de entreter os brasileiros com muita informação regada de humor, as pessoas hoje em dia tomam como referência assuntos tratados na televisão, muitos dão total credibilidade para esta mídia e por conta disso é bacana a intenção de levar assuntos como sustentabilidade, educação, ética, dentre outros. Digo que seja legal isso porque eu vejo o programa "Pânico na Tv" que tem um humor mais ácido, algo bem mais popular, e em quadros como "o impostor" é visto coisas que muitas vezes são ilegais, e deveria existir a preocupação de não permitir que isto se repetisse no dia a dia.
Outra promessa do programa é a interatividade com o público por meio de mídias sociais, pela internet, além de outras coisas como o mundo mobile que anda se expandindo cada vez mais. O antigo programa do Mion (Descarga MTV) foi o primeiro a transmitir simultaneamente os tweets através da televisão, e vejo que ele quer novamente inovar com estas ferramentas que são esquecidas por muitos outros meios de comunicação. Espero que o programa faça uso de aplicativos para celular (com o google buzz por exemplo onde pode ser feito algum post informando a sua localização, e anexar uma foto do lugar em que você se encontra por exemplo), assim como o uso da interatividade com a tv digital. O programa irá ser construído junto com as pessoas para as pessoas, por conta disso o uso intensificado com as mídias sociais e etc.
O programa será exibido aos sábados, com transmição ao vivo, vejo tudo para esse projeto dar certo, espero que de certo mesmo como fã e telespectador. Eu quero ser um Legendário, vou contribuir com o programa de um jeito ou de outro, e espero que VOCÊ faça o mesmo! #tamojunto
Sábado passado (13/03/2010) eu fui em uma palestra gratuita da qual a Impacta estava oferecendo, tendo como tema "as novas oportunidades e novidades no mundo digital". Sempre que consigo dou uma olhada nas palestras disponíveis pela Faculdade Impacta, porque elas costumam ser bem legais, fica a dica.
Na primeira palestra, Ari Meneghini que estava representando a IAB, nos contou um pouco da importância em tentar ousar um pouco mais nas ações publicitárias, através do case de sucesso da Agência Click que tinha como cliente oFiat Punto. Nele nós podemos ver algumas coisas legais, como o uso de mídias sociais e um jogo interativo super bem planejado que foi potencializado com merchandising feito no Big Brother Brasil.
Eu achei super legal essa palestra, dei uma olhada no site da organização depois e achei muita coisa bacana. Convido as pessoas que curtam um pouco sobre as novas possibilidades no mundo da publicidade que visitem o site. Fiquei apenas um pouco chateado por conta do palestrante não ter comentado um pouco mais sobre a televisão digital e ter focado apenas no mobile marketing e nas redes sociais, entendo que as redes sociais é a nova queridinha do mercado, mas acho que podemos explorar outras coisas como o futuro da televisão com a vinda da TV 3D e da parceria da Google com a Sony.
No final nos foi dito que a IAB Brasil pretende fazer uma parceria com a Impacta, em que ela oferecerá cursos para desenvolvedores para este novo mercado que está se reciclando hoje em dia.
Lucas Chakkour Nunes foi o segundo palestrante e comentou bastante sobre o marketing na internet (links patrocinados, SEO, etc.). Ele não se aprofundou muito no assunto, mas eu achei super interessante conhecer um pouco mais desta área, já que não ouvi muito sobre nas aulas da faculdade. Pude ver que dependendo do produto/serviço conseguimos atingir algumas metas que o cliente espera com baixo custo através dos links patrocinados. Uma ferramenta que ele nos mostrou foi o próprio Google Analytics que promete dar uma visibilidade maior para a sua empresa na web. Ele comentou também sobre a sigla SEO que significa Seach Engine Optimization que ao conhecer, este sistema é bem legal, pois através dele é possível dar uma visibilidade bem maior para o seu site com o uso de ferramentas de busca, um site interessante para se aprofundar no assunto é ohttp://www.mestreseo.com.br/artigos-seo.
Eu não fazia ideia de que existia um evento tão legal como esse no Brasil! Fui tomar conhecimento somente nesse ano, mesmo lendo alguma coisa sobre notwitter. Acontece que acompanho o evento desde seu início peloStreaming que elesdisponibilizampelo site (coloco isso no final dopost). Neste eventodirecionadopara as novas tecnologias, amídiatradicional estereotipouo evento se tornando um programa para os “geeks”, não vou entrar em detalhes quanto a isso, mas acontece que como um futuropublicitárioeu preciso estar sempre de olho em todos os tipos de coisas, tendo a mente aberta para conseguir enxergar a cada novo dia o mundo com um olhar diferente. Pois bem, o evento trouxe até agora diversas palestras que me interessavam profundamente, tendo como assunto, por exemplo, a TV digital no Brasil, o computador invisível, diversas palestras que trazem como assunto as redes sociais, e muitas outras coisas.
Confesso que gosto muito de assuntos relacionados às redes sociais, e as possibilidades que elas permitem com o surgimento de novas tecnologias. Muita coisa que ouvi em dois dias de palestras é que o Brasil está se movimentando, mas que precisa de muita caminhada para conseguir utilizar com aproveitamento as novas ferramentas que o mercado nos trouxe. Um exemplo é a respeito da televisão digital, já que existem poucos canais que utilizam pouquíssimo esse novo conceito deinteratividadepara otelespectador(apenas uma janela com a sinopse do programa, como a sua duração e elenco). Não existe ainda aquelainteratividadeprometida que poderia agitar um pouco mais o mercado trazendo a venda de produtos visualizados em programas por exemplo. Não possuímos também umainfra-estrutura capaz dedisponibilizaruma velocidade aceitável para ainternetno Brasil, sem falar de muitas outras tecnologias que poderiam estar disponíveis se a nossa população pudesse usufruir das mesmas. Na verdade eu acho que faltou esse assunto na mesa de debates do evento.
Um novo mundo me foi aberto com a palestra de um computador invisível, sendo que o conceito tratado é que existem computadores onde nem ao menos percebemos por estarmos acostumados com tal tecnologia (opalestranteutilizou um exemplo de que seria a mesma coisa que dirigir de sua casa até o seu trabalho sem perceber detalhes dotrajetoque você percorre, pois se torna uma coisa automática depois de um tempo). Opalestrantedesenvolveu o assunto falando de casas inteligentes que hoje em dia já começam a serem feitas e de diversos aplicativos que poderiam ser criados se houvesse uma maior participação de programadores dispostos a fazer este serviço.
As redes sociais foi um assunto que até agora foi bem trabalhado, em função da inovação que está trazendo para o mundo, o evento trouxe comopalestranteaté o ScottGoodsteinque foi o homem por traz da campanha de Barack Obama que permitia umcontatomaior através das redes sociais, um movimento que deu muito certo já que os eleitores se tornaram também produtores de materiais que promoviam a campanha doatualpresidente dos EUA. Houve palestras também que falaram sobre assuntos como otwitternas corporações, tendo certas duvidas se toda empresa estava pronta para esta tecnologia, já que não se trata de apenas abrir uma conta para a empresa e esperar apenas elogios, deve se estar preparado para umcontatomaior com o seu consumidor e conseguir solucionar o seu problema, fato que gera umbuzzpositivo para a marca e/ou empresa. Um assunto que pecou um pouco foi este dasmídiassociais nas corporações, pois eu esperava ouvir um pouco mais das técnicas que as empresas utilizam para filtrar essebuzz mídiae estratégias para a evolução debrandinga partir do uso demídiassociais. Esse assunto eu tive a oportunidade de conhecer melhor em uma palestra que fui pela Faculdade Impacta, em que ela trouxe comopalestranteum dos sócios da empresa“e.life”que faz este serviço para as corporações, sendo avaliada a participação que as empresas têm nasmídiassociais.
Infelizmente não consegui acompanhar algumas palestras, como a do limite das redes sociais no ambiente escolar, vi apenas ofinalzinhoem que ospalestrantescomentavam sobre a importância dos professores estarem habituados com a tecnologia, como também de conseguirem ponderar até que momento essas novas ferramentastrazem uma melhora no ensino. Acredito que além disso deveria ser colocado em pauta uma possível melhora no ensino brasileiro, pois eu que souuniversitárioenfrento ainda em algumas aulas aquela “formulinha” básica de fingir que estou aprendendo, ser submetido a uma prova para o professor conseguir mostrar para a coordenação da faculdade que está fingindo ensinar. Tivecontatocom poucos professores que ousaram nessequesito, tendocontatocom um no ano passado que inclusive nos mostrou esse novo mundo das redes, utilizando uma metodologia diferenciada em relação ao que já estamos acostumados, trazendo para as aulas notícias sobre palestras, revistas e debates que de alguma forma fugiu um pouco desse molde do ensino. Agradeço muito por isso o professor José Eugenio de Oliveira Menezes, meu professor do 2º ano de Teoria da Comunicação da FaculdadeCásperLíbero. Gostaria que outros professores tivessem esse ímpeto de tentar aos poucos encontrar um novo meio de passar as informações aos alunos, espero encontrar isso agora no 3º ano que está por vir.
Pude acompanhar também algumas palestras relacionadas para os “blogueiros”, tendo informações de como movimentar seu blog, as formas para conseguir novas informações, etc. Consegui assistir uma palestra também em que pude descobrir esse conceito delifestreaming, em que é possível juntar todos os seuslinkspessoais em uma página dainternet, trazendo organizadamentesuas informações, suas redes sociais, etc. Achei interessante olifestreaming porque podemos utilizá-lo comoportifólio, facilitando o serviço de nossos possíveis empregadores, além de ser uma alternativa fácil de ser executada para quem não sabe como montar uma página emflashou algo dogênero.
Foi falado bastante também a respeito da industria e do copyright, levando debates interessantes em que achei interessante umpalestrantecolocar em pauta a hipocrisia de alguns que reivindicam aliberaçãodesoftwaresprivados, como filmes e músicas também, pois este é um assunto que lhes interessam, em vez de reivindicarem assuntos que interessam não somente a você, mas para outras pessoas também. Outra pessoa da mesma mesa de debate dividiu a pirataria em duas categorias, sendo uma o produto pirata que o consumidor não possui garantia de que funciona, sendo comercializado às vezes com informações diferentes, e dos produtos piratas que são encontrados, por exemplo, na Rua Augusta, em que o “pirateiro” trazdocumentáriosdifíceis de serem encontrados, com uma caixa diferenciada, tendo uma sinopse escrita pelo próprio vendedor , conseguindo levar mais cultura assim para a população brasileira. Acredito que opalestrantequis dizer aqui que é necessário que o “pirateiro” seja um produtor de conhecimento também, se diferenciando em relação aos copiadores.
Por enquanto acredito que é só, pretendo assistir alguma coisa sobre a realidade aumentada que mudará muita coisa em nossa vida em um futuro próximo, e quem sabe muitas outras coisas, afinal o evento vai até domingo!
Deixo com vocês oslinksque acho legal serem visitados.
Acho que todo mundo já ouviu falar de uma série de TV americana chamada 24 horas. No Brasil ela é transmitida através do canal FOX e pela Rede Globo. Eu já tinha escutado algo sobre a série, mas não me sentia estimulado o suficiente para assisti-la. Acredito que isto aconteceu pela falta de atenção que a Rede Globo tem com os “produtos importados”, falo isso porque todas as séries transmitidas pela emissora acabam não me seduzindo o suficiente para chegar a assisti-las pelo canal. Eu tenho que checar como anda a audiência do SBT no horário em que ela transmite a série Supernatural, acredito que esta aposta tenha dado certo!
Enfim, nestas “férias” resolvi dar uma chance e assisti a 1ª temporada de 24 horas, e acabei gostando muito da trama, dos personagens, da forma que é tratado o tempo, etc. Só agora posso entender o porquê do sucesso do programa no mundo inteiro, mesmo tratando de um assunto delicado, já que ela foi exibida um tempo depois do ataque de 11 de setembro às Torres Gêmeas. Na verdade, eu sinto que o programa tinha a intenção de fortalecer o espírito americano. Já viram aquele desenho “American Dad”?
Pois é, depois de alguns episódios me veio à mente a relação entre os dois personagens, aconselho vocês de repararem nas semelhanças depois!
A duração de cada episódio e da duração da temporada deve ter dado uma grande ajuda na criação de peças e ações publicitárias, já que o relógio mostrado na série conta os 5 minutos corridos entre cada bloco de comerciais. Imaginem só, ao longo da temporada os telespectadores mudarem o rumo do dia de Jack Bauer, ou até mesmo participarem do ultimo episódio da temporada. Eu só quero ver as coisas que serão possíveis com a televisão digital, prometeram muitas coisas legais, como a compra de itens vistos durante o programa, coisa que iria baratear o custo na criação de novos programas, filmes e etc. Aliás, o número de produtos criados para a série 24 horas é extenso, havendo até o comércio de bonecos em ação (coisa que iria semear o patriotismo que a série traz no imaginário humano).
Vocês podem verificar a grade de horário no site daFOX Brasil